Integração económica e monetária

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NOS DESPOJOS DA CRISE ECONóMICA E FINANCEIRA: A INVIABILIDADE DE UMA MOEDA MUNDIAL

NOS DESPOJOS DA CRISE ECONóMICA E FINANCEIRA: A INVIABILIDADE DE UMA MOEDA MUNDIAL

Fora de ambiciosas experiências de integração económica e política, os países mostram-se pouco sensíveis a abdicar de elementos que consideram ingredientes da respectiva sobera- nia nacional. Ainda que no passado recente existam inúmeros exemplos de efectiva abdica- ção da moeda nacional sem que ela formalmente seja substituída por outra, comum a vários países: assim aconteceu em todos os países que decidiram indexar o valor da moeda nacio- nal ao dólar dos Estados Unidos (no que ficou conhecido como fenómeno da “dolarização”) (Alesina e Barro). A invocação da moeda nacional como símbolo de soberania é um equívo- co conceptual. Aceita-se quando esse atributo é invocado por leigos, por quem ignore os cânones da ciência política que ensinam os três alicerces da soberania nacional (Heywood): território, população e poder político. A relutância dos decisores políticos dos países é me- nos compreensível para um observador desatento. Insinua-se a inadmissibilidade dos políti- cos desconhecerem que a moeda não é um elemento constitutivo da soberania e que nem sequer seja um símbolo dessa soberania, atendendo ao processo de integração monetária em curso na UE e à perda factual de soberania (se esse fosse o ângulo de análise correcta) naqueles países que indexaram a sua moeda à moeda de outro país.
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Desenvolvimento financeiro e crescimento económico : o caso da União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA)

Desenvolvimento financeiro e crescimento económico : o caso da União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA)

Podemos verificar (figura 10) que, quer em valor quer em quantidade, o número de pagamentos liquidados no âmbito do sistema STAR-UEMOA cresceu de forma bastante significativa desde a sua implementação e observamos ainda (figura 11) que entre 10% a 15% desses pagamentos são transfronteiriços, algo assinalável para o processo de integração regional. Ainda como catalisador do processo de integração económica e financeira, podemos verificar que o sistema STAR-UEMOA está a ser utilizado para integrar os pagamentos entre a UEMOA e a CEMAC 5 , esta última igualmente uma união monetária com moeda única igual à da UEMOA, o CFA-Franco Africano, e que tem uma paridade com o Euro 6 . Por outro lado, devido à falta de informação sobre o mesmo, levou a que se encetassem uma série de esforços de promoção dos sistemas de pagamento de liquidação por grosso em real time, promovendo assim a comunicação e troca de experiências entre os países da comunidade e não só.
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As etapas da integração económica

As etapas da integração económica

O culminar do Mercado Comum idealizado aquando do Tratado de Roma é a criação de uma União Económica e Monetária, ou seja, a existência de um espaço que, embora constituído por vários países, se assemelha à forma como funciona um espaço económico nacional. A União Monetária visa assim completar a criação do Mercado Interno ao eliminar a incerteza e os custos de transacção inerentes às operações de câmbio, assim como os encargos de cobertura de risco de flutuações monetárias e ao assegurar a comparabilidade total dos custos e dos preços em toda a União. O Tratado de Maastricht acolhe a UEM que estava prevista em três fases: a primeira, entre Julho de 1990 e Dezembro de 1993, tinha como objectivos a conclusão da construção do mercado interno e o reforço da coordenação económica; a segunda, que teve início a 1 de Janeiro de 1994, consistia na criação do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), assim como na transferência progressiva do poder de decisão da política monetária para instituições supranacionais; e por último, a terceira, que se iniciou a 1 de Janeiro de 1999, visou fixar irrevogavelmente as paridades das moedas nacionais e as suas taxas de conversão em euros e deve estar concluída a 1 de Julho de 2002, data em que as notas e moedas em euros passam a circular.
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Portugal - como navegar evitando os escolhos da crise sistémica

Portugal - como navegar evitando os escolhos da crise sistémica

De acordo com um estudo do Banco de Portugal sobre a Economia Portuguesa no Contexto da Integração Económica, Financeira e Monetária, publicado em 2009, a situação e evolução do grau de endividamento dos agentes económicos portugueses desde a adesão à CEE, em 1986, até 2008 foi a seguinte:

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A defesa do emprego: o económico contra o social?

A defesa do emprego: o económico contra o social?

trabalhador, também se está a transformar. A parte dos rendimentos directos do trabalho diminui constantemente. O número de pessoas que aufere rendimentos sem contrapartida produtiva aumentou substancialmente desde o agravamento do desemprego. Vários países da Europa instituíram uma alocação de subsistência ou um rendimento mínimo, para além do subsídio de desemprego. Ora, a ligação entre actividade produtiva e remuneração constitui desde sempre um símbolo de liberdade e de autonomia. Ter um emprego permite aceder pelos seus próprios meios à economia monetária. A desconexão entre rendimento e actividade produtiva levanta o problema do fundamento da autonomia individual. Com efeito, o trabalho económico dá acesso à autonomia na medida em que ele se situa simultaneamente no mundo das relações humanas (socialização) e no mundo da necessidade material, da resposta às necessidades. Assim, a integração pelo emprego é ainda mais importante para os indivíduos menos abastados culturalmente, o que torna problemática qualquer solução não económica ao problema da exclusão.
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REISJosé O drama europeu Nação e Defesa N137 2014 p 74 86

REISJosé O drama europeu Nação e Defesa N137 2014 p 74 86

Relembre-se inalmente que a defesa do primado da integração política a igura de referência é Altiero Spinelli, que no Manifesto de Ventotene, escrito da prisão em 1941, defende “um sólido Estado internacional” e políticas públicas europeias que contrariassem os processos cumulativos de divergência e desintegração. É isto que torna mais notório o signiicado da opção que haveria de fazer com que a disputa fosse ganha pela via da economia gradualista e, de forma ainda mais restrita, pela via monetária. E isso icou estabelecido cedo, em 1970, com o relatório de Pierre Werner, que assumiu a consenso dos países membros de então quanto à criação de uma união económica e monetária; um processo por etapas que deveria durar dez anos, com início na coordenação de políticas económicas (orçamental, iscal, monetária) e apogeu no estabelecimento da convertibilidade plena das divisas, na eliminação das margens de lutuação das taxas de câmbio, ou mesmo na adoção de uma moeda única que “assegurasse a irreversibilidade do empreendimento”. A Europa que nasceu dos propósitos de consolidar a paz e de resolver questões básicas associadas aos recursos económicos – como o carvão e o aço para os quais se estabeleceu uma comunidade económica cujo tratado foi estabelecido ao mesmo tempo que o tratado que instituía a CEE – haveria de prosseguir com a primeira política comum, a agrícola, e haveria alguns anos depois de identiicar a política regional como foco essencial. Isto é, reconheceria que há problemas territoriais sig- niicativos que resultam de posições de desenvolvimento muito diferentes e que, na ausência de políticas de recuperação e coesão, se tornam cumulativamente diver- gentes, como bem avisar Myrdal.
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A caminho da reforma administrativa

A caminho da reforma administrativa

Na esteira dos estudos feitos na década anterior e das lógicas do planeamento integral da economia, torna-se notório não ser possível promover o desenvolvimento económico sem o suporte de uma Administração Pública eficaz. Como tal, durante os trabalhos preparatórios do III Plano de Fomento foi criado, na Comissão Interministerial de Planeamento e Integração Económica (CIPIE), o Grupo de Trabalho n.º 14 (GT 14), responsável pelos estudos sobre a reforma administrativa. Dos seus trabalhos esperava-se o surgimento do organismo técnico central que viria a ser criado apenas em 1967, com o nome de Secretariado da Reforma Administrativa (SRA). A análise da criação do GT 14 permite compreender o modo como esta é devedora do voluntarismo da nova geração de quadros técnicos que, estando inserida nas estruturas do regime ligadas ao planeamento económico, plasma nos Planos de Fomento os seus ideais para o desenvolvimento do país. Permite, igualmente, verificar o modo como o desfasamento entre esta visão tecnocrática e as opções políticas do regime iria ser uma das causas do fraco nível de implementação dos objetivos delineados.
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A construção de autoridade monetária e democracia: a experiência brasileira no contexto da integração econômica em escala global

A construção de autoridade monetária e democracia: a experiência brasileira no contexto da integração econômica em escala global

These domestic trends occurred despite a series of currency crises abroad (Mexico in late 1994, Asia in 1997, Russia in 1998, Argentina in 2001) that shook the confidence of internati[r]

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“Microcrédito” na integração económica dos pobres em Cabo Verde Contributos a partir de experiências de Cabo-verdianos a residir em Portugal

“Microcrédito” na integração económica dos pobres em Cabo Verde Contributos a partir de experiências de Cabo-verdianos a residir em Portugal

Destacamos o conceito de microcrédito centrado na experiencia do P. Yunus e Banco Grameen porque foi através de sua acção que o conceito começou a ser utilizado como política global para integração económica dos desfavorecidos. Contudo as práticas relacionadas com a sua utilização são na verdade muito antigas. Remontam ao longínquo ano de 1846, no sul da Alemanha, onde o pastor Raiffensem criou a “Associação do Pão” para ceder farinha de trigo aos fazendeiros locais, endividados pelos Agiotas, para fabricarem e comercializar pão no sentido de gerar maiores rendimentos e pagar as suas dívidas. A “Associação do pão” veio a transformar-se numa cooperativa de crédito. Um Prussiano, de nome Herman Schulze, foi responsável pela primeira experiencia de cooperativas de crédito em áreas urbanas, com a criação da “Associação de dinheiro antecipado”, também na Alemanha, Cidade de Delitzsch 1856. Atualmente estas cooperativas são conhecidas como Bancos populares na Alemanha. Aproximadamente 10 anos mais tarde (1965), o Italiano Luigi Luzzatti, inspirando nos Alemães criou na cidade de Milão uma cooperativa de crédito que viria a herdar seu nome. Nas Américas a primeira experiencia foi protagonizada por Alphonse Desjardins. O jornalista, influenciado pelo debate europeu sobre cooperativas, idealizou a constituição das Caísses Populaires para ceder crédito aos pobres, na província canadense de Quebec, em 6 de dezembro de 1900. Podemos apontar ainda a experiencia de Walter Krump, presidente de uma Metalúrgica em Chicago, com a criação dos “Fundos de Ajuda” que traduzia na contribuição de $1,00 mensal de cada operário nos seus departamentos com vista a apoiar os mais necessitados. Outras iniciativas ainda difundiram noutros países.
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O IMPOSTO SOBRE VALOR AGREGADO (IVA) COMO MECANISMO DE ALAVANCAGEM DA LIBERALIZAÇÃO COMERCIAL NO MERCOSUL

O IMPOSTO SOBRE VALOR AGREGADO (IVA) COMO MECANISMO DE ALAVANCAGEM DA LIBERALIZAÇÃO COMERCIAL NO MERCOSUL

E, nesse ponto, cabe ao Brasil a maior responsabilidade pelos entraves do avanço da integração. Isso devido ao emaranhado da legislação tributária nacional. Não só pelas exações previstas em si, mas pelas competências tribu- tárias instituídas na Constituição brasileira. Ora, dividir-se entre os três entes federativos, União, Estados e Municípios a prerrogativa de tributar o consumo engessa maiores investidas da República quanto à harmonização da tributação internacional. Especialmente quando se observa que, no plano interno, todos os demais membros do bloco já adotam modelos de Imposto sobre Valor Agre- gado ou Adicionado, mesmo que com nuances particulares em cada país.
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Anais do II Encontro Nacional sobre Política Monetária e Política Cambial: sistema financeiro e política monetária, parte 1

Anais do II Encontro Nacional sobre Política Monetária e Política Cambial: sistema financeiro e política monetária, parte 1

Em primeiro lugar, porque mesmo quando você não tem política monetária, como é. o caso dos regimes onde você tem uma inflação muito elevada, a política monetária é[r]

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Influência da União Económica e Monetária da África Ocidental: (UEMOA) nas finanças públicas da Guiné-Bissau

Influência da União Económica e Monetária da África Ocidental: (UEMOA) nas finanças públicas da Guiné-Bissau

Receita corrente – que inclui as receitas fiscais e não fiscais; tendo dentro do primeiro os impostos diretos e os impostos sobre comércio externo, e no segundo a receita de capital. Sendo as receitas fiscais a mais importante fonte de financiamento público, tendo em conta as próprias características dos serviços públicos que com elas se visam financiar e a natureza de instrumento de política económica usado para prossecução de objetivos redistributivos. Doação (Donativo) – é um conceito que de acordo com o Comité da Ajuda ao Desenvolvimento (CAD) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), caracteriza os recursos disponibilizados, pelos chamados Países doadores ou Organizações Internacionais aos Países e Territórios em desenvolvimento, para a Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD), através de organismos públicos, a nível local, central ou agências, com o objetivo de promover o desenvolvimento desses países.
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Algumas perspectivas sobre imigração: da imigração económica à integração social

Algumas perspectivas sobre imigração: da imigração económica à integração social

Associados à questão económica, surgem-nos os problemas inerentes a qualquer fenómeno de cariz social. Por um lado, existe o aproveitamento criminoso das necessidades destes seres humanos, através do surgimen- to de novas formas de escravatura, com a criação de verdadeiras associa- ções criminosas de «engajamento» de mão-de-obra. Por outro lado, surge a necessidade da integração social dos imigrantes nas comunidades onde são recebidos: a recepção por parte da comunidade de acolhimento, e, também (outra vertente do mesmo problema) o modo como os próprios imigrantes se adaptam. Há necessidade de aceitação e adaptação recíprocas a costu- mes diferentes e conhecimento de uma nova língua, por exemplo.
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ISTÓRIA E DAG EOGRAFIA –O P ROFESSOR COMOM EDIADOR NO P ROCESSO DEE NSINOA PRENDIZAGEM

ISTÓRIA E DAG EOGRAFIA –O P ROFESSOR COMOM EDIADOR NO P ROCESSO DEE NSINOA PRENDIZAGEM

Compreender conceitos fundamentais inerentes à unidade (Superprodução, deflação, depressão económica, culto da personalidade, fascismo, nazismo, totalitarismo, anti- semitismo, corporativismo, ditadura do proletariado, economia planificada, colectivização, genocídio).

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União monetária Européia: diferenças no mecanismo de transmissão monetária

União monetária Européia: diferenças no mecanismo de transmissão monetária

differences in the persistence of monetary shocks in pre-EMU era might may be explained by (i) different relative weights that monetary authorities attached to inflation and output, as d[r]

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A promoção internacional dos interesses portugueses: a nova diplomacia económica no Grão-Ducado do Luxemburgo

A promoção internacional dos interesses portugueses: a nova diplomacia económica no Grão-Ducado do Luxemburgo

Façamos então um pequeno exercício de assimilação entre as práticas a que assisti e as correntes teóricas: as apresentações do BES sobre as oportunidades de investimento no setor imobiliário e a divulgação dos novos regimes fiscais ARI e NHR, a Foire de Printemps, a mostra de produtos nacionais na residência oficial, a organização da degustação de vinhos portugueses na Bexeb e a presença do seu stand em duas das maiores feiras organizadas no Luxemburgo (Festival das Migrações, Culturas e Cidadania e Foire de Printemps), a apresentação da Air TV, as reuniões preparatórias da missão económica a Portugal constituem exemplos de diplomacia económica. Por sua vez, as apresentações de livros, obras de arte, e a organização da quinzena de cinema português anualmente pelo Instituto Camões em parceria com a Embaixada constituem exemplos de diplomacia cultural. Por fim, a Festa da Europa constitui um exemplo de diplomacia comercial.
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Rev. adm. empres.  vol.19 número1

Rev. adm. empres. vol.19 número1

Série de índices de desvalorização da moeda para fins de correção monetária; 3. Omissões na correção monetária de. Variação patrimonial decorrente da inflação, resultado da correção mone[r]

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Modelagem estatística em alta frequência da taxa Selic

Modelagem estatística em alta frequência da taxa Selic

A teoria novo-clássica acredita que um anúncio de uma expansão monetária provocará nos agentes apenas a informação de que os preços e os salários devem ser reajustados e isso não alterará variáveis como o nível de emprego e o produto, por exemplo. Segundo os novo-clássicos, se o governo adotar uma política monetária na qual ele é o único que tem o conhecimento de uma variável a mais, determinante para o estoque de moeda, isso acarretará um efeito surpresa nos agentes econômicos, pois estes não terão previsto corretamente o nível de preços. Dessa forma haverá uma diferença entre a taxa de desemprego corrente e a taxa de desemprego natural. Porém, vale salientar que isso ocorre somente por causa do efeito surpresa, ou seja, pelo desconhecimento de um fator somente conhecido pelo governo.
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Reputação e transparência da autoridade monetária e o comportamento da firma bancária.

Reputação e transparência da autoridade monetária e o comportamento da firma bancária.

Os bancos, como qualquer fi rma capitalista, apresentam como objetivo fun- damental de suas atividades a obtenção de lucros sob a forma monetária. Para isso tanto administram as opções de aplicações de seus recursos — que resultará na composição de uma carteira de ativos — quanto elaboram téc- nicas e estratégias de gerenciamento de seus passivos. O fato de os bancos atuarem de maneira ativa, administrando dinamicamente os dois lados do balanço, se deve não somente à busca dos objetivos estipulados por eles, mas, também, ao acirramento da concorrência entre as instituições bancá- rias na busca de oportunidades mais lucrativas de negócios. Nesse sentido, além de administrarem continuamente seus portfólios de ativos, não to- mam seus passivos como dados, pois procuram infl uenciar as preferências dos depositantes por meio do gerenciamento das obrigações e pela introdu- ção de inovações fi nanceiras.
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Avaliação custo-benefício da integração de sistemas fotovoltaicos em edifícios

Avaliação custo-benefício da integração de sistemas fotovoltaicos em edifícios

19 Para além dos fatores económicos apresentados anteriormente existe outro fator usado na literatura que pode ser aplicado no estudo da viabilidade económica dos sistemas fotovoltaicos, o custo nivelado de energia elétrica (LCOE). A esse respeito Branker, Pathak e Pearce (2011) apresentam no seu trabalho a revisão das metodologias existentes sobre este fator e apresentam uma forma de cálculo que pretende ser o mais correta possível. Estes autores afirmam mesmo que a viabilidade económica de um projeto de geração de energia pode ser avaliada usando várias métodos, mas o LCOE é o mais frequentemente usado quando se comparam tecnologias de geração de energia elétrica ou considerando a paridade de rede para tecnologias emergentes como a energia fotovoltaica (Branker, Pathak, Pearce, 2011).
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