Interação humano-robô

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Arquitetura de controle inteligente para interação humano-robô

Arquitetura de controle inteligente para interação humano-robô

Supondo-se que os robôs coexistirão conosco num futuro próximo, é então evidente a necessidade de Arquiteturas de Controle Inteligentes voltadas para a Interação Humano- Robô. Portanto, este trabalho desenvolveu uma Organização de Arquitetura de Controle Inteligente comportamental, cujo objetivo principal é permitir que o robô interaja com as pessoas de maneira intuitiva e que motive a colaboração entre pessoas e robôs. Para isso, um módulo emocional sintético, embasado na teoria bidimensional de emoções, foi integrado para promover a adaptação dos comportamentos do robô, implementados por Esquemas Motores, e a comunicação de seu estado interno de modo inteligível. Esta Organização subsidiou a implantação da Arquitetura de Controle em uma aplicação voltada para a área assistencial da saúde, consistindo, destarte, em um estudo de caso em robótica social assistiva como ferramenta auxiliar para educação especial. Os experimentos realizados demonstraram que a arquitetura de controle desenvolvida é capaz de atender aos requisitos da aplicação, conforme estipulado pelos especialistas consultados. Isto posto, esta tese contribui com o projeto de uma arquitetura de controle capaz de agir mediante a avaliação subjetiva baseada em crenças cognitivas das emoções, o desenvolvimento de um robô móvel de baixo-custo, e a elaboração do estudo de caso em educação especial.
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Estudo sobre interfaces cérebro-máquina e Interação humano-robô

Estudo sobre interfaces cérebro-máquina e Interação humano-robô

Os resultados obtidos das respostas eletrofisiol´ogicas cerebrais associadas com a tarefa motora, da detec¸c˜ao da inten¸c˜ao de movimento e da realiza¸c˜ao da tarefa de assistˆencia por[r]

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Interação criança-robô: análise e avaliação de indicadores de aceitação de robôs e experiências de interação

Interação criança-robô: análise e avaliação de indicadores de aceitação de robôs e experiências de interação

A aceitação social é uma questão significativa para ser avaliada na interação humano- robô, em função da necessidade de descobrir os motivos que levam as pessoas aceitam robôs, evitando rejeições, possíveis a longo prazo. Aceitação social define, portanto, qual a disposição de um indivíduo, com base em experiências de interação, para integrar um robô a um ambiente social cotidiano (WEISS et al. 2009). Alguns estudos têm analisado como as pessoas, em especial as crianças, percebem os robôs e quais os tipos de comportamento elas exibem quando interagem com os robôs (FONG, NOURBAKHSH, DAUTENHAHN, 2003; MOYLE et al., 2013). Tais estudos foram conduzidos por meio de entrevistas guiadas, porém informais, e desenhos feitos pelas crianças sobre os robôs e suas histórias. Descobriu-se assim que as crianças associam os robôs com formas geométricas de características humanas (antropomorfismo) ou animais. Ainda, as crianças atribuem livre arbítrio aos robôs, incluindo -os em contextos sociais e familiares, atribuindo estados emocionais, preferências e gênero. Por isso, tem se tornado cada vez mais clara a percepção de que os humanos se engajam e criam laços com dispositivos tecnológicos, especialmente com os robôs (MATARIC, 2013).
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Estudo in silico da interação da albumina de soro humano com o ibuprofeno

Estudo in silico da interação da albumina de soro humano com o ibuprofeno

Como mencionado anteriormente o único trabalho que realiza um estudo da interação do ibuprofeno a albumina de soro humano, coloca os resíduo como Tyr411, Arg 410 e Ser489 como mais importantes, ainda que sem estabelecer os valores energéticos de interação. Então os achados corroboram parte do que foi descrito por Ghuman et al. (2005), a Arg410 e a Ser489 são sim resíduos importantes, em virtude das suas ligações. A Tyr411 fica em 5ª posição pela ordem energética, embora aprese te u a ligação átio e t e o seu a el e o a el do i up ofe o.
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Análise e avaliação de técnicas de interação humano-computador para sistemas de recuperação...

Análise e avaliação de técnicas de interação humano-computador para sistemas de recuperação...

Um modo simples para obter informação sobre o uso real de um sistema é observar a interação dos usuários com ele. Na técnica observacional, os usuários são solicitados a completar uma série de tarefas pré-determinadas, que podem ser aplicadas no seu próprio local de trabalho, enquanto são observados cumprindo por completo as suas obrigações rotineiras. A função do avaliador é observar os usuários, prestando atenção em suas ações e registrando-as. Apesar da idéia de observar eventos parecer muito fácil, nem sempre o que o observador pensa que parece estar acontecendo é o que realmente está ocorrendo. Uma simples observação pode não ser suficiente para determinar se o sistema corresponde às necessidades dos usuários, pois nem sempre é possível perceber suas atitudes e perspicácia no processo de decisão [Dix-2004].
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Navegação cooperativa de um robô humanóide e um robô com rodas usando informação visual

Navegação cooperativa de um robô humanóide e um robô com rodas usando informação visual

Este trabalho apresenta um sistema de navegação cooperativa de um robô humanóide e um robô com rodas usando informação visual, com o objetivo de efetuar a navega- ção do robô humanóide não instrumentado utilizando-se das informações obtidas do robô com rodas instrumentado. Apesar do humanóide não possuir sensores para sua navega- ção, pode ser remotamente controlado por sinal infravermelho. Assim, o robô com rodas pode controlar o humanóide posicionando-se atrás dele e, através de informação visual, localizá-lo e navegá-lo. A localização do robô com rodas é obtida fundindo-se informa- ções de odometria e detecção de marcos utilizando o filtro de Kalman estendido. Os mar- cos são detectados visualmente, e suas características são extraídas pelo o processamento da imagem. As informações das características da imagem são utilizadas diretamente no filtro de Kalman estendido. Assim, enquanto o robô com rodas localiza e navega o hu- manóide, realiza também sua localização e o mapeamento do ambiente simultaneamente (SLAM). A navegação é realizada através de algoritmos heurísticos baseados nos erros de pose entre a pose dos robôs e a pose desejada para cada robô. A principal contribui- ção desse trabalho foi a implementação de um sistema de navegação cooperativa entre dois robôs baseados em informação visual, que pode ser estendido para outras aplicações robóticas, dado a possibilidade de se controlar robôs sem interferir em seu hardware, ou acoplar dispositivos de comunicação.
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Interação da crisotila com células de carcinoma de pulmão humano em cultura: interferência...

Interação da crisotila com células de carcinoma de pulmão humano em cultura: interferência...

Encontrado naturalmente na crosta terrestre, o asbesto ou amianto é uma fibra mineral cujas características como a resistência à tração maior que a do aço, aos ácidos e a temperaturas de até 1.000 0 C, não sendo oxidável nem combustível, o tornam muito importante para o uso humano – há registros de sua utilização já na Grécia Antiga. Com exploração comercial iniciada em 1878 na região de Quebec, Canadá, a produção mundial das fibras de amianto atingiu cerca de 4 milhões de toneladas nos últimos anos. Suas aplicações industriais chegam a 3 mil produtos, sendo os mais numerosos o fibrocimento (que também dá origem a telhas e caixas d’água), os produtos de fricção de automóveis e os isolantes térmicos. Em consequência do crescente interesse comercial que despertaram, tanto a mineralização como a industrialização das fibras de amianto têm levado um grande número de trabalhadores a ficar exposto a este mineral (M URRAY , 1990).
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Interação teleatendente-teleusuário e custo humano do trabalho em central de teleatendimento.

Interação teleatendente-teleusuário e custo humano do trabalho em central de teleatendimento.

ções sociais de trabalho configura um cená- rio explicativo dos limites impostos às teleatendentes para mediar eficientemente a complexidade que marca a interação com os teleusuários e, ao mesmo tempo, a garantia dos objetivos prescritos e a preservação da saúde. É nesse cenário em que as vivências de mal-estar das teleatendentes assumem inteligibilidade, situação em que o trabalho se afasta de seu caráter ontológico de cons- trução da identidade e de fonte de prazer. A análise dos resultados lança luz para se com- preender os altos índices de rotatividade nes- te setor, cuja abordagem de gestão tem nos trabalhadores a variável de ajuste.
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Localização e planejamento de caminhos para um robô humanóide e um robô escravo com rodas

Localização e planejamento de caminhos para um robô humanóide e um robô escravo com rodas

Em robótica móvel, planejar um caminho refere-se principalmente a competência que um robô móvel possui de escolher, dentre várias possibilidades, a rota que, segundo critérios de otimalidade, pretende percorrer. A fase de planejamento necessita, para sua execução, de uma configuração inicial e de uma configuração final do robô definidas em um mesmo sistema de referência. Além disso, normalmente pressupõe o conhecimento de um mapa baseado no qual irá avaliar as opções, a posição corrente por onde está se movendo e obstáculos existentes. A partir dessas informações o planejador deve ser ca- paz de gerar uma curva geométrica que conduza o robô de forma segura, desviando de obstáculos quando existirem, entre as duas configurações.
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A U L A

A U L A

O prédio da embaixada de um país europeu amanheceu com uma bomba estrategicamente colocada em sua porta de entrada. Todas as emissoras de televisão da cidade miraram suas lentes no encarregado de desarmar o mecanismo. Ao invés de pernas, o encarregado tinha esteiras, no lugar dos olhos, uma câmera de vídeo. E, para completar, dois braços mecânicos. Era um tipo de robô que, por ser comandado a distância, é conhecido como teleoperador. Aproximou-se do local, guiado por controle remoto por um especialista em explosivos. De longe, com a ajuda de alavancas, botões e uma tela de televisão, o especialista iniciou seu trabalho. Mas alguma coisa deu errado. Alguns minutos depois, a bomba explodiu, transformando o robô num amontoado fumegante de aço retorcido. O especialista ficou assustado. Devia sua vida àquela máquina.
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S-Educ: Um Simulador de Ambiente de Robótica Educacional em Plataforma Virtual

S-Educ: Um Simulador de Ambiente de Robótica Educacional em Plataforma Virtual

Este ambiente de aprendizagem une a robótica e a educação, através da multidis- ciplinaridade da robótica, que é capaz de envolver temáticas relacionadas a ela, como mecânica, eletrônica e computação, e também temáticas não diretamente relacionadas a ela, como matemática, ciências, línguas, ciências sociais, entre outras. De acordo com Zilli (2004), a robótica educacional ensina o aluno através da investigação, estimulando a criatividade, no desenvolvimento de um método científico, através do erro construtivo, estímulo da lógica, aprimoramento da motricidade, entre outros. Segundo Silva (2009), uma das metodologias adequadas para o desenvolvimento de aulas de robótica educaci- onal em sala de aula é através de oficinas de robótica, nas quais os alunos seguem um conjunto de passos: análise do desafio, montagem do protótipo robótico e programação do robô. O desafio proposto pode envolver assuntos relacionados a grade curricular ou temas diversos.
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Localização e mapeamento em terrenos irregulares utilizando robôs móveis

Localização e mapeamento em terrenos irregulares utilizando robôs móveis

Em [Howard et al., 2004] podemos observar esse tipo de montagem. O mapea- mento é realizado unicamente baseado nas leituras feitas pelo laser posicionado verti- calmente. A localização do robô é feita através de uma fusão sensorial entre IMU/GPS e um filtro de partículas. É esperado que o ambiente por onde o robô irá trafegar seja parcialmente conhecido, ou seja, contenha algumas características como prédios e obje- tos estáticos como partes de um mapa prévio. Essas características são então inseridas em um mapa (que não necessita ser muito detalhado) que é fornecido ao robô. O laser horizontal é utilizado justamente para a execução do filtro de partículas, no caso o algoritmo usado é o Monte Carlo Localization (MCL). A principal desvantagem nessa abordagem está na necessidade de se ter um mapa prévio do ambiente, mesmo que não seja um mapa detalhado. Outro problema encontrado é que apesar de a técnica ter sido desenvolvida para mapeamento outdoor, é feita à suposição de que a altura do robô é sempre constante. Além disso, como é utilizado apenas o laser vertical o mapa 3D gerado ao final não fornece nenhuma informação a respeito do relevo por onde o robô transitou. A Figura 2.4 exibe a montagem utilizada nesse trabalho.
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Análise de Dados para Optimização de Consumo Energético em Ambiente Industrial

Análise de Dados para Optimização de Consumo Energético em Ambiente Industrial

Este estudo, debruçou sobre a variável velocidade de execução das tarefas a cargo do robô. Tendo em conta a necessidade de manter a mesma duração de um ciclo de trabalho, foi estudada a variação de velocidade de execução de cada tarefa a fim de encontrar um ponto de funcionamento do robô mais eficiente em termos de energia. Ao contrário do que seria esperado, não existe uma regra verdadeira para todos os casos, i.e., atingir uma maior velocidade na execução de uma tarefa, não quer dizer necessariamente que o consumo energético para executar essa mesma tarefa acompanhe uma subida. Executar determinadas tarefas em velocidades mais baixas podem também fazer subir o consumo energético. É de acrescentar que este caso de estudo abstraiu todas as tarefas do ciclo de trabalho do robô, analisando apenas o seu consumo, tempo e velocidade e execução. Deixando de lado o significado prático de cada tarefa.
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Ontologia da linguagem e matriz de conhecimento em sistemas hipermídia adaptativos

Ontologia da linguagem e matriz de conhecimento em sistemas hipermídia adaptativos

As redes sociais ampliaram nossas interações no ambiente virtual com perfis construídos a partir de fichas cadastrais. O ganho perceptível foi o de novos canais de comunicação, intuitivos e com as interfaces de usuário melhoradas. É o caso do WhatsApp e do Facebook, hoje empresas do mesmo grupo de investidores. Perguntamo- nos se a melhor comunicação implica necessariamente num melhor relacionamento. Na plataforma Facebook, por exemplo, as possibilidades de relacionamento entre duas pessoas são: serem amigos, melhores amigos, conhecidos, colegas de estudo ou trabalho e conterrâneos;os relacionamentos familiares vão de mãe à genro. O que os programadores da plataforma chamam relacionamento, nós poderíamos classificar como ligação, união ou vínculo, a definição de conexão, as mesmas que ligam documentos na Web. Essas conexões são estáticas e vinculam uma pessoa a outra da mesma maneira que ligam duas páginas da Internet, ou seja, tenta-se modelar um ser humano e suas relações.
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UNIVERSIDADE DE BRASILIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO DA PEDAGOGIA WALDORF: UM ESTUDO DE CASO

UNIVERSIDADE DE BRASILIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO DA PEDAGOGIA WALDORF: UM ESTUDO DE CASO

Rudolf Steiner percorreu um longo caminho para formular uma concepção “ampliada” do ser humano. Esta está fortemente edificada a partir do que Steiner conheceu e desenvolveu trabalhando durante anos na elaboração editorial das obras de Goethe, em Weimar, Alemanha. O autor considerou um dos postulados básicos de Goethe (que introduziu a palavra metamorfose como termo das ciências naturais), segundo o qual “na diversidade dos organismos existe um princípio: o de que em cada fase de desenvolvimento estão contidas as ou tras fases precedentes do mesmo”. (LANZ, apud MARASCA, 2009, p.35). Rudolf Steiner retomou essa premissa ampliando-a a todos os reinos da natureza (mineral, vegetal, animal), incluindo o ser humano. Para isso, Steiner aprofundou seus estudos, para além da Física, Matemática, Geometria, em Mineralogia, Botânica, Zoologia, para poder demonstrar como o homem contém em si cada reino da natureza, e também, como em cada fase da sua vida estão contidas as fases que a precederam, sob a forma de metamorfoses (Marasca, 2009).
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A importância da organização dos ambientes para a saúde humana.

A importância da organização dos ambientes para a saúde humana.

Observam-se também na literatura experimentos em ambiente virtual e investigação de correlatos psico - lógicos/psicoisiológicos. A realidade virtual vem sendo utilizada como meio de realização de experimentos em que se deseja controlar os ambientes e observar o seu impacto sobre diferentes aspectos do funcionamento cognitivo ou do comportamento dos indivíduos. Um exemplo de pesquisa nesse tema é a de Baumann e Sayette (2006), que teve como objetivo identiicar qual a inluência de mensagens subliminares de estímulo ao tabagismo em ambiente virtual no desejo de fumar de indivíduos fumantes privados desse consumo. As pes - quisas preocupadas com entender as interações entre os aspectos psicológicos e psicoisiológicos na interação do ambiente virtual normalmente o manipulam em desenhos experimentais para veriicar os resultados de diferentes aspectos do ambiente. Existe a preocupação, nesses estudos, de tornar o ambiente o mais ecológico possível, a im de reproduzir a realidade vivenciada pelo indivíduo fora do laboratório.
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Alternativas de apresentação de contexto em interfaces com o usuário

Alternativas de apresentação de contexto em interfaces com o usuário

Aos meus amigos e colegas de trabalho da HP, em especial a Ana Paula Scolari por ter me descoberto como amigo no PPGCC e como colega de projeto, onde estou aprendendo muito com ela a superar barreiras, enfrentar desafios, ser mais humano e também a ser mais forte para agüentar as suas chicotadas, mas claro, em prol de meu crescimento profissional e do projeto (muito obrigado!), e ao Diego Abrianos por ter me cedido gentilmente um mouse serial – porque o meu estragou – que foi fundamental para continuar com o desenvolvimento produtivo deste trabalho, e também por ter sido parceiro de uma fila imensa no estádio Beira-Rio em pleno sábado a tarde para comprarmos os ingressos da final da Libertadores da América para vermos então, o nosso time – Internacional – ser campeão (detalhe: ficamos em torno de sete horas em pé na fila com apenas um pão murcho com salsichão no estômago). Inesquecível!
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INTERFACE MULTIMODAL DE INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR EM SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÃO BASEADO EM VOZ E TEXTO EM PORTUGUÊS

INTERFACE MULTIMODAL DE INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR EM SISTEMA DE RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÃO BASEADO EM VOZ E TEXTO EM PORTUGUÊS

Em seu livro “Information Retrieval Interaction”, Ingwersen (1992) apresenta uma contextualização da ciência da informação como uma disciplina interdisciplinar, e apoia-se em uma abordagem interdisciplinar para todos os campos, e busca trabalhar uma compreensão dos objetivos teóricos suas aplicações e os limites da CI. Por conseguinte, O autor defende que importantes áreas de interesse comum com a ciência da informação e outras disciplinas podem se desenvolver em conjunto, e indica uma mudança no foco, no que se refere a aspectos da tecnologia da informação como a grande fonte de transferência de informação, até desembocar nas cinco áreas que ele define como principais na Ciência da Informação. Ingwersen (1992) não mantém um padrão que percebemos entre muitos autores, o de tentar contextualizar a CI no âmbito de suas fronteiras e relações com outras disciplinas, e apresenta essas relações de forma muito engenhosa, em especial quando apresenta as áreas de estudo da CI referenciando Belkin (1978). Cita inclusive a transformação sob a forma de estruturas de banco de dados e termos de indexação dando uma conotação tecnológica em sua visão, mostrando ser um autor moderno. É Interessante notar que Ingwersen (1992) dá ênfase no humano ao considerar a relação tecnologia – humano na recuperação da informação, um dos pontos abordados neste trabalho.
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 Escola, Aprendizagem e Pertencimento: Significados Atribuídos por Alunos com Baixo Rendimento Escolar do Ensino Fundamental II à Própria Trajetória de Escolarização

Escola, Aprendizagem e Pertencimento: Significados Atribuídos por Alunos com Baixo Rendimento Escolar do Ensino Fundamental II à Própria Trajetória de Escolarização

Ancorado no aporte teórico metodológico da perspectiva Bioecológica do Desenvolvimento humano (Urie Bronfenbrenner 1917-2005), o presente trabalho objetivou analisar alunos do Ensino Fundamental II, matriculados em uma escola pública de um município paranaense, para analisar as significações produzidas por eles no que diz respeito à escola e a própria trajetória de escolarização. Participaram do estudo 19 alunos: 4 do 6º ano com idades entre 11 e 12 anos; 5 do 7º ano com idades entre 12 e 13 anos, 6 do 8º ano com idades entre 13 e 14 e 4 do 9º ano com idades que variavam, entre 14 e 15 anos. Destes, 14 são do gênero masculino e 5 do feminino. Como problemática da pesquisa, levantamos as seguintes questões: Quais os sentidos atribuídos por alunos que apresentam baixo rendimento escolar: à escola, ao aprender, ao pertencimento à escola e ao próprio rendimento escolar? Como o aluno significa seu processo de aprendizagem e as relações interpessoais vividas nesse contexto? A pesquisa qualitativa adotou estudo descritivo, e como procedimento investigativo a entrevista semiestruturada e a produção de representações pictóricas e respectivas legendas, elaboradas pelos participantes. Emergiram dos dados coletado, cinco categorias com seis unidades de análise. A categoria 1 aborda as significações acerca da escola - escola como espaço de acolhimento ou de aversividade, onde predominou o sentimento de pertencimento (11 participantes). A categoria 2 traz as significações de aprendizagem, e constituiu-se de duas unidades de análise: papel de professor e aluno e ambiente de aprendizagem (08 participantes) e dificuldades nas disciplinas (11 participantes). Nessa abordagem, as falas revelam as demarcações que remetem à autoridade do professor sobre o aluno, polarização dos papéis e atribuição a si mesmos (alunos) da responsabilidade pelo não aprender
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Na primeira tarefa a leitura dos sensores de ultra-som mede a distância entre o centro de massa do robô com a parede (coordenada x ), onde S 1 e S 2 são as variáveis correspondentes as leituras dos sonares, e L a distância entre S 1 e S 2 como mostrado na figura 5.9; Yˆ D é a distancia atual do centro de massa do robô com a parede. Na segunda tarefa é feito a medição do erro de distância com a parede. Na terceira tarefa é configurada uma zona morta para diminuir a margem oscilatória da ação de controle. Na quarta tarefa o ângulo de orientação do robô com relação ao eixo de x é extraído em graus radianos e tratado confirme visto na figura 5.10, assim é possível mensurar a distância do robô com a parede e sua orientação, através somente do uso de sonares. Na quinta tarefa a orientação em graus radianos é convertida para graus. Na sexta tarefa é processada a lei de controle Wall- Following para gerar a ação de controle U . Nas tarefas sete e oito, a ação de controle é usada nas equações que calculam os respectivos sinais PWM para cada motor.
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