Intervenção precoce - Linguagem - Família - Crianças

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Necessidades e preocupações das famílias de crianças com alterações de linguagem em intervenção precoce

Necessidades e preocupações das famílias de crianças com alterações de linguagem em intervenção precoce

Com este estudo exploratório-descritivo (Fortin, 1999) pretendeu-se: explorar, descre- ver e analisar as necessidades das famílias relacionadas com informações sobre aspec- tos globais do comportamento, do desenvolvimento e do diagnóstico e, de cariz mais específico, necessidades de informação no âmbito das alterações de linguagem apre- sentadas pela criança. A população abrangida pela IP compreende crianças portadoras de alguma deficiência ou em risco de desenvolvimento, com idades compreendidas en- tre os 0 e os 6 anos e as respectivas famílias. A população deste estudo diz respeito às famílias de crianças em IP, que apresentam alterações de linguagem, com idades com- preendidas entre os 0 anos e os 6 anos, de um Centro Médico Terapêutico e Pedagógico (N=80). Após disponibilidade e consentimento da Direcção aplicou-se os instrumentos a 25 famílias, seleccionadas de acordo com os seguintes critérios: diagnóstico de um quadro de alteração de linguagem na criança pela mesma Terapeuta da fala; crianças com idades compreendidas na faixa etária dos 0 aos 6 anos; as famílias tinham de viver com a criança em questão; residência na região Vale do Sousa; exclusão do progenitor ou familiar, responsável pelos cuidados da criança com défice mental e/ou deficiência auditiva. Recolheram-se informações relativas às características sociodemográficas dos participantes e informações referentes às crianças como, idade, tempo de acompanha- mento em serviços de IP e diagnóstico clínico. Todas as famílias que participaram neste estudo preencheram 2 instrumentos: um questionário designado “Caracterização da família” (elaborado pela investigadora de acordo com os objectivos do estudo para ca- racterização da amostra) e um “Inventário das Necessidades Específicas da Família”. Estes foram passados face a face (investigador e inquirido), com o único objectivo de auxiliar o inquirido no preenchimento do mesmo. O “Inventário das Necessidades da Família” 11
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Percepção da família e do terapeuta sobre a evolução de crianças em uma abordagem interdisciplinar de intervenção precoce.

Percepção da família e do terapeuta sobre a evolução de crianças em uma abordagem interdisciplinar de intervenção precoce.

A pesquisa foi desenvolvida no Serviço de Atendimento Fonoaudiológico (SAF), da instituição de origem. Este estudo faz parte do projeto de pesquisa intitulado “Funções Parentais e Fatores de Risco para a Aquisição da Linguagem: Intervenções Fonoaudiológicas”. O estudo foi composto por nove crianças com idades entre 2 anos e 1 mês e 4 anos e 7 meses, sendo três meninas e seis meninos, com distúrbios de linguagem associados ou não a transtornos do desenvolvimento, e que estivessem em terapia por período mínimo de seis meses, no programa de Intervenção Precoce (IP) ou em terapia nos estágios de linguagem. A terapia poderia ou não ser exclusiva no programa. Alguns casos apresentavam terapia na modalidade de terapeuta único, e outros apresentavam terapias concomitantes em outras insti- tuições, sobretudo os casos de encefalopatia motora cerebral não progressiva (EMCNP), comumente identiicado como paralisia cerebral, com intervenção isioterápica. Nos casos de terapeuta único, havia um suporte da equipe interdisciplinar de modo a sustentar os conhecimentos necessários a cada caso. Os terapeutas únicos no caso de distúrbio de linguagem eram fonoaudiólogos, de EMCNP isioterapeutas e de síndrome de Down terapeutas ocupacionais. A perio- dicidade dos atendimentos dentro do programa era de duas vezes por semana assim como nos atendimentos realizados fora da instituição, em isioterapia, havendo nesta a possibilidade de uma frequência maior em alguns casos. As reuniões grupais para ancorar a interconsulta ocorriam quinzenalmente. Além disso, havia supervisão semanal do caso por Professional de fonoaudiologia e terapia ocupacional.
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Hélen Kopper Brasil HABILIDADES AUDITIVAS E DE LINGUAGEM EM UM GRUPO DE CRIANÇAS DEFICIENTES AUDITIVAS COM DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PRECOCE

Hélen Kopper Brasil HABILIDADES AUDITIVAS E DE LINGUAGEM EM UM GRUPO DE CRIANÇAS DEFICIENTES AUDITIVAS COM DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PRECOCE

Introdução: O diagnóstico precoce e, consequentemente, a amplificação imediata, bem como a intervenção terapêutica e o envolvimento familiar são indicadores de sucesso no desenvolvimento da linguagem e das habilidades auditivas de crianças deficientes auditivas. Objetivo: Investigar o desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem de um grupo de crianças deficientes auditivas congênitas. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa e quantitativa, composta por 10 crianças deficientes auditivas, divididas em dois grupos: com diagnóstico precoce e casos com diagnóstico tardio. Todas frequentavam terapia fonoaudiológica, são usuárias de dispositivos de amplificação ou implante coclear e apresentavam ganho funcional e teste de percepção de fala dentro dos níveis sugeridos por Ling (1979) no espectro da “Banana da fala”(Banana da Fala). Materiais Utilizados: Escala Reynell, Escala de Envolvimento Familiar, Teste de Percepção de Fala (Sons de Ling), prontuário dos pacientes, Data Logging, Ganho Funcional e Audiometria Condicionada. Resultados:, A Idade Auditiva, o Envolvimento Familiar e o tempo de uso dos dispositivos eletrônicos durante o dia apresentaram correlação com o desenvolvimento de linguagem. Quando comparados os dois grupos, diagnóstico precoce e tardio, quanto aos resultados de linguagem e habilidades auditivas, não foi possível encontrar significância estatística entre eles. Conclusão: O tempo de uso diário de AASI e/ou IC, o envolvimento familiar e maior tempo de experiência auditiva (Idade Auditiva) são fatores determinantes no prognóstico da criança surda. Já a idade de início de intervenção não se mostrou estatisticamente significante entre os dois grupos; ou seja, o diagnóstico realizado antes de um ano de idade não interferiu nos resultados de habilidades auditivas e de linguagem dos voluntários nesta pesquisa, devendo ser pesquisado com maior casuística.
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Desenvolvimento da linguagem oral em crianças afastadas da família de origem

Desenvolvimento da linguagem oral em crianças afastadas da família de origem

do pensamento e da linguagem, que é por volta dos dois anos de idade. Iniciam-se então, as reorganizações psíquicas, em que começa ser feita uma relação do objeto com o signo, e do signo com o significado, representando-o com palavras, aliadas a utilização de gestos: “[...] a criança enriquece suas primeira palavras com gestos muito expressivos, que compensam sua dificuldade em comunicar-se de forma inteligível através da linguagem.”(VIGOTSKI, 1991, p. 25). Os gestos não são frutos de uma percepção particular, mas de uma percepção generalizada, pois para qualquer pessoa que Luiza fizer os gestos de balançar a cabeça positivamente, negativamente, ou apontar o dedo para a boca, vai entender. Então, aqui, há uma relação entre percepção, pensamento e linguagem gestual. Embora Luiza consiga representar objetos com palavras, como na “situação de interação3”, (linhas 4, 14, 16 e 21), e na “situação de interação 4”, (linha 3, 6 e 8), ela também se utiliza muito dos gestos, observados na “situação de interação 3”, (linhas 2, 8, 17, 19, 22 e 24). Esses gestos não são utilizados para compensar a dificuldade em comunicar-se, pois substitui palavras simples: “água”, “sim”, “não”. São utilizados mais por comodismo, e por não sentir necessidade de se utilizar da fala. Porém, na idade que se encontra, espera-se que a utilização dos gestos para controlar o comportamento do outro já esteja superada.
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Práticas centradas na família e os resultados familiares: avaliação de práticas de intervenção precoce na perspetiva da família

Práticas centradas na família e os resultados familiares: avaliação de práticas de intervenção precoce na perspetiva da família

Também na Austrália se fala em práticas centradas na família, através do desenvolvimento do National Guidelines for Best Practice in Early Childhood Intervention que, por sua vez, representa um guia de práticas correntes que podem ser aplicadas de forma consistente em todos os estados e territórios do país. Este guia tem como propósito, orientar e fornecer uma estrutura universal de qualidade para os programas da Early Childhood Intervention Australia (ECIA), tendo como base as melhores práticas a serem utilizadas com as crianças e respetivas famílias. O guia identifica quatro áreas de qualidade, a família, a inclusão, o trabalho de equipa e princípios universais, que por sua vez são constituídas por oito práticas-chave, dentro da área da família foca-se as práticas centradas na famílias tendo como base as suas forças e capacidades, na inclusão foca-se as práticas inclusivas e participativas da família no processo de desenvolvimento da criança e do envolvimento da mesma no seu ambiente natural, no trabalho de equipa foca-se a prática colaborativa entre os profissionais e a família, finalmente nos princípios universais demonstra como base, as evidências, os padrões, a responsabilidade e a prática dos profissionais, assim como o foco nos resultados familiares, ou seja, realça a importância do escutar a família e da avaliação dos resultados das práticas aplicadas. Deste modo, com estas orientações para a IP, as famílias e seus filhos que necessitem de usufruir dos serviços da mesma, podem estar confiantes de que os apoios a que têm acesso serão eficazes e seguros, onde quer que eles estejam localizados em toda a Austrália.
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BENEFÍCIOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA CRIANÇA AUTISTA

BENEFÍCIOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA CRIANÇA AUTISTA

modo, o desenvolvimento das competências sócio- emocionais e educativas fica prejudicado. Um programa adequado deverá sugerir, então, meios e estratégias para apoiar, recompensar e aumentar as iniciativas da criança, estimulando os pais e parceiros a interpretar os sinais da criança, manter as interações, utilizar rotinas sensoriais e estimular o desenvolvimento da linguagem; bem como fornecer inúmeras estratégias estruturadas para trabalhar com crianças, desde muito jovens, em contextos individuais e em grupo, promovendo o seu desenvolvimento em domínios-chave como a imitação, a comunicação, a cognição, as competências motoras e sociais, o comportamento adaptativo e os jogos.
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Prevenção e intervenção em casos de tendência antissocial em uma perspectiva winnicottiana: alterações de linguagem como sintoma inicial da deprivação ambiental.

Prevenção e intervenção em casos de tendência antissocial em uma perspectiva winnicottiana: alterações de linguagem como sintoma inicial da deprivação ambiental.

da intervenção precoce com o menino, e de entre- vistas continuadas com a mãe, foi possível diminuir a violência doméstica e mobilizar no menino um ambiente assegurador para que pudesse ter ao menos parcialmente reparada a ausência/diiculdade de holding e handling maternos. O menino foi atendido por estagiário de fonoaudiologia e as entrevistas conti- nuadas feitas pela segunda autora deste artigo, então supervisora do estágio. Observou-se nas entrevistas continuadas que a mãe sofrera de violência doméstica com a própria mãe e que a consciência de que estava repetindo isso com o menino de dois anos e meio, e também com o irmão mais velho de 11 anos com distúrbio de linguagem escrita, foi fundamental para reverter seu comportamento e encaminha-la a atendi- mento psicológico. Como efeito, tanto o menino mais novo superou seu distúrbio de linguagem oral e o mais velho o distúrbio de linguagem escrita. Ainda este também superou alguns sintomas antissociais que emergiam no ambiente escolar. Também nessa família o pai foi mobilizado para ajudar no processo.
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O agir do assistente social nas equipas de intervenção precoce

O agir do assistente social nas equipas de intervenção precoce

Iniciámos esta investigação pela análise documental dos relatórios das atividades do PIPREM e pela análise dos processos individuais de cada família, Esta equipa de Intervenção Precoce íntegra, integra um conjunto de profissionais que compõem a E.I.D de Mourão e a E.I.D de Reguengos de Monsaraz. Os profissionais que a compõem são duas assistentes sociais, duas psicólogas clínicas (coordenadora da equipa), uma terapeuta da fala, uma fisioterapeuta e três educadoras de infância. Tendo por análise o relatório de atividade desta equipa (PIPREM) relativo ao ano de 2010 os resultados obtidos são os seguintes: a maior parte das crianças apoiadas por esta equipa no ano de 2010 situa-se na faixa etária dos 3-6 anos, num total de 120 crianças. A equipa de Mourão apoia no total 47 crianças, 33 do sexo masculino e 14 do sexo feminino, num total de 33 famílias.Quanto à equipa de Reguengos de Monsaraz, apoia 73 crianças, 46 do sexo masculino e 27 do sexo feminino num global de 65 famílias. O PIPREM no seu global apoia 98 famílias, sendo que na sua maioria tem uma criança apoiada. Relativamente à tipologia familiar, trata-se de famílias compostas por casal com filhos 15 , na sua maioria 2-3 crianças por agregado (64 famílias), num total de 3-4 elementos no agregado. A maior parte das famílias, encontra-se dependente economicamente do Rendimento Social de Inserção 16 . No que diz respeito à habitação, na sua maioria estas famílias apresentam problemas de conservação, na E.I.D de Mourão, quanto à E.I.D de Reguengos de Monsaraz, na sua maioria as habitações encontra difíceis condições de habitabilidade (problemas de conservação e número de divisões insuficientes).
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A perspectiva desenvolvimentista para a intervenção precoce no autismo.

A perspectiva desenvolvimentista para a intervenção precoce no autismo.

Prizant et al. (2000) defendem um modelo sociopragmático desenvolvimentista (Developmental Social-Pragmatic Model - DSP) e apresentam o modelo de intervenção Social-Communication, Emotional Regulation, Transactional Support model of intervention (SCERT) (modelo de intervenção comunicação-social, regulação emocional, apoio transacional) para aumen- tar as habilidades socioemocionais e de comunicação. O modelo DSP defende que é preciso focalizar a iniciação e a espontaneidade na comunicação, seguir o foco de atenção e motivação da criança, construir a partir do seu repertório comunicativo atual e usar atividades e eventos mais naturais como contextos. O modelo SCERTS dirige-se aos déficits subjacentes centrais que afetam as crianças autistas: déficits em comunicação e linguagem, déficits no relacionamento social e reciprocidade socioemocional, déficits de processamento sensorial. Os déficits em comunicação e linguagem são abordados através da terapia da linguagem sociopragmática que enfatiza o uso fun- cional das habilidades pré-verbais e verbais de comunicação nas interações naturais e semi-estrutura- das. Inclui estratégias para o uso de sistemas de comunicação não verbais como imagens simbólicas.
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Perspetivas das famílias no processo de avaliação das crianças com necessidades especiais em intervenção precoce

Perspetivas das famílias no processo de avaliação das crianças com necessidades especiais em intervenção precoce

Os resultados globais indicam que, na etapa da planificação, as famílias tiveram oportunidade de escolher dia, hora e local para a realização da avaliação e que houve preocupação pelos interesses da criança, no entanto, quanto à escolha dos instrumentos de avaliação a utilizar, consideram que esta é da competência dos profissionais. Na etapa da condução da avaliação, as famílias sentem que participaram ativamente, que os profissionais valorizaram as competências da sua criança e que identificaram os recursos formais e informais, através do reconhecimento das redes sociais, pelo que esta etapa correspondeu às expectativas, na maioria das situações. No que concerne à etapa da partilha dos resultados, as famílias revelam que esta sempre existiu e que em quase todas as situações houve entrega de relatório da avaliação em papel. Os profissionais respeitaram sempre os valores e as crenças familiares e foram estabelecidos objetivos com a equipa e com a família em quase todas as situações. Quanto à prestação de apoios, não corresponde totalmente às expectativas das entrevistadas, referindo que as ELI ainda não estão preparadas para prestar todos os apoios necessários, que o processo está a ser moroso e que houve substituição de um serviço que servia as necessidades das suas crianças, por outro que não corresponde às suas necessidades e expectativas. No entanto, valorizam o trabalho que está a ser realizado pelas ELI e referem que gostariam de ver as equipas reforçadas com elementos de outras áreas e com apoios mais frequentes.
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O desenvolvimento da literacia na criança surda: Uma abordagem centrada na família para uma intervenção precoce

O desenvolvimento da literacia na criança surda: Uma abordagem centrada na família para uma intervenção precoce

que as crianças surdas tenham acesso a uma língua para elas natural e de fácil acesso através da visão. Comprovadamente, esta língua é a língua gestual. A língua gestual é veiculada através da visão e utiliza o gesto, o espaço, o olhar e a expressão facial e corporal de modo apelativo para a criança surda: cresce com ela atingindo graus de sofisticação e eficácia que lhe permitem o acesso a qualquer outra língua gestual ou oral. As capacidades de transferência linguística, inatas e ensinadas, permitem-lhe um acesso total à língua do seu país, sobretudo através da leitura e da escrita, componentes essen- ciais para o seu desenvolvimento académico e profissional, e com- plementarmente através da fala, como factor de socialização.
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Distúrbio específico de linguagem: a relevância do diagnóstico inicial.

Distúrbio específico de linguagem: a relevância do diagnóstico inicial.

Recente estudo se destaca, ressaltando a importância de se considerar e ouvir atentamente as desconianças dos pais sobre a linguagem dos ilhos. Este trabalho analisou uma amostra consti- tuída por 55 crianças, na faixa etária entre 2 e 12 anos, de ambos os gêneros, quanto as queixas relatadas pela família no inicio da intervenção tera- pêutica. No desempenho das crianças cujos fami- liares apresentavam queixa quanto à produção verbal (82,6%), pode-se observar que 55,2% delas também apresentavam desvios na compreensão verbal. O comprometimento da produção verbal ocorreu em nível fonológico (97,3%), semântico (76,3%), gramatical (78,9%) e pragmático (5,2%). Os autores concluíram que embora a queixa sobre prejuízos na produção verbal seja mais mencio- nada pelos familiares, os prejuízos na compreensão verbal também são evidenciados em crianças com Distúrbio de Linguagem. Esses achados demons- tram a importância da realização de uma avaliação cuidadosa a partir da investigação da queixa rela- tada pelas famílias 13 .
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Dinâmicas de uma família com uma criança com Trissomia 21, em intervenção precoce : um estudo de caso

Dinâmicas de uma família com uma criança com Trissomia 21, em intervenção precoce : um estudo de caso

No processo de desenvolvimento de qualquer criança, que tenha ou não necessidades especiais, a família, que tantas vezes foi esquecida, desvalorizada ou anulada, desempenha um dos papéis mais importantes. Se os profissionais possuem o conhecimento teórico referente às crianças (na sua generalidade), a família é quem melhor conhece a criança (na sua individualidade), o seu modo de funcionar nas rotinas e nos contextos de vida. Assim, conseguindo capacitar e corresponsabilizar a família para dar resposta às suas necessidades, conseguimos potenciar e maximizar as capacidades da criança e promover o bem-estar da família. Este foi este um dos aspetos conseguidos ao longo desta investigação e, que se revelou de fulcral importância para o acréscimo da confiança e a autoestima da família e, subsequente para o desenvolvimento da “Flor”, permitindo uma progressiva aproximação entre o nível de desenvolvimento efetivo e o desenvolvimento espectável.
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Interações comunicativas entre uma educadora e crianças abrangidas pela intervenção precoce na infância: uma proposta de intervenção educacional

Interações comunicativas entre uma educadora e crianças abrangidas pela intervenção precoce na infância: uma proposta de intervenção educacional

56 no entanto, ao longo do seu visionamento e reflexão sobre as sessões constatou- se que são um elemento fundamental para ajudar a compreender essa mesma criança. É possível observar que a educadora, por vezes, tem dificuldades em compreender cada uma das crianças solicitando ajuda, tal como já foi explicado, às mães. Este aspeto é relevante, pois a especificidade destas crianças, que decorre tanto das caraterísticas das suas faixas etárias, como do facto de serem crianças que não estão integradas em contextos educativos formais, implica que a sua linguagem, estando ligada à sua experiência muito específica, limita a sua compreensão por parte da educadora. Assim, o papel que as crianças desempenham na interação é inquestionavelmente importante, pois a educadora adapta a sua iniciativa/resposta à da criança. O Miguel consegue explorar mais tempo atividades mais diversas, pois o Luís tem interesses mais restritos e mais dificuldade em aceitar atividades novas, fora do seu conhecimento. Assim podemos referir que o seu perfil de funcionalidade interfere na relação.
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O PODER DAS ROTINAS EM IP   ESTUDO DE CASO DE UMA CRIANÇA COM TRISSOMIA 21

O PODER DAS ROTINAS EM IP ESTUDO DE CASO DE UMA CRIANÇA COM TRISSOMIA 21

Em relação aos resultados obtidos com a Schedule of Growing Skills, é de salientar que o período entre as avaliações realizadas foi muito curto, e os instrumentos formais de avaliação, avaliam marcos globais de desenvolvimento, não sendo por isso sensíveis a outras mudanças mais finas que vão acontecendo no comportamento e desenvolvimento das crianças, como tal, é possível verificar que na segunda avaliação da criança, não houve uma evolução significativa a registar, estando os resultados das avaliações muito aquém do que seria esperado comparativamente com os seus companheiros da sala dos 5 anos de idade. No entanto, através da análise do seu perfil, poder-se-á referir que o J. apresenta como área mais forte a área da manipulação, i.e, escala de capacidades manipulativas e a área com mais dificuldades a área da fala e da linguagem, i.e, escala de competências na fala e linguagem. No entanto, no caso em estudo é de registar que houve evolução nas intervenções escola-família, sendo possível verificar nas avaliações realizadas nas diferentes áreas, a referir, autonomia, cognitiva, sensorial, motora, comunicação, sócio- afetiva e comportamental. Apesar dos resultados adquiridos para a presente dissertação, irá ser dada continuidade ao trabalho realizado com a criança, no qual se poderá observar melhorias significativas nos resultados no final deste ano letivo.
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Estudo da eficácia de um Programa de Intervenção Precoce em crianças dos 3 aos 4 anos, com Perturbação do Espectro do Autismo, de ambos os sexos

Estudo da eficácia de um Programa de Intervenção Precoce em crianças dos 3 aos 4 anos, com Perturbação do Espectro do Autismo, de ambos os sexos

A conceptualização da Intervenção Precoce assenta em três grandes fundamentos psicológicos e desenvolvimentais sendo o primeiro fornecido pelos contributos do campo das neurociências, nomeadamente o que tem a ver com a plasticidade cerebral, que permitem compreender o que ameaça ou afeta o desenvolvimento nos primeiros tempos de vida, se podem contrapor a maleabilidade e as potencialidades de maturação rápida que o sistema nervoso central tem nessa altura. O segundo grande pilar, refere-se a diversos estudos, sobre o desenvolvimento infantil, que reforçam a importância da relação de mãe-bebé nos primeiros anos de vida e colocam em evidência as enormes capacidades dos bebés e das crianças pequenas. Em terceiro lugar, assenta no contributo das perspetivas ecológicas e sistémicas que realçam a importância dos fatores do meio, do ambiente e dos contextos no desenvolvimento. Deste modo, considera-se que as estratégias e programas de intervenção, hoje em dia, focam tanto os aspetos pessoais e intraindividuais do desenvolvimento (condição biológica, física, emocional e cognitiva), como os aspetos relacionais e transacionais (nomeadamente dentro da família), bem como ainda as dimensões sistémicas e contextuais do desenvolvimento (o ambiente social, cultural e político - organizacional). Assim, constata-se que a Intervenção Precoce procura não se situar apenas num dos campos clássicos de intervenção (nomeadamente a educação, a saúde ou a educação especial) mas procura englobar todos os sistemas e práticas que têm como alvo a criança pequena (Franco & Apolónio, 2008).
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Intervenção precoce na epilepsia.

Intervenção precoce na epilepsia.

RESUM O: a necessidade de intervir precocemente junto de crianças em situação de risco reveste-se de fulcral importância, principalmente nos seus primeiros anos de vida, em que todas as experiências a que está sujeita condicionam todo o seu desenvolvimento posterior. Desta forma, preconiza-se que quanto mais precoce for a intervenção, maiores serão os benefícios para a criança, devida à plasticidade que uma criança de tenra idade apresenta e esta deverá ser utilizada para prevenir incapacidades secundárias. O presente artigo procura elaborar de um programa de intervenção na epilepsia baseado em programas educativos individuais que focam o nível de realização atual da criança, assim como a avaliação e posterior intervenção assumindo a família e a escola papéis primordiais no desenvolvimento das crianças com esta perturbação, já que se constituem como agentes impulsionadores para o sucesso dos respectivos planos de intervenção.
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INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA

No caso em que a intervenção se faz numa família onde existe uma criança com necessidades educativas especiais (NEE), ter uma compreensão clara das suas capacidades de desenvolvimento e da ecologia da familia vai contribuir para uma intervenção mais eficaz. O profissional deverá ter sempre presente que cada criança tem uma experiência de vida diferente ou um conjunto de experiências que podem influenciar de forma positiva ou negativa o seu desenvolvimento. A teoria sistémica ecológica lembra-nos que as crianças se desenvolvem num contexto de influências ambientais que têm efeitos diretos e indiretos sobre as mesmas, e há determinadas influências ambientais que potencialmente têm um maior efeito direto do que outras (Brofenbrenner, 1979). McWilliam (2012) apresenta o Ecomapa que considera uma espécie de retrato da família, cuja elaboração vai contribuir para a intervenção ser mais eficaz, uma vez que nele vão constar os apoios informais, intermédios e formais da família, assim como a dimensão do apoio prestado por cada uma das entidades.
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A IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA SíNDROME DE DOWN

A IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA SíNDROME DE DOWN

Este trabalho tem como temática a importância da intervenção precoce nas alterações do desenvolvimento da linguagem e da fala na criança com Síndrome de Down e o benefício que tal estimulação traz para a comunicação e interação da criança, tornando sua linguagem expressiva verbal prontamente compreendida e homogeneizada com a intenção da criança de se comunicar. A pessoa com Síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, tem 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população. Essa condição provoca alterações na aquisição da linguagem e fala do indivíduo com SD, e principalmente no desenvolvimento da linguagem expressiva verbal, o que repercute na comunicação social. Nas crianças com SD as habilidades são adquiridas na mesma sequência observada em crianças normais, porém com defasagem cronológica. Por isso, a intervenção fonoaudiológica precoce é imprescindível para que essas crianças adquiram habilidades comunicativas. Foi realizada uma entrevista com a mãe de duas crianças com SD, aplicando um questionário e uma busca em bases de dados de artigos, portais, sites e livros, utilizando a combinação dos descritores “aspectos fonoarticulatórios na Síndrome de Down ”, “desenvolvimento da linguagem na Síndrome de Down ”, “intervenção precoce” e “a importância da estimulação precoce”.
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Intervenção precoce e a família : estudo de caso de uma criança em risco

Intervenção precoce e a família : estudo de caso de uma criança em risco

Os pais são alcoólicos e o menor foi entregue aos cuidados de uma tia materna em Setembro de 2008, devido a ser vítima de negligência parental, que passou a ser a sua tutora, estando sob a protecção da comissão de Protecção de Crianças e Jovens em articulação com os serviços sociais. A comissão foi fazendo o acompanhamento do menor e houve a preocupação em procurar apoio para os pais e o seu problema de alcoolismo. Em Janeiro de 2009 iniciaram-se os contactos entre os pais e o menor, primeiro semanalmente, mais tarde quinzenalmente, passando posteriormente para contacto de um mês. Após este período experimental a criança foi, de novo entregue aos cuidados dos pais. Na entrega do menor aos cuidados dos pais ponderou o facto de a mãe encontrar-se a fazer um tratamento ao alcoolismo e o pai aceitou fazer o tratamento, estando a aguardar ser chamado para iniciar a primeira fase do tratamento que consiste no seu internamento numa unidade hospitalar.
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