Intervenções não farmacológicas no alívio da dor

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INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Para este grupo de peritos, baseando-se na definição da OMS, incluem como critério para a caracterização do parto normal aquele que se mantém de baixo risco até ao nascimento do bebé e se inicia espontaneamente entre as 37 e 42 semanas de gestação, nascendo o RN em apresentação cefálica de vértice, sem recurso a fórceps ou ventosa. Pinheiro et al. (2012) definem como critérios de inclusão, para a classificação do parto normal, os partos em que são implementadas intervenções baseadas na evidência científica como facilitadoras da progressão normal do trabalho de parto e parto vaginal, como, por exemplo, o controlo da dor, com métodos não farmacológicos e farmacológicos em detrimento das implementadas por rotina. Neste documento, é defendida a implementação de práticas específicas benéficas na promoção do processo fisiológico do trabalho de parto, nascimento e pós-parto, como “apoiar a liberdade de movimentos da mulher oferecendo-lhe instrumentos que possibilitem a posição vertical ” (Pinheiro et al., 2012:23) e evitar, por rotina, em parturientes de baixo risco, a utilização de práticas e procedimentos cujo benefício não está demonstrado, tais como a permanência na cama, a utilização de medidas farmacológicas para alívio da dor, entre outros. Estes autores apresentam, neste documento, 16 princípios que têm como objetivo a promoção da saúde e bem-estar de todas as mães e filhos durante a gravidez, o parto e a amamentação, estabelecendo o padrão base a que se deve aspirar para alcançar resultados de excelência na assistência materna, aconselhando como opções benéficas nas parturientes de baixo risco, o ambiente acolhedor das salas de parto e o apoio contínuo durante o trabalho de parto. Por outro lado, defendem que as grávidas devem poder recorrer a métodos de alívio da dor durante o trabalho de parto, devendo o leque de opções, neste âmbito, compreender os métodos farmacológicos e os não farmacológicos (Pinheiro et al., 2012).
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Prevenção e manejo não farmacológico da dor no recém-nascido.

Prevenção e manejo não farmacológico da dor no recém-nascido.

Objetivo: apresentar os principais métodos não farmacológicos de alívio da dor no recém-nascido disponíveis para utilização na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal. Método: pesquisa bibliográfi ca do tipo exploratória nas bases de dados online MEDLINE, LILACS e SciELO, no período de 2004 a 2013. Resultados: uma variedade de intervenções não farmacológicas se mostra efetiva, apresentando baixo risco para os neonatos e baixo custo operacional, sendo as mais discutidas na literatura: uso de glicose/sacarose via oral, sucção não nutritiva, amamentação, contato pele a pele, contenção facilitada e enrolamento. Conclusão: é importante que a equipe de saúde conheça os métodos para melhor utilizá-los no dia a dia da Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal, garantindo um cuidado qualifi cado e humanizado ao recém-nascido.
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Relatório de Estágio   Patrícia Santos   nº6069

Relatório de Estágio Patrícia Santos nº6069

No que se refere às estratégias farmacológicas, as mais utilizadas são, analgésicos, opióides e sedativos; Mistura Equimolar Oxigénio Protóxido de Azoto, segundo protocolo do serviço. No entanto, denota-se que este serviço valoriza e investe no uso das estratégias não farmacológicas, muitas já referidas anteriormente. Durante a permanência do RN na UCIN, os cuidados observados são orientados para as suas necessidades de forma a aumentar o conforto e a estabilidade, reduzindo stress e as possíveis consequências das intervenções ambientais e terapêuticas (necessárias) que podem implicar ganhos a curto, médio e longo prazo. Foi possível identificar outras estratégias não farmacológicas utilizadas nomeadamente o incentivo à sucção não nutritiva, o incentivo à amamentação, o uso de sacarose 24% e a massagem terapêutica. Ao incidir na amamentação saliento que este serviço em Outubro de 2010 foi certificado como Hospital Amigo dos Bebés por cumprir as dez medidas para um Aleitamento Materno de sucesso. Os enfermeiros ao longo do internamento e sempre que a situação clínica do RN permita, incentivam esta prática, realizando pequenas sessões de formação individuais aos pais. Bértolo & Levy (2002) alertam que a maior parte das mulheres poderão amamentar com sucesso desde que devidamente esclarecidas, encorajadas e apoiadas na sua prática. Segundo o regulamento das competências comuns do enfermeiro especialista emitido pela OE (2010a, p. 2) a competência do enfermeiro especialista “também envolve as dimensões da educação dos clientes e dos pares, de orientação, aconselhamento e liderança”. O enfermeiro é também um educador em potência, deve elaborar, executar e avaliar programas de aleitamento materno. É de referir que uma vez por semana, um enfermeiro é destacado para realizar ações de formação aos pais entre muitos temas abordados, um deles é referente ao aleitamento materno. O leite humano, além dos reconhecidos benefícios nutricionais e afetivos para o RN, também pode ser uma potente intervenção para alívio de dor, tanto por aleitamento materno, quanto oferecido por sonda nasogástrica. Storm & Fremming (2002) encontraram que, além da sacarose, o leite humano via sonda nasogástrica reduziu o choro de neonatos pré-termo em procedimento de punção capilar.
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Manejo da dor pós-operatória em pacientes submetidos à mastectomia

Manejo da dor pós-operatória em pacientes submetidos à mastectomia

O alívio da dor humana é preceito defendido há milênios e considerado importante missão dos profissionais da saúde. No entanto, milhões de pacientes todos os anos sofrem de dor aguda como resultado de um trauma, doença ou cirurgia. A dor aguda em pós-operatório, decorrente de lesões teciduais, pode gerar alterações fisiológicas que, se não forem resolvidas podem resultar em dor crônica, trazendo prejuízos à saúde e à qualidade de vida. A cirurgia de mastectomia, principal abordagem terapêutica para o tratamento primário do câncer de mama, é responsável por uma série de alterações vivenciadas pelos pacientes que a enfrentam, pois é um processo cirúrgico agressivo que pode levar à ocorrência de dor persistente no pós- operatório. O presente estudo consiste de uma revisão integrativa de literatura com o objetivo de analisar as evidências disponíveis na literatura sobre o manejo da dor pós-operatória em pacientes submetidos à mastectomia. A busca dos estudos primários foi realizada nas bases de dados LILACS, PubMed e CINAHL e compreendeu o período de julho de 2007 a julho de 2012. A amostra constituiu de 21 artigos científicos, que foram reunidos em quatro categorias temáticas: intervenções farmacológicas (5 artigos), intervenções não farmacológicas (4 artigos), técnicas anestésicas (11 artigos) e mensuração da dor (1 artigo). Os resultados evidenciaram que nos estudos com intervenções farmacológicas para o controle da dor pós- operatória, os fármacos utilizados como adjuvantes, associados aos analgésicos, AINEs, anestésicos e opioides, foram os anticonvulsivantes, os corticosteroides e os antidepressivos, que demonstraram ser adjuvantes seguros e eficazes para o manejo da dor após a mastectomia; algumas intervenções não farmacológicas, como medidas educacionais, musicoterapia e hipnose para analgesia pós-operatória foram investigadas com resultados positivos, mas esses achados necessitam de confirmação com estudos maiores e controlados
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Intervenções não farmacológicas no controlo da dor no pós-operatório

Intervenções não farmacológicas no controlo da dor no pós-operatório

Estando relacionada ao mal e à magia, o seu alívio era da responsabilidade de sacerdotes e feiticeiros. Com o desenvolvimento de várias ideias, foi apenas no século XIX que se iniciaram os avanços científicos para a terapia da dor. (Barreira & Gomes, 2008). Sendo imperativo uma definição de dor, de modo a simplificar o entendimento e a comunicação de carácter universal, a Associação Internacional para o Estudo da Dor, em 1976, criou uma Subcomissão de Taxonomia da Dor. Esta, em 1979, apresentou o resultado do seu trabalho, que foi submetido à Assembleia Geral em Congresso e à Organização Mundial de Saúde para inclusão na Classificação Internacional de Doença. A dor foi definida como uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada com lesão tecidual real ou potencial descrita em termos de tal lesão. (Sousa, 2009). Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, a mesma é vivenciada em todo o mundo, afetando diferentes partes do corpo e com diferentes níveis de intensidade. Verifica-se que 95% da população global já experienciou dor no corpo e mais de metade da população no mundo sofre de dor com regularidade. Durante o percurso de vida, a dor é uma das principais razões de recurso a consulta médica, a toma de medicação e de absentismo laboral.
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Avaliação da efetividade de estratégias não farmacológicas para o alívio da dor de parturientes na fase ativa do período de dilatação no trabalho de parto

Avaliação da efetividade de estratégias não farmacológicas para o alívio da dor de parturientes na fase ativa do período de dilatação no trabalho de parto

e, sem coerção pessoal ou institucional, concordo em participar deste estudo científico. Estou ciente, portanto, de que sou livre para recusar as intervenções não farmacológicas aqui citadas e respostas a determinadas questões durante os questionamentos, retirarem meu consentimento e terminar minha participação a qualquer tempo, bem como terei a oportunidade para perguntar sobre qualquer questão que desejar, e que todas deverão ser respondidas pela pesquisadora a meu contento. Autorizo, também, a publicação do referido trabalho, de forma escrita, o direito de divulgação e uso dos resultados para quaisquer fins de ensino em jornais e/ou revistas científicas de cunho nacional e internacional, desde que mantido o sigilo sobre minha identidade. Estou ciente que nada tenho a exigir a título de indenização ou ressarcimento pela minha participação na pesquisa. Finalmente, estou ciente de que serei respeitada quanto a não ter tocado aspectos de foro íntimo, a não ser quando for de minha concordância em abordá-los.
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Dimensionamento dos procedimentos dolorosos e interveções para alívio da dor aguda...

Dimensionamento dos procedimentos dolorosos e interveções para alívio da dor aguda...

Com o desenvolvimento tecnológico, cada vez mais, os neonatos têm sido expostos a procedimentos dolorosos. Atualmente, existem várias intervenções farmacológicas e não farmacológicas para o alívio da dor. Há escassez de estudos sobre a a exposição à dor dos recém-nascidos e as práticas para o seu manejo nas unidades neonatais brasileiras. Este estudo descritivo exploratório teve como objetivo dimensionar a exposição a procedimentos dolorosos de recém-nascidos pré-termo e as intervenções farmacológicas e não farmacológicas utilizadas para o alívio da dor, durante os primeiros 14 dias de vida em unidades neonatais de um hospital universitário de Ribeirão Preto - SP. Participaram do estudo 89 prematuros, após obtenção do consentimento livre e esclarecido dos responsáveis. Foi adicionado um questionário no prontuário dos neonatos para registro dos procedimentos dolorosos, intervenção analgésica, número de tentativas e profissional que realizou o procedimento. A coleta de dados foi realizada no período de outubro de 2012 a outubro de 2013. Também foi realizada busca nos prontuários dos prematuros para minimizar falha de registro e completar questionários que se encontravam incompletos. Realizada dupla digitação dos dados no Excel e para análise estatística foi utilizado o SPSS. Na análise quantitativa dos dados utilizou-se a estatística descritiva e para comparação das médias de distribuição dos procedimentos dolorosos foi testada a normalidade por meio do teste Kolmogorov-Smirnov ( α=0,05), e uso de estatística paramétrica para amostras independentes e estatística paramétrica para amostras dependentes, comparando as médias de procedimentos dolorosos segundo os grupos das variáveis peso ao nascer e idade gestacional com uso do teste ANOVA oneway (α=0,05); para as variáveis sexo e uso de ventilação invasiva utilizou-se o teste t-student
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Tese de Mestrado   Cristina Correia

Tese de Mestrado Cristina Correia

Com esta pesquisa verificou-se que os enfermeiros optam preferencialmente por iniciar o controlo da dor pelo tratamento não farmacológico. Consideram que as medidas não farmacológicas têm um efeito imediato sobre o conforto, potenciando um alívio imediato uma vez que o recém-nascido se sente protegido e confortável. Há no entanto indícios de que, se estão prescritos fármacos para o controlo de dor, estes são logo administrados em detrimento da implementação das medidas não farmacológicas. Mas não foi possível clarificar esta posição, uma vez que, também há enfermeiros que descrevem que normalmente iniciam o controlo da dor do recém-nascido pelas medidas não farmacológicas e resolvem o problema sem sequer recorrer às medidas farmacológicas. Este facto, remete-nos para os resultados de anteriores investigações em que se comprovou que a implementação de intervenções não farmacológicas é eficaz se a dor for ligeira, bem como diminui o risco de dor quando o recém-nascido é sujeito a procedimento potencialmente dolorosos. Neves e Corrêa (2008) constataram que os profissionais de enfermagem implementam medidas não farmacológicas antes dos procedimentos dolorosos. Nascimento (2010) verificou que os enfermeiros utilizam intervenções não farmacológicas perante os seguintes procedimentos: punção venosa, arterial e do calcanhar, introdução de cateteres periféricos e cateter umbilical, drenagem torácica e tratamento de feridas.
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Métodos de distração para o alívio da dor em crianças com câncer submetidas a procedimentos dolorosos: revisão sistemática.

Métodos de distração para o alívio da dor em crianças com câncer submetidas a procedimentos dolorosos: revisão sistemática.

A análise plural do comportamento infantil frente ao procedimen- to invasivo, incluindo o estímulo doloroso, é realizada por meio da utilização de diferentes escalas de avaliação. Tais escalas são aplicadas antes, durante ou após o uso das intervenções não farmacológicas. Tem destaque a utilização da escala analógica visual (EAV) e avalia- ção isiológica levando em consideração parâmetros como frequên- cia cardíaca (Tabela 1). As medidas de avaliação isiológica são valorizadas nos artigos como método de análise considerando que trouxeram resultados signiicativos aos estudos 14,15,20 , sendo inclusive
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O ensino de intervenções de Enfermagem como estratégia não farmacológica para alívio da dor.

O ensino de intervenções de Enfermagem como estratégia não farmacológica para alívio da dor.

em vista a pertinência que a dor assume como o 5° sinal vital. O objetivo deste estudo foi descrever quais as intervenções de Enfermagem a serem ensinadas como estratégias para o alívio da dor, de acordo com a percepção dos enfermeiros docentes. MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória com enfoque qualitativo. O cenário foi um Curso de Graduação em Enfermagem e os participantes foram os docentes enfermei- ros que lecionaram disciplinas de Enfermagem. Todos os partici- pantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os dados coletados mediante entrevista semiestruturada gravada em áudio, foram posteriormente organizados em categorias. RESULTADOS: Da análise dos dados coletados emergiu a ca- tegoria “O cuidado de Enfermagem como intervenção não far- macológica no gerenciamento da dor”. Constituíram estratégias especíicas de atuação da Enfermagem, no processo de ensino dos graduandos, cuidados complementares como a comunicação eicaz, o posicionamento e a mobilização do paciente e apoio com artefatos, somados ao acompanhamento dos seus familiares. CONCLUSÃO: As intervenções de Enfermagem adotadas como terapias não farmacológicas no gerenciamento da dor constituíram as estratégias utilizadas pelos docentes no processo de ensino. Descritores: Analgesia, Cuidados de Enfermagem, Docentes de Enfermagem.
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Avaliação da efetividade de métodos não farmacológicos no alívio da dor do parto

Avaliação da efetividade de métodos não farmacológicos no alívio da dor do parto

Acredita-se que resultados positivos à apli- cação das estratégias não farmacológicas durante o trabalho de parto possam ser intensificados se estas fossem associadas entre si, de maneira complemen- tar.Percebe-se diversidade quanto ao momento e a maneira de se aplicar as intervenções entre os au- tores. Estas diferentes abordagens podem dificultar a análise criteriosa do objetivo em questão. Portan- to, são imprescindíveis pesquisas que tratem de um mesmo rigor metodológico, para futuras revisões sistemáticas.

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O alívio da dor como forma de legitimação dos direitos humanos.

O alívio da dor como forma de legitimação dos direitos humanos.

CONTEÚDO: Utilizou-se revisão de literatura e análise docu- mental. Devido ao modelo qualitativo empregado, optou-se por seguir as recomendações do Standards for Reporting Qualitative Research, disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pub- med/24979285. A coleta de dados foi realizada pela internet e foram incluídas declarações, legislações e conferências relaciona- das ao tema de direitos humanos e de saúde na dor crônica. Os dados obtidos foram confrontados com as políticas nacionais e internacionais de saúde, envolvendo dados obtidos da base de dados do Ministério da Saúde. Após a análise dos documentos de direitos humanos de promoção à saúde, identiicou-se que a De- claração de Montreal de 2010, elaborada pela International Asso- ciation for the Study of Pain, apresenta os fundamentos para ações políticas para o tratamento e controle da dor crônica. Apesar da participação do Brasil no apoio a essa Declaração, ainda exis- tem poucas ações concretas para implementação das estratégias propostas no modelo. Identiicou-se também o elevado impacto socioeconômico da dor crônica para a sociedade contemporânea brasileira.
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Boas práticas na atenção obstétrica: percepções de puérperas/Good practices in obstetric care: perceptions of puerperal women

Boas práticas na atenção obstétrica: percepções de puérperas/Good practices in obstetric care: perceptions of puerperal women

As boas práticas foram relatadas de forma positiva na maioria das situações, principalmente em se tratando da utilização de métodos não farmacológicos para alívio da dor, ainda que as percepções sobre dor tenham sido divergentes. Esses achados contribuem para com a prática clínica, uma vez que fortalecem a importância da implementação das boas práticas, visto as percepções positivas das puérperas.

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A eficácia das intervenções farmacológicas e psicossociais para o tratamento do tabagismo: revisão da literatura.

A eficácia das intervenções farmacológicas e psicossociais para o tratamento do tabagismo: revisão da literatura.

Interessados que estão tentando parar de fumar podem fazer uso de terapias farmacológicas exceto em situações especiais como o uso de menos de 10 cigarros por dia, gestantes, adolescentes e contra indicações-médicas (Fiore, 2000; Focchi & Braun, 2005). O tratamento farmacológico para dependência de nicotina inclui diferentes métodos. As doses são administradas conforme a necessidade de cada fumante, considerando-se o grau de dependência, a tolerância e a preferência do indivíduo (Woerpel, Wright, & Wetter, 2006). Os fármacos utilizados classificam-se conforme o mecanismo de ação e a eficácia. Destacam-se os agentes nicotínicos (terapia de reposição de nicotina-TRN) e os não-nicotínicos (antidepressivos) (Viegas & Reichert, 2004). A vareniclina é um fármaco promissor que atua no mecanismo neurobiológico da dependência (Jorenby et al., 2006). A TRN e a bupropiona são de primeira linha e as demais intervenções, como a nortriptilina e a clonidina, são de segunda linha (Fiore, 2000; Focchi & Braun, 2005; Marques et al., 2001). Na Tabela 1, estão resumidas as intervenções farmacológicas, com suas razões de chances de sucesso de abstinência.
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Efeito de intervenções não farmacológicas nos níveis de estresse em cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer: uma revisão sistemática

Efeito de intervenções não farmacológicas nos níveis de estresse em cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer: uma revisão sistemática

Como critérios de inclusão foram utilizados: artigos que incluíssem intervenções não farmacológicas de qualquer tipo; que analisassem o estresse do cuidador; que tivessem sido publicados entre os anos de 2000 a 2012; com relação ao idioma, foram selecionados os artigos em português, inglês e espanhol; titulo, sendo que foram analisados de acordo com a proposta inicialmente abordada; pelo resumo, que também levou em consideração a relevância com a proposta e finalmente pelo artigo em si. Revisões sistemáticas foram excluídas assim como artigos que não possuíssem protocolos de intervenções. Alguns artigos foram excluídos por não apresentarem referência sobre a influência do protocolo especificamente na variável estresse.
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Efeito de duas intervenções de fisioterapia no alívio de dor e aumento da amplitude articular em doentes com artrite reumatóide - estudo comparativo

Efeito de duas intervenções de fisioterapia no alívio de dor e aumento da amplitude articular em doentes com artrite reumatóide - estudo comparativo

existem, contudo, técnicas terapêuticas que podem ser efectuadas em meio aquático. A hidroterapia é também uma das modalidades terapêuticas muito utilizada nos doentes com Ar (verhagen et al., 1997). A água possui propriedades físicas que permitem a flutuação do corpo imerso, diminuindo os efeitos da gravidade, reduzindo a carga nas articulações com dor, promovendo o relaxamento muscular e permi- tindo a execução de alguns exercícios contra resistência (epps e tal., 2005; eversden et al., 2007; Fransen, 2004). o tratamento de hidroterapia pode ser realizado em água termal que se distingue da água vulgar por ter propriedades estáveis de origem, com um padrão imutável no tempo, do qual resultam efeitos terapêuticos favoráveis à saúde (Diário da república, série i Decreto lei nº 86/90). estes efeitos, contudo, necessitam ser mais cuidadosamente estudados (bender et al., 2005).
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Alívio da dor crônica não neoplásica com opiáceos.

Alívio da dor crônica não neoplásica com opiáceos.

A avaliação do desenvolvimento de dependência psíquica (vício) no doente com dor não é fácil. O conceito de vício pode incluir sintomas de dependência física e tolerância e estes, por si só, não significam vício. No doente com dor crônica que recebe opiáceo os fenômenos de tolerância e dependência física podem ser esperados. O comportamento inadequado associado à busca incessante da droga, a preocupação constante com a sua falta, a continuidade do uso apesar dos danos físicos, emocionais e sociais decorrentes, a perda de controle sobre a ingestão do fármaco e a ausência de efeito analgésico significativo, é o dado mais importante para o diagnóstico de vício 17 . Segundo SAVAGE 12,13 os sinais sugestivos de vício na terapia com opiáceos para o controle da dor crônica são: não aceitação de outras alternativas terapêuticas propostas, relato de não alívio da dor com outro método que não o opiáceo, preferência por opiáceos de ação curta ou em bolo, obtenção de prescrição em múltiplos serviços, uso de drogas de rua, não adesão à outras recomendações terapêuticas, diminuição do nível funcional, apesar da aparente analgesia, persistência de efeitos colaterais como sonolência, sedação e euforia, não ingestão dos fármacos conforme prescritos, a medicação freqüentemente acaba antes do período previsto e relatos repetidos de perda ou extravio da prescrição. Um único sinal não necessariamente indica vício, mas uma constelação de sinais pode ser sugestivo. Nos doentes deste estudo não foram observados comportamentos como os acima descritos. SAVAGE 12,13 considera, ainda, que os critérios para desordens relacionadas ao uso de substâncias proposto pela Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, DSM- III R, não são adequados para o
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Avaliação e alívio da dor no recém-nascido

Avaliação e alívio da dor no recém-nascido

Est e est udo buscou ident ificar com o os enferm eiros de unidade neonat al avaliam a dor no recém - nascido e quais as m edidas realizadas por eles para alívio da dor. Trata- se de um estudo quant it at ivo, t ransversal, com 32 enferm eiros que trabalhavam na unidade neonatal de um hospital particular do m unicípio de São Paulo, e que responderam a um form ulário sobre a avaliação e condutas realizadas na dor do recém - nascido. Dentre os parâm etros citados pelos enferm eiros para a avaliação da dor, a expressão facial e o choro foram as m ais citadas, seguido de alteração de sinais vitais, agitação e os parâm etros utilizados na escala NI PS ( fisiológicos e com portam entais) . Os m étodos farm acológicos m ais citados pelos profissionais para o alívio da dor do RN foram o uso de analgésicos antiinflam atórios não- esteroidais, os opóides potentes, sedativos, os opiódes fracos e os anestésicos locais. E os t ratam ent os não farm acológicos de alívio da dor foram a m udança de decúbito, seguido de m assagem local, sucção não nut rit iva ( chupet a ou dedo enluvado) e o banho de im ersão. Assim , conclui- se que os enferm eiros avaliam a dor pela expressão facial e o choro. E utilizam analgésico antiinflam atório não- esteroidal, a m udança de decúbito, a m assagem local e a sucção não nutritiva para alívio da dor.
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Intervenções de enfermagem na dor.

Intervenções de enfermagem na dor.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As intervenções de enferma- gem referem-se a qualquer cuidado baseado no julgamento e conhe- cimento clínico do enfermeiro tendo por base uma ação fundamen- tada cientiicamente, realizada e prevista em benefício do paciente. Estas assumem grande importância no controle da dor, uma vez que a dor, quando não tratada adequadamente, afeta a qualidade de vida dos pacientes e de seus cuidadores nas dimensões física, psicológica, social e espiritual. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi conhecer as intervenções utilizadas pelos enfermeiros para o manuseio da dor
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ORÍDIA CAROLLYNNE MARCOLINO SANTOS E OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ORÍDIA CAROLLYNNE MARCOLINO SANTOS E OLIVEIRA

O estudo E5 aponta que o uso de PICS durante o trabalho de parto também está relacionado com o profissional que está assistindo o parto. Observou que parteiras (Enfermeiras Obstetras) tendem a oferecer mais métodos não farmacológicos para gestantes durante o processo de parturição, na tentativa de minimizar o uso de intervenções obstétricas desnecessárias. A hipnose, acupressão, massagem, fitoterapia e yoga são as principais PICS citadas pelos autores, esses métodos contribuem para diminuir a ansiedade, a dor do trabalho de parto, favorecendo o processo de parturição. Os autores ainda elucidam que mulheres que usam métodos não farmacológicos são menos prováveis de terem complicações prévias na gestação e tendem a serem respeitadas nas suas escolhas durante o parto e nascimento.
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