Investigação & Desenvolvimento (I&D)

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A relação entre Investigação & Desenvolvimento (I&D) e exportações: uma análise com base em estudos de casos

A relação entre Investigação & Desenvolvimento (I&D) e exportações: uma análise com base em estudos de casos

O outro estudo conhecido em Portugal sobre esta temática, já aqui referido, é o “Estudo de Avaliação Intercalar do Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE)”, cuja metodologia, também ela quantitativa, apontou para “resultados significativos ao nível da internacionalização e do reforço das exportações, quer pela magnitude dos apoios afetos especificamente ao objetivo da promoção internacional, quer pelos impactos esperados e efetivos identificados no contexto dos projetos apoiados, designadamente em atividades de maior intensidade tecnológica” (Augusto Mateus & Associados e PwC Portugal, 2013: 9),. Segundo a análise efetuada por estes autores aos projetos aprovados e desenvolvidos no âmbito do Quadro Comunitário 2007- 2012, os resultados ao nível da promoção de uma economia baseada no conhecimento e na inovação parecem ser também relevantes com efeitos significativos no incentivo à I&D empresarial e à articulação entre empresas e centros de saber. Além disso, os resultados confirmam “as vantagens da internacionalização para alimentar processos de investigação e desenvolvimento tecnológico mais relevantes, quer a existência de uma base de PMEs com capacidade para articular dinamicamente a qualificação do capital humano e o esforço de I&D+I com reflexos relevantes em matéria de crescimento do volume de negócios liderado pela expansão internacional” (Augusto Mateus & Associados e PwC Portugal, 2013: 10).
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Na próxima década as empresas portuguesas podem quadruplicar o seu investimento em investigação e desenvolvimento (I&D): Ficção ou realidade?

Na próxima década as empresas portuguesas podem quadruplicar o seu investimento em investigação e desenvolvimento (I&D): Ficção ou realidade?

Pela sua importância, merece a pena nesta fase esmiuçar um pouco mais esta variável. O emprego científico é cada vez mais um fator crítico de sucesso e fundamental como fonte de ignição da investigação, desenvolvimento e inovação nas empresas. Pelas competências especializadas e diferenciadas que possuem, os doutorados podem ajudar as empresas a desenvolver novos processos, produtos e tecnologias, mas estes são muitas vezes não considerados como uma mais valia pelas empresas. Pretendem salários mais elevados e têm relutância a aceitar funções menos qualificadas, é a opinião de muitos empresários. Felizmente a mentalidade tem vindo a mudar, especialmente nas empresas mais dinâmicas e com outra atitude, as startups tecnológicas e as multinacionais principalmente, como provam os indicadores daquelas que têm atividades de I&D. A inserção de doutorados nas empresas continua a ser um desafio para o nosso país, apesar dos apoios à contratação deste capital humano altamente especializado e de uma maior sensibilidade do tecido empresarial para a importância da inovação como fator de competitividade. Alguns destes apoios, de origem fiscal, permitem que as empresas deduzam à coleta as despesas com eles incorrida. Contudo, os últimos números indicavam que apenas 4% dos doutorados em Portugal estavam a trabalhar no setor privado, sendo esta uma das mais baixas percentagens da UE. Para se ter uma ideia, na Dinamarca, 38% dos doutorados estão integrados em empresas.
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Análise e desenvolvimento de sistema de gestão para projectos I&D

Análise e desenvolvimento de sistema de gestão para projectos I&D

Na quinta e última fase, foi apresentada e avaliada a primeira versão das interfaces desenvolvidas, tendo em conta os modelos definidos para os processos, o levantamento de requisitos e os modelos de domínio elaborados. Estas foram submetidas à apreciação dos elementos da equipa, tendo estes sugerido várias melhorias e alterações. Tendo presente estas recomendações foi desenvolvida uma segunda versão das interfaces para o sistema de gestão do Programa PitVant. Nesta segunda versão, houve a preocupação de tomar como referência a arquitectura da plataforma para gestão de actividades de IDI que actualmente está a ser desenvolvida no âmbito de um outro programa de investigação, concretamente o programa I9Source que será apresentado mais à frente.
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Investigação U.Porto _Laboratórios Associados e Unidades de I&D com financiamento plurianual FCT 2013

Investigação U.Porto _Laboratórios Associados e Unidades de I&D com financiamento plurianual FCT 2013

Unidades constituintes do LA: Instituto de Engenharia Mecânica + Aeronautics and Astronautics Research Center + Unidade de Estudos Avançados de Energia no Ambiente Construído + Centro de Ciências e Tecnologias Aeronáuticas e Espaciais + Unidade de Integração de Sistemas e Processos Automatizados + Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial + Novas Tecnologias e Processos Avançados de Produção + Mecânica Experimental e Novos Materiais + Unidade de Concepção e Validação Experimental

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O impacte da despesa pública em I&D no investimento privado em I&D

O impacte da despesa pública em I&D no investimento privado em I&D

Os governos da OCDE despenderam cerca de 268 mil milhões de dólares em Investigação e Desenvolvimento (I&D) em 2008, ou seja, mais de um quarto da despesa interna bruta em I&D (GERD) nesse ano (OECD, Main Science and Technology Indicators, 2011). Os governos têm promovido as atividades em I&D de forma a acelerar o progresso tecnológico, aumentar a competitividade nacional assim como o crescimento económico de longo prazo. Outra razão importante que justifica a intervenção do governo nesta área é a presença de duas falhas de mercado nas atividades de inovação. A primeira falha acontece uma vez que o conhecimento é um bem não exclusivo e não rival, o conhecimento difunde-se sem o consentimento de quem o criou fazendo com que o retorno privado de inovar seja menor do que o retorno social (Hussinger, 2008; Guellec & Pottelsberghe, 2003). Esta é a primeira falha de mercado que abranda o financiamento privado em I&D. A outra falha de mercado que dissuade as empresas de investirem em I&D, é o alto risco que é associado às atividades de inovação (Zhu, Xu, & Lundin, 2006; Guellec & Pottelsberghe, 2003). De facto, projetos arriscados representam um obstáculo elevado para as empresas podendo-as dissuadir de investir nesses projetos. Esta situação prejudica sobretudo as pequenas empresas que têm maiores dificuldades em obter financiamentos. A combinação destes dois fatores faz com que o investimento em I&D das empresas seja inferior ao ótimo social. É, portanto, principalmente para corrigir estas falhas de mercado que o governo intervém no mercado de I&D.
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Desenvolvimento do Balanced Scorecard para instituições de I&D

Desenvolvimento do Balanced Scorecard para instituições de I&D

O organograma do INESC Porto tem vindo a sofrer diversas alterações desde a sua estruturação inicial, sendo o apresentado na Figura 5.1 o organograma actual da organização. O INESC Porto é liderado por uma Direcção composta por cinco elementos, contendo ainda dois órgãos estatuários, a comissão de acompanhamento científico e o conselho científico. A comissão de acompanhamento científico produz relatórios sobre a actividade científica da organização, sendo constituída por investigadores internos e individualidades externas, nomeadamente cientistas portugueses e membros da comunidade científica internacional. O conselho científico é um órgão interno com competências genéricas e orientação das actividades de carácter científico e técnico e tem como principais funções emitir pareceres sobre os projectos de investigação, o orçamento, o plano e o relatório anual de actividades do INESC Porto, apoiar a direcção nas matérias de desenvolvimento científico da instituição e implementar procedimentos de estímulo à excelência, avaliação de qualidade e promoção da imagem externa da imagem científica.
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Gestão de I&D em projectos de desenvolvimento de novos produtos

Gestão de I&D em projectos de desenvolvimento de novos produtos

Foi alvo deste trabalho de investigação um grupo de 70 projectos co-financiados por diferen- tes programas nacionais de financiamento que terminaram entre 1996 e 2002. Foi possível recolher informação detalhada apenas de 50 desses projectos e, uma vez que um desses projectos estava cen- trado essencialmente em inovação de processo, a amostra tratada compreenderá apenas 49 projectos. Pretendia-se relacionar os papéis e funções desempenhados por cada uma das entidades participan- tes no consórcio (empresas, universidades, associações empresariais, centros tecnológicos, institui- ções de investigação e desenvolvimento) com os diferentes elementos que pudessem ser considera- dos como “resultados do projecto”.
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Convergência Regional e Investimento I&D: Investigação aplicada em Portugal

Convergência Regional e Investimento I&D: Investigação aplicada em Portugal

O investimento em investigação e desenvolvimento (I&D) é abordado na bibliografia como um elemento potenciador de crescimento económico e determinante na posição competitiva das regiões, nomeadamente via criação de conhecimento. Kim (2011) refere que o investimento I&D é um importante input na função produção do conhecimento, e como tal no capital humano. Por outro lado, segundo Rego & Caleiro (2010, 2012) e Rego et al. (2012), citados em Guerreiro & Caleiro (2014), os recursos humanos com um nível de formação elevado são um elemento essencial no desenvolvimento territorial e no binómio coesão territorial-coesão social.
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O impacto da investigação e desenvolvimento (I&D) na performance financeira das empresas da indústria transformadora portuguesa

O impacto da investigação e desenvolvimento (I&D) na performance financeira das empresas da indústria transformadora portuguesa

Relativamente ao propósito do estudo, na maioria dos modelos estimados, os indicadores de intensidade em investimento em I&D revelaram-se insignificantes para explicar a rendibilidade operacional do ativo. Porém, ao desconsiderar algumas variáveis, a intensidade de investimento em I&D no ano corrente, revelou um impacto significativamente negativo na rendibilidade. A primeira conclusão que se pode retirar deste estudo, é que as empresas que englobam a indústria transformadora, embora tenham realizado esforços consideráveis em prol do investimento em I&D, não têm obtido o devido retorno em termos de rendibilidade operacional do ativo no curto prazo. No entanto, devido à elevada ambiguidade com relação a este quesito, este resultado pode-se direcionar para duas interpretações distintas. A primeira é que, as empresas neste setor não têm conseguido fazer com que o investimento em I&D se reproduza em inovações sustentáveis capazes de gerar melhorias no retorno. Por outro lado, dada a composição da indústria e os demais fatores que abarcam o investimento neste tipo de ativos, pode simplesmente significar que as empresas neste setor precisem de um período relativamente alargado, para construir uma acumulação de inovações e know-how que permitam a empresa aceder a mais-valias em termos de rendibilidade, pela ampliação dos recursos.
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I D Ó N I OO L I V É R I O D AC OSTAS ERPA

I D Ó N I OO L I V É R I O D AC OSTAS ERPA

Esta evidência sugere a importância de promover a investigação deste fenómeno no contexto desportivo, incluindo o delineamento das abordagens conceptuais e metodológicas, a selecção criteriosa do desenho e metodologia do estudo, e a tentativa de transferir implicações práticas para a intervenção. Como parte deste esforço para a promoção da investigação e prática sobre o envolvimento parental no desporto, a presente investigação teve como propósito desenvolver um conjunto de instrumentos de avaliação baseados nos constructos teóricos do modelo do envolvimento parental de Hoover-Dempsey e Sandler (2005), originalmente aplicado ao contexto académico. O desenvolvimento dos instrumentos de avaliação terá por base os constructos dos Níveis I e II do modelo. Ou seja, (I) as dimensões que avaliam a decisão dos pais para se envolverem e (II) os mecanismos psicológicos utilizados pelos pais durante a experiência desportiva da criança (ver Capítulo II).
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Investigação U.Porto _Laboratórios Associados e Unidades de I&D Indicadores bibliométricos CWTS _ Universidade de Leiden/FCT

Investigação U.Porto _Laboratórios Associados e Unidades de I&D Indicadores bibliométricos CWTS _ Universidade de Leiden/FCT

Unidades constituintes do LA: Instituto de Engenharia Mecânica + Aeronautics and Astronautics Research Center + Unidade de Estudos Avançados de Energia no Ambiente Construído + Centro de Ciências e Tecnologias Aeronáuticas e Espaciais + Unidade de Integração de Sistemas e Processos Automatizados + Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial + Novas Tecnologias e Processos Avançados de Produção + Mecânica Experimental e Novos Materiais + Unidade de Concepção e Validação Experimental

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Características gerais d a m a d e i r a

Características gerais d a m a d e i r a

Neste trabalho os autores apresentam o estudo dos caracteres anatômicos de 40 espé- cies da família Bombacaceae da América. Para cada uma, são apresentadas descrições do gêne- ro, cara[r]

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O Retrato de D. João I

O Retrato de D. João I

Confesso desde já, modestamente, não ter resposta cabal e esclarecedora para as duas questões. João Couto, museólogo prudente e sabedor, também a não tinha quando recebeu a peça no MNAA há já meio século, não deixando no entanto de frisar que não concordava com o seu antecessor, José de Figueiredo, numa atribuição do retrato a António Florentim (um dos dois documentados pintores italianos que estiveram ao serviço de D. João I). E que, acrescentava ele, se a pintura reflectia “algumas relações de parentesco com correntes picturais estrangeiras”, seria talvez para a “franco-flamenga” que se deveria dirigir a atenção dos estudiosos 1 . Estes geralmente não seguiram a sugestão do antigo director do MNAA, antes se ocu- pando em palpites sobre qual dos mestres escassamente referenciados em torno do fundador da dinastia de Avis teria sido o autor do retrato, partindo geralmente do princípio de que este fora executado do natural, ou logo depois da morte do retra- tado, e em Portugal. Uns seguiram o partido do Florentim; outros do régio pintor Jácome, que já estava activo em Santarém por 1390 2 e fora colocado por Francisco de Holanda entre a plêiade das “águias” da pintura (como calhou a Nuno Gonçalves); outros ainda preferiram uma execução mais “nacional”, entregando a atribuição ao pintor Gonçalo Anes 3 ; um outro historiador, por fim, creditando-o a um mestre de prosaico apelido chamado Diogo Gomes da Rosa, unicamente nomeado num dis- cutido e anónimo documento dito “Do Rio de Janeiro” 4 . É esta última a tese mais curiosamente intrincada, pois que Diogo da Rosa seria afinal, por certas pretensas evoluções linguísticas, não outro senão o próprio… Jácome! – um mestre que de- veria ser lombardo, isto é, uma espécie de italiano especial, dito mais permeável a influências pictóricas “franco-flamengas” (assim se integrando a sugestão de João Couto…). Em suma: a obra configurar-se-ia ao estilo “nórdico-francês”, de mão lombarda e executada em Portugal. Donde que, numa muito popular História da Arte em Portugal, editada nos anos 80, Mestre Jácome surja já aí classificado como um pintor “ecléctico” 5 – classificação deveras extraordinária para um mestre de quem se não conhece, positivamente, obra alguma!
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Unidades de I&D FCT

Unidades de I&D FCT

Investigadores 2006: 58 | Doutorados elegíveis 2006: 14 Instituto de História Moderna da Universidade do Porto (IHM-UP) Instituição de acolhimento: Universidade do Porto - Faculdade de[r]

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U N I V E R S I D A D E F E D E R AL DE U B E R L Â N D I A

U N I V E R S I D A D E F E D E R AL DE U B E R L Â N D I A

Para avaliar o desempenho e durabilidade das fibras de bucha vegetal submetidas ao tratamento termomecânico como reforço em compósitos cimentícios, utilizou-se a fibra c[r]

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I Jornadas de Investigação em Educação

I Jornadas de Investigação em Educação

Assim, dividimos o nosso trabalho em três grandes partes: Introdução – (1- Breve análise da situação atual; 2- Questão geradora e operacionalização do problema; 3- Design da investigação; 4- Plano organizativo do trabalho); 1a Parte – Enquadramento Teórico ( 1- O DT, o aluno, o EE e a Escola; 2- O DT e a organização da direção de turma; 3- A direção de turma na Escola), na qual procuramos clarificar a perspetiva utilizada para o desenvolvimento e consecução deste trabalho; 2a Parte – A Investigação (1- Metodologia de investigação; 1.1- Definição da problemática; 1.2- Justificação das opções; 1.3- A técnica de recolha de dados e os procedimentos utilizados; 1.3.1- Vertente quantitativa: o questionário; 1.3.2- Vertente qualitativa: a entrevista; 1.3.3- Análise de documentos; 2- A apresentação dos dados e a analise dos resultados; 2.1- Dados e a análise dos questionários; 2.2- Dados e a análise das entrevistas; 2.3- Análise dos resultados; 2.4-Discussão dos resultados), quando tentámos aclarar a maneira como a nossa investigação tinha decorrido, como definimos a problemática investigada, a coleta e o tratamento dos dados obtidos, bem como os limites a que nos tivemos de sujeitar para os obter sem comprometimento dos intervenientes nem das informações facultadas pelos mesmos; Conclusão: nesta parte tentámos cruzar as ilações obtidas na análise com o fim único de tornar mais consistentes os resultados encontrados; e Limites da investigação: aqui pudemos alertar para os limites que o nosso trabalho teve por contingências várias que são explicadas a seu tempo.
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U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E U B E R L Â N D I A I N S T I T U T O D E E C O N O M I A E R E L A Ç Õ E S INTERNACIONAIS 2017

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E U B E R L Â N D I A I N S T I T U T O D E E C O N O M I A E R E L A Ç Õ E S INTERNACIONAIS 2017

Outras contribuições para a elevação dessa dívida no período foram a apropriação de juros nominais e o ajuste de paridade da cesta de moedas que compõem a dívida externa líquida, com d[r]

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Consequência s d a aplicaçã o d o restil o a o sol o (I )

Consequência s d a aplicaçã o d o restil o a o sol o (I )

Observa-se que a dose de 1 milhão de litros por Ha determina, nas condi- ções do experimento, um aumento de 210 vezes a quantidade de sais originalmente presente no solo.. 0 coeficient[r]

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DECISÃO Nº 309/2018 D E C I D E

DECISÃO Nº 309/2018 D E C I D E

29 - Após a homologação do resultado da eleição pelo Conselho Universitário, caberá ao Reitor convidar os representantes eleitos para a posse e convocar a comiss[r]

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F AC U L D AD E D E D I R E I T O D E S Ã O B E R N AR D O D O C AM P O

F AC U L D AD E D E D I R E I T O D E S Ã O B E R N AR D O D O C AM P O

Considerando a necessidade de regulamentar o Trabalho de Conclusão de Curso que faz parte integrante do Currículo Pleno do Curso de Direito oferecido por esta Instituição de Ensino Superior, como exigido pelo artigo 41, parágrafo único, inciso I, do Regimento Interno;

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