João dos Reis

Top PDF João dos Reis:

João dos Reis Pereira, um virtuose mineiro no Rio de Janeiro joanino

João dos Reis Pereira, um virtuose mineiro no Rio de Janeiro joanino

o Pe. José Maurício conhecia muito bem a voz de seu amigo e soube usar este registro com finalidade obviamente retórica sobre a palavra “altissimus”. Além do óbvio sentido da palavra, o uso do falsete sugere o caráter angelical daquele que está “nas alturas”. Sendo assim, o que esta ária realmente denota é a que grau de sofisticação chegou a escrita vocal do Pe. José Maurício e não a falta de habilidade do cantor. Além do mais, em nenhuma das peças dedicadas a João dos Reis anteriormente, podemos ver as notas Sol 3 e Láb 3 . Logo não

15 Ler mais

Espaços, sociabilidades e associativismo: primeiras notas sobre a biografia de João dos Reis Antunes

Espaços, sociabilidades e associativismo: primeiras notas sobre a biografia de João dos Reis Antunes

o dia 25 de Novembro de 2014 morreu João dos Reis Antunes (1944-2014). Conheci-o num dos almoços que reúnem um conjunto de antigos militantes do MRPP, todos os meses, desde o ano 2000. Um homem só não vale nada, escrevia Manuel da Fonseca. É aparentemente paradoxal que, no âmbito de um texto sobre associativismo, tenha escolhido tratar uma única das histórias de vida de um projeto em curso sobre os militantes operários de uma organização maoista nos últimos anos da ditadura portuguesa e interrogar o associativismo, os seus espaços, as redes de entretecimento e as sociabilidades. Contudo, a partir de elementos da biografia deste militante maoista recentemente falecido, pretendo ilustrar alguns aspetos de que se reveste o associativismo nas décadas de 1960-70 em Lisboa. Em termos teórico- metodológicos, socorro-me de Franco Ferrarotti (1990), que não descura a abordagem do grupo primário e das associações, mas permite-nos perceber que as vidas dos indivíduos são sínteses verticais de uma história social, e, por outro lado, os comportamentos e as ações dos indivíduos constituem uma síntese horizontal duma estrutura social (Godinho, 2001). Assim, esta biografia pode constituir um grão de areia através do qual interrogo o papel do associativismo enquanto modalidade de união entre os indivíduos, nomeadamente entre os que provêm dos grupos sociais subalternos, destinada a edificar modelos de vida e bem-estar, modos de cultura e lazer, desporto e
Mostrar mais

18 Ler mais

PauloRoriguesO ANEL DO IMPERADOR (1934), DE JOÃO DOS REIS GOMES

PauloRoriguesO ANEL DO IMPERADOR (1934), DE JOÃO DOS REIS GOMES

O Anel do Imperador (1934) remete-nos - interligando-os - para dois momentos que associam Napoleão à Madeira: primeiro, a sua passagem pela baía do Funchal, em Agosto de 1815, a caminho do desterro. Esta foi, aliás, a única vez em que o imperador esteve em território português; um quarto de século mais tarde, em Julho de 1840, a passagem, pelo mesmo local, das fragatas francesas La Belle Poule e Favorite, que também se dirigiam a Santa Helena, sob o comando do Príncipe de Joinville, agora com a missão de transportar os restos mortais do antigo imperador de regresso a França. É a partir destes dois factos - e fazendo referência a algumas das personalidades históricas neles intervenientes - que a ficção e a História se cruzam na obra de João dos Reis Gomes.
Mostrar mais

18 Ler mais

SGUISSARDI, Valdemar, SILVA JUNIOR, João dos Reis (Org.). | Políticas públicas para a educação superior.

SGUISSARDI, Valdemar, SILVA JUNIOR, João dos Reis (Org.). | Políticas públicas para a educação superior.

As tendências e propostas de reformas para o ensino superior brasileiro são tratadas por Newton Lima Neto, professor e ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no a[r]

5 Ler mais

As folias de reis de João Pinheiro : performance e identidades sertanejas no noroeste mineiro

As folias de reis de João Pinheiro : performance e identidades sertanejas no noroeste mineiro

E aí a pessoa vai fazendo tudo que você vai cantando, ela vai fazendo, né? E aí acontece até abrir a porta e a gente vai entrando, cantando, então para quando tem um doente em casa, quando alguém de casa morreu e a pessoa quer que cante, quer que cante para alguém que já morreu. A cada situação tem um anúncio, então é o incenso, ela chega anunciando e o ouro é os presentes, na verdade a folia, ela recolhe, ela faz um recolhimento, o pessoal vai doando , pode ver que na bandeira tem nota amarrada, tem alguém carregando os presentes e o incenso é o sofrimento , porque anda à noite, madrugada, não tem hora,às vezes passa a noite inteira lá no Riachinho mesmo, minha região, que eu estou agora, o pessoal só anda a noite. Sai nove da noite, chega no outro dia nove, dez da manhã , eles dá uma parada, né? Quando for a noite pega de novo. Então há também um certo sacrifício e isso é a vida nossa. Quer dize não há luta sem sacrifício, não há trabalho sem desgaste, né? Então segue a tradição dos Magos na integra, não está fora de toda a filosofia. Não existe aquele negócio de folião inventar verso, tem os versos que o capitão vai, na sua trajetória de vida, você vai acumulando, você vai vendo, na verdade o capitão ele é um líder nato do meio popular e a folia tem esta característica até hoje, ela é do meio do povo. Ela não entra nas classes sociais, na elite, numa formalidade. Em João Pinheiro tem uma história até engraçada que alguém aí pegou a festa e arrumou garçom, faca, os foliões foram lá cantaram, rezaram botou a viola no saco e veio embora sem comer porque não é ...às vezes até a folia pode até comer na mesa, mas o natural é que todo mundo come do jeito que está. Não há banco para todo mundo, quando é um aglomerado de muita gente, está ali, come pelota com mandioca, toma uma cachaça ou uma coisa assim, é muito mais descontraído, então nessa folia o pessoal só foi lá e cantou e voltou, nem os foliões tiveram coragem de comer, então elas não entram no ritual mais moderno 167 .
Mostrar mais

237 Ler mais

Os reis negros deserdados da terra: os negros Rufinos de quilombo do Sítio São João de Pombal, Paraíba

Os reis negros deserdados da terra: os negros Rufinos de quilombo do Sítio São João de Pombal, Paraíba

Resumo: Este artigo se propõe a uma reflexão sobre a constituição da história do processo da demanda territorial da Comunidade Quilombola Rufinos do Sítio São João, paisanos do município de Pombal, da região semiárida do Estado da Paraíba. Para o levantamento de dados necessários à abordagem aqui realizada, recorremos ao trabalho de campo e à técnica de pesquisa exploratória, com base em fontes secundárias: livros, artigos, documentos, jornais e revistas científicas. O foco principal consiste em demonstrar que a reivindicação da genealogia africana é baseada em uma história marcada pela contribuição importante desses paisanos na construção religiosa, simbólica e cultural da cidade de Pombal. Atualmente, o foco principal de mudança nas narrativas dessa população concentra-se no resgate e na performance da dança do espontão. Para tanto, analisamos o enaltecimento da celebração de certas práticas culturais, as quais se tornaram essenciais ao processo de sensibilização das instituições e da sociedade civil à sua demanda territorial e ao reconhecimento de sua identidade étnica.
Mostrar mais

22 Ler mais

 Joao Reis INF

Joao Reis INF

Este é um relatório detalhado sobre a atividade profissional (RDAP) das ciências militares na especialidade de infantaria. O presente RDAP é obra científica e reflete a experiência militar do capitão de infantaria João Carlos Gonçalves dos Reis no comando das operações especiais da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), no Afeganistão, em 2015. A metodologia de investigação é qualitativa e composta por uma revisão sistemática da literatura e por um estudo de caso.

16 Ler mais

Quem dirige o carro? Uma reflexão sobre a informação e o conhecimento na tomada de decisão.

Quem dirige o carro? Uma reflexão sobre a informação e o conhecimento na tomada de decisão.

partir de um mesmo sistema de informação, de acordo com suas premissas (relacionamentos devidamente identificados) pode-se variar a dependência do conhecimento necessário do[r]

16 Ler mais

TII 27 Cor João Reis O IMPACTO DOS CONFLITOS REGIONAIS NAS RELAÇÕES OTAN EU RÚSSIA

TII 27 Cor João Reis O IMPACTO DOS CONFLITOS REGIONAIS NAS RELAÇÕES OTAN EU RÚSSIA

Os resultados obtidos da investigação permitem-nos afirmar que o alargamento da OTAN é considerado pela Rússia como uma ameaça à sua segurança e interesses nacionais; o petróleo e gás [r]

82 Ler mais

"Como trabalham os cientistas?": potencialidades de uma atividade de escrita para a discussão acerca da natureza da ciência nas aulas de ciências.

"Como trabalham os cientistas?": potencialidades de uma atividade de escrita para a discussão acerca da natureza da ciência nas aulas de ciências.

De acordo com Reis e Galvão (2006), um aspeto importante a ter em conta, no entanto, é que, sendo estas histórias imaginadas, a análise dos seus enredos não proporciona um retrato direto e nítido das conceções e imagens que os alunos têm acerca dos cientistas, da ciência e da atividade científica. Pelo contrário, os enredos destas histórias estão recheados de uma série de outros elementos, nomeadamente: a) ideias e sentimentos dos alunos acerca da ciência; b) valores dos alunos; c) imagens provenientes dos meios de comunicação social, de filmes e de livros de ficção científica (ex. MATTHEWS; DAVIES, 1999); d) representações sociais relativamente aos cientistas e à atividade científica; e e) conjunto de elementos que os alunos identificam como parte integrante de uma boa história de ficção. Não obstante estes limites, as histórias dos alunos podem funcionar como um ponto de par tida ou como um contexto facilitador da discussão sobre diferentes aspetos, permitindo distinguir os elementos que correspondem a pensamentos reais sobre a ciência e os cientistas, de outros elementos simplesmente ficcionados (REIS; GALVÃO, 2006) e, eventualmente, modificar ou reformu- lar essas conceções e imagens.
Mostrar mais

22 Ler mais

Afonso Reis Cabral Afonso Reis Cabral

Afonso Reis Cabral Afonso Reis Cabral

O mesmo acontece com o aspecto mais particular dos qualia , sendo que de novo Damásio recorre à música para se expressar: «Gosto de pensar nos Qualia I como música, como [r]

116 Ler mais

LIVRE INICIATIVA E ANÁLISE ESTRATÉGICA DO DIREITO  Filipe Augusto Sales Lima Bezerra, João Salvador Dos Reis Neto

LIVRE INICIATIVA E ANÁLISE ESTRATÉGICA DO DIREITO Filipe Augusto Sales Lima Bezerra, João Salvador Dos Reis Neto

Nesse contexto, é fundamental o desenvolvimento de ideias inovadoras no âmbito da ciência do Direito, bem como a análise, a reflexão e a crítica propositiva de questões estruturantes, [r]

24 Ler mais

Cad. CEDES  vol.31 número83

Cad. CEDES vol.31 número83

A participação nessa experiência motivou Antônio Reis Junior, como um de seus coordenadores, a escrever sua tese de doutorado (Reis Junior, 2010) sobre o projeto de introdução do cinema brasileiro em escolas da região leste da cidade de São Paulo (2000-2005), que pro- moveu a constituição de videotecas, cursos de formação para os profes- sores, mostras de filmes e produção em vídeo digital.

5 Ler mais

O "patrimônio" do movimento moderno em Luanda (1950 - 1975)

O "patrimônio" do movimento moderno em Luanda (1950 - 1975)

Os laços entre os Reis eram muito familiares (o Rei do Kongo chamava primo ao Rei de Portugal e o seu filho chamava tio e foi à Portugal para estudar na corte e passaram a chamar Reis [r]

244 Ler mais

IV INTERNATIONAL CONFERENCE ON BIODENTAL EMGINEERING

IV INTERNATIONAL CONFERENCE ON BIODENTAL EMGINEERING

Carlos Alm eida, Margarida Sam paio- Fernandes, José Reis Cam pos, José Mário Rocha, Maria Helena Figueiral, João Sam paio- Fernandes. FI XED PROSTHODONTI CS - CLI NI CAL VERSUS PRE-CL[r]

14 Ler mais

ON BIODENTAL ENGINEERI NG

ON BIODENTAL ENGINEERI NG

Carlos Alm eida, Margarida Sam paio- Fernandes, José Reis Cam pos, José Mário Rocha, Maria Helena Figueiral, João Sam paio- Fernandes. FI XED PROSTHODONTI CS - CLI NI CAL VERSUS PRE-CL[r]

14 Ler mais

Rev. Bras. Hist.  vol.31 número61 en a18v31n61

Rev. Bras. Hist. vol.31 número61 en a18v31n61

O alufá Rufino leave aside quantitative data except as a complement, to deal with the trajectory of one of these Africans who became a captive in the Americas, where he would be emancipated. Rufino also became a slave owner and trader and in this transatlantic journey learned to read and write and to follow religion in accordance with the rules of Koran, practicing this in the Brazilian Empire, the reason for his arrest. It is presumable that the choice of the object is due not only to its documental wealth and exemplarity, but also to the evidence that João José Reis showed in Domingos Sodré, um sacerdote africano. Nevertheless, unlike this book, in O alufá Rufino the authors take better advantage of what the character offers and based on this reconstitute certain nexuses between the social actors who people the world of the slave trade. They detail the large traders of the period, describe their principal vessels and show how they broke the English blockade along the coast of the African continent, how they acted when they were captured and the type of goods they brought from the Americas to make the business even more lucrative. In this point the authors skillfully demonstrate that almost all the crew of vessels were part of this trade, with their own boxes and items, as was the case of Rufino – although in as far as they have accompanied him they have not found his initials among the merchandise. As a cook Rufino took advantage of the opportunity to trade sweets – and probably even to purchase slaves – in Africa. Another difference between the two books is in this one the affirmations are based more on assumptions than on documentary proof.
Mostrar mais

4 Ler mais

Rev. Bras. Hist.  vol.29 número57

Rev. Bras. Hist. vol.29 número57

apenas às custas do tema que se escolhe e da pesquisa documental que se faz, pois a história só existe quando escrita, é no texto que ela se realiza, bem ou mal. Afirmo, e talvez ele nem considere isso um elogio, que grande parte do sucesso dos livros de João Reis se deve à forma como são escritos, à sua habi- lidade narrativa, a despeito de serem todos fruto de exaustiva pesquisa e do estudo metódico e rigoroso de temas inovadores, muitos deles pouco tratados ainda.

7 Ler mais

PERCEPÇÃO DO RISCO RELACIONADO AO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS: ESTUDO DE CASO AUTOR: JOÃO BOSCO DOS REIS

PERCEPÇÃO DO RISCO RELACIONADO AO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS: ESTUDO DE CASO AUTOR: JOÃO BOSCO DOS REIS

Araújo (2005), em sua obra “Segurança na armazenagem, manuseio e transporte de produtos perigosos”, aborda assu ntos relacionados à Química dos Produtos Perigosos, Espaço [r]

100 Ler mais

O sobre-sinal e a resposta inversa em sistemas de controle lineares contínuos no tempo.

O sobre-sinal e a resposta inversa em sistemas de controle lineares contínuos no tempo.

Como contribuição dos autores (Reis e Silva, 2001, 2002; Reis et alii, 2004, 2004-a, Silva e Reis, 2001), foram obtidas condições necessárias e suficientes para a existência de extremos, sobre-sinal e resposta inversa em sistemas de segunda e terceira ordem, com pólos e zeros reais. Portanto, neste trabalho, será apresentada uma generalização para determinação de extremos, sobre-sinal e resposta inversa em sistemas de controle lineares contínuos no tempo e de ordem n, com um zero real.

10 Ler mais

Show all 5316 documents...