Jogo de regras

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A construção dialetica no jogo de regras Traverse, em alunos com queixas de dificuldades escolares

A construção dialetica no jogo de regras Traverse, em alunos com queixas de dificuldades escolares

recurso possa ser utilizado adequadamente. Numa perspectiva piagetiana, reforçada pelas considerações de Chateau e Macedo, este trabalho apresentou o jogo de regras Quips, com uma proposta alternativa, para ser utilizada com as crianças. Segundo a pesquisadora, o jogo de regras, além de permitir a interação social, permite, por meio da consciência da regra, que a criança realize descentrações, coordenações de pontos de vista, o que, para o desenvolvimento das estruturas cognitivas, pode ser considerado como uma função necessária, mas não suficiente. O objetivo do jogo Quips é orientado para um trabalho coordenado por cor e quantidade e, na proposta da autora, o objetivo foi enriquecido com duas situações, numa das quais a criança propunha as regras e, na outra, o jogo era proposto pelo psicopedagogo. As noções lógicas contidas no Quips, destacadas nesta análise, envolveram a articulação dos dados; as transformações e as invariâncias; a descoberta da correspondência quantitativa entre os diferentes conjuntos de fichas que compõem cada uma das cartelas, com base nas regras de substituição; noções de conservação de quantidades discretas; seriação e classificação, embora as possibilidades não se esgotassem com as situações expostas. Finalmente, o objetivo ao explorar as duas situações com a criança consistiu em favorecer os processos de equilibração, em direção à tomada de consciência das noções destacadas, envolvendo a construção do conhecimento lógico-matemático.
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Quando o jogo na escola é bem mais que jogo: possibilidades de intervenção pedagógica no jogo de regras Set Game.

Quando o jogo na escola é bem mais que jogo: possibilidades de intervenção pedagógica no jogo de regras Set Game.

Solaz-Portolés e Sanjosé (2008, p. 196), ao analisarem a educação voltada para a resolução de problemas, ressaltam a importância da atitude dos professores, visto que, para eles, “a habilidade em resolver problemas depende tanto da interação das variáveis cognitivas quanto da possibilidade de discutí-las”. Por esse motivo, sugerem que os professores devam incluir materiais concretos para facilitar o aprendizado de conceitos abstratos, em grupos pequenos, lançando sempre desafios e perguntas individualizadas, observando os dados que são fornecidos, os métodos utilizados e os objetivos traçados. O jogo de regras é um instrumento que se encaixa como uma das possibilidades para o trabalho do professor, à medida que cria um contexto lúdico, motivador e desafiador, capaz de mobilizar e desenvolver aspectos cognitivos.
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As relações entre o jogo de regras e a resolução de problemas matemáticos

As relações entre o jogo de regras e a resolução de problemas matemáticos

As relações entre a resolução de problemas matemáticos e o jogo de regras foram apreciadas por Corbalán (1998), quando o autor aproximou as fases de resolução de um problema, descritas por Polya (1978), e a análise para a obtenção do objetivo do jogo. Pelo paralelo estabelecido, a primeira fase, a de “compreender o problema”, tem equivalência com o entendimento dos componentes do jogo: peças, tipos de movimentos e como chegar ao seu objetivo, isto é, a familiarização com o jogo; a segunda fase, a de “traçar um plano para a resolução do problema”, tem como paralelo relacionado ao jogo a interiorização dos movimentos na busca de estratégias para atingir o objetivo do jogo, e ainda no relacionamento do jogo em questão com outros similares; a fase de “executar o plano traçado” seria equivalente a colocar em prática as estratégias selecionadas e, por fim, a última etapa, a de “comprovar os resultados” em um jogo equivale ao processo de refletir sobre o procedimento seguido.
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O impacto do jogo de regras na aprendizagem e na motivação do 1º CEB

O impacto do jogo de regras na aprendizagem e na motivação do 1º CEB

Este jogo tem como objetivo realizar somas, cujo resultado seja uma dezena. O jogo é composto por colares com números de 0 a 10 e por música. Antes do início do jogo de regras foi contada aos alunos a história dos amigos do 10, história esta que aborda todas as somas que dão uma dezena. À medida que a história foi contada foi sendo colado no quadro de cortiça arcos de um arco-íris, em cada uma das suas pontas tinha dois números, que quando somados o resultado era 10. Através da utilização dos materiais disponibilizados, a turma deve seguir as seguintes regras para jogar: colocar o colar com um número de 0 a 10; espalhar-se pelo espaço da sala ou exterior; dançar livremente quando ouvem a música; sempre que a música para, juntam-se com o colega que tem o número, que, juntamente com o seu forma uma dezena; todos os alunos trocam de colares aleatoriamente; repetem o processo até o jogo terminar.
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O jogo de regras como um recurso diagnostico psicopedagogico

O jogo de regras como um recurso diagnostico psicopedagogico

Embasados na teoria psicogenética de Jean Piaget, investigamos as possibilidades de um jogo de regras, no presente estudo designado por “Adivinhe o Animal”, ser introduzido no diagnóstico psicopedagógico a fim de avaliar a construção da noção de classificação. Isto porque a estrutura desta atividade lúdica, utilizada por Piaget em seus estudos sobre a construção dialética, implica o raciocínio classificatório. Foram avaliados 40 sujeitos do ensino fundamental, sendo 10 de cada nível evolutivo: coleção figural, coleção não-figural, inclusão hierárquica de classe e raciocínio combinatório. A fim de proceder a avaliação dos níveis evolutivos, foram aplicados a prova de classificação espontânea, inclusão hierárquica de classes e combinação de fichas de várias cores. Em seguida, foram realizadas quatro partidas com o jogo, sendo que em cada uma jogava-se sujeito x experimentador e depois os papéis eram trocados, ou seja, o experimentador é quem tentava adivinhar o animal oculto só que realizando questões com critérios lógicos. Os resultados obtidos, demonstraram que o jogo de regras “Adivinhe o Animal” foi eficaz para auxiliar no diagnóstico psicopedagógico da noção de classificação e que a troca de papéis foi importante para desencadear mudanças nas condutas dos sujeitos quando estes estavam mais suscetíveis à desequilíbrios e reequilíbrios, observados por meio das mudanças positivas de seus procedimentos no jogo. Nossos dados afirmam a importância do jogo de regras no contexto de diagnóstico psicopedagógico, por permitir a exploração dos aspectos cognitivos embasados no método clínico e neutralizar os inconvenientes decorrentes de avaliações clássicas.
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Os processos inferenciais via jogo de regras na compreensão da leitura

Os processos inferenciais via jogo de regras na compreensão da leitura

O presente estudo orienta-se na perspectiva dialética do jogo de regras, no desenvolvimento de conexões lógicas. Nosso problema: há correspondência entre os diferentes níveis de compreensão de leitura de um texto, inspirados na técnica cloze e as condutas dos sujeitos no jogo “Descubra o Animal”? Verificamos se a presença ou não de um sistema de relações no jogo de regras se relaciona aos diferentes níveis de compreensão de leitura e analisamos a viabilidade do jogo em fornecer indícios para diagnosticar lacunas quanto a compreensão de leitura. Foram avaliados 24 sujeitos do Ensino Fundamental I, divididos nos três níveis de compreensão de leitura: de frustração, de instrução e independente, a partir das respostas obtidas no texto . Em seguida, foram realizadas cinco partidas do jogo, uma leitura do texto com lacunas e entrevista. Os resultados foram analisados qualitativa e quantitativamente. A metodologia estatística quantificou as categorias e os procedimentos na leitura; mostrando na categoria juízos e inferências: 62,50% dos sujeitos de nível de frustração, 87,50% de instrução tentaram justificar com base nos dados perceptivos, 75% dos sujeitos de nível independente apresentaram justificativas lógicas. Quanto ao procedimento - justificativa da escolha da palavra: 87,50 % dos sujeitos de nível de frustração, 87,50% de instrução demonstraram justificativas centradas em partes do texto, 62,50% dos participantes em nível independente usaram justificativas lógicas. As medidas de posição e dispersão apontaram diferença significativa entre os níveis. A análise dos resultados demonstraram que há uma similitude entre as condutas, dos sujeitos de nível II, no jogo e os níveis de compreensão de leitura. Esse trabalho confirma a importância do jogo de regras e também que o processo inferencial é fundamental tanto para o jogo quanto para a leitura.
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O jogo de regras Rummikub e as possibilidades de negociação interpares.

O jogo de regras Rummikub e as possibilidades de negociação interpares.

Assegurada na compreensão desses princípios, a problemática de nosso estudo buscou investigar possibili- dades de negociação da própria perspectiva na interação com o outro por meio de situações vividas no contexto de um jogo de regras que, na perspectiva teórica piagetiana, é explorado como espaço de construção cognitiva e afetivo- -social (Brenelli, 1996; Oliveira, 2005). Os estudiosos do jogo, apoiados em Piaget, consideram-no rico por engendrar possibilidades de confl ito cognitivo, interação interpares, sig- nifi cação e compreensão (Fiorot & Ortega, 2009; Macedo, 2009; Ribeiro & Rossetti, 2009). No presente estudo com o jogo de regras Rummikub, interessou-nos verifi car se e como os jogadores descentravam sua própria perspectiva e adotavam a de outros jogadores diante de confl itos cogniti- vos (pensamento e elaboração de estratégias advindos da insufi ciência da estrutura de pensamento e das contradições entre o pensamento e as exigências do jogo) e confl itos so- ciais (contestação ou contradição do seu desejo pelo parcei- ro, pela jogada realizada pelo outro, emoções envolvidas).
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A construção dialetica das operações de adição e subtração no jogo de regras Fan Tan

A construção dialetica das operações de adição e subtração no jogo de regras Fan Tan

O jogo é um caso típico das condutas negligenciadas pela escola tradicional, dado o fato de parecerem destituídos de significado funcional. Para a pedagogia corrente, é apenas um descanso ou o desgaste de um excedente de energia. Mas esta visão simplista não explica nem a importância que as crianças atribuem aos seus jogos e muito menos a forma constante de que se revestem os jogos infantis, simbolismo ou ficção, por exemplo.

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A construção do conhecimento em crianças com dificuldades em matematica, utilizando o jogo de regras Mancala

A construção do conhecimento em crianças com dificuldades em matematica, utilizando o jogo de regras Mancala

Dias, Cassiani e Brenelli (2008) investigaram o desempenho de crianças e adolescentes de diferentes faixas etárias ao jogar o Quarto. Os participantes foram oito estudantes do ensino fundamental e médio de escolas localizadas em Amparo-SP, sendo dois de cada faixa etária – 6, 9, 12 e 15 anos de idade. A função de jogar com os participantes e a tarefa de efetuar o registro das partidas foram alternadas por duas experimentadoras durante a execução do trabalho. Foram realizadas sessões individuais com o jogo e cada participante jogou sete partidas no total; as três iniciais tiveram o objetivo de exploração das peças e aprendizagem das regras. O procedimento de análise de dados consistiu na classificação em níveis de compreensão do desempenho dos participantes no jogo Quarto, levando em consideração a forma de lidar com os erros cometidos durante as partidas. Verificou-se que, nas crianças de 6 anos, não houve evolução ao longo das partidas, já que estavam centradas apenas nas peças que colocavam no tabuleiro sem se preocuparem com a sequência das jogadas da adversária. Já as crianças de 9 anos e 12 anos, de uma maneira geral, tomaram consciência dos erros, que muitas vezes foram progressivamente superados. As participantes de 15 anos, apesar de levarem em consideração as diferentes características das peças e as possibilidades de alinhamentos no tabuleiro, não apresentaram evolução tão visível em relação à elaboração de interdependências entre essas vaiáveis simultaneamente.
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Jogo de regras e construção de possiveis : analise de duas situações de intervenção psicopedagogica"

Jogo de regras e construção de possiveis : analise de duas situações de intervenção psicopedagogica"

“Obrigada a adaptar-se, sem cessar, a um mundo social dos mais velhos, cujos interesses e cujas regras lhe permanecem exteriores, e a um mundo físico que ela ainda mal compreende, a criança não consegue, como nós, satisfazer as necessidades afetivas e até intelectuais do seu eu nessas adaptações, as quais, para os adultos, são mais ou menos completas, mas que permanecem para ela tanto mais inacabada quanto mais jovem for. É portanto, indispensável ao seu equilíbrio afetivo e intelectual que possa dispor de um setor de atividade cuja motivação não seja a adaptação ao real senão, pelo contrário, a assimilação do real ao eu, sem coações nem sanções (...)” (p.55 e 56).
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A regra em jogo: um estudo sobre a prática de jogos de regras e o desenvolvimento...

A regra em jogo: um estudo sobre a prática de jogos de regras e o desenvolvimento...

Sendo a consciência e a prática das regras fatores relevantes para a compreensão do desenvolvimento moral, os diferentes contextos que envolvem o jogar com regras, podem revelar-se espaços privilegiados para o estudo da moralidade infantil. De acordo com a abordagem psicogenética piagetiana, o jogo ao possibilitar a livre construção do conhecimento e estimular trocas sociais cooperativas, pode vir a favorecer a superação do egocentrismo moral e intelectual, aspecto este indispensável à construção de juízos morais autônomos. Optou-se no presente estudo por focalizar mais diretamente a relação da criança com a regra em diferentes situações, utilizando-se o jogo como pretexto para o estudo desta relação. O próprio Piaget em seu texto de 1932 usa um jogo de regras para estudar a moralidade e defende esta atividade como uma instituição genuinamente infantil propícia ao desenvolvimento do respeito mútuo e do estado cooperativo fundamental a autonomia. Posto isto, a presente pesquisa teve como objetivo investigar diferentes formas de interação da criança com a regra em contextos de jogo, articulando-as com o desenvolvimento moral infantil, segundo o referencial psicogenético piagetiano. Participaram da pesquisa 64 crianças com idades entre 07 e 08 anos, divididas em 14 grupos com, em média, quatro componentes cada. Foram aplicadas diferentes situações de contato com regras, sendo que na primeira as crianças jogaram conforme regras prescritas pela experimentadora (situação fechada), na segunda havia a possibilidade da criança intervir e propor novas formas de jogar (situação intermediária) e na terceira foi solicitado que inventassem um jogo com o material fornecido. Foi realizada uma sessão semanal para cada modalidade de contexto descrita, com cada grupo, sendo uma por dia, durante três semanas. Concluída
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O Jogo com Regras Explícitas Influencia o Desenvolvimento das Funções Psicológicas Superiores?.

O Jogo com Regras Explícitas Influencia o Desenvolvimento das Funções Psicológicas Superiores?.

No ensino fundamental, e estendendo o foco investi- gativo aos professores, foram encontradas duas pesquisas: a de Tessaro e Jordão (2007) e a de Pimentel (2008). Essas autoras concluem que o jogo é importante para o aprendiza- do, mas que os professores não estão preparados para sua adequada utilização. Na busca de pesquisas sobre o jogo de regras explícitas, a partir da abordagem histórico-cultural e no ensino fundamental encontraram-se dois trabalhos: a dissertação de mestrado e a tese de doutorado de Fittipaldi (2007, 2009), tendo como amostra alunos com e sem fracas- so escolar. Essa pesquisadora trabalhou com as ideias de Vygotsky (1995) e Elkonin (2009) e adotou o “jogo das boas perguntas” e a mesma metodologia de estudo de casos em suas pesquisas. As conclusões obtidas pela pesquisadora nas duas investigações foram de queo jogo de regras explí- citas, com apoio da sua mediação e dos alunos mais desen- volvidos promove um tipo de desenvolvimento que expande as possibilidades de aprendizagem da criança, permite iden- tiicar suas diiculdades e o tipo de ajuda necessária para ne- las criar ZDPs. Essa modalidade de jogo também melhora a autoestima dos alunos e lhes possibilita interação mais rica e proveitosa com o professor e com seus colegas, além de promover a internalização de novos conteúdos.
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Repositorio ISMT: Estado, mercado e terceiro setor: A redefinição das regras do jogo

Repositorio ISMT: Estado, mercado e terceiro setor: A redefinição das regras do jogo

corrente institucionalista tem evoluído em diversos sentidos, sendo difícil apresentá-la, hoje em dia, como um campo de conhecimentos homogéneo (Reis, 2007: 15 -16). Apesar da sua enorme diversidade, a ideia central comum nas abordagens institucionalistas é a de que as instituições, isto é, as regras, as normas, os valores, as convenções e os hábitos, estruturam o comportamento dos indivíduos e organizam as dinâmicas dos sistemas sociais, materializando -se em determinadas configurações sociais e políticas que diferenciam as economias. Como as instituições são o resultado das interações entre indivíduos que, através de conflitos e consensos, procedem à sua criação, elas revelam a capacidade de decisão e a intencionalidade dos agentes, em vez de os reduzirem a meros calculadores da maximização das suas funções de preferências. Assim, com a noção de instituições, a economia é concebida “como algo que é inerente aos indivíduos e aos actores coletivos − resulta da sua acção − e não como algo que lhes é estranho e os submete” (Reis, 2007: 7). A noção de instituições remete, ainda, para a ideia de diversidade, pois os valores, os hábitos e as regras que se materializam em configurações institucionais estão dependentes da complexidade dos processos históricos, dos contextos sociais e das culturas. As economias estruturam -se de forma diversa através de articulações específicas e com- plementaridades que ligam os diferentes setores institucionais.
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Educação e avaliação no ambito da empresa : a reestruturação produtiva mudou as regras do jogo?

Educação e avaliação no ambito da empresa : a reestruturação produtiva mudou as regras do jogo?

Observa-se que nas contradições geradas na relação capital e homem, o sistema procura caminhos para atingir a superação e nessa procura abre brechas para a realização do ser humano no trabalho. Nunca de todos, nunca dos excluídos, apenas dos “eleitos” pelo sistema. Nessas aberturas ao homem, mesmo que não a todos, ocorrem rachaduras no sistema, novas contradições e o que poderia ser benéfico ao homem volta a se tornar benéfico ao capital. Nesse jogo, nesse movimento de conflitos e contradições, há procura de superações pelos homens inseridos no sistema e dos que estão de fora, excluídos, mas também pressionados pelo sistema. Ocorrem as mudanças das formas das empresas administrarem o seu capital humano, relacionarem-se com a sociedade, com o Estado, com os Governos, com os concorrentes, gerirem seus negócios, definirem seu papel dentro de fronteiras ou na procura de quebrar essas mesmas fronteiras. O capitalismo faz sua adaptação, relativa, ao abrir o seu sistema. As contradições movem o mundo, mesmo aquelas que ocorrem nas empresas. A educação faz parte dessa dinâmica.
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O Jogo: entre o movimento e as regras

O Jogo: entre o movimento e as regras

Não me foi nada fácil encontrar informação teórica sobre a creche e sobre atividades a realizar com idades de 1 - 2 anos pelo que, ao contrário do que aconteceu no jardim-de-infância, não consegui organizar-me numa linha condutora sólida. No entanto, as crianças retiraram o maior prazer das atividades realizadas, tal como se espera numa situação de brincadeira livre. O brincar permite que a criança se movimente, desenvolva os músculos e tenha um maior conhecimento do seu corpo, assim como a noção do espaço que a rodeia. (Cordazzo & Vieira, 2007) Poderia talvez ter enveredado por uma linha de jogos com mais regras como danças de roda e jogos com fitas arcos e bolas, mas confesso que não encontrei base teórica suficiente e tive algum receio de me arriscar num campo que requer um conhecimento muito sólido da atividade física e que não é obviamente a minha especialidade. Por outro lado o tempo de intervenção é demasiado reduzido para poder arriscar experiências que podem não resultar. Mas
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O jogo em turmas multisseriadas de escolas rurais: auxílio à adoção de regras essenciais à vida

O jogo em turmas multisseriadas de escolas rurais: auxílio à adoção de regras essenciais à vida

O presente artigo tem como objetivo discorrer sobre os resultados obtidos durante o desenvolvimento do projeto “Recursos didáticos: os jogos como instrumentos auxiliares do ensino transversal de regras à formação de valores significativos à vida do mundo rural”. Aprovado na seleção realizada conforme Edital Interno do Programa de Licenciatura (Prolicen) da Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o mencionado projeto foi executado no período de maio a dezembro de 2018. Teve como objetivo geral implementar uma proposta de ensino para subsidiar o uso de recursos didáticos em sala de aula, em especial jogos, no intuito de possibilitar experiências formativas aos discentes das licenciaturas do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), localizado no município de Bananeiras, Paraíba (PB), com vistas a proporcionar uma compreensão sobre o planejamento, a implementação e a avaliação de um projeto de ensino contextualizado no campo.
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O PAPEL DAS INTERAÇÕES PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DA SOLUÇÃO LÓGICO-ARITMÉTICA OTIMIZADA DE UM JOGO COM REGRAS

O PAPEL DAS INTERAÇÕES PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DA SOLUÇÃO LÓGICO-ARITMÉTICA OTIMIZADA DE UM JOGO COM REGRAS

13 0 elo que tu falaste ainda agora?... Ele (13º) não decide. É perto dele ?... Acha que não é precisamente ele (13º) que decide o jogo ? (T 29, 31, 33). Até que P concorda (T 34). O professor pergunta então: “Se você acha que é o 13º elo, como é que faz prá chegar nele o tempo todo? Chegar...perto dele?” (T 35). Ainda que tenha respondido que não sabia como chegar no 13 o elo todas às vezes, P passou a marcá-lo mais freqüentemente, ganhando várias partidas em seguida, a ponto de incomodar J. Novamente, o professor solicitou que J avaliasse a hipótese de P, mas J continuou discordando dele. O padrão interativo do professor com P, em relação ao 13º elo, foi do tipo I-R-A. O padrão interativo do professor com J (T38 a 40) foi do tipo R-E-R-P, ou seja, após as respostas de J o professor pede que ela as elabore ou prossiga sem avaliá-las explicitamente.
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O jogo das regras: empresarios, reforma eleitoral e distritalizacao nas eleições proporcionais em Santa Catarina

O jogo das regras: empresarios, reforma eleitoral e distritalizacao nas eleições proporcionais em Santa Catarina

No pacote de reformas propostas por empresários estavam a adoção do sistema eleitoral distrital ou misto para a eleição dos deputados federais e estaduais, a redução [r]

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Supremo Tribunal Federal e as regras do jogo: a limitação constitucional de juros e a atuação da corte

Supremo Tribunal Federal e as regras do jogo: a limitação constitucional de juros e a atuação da corte

Num ambiente de competição entre preferências por direitos, os tribunais constitucionais, ou especializados no julgamento de causas constitucionais, assumem a difícil tarefa de decidir sobre disputas entre preferências de direitos, quando acionados para isso, e, ao mesmo tempo, garantir a estabilidade da Constituição como lei fundamental e superior do país. Para Elster (1993), o constitucionalismo é uma luta numa guerra de duas frentes: uma contra a expansão do ramo executivo do governo e outra contra a expansão do ramo legislativo do governo 3 . A tarefa dos tribunais constitucionais, assim, é manter um conjunto de restrições que protejam os direitos previstos na constituição contra alterações oriundas da regra da maioria democrática, ou seja, contra alterações decorrentes da própria competição política por preferências de direitos. Mas essa tarefa não está livre das mesmas pressões de interesses que recaem sobre o executivo e o legislativo. Os próprios julgadores também possuem suas preferências interpretativas quanto aos direitos. Essas preferências interpretativas, no entanto, não podem levar à negação de ambos os grupos de direitos, negativos e positivos. É à preservação desses direitos que se deposita a garantia da continuidade do jogo democrático, cabendo ao judiciário a importante função de contrabalançar a vontade da maioria.
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O jogo em turmas multisseriadas de escolas rurais: auxílio à adoção de regras essenciais à vida

O jogo em turmas multisseriadas de escolas rurais: auxílio à adoção de regras essenciais à vida

motivam, facilitam o aprendizado e aumentam a capacidade de retenção do que foi ensinado, exercitando as funções mentais e intelectuais do jogador. Além disso, também permitem o reconhecimento e entendimento de regras, identificação dos contextos que elas estão sendo utilizadas e invenção de novos contextos para a modificação das mesmas. Jogar é participar do mundo de faz de conta, dispor-se às incertezas e enfrentar desafios em busca de entretenimento. Através do jogo se revelam a autonomia, a criatividade, a originalidade e a possibilidade de simular e experimentar situações perigosas e proibidas no nosso cotidiano ”.
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