José de Carvalho Déda

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Carvalho Déda e o jornal "A Semana" : visibilidade na educação (1946-1969)

Carvalho Déda e o jornal "A Semana" : visibilidade na educação (1946-1969)

dezembro do mesmo ano. Após mais um retorno, o jornal circulou até 1969. As justificativas dadas pelos seus redatores foram por falta de maquinário e férias de todos os colaboradores. Tomei essas fases como forma de classificar e visibilizar as publicações e seus conteúdos dos temas sobre a educação, foram mais evidentes sobre as práticas escolares, as festividades nas escolas, o aprimoramento do ensino primário e salário dos professores. O ensino primário foi um conteúdo mais visualizado, principalmente na sua implantação no município. O jornal destacou o ensino profissionalizante, secundário e campanhas intensas sobre a alfabetização para adultos. Nas publicações finais no ano 1968 e início de 1969 o jornal assumiu uma postura combativa e critica ao reivindicar ao governo em suas edições sobre melhorar a estrutura do ensino primário, a implantação do ensino secundário, escolas na zona rural, cursos de capacitação para professores e a divulgação do ensino para jovens e adultos. As instituições que mais foram citadas nas publicações foram o grupo escolar “Fausto Cardoso” e o Ginásio Industrial e Dr. “Carvalho Neto” este último, motivo de olhar frequente do jornal, pois desde a sua idealização e anseio da comunidade em ter seu primeiro ginásio, o jornal deu toda a cobertura e inclusive com a participação da influência política de José de Carvalho Déda. Ainda assim, outras instituições apareceram como as Escolas Reunidas e o Grupo Escolar João de Matos Carvalho.
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Entre o sacro e o político, a subjetivação de Marcelo Déda

Entre o sacro e o político, a subjetivação de Marcelo Déda

Marcelo Déda Chagas é natural de Simão Dias; aos 13 anos mudou-se para Aracaju onde residiu até o seu falecimento. Teve formação religiosa católica, desde a sua infância; foi coroinha na igreja Matriz da cidade de Simão Dias, ocorrências que lhe possibilitaram uma inserção num mundo de fé cristã. De igual forma, foi, desde cedo, influenciado para seguir uma trajetória política, por seu avô José de Carvalho Déda, escritor, jornalista, advogado e político. Este exerceu três mandatos de deputado estadual, fato que o ex-governador fazia questão de evidenciar em seus pronunciamentos, dizendo, em tom descontraído, não saber se seria dom ou carma. O início de sua militância política se deu em 1979 (aos dezenove anos de idade), quando, enquanto aluno do curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe, foi integrado ao DCE (Diretório Central dos Estudantes). Ao mesmo tempo em que participava do DCE, trabalhou com seus companheiros na fundação do Partido dos Trabalhadores (doravante PT), durante a reforma partidária, no final do governo do então presidente brasileiro João Baptista Figueiredo.
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Da retórica ao retweet : os elementos persuasivos nos discursos do ex-governador Marcelo Déda, compartilhados no Twiiter

Da retórica ao retweet : os elementos persuasivos nos discursos do ex-governador Marcelo Déda, compartilhados no Twiiter

Meus amigos e minhas amigas, meus senhores, minhas senhoras, aqui, em 1924, os tenentes de Sergipe derrubaram o governo de Graco Cardoso. E só em dois estados da federação os tenentes triunfaram, episodicamente, de forma fulgás. O General Isidório levanta as tropas para rebelião em São Paulo, mas aqui em Sergipe Maynard com seus tenentes toma o palácio, derruba Graco, e lá em Manaus também se derruba o governo e assume-se a sede do poder estadual. Aqui por vinte e poucos dias... Vinte e poucos dias eternizados pelo talento de historiador e pela prosa escorreita de Ibarê Costa Dantas no livro O Tenentismo Em Sergipe. Vinte e poucos dias que segundo o professor Ibarê foram vistos com poesia e saudade pelo velho Jorge Neto, professor e homem de esquerda. Aqui nesse palácio, numa madrugada atroz, numa noite de chumbo, as portas dessa casa foram violadas pelo autoritarismo. Tropas militares invadiram o palácio Olímpio Campos, subiram as suas escadas, avançaram pelos seus corredores e abriram as portas do quarto em que repousada esse herói de Sergipe, o nosso grande governador João de Seixas Dórea com a sua esposa. Seixas Dórea que fora deputado brilhante na Assembléia Estadual Constituinte ao lado do meu avô José de Carvalho Déda. Seixas que lá no Rio de Janeiro chamara a atenção do Brasil pela qualidade da oratória, pela generosidade das idéias, pelo amor incondicional pelo Brasil, pelo nacionalismo vibrante. Seixas, que liderara uma composição de centro-esquerda similar a que eu tive a oportunidade de liderar quarenta e poucos anos depois, é acordado no meio da noite e é comunicado de que está preso, e é levado para o 28º Batalhão de Caçadores e depois é mandado para Fernando de Noronha onde é aprisionado ao lado deste outro grande brasileiro, Miguel Arraes de Alencar.
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Os Dramas de José Carvalho: ecos do melodrama e do circo-teatro no sertão baiano

Os Dramas de José Carvalho: ecos do melodrama e do circo-teatro no sertão baiano

Cette recherche est le résultat d’enquêtes sur les drames de M. José de Souza Carvalho (1910-1974), les considérant comme des repercussions du mélodrame et du cirque- théâtre dans l’arrière-pays de Bahia. Il s’agit d’une étude de cas qui revèle le répertoire de cet artiste et ses procédés méthodologiques, tout en cherchant les références des influences subbies par lui. Ceci est accompli par l’aide d’une petite caractérisation de la scène culturelle mélodramatique éxistante dans la ville de Senhor do Bonfim, depuis les annés 10 jusqu’à les années 60 du vingtième siècle – dans les théâtres, cinémas, radios et cirques.Parmi les donnés biographiques de M. José Carvalho, on peut détacher au- delà des aptitudes démontrées, la saison de six mois au Cirque Merediva ; la localisation de sa maison très proche du terrain où les compagnies de cirque s’installaient à l’époque ; et la fonction de messager de la Viação Férrea Federal de Leste Brasileiro, lieu d’arrivée de la plupart de ces compagnies, comme des facteurs prépondérants pour la constitution de son identité artistique. Ces expériences personnelles et esthétiques ont fini para culminer dans la création de ce qui será appellé dans ce travail de Arrière- cour/Théâtre (Quintal-Teatro), où les pièces de cet artiste étaient répétées et présentées, avant leur transfert pour les auditoires de l’Institut d’Assistence à l’Enfance (Instituto de Assistência à Infância), Salon de la Paroisse (Salão Paroquial) et le Collège Mariste du Sacré Coeur (Ginásio Sagrado Coração, Marista). Le résultat a été la création d’un théâtre populaire, vécu et jouï par les habitants de Senhor do Bonfim et d’autres villes du Piemonte de Diamantina, où ses pièces furent présentées. L’écriture de ce travail s’est basée sur l’analyse des journaux locaux dans la période et sur d’autres documents, comme par exemples ceux élaborés à partir des interviews appliquées par la méthode/technique de l’histoire orale, toujours les croisant avec la littérature spécialisée sur le thème.
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A VIDA POLÍTICA. A Construção nacional 1830-1889. CARVALHO, José Murilo.

A VIDA POLÍTICA. A Construção nacional 1830-1889. CARVALHO, José Murilo.

O governo central pre- cisava do charque para a alimentação dos escravos nas outras províncias e do Rio Grande do Sul como uma primeira frente de defesa contra ameaças argentinas.. Os [r]

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Um político católico no tempo das Luzes : a religião em Sebastião José de Carvalho e Melo

Um político católico no tempo das Luzes : a religião em Sebastião José de Carvalho e Melo

Quando Sebastião José é enviado e Viena, a situação portuguesa na Europa já se tinha agravado consideravelmente com a baixa dos ingressos de ouro brasileiro, que começara a fazer-se sentir por volta de 1742. Ao mesmo tempo diminuía a capacidade diretiva de D. João V, pedra importante na engrenagem do seu absolutismo. Simultaneamente, os antagonismos propriamente europeus que lançavam os países uns contra os outros iam tomando as posições que quinze anos depois provocariam uma guerra internacional: começava a desenhar-se, sob o impulso de Kaunitz, a formação de um bloco continental da França, Áustria e Espanha contra a Inglaterra, apoiada na Prússia e em Portugal. Nestas condições concretas, era fatal que a missão de Carvalho e Melo em Viena, regateada e vazia de sentido diplomático, fosse completamente destituída de resultados práticos para Portugal. Nesta missão de incertas atribuições, não contava o enviado, nem com o autêntico interesse de Portugal nem com a boa vontade da corte austríaca ou dos delegados do Papa para resolver, por intermédio do nosso país, os diferendos que os separavam. Por detrás da atitude de Viena estava o regalismo josefino. O diferendo acabou por ser resolvido diretamente: a ação do nosso enviado transferiu-se então para a busca de um acordo entre a França, a Espanha e a Áustria, por intermédio de Portugal. À corte de Lisboa não interessavam as negociações, que, aliás, eram somente uma manobra, que Carvalho e Melo não percebeu, para tentar afastar Portugal da ligação com a Inglaterra e para o incluir no conjunto das potências continentais.
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A iconografia de José dos Reis Carvalho durante a Comissão Científica de Exploração

A iconografia de José dos Reis Carvalho durante a Comissão Científica de Exploração

Esta igreja Nossa Senhora da Conceição em Fortaleza está localizada numa elevação e apresenta em sua fachada apenas uma porta larga sobreposta por uma janela na altura do coro. Nem a porta nem a janela apresentam molduras, tudo é muito simples. O frontão triangular com cimalha e empenas 68 , porém, sem adornos ou lóculo, apresenta no vértice uma cruz. Percebe-se que a cimalha do frontão continua pelas duas torres, sendo que, na direita, a cimalha separa o primeiro pavimento do segundo que deve abrigar o sino ausente na imagem. Nesta torre, há um óculo 69 logo abaixo da cimalha e duas aberturas em arco pleno em pavimento logo acima e, na sineira propriamente dita, vêem-se duas das quatro aberturas em arco pleno. Não há coroamento, mas um gradil na parte superior com uma crista 70 em cada um dos quatro ângulos. A torre, à esquerda do edifício, foi construída apenas até a altura da cimalha e sem o pavimento superior, no entanto, também há óculo abaixo da cimalha. Todos os compartimentos da edificação são delimitados por cunhais 71 de argamassa. O ângulo pelo qual foi tomada a imagem permite notar a lateral direita da igreja sem grande parte do reboco e uma parte posterior da edificação recoberta por telhas. A visão é interrompida pela presença de um casebre de taipa 72 recoberto por palha de carnaúba e com vegetação bastante detalhada na sua parte frontal. À esquerda da edificação, se percebe, à distância, algumas casas em meio à vegetação na qual se destacam carnaúbas e outra igreja com aspecto inacabado. Também, à esquerda e em primeiro plano, Reis Carvalho retratou diversos espécimes vegetais com certo grau de detalhamento.
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A Poética da decadência : estudo de O coronel e o lobisomem, de José Cândido de Carvalho

A Poética da decadência : estudo de O coronel e o lobisomem, de José Cândido de Carvalho

Sentei-me à mesa da sala de jantar, perto do candeeiro, e li, na capa amarela do livro, o nome do autor: José Cândido de Carvalho. Foi esta a primeira vez que vi o vosso nome, e dele não me iria esquecer pelo tempo afora. O título, longo, do livro me pareceu curioso, em seu apelo salmódico, que um ponto de exclamação enfatizava, como num grito de surda advertência a um pecador: Olha para o céu, Frederico! Abaixo vinha a indicação: “Romance da cana-de- açúcar na Baixada Fluminense.” Uma figura de expressão dramática, de grandes mãos ossudas, ressaltava do amarelo da capa, em traços negros contrastantes, num bico de pena de Santa Rosa, o grande desenhista com quem mais tarde, já no Rio, eu iria conviver, com ele fazendo uma cartilha escolar, de colaboração com o meu inesquecível amigo Marques Rebelo. Assim, antes mesmo de ler o romance, só de ver a angulosa e esquiva figura desenhada por Santa Rosa, travei conhecimento com Frederico, o astuto senhor de engenho que incorporastes à imortal galeria das vossas personagens.
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Um elogio ao imperador Dom Pedro II: uma análise de José Murilo de Carvalho

Um elogio ao imperador Dom Pedro II: uma análise de José Murilo de Carvalho

Claramente o clamor do Marechal é a defesa de sua classe militar. A revolta contra o ministério 7 de julho, aparentemente o pivô de todo o desencadeamento até o 15 de novembro, se refere ao último ministério imperial, liderado por Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto. Um ministério liberal em um império que se alternou entre gabinetes liberais e conservadores, mas que exercia o parlamentarismo desde 1847. Ainda contra as palavras do Marechal, que clamam por uma unidade democrática, a República e que corroboram com as Palavras na resposta de Carvalho à Veja, sobre o sistema ser corrupto, um contemporâneo dos tempos do Império discorda da ideia dos dois; Rojas Paúl, presidente da Venezuela na época, resumiu a queda da
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP MARIA JOSÉ LOPES DE CARVALHO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP MARIA JOSÉ LOPES DE CARVALHO

Ibiapina, nome de batismo, iniciou seus estudos religiosos no Seminário de Olinda, em 1823. A morte do pai Francisco Miguel Pereira, em praça pública, na cidade de Fortaleza, e do irmão mais velho, Alexandre Raimundo Pereira Lima, num dos presídios para crimes políticos, na ilha de Fernando de Noronha, em consequência de ambos na Confederação do Equador (1824), levou Ibiapina, então com 22 anos de idade, a deixar os estudos no Seminário de Olinda, e retornar ao Ceará afim de resolver os problemas da família, ou seja, reaver os bens confiscados pelo estado. Órfão de pai e de mãe, que havia falecido em 1823, em consequência de um aborto, Ibiapina, na condição de irmão mais velho, torna-se responsável por cuidar do irmão João Carlos, então com 14 anos, e das irmãs, Rita com 13, Maria José, com 10 e Ana, com 9. Aos 27 anos, Ibiapina se forma em Direito, na primeira turma de bacharéis do Curso Jurídico de Olinda". VERAS, Elias Ferreira. O "Echo das Maravilhas": o jornal A Voz da Religião no Cariri e as missões do padre Ibiapina no Ceará (1860 – 1870). Dissertação (Mestrado em História Social), PUC-SP, São Paulo, 2009. p.11-12.
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Estratégias argumentativas presentes no discurso político do ex-governador Marcelo Déda : uma análise retórica

Estratégias argumentativas presentes no discurso político do ex-governador Marcelo Déda : uma análise retórica

Marcelo Déda era um político ligado ao PT (Partido dos Trabalhadores), bastante estimado pela população sergipana. Sua morte, em 2013, causou grande comoção nos cidadãos sergipanos. Déda era formado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe e possuía uma posição social estabilizada, fato que não o impediu de conquistar o apreço e o carinho dos cidadãos sergipanos. Teve a oportunidade de ter sido eleito prefeito, deputado federal, estadual, e reeleito governador do Estado. A escolha de trabalhar com o discurso de posse do ex-governador vem do interesse em analisar os discursos de políticos da região de Sergipe. E a opção por Marcelo Déda aconteceu devido à repercussão e a grande comoção causada pelo impacto de sua morte nos cidadãos sergipanos. Esse fato despertou o interesse em pesquisar a relação que Marcelo Déda estabelecia com o público, e para isso optamos por fazer uma análise de seu discurso de posse proferido em 2011.
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Rua José Tavares Correia de Carvalho, nº7 3º drt rect Seia

Rua José Tavares Correia de Carvalho, nº7 3º drt rect Seia

. Encenou o texto dramático “ Piquenique no Fronte” de Fernando Arrabal no ano letivo 2008/2009, na Escola EB 2, 3 Guilherme Correia de Carvalho em Seia, com o 9º Ano de Escolaridade - Currículos alternativos; .Encenou o texto dramático “ Coros da Noite ”de José António Baptista no ano letivo 2008/2009, na Escola EB 2, 3 Guilherme Correia de Carvalho em Seia, com o 9º Ano de Escolaridade - Currículos alternativos; . Encenou o texto dramático “Os Colares” uma criação e produção dramatúrgica de José António Baptista, no ano letivo 2008/2009, na Escola EB 2, 3 Guilherme Correia de Carvalho em Seia, com o 8º Ano de Escolaridade;
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A  DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE  Gleidysson José Brito de Carvalho, Jose Maria De no Junior

A DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE Gleidysson José Brito de Carvalho, Jose Maria De no Junior

O presente artigo objetiva fazer uma análise das circunstâncias históricas que levaram ao surgimento dos Juizados Especiais Criminais, bem como dos institutos introduzidos p[r]

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José Luiz Rosas Pinho Eliezer Batista Neri Terezinha Both Carvalho

José Luiz Rosas Pinho Eliezer Batista Neri Terezinha Both Carvalho

A regularidade apresentada pelos planos faz com que seja sufi- ciente determinar duas retas sobre um plano, ou três pontos, não sobre a mesma reta, sobre o mesmo plano para que[r]

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Jossivaldo de Carvalho Pacheco1 , José Machado Moita Neto2 , Elaine Aparecida da Silva3

Jossivaldo de Carvalho Pacheco1 , José Machado Moita Neto2 , Elaine Aparecida da Silva3

Impactos da produção de ração por formulação Nos resultados da avaliação de impacto ambiental para produção de 1 kg de ração para frango de corte por formulação (pré-inicial; ini- cial;[r]

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Thiago Carvalho da Silva2 , Edson Mauro Santos3 , José Augusto Gomes Azevedo

Thiago Carvalho da Silva2 , Edson Mauro Santos3 , José Augusto Gomes Azevedo

The variables evaluated were: plant height (PH), total natural matter production (TNMP) and total dry matter production (TDMP) in kg/ha, and the percentage of DM components: panicle, lea[r]

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A construção de um ícone religioso: uma história de Monsenhor José Borges de Carvalho

A construção de um ícone religioso: uma história de Monsenhor José Borges de Carvalho

Borges não media palavras em relatar as transgressões adotadas por algumas pessoas de sua congregação não tendo medo algum em citar nomes e sobrenomes, além de chamar a atenção destes cidadãos em conversas reservadas atribuindo-lhes penitencias para pagar os seus pecados, este jeito rigoroso em suas atitudes despertava na população um sentimento de temor pôr a sua pessoa. Porem essas mesmas pessoas que sentiam medo da figura do monsenhor José Borges o enalteciam com tamanha maestria que na hora de suas missas aclamavam-no como um verdadeiro homem de bom caráter e de boa índole moral, o que o torna um ícone lembrado até os dias atuais pelos bons costumes de usar a batina sacerdotal sempre, devendo dessa forma ser exemplo para os padres da atualidade se espelharem.
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A oralidade de José Cândido de Carvalho em O coronel e o lobisomem

A oralidade de José Cândido de Carvalho em O coronel e o lobisomem

Lessa, na 2ª edição de sua obra O modernismo brasileiro e a língua portuguesa (1976) preocupa-se em ampliar o rol de escritores pesquisados com vistas a enriquecer seus estudos e a embasar de maneira mais sólida o exame objetivo das tendências da língua literária brasileira moderna. O autor apresenta no capítulo “O modernismo e o vocabulário popular”, um “Pequeno vocabulário de Termos Populares” (p.46-69) em que arrola palavras de cunho popular, usadas no cotidiano pelas pessoas comuns, exemplificando seu uso com frases escritas por literatos brasileiros modernos que procuram reproduzir a fala do povo, tais como, Rubem Braga, Manuel Bandeira, José Cândido de Carvalho, Graciliano Ramos, Jorge Amado e outros. Lessa documenta também, algumas particularidades da sintaxe dessa língua popular brasileira, calcada na linguagem oral, sempre extraindo exemplos vários desses autores citados. Particularmente essa obra nos é de grande valia, pois nos fornece dados e nos oferece uma bela amostra da linguagem popular em O coronel e o lobisomem.
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Santos José Pedro de Carvalho Madureira Torres dos

Santos José Pedro de Carvalho Madureira Torres dos

Para a reabilitação de uma mandíbula edêntula com uma prótese total inferior implanto mucosuportada sobre dois implantes independentes entre si, as opções mais usadas atualmente são: s[r]

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