Lajes cogumelo

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Similaridades entre resistência à punção em lajes-cogumelo e ao cisalhamento em vigas de concreto armado com fibras de aço.

Similaridades entre resistência à punção em lajes-cogumelo e ao cisalhamento em vigas de concreto armado com fibras de aço.

O artigo analisa a inluência da adição de ibras de aço ao concreto, tanto na resistência à punção em lajes-cogumelo quanto na resis- tência ao cisalhamento em vigas de concreto armado. Pela análise dos resultados de ensaios de modelos estruturais de lajes e vigas em condições análogas, foram identiicadas similaridades de efeitos no seu comportamento estrutural. As lajes e vigas análogas testadas tinham a mesma altura, taxa de armadura longitudinal e propriedades do concreto. Os concretos aplicados foram dosados para atingir di- ferentes níveis de resistência, inclusive aquelas consideradas elevadas. As ibras empregadas eram de ios de seção transversal circular e retangular, com ganchos nas extremidades e diferentes relações de aspecto. A capacidade resistente última e a ductilidade das lajes e vigas análogas mostraram as mesmas tendências, conforme o volume de ibras de aço variou entre 0% e 2%. Desenvolveu-se uma análise teórica para avaliar a capacidade resistente última das lajes e vigas, sendo que as principais conclusões foram: a) os ensaios de lexão sobre prismas de concreto fornecem informações muito úteis para a dosagem de concretos com ibras de aço e sua aplicação em lajes sujeitas à punção; b) modelos teóricos que assumem uma dependência linear entre capacidade resistente (à punção e ao cisalha- mento) e o volume de ibras oferecem resultados satisfatórios para dimensionamento.
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Estudo sobre armadura mínima de cisalhamento de lajes-cogumelo de concreto armado.

Estudo sobre armadura mínima de cisalhamento de lajes-cogumelo de concreto armado.

Dando início a estudo que visa deinir a armadura transversal mínima de lajes-cogumelo de concreto armado que, levando a uma superfície de ruptura por punção atravessando essa armadura, pode evitar uma ruptura brusca, foram testadas nove lajes de dimensões 1800 mm x 1800 mm x 130 mm. Suas principais variáveis foram o número de camadas de armadura de cisalhamento do tipo studs, a área dessa armadura em cada camada circunferencial e o diâmetro dos studs. Na tentativa da deinição da armadura mínima de punção das lajes, utilizou-se o parâmetro κ, igual à força total da armadura transversal situada dentro de tronco de cone de ruptura delimitado pela issura de cisalhamento dividida pela resistência à punção de laje semelhante sem armadura de cisalhamento. Os valores de κ das lajes variaram de 0,27 a 1,03 e ocorreu superfície de ruptura cruzando as camadas de studs quando κ foi menor que cerca de 0,70. Deiniu-se o valor de κ igual a 0,6 como próximo daquele mínimo para lajes com altura efetiva igual a 90 mm e taxa de armadura de lexão de 1,38%. Para as lajes com valor de κ dessa ordem, em relação à laje sem armadura transversal, os acréscimos de resistência à punção e de rotação foram, respectivamente, cerca de 10% e 30%.
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Análise experimental e numérica de lajes cogumelo de concreto armado.

Análise experimental e numérica de lajes cogumelo de concreto armado.

Observando a Figura 12, é possível notar-se que, assim como a laje anterior, sem capitel, os modelos numéricos das lajes com capitel LC2, LC3 e LC4 apresentaram rigidez maior em relação aos resultados experimentais. Porém, em relação à carga de rup- tura, mais uma vez o modelo numérico se aproximou do experi- mental na laje LC2 enquanto a carga de ruptura experimental foi de 427,0 kN, o modelo numérico atingiu o valor de 406,3 kN, ou seja, 4,8% de diferença entre os dois, porém para o estimado pelo EUROCODE 2 [11] uma diferença de 5,3%. Porém, as lajes com inclinação superior a 1:2 (LC3 e LC4) apresentaram um diferen- ça um pouco maior entre a carga de ruptura experimental e os modelos numéricos (ver Tabela 3). A laje LC3, com inclinação de 1:3, apresentou uma ruptura experimental de 518,5 kN e o modelo da análise numérica uma capacidade de carga de 456,5 kN, ou seja, diferença de 12%, porém com um comportamento adequado e modo de ruptura próximo ao que foi observado em laboratório. Também se destaca que houve um ganho na capacidade de carga em relação às lajes anteriores, proporcionado pelo aumento do capitel, e também foi observado uma superfície de ruptura interna ao capitel, assim como ocorreu com a laje ensaiada. Para a laje LC4 a carga experimental foi de 513,5 kN e a numérica de 457,3 kN, ou seja, a capacidade resistente da laje modelada foi 11% menor que a experimental. Nota-se que a laje com capitel com inclinação de 1:4 não apresentou melhora na capacidade resisten- te, quando comparada a laje com inclinação de 1:3 (LC3), assim como foi observado experimentalmente.
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Dimensionamento de Laje Cogumelo

Dimensionamento de Laje Cogumelo

Estabeleceu-se um modelo estrutural de laje plana, e foi realizada a análise desse através do Método dos Pórticos Equivalentes, prescrito pelo item 14.7.8 da ABNT NBR 6118:2014. As solicitações na estrutura foram encontradas com auxílio do programa de análise estrutural Ftool. O exemplo numérico se trata de um modelo de laje plana considerando a ação do efeito de punção atuante na ligação entre pilar e laje. Para esse fim, foi estabelecido um modelo de laje simétrica, na forma de um quadro de 12mx12m, com 14cm de espessura, lembrando que, o ABNT NBR 6118, no item 13.2.4.1, estabelece espessura mínima de 14cm para lajes-cogumelo. Na laje em questão, são distribuídos nove pilares com seção de 20cm x 20cm com 3m de altura.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL

A verificação à punção de lajes cogumelo, sejam protendidas ou de concreto armado, é baseada em informações de ensaios realizados, e, não obstante o grande número de pesquisas já realizadas na área, não se conhece totalmente a interação de todos os parâmetros na determinação da resistência desse tipo de ligações. Para as ligações laje-pilar de borda e de canto, o número de ensaios disponíveis é menor, e as formulações se apresentam extremamente conservadoras. Em estudos experimentais com estes tipos de conexões, a relação carga última experimental versus carga estimada pelas normas para a ruptura por punção é de aproximadamente o dobro, o que mostra as incertezas que existem no cálculo destes tipos de ligação. Isto justifica a necessidade de continuar ampliando os conhecimentos teórico-experimentais sobre o comportamento de lajes de concreto protendido, estudando algumas das variáveis que influenciam no cálculo da resistência a punção.
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FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Buscando avaliar experimentalmente o comportamento de lajes cogumelo de concreto armado, foram ensaiadas 12 lajes (Tabela 3.1), das quais 2 eram lajes lisas, com variação da seção transversal do pilar, e as 10 restantes com capitel, tendo como variáveis a seção transversal dos pilares e capitéis, e assim como a variação da inclinação ( α ) destes capitéis. As lajes foram confeccionadas com dimensões de (2600 x 2600) mm e espessura nominal de 140 mm, apoiadas em segmentos de pilares centrais com seção transversal variando conforme apresenta a Tabela 3.1 e 200 mm de comprimento. Todas as lajes têm a mesma armadura de flexão e a mesma armadura para os pilares. A média da taxa geométrica de armadura de flexão das lajes ( ρ ), considerando-se as duas direções, é de 1,04% e altura útil (d) planejada para 112,5 mm. Apesar dos pilares utilizarem seções transversais diferentes (quadrado, circular e retangular), todos mantiveram o mesmo perímetro, para obter-se uma maior base de comparação do desempenho entre os capitéis utilizados e seus respectivos perímetros de controle para as mesmas condições de apoio e carregamento.
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Influência do processo de secagem na qualidade do cogumelo shiitake.

Influência do processo de secagem na qualidade do cogumelo shiitake.

As curvas de cinética são instrumentos importantes no estudo da secagem de produtos alimentícios. BEYER & NOREÑA (2000) observaram que a taxa de secagem de cogumelos Agaricus bisporus decresceu com a redução da umidade e o período de taxa constante de secagem foi imperceptível. Verificaram que a perda de água do cogumelo se deu por difusão. MENDES et al. (2000) observaram, a partir das curvas de secagem a 65 °C de cogumelos Shiitake picados, que o processo teve duração total de 7,5 h, sendo que 80% da perda de massa ocorreu em 3,5 h e, com 5 h de operação, os cogumelos já tinham perdido 92% da massa.
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Estabilidade em edifícios de concreto armado com pavimentos em lajes planas.

Estabilidade em edifícios de concreto armado com pavimentos em lajes planas.

O presente trabalho aborda maneiras possíveis de avaliar estruturas de concreto armado destinadas a edifícios de múltiplos pavimentos quanto à instabilidade e necessidade de considerações de esforços de segunda ordem. A partir de plantas simples de estruturas em lajes planas, são considerados modelos com diferentes números de pavimentos. Os modelos não utilizam elementos de grande rigidez, como poços de elevadores e escadas. A modelagem utilizada adota os critérios simplificados para dimensionamento às ações verticais, formando pórticos com faixas de lajes admitidas como vigas de pequena altura. Estes modelos são avaliados. A partir dos resultados, analisa- se a validade a aplicação dos critérios para dispensa de consideração dos esforços globais de segunda ordem apresentados na NBR6118:2003, e se compara com a utilização do processo P- ∆. São comparados resultados para estruturas com e sem utilização de vigas invertidas na periferia.
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VERDADES E MITOS SOBRE O COGUMELO Agaricus blazei

VERDADES E MITOS SOBRE O COGUMELO Agaricus blazei

Since the 1990s, there has been a growing inter- est in Brazil in the cultivation not only of the mushrooms above mentioned but also in the ‘new’ mushroom spe- cies, discovered in the Brazilian town of Piedade in the Brazilian state of São Paulo in 1960 by a grower and re- searcher named Furumoto, who sent it to Japan in 1965 for investigation (Mizuno, 1995b). This mushroom was identified as Agaricus blazei Murrill by the Belgian sci- entist Dr. Heinemann in 1967 (Heinemann, 1993; Mizuno, 1995b) and was given the common name of Himematsutake in Japan, while in Brazil it was named the Piedade mushroom after the town where it was dis- covered, and later known as either medicinal mushroom or Sun Mushroom ® (Cogumelo do Sol ® in Portuguese) in
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eve atalbuquerque lajes

eve atalbuquerque lajes

Baseado nesta realidade buscou-se desenvolver a laje treliçada protendida (pré-tração) que é mais simples de se fabricar por dispensar o uso de extrusora e ainda [r]

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Avaliação in vivo da qualidade protéica do champignon do Brasil (Agaricusbrasiliensis Wasser et al.).

Avaliação in vivo da qualidade protéica do champignon do Brasil (Agaricusbrasiliensis Wasser et al.).

Em se tratando do peso inicial, os grupos não apresentaram diferença significante (p>0,05), guardando uma diferença não superior a 5 gramas entre si. Aos 14 dias de experimentação os grupos Caseína e Dieta Cogumelo já apresentavam dife- rença significante entre si (p<0,05), mantendo-se até o final do experimento (28 dias), o que se refletiu sobre o resultado calculado para o QEP. Este apresentou-se baixo, em uma escala de ava- liação de 0 a 4 atingiu 0,92, ou seja, apenas 23% do desenvolvimento esperado, comparando-se ao desempenho de proteínas de origem vegetal quando utilizadas como fonte única de proteína na composição de rações experimentais. Segundo a interpretação deste índice, para cada 1 grama de proteína do cogumelo Agaricus brasiliensis ingerida, é possível obter um crescimento ponderal de 0,92 g. Este valor é significantemente inferior ao obtido para a dieta padrão (CAS), cuja ingestão de 1 grama de proteína significou um incremento ponderal de 3,05 gramas (p<0,05). Quando avaliada a RPL, esta diferença entre os tratamentos aplicados diminui, podendo-se considerar a pro- teína do Agaricus brasiliensis como mais eficiente para a manutenção do turnover protéico do que
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Cruz Vermelha Brasileira, Filial de Santos

Cruz Vermelha Brasileira, Filial de Santos

Facilmente separado o cogumelo do seu caso, tanto das especies européas de Trichosporon como da Piedraia hortai, Peña conclue que se trata de um caso brasileiro [r]

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Agaricus brasiliensis (Cogumelo do Sol) : caracterização química e efeitos sobre o perfil de genes relacionados à homeostase do colesterol em ratos.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Agaricus brasiliensis (Cogumelo do Sol) : caracterização química e efeitos sobre o perfil de genes relacionados à homeostase do colesterol em ratos.

O Agaricus brasiliensis (Cogumelo do Sol) tem sido considerado uma importante fonte de compostos bioativos com potenciais benefícios à saúde. Diversas espécies de cogumelos têm sido relacionadas ao controle da hiperlipidemia. Contudo, os efeitos medicinais destes cogumelos são, muitas vezes, promovidos sem evidências científicas. No caso específico deste cogumelo, pouco se conhece sobre os seus mecanismos de ação em sistemas biológicos. Nesta perspectiva, e mediante o interesse que os cogumelos vêm despertando junto à comunidade científica e à população como um todo, o presente estudo refere-se ao Agaricus brasiliensis, popularmente conhecido como Cogumelo do Sol. Para tanto, após caracterização química e análise da atividade antioxidante e do potencial em inibir a atividade da HMG-CoA redutase in vitro do Agaricus brasiliensis, a proposta deste estudo foi investigar se a presença deste cogumelo na dieta afetaria a expressão de genes envolvidos no metabolismo do colesterol em modelo de hipercolesterolemia induzida pela dieta. Os resultados mostraram que o consumo deste cogumelo promoveu um significativo efeito hipocolesterolemiante, reduzindo o colesterol total e as frações aterogênicas do colesterol (LDL + VLDL). Para elucidar o mecanismo molecular envolvido neste efeito, analisamos o efeito do Agaricus brasiliensis sobre a expressão de fatores de transcrição (SREBP-2, LXR e PPAR), HMG-CoA redutase e Colesterol 7 hidroxilase (CYP7A1), dos transportadores ABCG5/G8 e dos receptores de LDL e o SR-BI, todos relacionados ao metabolismo do colesterol. Análise histológica do tecido hepático utilizando a coloração por Hematoxilina e Eosina também foi realizada. Para o ensaio biológico, foram utilizados 24 ratos Fischer (fêmeas), distribuídos em quatro grupos (6 animais/grupo): grupo C recebeu dieta padrão AIN-93M (4
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

No que diz respeito às comparações dos resultados experimentais com os previstos pelas normas, foram observadas algumas divergências. A resistência das lajes ao cisalhamento foi, em todos os casos, subestimada pelos códigos normativos ACI 318R (2008), CEB-FIP MC90 (1993) e NBR 6118 (ABNT, 2003), os quais previam um modo de ruptura por cisalhamento nas nervuras. No caso da resistência à punção as normas foram levemente conservadoras, apresentando resultados satisfatórios, com exceção da norma americana, com um percentual de 47% maior em relação aos resultados experimentais, mostrando-se a favor da segurança, porém antieconômica do ponto de vista construtivo. No mais, como em nenhuma laje ocorreu a ruptura por cisalhamento nas nervuras, o qual estava previsto pelas normas, considera-se que a capacidade máxima resistente era ainda maior, fato já comprovado por Souza (2007). Portanto, de uma forma mais ampla, notou-se que o comportamento do sistema estrutural com lajes nervuradas difere-se do sistema com lajes maciças, em que são baseadas as normas de projeto.
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DIMENSIONAMENTO DE LAJES ALVEOLARES

DIMENSIONAMENTO DE LAJES ALVEOLARES

Neste trabalho, teve-se como objetivo o desenvolvimento de planilhas para o dimensionamento de lajes alveolares protendidas, com a elaboração de um manual prático para explicar e apresentar os procedimentos seguidos. Como visto, percebeu-se que a verificação de tensões no ato de protensão e nas demais situações em serviço é o fator crítico para a determinação das características da laje. No entanto, pode ser feito o encapamento das cordoalhas nos apoios para reduzir as tensões provocadas pela protensão e manter assim, a peça segura. Para uma melhor compreensão das planilhas, foi resolvido um exemplo numérico como se fosse um projeto desenvolvido para um cliente, na qual ele fornece alguns dados de sua obra e deseja o dimensionamento da laje ideal.
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Lajes lisas nervuradas de concreto armado ao cisalhamento.

Lajes lisas nervuradas de concreto armado ao cisalhamento.

Apesar das vantagens citadas, a eliminação das vigas acarreta algumas desvantagens, tais como: aumento dos deslocamentos verticais (lechas) em relação às lajes convencionais com mes- mos vãos, diminuição da estabilidade global da estrutura devido às ações horizontais, possibilidade de ruptura por punção e, con- seqüentemente, colapso progressivo, além da possibilidade de ruptura por cisalhamento nas nervuras próximas à região maciça de concreto. A ruína por punção pode ocorrer devido à aplicação de cargas concentradas, ou distribuídas em pequenas áreas, di- retamente sobre as lajes. Segundo Souza e Cunha (1998) [2], este tipo de ruína ocorre de forma frágil e brusca (sem aviso prévio), pois normalmente ocorre antes que a armadura de lexão
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Análise de deformações em lajes fungiformes

Análise de deformações em lajes fungiformes

Fez-se em seguida a análise de duas lajes, uma simétrica e outra não simétrica, calculando os deslocamentos em 3 pontos notáveis, de forma a comparar os deslocamentos elásticos obtidos pelo programa de cálculo com os obtidos por este método. Fez-se assim o cálculo de três tipos de deslocamentos: o deslocamento elástico, o deslocamento a curto prazo, entrando com o efeito das armaduras e da fendilhação, e o deslocamento a longo prazo, entrando com o efeito das armaduras, da fendilhação e da fluência. Por último, fez-se uma comparação da ordem de grandeza do valor da razão entre os deslocamentos a longo prazo e os deslocamentos elásticos obtidos na laje, com os valores obtidos numa viga simplesmente apoiada, uma vez que em peças lineares se admite que o método é perfeitamente válido.
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Comportamento de lajes de betão armado pré-fendilhadas e reforçadas à flexão com laminados de CFRP inseridos pré-tensionados

Comportamento de lajes de betão armado pré-fendilhadas e reforçadas à flexão com laminados de CFRP inseridos pré-tensionados

exemplo descreve-se o sistema proposto por El-Hacha e Gaafar (2011). De acordo com os autores, duas ancoragens de aço (Figura 21) são coladas às extremidades do reforço de CFRP com adesivo epóxi, uma está fixa a uma das extremidades da viga/laje e a outra encontra-se livre na extremidade oposta. Dois suportes de aço são temporariamente aparafusados à extremidade onde se encontra a ancoragem livre: um usado para transferir a carga do macaco hidráulico para a ancoragem livre e o outro é utilizado como apoio ao macaco hidráulico. Posteriormente, para se atingir a pré-tensão necessária, a ancoragem livre foi afixada ao betão através de parafusos e os suportes temporários são removidos. Neste sistema é de salientar que o entalhe é preenchido, primeiramente, em apenas 3/4 da sua profundidade e, só após a pré- tensão é que o mesmo é preenchido na sua totalidade. Salienta-se também que as ancoragens de aço nas extremidades do CFRP são embebidas nas vigas/lajes.
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Escritas de luz: "Der prozess - The trial"

Escritas de luz: "Der prozess - The trial"

não é mais executado com uma faca, mas com uma dinamite — cuja fumaça foi, erroneamente, se- gundo Welles, confundida com a de um cogumelo atômico —, e ele se recusa a imolar a si mesm[r]

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