lâminas de irrigação

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Influência do nitrogênio e das lâminas de irrigação na qualidade fisiológica das sementes de mamoeiro.

Influência do nitrogênio e das lâminas de irrigação na qualidade fisiológica das sementes de mamoeiro.

De maneira análoga aos dados de primeira contagem, a aplicação de 10g de N também proporcionou o melhor resultado para a germinação, conforme mostra a Figura 2. Na mesma igura observa-se que os maiores valores para germinação foram encontrados quando foi a aplicada lâmina de irrigação correspondente a 109% da evapotranspiração, valor esse obtido matematicamente pelo ponto de máximo da equação de regressão. Assim, veriicou-se a possibilidade de produção de sementes de mamoeiro de alta qualidade, sem a necessidade do uso dispendioso de adubação nitrogenada, uma vez que esta dose se tornou mais eiciente quando associada com determinadas lâminas de irrigação.
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Fator de resposta do alecrim-pimenta a diferentes lâminas de irrigação.

Fator de resposta do alecrim-pimenta a diferentes lâminas de irrigação.

Os tratamentos consistiram de sete lâminas de irrigação (0,5; 0,75; 1,0; 1,2; 1,4; 1,65 e 1,9 da ETo calculada, denominadas T1, T2, T3, T4, T5, T6 e T7, respectivamente), com três repetições, distribuídas em blocos inteiramente casualizados, perfazendo 21 unidades experimentais. O solo de cada parcela ex- perimental foi saturado e as caixas foram tampadas, para impedir a evaporação da água, a im de se obter a capacidade de campo, após a drenagem total, a qual ocorreu três dias após a saturação, permitindo o início do experimento, para a realização do balanço hídrico.
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Produtividade e rendimento do cafeeiro submetido a lâminas de irrigação.

Produtividade e rendimento do cafeeiro submetido a lâminas de irrigação.

As doenças foram controladas com a utilização de fungicidas (azoxistrobina e tebuconazole), e os insetos- praga, com a aplicação dos princípios ativos fenpropatrina, deltametrina + triazofós, cloridrato de cartap e etiona, sempre aos primeiros sinais de ataque. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com oito tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos das lâminas de irrigação correspondentes a 0 (sem irrigação), 30, 60, 90, 120, 150, 180 e 210% da evaporação de água em tanque Classe A, com aplicação inicial dos tratamentos em agosto de 2001. A escolha dos tratamentos se baseou em trabalhos já realizados com a cultura do cafeeiro, como os de Gervásio (1998) e Karasawa (2001), que ao aplicar lâminas de 0 a 100% e de 0 a 120% da ECA, respectivamente, obtiveram, em Lavras, melhor desenvolvimento vegetativo e resposta linear crescente da produtividade à lâmina de irrigação. Como na Região do Triângulo Mineiro a quantidade anual de chuvas é ligeiramente menor do que em Lavras, optou-se por maiores valores de reposição de água.
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Cultivo do tomateiro em ambiente protegido sob doses de  e lâminas de irrigação

Cultivo do tomateiro em ambiente protegido sob doses de e lâminas de irrigação

Maggi (2006) avaliou variedades de alface sob diferentes lâminas de irrigação em ambiente protegido e observou que, na estufa, a elevação da temperatura do ar durante o dia, em que o balanço de energia é positivo, reduz os valores de umidade relativa do ar, tornando - os muitas vezes nas horas mais quentes do dia inferior aos valores observados em campo. Sendo que, a umidade relativa do ar varia exponencialmente com a variação de temperatura e para um mesmo conteúdo de vapor d´água no ar, a umidade relativa é inversamente proporcional à temperatura. Desta forma, durante o período diurno, com o aumento da temperatura, a umidade relativa diminui no interior da estufa, tornando-se inferior à verificada externamente. E, durante à noite, a umidade relativa aumenta chegando próxima a 100% devido à queda de temperatura e à retenção do vapor d´água pela cobertura plástica
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Crescimento da bananeira Grande Naine submetida a diferentes lâminas de irrigação em tabuleiro costeiro.

Crescimento da bananeira Grande Naine submetida a diferentes lâminas de irrigação em tabuleiro costeiro.

Na avaliação realizada aos quatro meses após o plantio não se veriicou qualquer efeito signiicativo dos manejos de irrigação para as variáveis estudadas (Tabela 1). Este comportamento se deve ao fato da diferenciação dos manejos de irrigação ocorrer somente depois do terceiro mês após o plantio tendo em vista que antes deste período a demanda hídrica da cultura foi suprida pela precipitação pluviométrica. Da mesma maneira, Braga Filho et al. (2008) não encontraram, avaliando diferentes lâminas de irrigação na cultura da bananeira, efeito
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Produção da cultura da couve-flor com diferentes lâminas de irrigação e doses de nitrogênio

Produção da cultura da couve-flor com diferentes lâminas de irrigação e doses de nitrogênio

O brócolis (Brassica oleracea) é uma espécie cultivada em diversas regiões do mundo. Aliado às condições climáticas adequadas, o manejo da adubação e da água é responsável por um bom desenvolvimento da cultura. O conhecimento adequado do efeito da água e do nitrogênio sobre o crescimento e rendimento das plantas é necessário; no entanto, existem poucas informações referentes à irrigação e à adubação nitrogenada desta brássica. Neste trabalho teve-se como objetivo avaliar o efeito da aplicação de lâminas de irrigação e de doses de nitrogênio na produção do brócolis híbrido Centenário. O experimento foi conduzido numa área experimental do campus da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa, MG. Amostras de solo foram coletadas na área experimental para determinação de suas características físicas e químicas. A adubação foi feita conforme recomendações para a cultura no estado de Minas Gerais. O transplantio das mudas foi feito em 14 de agosto de 2014, aos 38 dias após semeadura (DAS), com espaçamento de 70 cm x 50 cm, totalizando 24 plantas por parcela. Foi instalado um sistema de irrigação por gotejamento com linhas laterais dispostas paralelamente às fileiras de plantas, com um gotejador por planta, com vazão média de 2,24 L h -1 . A uniformidade de aplicação de água do sistema de irrigação foi avaliada, obtendo-se valores de CUC e CUD iguais a 94,51 e 91,57%, respectivamente. Os valores diários de evapotranspiração de referência (ET 0 ) foram calculadas com uso
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Produção e qualidade de melão amarelo influenciado por coberturas do solo e lâminas de irrigação no período chuvoso.

Produção e qualidade de melão amarelo influenciado por coberturas do solo e lâminas de irrigação no período chuvoso.

Houve interação entre os fatores coberturas de solo e lâminas de irrigação para a produtividade de frutos totais. Desdobrando-se essa interação, observou-se um comportamento decrescente da produtividade total com o aumento das lâminas de irrigação dentro do solo descoberto. Situação inversa ocorreu com esta característica com os plásticos prateado e marrom, ocorrendo um aumento da produtividade total à medida que se aumentaram as lâminas de irrigação (Tabela 2). A redução da produtividade com o aumento das lâminas de irrigação para o solo descoberto se deve, provavelmente, ao excesso de água, quando associada a maior lâmina com a água da chuva, o que não aconteceu na presença das coberturas plásticas, pois não ocorreu infiltração direta da água da chuva próxima às plantas.
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Crescimento vegetativo, produção de fitomassa e de óleo essencial de Melissa officinalis L. sob diferentes lâminas de irrigação.

Crescimento vegetativo, produção de fitomassa e de óleo essencial de Melissa officinalis L. sob diferentes lâminas de irrigação.

e maiores médias, respectivamente. As lâminas 1,50 ET0 e 1,75 ET0 apresentaram semelhança no incremento em diâmetro. Na lâmina com 1,25 ET0, a irrigação aplicada prejudicou o desenvolvimento. Sendo assim, a segunda (0,75 ET0) apresentou a lâmina de água adequada para aumentar a espessura do caule. A explicação pode estar relacionada ao investimento de metabólitos primários na emissão de folhas (Figura 1 b). Resultados contrastantes foram observados por SOUSA et al. (2008) ao trabalharem com Gossypium spp., em que observaram o aumento do diâmetro em função do aumento da quantidade de água, corroborando ALVES et al. (2000) em experimento com Coffea arabica L., quando avaliaram lâminas de irrigação: 0; 0,8; 0,6 e 0,4 de evaporação do tanque classe A (ECA) em função da adubação com N e K. A diferença de resposta entre as lâminas de água aplicadas a diferentes culturas deve- se à peculiaridade da espécie, pois as duas culturas trabalhadas pelos autores supracitados são lenhosas, enquanto que a melissa é uma espécie herbácea, em que a exigência da planta requer temperatura e umidade ideal para alcançar o sucesso de produção.
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Crescimento e produção de genótipos de gergelim em função de lâminas de irrigação.

Crescimento e produção de genótipos de gergelim em função de lâminas de irrigação.

Em geral, a acumulação de itomassa não foi afetada pelas lâminas de irrigação nos vários órgãos das plantas de gergelim com exceção do sistema radicular de G1, conforme já discutido. Ressalte-se a grande diferença entre os volumes aplicados de água correspondentes às lâminas com apenas 47,38 mm em L1, crescendo até 1.026,50 mm no tratamento de maior lâmina. Tais considerações são relevantes para se analisar a baixa exigência hídrica do gergelim ou, em outros termos, sua tolerância ao estresse hídrico pois no período do experimento não ocorreram chuvas desenvolvendo-se as plantas apenas com os volumes de água fornecidos pela irrigação. Resultados semelhantes também foram registrados por Boydak et al. (2007) e Erkan et al. (2007), em experimentos realizados na África. Segundo El Naim et al. (2010), é mais importante a regularidade de água à disposição das plantas de gergelim que o volume fornecido, o que aconteceu neste experimento podendo, em geral, ser a explicação para o crescimento satisfatório das plantas, mesmo com o pequeno volume de água na lâmina 1.
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Efeito de diferentes lâminas de irrigação na cultura do mamão.

Efeito de diferentes lâminas de irrigação na cultura do mamão.

A partir da análise de regressão, constatou-se que não houve ajuste adequado para a massa média dos frutos, embora a análise de variância tenha apontado influência dos tratamentos sobre a variável. GARCIA (2004) obteve resultados diferentes, verificando que o modelo de regressão linear expressou a variação da massa do fruto em função do incremento da lâmina de irrigação no mamoeiro. Da mesma forma, SILVA et al. (2001) constataram efeito linear das lâminas de irrigação sobre a cultura do mamão, utilizando turnos de rega de 2; 3 e 5 dias. A produtividade foi influenciada pelo aumento da lâmina de irrigação (Tabela 1). O maior rendimento foi obtido com a aplicação da maior lâmina de irrigação (150% da ECA), apesar de ser estatisticamente igual aos rendimentos dos tratamentos intermediários (75; 100 e 125% da ECA). Em contrapartida, o rendimento no tratamento com menor lâmina foi inferior aos demais, porém não diferindo dos tratamentos 2; 3 e 4.
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Crescimento do cafeeiro sob diferentes lâminas de irrigação e fertirrigação.

Crescimento do cafeeiro sob diferentes lâminas de irrigação e fertirrigação.

Com o objetivo de se avaliar os efeitos de diferentes lâminas de irrigação e parcelamentos para aplicação de fertilizantes via água de irrigação no crescimento do cafeeiro instalou-se, em uma área da UFLA, um experimento com cafeeiro Acaiá MG-1474, no qual foram testadas cinco diferentes lâminas de irrigação e três parcelamentos de adubação. As lâminas aplicadas correspondiam a percentuais da evaporação do tanque Classe A (ECA) representados por 0, 100, 80, 60 e 40%, enquanto a adubação foi realizada em 3, 6 e 9 parcelamentos, no período tradicional de adubação do cafeeiro. Foram avaliados parâmetros de crescimento da planta, dentre os quais somente os diâmetros do caule e da copa, comprimento do primeiro ramo plagiotrópico, e número de ramificações no primeiro ramo plagiotrópico sofreram efeitos significativos de lâmina. Os parcelamentos de adubação apresentaram efeito significativo para o comprimento do primeiro ramo plagiotrópico, sendo que a adubação em três parcelamentos foi a que surtiu melhor resultado. A interação lâmina x parcelamento foi significativa para alguns parâmetros de crescimento, porém esses resultados não apresentaram uma tendência comum que permitisse se constatar qual o tratamento mais indicado para a condução do cafeeiro. Palavras-chave: irrigação, fertirrigação, Coffea arabica L.
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Teor e rendimento de flavonóides em calêndula (Calendula officinalis L.) cultivada com diferentes lâminas de irrigação.

Teor e rendimento de flavonóides em calêndula (Calendula officinalis L.) cultivada com diferentes lâminas de irrigação.

O experimento foi instalado em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos de lâminas de irrigação baseadas na evaporação do tanque classe A (ECA), o qual é um dos métodos mais utilizados para estimativa da evapotranspiração (ETo), desenvolvido pelo Serviço Meteorológico Norte- Americano, onde se mede o efeito integrado da radiação solar, vento, temperatura e umidade relativa sobre a evaporação de superfície livre de água, no qual a planta responde as mesmas variáveis climáticas (Doorenbos & Pruitt, 1984). Os tratamentos foram: T1 - 0% (sem irrigação); T2 - 50%; T3 - 100% e T4 - 150% ECA, com cinco repetições. Utilizou-se irrigador manual com calibrações a cada 500 mL por meio do qual a água foi distribuída diariamente no período da manhã e de maneira uniforme. As lâminas de irrigação (Equação 01) foram estimadas com base nas leituras realizadas diariamente, sendo: hi a lâmina de irrigação (L); ECA a evaporação do tanque classe A (mm); Kp o coeficiente do tanque classe A; kc o coeficiente da cultura (Allen et al., 1998) e S a área do canteiro (2,25 m 2 ).
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Diferentes lâminas de irrigação e doses de nitrato de potássio, aplicadas via fertirrigação, sobre a cultura do mamão formosa

Diferentes lâminas de irrigação e doses de nitrato de potássio, aplicadas via fertirrigação, sobre a cultura do mamão formosa

O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito de diferentes lâminas de irrigação na cultura do mamão, grupo Formosa, variedade ‘Tainung Nº 1’, nas condições edafoclimáticas do Distrito de Irrigação Jaguaribe Apodi (DIJA), Limoeiro do Norte, Ceará. Para isso, foram aplicados níveis de irrigação correspondentes a 50, 75, 100, 125 e 150% da evaporação do Tanque Classe “A” (ECA). Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados com três repetições e cinco tratamentos. As variáveis analisadas foram o diâmetro do caule, o comprimento do fruto, o peso médio do fruto, o número de frutos por planta, a produtividade e o teor de sólidos solúveis totais. Os resultados obtidos demonstram que a utilização pelo produtor de maiores lâminas de irrigação aumenta o número de frutos por planta e a produtividade, entretanto, não altera o diâmetro do caule, o comprimento do fruto e o teor de sólidos solúveis totais.
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Coeficiente de cultivo e lâminas de irrigação do maracujazeiro amarelo nas condições semiáridas

Coeficiente de cultivo e lâminas de irrigação do maracujazeiro amarelo nas condições semiáridas

RESUMO: O trabalho teve como objetivo determinar o coeficiente de cultivo do maracujazeiro amarelo, definir lâminas de irrigação capazes de elevar a produtividade da cultura e a qualidade da produção nas condições ambientais da região semiárida do Piauí. O experimento foi realizado na área do Projeto Piloto de Fruticultura Irrigada no município de Santa Rosa, PI. Utilizou-se delineamento experimental blocos ao acaso, com seis tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos (lâminas de irrigação) foram definidos em função de percentagens da evapotranspiração de referência (ETo): T1: 25%; T2: 50%; T3: 75%; T4: 100%; T5: 125% e T6: 150%. Para o monitoramento da água no perfil do solo utilizou-se tensiômetros. Para determinação do coeficiente de cultivo (kc), utilizou-se o balanço de água no solo com base no tratamento de 100% reposição de água. Foram avaliadas características morfofisiológicas do maracujazeiro amarelo. A produtividade máxima de 27.052 kg ha -1 ano -1 foi obtida com aplicação da lâmina de irrigação de 763,80
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LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO APLICADAS AO CAFÉ CONILON NA FASE INICIAL DE DESENVOLVIMENTO

LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO APLICADAS AO CAFÉ CONILON NA FASE INICIAL DE DESENVOLVIMENTO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de lâminas de irrigação no desenvolvimento inicial do café conilon. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo. Os tratamentos foram distribuídos em parcelas subdivididas 5 x 7, sendo as parcelas constituídas por 5 níveis de lâminas de irrigação (20, 40, 60, 80 e 100% da lâmina evaporada do tanque “Classe A”) e as subparcelas por 7 níveis de tempo após o início do experimento (1, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias), em delineamento inteiramente casualizado, com 4 repetições. Foram avaliados: altura da planta, diâmetro da copa, diâmetro do caule, número de ramos plagiotrópicos e número de folhas. Concluiu-se que o melhor desenvolvimento se deu nos tratamentos irrigados com as lâminas de 80 e 100% da lâmina evaporada do tanque “Classe A”, e a lâmina de 20% foi a que proporcionou o menor crescimento das plantas.
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FORMAÇÃO DE PLÂNTULAS DE MARACUJAZEIRO-AMARELO SOB DIFERENTES LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E USO DE HIDROGEL

FORMAÇÃO DE PLÂNTULAS DE MARACUJAZEIRO-AMARELO SOB DIFERENTES LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E USO DE HIDROGEL

Após a semeadura, as caixas foram mantidas em prateleiras de metal com temperatura média de 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas. A intensidade luminosa (40 μmol m -2 s -1 ) foi proporcionada por lâmpadas fluorescentes, fixadas a uma distância de 31 cm acima da prateleira. Diariamente as caixas correspondentes a cada tratamento eram pesadas para a manutenção das porcentagens que compuseram as lâminas de irrigação.

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Resposta da mamoneira a lâminas de irrigação, ao número de dias com irrigação e a aplicação de nitrogênio

Resposta da mamoneira a lâminas de irrigação, ao número de dias com irrigação e a aplicação de nitrogênio

Com o objetivo de avaliar os fatores produtivos da variedade de mamoneira IAC-Guarani (Ricinus communis L.), sob diferentes lâminas de irrigação, foi instalado um experimento em uma área experimental da Universidade Federal do Ceará, no município de Fortaleza-CE (03º44’S, 38º33’W, 19,5 m). A semeadura foi feita em covas, espaçadas de 1,0 x 1,0 m. Durante o ciclo da cultura as plantas foram irrigadas diariamente, por gotejamento, onde as lâminas de irrigação foram quantificadas a partir da evaporação medida no tanque classe “A” (ECA). O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com cinco tratamentos: 25%, 50%, 75%, 100% e 125% da ECA, com quatro repetições. A colheita foi realizada em três etapas, isto é, à medida que os racemos de 1ª, 2ª e 3ª ordens foram amadurecendo e secando. Foram avaliados os fatores vegetativos e produtivos da cultura: altura até o primeiro racemo, diâmetro a cinco centímetros do solo, número de nós até o 1º racemo, tamanho do 1º racemo, número de frutos por racemo, peso de 100 sementes, produtividade do racemo; (1ª, 2ª e 3ª ordens) e produtividade total. A irrigação com base na lâmina de 1.310mm, (103,8% da ECA) proporcionou a maior produtividade total.
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LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO NA CULTURA DO CAFEEIRO

LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO NA CULTURA DO CAFEEIRO

Objetivou-se com este trabalho avaliar o desenvolvimento vegetativo, produtividade, rendimento e renda do cafeeiro Rubi, linhagem MG-1192, cultivado sob diferentes lâminas de irrigação no período de 2002 a 2008. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental do Glória, situada a 18º58’ de latitude sul e 48º12’ de longitude oeste, e altitude de aproximadamente 912 m, no município de Uberlândia, em Minas Gerais, Brasil, sob Latossolo Vermelho distrófico de textura argilosa. O clima local é do tipo Aw, sendo o inverno seco e o verão quente e chuvoso. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições e oito tratamentos, os quais equivaleram às lâminas de irrigação de 0% (sem irrigação), 30%, 60%, 90%, 120%, 150%, 180% e 210% correspondentes a evaporação em tanque classe A. O plantio foi realizado em janeiro de 2001, no espaçamento de 3,5 m entre linhas e 0,7 m entre plantas. As parcelas foram constituídas por três fileiras com oito plantas cada, sendo avaliadas as quatro plantas centrais da fileira central. Foi utilizado o sistema de irrigação por gotejamento, com emissores autocompensantes de vazão 3,5 L h -1 , sendo as irrigações realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras. Anualmente, foram mensurados a altura do cafeeiro, diâmetros de copa e de caule, comprimento de ramos plagiotrópicos e número de entrenós no ramo ortotrópico. A partir de 2003, em seis colheitas consecutivas, avaliou-se a produtividade, rendimento e renda. Com relação ao desenvolvimento vegetativo do cafeeiro, em média, as lâminas correspondentes a 131,7%, 148,6%, 148,5%, 141,6% e 125,9% da evaporação, em tanque classe A, proporcionaram os maiores valores para altura de plantas, diâmetros de copa e de caule, comprimento de ramos plagiotrópicos e número de entrenós no ramo ortotrópico, respectivamente. Para produtividade, rendimento e renda, não foi possível definir a melhor lâmina de irrigação. A irrigação não eliminou a bienualidade de produção, porém, promoveu maior desenvolvimento vegetativo e produção do cafeeiro, quando comparado com o tratamento de sequeiro.
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Comparação entre trȩs métodos para estimar lâminas de irrigação

Comparação entre trȩs métodos para estimar lâminas de irrigação

A freqüência de irrigação foi fator mais importante para evapotranspiração da cultura do que a quantidade de água aplicada via irrigação. O esgotamento de água no solo diminuiu com a redução do número de irrigações, ou seja, com o aumento do intervalo entre as irrigações; portanto, esse método não deve ser empregado quando se deseja economia de água. A produtividade da cultura foi diretamente relacionada à freqüência de irrigação. O método do tanque classe A superestimou os valores de lâminas de água em relação aos outros dois métodos, nas duas primeiras camadas de solo estudadas. Os métodos do EAS e do tanque classe A podem ser empregados quando se deseja uma cultura sem restrições hídricas e empregando-se um maior perfil do solo. O método Katerji apresentou bons resultados em condições de restrição hídrica.
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Crescimento da grama bermudas sob diferentes lâminas de irrigação

Crescimento da grama bermudas sob diferentes lâminas de irrigação

Este trabalho foi realizado com o objetivo de analisar a lâmina mais adequada para manter uma boa qualidade da Grama Bermudas ( ) para a prática do futebol com economia de recursos hídricos e elétricos. Foram utilizados quatro tratamentos: T1 – irrigado com uma lâmina de água de 50% da ETo; T2 – irrigado com uma lâmina de águade 75% da ETo; T3 – irrigado com uma lâmina de água de 100% da ETo e T4 – irrigado com uma lâmina de água de 150% da ETo, com uma freqüência diária de irrigação. A evapotranspiração de referência (ETo) foi obtida pelo método de 5enman Monteith. O trabalho foi realizado em uma área experimental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – Campus de Uberaba, nos períodos de junho a setembro de 2010 e de janeiro a março de 2011. Foram realizadas três avaliações das variáveis durante o período considerado. As amostras foram retiradas com extrator cilíndrico com 10 cm de diâmetro e 30 cm altura. Em cada amostra foi avaliado a altura e massa de matéria seca para as variáveis: da folha, raiz e material orgânico. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, composto por quatro tratamentos em cinco blocos. Não foram observadas diferenças significativas para massa de matéria seca das partes: aérea, raiz e material orgânico; e altura: da raiz e material orgânico. Os melhores resultados foram encontrados em T4, que apresentou maior altura da parte aérea.
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