Laranja - Armazenamento

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Aplicação de recobrimento prolonga a qualidade pós-colheita de laranja 'Valência Delta' durante armazenamento ambiente.

Aplicação de recobrimento prolonga a qualidade pós-colheita de laranja 'Valência Delta' durante armazenamento ambiente.

RESUMO - O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de cera à base de carnaúba na qualidade e conservação da laranja cv. ‘Valência Delta’, produzida em área de clima semiárido durante o armazenamento ambiente (24 °C ± 2 e 40% ± 5 U.R.). A influência da utilização do recobrimento nas propriedades físicas (perda de massa, umidade da casca e coloração do flavedo) e físico-químicas (sólidos solúveis, acidez titulável, pH, relação sólidos solúveis/acidez titulável, ácido ascórbico, flavonóides amarelos e polifenóis totais) foi avaliada a cada quatro dias, por um período de 28 dias. Observou-se perda de massa crescente durante o armazenamento; no entanto, os frutos recobertos perderam massa a taxas bem menores que os frutos controle. Em concordância, a umidade da casca diminuiu durante o armazenamento, sendo mais pronunciada nos frutos controle. Os teores de sólidos solúveis, acidez titulável, ácido ascórbico, flavonóides amarelos e polifenóis totais aumentaram, enquanto a relação sólidos solúveis/acidez titulável e pH decresceram ao longo do armazenamento. A aplicação de recobrimento à base de carnaúba prolongou a vida útil pós-colheita da laranja ‘Valência Delta’, cultivada no Estado do Ceará, através de uma significativa redução na perda de massa, intensificação do brilho do flavedo e manutenção das propriedades físicas e físico-químicas durante o armazenamento ambiente.
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Condições ótimas para o desverdecimento da laranja 'Pêra' e do limão 'Eureka' e alterações pós-colheita no armazenamento

Condições ótimas para o desverdecimento da laranja 'Pêra' e do limão 'Eureka' e alterações pós-colheita no armazenamento

Ao estudar a variação média na firmeza dos frutos de laranja ‘Pera’ foi observado que nas quarta e quinta semanas de armazenamento ocorreu diferença estatística entre a concentração de 12 ppm e as concentrações de 7 e 10 ppm, sendo que nestas duas semanas a firmeza dos frutos tratados a 12 ppm obtiveram as menores médias. Entretanto nas sétima e oitava semanas, os valores de firmeza já não apresentavam diferença significativa entre nenhum tratamento. Estes dados contradizem os de Mota et al. (1997), que estudando o desverdecimento e conservação pós-colheita de frutos de ‘Kunquat’ concluíram que não houve diferença significativa entre a textura dos frutos submetidos aos diferentes tratamentos durante o período de armazenamento (Tabela 35).
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EFEITO DAS EMBALAGENS NA ESTABILIDADE DE GELEIAS DE LARANJA DE BAIXO VALOR CALÓRICO DURANTE O ARMAZENAMENTO

EFEITO DAS EMBALAGENS NA ESTABILIDADE DE GELEIAS DE LARANJA DE BAIXO VALOR CALÓRICO DURANTE O ARMAZENAMENTO

A utilização de frutas como parte da alimentação é uma prática antiga, devido aos inúmeros benefícios que estas trazem à saúde. Porém, por serem muito perecíveis, houve necessidade de criar produtos que contenham frutas, a fim de aproveitar seus benefícios, mas com maior vida útil, como por exemplo, geleias de frutas. Apesar da grande evolução na área de desenvolvimento de produtos, a estabilidade ainda é uma questão difícil devido à sua alta complexidade. Questões relacionadas com a estabilidade dos produtos durante o armazenamento podem ser de ordem física, físico-química e/ou microbiológica, que podem influenciar na aceitação sensorial pelo consumidor. A embalagem também pode exercer influência na estabilidade do produto, pois pode permitir passagem de luz ou gases, como por exemplo o oxigênio, favorecendo a perda de compostos importantes na vida útil do produto. Diante desses fatores, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito das embalagens na estabilidade físico-química, física e microbiológica de geleias de laranja de baixo valor calórico durante o armazenamento. Para avaliação físico-química das geleias foram realizadas análises de pH, acidez, umidade e açúcares totais; para avaliação física foram realizadas análises de cor, reologia e sinérese e os parâmetros microbiológicos analisados foram coliformes totais e fungos e leveduras. O planejamento experimental foi um fatorial 2x7 sendo a embalagem (vidro e polipropileno) e o tempo de armazenamento (0, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias) os fatores de estudo. Os resultados demonstraram que o tempo de armazenamento favoreceu redução do pH e aumento da acidez, redução do índice de fluxo (apenas na embalagem de polipropileno), redução da intensidade do amarelo (b*) e crescimento de fungos e leveduras (maior em embalagens de polipropileno). Os parâmetros luminosidade (L*), intensidade do vermelho (a*), umidade, açúcares totais e índice de consistência tiveram tendência à estabilidade durante o armazenamento. A embalagem que sofreu menos alterações durante o armazenamento foi a embalagem de vidro, sendo, portanto, mais favorável para o acondicionamento das geleias. A vida útil das geleias de laranja de baixo valor calórico em relação aos parâmetros físico-químicos, físicos e microbiológicos foi de 180 dias.
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APLICAÇÃO DE ETILENO APÓS O ARMAZENAMENTO REFRIGERADO MELHORA A COLORAÇÃO DE LARANJA ‘VALÊNCIA’

APLICAÇÃO DE ETILENO APÓS O ARMAZENAMENTO REFRIGERADO MELHORA A COLORAÇÃO DE LARANJA ‘VALÊNCIA’

casca aumentou após o tratamento com etileno, devido ao aumento na atividade da clorofilase. O conteúdo de carotenoides não sofreu alteração em função dos tratamentos. Também não houve alteração significativa nos sólidos solúveis, acidez titulável, ratio, percentagem de suco, teor de ácido ascórbico e de etanol. Os teores de acetaldeído tiveram pequena elevação após os tratamentos com etileno, mas não causaram odor desagradável. A aplicação do etileno após o armazenamento refrigerado de laranja ‘Valência’ é eficiente para a melhoria na cor da casca, sem alteração significativa na qualidade interna da fruta.
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Frigoconservação e controle de podridões em laranja ‘valência’.

Frigoconservação e controle de podridões em laranja ‘valência’.

acidez titulável e os SST diferiram entre si, onde em AC os frutos apresentaram melhor qualidade, com níveis superiores de acidez titulável e SST. Nor- malmente, altos teores de açúcares e acidez estão associados à melhor qualidade dos frutos e ao maior potencial de armazenamento. As frutas cítricas, após a colheita, continuam a acumular SST devido à con- versão de ácidos orgânicos em glicolíticos interme- diários e, subseqüentemente, a hexoses. De modo geral, o conteúdo de ácidos orgânicos nas frutas aumenta durante os primeiros estádios de desenvol- vimento e, em seguida, decresce lenta e progressi- vamente durante e após o processo de maturação (FIORAVANÇO & MÂNICA, 1994). Porém, pelas tabelas 1 e 2, observa-se que houve um acréscimo da acidez com aumento do período de armazenamento, possivelmente devido ao acúmulo dos ácidos no interior da célula como resultado da desidratação do fruto. Comportamento semelhante de aumento da acidez foi observado por BRACKMANN & DONAZZOLO (1996) com laranjas ´Monte Parna- so`.
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PROCESSAMENTO MÍNIMO EM PÓS-COLHEITA DE LARANJA

PROCESSAMENTO MÍNIMO EM PÓS-COLHEITA DE LARANJA

O experimente teve o objetivo de avaliar propriedades químicas e físicas de laranjas pêra (Citrus sinensis L. Osbeck) processados minimamente de duas formas, cubos e rodelas, e avaliadas em dois tempos diferente. As laranjas foram lavadas, esterilizadas, pesadas, maceradas e feito as análises de graus brix, acidez titulável, pH e com isso a acidez titulável total, sólidos solúveis totais e o ratio. A outra parte das frutas foram acondicionadas em refrigeração de 0,9ºC por 15 dia, sendo feito as mesmas análises citadas em seguida. Em relação as análises feitas todas diferiram em relação ao processo aplicado e em dias de armazenamento, sendo o de rodelas maior em graus brix, acidez titulável, e com isso a ácidez titulável total, sólidos solúveis totais e menor o pH em relação a cubos.
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Laranja minimamente processada acondicionada em diferentes embalagens

Laranja minimamente processada acondicionada em diferentes embalagens

A Laranja Pera (Citrus sinensis L. Osbeck) é uma das mais importantes variedades citrícolas brasileira e uma das mais cultivadas do país, por ser doce e levemente ácida. É uma fruta não climatérica, necessitando ser colhida no ponto ideal de maturação, o que diminui sua vida útil, carecendo cuidados no armazenamento. O objetivo deste trabalho foi determinar o efeito de diferentes embalagens na conservação pós-colheita da laranja pera em ambiente refrigerado. Para isso foram realizadas avaliações de sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT), % de perda de massa e pH. As laranjas foram cortadas em seis partes semelhantes e armazenadas em embalagens (bandeja de isopor, bandejas de plástico descartável e saco zip) em temperatura constante de ±0,9 ºC por 21 dias. O uso da embalagem saco zip apresentou os melhores resultados nas avaliações, ATT, pH e % de perda de massa quando comparados à bandeja de plástico descartável e bandeja de isopor, porem na avaliação de sólidos solúveis totais (SST), não obteve resultado significativo na comparação, desta forma explica-se que embalagens perdem maior % de massa pois transpiram mais, no entanto conseguem manter os graus brix próximas do padrão colheita. Palavras-chave:; Armazenamento; Avaliação; Graus brix.
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Processamento minímo de laranja em diferentes cortes

Processamento minímo de laranja em diferentes cortes

Em relação a perda de massa (Gráfico 1) entre os cortes foi mais elevada onde não se retirou o albedo no armazenamento, devido à alta transpiração dos frutos e sua maior massa. A diminuição de massa está diretamente ligada à deterioração dos frutos. Diversos estudos envolvendo armazenamento pós-colheita de citros têm demonstrado que com a refrigeração no amrmazenamento ocasionaram menores perdas de massa pelos frutos. Referiram tal comportamento à desidratação, ocasionado pela dirença maior entre a pressão do vapor do interior do citro e do ambiente externo, portanto, ocorre uma maior atividade metabólica dos frutos (AGOSTINI et al., 2014).
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Processamento mínimo de laranja 'Pêra'

Processamento mínimo de laranja 'Pêra'

armazenamento dos frutos minimamente processados foi realizado a 6º e 12ºC. Foram realizadas análises físico-químicas, sensoriais e microbiológicas a cada 3 dias, por um período de 12 dias, para as laranjas a 6ºC e por um período de 9 dias para as laranjas a 12ºC. Determinaram-se também os teores de etanol e acetaldeído e a atividade da enzima peroxidase. As variáveis físico químicas determinadas não foram afetadas pelos tratamentos. Houve apenas efeito do tempo de armazenamento nos teores de sólidos solúveis, o qual reduziu aproximadamente 10% ao longo do armazenamento. Os níveis de contaminação microbiológica foram baixos, não sendo afetados pelos tratamentos. Houve acúmulo de acetaldeído e etanol em função da modificação da atmosfera, no entanto, isso não prejudicou o aroma e sabor dos frutos, que mantiveram-se aceitáveis até o final do armazenamento, assim como a aparência. A atividade da peroxidase foi baixa, sem influência dos tratamentos. A embalagem de PVC foi tão eficiente quanto a embalagem de polipropileno sob atmosfera modificada passiva ou ativa, dentro do período avaliado, permitindo a conservação das laranjas por até 9 dias a 12ºC e até 12 dias a 6ºC.
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Maturação e determinação do ponto de colheita de frutos de envira-caju.

Maturação e determinação do ponto de colheita de frutos de envira-caju.

RESUMO – O presente trabalho objetivou identiicar o ponto de colheita, os índices de maturação e a qua- lidade dos frutos da envireira-caju (Onychopetalum periquino). Os frutos foram colhidos em cinco estádios de maturação (1-verde; 2-verde-laranja; 3-laranja; 4-laranja-vinho, e 5-vinho), sendo o estádio 5 colhido já amadurecido na planta e usado como padrão na determinação do ponto de colheita e do índice de qualidade do fruto. Os frutos colhidos foram armazenados a 26 ± 3 ºC e 85-90% de UR. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema de parcela subdividida no tempo com tratamento adicional, com quatro repetições de três frutos cada. As parcelas compreenderam os estádios de maturação na colheita, e as subparcelas, a maturação no dia da análise (0 dia para todos os estádios, 4 dias para os estádios 1 e 2, e 2 dias para os estádios 3 e 4). A interação entre o ponto de colheita e o armazenamento afetou signiicativamente todas as variáveis analisadas, exceto o rendimento de polpa. Os frutos colhidos no estádio verde-laranja atingiram índices de qualidade equivalente aos frutos amadurecidos na planta, após o amadurecimento. O ponto de colheita dos frutos corresponde à cor verde-laranja da casca, contendo 0,14% de acidez total titulável (AT); 8,62% de sólidos solúveis (SS); 64,17 de SS/AT; 60,55 g de peso médio, e 60,37% de rendimento de polpa, constituindo índices coniáveis do ponto de colheita.
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Laranja Mecânica: violência ou violação?.

Laranja Mecânica: violência ou violação?.

Apesar de todas as agressões que efetuou, não será de graça que os únicos lugares onde vamos ver sangue escorrendo são todos eles no rosto do próprio Alex, após ser espancado por seus an[r]

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Biodisponibilidade de flavanonas e atividade antioxidante do suco de laranja fresco versus suco de laranja pasteurizado em humanos saudáveis

Biodisponibilidade de flavanonas e atividade antioxidante do suco de laranja fresco versus suco de laranja pasteurizado em humanos saudáveis

A hipótese de que a biodisponibilidade de fitonutrientes dietéticos é influenciada pela matriz alimentar em que eles são consumidos, fez com que Mullen et al (2008) investigassem o impacto do iogurte integral na biodisponibilidade e no metabolismo das flavanonas do suco de laranja. Plasma e urina foram colhidos durante 24 h após o consumo de 250 ml de suco de laranja, contendo um total de 168 �mol de hesperitina-7-O-rutinosídeo e 12 �mol de naringenina-7-O-rutinosídeo, com e sem 150 ml de iogurte integral. Os resultados revelaram que a hesperitina-7-O-glicuronídeo depois ingestão de suco de laranja teve uma Cmax de 922 nmol/L e um Tmax de 4,4 h. Quando o suco foi consumido com iogurte, nem a Cmax de 661 nmol/L nem o Tmax de 5,1 h foram significativamente diferentes dos obtidos com o suco sem iogurte. O glicuronídeo de hesperitina também foi excretado na urina juntamente com a hesperitina-O-glicuronídeo, hesperitina-O-glicuronídeo-O-sulfato, hesperitina-O-diglicuronídeo, naringenina-O-diglicuronídeo, naringenina-7-O-glicuronídeo e naringenina-4'-O-glicuronídeo. A excreção urinária não foi afetada pela adição de iogurte no suco, assim, houve pouco impacto do iogurte sobre o destino das flavanonas do suco de laranja. Os autores comentaram que são necessárias investigações detalhadas sobre a complexidade dos efeitos da matriz dos alimentos sobre a absorção dos flavonoides quando são consumidos como parte de uma refeição real, em oposição à ingestão com o estômago vazio de um único item alimentar (Tabelas 1 e 2).
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Alinhamento do Programa  Sala Laranja

Alinhamento do Programa Sala Laranja

No Inverna- PARTICIPAqAO DA MAE DA GABRIELA. 2.[r]

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Alinhamento do Programa  Sala Laranja 2

Alinhamento do Programa Sala Laranja 2

Tradicional (internacional) Ana Sofia Lemos (7 anos). F.[r]

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Caracterização física de pedúnculos de clones de cajueiro anão precoce em diferentes estádios de maturação.

Caracterização física de pedúnculos de clones de cajueiro anão precoce em diferentes estádios de maturação.

O pedúnculo é um pseudofruto, uma vez que a castanha é o verdadeiro fruto. A parte consumida in natura é o pedúnculo que se desenvolveu de modo diferente e cujas cores variam do amarelo ao vermelho (CARIOCA et al., 2003). Em peso, o caju é composto por 10% de castanha e 90% de pedúnculo. Dessas duas partes, o pedúnculo apresenta o menor aproveitamento - estima-se inferior a 12% da produção - (PAIVA et al., 2000). E uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos produtores de caju que visam o pedúnculo como produto é a vida útil extremamente curta do mesmo, devido à sua delicada estrutura, associada à rápida perda de firmeza, coloração e aparência (FIGUEIREDO et al., 2002). O pedúnculo do caju é altamente perecível quando armazenado em temperatura ambiente. Após o período de 48 horas, apresenta-se enrugado, fermenta e consequentemente perde sua atratividade. O curto período de armazenamento é de fundamental importância, pois dificulta ou até impossibilita o produtor de enviar seus frutos a centros consumidores mais distantes (FERREIRA et al., 2006), no entanto a vida útil pós-colheita do pedúnculo pode ser estendida por vinte dias através do uso de refrigeração (5 ºC; e 85 a 90% umidade relativa), sem prejuízos de injúrias pelo frio (FIGUEIREDO, 2000).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS - CCH DEPARTAMENTO DE PROCESSOS TÉCNICO-DOCUMENTAIS - DPTD DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO E ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS - CCH DEPARTAMENTO DE PROCESSOS TÉCNICO-DOCUMENTAIS - DPTD DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DE REPRODUÇÃO E ARMAZENAMENTO DE DOCUMENTOS

NOTA: a gelatina tem importante função na determinação das características do filme de prata possuindo vantagens (dilatação quando tratada por soluções de processamento permitindo atingir todos os cristais de prata; não se dissolve, não se desintegra e nem distorce a imagem na solução ou quando da secagem do filme; endurece logo após a secagem) e desvantagens (é suscetível aos arranhões, facilitando a degeneração e destruição da imagem; é um composto orgânico e portanto sujeito a fungos, bactérias e outros problemas similares, daí as precauções que devem ser tomadas em relação ao controle de temperatura, umidade e luminosidade nos locais de armazenamento dos microfilmes).
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Fraseologismos e cultura.

Fraseologismos e cultura.

Desse modo é legítimo perguntar-se o que motiva o uso da unidade lexical “laranja” em ficar a pão e laranja (= ficar na miséria) ou, em francês, apporter des oranges à quelqu’un (levar l[r]

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A representação do mal na literatura : A laranja mecânica

A representação do mal na literatura : A laranja mecânica

Eu estava nos fundos da Capela Wing (tinha quatro aqui na Prisesta 54-E), perto de onde os carcereiros ou tchassos ficavam com os seus rifles e suas imundas queixadas bolches[r]

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Open Protocolo de crioconservação de sementes de algodão (Gossypium hirsutum L.raça latifolium Hutch.) cultivares BRS 200 Marrom r BRS de

Open Protocolo de crioconservação de sementes de algodão (Gossypium hirsutum L.raça latifolium Hutch.) cultivares BRS 200 Marrom r BRS de

A deterioração das sementes envolve uma série de alterações fisiológicas, bioquímicas e físicas que, eventualmente, causam a perda de viabilidade e até a morte das sementes. Dentre as principais alterações envolvidas, destacam-se, o esgotamento das reservas alimentares, a alteração da composição química, como a oxidação dos lipídios e a quebra parcial das proteínas. Por outro lado, a longevidade das sementes é bastante influenciada pelas condições de armazenamento, sobretudo pelo teor de água e pela temperatura do armazenamento. Assim buscou-se com o presente trabalho, avaliar o efeito da crioconservação por um período de doze meses na composição química centesimal de sementes de duas cultivares de algodão colorido (BRS 200 Marrom e BRS Verde), congeladas a -25, -170 e -196 o C e descongeladas por três métodos (temperatura ambiente, banho-maria termostatizado a 40 o C e microondas regulado a 20% da potência máxima). Os resultados obtidos permitem concluir que as sementes das duas cultivares tem composição química similares e que de maneira geral houve uma diminuição das concentrações dos componentes químicos de reserva no decorrer do armazenamento, com exceção dos minerais.
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