Leite de tanque

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Detecção molecular de Staphylococcus aureus e de suas toxinas no leite de tanque de rebanhos bovinos, em condições de refrigeração e sob temperatura ambiente

Detecção molecular de Staphylococcus aureus e de suas toxinas no leite de tanque de rebanhos bovinos, em condições de refrigeração e sob temperatura ambiente

Pelas considerações levantadas, o exame microbiológico para detecção de S. aureus não apresentou bom resultado, se mostrando negativo em várias amostras (42,63%) consideradas positivas pela PCR. Godkin e Leslie (1993) e Ollis et al. (2005) já assinalavam a questão da baixa sensibilidade e alta especificidade quando para o isolamento desse agente em cultura simples de leite de tanque, comparado com culturas individuais dos animais. Quanto à PCR, vários autores tem indicado seu uso na detecção de S. aureus em cultura pura, buscando encontrar marcadores cada vez mais específicos e de fácil execução para a identificação correta desta espécie (LIU et al., 2007; UL- RIYAZ-UL-HASSAN et al., 2008), em leite e seus derivados (RIFFON et al., 2001; CHOTÁR et al., 2006). Essa atualização de marcadores deve ser feita constantemente, visto a variabilidade genética dentro da mesma espécie ao longo do tempo. Para exemplificar, os primers Sa442-1 e Sa442-2 desenvolvidos por Martineau et al. (1998) S. aureus-específicos falharam em confirmar um isolado clínico pela ausência do fragmento Sa442 alvo dos primers (KLAASSEN et al., 2003).
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Características físico-químicas, microbiológicas, celulares e detecção de resíduos de antibióticos em amostras de leite de tanque comunitário

Características físico-químicas, microbiológicas, celulares e detecção de resíduos de antibióticos em amostras de leite de tanque comunitário

resfriamento lento do leite ou estocagem por longos períodos. Além de ordenha de vacas com tetos sujos ou deficiências nos procedimentos de higienização do úbere antes da ordenha e qualidade não satisfatória da água (MURPHY, 1997). Apesar da legislação brasileira não estabelecer limites de tolerância para esses microrganismos, sabe-se que as boas práticas na obtenção do leite devem ser adotadas visto que muitos desses microrganismos produzem lipases e proteases termorresistentes que causam sabor amargo e rançoso no leite e derivados, dificultando a aceitação dos produtos no mercado interno e externo (SANTOS & BERGMANN, 2003).
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Características microbiológicas de amostras de leite de tanque comunitário

Características microbiológicas de amostras de leite de tanque comunitário

Os valores obtidos na contagem de mesófilos das 72 amostras de leite cru variaram de 6,2 x 10 2 a 2,2 x 10 7 UFC/mL. Brito et al. (2002), ao acompanharem a qualidade microbiológica do leite produzido por 12 rebanhos leiteiros, localizados em sete municípios da Zona da Mata do Estado de Minas Gerais, observaram médias geométricas das contagens de mesófilos abaixo de 6,5 x 10 5 UFC/mL em nove rebanhos e acima de 1,0 x 10 6 UFC/mL em três. Estes resultados foram mais elevados que os obtidos no presente estudo.

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Avaliação das consequências da introdução de um sistema de postdipping e backflush automatizado em duas salas de ordenha

Avaliação das consequências da introdução de um sistema de postdipping e backflush automatizado em duas salas de ordenha

Noutro estudo (Galton, 2004), com a utilização de outro sistema (Westfalia Surge Air Dip Technology ® ), não se registaram diferenças significativas (P>0,05) entre o teor de iodo no leite de tanque com aplicação manual do postdip por imersão face à aplicação automatizada pela máquina de ordenha, sugerindo que o backflush após o desacoplamento das tetinas foi suficiente para remover os resíduos de iodo no interior das tetinas. A entrada de iodo para a tubagem do leite (figura 21), devido a um mau posicionamento do conjunto das tetinas após o seu desacoplamento poderá ser um dos fatores que contribuem para o aumento do teor de iodo no leite, mesmo que o backflush seja eficiente na eliminação dos resíduos de iodo do interior das tetinas. Num estudo recente (Borucki Castro et al., 2010), as explorações que utilizavam iodo como predip apresentaram maiores níveis de iodo no leite, contrariamente ao que foi concluído anteriormente por Blowey e Collis (1992). Outros estudos reportaram que tanto o predipping como o postdipping com iodóforos aumentam os níveis de iodo no leite (Galton et al., 1984; Galton, 2004; Flachowsky et al., 2007). No presente estudo, a exploração B utilizava iodo como postdip antes da instalação do novo sistema e apresentava teores de iodo superiores ao da exploração A (embora de forma pouco acentuada), o que está de acordo com a bibliografia. Nos estudos de Galton (2004) e Flachowsky et al. (2007), verificou-se que a realização do postdipping (com iodo a 0,5%) aumentou significativamente a média da concentração de iodo no leite em 7,0 a 31,8 μg/l. Na exploração A o aumento registado foi de 36,0 μg/l e na exploração B de 55,0 μg/l, valores estes que se encontram próximos e concordantes com os referidos estudos.
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Detecção e contagem de Streptococcus agalactiae em leite bovino pela reação em cadeia...

Detecção e contagem de Streptococcus agalactiae em leite bovino pela reação em cadeia...

A técnica qPCR para a contagem de UFC/mL de S. agalactiae de leite de vaca e de tanque não foi equivalente a metodologia de referência, de acordo com os resultados do presente estudo. A correlação entre as contagens de S. agalactiae estimadas e medidas, por meio da equação de regressão, foi significativa apenas para as amostras de leite de tanque, em que 29% da contagem de S. agalactiae feita pela metodologia referência foram correlacionadas ao resultado da contagem de S. agalactiae estimada. Por outro lado, quando foi realizada a comparação entre as duas metodologias pelo teste de Bland-Altman P<0,0001, as duas metodologias não foram equivalentes para a quantificação de S. agalactiae oriundos de leite de vaca e de tanque. Botaro et al. (2012) apresentaram resultados similares aos do presente estudo, mas com avaliação de S. aureus. A não equivalência poderia ter ocorrido em razão da presença de S. agalactiae mortos ou não cultiváveis em algumas das amostras de leite, pois existe a ação de mecanismos da imunidade celular e humoral do hospedeiro sobre a viabilidade do patógeno causador da mastite, ainda que não se manifeste a infecção (GILLESPIE, OLIVER, 2005).
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Qualidade do leite em amostras individuais e de tanque de vacas leiteiras.

Qualidade do leite em amostras individuais e de tanque de vacas leiteiras.

Amostras de leite foram coletadas de tanques de expansão (n = 69) e das vacas individualmente (n = 3517), em propriedades com sistema de produção especializado (ES, n = 3), semiespecializado (SE, n = 5) e não especializado (NE, n = 7). A composição, contagem de células somáticas (CCS) e teor de nitrogênio ureico (NU) foram avaliados nos diferentes sistemas e estações do ano. Os dados foram comparados aos parâmetros da Instrução Normativa 51/2002 (IN51) para a região Sul do Brasil, de maio/2009 a junho/2010. Analisando os três sistemas de produção, 42% (n = 29/69) das amostras de leite dos tanques de expansão e 11% (n = 375/3517) das individuais aten- deram a IN51. Amostras de leite de tanque do sistema ES 70% (n = 14/20), SE 39% (n = 9/23) e NE 23% (n = 6/26) atenderam os critérios da IN51. Amostras de leite individuais apresentaram menor percentual com parâmetros mínimos da IN51 comparada ao tanque. O leite de vacas sadias dilui a CCS de vacas doentes, indicando que a CCS do tanque não é um indicador confiável para qualidade do leite. Os teores médios de gordura, proteína e sólidos totais em amostras de tanque foram semelhantes entre os sistemas de produção. A lactose e NU nas amostras do tanque foram similares entre as estações do ano. Em contraste, a CCS do tanque e individual não alcançaram os parâmetros da IN51. O teor médio de NU foi maior (P < 0,001) nas amostras de leite de tanque e individual do sistema especializado. A análise de amostras de leite de cada vaca permitiu melhoria nutricional do rebanho especializado.
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Avaliação de métodos de análises para determinação da contagem de células somáticas no leite cru, mantido em tanque de resfriamento

Avaliação de métodos de análises para determinação da contagem de células somáticas no leite cru, mantido em tanque de resfriamento

Resumo - A qualidade do leite cru mantido em tanque de resfriamento de oito propriedades do Rio Grande do Norte foi analisada, com o objetivo de avaliar métodos para determinação da contagem de células somáticas (CCS). Foram usados o kit Somaticell ® e o equipamento portátil Direct Cell Counter (DCC), sendo comparados entre si e com o MilkoScan TM FT+ (FOSS Denmark) que usa a metodologia do Infravermelho com Transformada de Fourier (IVTF). Os dados de CCS foram transformados para escore de células somáticas ECS log (CCS) e analisados pelo pacote estatístico SAS ® Statical Analisys System, (SAS, INSTITUTE, 1998). Foram feitas a comparação das médias e a correlação dos escores de células somáticas por meio do coeficiente de correlação de Pearson, sendo aplicado o Teste de Tukey a 1%. Não foi observada diferença significativa para a comparação das médias. A correlação entre os escores de células somáticas foi significativa, sendo de 0,907 e 0,876 entre o MilkoScan TM FT+ e o kit Somaticell ® e o Direct Cell Count (DCC) respectivamente, e de 0,943 entre o kit Somaticell ® e o Direct Cell Count (DCC). Os métodos avaliados podem ser recomendados para o monitoramento da qualidade do leite cru refrigerado mantido em tanque de resfriamento em nível de unidade produtiva.
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ASPECTOS GERAIS DE DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE EM MINNESOTA NOS ESTADOS UNIDOS

ASPECTOS GERAIS DE DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE EM MINNESOTA NOS ESTADOS UNIDOS

Neste trabalho descreve-se as atividades realizadas no estágio supervisionado em duas fazendas de produção de leite no estado de Minnesota nos Estados Unidos da América. As duas propriedades constituem dois sistemas de produção de leite diferente, e por essa razão o presente trabalho será dividido em duas partes. A primeira parte do trabalho relata a rotina de manejo e as atividades realizadas na Fazenda Lexy-Lane, na cidade de Kenyon. Essa fazenda considerada de pequeno porte ou familiar, cria vacas holandesas em um sistema de tie stall. A segunda parte descreve a rotina e as atividades realizadas na Fazenda Bombay Dairy, também localizada na cidade de Kenyon. Essa fazenda por sua vez é considerada de médio a grande porte. Ali também são criadas vacas holandesas, porém num sistema free stall.
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Detecção de anticorpos contra o vírus da diarréia viral bovina (BVD) no soro sangüíneo, no leite individual e no leite de conjunto em tanque de expansão de rebanhos não vacinados

Detecção de anticorpos contra o vírus da diarréia viral bovina (BVD) no soro sangüíneo, no leite individual e no leite de conjunto em tanque de expansão de rebanhos não vacinados

LI STA DE FI GURAS................................................................................ LI STA DE QUADROS.............................................................................. LI STA DE TABELAS................................................................................ 1 RESUMO............................................................................................ 2 I NTRODUÇÃO E REVI SÃO DA LI TERATURA.......................................... 3 OBJETI VOS........................................................................................ 4 MATERI AL E MÉTODOS....................................................................... 4.1 Caracterização das populações estudadas.......................................... 4.2 Colheita das amostras...................................................................... 4.2.1 Soro sangüíneo...................................................................... 4.2.2 Leite..................................................................................... 4.2.2.1 Amostra individual...................................................... 4.2.2.2 Amostra de conjunto................................................... 4.3 Teste sorológico.............................................................................. 4.3.1 “kit” de ELI SA................ ........................................................ 4.3.2 Preparação das amostras e reagentes..................................... 4.3.3 Manipulação das amostras e controles..................................... 4.3.3.1 Características de diluição das amostras de soro sangüíneo e controles................................................. 4.3.3.2 Características de diluição das amostras de leite........... 4.3.4 1 a lavagem de placas............................................................. 4.3.5 Adição do conjugado.............................................................. 4.3.6 Adição do substrato............................................................... 4.3.7 Adição da solução “ stopping” e leitura dos resultados............... 4.3.8 I nterpretação dos resultados.................................................. 4.4 Análise estatística........................................... ................................. 5 RESULTADOS..................................................................................... 6 DI SCUSSÃO....................................................................................... 7 CONCLUSÕES..................................................................................... 8 REFERÊNCI AS BI BLI OGRÁFI CAS.......................................................... 9 ABSTRACT.........................................................................................
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Economia de escala no processo de resfriamento do leite.

Economia de escala no processo de resfriamento do leite.

O escopo deste artigo restringe-se ao processo de resfriamento do leite cru tipo B, o qual inicia-se com o enchimento do tanque após a ordenha dos animais e encerra-se no esvaziamento do tanque, no momento da coleta do leite pela indústria. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Instrução Normativa 51, entende-se leite cru refrigerado tipo B, o produto integral quanto ao teor de gordura, refrigerado em propriedade rural produtora de leite e nela mantido pelo período máximo de 48h, em temperatura igual ou inferior a 4ºC, que deve ser atingida no máximo 3h após o término da ordenha, transportado para estabelecimento industrial, para ser processado, onde deve apresentar, no momento do seu recebimento, temperatura igual ou inferior a 7ºC. Esse processo requer a estrutura da “Sala de leite”, onde deve ser instalado o equipamento de refrigeração em placas ou por expansão direta.
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Avaliação da sensibilidade da cultura de leite do tanque para isolamento de agentes contagiosos da mastite bovina.

Avaliação da sensibilidade da cultura de leite do tanque para isolamento de agentes contagiosos da mastite bovina.

Os resultados mostraram que o exame microbiológico do leite do tanque pode ser empregado nas condições brasilei- ras, desde que sejam obedecidos os critérios de uso de meios seletivos, coleta adequada da amostra, análise de pelo me- nos três amostras consecutivas e identificação criteriosa das espécies de microrganismos, especialmente com relação a S. aureus e S. agalactiae. Este método tem sido usado em outros países para monitoração de programas de controle da mastite e triagem de rebanhos especialmente para a mastite subclínica, causada por organismos contagiosos. Nesse caso recomenda-se o exame de amostras periódicas mensais (Bartlett et al. 1991, Edmondson 1993, Farnsworth 1993, Farnsworth 1997, Godkin & Leslie 1993, Bramley et al. 1996). É também um método prático e menos dispendioso, pois possibilita a avaliação do conjunto de animais. A coleta do leite pode ser realizada diretamente nos rebanhos ou na pla- taforma de recepção da indústria, o que oferece a vantagem de permitir a triagem de rebanhos com rapidez e sem custos com o transporte. Além disso, se o exame é associado à con- tagem de células, fornece uma indicação mais precisa do es- tado de saúde do rebanho.
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Pesquisa de Staphylococcus aureus em leite a ser pasteurizado.

Pesquisa de Staphylococcus aureus em leite a ser pasteurizado.

dutor desta toxina e podemos concluir que, desde o resfriamento, não mais será produzida, mesmo havendo cepas entero- tóxicas no leite. Entretanto, antes de che- gar ao tanque de resfria[r]

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Sólidos totais do leite em amostras de tanque nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Sólidos totais do leite em amostras de tanque nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

RESUMO - Objetivou-se, neste trabalho, estudar a variação dos sólidos totais em amostras de leite de tanques de 32.590 rebanhos dos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Foram analisadas 257.540 amostras de leite de tanques coletadas entre janeiro de 1999 e novembro de 2001, no Laboratório Central do Programa de Análise de Rebanhos Leiteiros do Paraná (PARLPR), da Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa. Utilizando-se o método dos quadrados mínimos, foram estudados os efeitos de rebanho, região, mês e ano de análise, idade da amostra e escore de células somáticas sobre os sólidos totais, em amostras de leite de tanques. As médias ajustadas dos sólidos totais por região variaram de 11,78 a 12,83%; a maior média foi verificada em maio de 2001 e a menor, em janeiro de 2000; os sólidos totais não demonstraram variação até o quinto dia de análise; o efeito de escore de células somáticas foi contraditório, se comparado aos relatados por outros autores. Todos os fatores incluídos no modelo linear foram altamente significativos sobre as características analisadas. O coeficiente de correlação entre sólidos totais e seus componentes foi de 0,875 para gordura, 0,653 para proteína, 0,237 para lactose, e 0,643 para sólidos não-gordurosos. A correlação de sólidos totais com contagem de células somáticas foi 0,012, e com escore de células somáticas, de 0,023.
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Aguas residuales (continuacion)

Aguas residuales (continuacion)

Tanque de dosificación.-El tanque de dosificación recibe el desagüe del tanque Imhoff o del tanque de sedimentación, y el líquido permanece un tiempo allí antes de reg[r]

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Leite materno, fórmulas e circuito de biberões e tetinas em ambiente hospitalar – Normas de Orientação Clínica

Leite materno, fórmulas e circuito de biberões e tetinas em ambiente hospitalar – Normas de Orientação Clínica

É da responsabilidade dos Enfermeiros das Unidades de Internamento garantir que as instruções de recolha e transporte de leite materno (LM) sejam fornecidas por escrito, adequadamente explicadas e seguidas pelas mães. A extração de LM deve ser feita com higiene rigorosa das mãos por parte de todos os que manuseiam o leite.

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Avaliação através do método de contagem de Unidades Formadoras de Colônias (UFC) o crescimento no leite de colônias de Candida spp e Klebsiella pneumoniae isoladas de tanque de refrigeração de leite,V.Zappa, P.A.Melville, N.R.Benites.

Avaliação através do método de contagem de Unidades Formadoras de Colônias (UFC) o crescimento no leite de colônias de Candida spp e Klebsiella pneumoniae isoladas de tanque de refrigeração de leite,V.Zappa, P.A.Melville, N.R.Benites.

O leite é um dos alimentos mais populares e de fácil obtenção para as classes menos favorecidas. O consumo de leite informal cresceu devido ao consumidor deste produto acreditar que este leite é melhor que o leite pasteurizado ou longa vida. Estes consumidores acreditam estarem consumindo um produto mais “natural” e “mais forte”, por ser um produto que vem direto da fazenda. O consumo deste leite torna-se ainda mais perigoso quando consumidos por crianças prematuras, recém nascidos, indivíduos imunossuprimidos, e idosos. O leite informal ou clandestino, sem nenhuma fiscalização, vendido diretamente ao consumidor representa atualmente, no Brasil, quase metade de toda a comercialização do leite. Várias são as razões para que isso ocorra, como origens culturais e econômicas e sociais (COSTA, 1999; FARIA, 1999).
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Formulações monoestágio para o problema de programação da produção de bebidas dois estágios com sincronia.

Formulações monoestágio para o problema de programação da produção de bebidas dois estágios com sincronia.

Ao considerar apenas um parâmetro para caracterizar o tempo de troca de uma bebida i para uma j, independentemente de se estar na linha ou no tanque, o tempo de espera acrescentado na restrição de capacidade (9) fica definido no tempo de troca de bebida. Além disto, é necessário definir apenas o sequenciamento das linhas, pois o trade-off entre priorizar o sequenciamento dos xaropes ou bebidas para minimizar custos de troca está embutido em uma única matriz. E assim, fica definida a sincronia entre o estágio I e o estágio II, pois a linha (tanque) não inicia o envase (ou o envio do xarope) antes que o outro estágio esteja pronto. Desta forma, as restrições do tipo (12) são mantidas, pois elas garantem que as trocas serão contabilizadas nas restrições (13). Os tempos e custos de troca de produção em subperíodos ociosos são anulados com o auxílio de um novo conjunto de variáveis. O modelo monoestágio proposto é detalhado a seguir.
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Controlo do tipo Takagi-Sugeno Difuso Robusto em sistemas não lineares não afins

Controlo do tipo Takagi-Sugeno Difuso Robusto em sistemas não lineares não afins

O Processo MIMO representado por um sistema de três tanques, é apresentado conforme a figura 6.1. Este sistema contém reservatórios, de tamanhos idênticos, nos quais recebem água com um corante de cor azul. Os tanques 1 e 2, encontram- se posicionados nas lateriais do sistema, ambos alimentados por bombas indi- viduais. O tanque 3, encontra-se instalado na parte central do mesmo sistema, ligado aos tanques 1 e 2, através de tubos de secção cilíndrica. Todos os tanques contém válvulas que são ajustadas manualmente. A medição dos níveis de líquido de cada tanque é obtida através de transdutores na gama [ 10;+10] Volts. A vál- vula de escoamento principal encontra-se no tanque 2. Também existem mais três válvulas complementares, uma em cada tanque, destinadas como caudal de
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Análise numérica de um coletor solar de tubo evacuado

Análise numérica de um coletor solar de tubo evacuado

Budihardjo e Morrison (2009) realizaram uma pesquisa comparativa entre um coletor solar de tubos evacuados e outro de placas planas . Os parâmetros de comparação experimentais foram obtidos através de uma metodologia de testes experimentais e análises numéricas para o cálculo da eficiência destes equipamentos. Neste trabalho, um sistema de coletor solar com 30 tubos evacuados foi comparado com um sistema de duas placas planas para a região de Sydney, Austrália. Como conclusão, a comparação entre o tubo evacuado e a placa plana demonstrou que a capacidade de armazenamento térmico do primeiro é ligeiramente inferior, mas que sua eficiência é menos influenciada pelo tamanho do tanque armazenador.
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Avaliação de tanques de escorva utilizados em substituição à válvula-de-pé em instalações de bombeamento.

Avaliação de tanques de escorva utilizados em substituição à válvula-de-pé em instalações de bombeamento.

Segundo KARASSIK et al. (1986), o volume do tanque de escorva deve ser aproximadamente três vezes o volume da tubulação de sucção. Essa indicação coincide com o realizado na prática, pois os tanques de escorva vêm sendo muito utilizados em sistemas de irrigação em geral e também em sistemas de bombeamento de vinhaça no cultivo de cana-de-açúcar, com duas a três vezes o volume do tubo de sucção. Porém, na prática, também têm-se observado falhas de funcionamento dos tanques, não se conseguindo escorvar a instalação e ocorrendo até o esmagamento do tanque por falta de resistência ao vácuo.
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