Leptospirose em caprinos

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Prevalência de leptospirose em caprinos leiteiros do semiárido paraibano.

Prevalência de leptospirose em caprinos leiteiros do semiárido paraibano.

ABSTRACT.- Higino S.S.S., Alves C.J., Santos C.S.A.B., Vasconcellos S.A., Silva M.L.C.R., Brasil A.W.L., Pimenta C.L.R.M. & Azevedo S.S. 2012. [Prevalence of leptospirosis in dairy goats in the semiarid region of Paraíba state.] Prevalência de leptospirose em caprinos leiteiros do semiárido paraibano. Pesquisa Veterinária Brasileira 32(3):199-203. Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária, Av. Universitária s/n, Patos, PB 58700-970, Brazil. E-mail: sergio.azevedo@pq.cnpq.br

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Caracterização epidemiológica da Leptospirose em caprinos leiteiros no Semiárido da Paraíba, Brasil.

Caracterização epidemiológica da Leptospirose em caprinos leiteiros no Semiárido da Paraíba, Brasil.

A leptospirose em pequenos ruminantes é uma doença que pode causar perdas econômicas devido a ocorrência de abortamentos, natimortalidade e diminuição da produção de leite. Este trabalho teve como objetivos determinar a prevalência de propriedades de caprinos leiteiros positivas e de animais soropositivos para leptospirose no semiárido paraibano, bem como identificar fatores de risco associados à prevalência de propriedades positivas. A amostragem foi delineada para a determinação da prevalência de propriedades positivas (focos) e de animais soropositivos para a infecção por Leptospira spp. No total, foram colhidas amostras de sangue de 975 animais procedentes de 110 propriedades leiteiras localizadas no Munícipio de Monteiro, microrregião do Cariri Ocidental, Estado da Paraíba. Para o diagnóstico da infecção por Leptospira spp., foi utilizado o teste de soroaglutinação microscópica (SAM), utilizando como antígenos 24 sorovares. Uma propriedade foi considerada foco quando apresentou pelo menos um animal soropositivo. As prevalências de propriedades positivas e de animais soropositivos foram de 43,6% (IC 95% = 34,2% - 53,4%) e de 8,7% (IC 95% = 5,7% - 12,9%), respectivamente. Nos animais, os sorovares mais frequentes foram Autumnalis (1,74%; IC 95% = 0,97% – 3,09%), Sentot (1,71%; IC 95% = 0,82% – 3,52%) e Whitcomb (1,39%; IC 95% = 0,65% – 2,93%), e nas propriedades, os sorovares Autumnalis (10,9%; IC 95% = 5,8% – 18,3%), Whitcomb (8,2%; IC 95% = 3,8% – 15,0%) e Sentot e Patoc (7,3%; IC 95% = 3,2% – 13,8%) foram os mais frequentes. Presença de roedores (OR = 2,78, P = 0,015) foi identificada como fator de risco. Também houve associação entre o histórico de infertilidade (OR = 14,74, P = 0,015) e a prevalência de rebanhos positivos. Sugere-se que a infecção está distribuída em caprinos da região, e um programa de controle de roedores deve ser incluído nas práticas de manejo dos rebanhos com o intuito de reduzir a transmissão do agente e, consequentemente, reduzir a prevalência de rebanhos positivos e ocorrência de problemas reprodutivos, tais como infertilidade.
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Levantamento sorológico da leptospirose em caprinos leiteiros no Rio Grande do Sul, Brasil.

Levantamento sorológico da leptospirose em caprinos leiteiros no Rio Grande do Sul, Brasil.

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Patogênese da síndrome pulmonar hemorrágica na leptospirose humana

Patogênese da síndrome pulmonar hemorrágica na leptospirose humana

39 É sabido que células endoteliais desempenham um importante papel na regulação da coagulação e fibrinólise. O endotélio é capaz de expressar fatores teciduais, fator de von Willebrand e uma variedade de citocinas em resposta a vários patógenos. Yang et al. (2006) em um estudo utilizando modelo experimental revelaram evidência de ativação plaquetária baseado no aumento de níveis plasmáticos de 11-desidrogenato tromboxano B2 (11-DH-TXB2), sem aumento de D-dímero, TAT e produtos de degradação de fibrinogênio, além de ausência de trombo fibrino-plaquetário, ou seja, excluindo a presença de CIVD. Neste estudo houve aumento do nível trombomodulina, refletindo injuria de células endoteliais na leptospirose 14 . Além disso, Ren et al. (2003) identificaram um gene colA no sequenciamento genômico da cepa Lai, que codificaria colagenase microbiana, mediadora da injuria endotelial na leptospirose. Os outros achados incluem vários genes de L. interrogans que codificam proteínas homólogas às proteínas animais que exercem papel fundamental na hemostase, incluindo a proteína que se assemelha a PAF acetilhidrolase (pafAH) e outra proteína que mostrou semelhança aos domínios do fator de von Willebrand tipo A, havendo a possibilidade da ação destas proteínas na hemostasia na leptospirose 54 . A destruição periférica plaquetária imuno-mediada, parece ser a hipótese que melhor explica a trombocitopenia associada à doença.
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Análise retrospectiva de exames sorológicos de leptospirose animal executados no Laboratório de Leptospirose e Brucelose da Unesp, câmpus Jaboticabal, de 2007 a 2015

Análise retrospectiva de exames sorológicos de leptospirose animal executados no Laboratório de Leptospirose e Brucelose da Unesp, câmpus Jaboticabal, de 2007 a 2015

A MAT é o teste mais utilizado para o diagnóstico da leptospirose, porém não é possível discriminar anticorpos resultantes da infecção ou da vacinação. O critério mínimo da MAT é o emprego de antígenos que sejam representativos dos sorogrupos existentes em determinadas regiões ou no país onde o teste está sendo empregado. É um teste trabalhoso, uma vez que para sua realização são necessárias culturas vivas de Leptospira, e sua sensibilidade depende da etapa de infecção em que o animal se encontra. O critério utilizado para indicar uma infecção atual por Leptospira é o título superior a 400 na presença de sinais clínicos e o histórico do animal. Entretanto, a MAT possui certas limitações para o diagnóstico de infecções crônicas, tanto em casos de aborto como na identificação de portadores renais, em que os títulos estão caindo ou estáticos (FAINE et al., 1999; ELLIS, 2015).
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Estudo epidemio-clínico de 51 casos de leptospirose.

Estudo epidemio-clínico de 51 casos de leptospirose.

Os sintomas mais frequentes foram febre e mialgia.. 42[r]

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LEPTOSPIROSE EM SUÍNOS: ETIOLOGIA, DIAGNÓSTICO E CONTROLE (REVISÃO)

LEPTOSPIROSE EM SUÍNOS: ETIOLOGIA, DIAGNÓSTICO E CONTROLE (REVISÃO)

No Rio Grande do Sul a doença é de ocorrência muito freqüente, sendo detectada principalmente através de sorologia.A resposta sorológica em rebanhos suínos em nosso Estado tem se modifi[r]

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Estabelecimento da leptospirose por infecção experimental em hamsters (Mesocricetus...

Estabelecimento da leptospirose por infecção experimental em hamsters (Mesocricetus...

Os achados histopatológicos dos animais que vieram a óbito em todos os grupos estudados indicam que a estirpe LO4 provoca alterações morfológicas importantes que se caracterizaram pela presença de lesões típicas de um processo inflamatório agudo, com riqueza de alterações vasculares nos tecidos renais, uterinos e cerebral e a presença de infiltrados de células inflamatórias. Brito (1968) verificou que as alterações celulares decorrentes da presença das leptospiras em tecidos com tropismo positivo para este microorganismo, tais como fígado e rins, podem ser visualizadas através da coloração de Hematoxilina-Eosina. Nos rins, os túbulos proximais e distais podem se apresentar dilatados com edema intersticial, sobretudo na junção córtex medular, bem como áreas de infiltrados inflamatórios com linfócitos, histiócitos e raros eosinófilos que são encontrados ao redor dos glomérulos. Cox e Twigg (1981) inocularam hamsters pela escarificação da pele abdominal, com o sorovar Icterohaemorragiae, e observaram, nos rins, a presença de leptospiras degeneradas no interior de fagócitos e lesão tubular. Camargo et al. (1994) observaram nos ovários de hamsters inoculados com o sorovar Pomona, na fase aguda da doença, a grande presença de alterações vasculares. Cruz (1986) atribui o comprometimento do endotélio vascular a causa primária das lesões verificadas na leptospirose aguda. Oliva et al. (1994) reproduziram a leptospirose aguda em hamsters sírios machos, infectados com os sorovares Pomona, Canícola e Icterohaemorrhagiae e relataram que todos os animais apresentaram processos congestivos e hemorrágicos cuja intensidade variou de acordo com o sorovar aplicado, sendo que nos animais inoculados com o sorovar Pomona foi observada uma ampla congestão renal nas regiões de córtex e medula, com presença de cilindros hialinos, degeneração epitelial e necrose tubular.
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Acidose ruminal em caprinos

Acidose ruminal em caprinos

Em qualquer dos 3 casos clínicos descritos neste estudo, o valor do pH ruminal não era ácido. Pensamos que este facto se deve à possível contaminação pela saliva aquando da colheita do líquido e também da secreção salivar fazer aumentar o pH do líquido. Segundo Rebhun (1995) o pH ruminal apenas é ácido nas 24 horas após a início do processo. O aparecimento de diarreia é muito característico. Esta diarreia pode ser explicada pela passagem de amido para o intestino delgado, favorecendo o desenvolvimento de Clostridium spp. Segundo alguns autores os caprinos são mais sensíveis a enterotoxémias do que os ovinos. Isto pode ter a ver com o facto da vacina usada não ser tão eficaz em caprinos (Songer & Uzall, 2008) É importante, ainda referir, que acidose ruminal e a clostridiose estão muito associadas porque os factores de risco são semelhantes.
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LIVRO_Criação racional de caprinos

LIVRO_Criação racional de caprinos

A suplementação mineral dos caprinos deve basear-se na análise de solo, forrageira e água de cada região, porém, quando não for possível essa determinação deve dar-se preferência as que contenham níveis altos de cálcio e fósforo. O fornecimento de suplemento mineral aos animais é fundamental ao longo do ano, deve ser fornecido à vontade em cochos, em função das fases de produção e o sistema de criação empregado. Deve ser adicionado ao concentrado, na proporção de 1% da ração e na preparação observar a dosagem dos componentes rigorosamente e com cuidado. Os caprinos adultos ingerem em torno de 15g de mistura mineral completa por dia.
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Peeira dos ovinos e caprinos

Peeira dos ovinos e caprinos

Elevada humidade, temperaturas amenas, elevada densidade de animais, má conformação dos cascos e animais portadores crónicos da doença são fatores que podem predispor para a pe[r]

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Caprinos: principais doenças.

Caprinos: principais doenças.

O vermífugo deve ser dado para todo o rebanho cinco vezes por ano, sendo três vezes na época seca e duas vezes na época chuvosa.. Na época seca o produtor deverá aplicar o vermífugo no[r]

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INTOXICAÇÃO POR DISOFENOL EM CAPRINOS.

INTOXICAÇÃO POR DISOFENOL EM CAPRINOS.

Na rotina do Laboratório Regional de Diagnóstico (LRD), da Faculdade de Veterinária– UFPel, foram recebidos dois caprinos que haviam sido medicados, via subcutânea, com uma solução de disofenol a 20%, e vieram a óbito aproximadamente em 44 horas após a aplicação. No dia da aplicação do medicamento, segundo fontes da Estação Agroclimatológica da Embrapa CPACT de Pelotas/RS, os dados agroclimatológicos foram os seguintes: temperatura mínima 14,4°C; temperatura máxima 26,8°C; temperatura média diária 19,2°C e velocidade do vento a 2m de altura (m. s-1 ) 0,8. Segundo o proprietário, foi aplicado nos animais até
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Urolitíase em caprinos e ovinos.

Urolitíase em caprinos e ovinos.

sar dos tratamentos medicamentosos e cirúrgicos. A me- dida preventiva mais importante é a correção dos níveis de Ca e P. Recomenda-se, também, a administração de volumosos em boa quantidade e qualidade e, nos casos em que a quantidade de concentrados seja superior a 1,5% do peso vivo, a administração de cloreto de amônia a 1% no concentrado e a administração de cloreto de sódio em concentrações de 0,5 até 4%. Deve ser administrada água de boa qualidade à vontade. É necessário abolir a práti- ca, extremamente utilizada em caprinos e ovinos, de ad- ministrar sal mineral em animais alimentados com grãos e subprodutos dos mesmos.
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Caracterização ecoepidemiológica da leptospirose humana no Distrito Federal

Caracterização ecoepidemiológica da leptospirose humana no Distrito Federal

ABSTRACT. Santos I.O.C., Bofill M.I.R. Divino E.S., Castro M.B. [Human leptospirosis in the Federal District, Brazil, from 2011 to 2015: Eco- epidemiological characterization.] Leptospirose humana no Distrito Federal, Brasil, entre 2011 a 2015: Caracterização eco-epidemiológica. Leptospirosis is a bacterial infectious disease that affects more than 5,000 people per year in Brazil. The Federal District presents worrying rates, especially when evaluating the lethality. Considering the lack of epidemiological studies of leptospirosis in the federative unit, 79 autochthonous human cases of leptospirosis between 2011 and 2015, with definition of probable infection place, served as a basis for the collection and analysis of the environmental and epidemiological variables involved. The prevalence of the disease in 21 of the 31 administrative regions that compose the Federal District was from 0.68 to 13.39 per 100,000 inhabitants. The disease presented an urban profile, with access of the population to the sewage network, treated water and garbage collection service. It occurred more frequently in the rainy season and had a strong association with synanthropic rodents. The eco-epidemiological characterization of the disease is a tool in the elaboration of public policies of prevention, control and surveillance.
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Aspectos imunológicos da leptospirose canina: revisão de literatura

Aspectos imunológicos da leptospirose canina: revisão de literatura

Nos cães, a doença pode acontecer na forma subclínica ou clínica, com progressão aguda ou crônica ( OLIVEIRA; MENEZES; RUSSO, 2016). No quadro agudo da doença, o animal pode morrer por razão da insuficiência hepática ou renal, os animais que sobreviverem a essa fase da doença tornam-se portadores assintomáticos, acabam assim excretando a bactéria no ambiente por meio da urina, difundindo a leptospirose para outros cães, outras espécies e ao ser humano (LANGONI et al., 2013). As infecções agudas podem resultar em hemorragia, hipertermia, anorexia, letargia, êmese, desidratação e taquipneia, sendo que normalmente não há sinais de insuficiência hepatorrenal, devido o curso da doença ser rápido (TOCHETTO, 2012) .
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Novas abordagens para o desenvolvimento de uma vacina contra a leptospirose

Novas abordagens para o desenvolvimento de uma vacina contra a leptospirose

A prevalência sorológica em bovinos é estimada em torno de 35%, com mais de 80% das propriedades rurais apresentando casos da doença (LILENBAUM, DOS SANTOS, 1995; MARTINS et al., 2011). Esses dados da leptospirose em bovinos foram obtidos através de investigações sorológicas realizadas em várias regiões do país, com a utilização do teste de soroaglutinação microscópica (MAT), o qual é o teste padrão-ouro para o diagnóstico sorológico da leptospirose (WHO, 2003). Apesar de apresentar uma elevada sensibilidade e especificidade, o MAT é dependente do painel de antígenos empregado e dos critérios adotados para a interpretação dos exames (ADLER; de la PEÑA MOCTEZUMA, 2010). Além disso, para a obtenção do máximo de confiabilidade e padronização do MAT, os laboratórios credenciados para sua execução são encorajados a solicitar periodicamente um painel de cepas aos laboratórios de referência nacionais e realizarem o teste internacional de proficiência, que é o controle de qualidade internacional do teste, o qual é organizado pela Sociedade Internacional de Leptospirose (ILS) (CHAPPEL et al., 2004; HARTSKEERL, 2005).
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Investigação de infecções para Leptospirose e Neosporose em vacas Nelore

Investigação de infecções para Leptospirose e Neosporose em vacas Nelore

O primeiro índice retratado foi a quantidade de animais que eram soropositivos para pelo menos um sorovar de leptospirose no ano de 2017, mantendo uma prevalência de 56%. Com base no estudo de Castro et al. (2008) realizado em São Paulo com gado de leite, o qual apresentou uma prevalência de 49,4%, esses animais estão em um grau de infecção mais exacerbado. No entanto, esse número é bem menor que o encontrado por Miashiro et al (2013) onde foram testadas 2.766 fêmeas de corte no Pantanal-MS e foi obtido uma prevalência de 79,8%. Dentre esses 50 animais analisados, três não pariram, sendo que dois abortaram e um não ficou prenhe. Todas eram soropositvas para Pomona e apresentavam titulação de 1:100.
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Leptospirose: Fatores Ambientais Que Favorecem a Sua Ocorrência Em Humanos

Leptospirose: Fatores Ambientais Que Favorecem a Sua Ocorrência Em Humanos

Este estudo visou descrever fatores socioambientais que estão associados à ocorrência da Leptospirose no Brasil, através de buscas no Scientific Electronic Library Online (SciELO) Foram encontrados 112 artigos relacionados a Leptospirose, sendo selecionados 13 destes, e todos os artigos ressaltaram as questões ambientais, como a grandes enchentes, atividade ocupacional e social, como sendo os principais fatores de risco para a infecção por Leptospiras. Atingindo assim este objetivo, conclui-se através desta revisão que a Leptospirose é uma doença diretamente ligada a fatores ambientais e sociais.
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Manifestações clínicas e laboratoriais de polimiosite em um caso de leptospirose.

Manifestações clínicas e laboratoriais de polimiosite em um caso de leptospirose.

traram comprometimento das musculaturas estriada e cardíaca, com 37% dos pacientes apresentando miosite e 39%, anormalidades ao ECG . Ambas as manifestações foram relacionadas à gravidade da leptospirose. No curso da polimiosite, a maioria dos pacientes evolui com períodos de exacerbação e remissão do acometimento muscular, embora possa apresentar doença persistentemente ativa. No caso descrito, a paciente, apesar da terapia instituída, não apresentou a melhora esperada, tanto clínica como laboratorialmente, sugerindo um possível efeito aditivo da lesão muscular pela leptospira e pela polimiosite.
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