Ligas metálicas

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Avaliação histológica tardia da superfície óssea após a fixação de miniplacas e parafusos com diferentes ligas metálicas : estudo in vivo em ratos Wistar

Avaliação histológica tardia da superfície óssea após a fixação de miniplacas e parafusos com diferentes ligas metálicas : estudo in vivo em ratos Wistar

No presente estudo foi observado a presença de infiltrado inflamatório, corado pelo seu respectivo marcador imunohistoquímico, onde foi constatado um aumento na área demarcada em cada amostra no Grupo 2 mostrando um aumento da reação inflamatória local devido a utilização de diferentes tipos de materiais ( liga de titânio + aço inoxidável), isso tem como provável causa a corrosão dos materiais pela corrente galvânica gerada pela diferença de potencial gerado pelos diferentes tipo de ligas metálicas utilizadas no Grupo 2.

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Estudo da biocompatibilidade de ligas metálicas odontológicas e do Ti cp obtidos...

Estudo da biocompatibilidade de ligas metálicas odontológicas e do Ti cp obtidos...

Em 1992, Hensten-Petersen avaliou relatos de 32.550 pacientes dermatológicos e apenas 0,5% destes relacionaram a reação de hipersensibilidade a materiais odontológicos. Embora reações adversas não sejam tão freqüentes em Odontologia (1,4 para 1000 pacientes), algumas áreas da Odontologia têm incidências mais altas, sendo o tratamento protético a segunda, com freqüência de 2,5 para 1000 pacientes; ou seja, 27% das reações estavam relacionadas a ligas metálicas (JACOBSEN, AASENDEN & HENSTEN-PETTERSEN, 1991 apud LYGRE, 2002). Scott et al. (2004), relataram que os metais são os maiores responsáveis por reações adversas no pacientes, após fazer um levantamento das reações adversas aos materiais odontológicos no Reino Unido. No entanto, existe a possibilidade do número de reações adversas ser subestimado na odontologia, já que em geral elas se manifestam em locais distantes de onde o material é colocado por: vermelhidão, edema, dor em mucosa oral e lábios, erosão em mucosa e reações liquenóides, que podem ou não ser de origem alérgica. Reações generalizadas estão presentes em poucos casos. Além disso, a habilidade do cirurgião-dentista de relacionar estas reações adversas a causas específicas é necessária (HENSTEN-PETTERSEN, 1992; LYGRE, 2002) A alergia por contato parece ser a maior reação adversa a partir de biomateriais protéticos(WATAHA, 2000).
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Estudo comparativo da resistência ao desgaste abrasivo do revestimento de três ligas metálicas utilizadas na indústria, aplicadas por soldagem com arames tubulares.

Estudo comparativo da resistência ao desgaste abrasivo do revestimento de três ligas metálicas utilizadas na indústria, aplicadas por soldagem com arames tubulares.

As ligas metálicas aplicadas por soldagem em superfícies, objetivando a proteção contra o desgaste e o conseqüente aumento da vida útil de peças e equipamentos, têm sido utilizadas em larga escala nas indústrias de bens de consumo e nos setores de mineração e sucroalcooleiro. O desgaste abrasivo em peças e equipamentos representa, nestas industriais, um dos principais fatores de depreciação de capital e uma importante fonte de despesas com manutenção. Para a aplicação do revestimento por soldagem, os arames tubulares têm sido uma alternativa cada vez mais viável, devido à sua alta produtividade e qualidade de solda, substituindo, em parte, o uso do eletrodo revestido. O objetivo deste trabalho é fazer um estudo comparativo da resistência ao desgaste abrasivo do revestimento aplicado por soldagem com arames tubulares autoprotegidos de três ligas metálicas utilizadas na indústria, uma do tipo Fe-Cr-C, outra do tipo Fe-Cr-C com adição de nióbio e boro e a terceira, do tipo Fe-Cr-C com adição de nióbio. Os revestimentos anti-desgaste, conhecidos como revestimento duro, foram aplicados em chapas de aço carbono, com os mesmos parâmetros e procedimentos de soldagem. Os corpos de prova foram obtidos por corte e retiicação e foram submetidos a ensaios de desgaste abrasivo, em um abrasômero Roda de Borracha, conforme procedimento estabelecido pela norma ASTM G65-91. Os resultados obtidos demonstraram que a liga Fe-Cr-C com adição de Nióbio e Boro apresentou desempenho superior em relação ao desgaste abrasivo.
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Fabricação e caracterização metalográfica e mecânica de tiras de ligas metálicas fundidas e tixolaminadas no estado semi-sólido de diferentes intervalos de solidificação

Fabricação e caracterização metalográfica e mecânica de tiras de ligas metálicas fundidas e tixolaminadas no estado semi-sólido de diferentes intervalos de solidificação

O processo convencional parte de uma liga metálica fundida previamente inoculada (estrutura dendrítica) ou conformada mecanicamente a quente ou a frio (processo SIMA - Strain Induced melt activated), para obter a estrutura globular quando reaquecida no estado pastoso (entre as linhas solidus e liquidus). Pela sua simplicidade, foi o primeiro a ser usado na produção industrial de peças tixoconformadas. Praticamente todas as ligas metálicas podem ser tratadas por este processo. Atualmente as pesquisas estão voltadas para a agitação eletromagnética do banho metálico antes do seu lingotamento. Isto visa o refinamento da estrutura fundida. Esta técnica é denominada pela sigla inglesa MHD (magnet-hydro- dinamic).
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Corrosão e ligas metálicas usadas em mini implantes para ancoragem ortodôntica temporária: uma revisão integrativa da literatura

Corrosão e ligas metálicas usadas em mini implantes para ancoragem ortodôntica temporária: uma revisão integrativa da literatura

Os resultados apresentados pelos testes eletroquímicos e microscópicos para ligas de titânio e aço inoxidável usados para fabricação de mini-implantes ortodônticos revelam uma baixa resistência à corrosão destes materiais em condições encontradas na cavidade oral. Dentre todas as ligas metálicas utilizadas atualmente a liga de Ti6Al4V apresentou uma melhor resistência à corrosão em saliva artificial. Entretanto, a corrosão destas ligas ocorre em contato com altas concentrações de flúor tendo como consequência a libertação de íons de Al e V, tóxicos para os tecidos peri implantares. A presença de biofilme e substâncias ácidas, também são fatores capazes de diminuir o pH da cavidade oral, podendo acelerar o processo de corrosão das ligas. Novas ligas metálicas tem sido desenvolvidas para a fabricação de mini-implantes sendo o necessário a caracterização destes materiais em relação à resistência à corrosão e biocompatilidade antes da indicação para uso clínico.
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Biocompatibilidade das principais ligas metálicas utilizadas em Medicina Dentária em Portugal

Biocompatibilidade das principais ligas metálicas utilizadas em Medicina Dentária em Portugal

Atualmente, é raro observar a utilização de metais puros em medicina dentária, pois, segundo pesquisas científicas, as propriedades físicas e mecânicas de um metal puro não apresentam resultados tão satisfatórios como as ligas metálicas, limitando seu uso (Wataha, 2000). As ligas metálicas podem ser classificadas de acordo com as suas fases: a fase única e a múltipla fase. As ligas de fase única possuem a mesma composição e uma estrutura similar, já as ligas de múltipla fase possuem áreas com composições diferentes apresentando, por isso, uma estrutura heterogénea. A fase de uma liga é um ponto critico quando se trata da biocompatibilidade e corrosão da liga (Wataha et al., 2004). As ligas de múltipla fase são mais susceptíveis à corrosão do que as ligas de fase única, por causa do efeito galvânico entre as áreas microscópicas de diferentes composições (Wataha et al., 1999).
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Estudo de Otimização da Técnica XRF para Identificação de Ligas Metálicas em Partículas de Motores

Estudo de Otimização da Técnica XRF para Identificação de Ligas Metálicas em Partículas de Motores

Em observância a isto, no laboratório Físico-Químico da TAP M&E, recorre-se a um espectrómetro, onde por XRF (X-Ray Fluorescence) se identifica a composição elementar da limalha. Apurada a composição, corresponde-se-lhe uma liga metálica e procede-se à emissão do relatório da análise, que é enviado ao requisitante que pode ser uma entidade externa, ou uma área interna da TAP M&E: Manutenção de Aviões, Manutenção de Motores ou Manutenção de Componentes. A identificação das ligas metálicas encontra-se circunscrita a um conjunto de 28 ligas (Tabelas 5.8 a 5.10 – páginas 64 a 66). Com base na liga apurada e consulta das tabelas de materiais dos fabricantes de motores (CFM, Pratt & Whitney, GE, Rolls Royce), identifica-se o componente do motor que carece de observação técnica. Os componentes apresentam diferentes criticidades em caso de falha. Posto isto, o aparecimento de certas ligas, nomeadamente M50, M50-NIL e AISI 52100, implicam paragem obrigatória do motor e intervenção/observação imediata do componente em risco de falha (no caso das ligas nomeadas, os rolamentos do motor).
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Ligas metálicas utilizadas em implantes dentários

Ligas metálicas utilizadas em implantes dentários

Um estudo de Depprich et al., de 2008, avaliou a resistência à corrosão de algumas ligas metálicas, concluindo que alguns elementos da composição das ligas como o ferro, cobre e prata diminuem a resistência à corrosão das mesmas e também são mais propensos à variação do pH oral. Já os metais nobres, como o cobalto e o molibdénio aumentam a resistência à corrosão. Entre as ligas testadas, a de titânio e a de níquel-cromo foram as mais resistentes à corrosão.

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Ligas metálicas amorfas: um novo método de predição de composição com capacidade de formação de amorfos

Ligas metálicas amorfas: um novo método de predição de composição com capacidade de formação de amorfos

pológica, usado como indicativo da competição de fases durante a solidificação; (ii) o parâmetro γ, que reflete a GFA relativa entre vidros metálicos volumosos (BM G) com base nas temperaturas características como a temperatura de tran- sição vítrea - T g; temperatura de início de cristalização - T x e a temperatura liquidus - T l; (iii) o parâmetro Zc, que é a espessura crítica para a formação do vidro volumoso e que corresponde à máxima dimensão com que o fundido pode ser formado sem que haja precipitação de cristais e (iv) o parâmetro Rc, que é a taxa de resfriamento crítico para a formação de vidro a qual decresce inver- samente aos valores de Zc. Através de formalismo matemático para combinar todos os parâmetros, o software pode decidir qual a faixa de composição mais adequada para a produção de uma nova liga. Os resultados são apresentados e comparados com a bibliografia existente, além de terem sido desenvolvidas ligas experimentais para comparação. Estes resultados indicam uma boa concordân- cia com a literatura e com os dados experimentais, uma vez que não se trata de uma teoria geral, mas que pretende atender a alguns casos específicos com razoável convergência e que ainda precisam ser melhor estudados.
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Avaliação do processo de biocorrosão de ligas metálicas em diferentes corpos hídricos

Avaliação do processo de biocorrosão de ligas metálicas em diferentes corpos hídricos

Os biofilmes agem sobre diferentes superfícies metálicas, principalmente ligas de aço- carbono e processos interfaciais, induzindo a importantes mudanças no tipo e concentração de íons, valores do pH, níveis de oxigênio, velocidade de fluxo dos líquidos e capacidade tampão do meio próximo do metal. (FURLAN,2013). Substâncias agressivas ao meio, como ácidos e sulfetos (produtos do metabolismo), podem acelerar as taxas de reações do processo corrosivo ou mudar o mecanismo da corrosão e não são responsáveis por um único tipo de corrosão. Podem ainda criar zonas de aeração diferencial, com regiões anaeróbicas na superfície do metal, assim deixando desigual o consumo de oxigênio em zonas localizadas. (ARGÔLO, 2017; LITTLE; LEE, 2007; MOURA, 2016).
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Estudo comaprativo da resistência da união esmalt/resina/metal. Efeito de resinas de fixação, artifícios retentivos e ligas metálicas.

Estudo comaprativo da resistência da união esmalt/resina/metal. Efeito de resinas de fixação, artifícios retentivos e ligas metálicas.

Devido aos inconvenientes apresentados pelas próteses com retentores perfurados, como o desgaste da resina exposta ao meio bucal e o enfraquecimento da estrutura metálica pelas perfuraçõ[r]

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Produção e caracterização de compósitos poliméricos Poli (hidroxibutirato) (PHB) / Cloisite® 30B com aditivos plastificantes.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Produção e caracterização de compósitos poliméricos Poli (hidroxibutirato) (PHB) / Cloisite® 30B com aditivos plastificantes.

Muitas das novas tecnologias exigem materiais com combinações incomuns de propriedades que não podem ser atendidas por ligas metálicas, cerâmicas e materiais poliméricos con[r]

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Seleção de ligas com alta tendência de formação de estrutura amorfa.

Seleção de ligas com alta tendência de formação de estrutura amorfa.

As ligas metálicas amorfas de grande volume ou maciças (na presente tese será usada a sigla MAGV), conhecidas pelo termo inglês bulk metallic glasses, têm recebido grande atenção nos últimos anos por apresentarem alguns atributos com grandes perspectivas de aplicações industriais: dimensões na escala de milímetros ou mesmo centímetros e propriedades mecânicas excepcionais. Devido à não ocorrência dos mecanismos de deformação plástica através de movimentos de discordâncias pela inexistência de ordenação atômica de longo alcance, os metais com estrutura amorfa apresentam alta resistência mecânica acima de 2 GPas, e alta elasticidade (2%, comparado com 0,2% dos metais cristalinos em geral), que, combinada com sua elevada tensão de escoamento e tenacidade à fratura, os torna materiais de grande interesse para aplicações estruturais.
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Influência da substituição do cobalto por estanho e cobre na microestrutura e propriedades...

Influência da substituição do cobalto por estanho e cobre na microestrutura e propriedades...

Para um melhor entendimento do trabalho, é necessário definir a influência dos elementos nas ligas metálicas e suas correlações com a absorção de hidrogênio e capacidade de descarga. O objetivo deste capítulo é mostrar sucintamente a teoria que envolve estes assuntos, divididos em oito seções. A seção 2.1 descreve de forma simplificada o que são os hidretos metálicos do tipo AB 5 . A seção 2.2 aborda os conceitos de absorção física de hidrogênio em ligas

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Avaliação da resistência a corrosão de revestimentos metálicos depositados por aspersão térmica a arco: uma aplicação em trocadores de calor.

Avaliação da resistência a corrosão de revestimentos metálicos depositados por aspersão térmica a arco: uma aplicação em trocadores de calor.

Tubos de trocadores de calor de usinas termoelétricas a carvão sofrem desgaste corrosivo devido à presença de enxofre e condensação dos gases da combustão, tendo por consequência uma redução na eiciência global do equipamento. Uma opção para o aumento da resistência à corrosão em meios agressivos é a utilização de revestimentos aplicados pela tecnologia de aspersão térmica. A resistência à corrosão dá-se com o emprego de materiais mais resistentes que o substrato. Dentre os processos existentes de aspersão térmica, o que utiliza o arco elétrico como fonte de energia (Arc Spray), possui alta taxa de deposição e menor custo operacional, sendo assim, escolhido para o estudo. Para a determinação do melhor revestimento a ser utilizado, foram testadas ligas metálicas resistentes à corrosão, em comparação com o material empregado nos tubos dos trocadores de calor, ASTM 178A. A seleção do revestimento mais resistente foi feita por meio de ensaio de corrosão acelerada em câmara de SO 2 e também através do ensaio de polarização. Veriicou-se
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Estudo comparativo entre ligas resistentes ao desgaste abrasivo, aplicadas por soldagem, em chapas metálicas para fabricação de placas anti desgaste

Estudo comparativo entre ligas resistentes ao desgaste abrasivo, aplicadas por soldagem, em chapas metálicas para fabricação de placas anti desgaste

As ligas metálicas aplicadas por soldagem em superfícies, objetivando a proteção contra o desgaste e o conseqüente aumento da vida útil de peças e equipamentos, têm sido utilizadas em larga escala nas indústrias de bens de consumo e nos setores de mineração e sucroalcooleiro. O desgaste abrasivo em peças e equipamentos representa, nestas industriais, um dos principais fatores de depreciação de capital e uma importante fonte de despesas com manutenção. Para a aplicação do revestimento por soldagem, os arames tubulares têm sido uma alternativa cada vez mais viável, devido à sua alta produtividade e qualidade de solda, substituindo, em parte, o uso do eletrodo revestido. O objetivo deste trabalho é fazer um estudo comparativo da resistência ao desgaste abrasivo do revestimento aplicado por soldagem com arames tubulares autoprotegidos de três ligas metálicas utilizadas na indústria, uma do tipo Fe-Cr-C ,outra do tipo Fe-Cr- C com adição de nióbio e boro, e a terceira, do tipo Fe-Cr-C, com adição de nióbio. Os revestimentos anti-desgaste, conhecidos como revestimento duro, foram aplicados em chapas de aço carbono, com os mesmos parâmetros e procedimentos de soldagem. Os corpos de prova foram obtidos por corte e retificação e foram submetidos a ensaios de desgaste abrasivo, em um abrasômero Roda de Borracha, conforme procedimento estabelecido pela norma ASTM G65-91. Os resultados obtidos demonstraram que a liga Fe-Cr-C com adição de Nióbio e Boro apresentou desempenho superior em relação ao desgaste abrasivo.
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Efeito da temperatura na estrutura e na estabilidade de ligas Fe - 18 Cr - (0 a 60) Ni.

Efeito da temperatura na estrutura e na estabilidade de ligas Fe - 18 Cr - (0 a 60) Ni.

Os diagramas de fases no equilíbrio são valiosas ferramentas no estudo das possíveis fases que ocorrem em um material. Seu uso, entretanto, apresenta algumas limitações importantes. A rigor, na maioria dos sistemas, o equilíbrio não é atingido em uma escala de tem- po compatível com o processamento do material. Os diagramas de fase no equilíbrio também ignoram as fases metaestáveis, as quais, freqüentemente, têm propriedades interessantes e im- portância tecnológica e científi ca. Por todas essas considerações, o diagrama de fases deve ser usado com cuidado e bom senso para prever o comportamento e a microestrutura de ligas comerciais.
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Inquérito nacional sobre as ligas acadêmicas de Medicina Intensiva

Inquérito nacional sobre as ligas acadêmicas de Medicina Intensiva

RESULTADOS: A maioria das ligas foi fundada a partir de 2005, coincidindo com a criação do Comitê LIGAMI- AMIB, e são vinculadas a uma ou mais faculdades de Medicina. Dentre as atividades realizadas destaca-se a realização de aulas teóricas (100%), geralmente mi- nistradas pelos professores orientadores ou médicos convidados (69%). Outras atividades incluem práticas em unidade de terapia intensiva (UTI) (88%), organiza- ção de eventos (77%) e atividades de pesquisa (65%). A maioria das ligas (65%), já realizou algum evento cientíico (cursos, simpósios e jornadas), no entanto, apenas três referiram já ter realizado o Curso de Intro- dução à Medicina Intensiva da AMIB.
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EVALUATION OF PHYSICAL AND CHEMICAL PROPERTIES OF ELECTRODEPOSITED Ni–W–P OBTAINED IN HULL CELL.

EVALUATION OF PHYSICAL AND CHEMICAL PROPERTIES OF ELECTRODEPOSITED Ni–W–P OBTAINED IN HULL CELL.

Os diagramas de impedância eletroquímica das ligas selecionadas estão ilustrados na Figura 5. Observa-se em todos os diagramas a formação de um único arco capacitivo, caracterizando, assim, apenas um único processo de transferência de carga. Para confirmar essas observações, as ampliações dos diagramas de Nyquist nas regiões de altas frequências são mostrados na mesma figura, na qual se observa um comportamento semelhante nos pontos iniciais para todos os espectros. As ligas obtidas em densidades de corrente mais baixas exibiram os maiores valores de impedância total, ou seja, correspon- dendo às que apresentaram potenciais de corrosão mais positivos, de modo que esses resultados são coerentes com os observados nas curvas de polarização. As diferenças observadas nos valores de R p
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