Língua estrangeira - Inglês - Manuais

Top PDF Língua estrangeira - Inglês - Manuais:

Dos manuais didáticos à compreensão do aprendiz: a relevância da metáfora no ensinoaprendizagem de Inglês como Língua Estrangeira (ILE)

Dos manuais didáticos à compreensão do aprendiz: a relevância da metáfora no ensinoaprendizagem de Inglês como Língua Estrangeira (ILE)

Considerando que os métodos e abordagens desenvolvidos ao longo dos séculos pouco exploraram a metáfora e reconhecendo a sua importância no processo de ensino/aprendizagem de Inglês como Língua Estrangeira (ILE), este estudo investiga esse seu papel como elemento facilitador, tanto descrevendo o tratamento que lhe é dado nos manuais didáticos, quanto analisando se a instrução sobre mapeamentos metafóricos e esquemas imagéticos pertinentes à linguagem figurada contribui para uma melhor compreensão do aprendiz. Este trabalho apresenta inicialmente a visão clássica da metáfora, que priorizou a lógica e a abstração, contrapondo, a essa perspectiva, a visão experiencialista, que considera a metáfora instrumento de organização e produção cognitiva. Essa visão tem como base a Teoria da Metáfora Conceitual, de Lakoff e Johnson (1980, 1999) e as valiosas contribuições de Grady (1997a). A metodologia adotada em cada uma das duas investigações: a documental (que examinou a abordagem nos manuais didáticos) e a semi-experimental (que tem o seu foco na análise do papel da metáfora como facilitadora da compreensão do aprendiz de língua estrangeira), assim como todos os procedimentos adotados para obtenção e análise dos dados são, então, descritos. Em seguida, os resultados são apresentados e discutidos.
Mostrar mais

240 Ler mais

Contributos para um estudo de linguística: o verbo nos manuais de português língua materna e de inglês língua estrangeira

Contributos para um estudo de linguística: o verbo nos manuais de português língua materna e de inglês língua estrangeira

, assim, a eficácia pedagógica que deverá ser construída através das novas atitudes que deverão ser adotadas em função das TICs. Através destas dinâmicas, os alunos melhoram ainda a sua capacidade de organização e concentração, aperfeiçoam as suas competências informáticas, desenvolvem o seu trabalho autónomo, aprendem a pesquisar, recolher e selecionar informação e obtêm conhecimentos muito mais vastos sobre outras culturas, desenvolvendo uma atitude de maior abertura ao mundo. O computador e o recurso à Internet proporcionam situações interessantes de interação comunicativa, bem como exercícios de reflexão sobre o modo de funcionamento da língua, o que equivale, naturalmente e de forma eficaz, ao processo ensino-aprendizagem de determinados conteúdos. Os discentes manipulam conceitos através da utilização das TICs e vão construindo o seu conhecimento através de uma aprendizagem ativa e progressiva. Concluindo, tal como diz Papert (1997): “Não existe nada de estranho ou de errado no facto de os primeiros passos da utilização de uma nova tecnologia serem uma ajuda para as velhas formas de fazer as coisas”(pág. 6) 68 .
Mostrar mais

111 Ler mais

Burajirugo. O PLE e lusofonia no contexto editorial Japonês

Burajirugo. O PLE e lusofonia no contexto editorial Japonês

26 como um especialista cuja função expectável é guiar a aprendizagem e suprir as necessidades educativas dos estudantes, tendo forte influência no ritmo da aula, como estabelecido acima. Uma das fontes desta autoridade é facto implícito de que antes de chegar às mãos do estudante, passou pelo aval de várias autoridades institucionais. Em primeiro lugar, da editora. Embora não seja garantia de qualidade – e os critérios utilizados em muito são influenciados por questões económicas mais que pedagógicas – o processo de publicação em si implica já um escrutínio de conteúdos face a recursos online, por exemplo. Tendo sido publicado, dependendo dos países, ainda terá de passar pelo aval do governo antes de poder ser utilizado numa escola. Por exemplo, no caso Japonês, todos os manuais de ensino de Inglês Língua Estrangeira têm de passar pelo crivo do MEXT (Ministério da Educação Japonês) antes de serem disponibilizados para escolha pela escola (Yamada, 2011, p.293). Por fim, de acordo com os objetivos institucionais do local de ensino, o manual tende a ser imposto tanto aos estudantes como ao professor.
Mostrar mais

97 Ler mais

Ideação e avaliatividade em relatos de aprendizes de inglês como língua estrangeira

Ideação e avaliatividade em relatos de aprendizes de inglês como língua estrangeira

O excerto 8, desmembrado em três momentos, mostra que seu relator lança mão, respectivamente, dos processos materiais “Peguei” (excerto 8a) e “ia estudando” (excerto 8b) para caracterizar as estratégias de aprender língua estrangeira como uma atividade. A meta do excerto 8a complementa-se na circunstância de extensão do excerto 8b, uma vez que o relator adota a técnica de estudar desde os “livros elementares” “até os avançados”. As expansões por elaboração e extensão, respectivamente, “fazendo os exercícios” e “até adquirir uma fluência básica”, presentes no excerto 8c, sinalizam o uso de expansões com verbos não-finitos, isto é, verbos não conjugados, como é o caso de “fazendo” e “adquirir”. O uso de expansões por elaboração com verbos não-finitos indica, segundo Martin e Rose (2003), a elaboração do significado previamente dado na oração anterior. Assim, os relatores utilizam expansões para, neste caso, elaborarem as informações de como eles aprendem a língua inglesa.
Mostrar mais

21 Ler mais

Ensino de leitura em inglês como língua estrangeira:  algumas reflexões

Ensino de leitura em inglês como língua estrangeira: algumas reflexões

Cabe ainda ressaltar que, se o estudo de leitura estiver atrelado às demais habilidades linguísticas, além de ser uma atividade mais prazerosa para alunos e professores, ela é mais eficaz. Isso porque a aprendizagem de determinado idioma se dá de modo integrado, envolvendo conhecimentos de leitura, escrita, oralidade e tradução. O ensino de uma língua estrangeira com foco apenas na leitura pode se tornar monótono e, muitas vezes, desmotivante ao aprendiz, já que não se sente como um sujeito ativo ao longo do processo. Todavia, se o objetivo do aprendiz é, apenas, aprender a ler um texto em língua estrangeira, o professor deverá buscar suporte nas estratégias e na seleção de textos autênticos e de interesse dos aprendizes, a fim de que suas aulas sejam produtivas e contemplem os objetivos esperados.
Mostrar mais

16 Ler mais

Contributo para a análise dos manuais de português língua estrangeira na República Checa

Contributo para a análise dos manuais de português língua estrangeira na República Checa

Na realidade, o manual é um tipo de roteiro de ensino. Portanto, é necessário durante a sua elaboração pensar sempre no aluno e no professor. Existe um leque rico de regras para a elaboração dos manuais e do material didático em geral. […] A primeira regra ou o primeiro passo, é pensar para quem e para quais condições é o manual destinado. Depende da idade dos alunos, do conhecimento de outra LE, da motivação, dos interesses e necessidades, importa, se se trata de ensino/aprendizagem com o professor ou sem, etc. O segundo passo, deveriam ser os objetivos de ensino/aprendizagem. De costume, são quatro competências linguísticas: duas assim chamadas ativas ou produtivas (fala ou escrita ou a produção oral/escrita) e duas assim chamadas passivas ou também recetivas (audição e leitura). […] Outro passo é estabelecer os temas e situações, que são importantes de ponto de vista do objetivo desejado. O quarto passo é a elaboração de mínimos – lexical e gramático. Outro passo pode ser um esboço de trabalho com os dois léxicos enquanto é preciso de pensar em fenómenos que causam dificuldades. […] Além disso é necessário de escolher o método em sentido amplo. Depois de estas fases preparativas é possível de aproximar-se à elaboração de lições. No fim pode constar a gramática geral, chave para os exercícios, o léxico com marcação de primeira ocorrência de palavra. As lições podem ser enriquecidas pelas canções, citações, provérbios, imagens etc. A regra importante na elaboração de um manual é incluir os fatos culturais, isso é as informações geográficas ou históricas sobre o país desconhecido, as suas particularidades, interesses, tradições etc. Estes fatos culturais podem ser incluídos desde primeira lição, em checo e mais tarde em LE 38
Mostrar mais

119 Ler mais

O conhecimento sociocultural nos manuais de português língua estrangeira :as relações entre géneros

O conhecimento sociocultural nos manuais de português língua estrangeira :as relações entre géneros

Por estes motivos, o Fórum Educação para a Cidadania definiu que é essencial garantir a qualidade destes recursos, e em especial dos manuais escolares. Para o efeito, devem estar isentos de quaisquer conteúdos sexistas, o que aliás já estava implícito na Lei n.º 47/2006 de 28 de Agosto que define o regime de avaliação, certificação e adopção dos manuais escolares do ensino básico e do ensino secundário, quando no Artigo 11º decreta os critérios de avaliação que as comissões de avaliação devem obrigatoriamente considerar e no Ponto 2 estabelece: “As comissões de avaliação atendem também aos princípios e valores constitucionais, designadamente da não discriminação e da igualdade de género.”
Mostrar mais

144 Ler mais

Inglês escola (a)fora: representações de professor, aluno e língua estrangeira em...

Inglês escola (a)fora: representações de professor, aluno e língua estrangeira em...

V: nas minhas aulas de inglês... tá... porque... porque eu estou dizendo isso né?... vamos explorar os dois lados então... éh... o aproveitamento deles... nas aulas de inglês do colégio... eu não conheço a realidade deles... mas eu sei o que eles me relatam... e o que eles me relatam é que eles não aprendem quase nada... nas minhas aulas de inglês... o que eles me relatam... eles dizem... nossa professor... aprendi mais aqui com vocês do que na minha escola... aprendi mais com uma hora da semana tua do que um ano inteiro... no colégio... então... ah:... e minha percepção agora né?... ah: dos alunos... o aproveitamento deles na sala de aula é muito boa... tá?... pelo menos a minha turma aqui é muito boa... muito boa mesmo... eles são extremamente inteligentes... dedicados assim... éh... a gente não passa tarefa de casa então a gente não tem como... éh:... exigir um... um... retorno para ... breve assim... para a aula que vem e tudo mais... né?... não tem uma avaliação nesse sentido... mas... ah... o aproveitamento deles aqui eu acho muito bom... assim eles te/ eles se esquecem de muita coisa... natural... muito vocabulário e tal... não sei o que... mas eles prestam muita atenção... participam... dão novas ideias... e até pedem matérias novas assim... por exemplo... se eles percebem que tem alguma deficiência eles te perguntam... professor a gente pode ver isso?... daí eu... claro... a aula que vem então a gente vai falar sobre tal assunto... exato... eles pedem alguma coi/ por exemplo a gente precisa fazer uma reserva de restaurante... tá?... que era o tópico do módulo que eu estava ensinando né?... que era... no telefone... solicitar a reserva em uma mesa de um restaurante... daí eu disse... a para a pessoa poder contatar alguém tem que saber o que?... o número do telefone... qual o número do telefone?... daí alguns não sabiam os números em inglês... daí um dos alunos falou... professor... a gente pode ver os números na próxima aula?... pode... então a aula que vem a gente vai ver os números... então a gente fugiu do tópico restaurante... entrou nos números... depois volta para o restaurante e continua... entendeu?
Mostrar mais

190 Ler mais

Ideação e avaliatividade em relatos de aprendizes de inglês como língua estrangeira.

Ideação e avaliatividade em relatos de aprendizes de inglês como língua estrangeira.

narrativas foram analisadas tendo em vista as categorias de ideação e avaliatividade propostas por Martin e Rose (2003). Além disso, após ler as narrativas e identificar os processos usados pelos relatores, parti para a categorização desses processos, a fim de identificar que tipos de processos ocorriam com maior freqüência em cada parte, ou estágio, dessas narrativas. O Quadro 2 mostra as categorias de cada estágio analisado, ressaltando-se a uniformidade de tipos de processos presentes em cada estágio, o que indica, a priori, a existência de uma estrutura genérica comum aos relatos investigados. Por meio dos relatos, os aprendizes de inglês como língua estrangeira expressam suas visões de mundo acerca da língua inglesa, através de estágios bem caracterizados do gênero relatos de aprendizes de inglês como língua estrangeira. Como ilustração, temos o Quadro2, com base no corpus analisado:
Mostrar mais

21 Ler mais

O audiovisual no ensino do inglês língua estrangeira : um toque para a motivação

O audiovisual no ensino do inglês língua estrangeira : um toque para a motivação

Na terceira aula da unidade didática, destaca-se a utilização de material vídeo como forma de explorar o tema “Inteligência Artificial” e a prática de trabalho colaborativo para promover a comunicação e interação entre os alunos. O material selecionado foi o filme Artificial Intelligence de Steven Spielberg, proposto no programa de Inglês do Ensino Secundário e que normalmente atrai os alunos pela curiosidade e interesse que o tema levanta. Um filme de ficção científica, que transmitiria aos alunos aspetos sobre a inteligência artificial e o desenvolvimento da robótica, contextualizando-os de uma forma bastante rica e fornecendo o acesso/visualização ao significado deste tema na vida real. Através do visionamento de uma parte do filme, os alunos tomaram consciência de que a inteligência artificial, apesar de se ter tornado uma parte essencial da indústria tecnológica, também tem os seus problemas e limitações. Visto que os alunos se interessam por estes temas e se sentem motivados para se pronunciarem sobre eles, a ideia de trazer um filme deste género para a sala de aula revelar-se-ia muito positiva. Obviamente que o grande potencial de entretenimento do vídeo, a sua combinação do som com as imagens, entre outros fatores já enunciados no ponto 2 do capítulo 3, contribuíram para motivar os alunos a participar ativamente nas tarefas propostas.
Mostrar mais

139 Ler mais

UTILIZAÇÃO DE POESIA PARA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DE POESIA PARA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

RESUMO: Durante breve experiência de curso extraclasse de língua inglesa no ensino fundamental em escola pública municipal para alunos que não haviam tido a oportunidade de estudar esse idioma, trabalhou-se objetivando o conhecimento da língua através de compreensão sem a tradução literal. As atividades foram desenvolvidas com temática limitada e predefinida, ou seja, que o vocabulário fosse relacionado a datas especiais na tradição de língua inglesa, utilizando-se diversidade textual a fim de facilitar a produção de sentido. Dentre os estudos desenvolvidos com os alunos e dentre as diversas tipologias textuais utilizadas, relata-se a inclusão de texto poético, destacando-se a importância da sonoridade da poesia para compreensão do tema estudado. Desse modo, estuda-se a necessidade de haver variação de gêneros textuais em sala de aula para obtenção das pistas linguísticas necessárias para a compreensão da língua estrangeira (LE). Como resultado, por tratar-se de alunos matriculados no ensino fundamental, solicitou-se a interpretação através de desenhos, obtendo-se resultados positivos em relação a compreensão dos conteúdos trabalhados, especialmente pelo raro contato que esses estudantes tiveram com a língua inglesa de modo formal.
Mostrar mais

10 Ler mais

Estratégias de comunicação na interlíngua de aprendizes de inglês como língua estrangeira

Estratégias de comunicação na interlíngua de aprendizes de inglês como língua estrangeira

Apesar de adotarem diferentes quadros analíticos e desenhos metodológicos, os estudos aqui relatados apresentaram resultados semelhantes e proporcionaram suporte para a hipótese de que, tanto em termos de frequência quanto de escolha, existe uma correlação entre o uso das EC e o grau de proficiência. Uma contradição a essa hipótese foi encontrada durante o final dos anos 1980. Trata-se de um estudo considerado o mais ambicioso e mais abrangente no âmbito das EC, realizado por um grupo de pesquisadores, denominado projeto Nijmegen. A pesquisa contou com mais de 4.000 exemplos de EC produzidos por um total de quarenta e cinco holandeses aprendizes de inglês com três diferentes níveis de proficiência. Os resultados sugeriram que o fator proficiência teve uma influência ligeiramente limitada na escolha de determinados tipos de EC. O impacto da proficiência foi suplantado por outros fatores, a exemplo da natureza da tarefa comunicativa usada para elicitar os dados (POULISSE; SCHILS, 1989; POULISSE, 1990; POULISSE et al., 1990). Convém, no entanto, levar em consideração que os pesquisadores do projeto Nijmegen adotaram uma abordagem psicolinguística ao estudo das EC. Em outras palavras, o foco da pesquisa foi apenas um subgrupo das EC conhecido como as estratégias compensatórias, as quais foram classificadas seguindo uma taxonomia que enfatizava a plausibilidade e parcimônia psicológica, dispensando pouca atenção às diferenças de output. Apesar do impressionante volume de dados quantitativos, não foi realizada nenhuma análise qualitativa sobre a questão da influência da proficiência sobre o uso das EC.
Mostrar mais

349 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS MESTRADO EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS EDILSON PIMENTA FERREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS MESTRADO EM ESTUDOS LINGUÍSTICOS EDILSON PIMENTA FERREIRA

Maldidier (1994) afirma que a AD teve seu nascimento instaurado por meio da articulação dos trabalhos de Jean Dubois e Michel Pêcheux. De acordo com a autora, Dubois e Pêcheux eram ligados ao Marxismo e possuíam posturas concatenantes em relação ao como perceber as lutas de classe. Nas palavras da autora, eles compartilhariam evidências sobre as lutas de classes, sobre a história, sobre o movimento social” (MALDIDIER, 1994, p.17). Apesar de possuírem muitas relações em comum, Jean Dubois e Michel Pêcheux revelaram algumas posturas dissonantes, o que foi determinante para explicar os rumos que a Análise de Discurso tomou posteriormente. Isso porque Dubois desenvolvia trabalhos como linguista (lexicólogo reconhecido) em uma universidade e Pêcheux, conforme já circunstanciado neste trabalho, era um filósofo que, ligado a Althusser, preocupava-se em discutir a epistemologia das ciências, numa época em que o estruturalismo triunfava, e a Linguística estava no centro dessas ciências. Dessa forma, Marxismo e Linguística se tornaram elementos que fizeram parte da constituição epistemológica da AD na conjuntura teórica francesa, do final dos anos sessenta, conforme apresentado nesta dissertação na seção 1.2. Foi ainda tarefa de Pêcheux propor uma abordagem à língua que estava para além da transmissão de itens de fala, o que o distanciava, portanto, do estruturalismo triunfante da época.
Mostrar mais

120 Ler mais

Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.53 número6

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.53 número6

A base Medline, então, foi consultada através da estratégia: “Ranitidine/therapeutic use”[MeSH] AND (“Peptic Ulcer Hemorrhage/ prevention and control”[MeSH] OR “Peptic Ulcer/prevention and control”[MeSH Terms] OR “Stress/complications”[MeSH]) AND Randomized Controlled Trial[ptyp], permitindo recuperar 95 estudos. Não foram incluídos os estudos em língua estrangeira diferente do português, inglês ou espanhol, os estudos cujos pacientes tinham história prévia de úlcera péptica, ou estavam sob tratamento de úlcera péptica, ou tinham uso prévio recente de protetor gástrico, e aqueles estudos em que os pacientes não estavam hospitalizados. Dos estudos selecionados, após avaliação dos resumos, verificou-se que a população estudada é restrita aos pacientes hospitalizados em unidades de terapia intensiva (UTI). A fim de ilustrar a quantidade de benefício estimada a esses pacientes, foi considerada amostra de três ensaios clínicos randomizados (ECR) 1-3 com escore JADAD maior do que três.
Mostrar mais

1 Ler mais

O uso de tecnologia por alunos do ensino fundamental: um estudo de caso

O uso de tecnologia por alunos do ensino fundamental: um estudo de caso

Este questionário é parte de um estudo para minha pesquisa de mestrado. Esta pesquisa busca compreender quais são as percepções dos alunos sobre o uso de tecnologia em seu contexto de vida e nas aulas de inglês como língua estrangeira, sobre como esse uso afeta o processo de ensino e aprendizagem de língua inglesa (LI) por alunos de escolas públicas, a importância do uso das novas tecnologias para o desenvolvimento da cidadania na escola pública e a educação do aluno cidadão através das teorias dos Novos Letramentos e Letramento Crítico. Solicito sua colaboração para obter informações sobre questões relacionadas ao uso de novas tecnologias no seu dia a dia e nas aulas de língua estrangeira. Esclareço que sua identidade não será revelada quando da apresentação dos dados do estudo ou em qualquer outro momento do desenvolvimento da pesquisa. Após o término da pesquisa, os dados serão destruídos. Informo também que sua participação é voluntária e que você poderá se retirar do estudo a qualquer momento, seja durante o preenchimento do questionário ou mesmo após o seu término. Agradeço por sua disposição em colaborar com este estudo.
Mostrar mais

123 Ler mais

A Eficácia do Uso de uma Abordagem Via Gêneros Textuais no Ensino da Habilidade de Produção Escrita em Inglês como Língua Estrangeira, para Alunos do Ensino Fundamental: um Estudo de Caso

A Eficácia do Uso de uma Abordagem Via Gêneros Textuais no Ensino da Habilidade de Produção Escrita em Inglês como Língua Estrangeira, para Alunos do Ensino Fundamental: um Estudo de Caso

A professora titular, sujeito desse estudo, e eu pensamos diferente com relação a essa questão. Ela acredita que a abordagem via gêneros textuais não poderia ser implantada com sucesso na escola pública porque os alunos não contam com os recursos mínimos para trabalhar seus textos, como, por exemplo, caderno, lápis, lápis de cor, tesoura e cola, revistas para cortar, etc. Claro que concordo com ela no que tange à realidade sócio-econômica do aluno da escola pública. No entanto, acredito que, apesar de faltar a esse aluno instrumentos concretos como papel e lápis para significar no mundo, e talvez por isso mesmo, um trabalho via gêneros, com as devidas adaptações, talvez seja o único trabalho que efetivamente ajudaria nosso aluno da rede pública a desenvolver sua habilidade de escrever em inglês como L2, e até por conseqüência, a escrever em português como L1. Digo isso porque a abordagem via gêneros mostrou-se eficiente para atuar no nível do pensamento do aluno, estruturando-o. Talvez um pouco romanticamente, percebo essa abordagem como um instrumento abstrato, em contraposição ao papel e lápis que a professora titular apontou de pronto, como instrumentos concretos que viabilizam os trabalhos. Vislumbro a possibilidade de um dia substituir o instrumento concreto pelo abstrato e fazer diferença empoderando o aluno carente da escola pública brasileira, pelo desenvolvimento de seu letramento crítico. Assim, ele poderá transitar com sucesso nas várias esferas de organização de nossa sociedade, exercer sua cidadania e disputar de forma real o mercado de trabalho, promovendo suas próprias escolhas e tomando as rédeas de sua história nas mãos.
Mostrar mais

232 Ler mais

O ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA PARA CRIANÇAS EM CONTEXTO DE ESCOLA PÚBLICA

O ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA PARA CRIANÇAS EM CONTEXTO DE ESCOLA PÚBLICA

O professor-docente, formado pela Universidade Estadual de Londrina (licen- ciado em língua portuguesa e língua inglesa),em 2008, trabalha como professor de portu- guês e de inglês como língua estrangeira. Antes da pesquisa se iniciar, PD mencionou o grande desejo de elaborar uma sequência de tarefas que fosse mais condizente com o pú- blico que lecionava. Havia um sentimento de esperança de realizar o trabalho de ensino- aprendizagem de língua inglesa como língua estrangeira de forma mais adequada à faixa etária. Ao término da pesquisa PDrevelou que o processo de formação contínua, elabora- ção da sequência de tarefas e sua implementação foram trabalhosas. PD reiterou, por vá- rias vezes, que o projeto foi relevante para ele e que ele pôde ver a aprendizagem e de- senvolvimento tanto dele quanto dos alunos, entretanto, opinou que o trabalho com Ati- vidades Sociais requer pesquisa e preparo prévio, o que pode ser difícil para professores com uma demanda tão grande de trabalho.
Mostrar mais

26 Ler mais

Avaliação de softwares educativos para  da pronúncia do inglês como língua estrangeira eou segunda língua

Avaliação de softwares educativos para da pronúncia do inglês como língua estrangeira eou segunda língua

Como em outras áreas de ensino de línguas, as atitudes para com o ensino da pronúncia variam amplamente. Parece existir, contudo, a ideia muito comum de que a pronúncia é ‘trabalhosa’ e envolve muita teoria difícil que tem de ser absorvida antes que seja realizado qualquer ensino [...] além deste sentimento um tanto negativo usualmente expressado sobre a ‘teoria’ e a natureza difícil da fonologia, há também uma visão ampla, sustentável e razoável de que a pronúncia é bem menos importante do que outros aspectos do aprendizado da língua e então não merece ter um papel mais proeminente na sala de aula [...] quem não é a favor de trabalhar pronúncia cita cinco principais razões: falta de tempo, falta de necessidade (esta toma conta de si mesmo), falta de conhecimento teórico, falta de conhecimento prático (incluindo incerteza se um modelo está certo ou errado), e falta de interesse por parte dos aprendizes. 26
Mostrar mais

207 Ler mais

Artemídia impermanente: do transe ao trânsito de um editor de conteúdo de livros didáticos

Artemídia impermanente: do transe ao trânsito de um editor de conteúdo de livros didáticos

E m 20 de fevereiro houve um encontro muito importante na qual Péricles e João apresentaram para Vivian, Beatriz e Olga a versão final do primeiro capitulo de BOOK. Após 3 semanas de trabalho intensivo, conseguiram chegar a um produto que foi bem aceito pela equipe interna da casa, e que pode ser uma grande contribuição ao mercado editorial de livros de Inglês no Brasil. Obviamente, só chegaram a este momento devido, primeiramente, à grande aceitação que o trabalho de Péricles tem em vários setores. O que ele conquistara até então no segmento gabaritava, de saída, o projeto como um vencedor. O que aumentava ainda mais a responsabilidade da equipe para que o produto fosse realmente algo muito bom. E há vários riscos que são difíceis de medir. A série correspondente que Péricles tem no mercado possui outra personalidade: obedece a uma visão mais estruturalista de língua, organizada por tópicos gramaticais, de simples utilização, isto é, amigável para os professores, e que não estimula muito o pensamento critico-reflexivo por parte dos alunos. Neste BOOK, isto muda. Agora, os eixos que delineiam os capítulos são temáticos, apoiados em entendimento sobre gêneros textuais e centrados na ideia de valorizar diferenças. A série se propõe a contribuir para a formação de um aluno crítico-reflexivo, o que vai demandar mais do professor. Assim, o primeiro capítulo transita pelo tema da identidade e os elementos que a compõem, entre estes a língua. O aluno é levado a perceber como os múltiplos elementos constitutivos do caráter, dos gostos, das origens, do ambiente e das atitudes compõem a formação do indivíduo, e como cada indivíduo deve ser aceito e valorizado em sua originalidade. Ao final, os alunos deverão colocar em prática aquilo sobre o qual refletiram, através de atividades colaborativas realizadas em sala de aula.
Mostrar mais

158 Ler mais

Show all 7260 documents...