Livros didáticos - Análise

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Gêneros instrucionais nos livros didáticos: análise e perspectivas

Gêneros instrucionais nos livros didáticos: análise e perspectivas

como corpora para esta pesquisa, foram selecio- nadas duas coleções de livros didáticos, destinadas ao en- sino de língua portuguesa no segundo segmento do Ensino Fundamental (EF): Tudo é linguagem (BORGATTO, BERTIN e MARcHEZI, 2009) e Passaporte para a Língua Portuguesa (dIscINI e TEIXEIRA, 2007). A análise foi desenvolvida a partir da observação dos seguintes parâme- tros nos livros didáticos: abordagem teórica dos gêneros instrucionais nos respectivos manuais do professor; apre- sentação e desenvolvimento dos gêneros instrucionais nos conteúdos e atividades destinados ao educando. Ressal- tamos, porém, que não temos a pretensão de avaliar esses manuais didáticos, mas apenas ilustrar a abordagem didática dos gêneros instrucionais.
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UMA ANÁLISE SOBRE O CONCEITO DE ENERGIA EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

UMA ANÁLISE SOBRE O CONCEITO DE ENERGIA EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

A análise dos livros didáticos para o ensino médio tem um papel importante tanto para a formação inicial dos professores quanto para aqueles que atuam na educação básica, visando alcançar o máximo aproveitamento no processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Aos licenciandos, a prática de análise e a utilização de instrumentos para realização contribui para futuras escolhas dos livros, refletindo e estabelecendo critérios e categorias, buscando selecionar o material mais apropriado para o tipo de sistema de ensino da escola e dos alunos, que se adapte ao estilo de docência do professor.
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ANÁLISE DE CONTEÚDO DOS ENUNCIADOS SOBRE A PRIMEIRA LEI DE MENDEL EM LIVROS DIDÁTICOS DE BIOLOGIA

ANÁLISE DE CONTEÚDO DOS ENUNCIADOS SOBRE A PRIMEIRA LEI DE MENDEL EM LIVROS DIDÁTICOS DE BIOLOGIA

O ensino de Genética no Ensino Médio, muitas vezes torna-se um tanto abstrato. Desconsiderando a série de cálculos probabilísticos realizados, alguns alunos enfrentam dificuldades relacionadas ao seu grau de abstração, pois ao não serem situados em termos conceituais, não conseguem interpretar corretamente as leis que regem a Genética Mendeliana. A partir disso, seu ensino parece estar reduzido a uma mecânica de calcular sem que estudantes percebam a relação entre as contas que executam e a teoria de fundamentação biológica. Considerando a interpretação das leis de Mendel como fundamental para compreensão dos casos que as envolvem e em sendo a análise de conteúdo uma metodologia que nos permite interpretar e analisar registros, o presente artigo se propõe a lançar mão desta ferramenta aplicando-a para análise de enunciados dessas leis em livros didáticos de Biologia. Ao analisar fragmentos textuais, percebeu-se uma regularidade que nos remete a uma base de repetição estrutural de sua composição, acrescidos de poucos e diferentes elementos complementando-os. O presente trabalho discute o quanto esses pequenos traços irregulares - que se diferenciam do texto (e do senso) comum na elaboração da releitura desses enunciados – podem contribuir significativamente para uma aprendizagem relacionada à primeira lei de Mendel.
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A Região Nordeste nos livros didáticos de geografia: uma análise histórica

A Região Nordeste nos livros didáticos de geografia: uma análise histórica

O objetivo desta dissertação é investigar a relação entre os saberes escolares e os acadêmicos. O cotidiano do trabalho e a forma como as descobertas e/ou revisões de assuntos científicos são divulgados, principalmente pela mídia e pela indústria cultural, associam quase sempre os conteúdos a ser ensinados nas escolas com a produção acadêmica, resultando daí uma visão hierárquica. Neste trabalho nos aproximamos de uma corrente teórica, a história das disciplinas escolares, que advoga uma relação não hierárquica entre a produção do conhecimento escolar e acadêmico, tendo em vista que compreende a escola como espaço de produção do saber escolar. Para atingir o referido objetivo analisamos três livros didáticos: Geographia do Brasil (1927), de Delgado de Carvalho, Geografia do Brasil (1958), de Aroldo de Azevedo e Geografia Crítica, o espaço social e o espaço brasileiro (2006), de José William Vesentini e Vânia Vlach, à luz da história das disciplinas escolares. Nessa perspectiva buscamos compreender como o conteúdo: Região Nordeste é apresentado nos referidas obras. É certo que o livro didático não responde sozinho pelo ensino, cujas relações se condicionam em uma série complexa de fatores, porém, sua discussão acompanha as práticas educacionais da escola. Desse modo, trabalhamos com esse recurso didático de forma a tentar compreender a sua contribuição para a história da disciplina escolar Geografia. Um diálogo com diversos autores sobre a categoria geográfica região é apresentado para tentar sistematizar como é que essa se constituiu no campo da Geografia. Neste trabalho, o que é mais fundamental é analisar como a região é tratada na Geografia Escolar e como se dá a relação com estes autores. Com a análise dos livros didáticos citados pretendemos contribuir com a história do pensamento e das práticas educacionais. Pois acreditamos que conteúdos reveladores de representações e valores predominantes num certo período de uma sociedade que, simultaneamente à historiografia da educação e da teoria da história, permitem rediscutir intenções e projetos de construção e de formação social. O livro didático e a educação formal não estão deslocados do contexto político e cultural e das relações de dominação, sendo, muitas vezes, instrumentos utilizados na legitimação de sistemas de poder. Por serem representativos de universos culturais específicos, atuam, na verdade, como mediadores entre concepções e práticas políticas e culturais, tornando-se parte importante na engrenagem de manutenção de determinadas visões de mundo.
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Análise de livros didáticos de ciências: um estudo de caso

Análise de livros didáticos de ciências: um estudo de caso

RESUMO: Os livros didáticos são recursos usados em sala de aula para apoio dos professores como um material para contribuir para a formação crítica do aluno. Para tal, o livro didático de Ciências da autora Cecília Valle e dos autores Carlos Barros e Wilson Roberto Paulino foram analisados. Os pontos determinantes da análise de cada livro foram o conteúdo literal, exercícios e recursos visuais. Foi verificado que os livros de Cecília Valle possuem textos menos extensos e apresentam mais sugestões de leituras e discussões com os colegas, o que desenvolve, nos estudantes da 5ª série, o senso de trabalho em grupo, enquanto o livro de Carlos Barros e Wilson Paulino propõe exercícios mais complexos do que o da Cecília, requerendo um maior entendimento dos conteúdos.
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O Ensino de Acústica nos livros didáticos de Física recomendados pelo PNLEM: análise das ligações entre a física e o mundo do som eda música

O Ensino de Acústica nos livros didáticos de Física recomendados pelo PNLEM: análise das ligações entre a física e o mundo do som eda música

A partir de 2006, os livros didáticos de física do ensino médio passaram a ser avaliados pelo “Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE” (web site: www.fnde.gov.br), que é uma autarquia do Ministério da Educação que tem como missão prover recursos e executar ações para o desenvolvimento da educação, visando garantir ensino de qualidade a todos os brasileiros. Tal avaliação é realizada por meio do programa nacionalmente conhecido como Plano Nacional do Livro Didático do Ensino Médio – PNLEM. Tais livros passaram a ser aqueles recomendados pelo MEC para serem adotados nas escolas. O processo de avaliação e recomendação inicia-se com as inscrições das editoras, as quais apresentam suas obras para serem avaliadas. Tais obras passam por uma triagem técnica e física realizada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. Os livros que se enquadram no padrão de qualidade física são então enviados para a Secretaria de Educação Básica do MEC, onde é feita a avaliação pedagógica por especialistas. Para cada livro avaliado é feita uma resenha por parte dos especialistas, baseada na „ficha de avaliação‟ padrão que é utilizada para a análise de todas as obras [5]. Finalmente, os livros selecionados passam a compor o catálogo do PNLEM daquela disciplina, onde podemos encontrar a resenha de cada livro, bem como o modelo do questionário guia. Os professores e diretores de cada escola da rede pública fazem a escolha dentre os livros aprovados para cada disciplina. Tais textos escolhidos são então adquiridos pelo MEC e enviados para a escola. No caso da física, o processo de seleção ocorreu em 2006 e os livros aprovados puderam ser adquiridos e distribuídos nas escolas públicas pelo MEC para utilização de alunos e professores no ano letivo de 2009. Dentre as obras de física submetidas à avaliação, foram aprovadas e recomendadas seis obras, quais sejam: “universo da Física” [6], “Física – Ciência e Tecnologia” [7], “Física” [8], “Universo da Física – Volume Único” [9], “Física” [10] e “Física” [11].
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LIVROS DIDÁTICOS E PCNS: UMA ANÁLISE SOBRE A ESCRITA DA HISTÓRIA

LIVROS DIDÁTICOS E PCNS: UMA ANÁLISE SOBRE A ESCRITA DA HISTÓRIA

Para efetuar essa análise, faremos uso das sugestões de Circe Bittencourt (2008), que propõe a observação de três as- pectos para a análise dos livros didáticos: a forma, o conteúdo histórico escolar e seu conteúdo pedagógico. Segundo a autora, a análise dos aspectos formais diz respeito à materialidade do livro, incluindo a diagramação, seleção de cores e ilustrações da capa e das páginas interiores, “a visão da apresentação grá- fi ca do conjunto da obra e de como estão divididos seus dife- rentes tópicos” (2008, p. 312), de modo a facilitar ou não o trabalho dos alunos. Conforme Bittencourt, é comum que as capas dos livros indiquem as propostas curriculares às quais es- tes estão vinculados. Nesse sentido, ao analisar o conjunto da obra, constatamos que o livro do autor Figueira pauta-se por uso mais restrito de imagens, de modo que até a capa passa por um tratamento simplifi cado. Na apresentação da obra, os edi- tores anunciam a vinculação da produção do livro às DCNEMs 2 .
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Variação modotemporal em livros didáticos de Língua Espanhola e de Língua Portuguesa: uma análise comparativa

Variação modotemporal em livros didáticos de Língua Espanhola e de Língua Portuguesa: uma análise comparativa

Resumo: Este artigo deter-se-á no estudo comparativo do tratamento dado à variação modo-temporal por livros didáticos de Língua Portuguesa e de Língua Espanhola. No presente trabalho, assumimos os pressupostos teóricos dos estudos sobre variação e ensino, propostos por Labov (1972, 1978 e 2003), bem como o que afirmam os documentos oficiais que norteiam o ensino de línguas no Brasil. Para o desenvolvimento da pesquisa, utilizamos um roteiro de análise sobre norma/uso, mudança, condicionamentos linguísticos e extralinguísticos, uso de textos autênticos e variação entre tempos verbais. Evidenciamos tratamento parcial aos temas sob análise: o texto ainda serve como pretexto; quando há exposição teórica sobre variação, tal abordagem ocorre somente no capítulo em pauta, não havendo aplicação dos postulados no decorrer do livro; também não são evidenciados os efeitos de sentido das diversas formas verbais em contexto comunicativo. No entanto, no livro didático Hacia el español, há um esforço no sentido de o aluno ter consciência da variação linguística nos níveis fonético-fonológico, lexical e morfossintático.
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Aracnídeos peçonhentos: análise das informações nos livros didáticos de ciências.

Aracnídeos peçonhentos: análise das informações nos livros didáticos de ciências.

Incentivar a adoção de medidas profiláticas e divulgar os procedimentos corretos a serem adotados logo após um acidente, contribui para uma redução do número de casos com seqüelas, bem como representa uma economia para o serviço público de saúde. Nesse contexto, o livro didático, como recurso bastante utilizado nas salas de aula, não poderia jamais deixar de apresentar tais informações. Contudo, não foi o que se observou na análise realizada, pois a maioria das obras não apresenta medidas profiláticas, tanto para acidentes com aranhas como para os com escorpiões (Tabelas 1 e 2). No que tange aos procedimentos adotados em caso de acidentes, somente um autor (CRUZ, 2004) aborda noções de primei- ros socorros, enquanto os demais autores apenas sugerem o encaminhamento da vítima para o hospital. Portanto, nesse aspecto, as obras analisadas deixam a desejar e merecem ser repen- sadas. Contudo, para evitar o risco de se prescreverem medidas preventivas e de tratamento erradas, os autores de livros didáticos deveriam consultar especialistas da área, evitando, assim, induzir comportamentos errôneos.
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Análise do conteúdo das leishmanioses em livros didáticos de ciências e biologia indicados pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (2008/2009).

Análise do conteúdo das leishmanioses em livros didáticos de ciências e biologia indicados pelo Programa Nacional de Livros Didáticos (2008/2009).

Vários livros de ciências e biologia reproduziram os mesmos erros e lacunas de informação em relação a um determinado subtema, sendo os erros mais comuns: agentes etiológicos, vetores, sintomas clínicos humanos. As principais lacunas de informação foram: reservatórios e medidas de prevenção e controle, dados epidemiológicos, consequências clínicas e aspectos socioculturais envolvidos com a transmissão, e crescente prevalência da doença no Brasil. Pesquisas de Schall (2010) e Batista, Cunha e Cândido (2010) sobre análise de livros didáticos em relação a outros temas da área de saúde também verificaram a presença de conceitos científicos incorretos. É importante ressaltar que o estudo não se destinou apenas a apontar erros, mas a compreender como a saúde é focalizada nos livros de ciências; contudo, numa primeira análise, as evidências preponderantes de equívocos promoveram a necessidade de que fossem registrados e divulgados. A despeito das incorreções, o que permanece e é pedagogicamente inadequado é a forma tradicional de se apresentarem os conteúdos, com ênfase na memorização de aspectos biomédicos, sem relação com os fatores históricos, socioculturais e econômicos e com o contexto, vida cotidiana e saúde dos escolares.
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ANÁLISE DO LETRAMENTO ESTATÍSTICO NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO

ANÁLISE DO LETRAMENTO ESTATÍSTICO NOS LIVROS DIDÁTICOS DO ENSINO MÉDIO

Em nosso estudo, buscamos verificar se os livros didáticos favorecem o desenvolvimento do letramento estatístico. Com base nos autores citados até o momento, podemos definir letramento estatístico como um conjunto de estratégias mentais desenvolvidas pelo indivíduo durante a execução de cada um dos passos do processo de exploração e análise de dados coletados, interpretando-os por meio das várias representações obtidas durante este processo, para posteriormente tomar as decisões apropriadas para o contexto apresentado.

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ANÁLISE FUNCIONAL-TEXTUAL DA ABORDAGEM SOBRE CONJUNÇÕES EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO

ANÁLISE FUNCIONAL-TEXTUAL DA ABORDAGEM SOBRE CONJUNÇÕES EM LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO

Esta pesquisa tem o intuito de averiguar a abordagem das conjunções em livros didáticos, tendo como perspectiva teórica a interface Funcionalismo, Texto e ensino (CASTANHEIRA, 2017; 2020). Acerca dos nossos resultados, podemos dizer que algumas de nossas hipóteses foram confirmadas e outra foi refutada e, de forma geral, é possível afirmar que os livros didáticos abordam as conjunções ainda sem considerar, de forma efetiva, o trabalho com gênero, a leitura e a análise linguística, porém, de alguma forma, já inserem discussões sobre os critérios mórfico, funcional e semântico e o seu papel na construção textual.
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Análise do conteúdo de 'saúde' em livros didáticos.

Análise do conteúdo de 'saúde' em livros didáticos.

O texto que se segue foi extraído (com modificações) da dissertação de mestrado apresentada em 1994 ao Curso de Mestrado em Educação do Instituto de Estudos Avançados em Educação (Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro). Ele constitui o núcleo principal inédito daquele trabalho, que teve como objetivo analisar o conceito de saúde veiculado em livros didáticos do ensino fundamental. Apesar de sua importância, mas por causa da sua extensão, ele foi retirado do artigo A Saúde na Escola: análise de livros didáti- cos de 1ª a 4ª série. (Mohr, 1995). Sugere-se consultar esse artigo para uma complementa- ção da presente leitura. Naquele artigo aborda-se resumidamente a finalidade dos progra- mas de saúde escolares e a problemática do livro didático na escola; descreve-se o material utilizado na pesquisa e os métodos para análise dos livros didáticos; discute-se em função dos resultados encontrados (que são os dados apresentados no presente texto) o conceito de saúde veiculado pelas obras analisadas e se apresenta conclusões e sugestões.
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Uma análise sobre a geometria nos livros didáticos

Uma análise sobre a geometria nos livros didáticos

No âmbito dos conteúdos matemáticos que compõem essas obras, vale ressaltar que a trajetória da Geometria nos livros didáticos merece um estudo cuidadoso. Em meados das décadas de 80 e 90, esse conteúdo constava no final dos livros, de modo que se os professores não cumprissem todo o conteúdo do livro, os alunos ficavam prejudicado, pois não era estudado. Do ponto de vista histórico, a análise de Gouvêa (1998, p.43) aponta que, no período pós Matemática Moderna,

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Análise do princípio de Le Chatelier em livros didáticos de química

Análise do princípio de Le Chatelier em livros didáticos de química

Dentre as diversas formulações que Le Chatelier propôs em seus trabalhos, aquela que está largamente presente nos livros didáticos analisados é semelhante à formulação apresentada por Ostwald em 1904 que, por sua vez, é baseada no enunciado mais simples e geral do próprio Le Chatelier. Outro aspecto importante foi observar que todas as explicações e análises específicas que Le Chatelier apresentou em seus trabalhos sobre mudanças de temperatura, força eletromotriz, pressão e concentração foram eliminadas, perpetuando-se ao longo dos anos, nos textos didáticos, somente o enunciado mais geral, desacompanhado de suas explicações e ilustrações. Também vale lembrar que é esta formulação que foi principalmente sujeita a críticas desde o seu início e finalmente foi corrigida pelo próprio autor anos mais tarde. Uma das críticas mais contundentes diz respeito ao uso indiscriminado do princípio em situações em que ele não pode ser aplicado. Nestes casos, um rigoroso controle de variáveis e uma análise criteriosa são necessários para que o princípio possa ser aplicado.
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ANÁLISE MATERIAL DE LIVROS DIDÁTICOS PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

ANÁLISE MATERIAL DE LIVROS DIDÁTICOS PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

p. 11. Leia-se um trecho emblemático dessa autora: “Poder-se-ia mesmo afirmar que o livro didático não tem uma história própria no Brasil. Sua história não passa de uma seqüência de decretos, leis e medidas governamentais que se sucedem, a partir de 1930, de forma aparentemente desordenada, e sem a correção ou a crítica de outros setores da sociedade (partidos, sindicatos, associações de pais e mestres, associações de alunos, equipes científicas etc.). Essa história da seriação de leis e decretos somente passa a ter sentido quando interpretada à luz das mudanças estruturais como um todo, ocorridas na sociedade brasileira, desde o Estado Novo até a ´Nova República´”. E mais adiante continua: “A primeira constatação [o fato de que a política do livro didático do período por ela analisado, do regime militar ao governo Sarney, é praticamente idêntica à política estatal do livro didático] implica o fato de que não houve até recentemente, fora do Estado, outras instituições no Brasil capazes de influenciar, formular e redirecionar o processo decisório sobre o livro didático. […] Nem mesmo as editoras, que à luz do seu poderio econômico teriam condições de influenciar o conteúdo e a distribuição dos livros didáticos, têm usado a sua força para participar com propostas próprias das decisões políticas sobre o livro didático”.
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ANÁLISE DA ABORDAGEM DE FÍSICA NUCLEAR NOS LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

ANÁLISE DA ABORDAGEM DE FÍSICA NUCLEAR NOS LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

No entanto, Langui (2004) aponta a presença de diversos erros conceituais nos livros didáticos. Conforme Neto e Fracalanza (2003), nessas obras, existem equívocos nas articulações dos conteúdos, nos textos, nas ilustrações, nas legendas e na isenção de preconceitos socioculturais. Quanto aos conceitos relacionados à FN, Tenório et al. (2015) mencionam que, muitas vezes, os assuntos estão apresentados nos livros didáticos de maneira inconsistente e desigual. Segundo Siqueira e Pietrocola (2006), isso faz sugerir uma dificuldade no desenvolvimento dos conteúdos de FN na educação básica, pois o livro didático é um dos recursos utilizados para a transposição didática dos assuntos discutidos em sala de aula (SIQUEIRA; PIETROCOLA, 2006).
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Análise de livros didáticos sobre o tema "morcegos".

Análise de livros didáticos sobre o tema "morcegos".

A maior parte dos materiais educacionais que abordaram o tema foi considerada su- ficiente em relação à inclusão de títulos atrativos, linguagem acessível e utilização de recursos visuais. Ainda que necessitem de ajustes, o emprego das imagens é indispensável, pois, ao estabelecer o contato inicial, essas provocam o leitor, estimulando a busca do conhecimento. Embora poucos erros conceituais ou informações distorcidas estivessem presentes nos livros, a qualidade informativa relacionada aos quirópteros foi considerada insatisfatória devido à tí- mida exploração dos conceitos e os discursos, superficiais pela pobreza do conteúdo científico. Os trechos com influência histórico-cultural sobre os mistérios envolvendo os mor- cegos precisam ser considerados e esclarecidos no ensino de ciências e biologia. A ênfase nas informações sobre os diversos papéis ecológicos dos quirópteros e a utilização de textos que estimulam o aprendizado despertam a curiosidade para a pesquisa e para a conservação das espécies, contribuindo para o desenvolvimento das habilidades científicas dos estudantes. Ao mesmo tempo, informações médico-sanitárias e profiláticas devem ser adicionadas como forma de contribuição à saúde pública brasileira.
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"ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO"

"ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO"

O trabalho será realizado por um grupo de três professores da educação básica, tendo uma parte comum (INTRODUÇÃO, MUDANÇAS CURRICULARES NO ENEM, PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DI[r]

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"ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO"

"ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO MÉDIO"

Na década de 90, vale destacar a restrição quanto à distribuição do livro didático devido às limitações orçamentárias em 1992. Contudo, no ano seguinte, a publicação da Resolução CD FNDE nº 6 vincula os recursos para a aquisição dos livros didáticos, garantindo um fluxo de verbas para aquisição e distribuição dos mesmos. Também vale ressaltar a definição dos critérios para avaliação dos livros através do documento “Definição de Critérios para Avaliação dos Livros Didáticos” do MEC. Este processo de avaliação pedagógica é iniciado em 1996 e neste mesmo ano é publicado o primeiro “Guia de Livros Didáticos”, voltado para os alunos da 1ª a 4ª série. No ano de 1997, a responsabilidade pela política de execução do PNLD é transferida integralmente para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e ocorre uma ampliação, de forma continuada, da aquisição de livros didáticos voltados para alfabetização, bem como de diversas disciplinas para os alunos de 1ª a 8ª série do ensino fundamental público.
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