Lobos - Nordeste (Portugal)

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Epidemiologia e genética populacional de lobos guarás, Chrysocyon brachyurus, (ILLIGER 1815) (CARNIVORA, CANIDAE) no nordeste do estado de São Paulo

Epidemiologia e genética populacional de lobos guarás, Chrysocyon brachyurus, (ILLIGER 1815) (CARNIVORA, CANIDAE) no nordeste do estado de São Paulo

Outras causas de mortalidade podem ser tão ou mais importantes para a redução da população de lobos guarás nesta região. A dificuldade de adaptação na área, de filhotes desmamados e sub-adultos, pode estar ocorrendo pela fragmentação e diminuição de habitats. Foi constatado um animal sub-adulto prostrado no campo, em avançado estado de desidratação e desnutrição, e apresentando um ferimento na base da cauda com 4 perfurações simétricas sugerindo que tenha sido mordido. Felizmente foi possível recuperar o animal. Este animal apresentava aproximadamente 4 meses de idade. Este caso permitiu levantar hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com este lobo guará. Que animal poderia tê-lo mordido? Talvez um cão doméstico defendendo a fazenda de intrusos, ou até mesmo um dos pais do animal fazendo com que o mesmo busque uma outra área de vida. De qualquer forma, o animal parece ter sido privado do seu objetivo de obter alimento e água de forma satisfatória. É possível que esta região, com alta pressão antrópica, esteja propiciando um aumento de mortalidade destes animais na desmama, pela dificuldade dos mesmos em obter refúgio e forrageamento.
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Técnica aplicada ao concerto para violão e pequena orquestra de Heitor Villa-Lobos

Técnica aplicada ao concerto para violão e pequena orquestra de Heitor Villa-Lobos

A Fantasia Concertante foi escrita para violão e uma orquestra equilibrada, com busca de timbres de modo a não anular a sonoridade do solista. Ela se constitui de três movimentos: “Allegro Preciso”, “Andantino e Andante”, e “Allegro non troppo”. O primeiro movimento (Allegro Preciso) tem lugar na orquestra e mostra um tema cheio de energia, que reaparecerá tanto no violão quanto na orquestra. Na segunda parte (Poco meno), o tema é inteiramente original e pertence a um novo episódio. Este tema lembra muito a atmosfera melódica de certas canções populares do nordeste brasileiro. Em seguida, o primeiro tema é reapresentado com a mesma estrutura rítmica do início mas uma terça menor acima; desenvolvimento e stretto são reduzidos até o final acelerado. No “Andantino”, depois de uma introdução feita pela orquestra (escalas simultâneas em movimentos divergentes), o tema principal aparece e se desenvolve até o “Andante”. No “Andante” um novo episódio se apresenta durante alguns compassos (6/8), na maneira da introdução até a melodia expressiva tocada no violão. O retorno do “Andantino” é feito uma quinta acima da exposição principal e o “più mosso”, com uma melodia diferente das outras na unidade temática, representa uma espécie de “stretto” para concluir o movimento. O “Allegro non troppo” com uma introdução de alguns compassos (melodia e ritmos sincopados) apresenta um tema orquestral que é retomado em seguida pelo violão. Até o fim da Fantasia várias modulações são feitas no intuito de explorar o virtuosismo do violonista. (PEREIRA, Marco. Op. cit., p. 74 e 75)
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Villa-Lobos: de pai para filho

Villa-Lobos: de pai para filho

Vasco Mariz (1983) afirma que a família Villa-Lobos costumava frequentar os salões da casa de Alberto Brandão. O que há de relevante nisso, segundo o autor, é que nessas visitas o menino Heitor teria tido a oportunidade de conhecer os folcloristas Sílvio Romero, Barbosa Rodrigues e Mello Moraes e de ouvir “todos os gêneros musicais do Nordeste”, que – diz o biógrafo – o anfitrião fazia questão de incluir no programa musical de suas reuniões. De fato, ainda que não fosse regra, a presença de músicos populares e dos citados folcloristas nos salões da época é confirmada por pesquisadores como Hermano Vianna (2014). Mas ao ater-se a esse detalhe, Mariz não atenta para o cerne do ambiente cultural que Raul, sua mulher e seus filhos encontravam em tais ocasiões: os padrões de comportamento, os valores e os interesses de uma elite europeizada, personalista e afeita à ostentação de riqueza e sofisticação. O apreço pela cultura popular certamente não era o traço mais característico desse meio. Segundo J. Needell, o enredo dos salões do final do século XIX era mais ou menos o seguinte:
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Villa-Lobos Educador: a propriedade da música na Educação Musical

Villa-Lobos Educador: a propriedade da música na Educação Musical

Em Minas Gerais, todas as guarnições do Exército resistiram aos revoltosos. Entre os dias 3 e 8 de outubro, o quartel do Regimento de Infantaria, em Belo Horizonte, transformou-se no principal baluarte da legalidade no estado e foi bombardeado, dia e noite, por cerca de 4 mil homens da Força Pública — a rendição aconteceu somente na tarde de 8 de outubro. Devido à posição estratégica do quartel, o fogo de barragem das trincheiras e o impacto das granadas de mão, deixou a cidade em pânico. Correu o rumor de que os militares entrincheirados no Regimento dispunham de artilharia com potência para canhonear Belo Horizonte. E o pavor só fez crescer. Duas bombas legalistas foram atiradas de um aeroplano da aviação militar da Força Pública paulista, destinadas ao Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro. Nenhuma acertou o alvo: a primeira caiu dentro do tanque de lavar roupas do terreiro do palacete vizinho; a segunda enterrou-se num canteiro da Praça da Liberdade, defronte à Secretaria de Segurança, e também não explodiu, para alívio dos mineiros [...]. A cantonada na Paraíba, a Aliança Liberal desfechou a ofensiva sobre os demais estados do Nordeste. Góes Monteiro moveu suas tropas, em ferrovia, na direção de São Paulo. As chances de êxito eram reais e, dessa vez, Getúlio Vargas jogou sua sorte na vitória da Aliança Liberal [...] assumiu o comando civil da rebelião e seguiu em frente com o comboio militar. Em Itararé, na divisa entre Paraná e São Paulo, estava previsto o maior e mais efetivo combate entre os rebeldes e as forças legalistas. A cidade, no interior paulista, abrigava um entroncamento ferroviário decisivo para os dois lados em conflito: os trilhos abriam caminho tanto para São Paulo quanto para o Rio de Janeiro [...]. Os dois lados simplesmente decidiram esperar pelo fim das chuvas torrenciais que dificultavam as operações militares e por uma melhor definição do clima político. Podia até ser uma decisão sensata, mas o militarismo estava exacerbado e o sentimento geral era de que o país vivia um enorme anticlímax (Schawarcz & Starling, 2015, pp. 364-365).
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Villa-Lobos e os metais graves sinfônicos: um estudo dos elementos técnicos espe...

Villa-Lobos e os metais graves sinfônicos: um estudo dos elementos técnicos espe...

A variedade de pássaros – rica em número e gênero – que existem em todo o Brasil, sobretudo os que vivem nos bosques e florestas e os que cantam à madrugada e ao entardecer nos infinitos sertões do Nordeste, serviram para alguns motivos do Choros N° 10. (...) O coro misto que se adapta à estrutura desta obra está colocado no mesmo plano de valor e distinção da arquitetura orquestral. O texto é constituído de sílabas e vocalizes, sem nenhum sentido literário, nem coordenação de ideias, apenas servindo de efeitos onomatopaicos, para formar ambiente fonético característico da linguagem dos aborígines. Entretanto, quando o crescendo das vozes atinge o seu clímax, aparece, incidentalmente e já em terceiro plano, confundindo-se com a intrincada teia de um contraponto cerrado em pleno stretto, uma melodia lírica e sentimental, à maneira da modinha suburbana, extraída de uma canção popular, com letra do poeta seresteiro Catulo Cearense, denominada Rasga o Coração. (...) (VILLA-LOBOS, 1950).
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O sertão imaginado nas Bachianas Brasileiras de Heitor Villa-Lobos

O sertão imaginado nas Bachianas Brasileiras de Heitor Villa-Lobos

Então, como se dá essa transformação para aplicar ao objeto de investigação, as Bachianas Sertanejas? Primeiro pelo “estranhamento” daqueles sons, ou ainda, pelas referências rítmicas e melódicas presentes nas peças. Em seguida, deve-se relacioná-las não apenas com a região mas também com o cotidiano, com a realidade vista sob outras realidades, diferentes das que já foram compostas e definidas sobre o Sertão e o Nordeste. Essa construção faz parte do “desnaturalizar” a realidade, de estranhar o cotidiano. Para desenvolver esse “ouvir”, é preciso quebrar a forma com que se encara a realidade, e partir para aquilo que é possível ser percebido, sendo essa uma percepção exploratória no que pode extrair em potencial das peças. A atenção voltada para o ouvir em potencial se dá porque nenhum som é neutro, nem isento de observações além do que está proposto, por conter nele diferentes intensões e significados, não sendo possível, à primeira vista, ter a ideia do que ele contém. O que se propõe com esse “ouvir” é outra perspectiva, são outros “pontos de escuta”, o que está em suas prenoções, o que pode ser ressignificado a cada época, a cada cultura e a cada ouvinte. É dessa transformação que suscita outro sentimento artístico, outros afetos à música, os quais carecem de ser desenvolvidos, porque não são naturais, mas sociais.
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A concisão modernista da Seresta nº 9 (Abril) de Villa-Lobos.

A concisão modernista da Seresta nº 9 (Abril) de Villa-Lobos.

Bem antes de seu envolvimento com Vargas, Villa-Lobos estava envolvido com uma agenda “modernista” que, se não era necessa- riamente de caráter político, ao menos buscava alternativas para as concepções musicais desgastadas e desvinculadas das tradições popu- lares, bem como propunha algum tipo de renovação de ordem técnica e estética, inspirada na música moderna europeia, sobretudo em Claude Debussy. Dentro desse movimento estético que se organizava entre a classe artística brasileira, Villa-Lobos foi o único compositor convidado a participar da Semana de Arte Moderna realizada no Teatro Municipal de São Paulo em 1922. No ano seguinte fez sua primeira viagem a Paris, onde pôde apresentar suas obras, avaliar a acolhida dada a elas e traçar estratégias para novos projetos.
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O Quarteto de Cordas no 8 (1944) de Villa-Lobos: neoclassicismo e invenção

O Quarteto de Cordas no 8 (1944) de Villa-Lobos: neoclassicismo e invenção

Esta análise sugere que Villa-Lobos não pensava a sonata como algo “fechado” (uma “gaiola”, no dizer de Estrella [1970]), mas, sim, como um desafio criativo onde o material temático é distribuído e coordenado pela forma. Embora isso ocorra de manei- ra mais convencional que o habitualmente feito por Villa-Lobos, não necessariamente determina que sua abordagem neoclássica seja menos inventiva do que suas formas “li- vres”. Villa-Lobos parece ter sistematizado um método de gerar progressões de acordes onde a função harmônica tradicional, baseada no binômio consonância-dissonância, é modificada para um padrão determinado pela relação simetria-assimetria, confor- me demonstramos em algumas passagens cadenciais. Em linhas gerais, tal método, se comprovado, não nos parece muito diferente do usado em obras consideradas mais representativas do estilo villalobiano, como os Choros ou as Cirandas.
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Educação musical antes e depois de Villa-Lobos e os registros sonoros de uma época

Educação musical antes e depois de Villa-Lobos e os registros sonoros de uma época

“Bazzum!” (editada pela Max Eschig em 1936) é composição de Villa-Lobos, tem letra de Domingos Magarinos e consta no segundo volume do Guia Prático. No livro didático, a canção afirma evocar suposta raíz africana, enquanto o acetato indica que seu gênero corresponde a uma “embolada”. Suas frases “‘Ê Bazzum, em seu feitiço, respondia ao mundo inteiro: Negro é sombra! Não é gente! Onde há sombra não há luz!’ parecem negar a condição humana ao elemento negro” (Lisboa, 2005, p. 125). A canção está em Fá Maior, mas se percebe na gravação uma tendência comum aos coros orfeônicos: a afinação cai um pouco conforme a execução avança, o que ilustra as dificuldades do próprio conjunto vocal docente em apresentar desempenho técnico ideal. O coral executante é o Orfeão dos Professores do Distrito Federal, regido pelo seu o organizador, o próprio Villa- Lobos e acompanhado pela solista Ana Lamengo M. Sarmento. Pelo título da música, temos outra característica típica do orfeonismo: o uso de efeitos sonoros. Os arranjos por vezes previam sons onomatopéicos para impressionar a audiência, fosse ela presencial ou radiofônica.
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AS REPRESENTAÇÕES DA NACIONALIDADE MUSICAL NAS BACHIANAS BRASILEIRAS DE HEITOR VILLA-LOBOS

AS REPRESENTAÇÕES DA NACIONALIDADE MUSICAL NAS BACHIANAS BRASILEIRAS DE HEITOR VILLA-LOBOS

Villa-Lobos começa a escrever as Bachianas Brasileiras, logo depois do retorno de sua segunda viagem a Paris (1927-1930), quando se aproxima do então interventor em São Paulo, o coronel João Alberto Lins de Barros, a quem o compositor fora apresentado num concerto realizado em São Paulo, em 1930. Todas as suas atividades, a partir daquele momento, estariam associadas diretamente à política nacionalista do governo Vargas. Nesse mesmo período, Villa-Lobos inicia sua série de viagens pelo interior do Brasil, patrocinado por João Alberto. Estas incursões intituladas Excursão Artística levavam a música pelo interior do país, passando por cidades como Piracicaba, Jaú, Pirajuy e Batatais. De acordo com Guérios, a Excursão Artística percorreu 54 cidades entre janeiro e abril de 1931, sendo formada, em diferentes momentos, por Villa-Lobos (tocando violoncelo), Lucília, Souza Lima, Guiomar Novaes, Antonieta Rudge Muler, a cantora Nair Duarte Nunes e o violinista belga Murice Raskin. Os concertos, formados por esses “ilustres bandeirantes das artes musicais”, como trazia a informação de um jornal de Botucatu, contava no repertório com obras do próprio Villa-Lobos, além de peças do repertório “clássico-romântico”: Chopin, Tchaikowsky, Mozart, dentre outros (2003:172).
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Villa-Lobos Vindicated (at last) - a Pan American prescription

Villa-Lobos Vindicated (at last) - a Pan American prescription

Did Heitor Villa-Lobos, once arrived in Europe, truly say that Europeans would be studying him in time? This seems now open to debate. He certainly did say, however, that he had come to Paris not to study Europeans. At this juncture in the 21st century, we must ask why more young art composers of the Western Hemisphere have not been moved to follow his dictum. Does Europe continue to attract them for reasons of revi- talization? Or rather, reasons of legitimization? If the former, much time and expense may be spared them.

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Sobre meninos e lobos: as personagens e o gênero policial na literatura e no cinema

Sobre meninos e lobos: as personagens e o gênero policial na literatura e no cinema

O escritor estadunidense Dennis Lehane ficou famoso por suas inúmeras obras literárias inseridas dentro do gênero policial, pelas participações como roteirista em famosas séries de televisão, bem como pelo auxílio na construção de produções cinematográficas baseadas em seus livros. A literatura de Lehane convida o leitor a explorar o romance policial, bem como a violência presente em sua cidade natal, Boston, visto que grande parte das suas obras são ambientadas nessa cidade, entretanto, sempre de forma intimista e, na grande maioria das vezes, focando na construção de personagens. Foi a partir da forma de Lehane narrar e ambientar suas obras que o diretor, ator e roteirista, também estadunidense, Clint Eastwood, decidiu adaptar uma das histórias mais famosas do escritor para o cinema, Sobre Meninos e Lobos (2001). O próprio diretor declarou nos extras do DVD do filme que a obra de Lehane chamou atenção pela forma intimista e pela maneira significativa como o escritor apresentou suas personagens (EASTWOOD, 2003, 00:12:22).
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Fenômeno histérico ou psicossomático?: Re-lendo o homem dos lobos com Winnicott.

Fenômeno histérico ou psicossomático?: Re-lendo o homem dos lobos com Winnicott.

O objetivo é o de produzirmos uma reflexão teórica sobre os adoecimentos psicossomáticos que nos permita enfrentar seus impasses clínicos tomando como referências Freud e Winnicott. O estudo da angústia como afeto que funda as relações soma/psique nos levou ao estudo da Histeria de Angústia trabalhada, por Freud, no caso clínico do Homem dos Lobos, onde as afecções intestinais foram entendidas como um fenômeno histérico. Propomos sobrepor a essa hipótese que podemos entendê-las, também, como um adoecimento psicossomático como Winnicott o concebe: uma defesa psíquica diante de um movimento de des-integração das malhas psicossomáticas. Destaca-se que encontramos nos autores fundamentos teórico/clínicos para as afecções psicossomáticas.
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Avaliação do perfil eletrocardiográfico pré e trans-anestesia em lobos-guará.

Avaliação do perfil eletrocardiográfico pré e trans-anestesia em lobos-guará.

O presente estudo tem como objetivo avaliar o efeito da administração do Zolazepam/Tiletamina nas funções cardiorrespiratórias e eletrocardiográficas em lobos-guará (Chrysocyon brachyurus) mantidos em cativeiro. Foram utilizados dez lobos-guará clinicamente saudáveis (seis machos e quatro fêmeas), com média de peso 23,5±3,5kg, e idade de 6,5±2,8 anos. Os lobos eram mantidos em cativeiro e foram capturados pelos tratadores, proporcionando o mínimo de estresse possível para avaliação dos parâmetros pré-anestésicos. Foram avaliadas frequência cardíaca e respiratória, temperatura retal, pressão arterial média e eletrocardiografia. Após coleta dos parâmetros fisiológicos e eletrocardiográficos pré-anestesia, foi administrada a dose de 5,1±0,7mg/kg de Zolazepam/Tiletamina intramuscular. Depois da anestesia, colocaram-se os eletrodos do eletrocardiograma nos membros torácicos e pélvicos. Os animais eram monitorados durante uma hora, sendo que, a cada 10 minutos, era realizado o registro dos valores eletrocardiográficos, assim como os valores dos parâmetros fisiológicos e cardiorrespiratórios. Os resultados mostraram alteração significativa na amplitude da onda P entre 10 a 50 minutos pós-anestesia. Frequência cardíaca (153±20bmp), frequência respiratória (29±6mpm), temperatura corporal (38,4±1 o C),
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A obra pedagógica de Heitor Villa-Lobos - uma leitura atual de sua contribuição...

A obra pedagógica de Heitor Villa-Lobos - uma leitura atual de sua contribuição...

Este trabalho discute a obra pedagógica musical de H.Villa-Lobos contida nos cinco volumes editados para uso no Canto Orfeônico (Guia Prático, Solfejos - volumes 1 e 2 e Canto Orfeônico - volumes 1 e 2) sob o ponto de vista da pedagogia musical; não é focado, em primeiro plano, nas questões ideológicas do Canto Orfeônico, nem pretende recomendar a aplicação dessa política educacional nos dias atuais. A proposta principal é apresentar uma análise do material selecionado, arranjado, composto e editado por Villa-Lobos para o Canto Orfeônico, para uma possível utilização no processo de ensino musical, face à importância do compositor e desse segmento de sua obra. A partir da análise pedagógica, são apresentadas sugestões de cunho didático relacionadas à metodologia de ensino musical relacionada com a priorização da atividade. Considerando o objetivo principal deste trabalho, que é sugerir uma organização didática para a utilização das canções e solfejos contidos nos cinco volumes analisados, são estabelecidos os critérios adotados, bem como os instrumentos utilizados para tanto. São abordados os precedentes do movimento do Canto Orfeônico e as personagens que influenciaram Villa-Lobos na preparação de sua obra pedagógica. Os textos que serviram de base para o trabalho foram os cinco volumes da edição Vitale e os quatro volumes do Guia Prático pela editora ABM - Academia Brasileira de Música (FUNARTE-ABM, último trimestre de 2009). O primeiro capítulo refere-se ao contexto da criação da obra pedagógica de Villa-Lobos e o segundo capítulo apresenta as análises das peças contidas nos cinco volumes em questão.
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Vascularização arterial dos lobos cervicais do timo em fetos de suínos da linhagem C40.

Vascularização arterial dos lobos cervicais do timo em fetos de suínos da linhagem C40.

rial da parte cervical do timo da linhagem suína C40, cujas carac- terísticas zootécnicas tem produzido crescente interesse econô- mico na sua exploração. Para tanto, utilizou-se 30 fetos de suí- nos (machos e fêmeas com diferentes idades) provenientes de abortos e coletados em criatórios das regiões do Triângulo Mi- neiro e Alto Paranaíba-MG. Após injeção dos sistemas arteriais e posterior dissecação, verificou-se que os lobos cervicais do timo, de ambos os antímeros, mostraram-se na fase fetal divididos em porções craniais e caudais, unidas por um istmo e estendendo- se desde as glândulas mandibulares até a margem cranial do primeiro par de costelas. Os lobos cervicais tímicos dos antímeros direito e esquerdo foram irrigados pelas artérias subclávia, carótida comum, tireóidea caudal, tireóidea cranial, cervical su- perficial, laríngea caudal, laríngea cranial. Os lobos cervicais tímicos do antímero direito foram irrigados pelas mesmas arté- rias do antímero contralateral, excetuando-se a artéria subclávia.
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Vascularização arterial dos lobos torácicos do timo em fetos de suínos da Linhagem C40.

Vascularização arterial dos lobos torácicos do timo em fetos de suínos da Linhagem C40.

RESUMO.- As origens e distribuições das artérias que vas- cularizaram os lobos torácicos do timo foram estudadas em fetos de 30 suínos da linhagem C40, sendo 12 machos e 18 fêmeas. Os exemplares tiveram o sistema arterial pre- enchido com solução aquosa a 50% de Neoprene Látex corado e, em seguida, foram submetidos à fixação em so- lução aquosa a 10% de formaldeído. Os lobos torácicos do timo foram vascularizados por ramos diretos das artérias torácica interna direita (63,33%) e esquerda (53,33%), subclávia esquerda (3,33%), vertebral esquerda (3,33%),

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O Estilo indígena de Villa Lobos (Parte I): aspectos melódicos e harmônicos.

O Estilo indígena de Villa Lobos (Parte I): aspectos melódicos e harmônicos.

Lobos as utiliza com abundância nessa representação sonora do índio brasileiro? Segundo o pensamento que venho desenvolvendo e que aqui apresentei, penso que as estruturas que Villa-Lobos utiliza para representar musicalmente o índio são apropriações particulares das músicas de fonogramas e da sua leitura das transcrições. Entretanto, não podemos observar o uso de polifonia quartal nas transcrições analisadas. Devemos, contudo, considerar o poder retórico de evocação do selvagem que esse procedimento musical já tinha à época da ida de Villa-Lobos à Paris. Igor Stravinsky utilizava abundantemente de quartas e quintas paralelas em suas músicas, remetendo ao bárbaro russo, fundamentado na tradição folclórica da sua terra natal 12 . O uso repetido
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A Era Vargas no pentagrama: dimensões político-discursivas do canto orfeônico de Villa-Lobos

A Era Vargas no pentagrama: dimensões político-discursivas do canto orfeônico de Villa-Lobos

(...) Villa-Lobos foi assessorado por uma Comissão Central da Secretaria Geral de Educação e Cultura, constituída por 11 membros (coronéis, professores e técnicos). Foram previstas quotas para merendas dos escolares, sistema de transportes e serviço de assistência médica. Relacionaram-se todos os professores e suas respectivas tarefas – tais como: organizar os alunos nas arquibancadas, distribuir bandeiras e folhetos, entre outros encargos. Previram-se os locais de desembarque dos ônibus, bondes e trens dos alunos vindos da zona Norte e Sul; preestabeleceram-se todos os ensaios a serem realizados nas escolas, a partir de 17 de agosto, sob a supervisão geral de Villa-Lobos; cuidou-se das organizações das bandas – dos Fuzileiros Navais, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, entre outras – fez-se a relação completa dos nomes das escolas participantes, com os respectivos números de alunos e alunas, estabeleceu-se a ordem de saída de cada escola do estádio após o espetáculo; além de uma infinidade de outros detalhes. (Contier, 1998:68)
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12 Estudos para guitarra de Heitor Villa-Lobos: análise e edição comparativa

12 Estudos para guitarra de Heitor Villa-Lobos: análise e edição comparativa

São conhecidas três versões manuscritas da obra pela mão de Villa-Lobos: uma versão de 47 páginas pertencente à Casa Max Eschig datada em Paris em 1928 figura 2.1 que chamaremos Manuscri[r]

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