Luz natural

Top PDF Luz natural:

Design sistémico de luz natural e artificial : iluminação para o idoso institucionalizado.

Design sistémico de luz natural e artificial : iluminação para o idoso institucionalizado.

A regeneração óssea morosa também é preocupante pelas repercussões psicológicas: depois de um acidente, o idoso pode conformar-se com a condição de debilidade súbita e mostrar-se pouco colaborativo para realizar exercícios de reabilitação. Os utentes de um lar pertencendo a uma faixa etária mais avançada encontram-se tipicamente em situação de mobilidade reduzida, necessitando de se deslocar em cadeira de rodas ou apoiando-se em bengalas e andarilhos. Estas limitações físicas dificultam o acesso ao espaço exterior e à luz natural, podendo a exposição prolongada a iluminação inadequada vulnerabilizar ainda mais a sua saúde física e mental. As alterações na postura levam também a uma diminuição da altura da visão e dificuldades em erguer a cabeça. Em espaços fechados é mais difícil concretizar a terapia de vitamina D. Como mencionado, esta vitamina assiste o metabolismo de cálcio e de fósforo. Para além de ajudar a formação óssea, trata-se de uma vitamina crucial para a manutenção dental dos idosos visto que a descalcificação despoleta o enfraquecimento dentário. A literatura sugere também a existência de uma correlação entre baixa concentração de vitamina D, depressão, dores musculoesqueléticas, cefaleia crónica e fadiga (Knutsen et al., 2010; Anglin et al., 2013). Porém, os idosos sofrem uma redução drástica desta substância no organismo: a pele envelhecida não consegue produzir tão eficazmente a vitamina quando exposta ao sol e o sistema digestivo perde capacidade para absorver o composto a partir de suplementos dietéticos. Paradoxalmente, esta deficiência revelou-se maior para países da Europa do Sul, provavelmente devido aos factores comportamentais (Van der Wielen et al., 1995). Assim, os mais velhos devem aumentar gradualmente a toma / produção de vitamina D, mais do que qualquer outro nutriente, sendo o limiar de toxicidade muito difícil de atingir (Alves et al., 2013, p.35).
Mostrar mais

204 Ler mais

Componentes de condução da luz natural em edifícios multifamiliares

Componentes de condução da luz natural em edifícios multifamiliares

Os Códigos de Obras municipais brasileiros, em geral, se assemelham às recomendações de Bahia et al. (1997), principalmente no que diz respeito à área de abertura de um ambiente em função de sua área de piso. Apesar de ter a vantagem de ser simples, o critério em questão é limitado por não contemplar as inúmeras combinações e variações que interferem na iluminação natural de ambientes internos. Além disso, nota-se que a definição da área de abertura em função da área de piso não se refere à área transparente, que é definida pelo projeto da esquadria, o que significa que uma janela totalmente de vidro é considerada tão adequada quanto uma janela totalmente de madeira, bastando que metade da área dessa esquadria possa ser aberta para que haja troca de ar com o ambiente exterior. Da mesma forma, os componentes de condução, que podem influenciar significativamente na admissão da luz natural, são também tratados de forma simplificada. Dessa forma, se percebe que a maior parte dos Códigos de Obras não apresenta preocupação efetiva quanto ao aproveitamento da iluminação natural.
Mostrar mais

128 Ler mais

Arquitetura e luz natural : a influência da profundidade de ambientes em edificações residenciais

Arquitetura e luz natural : a influência da profundidade de ambientes em edificações residenciais

A orientação Norte obteve os maiores resultados na profundidade, exceto na Situação 1. Este comportamento ocorreu, pois fachadas voltadas para a orientação norte são as que recebem a maior incidência solar no contexto brasileiro, principalmente nas maiores latitudes. No entanto, na Situação 1 os maiores valores foram na orientação Leste para as cidades de menor latitude, enquanto a orientação norte obteve os valores intermediários. Isto ocorreu em consequência ao horário de ocupação utilizado nesta Situação de 6h as 18h, que coincide com o horário de sol de cidades de menor latitude (onde o nascer do sol é próximo das 6h e o pôr-do-sol próximo das 18h). Nessa mesma Situação, as cidades de maiores latitudes no período do verão não tiveram computadas as horas “a mais” de luz natural, tendo em vista a ocupação ter sido delimitada até às 18h. E no inverno as horas em que há luz natural são reduzidas com relação ao horário de ocupação definido, sendo computados nas simulações horas em que não há luz natural. Por isso os resultados favoreceram as cidades de menor latitude. Já a orientação Sul obteve os menores valores em todas as situações (Gráfico 11). As orientações Leste e Oeste obtiveram, na maioria dos casos, valores intermediários, sendo que em todos os modelos a média da orientação Leste foi um pouco maior em relação à orientação Oeste. O gráfico 11 apresenta a comparação da média da profundidade alcançada pela luz natural com relação à altura da verga da janela por orientação, em todas as Situações simuladas.
Mostrar mais

158 Ler mais

Estudo da influência da luz natural na qualidade da iluminação e na eficiência energética

Estudo da influência da luz natural na qualidade da iluminação e na eficiência energética

No caso da iluminação lateral existem diversas regras que limitam a profundidade de penetração da luz natural em relação à altura da janela. Reinhart (2005) lista inúmeras dessas regras indicando uma profundidade limite 1,5 a 2,5 vezes a altura da janela ao piso, no entanto não é claro o que é considerado como nível de ilumiância natural mínima, nem para que regiões climáticas, ou tipo de edifícios e orientações em que pode ser aplicada. Segundo os critérios de aceitação propostos anteriormente a quantidade de luz do dia deve ser igual ou superior a 500lx de iluminância durante pelo menos 40% do tempo. A aplicação destes critérios nos resultados apresentados na Figura 5.37 resulta numa distância máxima de 8m enquanto que as regras acima indicadas por Reinhart (2005) levam a valores de 4 a 7m, para uma altura de 2,63m entre o piso e a parte superior da janela.
Mostrar mais

162 Ler mais

Multiplicação fotoautotrófica de mirtilo através do uso de luz natural.

Multiplicação fotoautotrófica de mirtilo através do uso de luz natural.

RESUMO - Com o objetivo de minimizar os custos da multiplicação in vitro convencional de mirtilo (Vaccinium ashei Reade) e otimizar a produção de mudas micropropagadas desta espécie, este trabalho comparou o efeito da luz natural à artificial, através do cultivo dos explantes em diferentes locais de crescimento (casa de vegetação e sala de crescimento), durante duas estações do ano: verão e inverno, bem como o efeito de diferentes concentrações de sacarose adicionadas ao meio de cultura e diferentes tipos de vedação dos frascos de cultivo. Aos 60 dias de multiplicação in vitro, foram avaliados o número médio de brotações, o número médio de folhas, o comprimento médio das brotações, a taxa de multiplicação e a massa fresca total. Através dos resultados obtidos, verificou-se que o uso de diferentes materiais na vedação dos frascos não altera o comprimento das brotações, porém promove diferentes respostas na taxa de multiplicação, no número médio de folhas e, principalmente, na quantidade de massa fresca total. Explantes desenvolvidos em frascos fechados com filme plástico ou alumínio aumentam o número de folhas e a taxa de multiplicação. Por outro lado, explantes desenvolvidos em frascos fechados com algodão e em condições fotoautotróficas aumentam em grande escala a quantidade de massa fresca total. Em condições de micropropagação convencional, a adição de 15 g.L -1 de sacarose ao meio
Mostrar mais

6 Ler mais

Características reprodutivas de garanhões mantidos sob luz natural ou contínua, em ambiente tropical

Características reprodutivas de garanhões mantidos sob luz natural ou contínua, em ambiente tropical

Contudo, o fato mais importante da avaliação citológica diz respeito às diferenças significativas da diminuição das porcentagens de células de Sertoli nos períodos primavera-verão em relação ao outono- inverno, nos dois grupos. Aplicando-se o mesmo conceito de Blanchard e Johnson (1997), onde o menor número de células de Sertoli está associado com uma maior capacidade de acomodação de células germinativas, estes resultados mostram que os dois grupos apresentaram uma maior atividade espermatogênica no período primavera-verão. Nos garanhões sob luz contínua, pudemos notar que a diminuição do volume testicular associada a aumento significativo da porcentagem de células de Sertoli nos meses de outono-inverno, resultou em uma clara diminuição do DSO. Porém, nos garanhões sob luz natural, a diminuição do volume testicular associada a um aumento significativo da porcentagem de células de Sertoli, nos meses outono-inverno, não resultou em uma diminuição do DSO. Se voltarmos ao conceito de DSO, veremos que ele só poderá ser determinado após a estabilização da reserva extragonadal, o que pode não ter sido efetivo no caso dos garanhões sob luz natural, pois o DSO deste grupo foi o único parâmetro não compatível com os demais resultados.
Mostrar mais

92 Ler mais

Iluminação hospitalar: a qualidade da luz natural e artificial em salas de quimioterapia...

Iluminação hospitalar: a qualidade da luz natural e artificial em salas de quimioterapia...

O FLD é o índice percentual que representa a variabilidade da luz natural interior com as mudanças das estações do ano, do horário diário e do clima (HOPKINSON,et al., 1975). É um fator que, segundo Derek Phillips (2004 apud FONSECA, 2009), não se configura numa figura final, porém, fornece um bom indício das condições da luz natural disponível no ambiente. Ele é calculado pela razão entre a iluminância recebida em um ponto interior e a iluminância simultânea em um plano horizontal exterior, produzida por um céu desobstruído, onde a contribuição da luz direta do sol é excluída (HOPKINSON,et al., 1975; MASCARÓ, 1985; ABNT, 2005a; CIE, 2012).
Mostrar mais

241 Ler mais

A janela no local de trabalho: o impacto da luz natural e da vista na fadiga, na necessidade de recuperação e na saúde e bem-estar dos colaboradores

A janela no local de trabalho: o impacto da luz natural e da vista na fadiga, na necessidade de recuperação e na saúde e bem-estar dos colaboradores

É possível, por outro lado, que características do ambiente físico adequadas possam contribuir de forma positiva para a redução (ou para o não aumento) da fadiga e da necessidade de recuperação. Por exemplo, estudos têm vindo a demonstrar que as pessoas recuperam mais da fadiga mental e do stress quando estão em contacto com a natureza (e.g., Ulrich et al., 1991), dormem melhor quando têm uma maior exposição à luz natural durante o dia (Boubekri et al., 2014) e têm mais sentimentos de vitalidade – um conceito central na saúde e bem-estar – quando estão em contacto com estas características do ambiente físico (Smolders, de Kort & van den Berg, 2013; Smolders & de Kort, 2014).
Mostrar mais

70 Ler mais

Simulação computacional integrada para a consideração da luz natural na avaliação do desempenho energético de edificações.

Simulação computacional integrada para a consideração da luz natural na avaliação do desempenho energético de edificações.

Daylight Autonomy (DA) é definida como uma porcentagem das horas ocupadas por ano nas quais um nível mínimo de iluminância pode ser mantido apenas pela iluminação natural (REINHART, 2006). Um alto valor de DA não é necessariamente uma garantia para a economia de energia elétrica, pois independe do sistema de iluminação artificial instalado e do tipo de controle. Além disso, esse índice não permite a identificação de situações onde os níveis de iluminação são excessivamente elevados, podendo provocar efeitos adversos associados ao conforto visual e à carga térmica. Useful Daylight Illuminances (UDI) é dada pela frequência da iluminância em um determinado tempo de acordo com faixas preestabelecidas. O índice permite verificar qual porção do ambiente possui valores úteis (não muito baixos, nem muito altos, que possam causar ofuscamento ou ganho de calor) e qual a porcentagem de ocorrência durante um ano (NABIL; MARDALJEVIC, 2006). O Percentual de Aproveitamento da Luz Natural (PALN) indica a quantidade de energia que pode ser economizada mediante o aproveitamento da luz natural e permite a comparação entre diversas estratégias de controle da iluminação artificial. Diferentes do convencional DF, o DA, o UDI e o PALN ajudam na interpretação do arquivo climático real, que é capaz de descrever a variação temporal e espacial do céu, a ocorrência de insolação direta e os níveis horários de iluminação natural absoluta.
Mostrar mais

16 Ler mais

Influência dos parâmetros urbanísticos e da topografia na admissão da luz natural em edifícios residenciais

Influência dos parâmetros urbanísticos e da topografia na admissão da luz natural em edifícios residenciais

m Belo Horizonte, os parâmetros urbanísticos municipais associados às características topográficas da malha urbana da cidade levaram a crer que a quantidade de luz natural admitida nos ambientes residenciais, especialmente em andares inferiores, poderia ser bastante reduzida. A proposta deste trabalho foi então analisar a admissão de luz natural em edifício residencial inserido na malha urbana da cidade sob a influência de diferentes topografias. Para isso, foram investigadas a declividade do terreno e a localização vertical da unidade residencial em quatro orientações geográficas por meio dos critérios propostos no RTQ-R e na NBR 15575-1. Para atendimento da NBR 15575-1, as iluminâncias internas foram obtidas de acordo com as partes 2 e 3 da NBR 15215 e também por simulação computacional. Verificou-se que pelo método prescritivo da NBR 15575-1 todos os ambientes atenderam aos limites para desempenho mínimo. Já por simulação, de 6% a 9% dos valores não atenderam a esses limites. A diferenciação em relação à topografia e à localização vertical da unidade foi notada mais significativamente na avaliação feita de acordo com o RTQ-R. Os resultados obtidos neste caso indicaram que apenas 19% dos ambientes situados no primeiro pavimento e 50% de todos os ambientes localizados na maior declividade atenderam aos requisitos para bonificação. Os resultados parecem indicar ainda que a legislação municipal deveria ser revisada nas situações de maiores declividades.
Mostrar mais

18 Ler mais

Micropropagação fotoautotrófica e uso da luz natural.

Micropropagação fotoautotrófica e uso da luz natural.

A utilização de luz natural apresenta várias vantagens, como a eliminação dos gastos com luz artificial, redução dos custos de manutenção, as instalações são simplificadas diminuindo os custos com construção e, durante a aclimatização o estresse causado à planta é menos intenso (KODYM & ZAPATA-ARIAS, 1999). No entanto, a disponibilidade de luz varia com a intensidade do sol, que depende das condições climáticas, da hora do dia e da época do ano. Em regiões tropicais e subtropicais, os efeitos das mudanças climáticas são pequenos, entretanto em regiões de clima temperado, estes podem ser aumentados. As maiores taxas de multiplicação de
Mostrar mais

5 Ler mais

Luz natural e concentrações de sacarose no cultivo in vitro de Cattleya walkeriana.

Luz natural e concentrações de sacarose no cultivo in vitro de Cattleya walkeriana.

O número de brotos foi maior para plântulas mantidas em sala de crescimento e em casa de vegetação sem sombrite do que em casa de vegetação com sombreamento. Kodym & Zapata-Arias (1999) afirmam que além dos reguladores de crescimento, a luz também influencia consideravelmente a taxa de multiplicação e o crescimento de explantes cultivados in vitro. Esses autores observaram que o número de brotos por explante de bananeira foi maior sob luz natural, do que sob o cultivo convencional com iluminação artificial. Uma provável explicação para elevação nas taxas de multiplicação na luz solar, é que a intensidade de luz elevada poderia estar reduzindo as concentrações de auxinas endógenas das gemas através da fotoxidação, provocando um deslocamento do balanço hormonal em direção às citocininas (RADMANN et al., 2001; SOONTOUNCHAINAKSAENG et al., 2001).
Mostrar mais

8 Ler mais

Síntese de clorofilas e glicoalcalóides em tubérculos maduros de batata armazenados à luz natural.

Síntese de clorofilas e glicoalcalóides em tubérculos maduros de batata armazenados à luz natural.

Foram determinados os teores de clorofílas-e glicoalealóides, bem como de protocloroffla e clorofílas a e b, na porção superficial de tubérculos maduros de batata dos cultivares Aracy [r]

12 Ler mais

Iluminação natural: indicações de profundidade-limite de ambientes para iluminação natural no Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Residenciais - RTQ-R.

Iluminação natural: indicações de profundidade-limite de ambientes para iluminação natural no Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Residenciais - RTQ-R.

voltadas para a orientação norte são as que recebem a maior incidência solar no contexto brasileiro, principalmente nas maiores latitudes. No entanto, na situação 1 os maiores valores foram na orientação leste para as cidades de menor latitude, enquanto a orientação norte obteve os valores intermediários. Isso ocorreu em decorrência do horário de ocupação utilizado na situação 1, das 6h às 18h, que coincide com o horário de sol de cidades de menor latitude (onde o nascer do sol é próximo das 6h, e o por do sol, próximo das 18h). Nesta situação, as cidades de maiores latitudes no verão não tiveram computadas as horas “a mais” de luz natural, e no inverno, são computadas horas em que não há luz natural. Já a orientação sul obteve os menores valores em todas as situações (Figura 19). As orientações leste e oeste obtiveram, na maioria dos casos, valores intermediários, sendo que em todos os modelos a média da orientação leste foi um pouco maior em relação à orientação oeste. A Figura 19 apresenta a comparação da média da profundidade alcançada pela luz natural com relação à altura da verga da janela por orientação, em todas as situações simuladas.
Mostrar mais

21 Ler mais

A luz tangível: a luz como ferramenta projectual na arquitectura de Le Corbusier

A luz tangível: a luz como ferramenta projectual na arquitectura de Le Corbusier

Através das palavras e dos desenhos de Le Corbusier, compreende-se que, além do reduzido espaço disponível, a insuficiente qualidade de luz no interior das instalações era um dos principais problemas em relação aos acampamentos militares, onde as pequenas e gradeadas janelas (idênticas às das prisões) e a sua orientação irrelevante originavam um espaço interior sombrio. Podemos então retirar deste facto e destas declarações que os diferentes tipos iluminação variam de acordo com as funções em questão, o que não se verifica nos alojamentos militares, que apenas funcionam como um espaço de baixa permanência, visto que os soldados apenas passam a noite nestes locais. Aqui, a luz natural não é uma prioridade e os abrigos para as famílias desalojadas acabam por ser multifuncionais, uma vez que é aqui que cada elemento da família realiza as suas actividades quotidianas. Estas condições tornar- se-iam melhoradas, se existissem diferentes tipos luz natural de acordo com cada uma dessas actividades, tais como comer, dormir, estudar, trabalhar, etc.
Mostrar mais

182 Ler mais

Percepção da iluminação no espaço da arquitetura : preferências humanas em ambientes...

Percepção da iluminação no espaço da arquitetura : preferências humanas em ambientes...

No entanto, a história da arquitetura a - partir do surgimento da luz elétrica - com fontes seguras e duráveis, mudou completamente a forma de vida das pessoas e o uso dos espaços. O ciclo do dia e da noite que determinava períodos de trabalho e descanso, acordar e dormir foram sendo modificados gradativamente. O mundo moderno viveu um deslumbramento com esta luz cintilante e a cidade acordada vinte e quatro horas. Desde então, houve um grande desenvolvimento da tecnologia da iluminação elétrica, das lâmpadas incandescentes até os leds (diodos emissores de luz) e temos discutido o desempenho destas fontes, a quantidade de luz gerada, consumo e aplicações conforme as diversas atividades. Entretanto, a discussão da aplicação da luz natural volta a ocupar posição de destaque no projeto de arquitetura não apenas por necessidades de racionalização energética, mas especialmente pelo enfoque mais amplo da sustentabilidade, do conforto ambiental, bem-estar e saúde.
Mostrar mais

251 Ler mais

OS IMPACTOS DA ILUMINAÇÃO SOBRE A SAÚDE E O CONFORTO EM EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIOS /   THE IMPACTS OF LIGHTING ON HEALTH AND COMFORT IN OFFICE BUILDINGS

OS IMPACTOS DA ILUMINAÇÃO SOBRE A SAÚDE E O CONFORTO EM EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIOS / THE IMPACTS OF LIGHTING ON HEALTH AND COMFORT IN OFFICE BUILDINGS

Entre os problemas ergonômicos relacionados com a iluminação, o mais comum foi a presença de telas de computadores voltadas para as áreas iluminantes, facilitando a ocorrência de reflexos. Nos escritórios em que esta situação se associou a alta incidência de radiação solar na fachada e descontrole de entrada de luz natural houve maior incidência de sintomas de irritação dos olhos e de estresse. É o caso do Escritório D com 42% de respostas afirmativas em relação a irritação dos olhos e 86% de queixa de estresse.

20 Ler mais

O controlo da luz na Arquitetura

O controlo da luz na Arquitetura

Luz controlada- A luz natural é o mais valioso recurso de que o Arquiteto dispõe para poder fazer valer a sua obra. A análise da luz natural e o seu controlo não é clara, dado que a luz solar varia ciclicamente, consoante o dia juntamente com o estado do tempo e as estações do ano. Deve-se pensar nos espaços de modo a que a luz natural neles resulte e confira uma poética inigualável e irrepetível. No caso da luz artificial, não menos importante que a luz natural, deve ser tratada da mesma forma. Esta deve ser controlada de modo a tornar os espaços tão especiais como se a iluminação fosse natural, de forma a desperta sensações a quem os utiliza. Contudo, tanto na luz natural como na artificial, deve haver um respeito mútuo pelo espaço e pela forma do edifício. Deve existir um controlo da luz natural, perante a funcionalidade do espaço, através das aberturas de luz zenital, luz direta ou indireta. A iluminação artificial deve ser controlada, tanto na sua posição como na quantidade, para que haja uma conjunção perfeita entre a luz natural e artificial, proporcionando assim um ambiente acolhedor durante o dia (luz natural) e à noite (luz artificial).
Mostrar mais

103 Ler mais

Open Iluminação em salas de aula do Centro de Tecnologia da Unisidade Federal da Paraíba: um estudo de caso

Open Iluminação em salas de aula do Centro de Tecnologia da Unisidade Federal da Paraíba: um estudo de caso

A partir dos estudos acima, bem como todo o embasamento adquirido a partir do referencial teórico, identificamos um categoria em cada pesquisa e no conjunto delas as facetas sobre as quais esta pesquisa objetiva analisar e propor. A partir da pesquisa realizada por Cintra (2011) e Oliveira (2012), entende-se a relevância da caracterização da localização da edificação e entorno – em que foi diagnosticada (Cintra, 2011) como sendo responsável pelas variações da quantidade de luz em relação à profundidade dos ambientes nas diferentes localidades do país. Já Oliveira (2012) verificou que o grau de obstrução do entorno possui grande relevância na quantidade de luz dentro das salas de aula. Outra variável apontada por Cintra (2011) foi a orientação solar das aberturas. Nos resultados obtidos houve pequenas variações em relação ao alcance da luz natural no que diz respeito a diferentes orientações solares das janelas. Cidades com maior latitude têm tendência a menores valores de profundidade para orientação sul, ocorrendo o mesmo para cidade de menor latitude nas orientações leste e oeste. Assim como os materiais utilizados, mencionados por Labaki e Bartholomei (2001), como sendo um dos elementos responsáveis pela baixa reflexão da luz nas salas de aula analisadas.
Mostrar mais

114 Ler mais

RTQ-R’s shadings devices evaluation from a thermal and luminous point of view Roberta Vieira Gonçalves de Souza Carla Patrícia Santos Soares Tatiana Paula Alves Resumo

RTQ-R’s shadings devices evaluation from a thermal and luminous point of view Roberta Vieira Gonçalves de Souza Carla Patrícia Santos Soares Tatiana Paula Alves Resumo

No contexto brasileiro atual, pesquisas como as desenvolvidas por Santana e Ghisi (2009), Didoné (2009), Silva (2011) e Cintra (2011) buscam maneiras para melhor compreender e aplicar a luz natural nas edificações. Santana e Ghisi (2009) e Didoné (2009) reforçaram a necessidade de um projeto adequado de proteção solar que considere o estudo da trajetória solar, bem como as características climáticas locais para a redução do consumo de energia em edificações. Silva (2011) e Cintra (2011) salientaram a importância de integrar a luz natural a sistemas de iluminação artificial e dispositivos de proteção solar de forma a garantir maior desempenho térmico ao ambiente e, assim, promover a eficiência energética em edificações. De modo geral, esses trabalhos apontam as proteções solares como elementos fundamentais na melhoria do desempenho térmico das edificações em climas quentes.
Mostrar mais

21 Ler mais

Show all 10000 documents...