Madeira serrada - Classificação

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Classificação de peças de madeira serrada de dimensões estruturais de Eucalyptus sp com uso de ensaios não-destrutivo

Classificação de peças de madeira serrada de dimensões estruturais de Eucalyptus sp com uso de ensaios não-destrutivo

disponibilizado por empresas de reflorestamento da região do cerrado do Estado de Minas Gerais – MG. Foram amostradas 296 vigas de dimensões estruturais (6cm x 12cm x 280cm) de 10 clones distintos de Eucalyptus, que foram ensaiadas não-destrutivamente (métodos das ondas de tensão, ultra-som, vibração transversal) e destrutivamente (flexão na viga e compressão paralela em corpos-de-prova). Os resultados de todos os ensaios foram correlacionados entre si, considerando-se os defeitos presentes em cada uma das peças estudadas e os ensaios não-destrutivos mostraram sensibilidade na classificação de peças de dimensões estruturais da madeira serrada de Eucalyptus quando enquadradas em faixas de velocidade, tanto na condição verde quanto na condição de umidade de equilíbrio ao ar. Os ensaios não-destrutivos não mostraram sensibilidade na avaliação da homogeneidade de lotes de madeira serrada a partir da rigidez das vigas com a extensão do valor esperado para o coeficiente de variação das resistências às solicitações normais.
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Sistema industrial para aquisição de imagens e classificação de nós em madeira serrada

Sistema industrial para aquisição de imagens e classificação de nós em madeira serrada

Tendo como motivação a relevância econômica gerada pelo mercado florestal brasileiro, bem como o melhor aproveitamento da matéria prima e maior eficiência no processo de manufatura de indústrias madeireiras, principalmente de pequeno porte, propõe-se um modelo teórico de sistema de baixo custo para localização e classificação de nós em madeira serrada. As classes compreendem nós do tipo sadio, morto e podre, que apresentam características visuais e estruturais diferentes. As imagens de nós são adquiridas por câmera CCD, armazenadas em uma base de dados e rotuladas manualmente, visando à determinação de sua localização e seu tipo. Primeiramentw, o sistema segmenta as imagens a fim de isolar as regiões afetadas por nós e em seguida os classifica. Dois métodos de segmentação foram avaliados: filtros Gabor e por reconstrução morfológica. Após a detecção dos nós, o sistema extrai as características para classificação do nó. As características são extraídas a partir de cores das três camadas do RGB, texturas, por LBP, GLCM e filtros Gabor. Como a extração de características utilizando filtros de Gabor gera vetores de alta dimensionalidade, o método LDA é aplicado para reduzi-la e também para aumentar a separabilidade das classes e reduzir a variabilidade dentro da classe. Dois classificadores são avaliados: Máquinas de Vetor de Suporte e o Perceptron de Multi Camadas. Uma base de dados com 1000 imagens foi coletada para avaliar o sistema. A detecção dos nós obteve uma acurácia de 94,4. O erro médio de localização foi de aproximadamente 0,9 mm (desvio padrão de 1,5 mm), medidos no ponto central do nó. A classificação obteve uma acurácia de 95,7%, utilizando 707 imagens de nós.
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Concentração das exportações no mercado internacional de madeira serrada.

Concentração das exportações no mercado internacional de madeira serrada.

Hoffmann (1980) e Resende (1994) relataram que o índice de Gini assume valores entre “zero” (ausência de concentração/igualdade absoluta entre todos os componentes do universo examinado) e “1” (concentração absoluta/desigualdade total). Para efeito de classificação da concentração, medida pelo índice de Gini, utilizou-se a escala apresentada no Quadro 1. 2.3. Classificação dos mercados

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Estimativa do rendimento em madeira serrada de pinus para duas metodologias de desdobro.

Estimativa do rendimento em madeira serrada de pinus para duas metodologias de desdobro.

O sistema de desdobro convencional consistiu de uma metodologia utilizada pela serraria, na qual as toras não eram classificadas antes do desdobro, tornando-se, dessa forma, pouco eficiente e produtivo. Na medida em que não havia um sistema de classificação por classes diamétricas das toras, no momento em que a tora entrava na serraria para desdobro na serra principal, a mesma era classificada visualmente pelo operador da máquina. Neste momento, o operador optava pelo melhor posicionamento da tora sobre o carro porta-tora, definindo o modelo de corte a ser desenvolvido para cada uma, de forma visual.
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Desenvolvimento de uma base de dados de imagens digitais de madeira serrada de coníferas

Desenvolvimento de uma base de dados de imagens digitais de madeira serrada de coníferas

Parte das tábuas do grupo 2 foi classificada por meio de suas imagens digitais colhidas anteriormente. Foi empregado o mesmo método utilizado na classificação por visão humana e seguindo a norma específica, porém a medição das dimensões dos defeitos foi feita através de ferramenta de seleção do software de edição de imagens GIMP, em sua configuração padrão, sem necessidade de calibração. Esse software indica, ao se circundar uma região da imagem, o seu tamanho na unidade de medida que se desejar. Sendo assim, com a imagem da tábua na área de trabalho do GIMP selecionou-se, com a ferramenta de seleção retangular, a imagem da tábua em seus limites: superior, inferior, esquerdo e direito, excluindo o fundo azul que acompanha a imagem e registrando suas medidas em centímetros. Em seguida foram circundados os defeitos, um a um, e registrado suas medidas, também em centímetros. De posse dessas medidas foram computadas as porcentagens que a região de defeito ocupa na imagem da tábua como um todo, como especifica a norma. Para auxiliar no registro dos valores medidos, na construção das fórmulas e na execução dos cálculos, foi criada uma planilha com o uso do software Microsoft Excel.
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Emissão de CO2 da madeira serrada da Amazônia: o caso da exploração convencional

Emissão de CO2 da madeira serrada da Amazônia: o caso da exploração convencional

: volume, massa e parcela da biomassa florestal destruída, de acordo com as referências adotadas. ........................................................................................................................ 57 Tabela 13 - Dados de entrada dos cenários de exploração convencional: concentração de biomassa, porcentual de biomassa extraída e porcentual de biomassa destruída .......... 59 Tabela 14 - Cenários-hipótese de exploração convencional na floresta Amazônica ............ 59 Tabela 15 - Classificação e dimensão dos produtos de madeira serrada, segundo padrão do IBAMA. ............................................................................................................................ 69 Tabela 16 - Rendimento da madeira processada na Amazônia Legal em 2009 e participação por categoria de produto. ................................................................................................ 77 Tabela 17 - Consumo energético dos equipamentos empregados na extração de toras ..... 83 Tabela 18 - Emissão de CO 2 por tipo de combustível e total para extração de toras ........... 84
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Efeito da intensidade de desbaste na qualidade da madeira serrada de Eucalyptus grandis

Efeito da intensidade de desbaste na qualidade da madeira serrada de Eucalyptus grandis

Médias seguidas pela mesma letra em cada coluna não diferem significativamente entre si em nível de 5% de probabilidade. A tabela 4 mostra ainda que, para as árvores dominantes, todas as médias de arqueamento das tábuas em função das intensidades de desbaste estão de acordo com a Norma para Classificação de Madeira Serrada de Folhosas (INSTITUTO BRASILEIRO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL, 1983), que regulamenta um máximo de defeito igual a 5 mm/m em relação ao comprimento total da tábua. Já para as árvores médias, nota-se que apenas o tratamento 3, com valor médio de arqueamento igual a 6,5 mm/m, não está de acordo com essa Norma. A comparação desse defeito entre árvores do estrato médio e dominante não foi significativa em nível α = 5% de probabilidade, com médias de 4,0 mm/m e 3,4 mm/m, respectivamente.
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Rendimento em madeira serrada de Pinus taeda para duas metodologias de desdobro

Rendimento em madeira serrada de Pinus taeda para duas metodologias de desdobro

Um sistema de desdobro convencional consiste em se desdobrar toras sem classificação e sem uma definição exata de um modelo de corte para cada classe diamétrica. Tal condição, na maioria das vezes, induz a um baixo aproveitamento da tora, propiciando uma maior geração de subprodutos, muitas vezes considerados resíduos do processo (Rocha, 2002). O Brasil ainda possui um grande número de serrarias que utilizam o sistema convencional de desdobro, em que as toras são desdobradas de acordo com critérios escolhidos pelo operador da máquina principal, ou seja, é ele quem define a melhor maneira de se desdobrar uma tora. Dessa maneira, podem ocorrer elevadas perdas de matéria-prima, devido à ausência de tecnologias apropriadas para o desdobro das toras, encarecendo o processo, em função de que há a necessidade de se consumir maior volume de matéria-prima para produzir a mesma quantidade de produto serrado.
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Avaliação do uso de estufa solar para secagem de madeira serrada de eucalipto

Avaliação do uso de estufa solar para secagem de madeira serrada de eucalipto

Observa-se que em nenhuma das espécies estudadas foi registrada grande diferença entre as contrações radial e tangencial nas duas metodologias de secagem. O fator de anisotropia, relação entre contração tangencial e radial, é um parâmetro que permite a classificação da madeira em função da sua utilização. Valores elevados e/ou anormais são, em geral, fontes de explicação para a formação de defeitos resultantes da secagem. De acordo com Nock et al. (1975) valores abaixo de 1,50%, como os registrados neste estudo, são considerados excelentes, sendo as madeiras classificadas como de alta estabilidade dimensional. Siau (1971) cita que madeiras de alta massa específica, como no caso de eucaliptos, tendem a apresentar instabilidade dimensional, entretanto, os valores dos fatores de anisotropia para as três espécies deste estudo contrariam o exposto pelo autor.
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Propriedades da madeira de eucalipto para a produção de madeira serrada

Propriedades da madeira de eucalipto para a produção de madeira serrada

A média do módulo de elasticidade (MOE) na flexão estática para todos os clones analisados foi 18855 MPa. De acordo com a classificação utilizada, todos os clones possuem características para uso estrutural. O clone A diferenciou-se dos demais clones pelo teste de Tukey, apresentando a maior média (21297 MPa). Os clones J e K apresentaram as menores resistências se diferenciando dos demais. Apesar destes clones apresentarem elevada densidade básica, permitindo inferir capacidade de resistir a cargas, a presença de grã do tipo intercruzada no lenho, fez com que clones tivessem reduzida resistência à flexão estática.
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Secagem da madeira serrada de eucalipto

Secagem da madeira serrada de eucalipto

O processo de pré-secagem vem sendo aprimorado pela melhoria no projeto das câmaras, por distribuição mais uniforme do ar e com o desenvolvimento de controles automatizados es- pecíficos para pré-secadores. Um dos desenvolvimentos mais recentes (Wengert e Denig, 1995) é a utilização de dois pré-secadores conjugados, operando como uma pré-secagem em dois estágios. O primeiro secador é carregado com madeira bem úmida e opera em condições bem suaves de secagem. O segundo equipamento é carregado com a madeira pré-seca que saiu do primeiro pré-secador, operando com temperatura mais elevada e umidade relativa me- nor. Como a madeira do segundo pré-secador já está razoavelmente seca, é possível aumentar a velocidade de secagem sem o risco de aumentar as perdas por degradação da madeira.
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Desempenho do Brasil nas exportações de madeira serrada.

Desempenho do Brasil nas exportações de madeira serrada.

No Quadro 5 constata-se uma redução das expor- tações de madeira serrada dos Estados Unidos em 21,94%. O efeito crescimento do comércio mundial de 40% indica que se a redução das exportações americanas acompanhasse a média mundial elas teriam sido 40% do valor observado. O efeito destino de -100,82% seria capaz de superar a redução das exportações, porém o efeito endógeno da competitividade foi de 160,02%; como a variação é negativa, significa que sozinho seria capaz de reduzir as exportações norte-americanas em 60,02% além do observado. O fator favorável às exportações norte- americanas é exógeno, sendo o efeito destino aquele que indica um aquecimento dos mercados priorizados pelos Estados Unidos.
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MADEIRA SERRADA COMERCIALIZADA EM DOIS 
            MUNICPIOS DO ESTADO DE MATO GROSSO

MADEIRA SERRADA COMERCIALIZADA EM DOIS MUNICPIOS DO ESTADO DE MATO GROSSO

O estudo teve como objetivo fazer um levantamento quantitativo, sobre a comercialização de madeira serrada nos municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá - MT, com intuito de buscar informações sobre o perfil das empresas, espécies utilizadas, volume de madeira comercializado, usos das madeiras e tipos de resíduos gerados. A coleta de dados foi feita com a aplicação de questionário “in loco”, na forma de entrevista individual com os representantes de cada empresa. Ao todo foram entrevistados dez estabelecimentos madeireiros, sendo três em Chapada dos Guimarães e sete em Cuiabá. Os dados foram organizados em planilhas eletrônicas Excel e os resultados foram dispostos em tabelas e gráficos. Após análise dos resultados foi verificado que os perfis dos comércios de madeiras serradas nos municípios estudados foram semelhantes, caracterizado por empresas familiares que passam de geração em geração. Foram registradas 14 espécies comercializadas, sendo 85% provenientes de floresta nativa e 15% provenientes de florestas plantadas. As espécies mais comercializadas foram Cupiúba, Peroba, Itaúba e Cedrinho. Os principais usos das madeiras comercializadas foram respectivamente para a construção civil, indústria moveleira e construções rurais. A madeira serrada mais cara foi a Itaúba, tanto para compra quanto para venda. O volume médio total de madeira serrada comercializada, nos estabelecimentos dos dois municípios foi de 355,0 m³/mês para compra e de 325,0 m³/mês para venda. A serragem e a maravalha foram os resíduos gerados em maior quantidade, os quais eram vendidos para terceiros, que os utilizavam em artesanatos e na geração de energia em cerâmicas.
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Rendimento no desdobro e produtividade em madeira serrada de uma floresta de Eucalyptus grandis

Rendimento no desdobro e produtividade em madeira serrada de uma floresta de Eucalyptus grandis

Este trabalho teve como objetivos: • identificar variáveis que interferem no rendimento em madeira serrada e nas estimativas de volumes de madeiras serradas estocados na floresta; • inve[r]

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Caracterização do abastecimento de madeira serrada comercializada no município de Florianópolis-SC

Caracterização do abastecimento de madeira serrada comercializada no município de Florianópolis-SC

A partir dos dados levantados durante as entrevistas, constatou-se que a comercialização de madeira serrada se dá principalmente com espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus e de 11 espécies diferentes de madeira nativa tropical, conhecidas no comércio local pelos nomes comuns ou vernaculares (Tabela 1). É importante ressaltar que, em alguns casos, esses tipos correspondem a mais de uma espécie madeireira, porque os nomes comuns podem variar entre regiões e pessoas, resultado da falta de padronização dessa nomenclatura. Um exemplo claro é o caso do angelim, nome comum atribuído a diferentes espécies dos gêneros Andira sp., Dinizia sp., Pithecellobium sp., Hymenolobium sp. e Vatairea sp. A partir da tabela 1 é possível notar que as espécies tropicais comercializadas em Florianópolis são as comumente encontradas no mercado de varejo de madeiras nas principais cidades do país. Isso pode ser devido ao fato de o mercado consumidor ainda não demandar outras espécies que atualmente já vem sendo exploradas em planos de manejo florestal sustentável (PMFS), visto que as primeiras 25 espécies de maior volume transportado compreendem 50% do total, ou seja, o mercado ainda continua restrito a um número relativamente pequeno de espécies (IBAMA, 2010).
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Panorama do comércio de madeira serrada na Microrregião Geográfica de Florianópolis-SC.

Panorama do comércio de madeira serrada na Microrregião Geográfica de Florianópolis-SC.

O presente estudo teve como objetivos diagnosticar e quantificar as principais espécies florestais tropicais e exóticas comercializadas na Microrregião Geográfica de Florianópolis, bem como identificar sua origem e verificar as tendências do comércio de madeira serrada na região. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas nos estabelecimentos que comercializam madeira serrada na região. As principais espécies tropicais comercializadas são o angelim e o cambará, enquanto que, entre as espécies exóticas, predominam os gêneros Pinus e Eucalyptus. O consumo mensal foi estimado em 7.000 m³ de madeira serrada, sendo 2.000 m³ de espécies nativas, 3.500 m³ de Pinus e 1.560 m³ de Eucalyptus. O maior percentual de madeira serrada das espécies tropicais provém do Mato Grosso (38%), enquanto Santa Catarina (95%) é o principal fornecedor de madeira de Pinus e Eucalyptus.
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Panorama do comércio de madeira serrada e perspectivas para o comércio de madeira certificada na Microrregião Geográfica de Florianópolis

Panorama do comércio de madeira serrada e perspectivas para o comércio de madeira certificada na Microrregião Geográfica de Florianópolis

embora não tenha resolvido todos os problemas relativos à ilegalidade no comércio de madeiras tropicais. Contudo, 32,5% acreditam que a implantação do DOF dificultou a venda de madeira tropical, aumentando a burocratização e o preço da madeira oriunda da Amazônia, em função da maior fiscalização. Com base nas informações levantadas durante as entrevistas, conclui-se que a expansão do setor de construção civil impulsionou o aumento das vendas de madeira serrada na região estudada nos últimos cinco anos, porém a substituição da madeira por outros materiais, tendo em vista o preço elevado da madeira de essências tropicais, tem acarretado na diminuição do uso desta matéria prima por este setor. Há pouco conhecimento dos empresários do setor madeireiro na região de estudo com relação à certificação florestal, havendo ainda a associação entre certificação florestal e documentos emitidos pelos órgãos ambientais de licenciamento e fiscalização.
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Rachaduras de extremidades de tora e suas implicações nas rachaduras da madeira serrada

Rachaduras de extremidades de tora e suas implicações nas rachaduras da madeira serrada

Dentre as espécies de eucaliptos utilizadas em reflorestamento, com potencial para utili- zação em serraria, destaca-se o Eucalyptus grandis, embora apresente algumas caracte- rísticas que de certa forma podem dificultar o seu aproveitamento como madeira serrada. Muitas dessas características são devidas à uti- lização de madeira originária de floresta não apropriadamente manejadas para esse fim. En- tre as dificuldades que essa espécie pode apre- sentar estão as rachaduras de topo de toras e de peças serradas, que reduzem o aproveita- mento da madeira, as quais são devidas às ten- sões de crescimento, normalmente elevadas nos eucaliptos.
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Rendimento e qualidade de madeira serrada de três espécies tropicais

Rendimento e qualidade de madeira serrada de três espécies tropicais

Amazônica, nordeste, centro-oeste, sudeste e no Estado do Paraná. Além do Brasil, pode ser encontrado na Argentina, Bolívia e Paraguai (IPEF, 2011). Essa espécie possui cerne e alburno distintos, cerne com cor marrom-avermelhada e alburno marrom muito pálido, grã cruzada irregular, brilho moderado e textura média. A secagem é rápida apresentando defeitos pouco significativos, podendo utilizar um programa de secagem suave (IBDF, 1988). Seca rápido, tanto ao ar livre como em estufa, sem problemas sérios de rachaduras e empenamentos (SOUZA et al., 1997). É de difícil trabalhabilidade, suporta bem pregos e parafusos, pode ser colada e seu acabamento é satisfatório. Possui resistência natural a ataque de fungos e cupins, sendo o cerne não tratável a soluções preservantes, pois é pouco permeável (IPEF, 2011). Por ser uma madeira com densidade alta (0,70 a 0,89 g/cm³) é destinada para construção civil, molduras, moveis de luxo, cabos para ferramentas, dormentes, arcos de instrumentos musicais, laminados decorativos entre outro (SOUZA et al., 1997).
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Previsões do preço de exportação da madeira serrada de Pinus no Brasil

Previsões do preço de exportação da madeira serrada de Pinus no Brasil

Assim, pesquisas que busquem estimar mode- los para previsão dos preços de exportação de ma- deira serrada de pinus no Brasil, são importantes para os produtores por fornecer orientações so- bre os melhores meios de selecionar seus empre- endimentos, dimensionar suas vendas e planejar o volume de estoques. Para o governo também é importante, pois pode subsidiar o planejamento de políticas para o desenvolvimento do mercado da madeira serrada de pinus no país.

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