Mamona - Utilização

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UTILIZAÇÃO DA MAMONA NA MEDICINA VETERINÁRIA.OLIVEIRA, Leandro Rodrigues; Bariani, Mrio Henrique; Zappa, Vanessa.

UTILIZAÇÃO DA MAMONA NA MEDICINA VETERINÁRIA.OLIVEIRA, Leandro Rodrigues; Bariani, Mrio Henrique; Zappa, Vanessa.

Óleo de mamona é produzido pela prensagem das sementes onde dessa prensagem é obtido o óleo de mamona e a torta de mamona que é o produto secundário utilizado da extração e pode ser utilizados em diversos produtos. Alguns produtos utilizados com o óleo de mamona devido as suas propriedades físico químico, biodiesel para a utilização em veículos automotores sendo menos poluente que o óleo diesel utilizado pelo o mesmo, farmacêuticos ele é aplicado ao uso medicinal, na industria de cosméticos para a fabricação de batons, adesivos de poliuretana de origem vegetal, lubrificantes para o uso em mancais, engrenagens turbinas de aeronaves ou de veículos automotores que operam sobre energia negativa, fluidos para freios hidráulicos onde é a sua maior aplicação no Brasil,na fabricação de espuma plástica onde sua textura é facilitada pela característica química do óleo, na industria de substancia química tem uma vasta aplicação na produção de vários ácidos, graxas e ceras de polimento (SANTOS, 1982; CHIERICE, 1994 MORALES ,1999).
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Aplicação de resíduo industrial para isolamento térmico: uma proposta para utilização do poliuretano de mamona com agregado de resíduo plástico termofixo

Aplicação de resíduo industrial para isolamento térmico: uma proposta para utilização do poliuretano de mamona com agregado de resíduo plástico termofixo

Diante do exposto observou-se a oportunidade do presente estudo. A pesquisa tem como objetivo analisar a capacidade de isolamento térmico do poliuretano de mamona (PU), utilizando-se uma carga de resíduo plástico termofixo proveniente de uma indústria de botões do Rio Grande do Norte. A possibilidade de se encontrar um produto com as características que o classifique como isolante térmico e com o diferencial de ser biodegradável, ser de origem vegetal e ter o apelo ambiental da utilização de um resíduo tóxico como agregado, incentivou o estudo da viabilidade técnico-científica desse material. Com o intuito de determinar a quantidade de resíduo acrescentada ao PU de mamona que trará melhores resultados, o presente trabalho definiu a preparação de corpos de prova nas proporções de 5%, 10%, 15% e 20% de resíduo em massa e, posteriormente, as medições das propriedades térmicas (condutividade – k, difusividade – α e capacidade calorífica – c p ) dos mesmos a
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Utilização de um secador solar para desintoxicação da torta de mamona

Utilização de um secador solar para desintoxicação da torta de mamona

O uso do biodiesel como fonte de energia, que não danifica o meio ambiente e promove o desenvolvimento das regiões que plantam as matérias primas para sua fabricação, é uma alternativa energética incentivada pelos atuais governantes. O processo de fabricação do biodiesel, a partir do óleo de mamona e seus derivados, gera um subproduto conhecido como torta de mamona que vem sendo utilizada como adubo. Desintoxicada ela poderá servir como ração animal, tendo em vista o alto teor de proteínas, apresentando, assim, maior valor agregado. A desintoxicação pode ser obtida por meio do processo de secagem da torta com a construção e utilização de modelos de secadores capazes de elevar a temperatura da torta de mamona a aproximadamente 60ºC. Ao atingir essa temperatura, o produto tende a eliminar a ricina, com o auxílio de uma solução aquosa de hidróxido de cálcio ou ainda atingir temperaturas maiores para realizar a desintoxicação sem o tratamento químico. Realizou2se um levantamento bibliográfico quanto aos processos conhecidos para a desintoxicação da torta de mamona que vão desde o uso de autoclave até a secagem ao sol. A partir do estado da arte e identificação do objeto optou2se eliminar a ricina por meio de secadores solares, sendo utilizados dois tipos de secadores o solar de exposição direta e o solar com concentrador. A torta de mamona foi separada em amostras, com medição de sua massa inicial, codificada e colocada nos secadores. Os resultados apresentados sob a forma de gráficos e tabelas, com valores de temperaturas, permitiram que fossem analisadas suas variações e as relações com o teor de ricina eliminado da torta. A análise do teor de ricina foi realizada pela Embrapa 2Campina Grande, pelo método de eletroforese. No resultado da análise do teor de ricina das amostras, observou2se que aquelas que tiveram maior tempo de secagem e valor de temperatura em média acima de 60ºC apresentavam uma menor taxa de ricina em comparação com as submetidas a maiores temperaturas por um curto período de tempo, assim foi possível avaliar a eficiência dos secadores na desintoxicação das amostras, bem como o tipo de secador mais apropriado para o processo de secagem da torta. Conclui2se, finalmente, que o secador solar com concentrador apresenta valores de temperaturas mais elevados quando comparado com o de exposição direta, sendo então mais oportuno na secagem da torta de mamona, porém é necessário um tempo superior a 1 hora de secagem.
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Associação do óleo de mamona com Beauveria bassiana no controle da traça-das-crucíferas

Associação do óleo de mamona com Beauveria bassiana no controle da traça-das-crucíferas

A  traça‑das‑crucíferas,  Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae), é a praga mais importante  de plantas da família Brassicaceae. Para o seu controle, utilizam-se basicamente inseticidas (Castelo Branco & Medeiros, 2001). No entanto, outros métodos para o controle desta praga também devem ser avaliados, entre os  quais,  a  utilização  de  fungos  entomopatogênicos,  como Beauveria bassiana  (Bals.) Vuill., que é eficiente  para o controle de P. xylostella, por reduzir a população  da praga e aumentar a produtividade do repolho (Godonou et al., 2009).
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Reduction emission of particulate matter as a function of insertion of biodiesel mixtures from soybean and castor bean in diesel

Reduction emission of particulate matter as a function of insertion of biodiesel mixtures from soybean and castor bean in diesel

De acordo com os resultados, a utilização de B100 com biodiesel de mamona é viável em relação aos padrões de viscosidade, desde que combinado ao biodiesel de soja na proporção de até 25% (S75M25). Essa mistura obteve ganhos com relação à diminuição da viscosidade associada ao biodiesel de mamona (S0M100) e promoveu aumento da estabilidade à oxidação quando comparado ao biodiesel de soja (S100M0). Quanto ao B100, verificou‑se que o TI do biodiesel de mamona (S0M100) é maior do que o da soja (S100M0) e que o biodiesel obtido a partir de ambas as oleaginosas resultou em tempos de indução ainda maiores. Estes resultados tornam as misturas de soja e de mamona mais promissoras do que o esperado no que diz respeito à sua estabi‑ lidade à oxidação.
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Toxicidade de óleo de mamona a Helicoverpa zea e a Trichogramma pretiosum.

Toxicidade de óleo de mamona a Helicoverpa zea e a Trichogramma pretiosum.

Outra alternativa à utilização de inseticidas sintéticos para o controle de H. zea, é o uso de parasitoides do gênero Trichogramma West. (Hymenoptera: Trichogrammatidae) – micro-himenópteros que parasitam ovos – e se destacam entre outros inimigos naturais, por sua capacidade de atuar em diversos sistemas agrícolas e florestais e controlar insetos-praga (Hou et al., 2006; Ayvaz et al., 2008). Em meio às várias espécies que podem ser incorporadas ao controle de H. zea, linhagens de Trichogramma pretiosum Riley foram relatadas como uma das mais adequadas, por apresentar eficiência de parasitismo superior, em relação a outras espécies avaliadas sobre ovos da praga (Velásquez & Gerding, 2006). Contudo, o uso de inseticidas associados às liberações desse parasitoide pode interferir no processo de localização e aceitação do hospedeiro e, consequentemente, em sua eficiência (Pinto & Parra, 2002).
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Cultivo de sequeiro da mamona adubada com casca de mamona e fertilizante nitrogenado.

Cultivo de sequeiro da mamona adubada com casca de mamona e fertilizante nitrogenado.

Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento e produção da mamoneira (Ricinus communis L., cv. BRS Energia) cultivada em regime de sequeiro em função da adubação combinada de casca de mamona na forma moída e natural com doses crescentes de fertilizante nitrogenado. O experimento foi realizado entre setembro de 2009 a março de 2010, no Campus IV/UEPB. Realizou-se o plantio em vasos plásticos de 60 L preenchidos com 58 kg de solo. Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso em arranjo fatorial 2 x 4, sendo aplicado 3 t ha - ¹ de casca de mamona em duas formas de utilização (natural e moída) e quatro
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Análise do potencial produtivo da mamona no estado do Ceará

Análise do potencial produtivo da mamona no estado do Ceará

Quanto aos produtos e subprodutos da mamona, segundo Cavalcante (2004, p.1) os de maior importância são o óleo e a torta. O óleo pode ser extraído a partir da semente completa (sem descascar) ou da baga (semente descascada mecanicamente), o método utilizado na extração do óleo pode ser o de prensagem (a frio ou a quente) ou de extração por solvente. O óleo comercial da mamona segundo Khalil (2004, 104 ), apresenta viscosidade superior aos demais óleos vegetais por conter, atipicamente, um ácido graxo de cadeia insaturada e hidroxila (ácido ricinoléico). A alta viscosidade do óleo de mamona representa uma vantagem na fabricação de lubrificantes, todavia se constitui em um problema a ser contornado na produção do biodiesel, pois a viscosidade deste combustível deve se enquadrar no limite especificado pela Agencia Nacional de Petróleo. O óleo de mamona tem várias aplicações industriais além da utilização na fabricação do biodiesel é utilizado na fabricação de tintas, vernizes, cosméticos, sabões, plásticos, fibras sintéticas, lubrificantes, corantes, anilinas, desinfetantes, germicidas, colas, aderentes, fungicidas, inseticidas, nylon, próteses e implantes (SANTOS et al, 2001, p.18).
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Preparação de poliuretana à base de óleo de mamona

Preparação de poliuretana à base de óleo de mamona

Macromoléculas são essenciais à nossa vida, pois são constituintes importantes de todos os seres vivos. Estão presentes em nosso cotidiano na forma de macromoléculas naturais ou sintéticas. Por um longo período, os humanos processaram polímeros naturais, como lã, couro e borracha natural, para formar materiais ditos úteis, fazendo parte da constituição de alimentos, produtos têxteis, agrícolas, farmacêuticos, utensílios e materiais para embalagens. Assim, os materiais poliméricos não são novos - eles têm sido usados desde a Antiguidade. O termo polímero só foi usado em 1827, quando Jons Jakob Berzelius criou esta palavra. A sua utilização vem desde os chineses, que descobriram o verniz extraído de uma árvore (Rhus vernicflua), no ano 1000 a.C. Durante os últimos 60 anos, o homem aprendeu como manipular e sintetizar polímeros sintéticos pela polimerização de monômeros por meio de reações controladas (CANTO, 1995).
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Farelo de mamona destoxificado na ensilagem de cana-de-açúcar em dietas para ovinos

Farelo de mamona destoxificado na ensilagem de cana-de-açúcar em dietas para ovinos

A utilização deste resíduo na ensilagem da cana de açúcar poderá minimizar os transtornos provenientes das características intrínsecas da cultura em questão, por meio da elevação do teor de MS da silagem, além de contribuir para elevação do teor de PB o que é bastante favorável, tendo em vista o baixo teor deste nutriente na cana de açúcar. O farelo de mamona apresenta se como um alimento concentrado protéico, correspondendo a 80% do teor de PB do farelo de soja, com degradabilidade ruminal efetiva da PB intermediária entre o farelo de soja e o farelo de algodão (Moreira et al., 2003). Apesar do potencial de utilização do farelo de mamona na alimentação de ruminantes, como substituto de fontes tradicionais de proteína, o que poderia agregar maior valor e renda à cadeia produtiva, este produto tem sido utilizado somente como fertilizante orgânico controlador de nematóides, devido a limitações relacionadas à sua toxidez e alergenicidade (Severino, 2005). A toxidez da mamona é causada pela presença de três substâncias: ricina (uma proteína), ricinina (um alcalóide) e CB 1A (um complexo alergênico) (Gardner et al., 1960; Moshkin, 1986).
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Desempenho de novilhas leiteiras alimentadas com farelo de mamona e valor energético do farelo e torta de mamona

Desempenho de novilhas leiteiras alimentadas com farelo de mamona e valor energético do farelo e torta de mamona

O desempenho animal é determinado por vários fatores, sobretudo pelo consumo de MS, que determina o nível de ingestão de nutrientes. Segundo Rohr & Daenicke (1984), o GMD é uma medida indispensável para se estimar o desenvolvimento do animal nos processos alimentares e sistemas de produção. Na ausência de balanças comerciais em explorações leiteiras, a utilização de fita métrica constitui num método simples para estimar o peso do animal, e algumas medidas (altura de cernelha, comprimento, largura de quadril) possuem alta relação com o desenvolvimento animal (Hoffman, 1997). A Associação Brasileira dos criadores de Gado Holandês (ABCGH) tem proposto uma relação de crescimento em altura de cernelha e garupa para novilhas, que corresponde 1 cm/8kg de ganho de peso corporal. No presente trabalho, todas as dietas proporcionaram crescimento em altura de cernelha e garupa de acordo conforme preconizado pela ABCGH.
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O papel de Apis Mellifera l. como polinizador da mamoneira (Ricinus Communis L.): avaliação da eficiência de polinização das abelhas e incremento de produtividade da cultura

O papel de Apis Mellifera l. como polinizador da mamoneira (Ricinus Communis L.): avaliação da eficiência de polinização das abelhas e incremento de produtividade da cultura

A pesquisa foi realizada no Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara, idealizado e administrado pela Brasil Ecodiesel Indústria e Comércio de Biocombustíveis e óleos vegetais S. A., localizado no município de Canto do Buriti, estado do Piauí, e na Universidade Federal do Ceará, localizada em Fortaleza, no estado do Ceará. A coleta de dados ocorreu durante o período de Abril de 2006 a Janeiro de 2007 com o objetivo de investigar a polinização da mamoneira (Ricinus communis L.), o papel de agentes polinizadores bióticos e a utilização de abelhas Apis mellifera na sua polinização, visando contribuir para minimizar as perdas de produtividade desta cultura. Foram avaliados a biologia floral e requerimento de polinização da mamoneira; eficiência da polinização por Apis mellifera e comportamento de pastejo de Apis mellifera e Scaptotrigona bipunctata H. (canudo) em inflorescência de mamoneira, bem como os frutos e sementes produzidas na cultura. Os resultados mostraram que as abelhas coletam pólen e néctar durante todo o dia, tendo a abelha canudo, preferência pelo pólen. A mamoneira aceita polinização cruzada, porém vingando significativamente (p<0,05) menos que a autopolinização. O vento mostrou- se o principal vetor de pólen na plantação. Áreas com introdução de abelhas melíferas produziram marginalmente (p = 0,08) mais frutos que áreas sem a introdução de abelhas. De forma semelhante, também levaram a significativa (p<0,05) produção de racemos com mais frutos (22,39) e sementes mais pesadas (0,54g) com maior percentual de óleo (54,48%) e maior energia bruta (9006,81kcal/kg) do que o obtido em áreas sem abelhas (15,84, 0,47g, 49,94% e 8843,29kcal/kg, respectivamente). A avaliação fisiológica das sementes não encontrou diferenças entre os dois tratamentos, ambos apresentaram média de 84% de germinação. Pode-se concluir que o principal agente polinizador da mamoneira é o vento e que a espécie pode ser polinizada, vingando seus frutos tanto por meio de autopolinização quanto polinização cruzada, embora apresente melhores resultados com autogamia. A introdução de colônias de Apis mellifera em cultivos de mamona contribui para incremento significativo de produtividade da cultura, tanto ao aumentar o número de frutos por cacho quanto o rendimento de óleo dos mesmos, provavelmente porque ao coletar pólen as abelhas melíferas aumentam a quantidade de autopólen em suspensão no ar nas proximidades da panícula, favorecendo uma maior percentagem de autopolinização.
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Farelo de mamona tratado com óxido de cálcio, fornecido seco ou úmido para cordeiros

Farelo de mamona tratado com óxido de cálcio, fornecido seco ou úmido para cordeiros

A integração da cadeia agroenergética e da pecuária, promovida pelo uso de co- produtos do biodiesel na produção animal, permite a otimização da oferta de empregos e geração de renda em tais setores, além de diminuir o passivo ambiental, uma vez que o potencial poluidor (co-produto) passa a ser usado como insumo para produção de alimentos de origem animal (Oliveira et al., 2010). O crescimento da participação do biodiesel na matriz energética mundial criou oportunidades para a produção de ruminantes, por meio da oferta potencial de farelos ou tortas obtidos após a extração do óleo de sementes de oleaginosas. Neste sentido, estudos que permitam gerar mais informações sobre a melhor forma de utilização destes co-produtos na alimentação de ruminantes fazem-se necessários, garantindo a sustentabilidade da integração destas cadeias.
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Retardamento de colheita, método de secagem e qualidade de sementes de mamona.

Retardamento de colheita, método de secagem e qualidade de sementes de mamona.

Desde o momento em que atingem a maturidade isiológica (máxima massa seca e máxima qualidade), as sementes estão sendo armazenadas no campo, sujeitas a condições potencialmente adversas de temperatura, umidade relativa, oscilações de teor de água (causadas pelo orvalho ou chuvas) e ataque de pássaros, insetos e microrganismos que podem provocar perdas qualitativas e quantitativas que alcançam, muitas vezes, níveis elevados. Assim, quando atingir teor de água de 11 a 13%, a semente pode estar em avançado estado de deterioração, icando comprometida sua utilização para ins de semeadura (Peske e Villela, 2006).
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Torta de mamona não destoxificada na indução da muda forçada em poedeiras comerciais.

Torta de mamona não destoxificada na indução da muda forçada em poedeiras comerciais.

As pesquisas com métodos de indução à muda forçada que não submetam as aves ao jejum têm sido incentivadas. Entre as alternativas para indução da muda forçada em poedeiras comerciais, pode-se destacar a utilização de rações de muda contendo alimentos ricos em fibra e ou com a presença de fatores antinutricionais, como a jojoba (Vermaut et al., 1998), a semente e o farelo de algodão (Davis et al., 2002; Khoshoei e Khajali, 2006), o farelo de trigo (Biggs et al., 2004; Khoshoei e Khajali, 2006; Koelkebeck et al., 2006), o feno de alfafa (Donalson et al., 2005; Landers et al., 2005) e a casca de arroz (Souza et al., 2010). Entretanto, segundo Landers et al. (2005), um método de indução de muda forçada será aceito pela indústria avícola se este produzir o estímulo necessário para a muda, garantindo regressão suficiente do sistema reprodutor, da produção e qualidade dos ovos no período após a muda, semelhantemente ao resultado obtido com o método do jejum.
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O Programa Brasileiro de Biodiesel e o Risco Associado ao Preço da Mamona em Irecê, Bahia.

O Programa Brasileiro de Biodiesel e o Risco Associado ao Preço da Mamona em Irecê, Bahia.

O PNPB se destaca de programas de outros países pelo fato de visar o desenvolvimento socioeconômico relacionado à inserção de agri- cultura familiar nessa cadeia de produção, con- tudo, tal inclusão não tem ocorrido no caso da mamona (CÉSAR e BATALHA, 2010a, 2010b). As dificuldades apontadas para inserção da mamona como matéria-prima para a produção de biodiesel na Bahia são: a utilização de técni- cas inadequadas, assistência técnica deficiente, condições edafoclimáticas desfavoráveis, oferta pulverizada, atravessadores na comercialização, reduzida capacidade de investimento do agri- cultor familiar, quebra de contratos por parte das usinas, aversão à participação em cooperativas por parte dos produtores e agricultores endivida- dos (CAMPOS et al., 2009; CÉSAR e BATALHA, 2010b; DINIZ e FAVARETO, 2012; GONÇALVES, FAVARETO e ABRAMOVAY, 2013).
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Casca de mamona em dietas para ovinos de corte

Casca de mamona em dietas para ovinos de corte

Os resultados de consumo de matéria seca obtidos no presente trabalho para as dietas sem casca de mamona e com 33% de substituição, apresentaram-se de acordo com as recomendações de exigências do NRC (2007) e de Crampton (1957), mostrados anteriormente, para ovinos em crescimento, muito embora o nível com 67% de casca de mamona também tenha apresentado valores próximos do mínimo recomendado. Os resultados mostraram também que a dieta com 100% de substituição do feno pela casca de mamona apresentou valores mais elevados que os recomendados para animais adultos em mantença, embora seja necessária uma avaliação econômica parar determinar sua viabilidade, devido a haver o uso de 50% de ração concentrada na dieta. Ainda sobre as mesmas variáveis, foram observadas semelhanças nos resultado com trabalhos utilizando feno de gramíneas tropicais (Gurgel et al. 1992; Camurça et al. 2002; Neiva et al. 2004 e Souza et al. 2004), mostrando grande potencial da utilização da casca de mamona na alimentação de ruminantes das regiões dos trópicos, pois além de apresentar resultados favoráveis à sua utilização como volumoso, a sua grande vantagem está no custo de aquisição, devido a esse material não necessitar de processamento, como é o caso do feno de capim-tifton 85 que é recomendado triturar para evitar desperdícios.
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Atividade microbiana em solos, influenciada por resíduos de algodão e torta de mamona

Atividade microbiana em solos, influenciada por resíduos de algodão e torta de mamona

No semiárido as baixas precipitações e reduzida utilização de fertilizantes comumente condicionam a produção limitada de fitomassa das culturas tornando a fertilidade natural dos solos o principal mecanismo de regulação de carbono, além do seu mantimento através de sua ciclagem (Sampaio et al., 1995). Conforme as condições edafoclimáticas a massa microbiana pode exercer função catalisadora, seja de fonte e/ou reserva n utr icion al par a os vegetais cor r espon den do ao compartilhamento central do ciclo de carbono sendo então considerado importante reservatório de nutrientes do solo (Smith & Paul, 1990).
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Nível tecnológico na cultura da mamona nos agropolos cearense de

Nível tecnológico na cultura da mamona nos agropolos cearense de

Resumo: Este estudo se propõe aferir as tecnologias adotadas na cultura da mamona e identificar seus determinantes. Para mensuração do nível tecnológico, calcularam-se índices para as tecnologias de adubação, tratos culturais, colheita, pós-colheita e gestão. Para verificar os determinantes que influenciam a adoção de tecnologias nessa cultura, empregou-se o método de regressão quantílica. Utilizaram-se dados primários coletados diretamente com 384 produtores de mamona localizados em doze agropolos cearenses de desenvolvimento. Os resultados indicaram que a tecnologia de tratos culturais apresentou um bom padrão tecnológico, enquanto as demais tecnologias se mostraram insuficientes na cultura da mamona. Verificou-se, também, que escolaridade, experiência, número de trabalhadores, treinamento e cooperativismo são relevantes para explicar os níveis tecnológicos adotados na cultura da mamona, ao passo que a idade do produtor e a utilização da mamona como atividade principal não exerceram influência sobre a adoção de tecnologias nessa cultura. Palavras-chave: tecnologias; mamona; Ceará.
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Características da carcaça e da carne de cordeiros Santa Inês alimentados com farelo de mamona destoxificado

Características da carcaça e da carne de cordeiros Santa Inês alimentados com farelo de mamona destoxificado

composição centesimal, com menor percentual de gordura, proteína e umidade nos níveis de substituição 66, 100 e 33%, respectivamente. A substituição do farelo de mamona proporcionou um perfil de ácidos graxos interessantes à saúde do consumidor, apresentando os melhores índices para as relações avaliadas entre os ácidos graxos. Não foi observada diferença estatística entre os tratamentos para os parâmetros pH e força de cisalhamento no entanto verificou-se efeito dos níveis de substituição na perda de peso por cocção apresentando menor percentual 24,42% (p<0,05) em 33% de substituição. Avaliaram-se as características sensoriais considerando os atributos dureza, suculência, sabor, cor, aroma e aceitação global. Foi evidenciado que a dieta com 33% de substituição proporciona uma carne com maior dureza, sem, contudo, comprometer a sua aceitação. Não se observou variação dos demais atributos sensoriais da carne. Pode-se concluir que a utilização de dietas contendo farelo de mamona destoxificado em substituição parcial ao farelo de soja não interfere nas características de carcaça de ovinos Santa Inês, bem como nos pesos e rendimentos dos cortes comerciais e composição tecidual, mantendo a qualidade físico-química e sensorial.
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