Mancha aquosa do fruto

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Influência da Temperatura, Umidade, Concentração de Inóculo de Acidovorax avenae subsp. citrulli e Idade do Fruto no Desenvolvimento da Mancha-Aquosa em Melão

Influência da Temperatura, Umidade, Concentração de Inóculo de Acidovorax avenae subsp. citrulli e Idade do Fruto no Desenvolvimento da Mancha-Aquosa em Melão

Não foi verificado desenvolvimento de sintomas nas temperaturas de 15 e 20 °C. Possivelmente, além de influenciar no metabolismo do fruto, a temperatura mais baixa afeta o desenvolvimento da doença. De acordo com Arinze (1986), baixas temperaturas reduzem a atividade microbiana pela alteração da respiração do fruto e de reações enzimáticas que causam deterioração. O pré-resfriamento ao qual são subme- tidos os frutos de melão para exportação, com o objetivo de baixar a temperatura para 10 a 15 °C, é uma medida de controle eficiente da mancha-aquosa na fase pós-colheita. Contudo, no mercado interno, tanto no Rio Grande do Norte quanto em outros estados do Nordeste e outras regiões, o transporte em caminhões sem refrigeração e a comercialização em idênticas condições em supermercados e/ou feiras livres favorecem a incidência da doença. Moretti (2000), realizando estudos de variação da temperatura de carga de melões durante o transporte rodoviário sem refrigeração, demonstrou que a temperatura nos frutos apresentava valores superiores a 29 °C, atingindo picos de 40 °C. Nessa faixa de temperatura os frutos estariam suscetíveis à infecção (Figura 1), o que comprova a importância das baixas temperaturas no controle da mancha-aquosa em pós-colheita.
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MANCHA AQUOSA: IMPORTANTE BACTERIOSE DO MELOEIRO NO BRASIL

MANCHA AQUOSA: IMPORTANTE BACTERIOSE DO MELOEIRO NO BRASIL

Os sintomas mais típicos da doença apresentam-se nos frutos maduros antes da colheita, embora a infecção ocorra durante a floração e formação destes (Isakeit, 1999). As lesões nos frutos são inicialmente pontos oleosos com 1 a 5 mm de diâmetro (Sales júnior & Menezes, 2001), os quais se expandem e se tornam manchas marrons, necróticas com ou sem rachaduras no centro (Santos & Viana, 2000). Essas rachaduras podem servir como porta de entrada para outros microrganismos que aceleram o apodrecimento do fruto (Costa et al., 2001). As lesões necróticas localizam-se na superfície do fruto que não entra em contato com o solo, progredindo rapidamente (7 a 10 dias) e atingindo uma maior área, antes da colheita (Isakeit, 1999). Abortamento de frutos também é observado. Os sintomas internos variam com a idade do fruto e com o estádio de desenvolvimento no momento da infecção. Geralmente há descoloração da polpa que se apresenta marrom avermelhada abaixo da casca (0’Brien, 1999). A necrose ou simples lesão na casca não reflete o dano que ocorre na polpa imediatamente abaixo, ou seja, a parte interna já pode estar bastante comprometida, mesmo quando a lesão externa tem apenas 0,5 cm a 2,0 cm de diâmetro. (O’Brien & Martin, 1999). A bactéria, em geral, coloniza a polpa do fruto, onde causa podridão seca, contaminando as sementes externa e internamente através da região do hilo, o que dificulta a erradicação (Isakeit, 1999). Após a colheita, a severidade dos sintomas da mancha-aquosa não aumenta drasticamente nos frutos de melão (Comunicação pessoal, Rosa Mariano - UFRPE) ou melancia (Rushing et al., 1997) infectados.
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Efeito de acibenzolar-S-metil, mananoligossacarídeo e bioflavonóides cítricos no controle da mancha-aquosa e no crescimento do meloeiro.

Efeito de acibenzolar-S-metil, mananoligossacarídeo e bioflavonóides cítricos no controle da mancha-aquosa e no crescimento do meloeiro.

A mancha-aquosa causada pela bactéria Acidovorax citrulli (Schaad et al.) Schaad et al. é uma importante doença para a cultura do meloeiro (Cucumis melo L.), ocasionando depreciação do valor comercial do fruto e grandes perdas na produção, que podem chegar a até 100% em períodos chuvosos (Mariano & Silveira, 2002). A inexistência de medidas efetivas de controle dessa doença no Brasil torna imprescindível a realização de pesquisas que visem à obtenção de métodos alternativos de controle. No contexto da proteção de plantas, a resistência induzida
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Remoção de poluentes em solução aquosa por carvões activados

Remoção de poluentes em solução aquosa por carvões activados

Para avaliar o efeito da presença dos co-solventes metanol e 2-propanol na adsorção da cafeína em fase líquida realizaram-se ensaios cinéticos e de equilíbrio. Os resultados dos estudos cinéticos mostraram que, relativamente ao processo de adsorção em fase aquosa, a introdução do co-solvente reflecte-se num decréscimo da velocidade do processo e, no caso do 2-propanol igualmente numa diminuição acentuada da eficiência de remoção, o que se justifica pelo aumento significativo da solubilidade da cafeína na mistura água-2-propanol. As isotérmicas mostraram que a introdução do 2-propanol leva à obtenção de curvas do tipo F, enquanto no caso dos outros dois sistemas se obtiveram isotérmicas do tipo L. A análise dos resultados mostrou que o processo de adsorção segue um mecanismo de Langmuir no caso dos solventes água e água-metanol contudo ajusta- -se à equação de Freundlich quando é introduzido o co-solvente 2-propanol. Esta mudança do mecanismo de adsorção foi explicada considerando a maior solubilidade da cafeína na mistura água-2-propanol e, pela análise dos parâmetros de Hansen das várias espécies presentes, concluiu-se que o 2-propanol deverá competir com a cafeína para os centros activos de adsorção. Os ensaios realizados sobre uma amostra com características superficiais ácidas mostrou que a adsorção de moléculas de água é o factor determinante para o decréscimo da capacidade de adsorção, prevalecendo sobre o efeito do co-solvente.
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A mancha e o gesto: potências formativas

A mancha e o gesto: potências formativas

A razão pela qual não me refiro de maneira incisiva à formação específica do artista ou do professor e, tampouco sobre uma “metodologia de ensino”, faz parte, justamente, de uma intenção que pertence aos processos de criação ou à questão poética. Porém, é preciso esclarecer que não se trata de um ponto de vista de uma “artista” ou de uma “professora”, ou seja, não provém de uma “autoridade” no assunto, mas simplesmente parte do processo de uma estudante e pesquisadora, para, enfim, trazer uma perspectiva sobre a potência formativa de uma experiência em artes. A busca por uma rememoração sobre o acontecido, ou sobre o “rito” e o “jogo”, que possa ter um sentido ético, é o esforço para o qual se propõe esse caminho pela ideia de experiência como uma possibilidade. Segundo Pereira (2006), na tradição, a experiência e a narração constituem um saber. Para pensarmos nosso objeto, pode-se dizer que a tradição é também constituída por meio da mancha tanto como essa “nebulosa” da memória, como parte da técnica moderna, nos processos de composição pictórica. O que não impede que se relacione com a ruptura histórica entre o processo de criação e, a própria técnica. Nesse sentido, o artista, tal qual um cientista (ou uma criança), em sua experiência, realizaria experimentos e experimentações, abrindo caminho para “o novo” (PENA, 2011) e fazendo com que o mesmo salte de um nível a outro de um tempo não retilíneo ou circular (AGAMBEN, 2005).
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Estudo do arrefecimento de aços em solução aquosa de polialquilenoglicol

Estudo do arrefecimento de aços em solução aquosa de polialquilenoglicol

característica do arrefecimento em água (figura 10). A elevada concentração de polímero provoca também um primeiro estágio pronunciado (figura 27) que será devido à elevada viscosidade do meio (figura 15) que sem agitação externa, a movimentação do meio está dependente das correntes de convecção induzidas pelos gradientes térmicos originados pela imersão do provete. A baixa taxa de arrefecimento inicial pode ser prejudicial e é muitas vezes de evitar. Sendo objectivo do tratamento térmico de têmpera a transformação da estrutura do aço em martensite, dever-se-á garantir um arrefecimento relativamente rápido até às temperaturas onde caracteristicamente esta transformação ocorre. A permanência a temperaturas elevadas durante um período de tempo suficientemente longo promoverá a formação de fases originadas por transformação por difusão. Quando estas ocorrem, não se garante o máximo endurecimento. Tendo em conta que para a maior parte dos aços o nariz da curva TTT/TAC encontra-se próxima dos 550ºC, pode- se desde já deduzir que o aumento da temperatura trará certamente uma diminuição na severidade de têmpera. Mais uma vez na figura 26 observa-se o mesmo efeito do aumento da temperatura do polímero (diminuição da taxa de arrefecimento máxima, aparecimento de patamar e baixar da temperatura à qual ocorre a taxa de arrefecimento máxima). A partir da relação (3), referenciada em [14] e [11], é possível obterem-se valores calculados para a severidade de têmpera (H). Os valores obtidos por definição da fórmula variam directamente das taxas de arrefecimento obtidas nas curvas das figuras 26 a 33. A tabela 2 acaba por ser um resumo dos ensaios realizados. Verificam-se taxas de arrefecimento a 700ºC decrescentes com o aumento da temperatura e concentração do polímero. Se pelo lado da concentração, a diminuição da taxa de arrefecimento se pode justificar pela falta de agitação e aumento da viscosidade do polímero, pelo lado da variação da temperatura, o primeiro estágio pronunciado relaciona-se com a origem aquosa da solução [19]. É sabido que com o aumento da temperatura da água ocorre um aumentar do tempo do primeiro estágio do arrefecimento (figura 10). A barreira de vapor que se forma em redor da peça impede que o líquido arrefecedor contacte a superfície, actuando como isolante. Com o aproximar da temperatura de ebulição do meio arrefecedor, a barreira de vapor torna-se mais estável dando origem a primeiros estágios do arrefecimento muito prolongados. A origem aquosa das soluções de polímeros faz com que algumas das características do arrefecimento em água estejam presentes durante o arrefecimento nestas soluções.
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Remoção de fenol em solução aquosa com carvão mineral

Remoção de fenol em solução aquosa com carvão mineral

A existência de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH) em águas também tem recebido atenção. Alguns compostos como o naftaleno, metilnaftaleno e dimetilnaftaleno apresentam uma grande tendência em contaminar águas industriais e migrar pelo ambiente aquoso em comparação com outros hidrocarbonos aromáticos de maior ponto de ebulição. Alguns mecanismos complexos doador/aceptor postulados por Mattson et al (1969) explicam as características espectroscópicas de adsorção de fenóis em solução aquosa, destacando que estes compostos aromáticos são adsorvidos por carvão ativado através de um mecanismo complexo envolvendo os oxigênios carbonílicos da superfície do carvão atuando como doador de elétrons e a classe adsorvente aromática atuando como aceptor. (Chang et al, 1981).
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Adsorventes alternativos para remoção de fenol em solução aquosa

Adsorventes alternativos para remoção de fenol em solução aquosa

Os microporos são os principais poros encontrados nos carvões ativados e estes são os maiores contribuintes pela capacidade de adsorção para moléculas de pequenas dimensões, como gases e solventes. Portanto os microporos são os maiores fornecedores de sítios ativos em solução aquosa. Assim, a adsorção de fenol em carvão ativado procede através de uma seqüência de passos de difusão da fase fluida para dentro dos mesoporos e em seguida aos microporos. Entretanto, uma longa difusão no caminho dos microporos pode resultar em uma grande probabilidade de bloqueio dos poros, tendo como conseqüência uma pequena cobertura. Quando o carvão ativado possui mesoporos, o comprimento do percurso que a molécula de fenol faz, para se difundir sobre os mesoporos e atingir os microporos, se torna mais curta do que sem o auxílio dos mesoporos (Hsieh, 2000). Sobre tais circunstâncias, os mesoporos podem representar uma função importante não somente acelerando a difusão para dentro dos poros, mas também aumentando a cobertura de equilíbrio na superfície dos microporos.
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CARACTERIZAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FERRUGEM, MANCHA PRETA E MANCHA CASTANHA EM GERMOPLASMA SILVESTRE E CULTIVADO DE AMENDOIM

CARACTERIZAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FERRUGEM, MANCHA PRETA E MANCHA CASTANHA EM GERMOPLASMA SILVESTRE E CULTIVADO DE AMENDOIM

RESUMO: O amendoim (Arachis hypogaea) possui genoma AB e é uma das mais importantes culturas oleaginosas em todo o mundo. Os principais problemas da cultura no Brasil são as doenças fúngicas. Várias espécies do gênero Arachis são resistentes a pragas e doenças. Este trabalho visou a identificar espécies silvestres pertencentes à seção Arachis associadas aos genomas A ou B (ou “não-A”) do amendoim que são resistentes à mancha castanha (Cercospora arachidicola), mancha preta (Cercosporidium personatum) e ferrugem (Puccinia arachidis). Para a identificação de genótipos resistentes a doenças fúngicas, bioensaios utilizando folhas destacadas foram realizados em condições de laboratório, com inoculação artificial, temperatura controlada de 25°C e fotoperíodo de 10h luz/14h escuro, por 20–42 dias, de acordo com a espécie fúngica. A maioria dos acessos das espécies silvestres foram mais resistentes que os acessos de A. hypogaea para uma, duas ou todas as espécies fúngicas estudadas. Arachis monticola, considerada como o possível ancestral tetraplóide ou como um derivativo de A. hypogaea, também mostrou-se mais suscetível a Cercosporidium personatum e Puccinia arachidis, quando comparado à maioria das espécies silvestres. Portanto, acessos de germoplasma silvestre com genoma A ou B estão disponíveis para serem utilizados na introgressão de genes de resistência a doenças fúngicas no amendoim.
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Mancha da fôlha de Hevea brasiliensis.

Mancha da fôlha de Hevea brasiliensis.

Quanto ao nome correto do fungo, verificamos que Haplographium manihoticola Vincens antedata Periconia hevese Stevenson et Imle, e que Haplographium manihoticola não foi colocado em se[r]

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Exercícios sobre eletrólise em solução aquosa - Eletroquímica

Exercícios sobre eletrólise em solução aquosa - Eletroquímica

16. (ENEM) A eletrólise é um processo não espontâneo de grande importância para a indústria química. Uma de suas aplicações é a obtenção do gás cloro e do hidróxido de sódio, a partir de uma solução aquosa de cloreto de sódio. Nesse procedimento, utiliza-se uma célula eletroquímica, como ilustrado.

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Secagem de polpa do fruto do mandacaru.

Secagem de polpa do fruto do mandacaru.

(2005) estudaram a desidratação da polpa de manga cv Toinmy Atkins em estufa com circulação de ar, nas temperaturas de 70 e 85 °C misturando, à polpa, 0,02% de Na2S20s e 0,5% de Tween [r]

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Repetibilidade em características do fruto do maracujazeiro.

Repetibilidade em características do fruto do maracujazeiro.

Os valores dos coeficientes de repetibilidade para as características físicas do fruto variaram entre 0,14 e 0,77, observados para a característica espessura da casca. Esta característica apresentou os maiores valores ocorridos, 0,56, 0,57 e 0,77, obtidos pelos métodos da análise estrutural baseada em matriz de correlação (Tabela 4), componentes principais baseados em matriz de correlação (Tabela 2) e componentes principais baseados em matriz de covariância (Tabela 3), respectivamente. Segundo Shimoya et al. (2002), estimativas do coeficiente de repetibilidade acima de 0,5 podem ser consideradas razoáveis.
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REPETIBILIDADE DE CARACTERES DE FRUTO EM PESSEGUEIRO.

REPETIBILIDADE DE CARACTERES DE FRUTO EM PESSEGUEIRO.

Para as características massa de fruto, diâmetro sutural, diâmetro equatorial, diâmetro polar e irmeza, são necessários três e oito frutos, com coeicientes de determinação de 80 e 90%, respectivamente (Tabela 3), para predizer o valor real das cultivares, valores semelhantes aos encontrados por Albuquerque et al. (2004), que concluíram que a seleção baseada em nove frutos leva a uma precisão de 90% dos valores fenotípicos das referidas características.

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Influência do oídio no fruto de cajueiro anão

Influência do oídio no fruto de cajueiro anão

Os esporos do oídio são facilmente dispersados pelo vento e germinam rapidamente sob condições de elevada umidade, em torno de 90%, e sob temperaturas variando entre 26 e 28 o C (CASTELLANI; CASULLI, 1981). O fungo infecta todas as partes aéreas do cajueiro, exceto os ramos e troncos, entretanto, os danos mais sérios decorrem da infecção às inflorescências, que, em decorrência, não produzem nenhum fruto ou quando produzem, são poucos e deformados (rachados, variegados e chochos). Plantas infectadas nas flores e maturis (pseudofruto e fruto jovem) geralmente têm produção muito reduzida. A doença progride rapidamente durante a estação seca, desde que ocorram ventos para disseminação dos esporos e orvalho para germinação e penetração nos tecidos da planta.
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Síntese e caracterização de KNbO3 aplicado na fotodegradação remazol amarelo ouro em solução fotodegradação de remazol amarelo ouro em solução aquosa aquosa

Síntese e caracterização de KNbO3 aplicado na fotodegradação remazol amarelo ouro em solução fotodegradação de remazol amarelo ouro em solução aquosa aquosa

Como houve mudança do pH na solução do corante para a realização dos testes fotocatalíticos, a Figura 5.8 apresenta os espectros de UV-vis para pH 3 e mostra [r]

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Repetibilidade de caracteres de fruto em araçazeiro e pitangueira.

Repetibilidade de caracteres de fruto em araçazeiro e pitangueira.

No programa de melhoramento de fruteiras n ativas da Embr apa Clima Temper ado, essas características são avaliadas por quatro ou cinco ciclos produtivos consecutivos, de forma a subsidiar a seleção de genótipos superiores e servir como descritores das possíveis cultivares. A partir do presente trabalho, observou-se que esse número de medições é adequado para predizer o valor real dos indivíduos com confiabilidade superior a 80% em todos os caracteres, inclusive com acurácia de 97% para peso de fruto em araçazeiro, indicando que esses caracteres podem ser utilizados na seleção fenotípica de genótipos superiores em araçazeiro e pitangueira.
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TESE_Avaliação do desprendimento do fruto do cafeeiro por vibração...

TESE_Avaliação do desprendimento do fruto do cafeeiro por vibração...

Segundo Teixeira (2017), do Centro de Produções Técnicas CPT, Viçosa, Minas Gerais, é o fruto cereja que permite obter um café de melhor qualidade, com as características de aroma e sabor desejáveis. Por esse motivo, a colheita deverá ser feita quando houver cerca de 90% de fruto cereja na lavoura. Sendo assim, antes de iniciar a colheita, o cafeicultor deve inspecionar todas as áreas produtivas, onde a maturação dos frutos estiver mais avançada, para que os grãos de café não passem do ponto de colheita. Durante esse tempo, os cafeeiros restantes chegarão ao ponto de maturação ideal para a colheita.
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Caracterização do fruto do mandacaru para fins comestíveis

Caracterização do fruto do mandacaru para fins comestíveis

A caracterização bioquímica da polpa do fruto do mandacaru através dos ensaios enzimáticos de PPO e POD das amostras in natura (controle), refrigerada, congelada e liofilizada, indicou ser a liofilização o tratamento mais adequado para evitar a ação degradativa de composotos fenólicos, resultando em escurecimento do fruto. No entanto, para conservar a fruta sem desidratação, a refrigeração foi o método mais eficiente. Na casca o congelamento se mostrou mais eficiente na redução da POD e da PPO.

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Casca do fruto da mamoneira como substrato para as plantas.

Casca do fruto da mamoneira como substrato para as plantas.

As concentrações de nutrientes totais da casca do fruto da mamoneira (CFM), in natura e compostada, es- tão na Tabela 1. Com a decomposição aeróbica, ocorreu redução da relação C/N (de 17,4 para 13,5) da CFM. Du- rante o processo de compostagem de casca de eucalipto, também foi observada a redução da relação C/N do mate- rial, de 69 para 22 (Hardy & Sivasithamparam, 1989). A relação C/N de resíduo da indústria de chá preto também foi reduzida de 20,1 para 12,1 após decomposição aeróbica (Lima et al., 2007). Os valores de relação C/N observados para a CFM, compostada ou não, estão um pouco abaixo daqueles citados, por Hartmann et al. (1997), como reco- mendáveis (relação C/N em torno de 20). No entanto, va- lores altos de relação C/N, acima de 20 ou mais, podem causar excessiva redução de volume e imobilização de nitrogênio, durante a sua utilização, o que pode inviabilizar o uso de materiais com essas características.
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