Manejo e conservação do solo

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SEÇÃO VI - MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

SEÇÃO VI - MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

O estudo compara a composição química da solução e o complexo de troca catiônica de Argissolos Vermelho-Amarelos eutróficos plínticos (isohyperthermic Plinthustalf em Soil Taxonomy) com cultura irrigada de uva (Vitis vinifera L., cultivar “Red Globe”), com solos similares de área contígua, desmatada de sua vegetação natural de caatinga hiperxerófila. Levantamento fisiográfico da área caracterizou os relevos de superfície e subsuperfície e as condições de microvariações em direcionamento e curvaturas do relevo superficial. O relevo subsuperficial, mais ondulado que o de superfície, é definido pela oscilação de camada impermeável com espessura variável, constituída de cascalhos e calhaus de quartzo, base do pedimento que recobre o embasamento cristalino na região. O efeito das curvaturas do relevo superficial foi evidente na maior umidade do solo da área irrigada e menos consistente em suas propriedades químicas. Grande parte dos acréscimos observados nos teores de Ca, Mg e K, extraídos por NH 4 Cl, foi atribuída ao manejo dos solos com irrigação, fertilizações
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SEÇÃO VI - MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

SEÇÃO VI - MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

Sabe-se que os solos têm função primordial na produção de alimentos para a humanidade. No Estado do Paraná, os Latossolos Vermelhos estão entre os mais produtivos do Brasil; devido à utilização intensa deles com diferentes práticas culturais e a uma agricultura altamente tecnificada, são comuns relatos de sua degradação física, com redução da porosidade. Dessa forma, o objetivo deste trabalho consistiu em estudar a modificação da porosidade de Latossolos Vermelho eutroférrico (LVef) e distroférrico (LVdf) cultivados sob plantio direto e convencional, com sucessão das culturas anuais soja, milho e trigo por mais de 20 anos consecutivos. Após uma descrição dos perfis de solo sob mata, plantio direto e preparo convencional pelo método do perfil cultural, coletaram-se amostras de solo deformadas e indeformadas nos volumes de solo antropizados mais compactos, para as análises físicas, químicas, mineralógicas e estudo das diferentes classes de poros (volume total de poros, poros entre (canais e cavidades biológicas) e intra-agregados (determinada em torrões de 10 cm 3 saturados e submetidos à tensão de -
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Influência do manejo do solo na conservação e na qualidade pós-colheita de pêssegos cv. Cerrito.

Influência do manejo do solo na conservação e na qualidade pós-colheita de pêssegos cv. Cerrito.

Tanto na colheita como durante o armazenamento, o pH não foi influenciado pelo sistema de manejo do solo nem pelo está- dio de maturação. Ao final do período de armazenamento, pêsse- gos produzidos em ambos os sistemas de manejo do solo apre- sentaram pH entre 3,50 e 3,66. Segundo Vendrell & Carrasquer (1994), frutas de caroço com pH inferior a 4,50 são classificadas como ácidas e, acima deste valor, são denominadas pouco áci- das. O pH deve ser determinado em cultivares tipo indústria e/ou dupla finalidade, pois o valor de pH das frutas determina o tipo e a intensidade do tratamento térmico a ser realizado (Kaster, 1997). Teores de SST de pêssegos armazenados apresentaram diferen- ças significativas para efeitos de manejo do solo e estádio de maturação. Ao final do período de armazenamento, os pêssegos provenientes de pomar com manejo do solo com cobertura vege- tal apresentaram teor de SST na média dos três estádios de maturação significativamente inferior (14,3º Brix) aos provenien- tes de pomar com manejo do solo tradicional (15º Brix). Os pêsse- gos, no estádio maduro, provenientes de pomar com cobertura vegetal, apresentaram teor de SST significativamente inferior ao das frutas do pomar com manejo do solo tradicional (Tabela 1). Segundo Mitchell (1989), o maior teor de açúcar é encontrado nos pêssegos de maturação mais avançada. Ventura et al. (1992) e Robertson et al. (1993), trabalhando com pêssegos cv. Cresthaven, observaram variações no teor de SST durante o armazenamento, representadas por um leve aumento no início do período de armazenamento e posterior diminuição no conteú- do de SST, mantendo os valores iniciais.
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USO, COBERTURA E MANEJO DA TERRA: CONTRIBUIÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS E SUBSÍDIOS À CONSERVAÇÃO AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO RIBEIRÃOZINHO, SELVÍRIA/MS

USO, COBERTURA E MANEJO DA TERRA: CONTRIBUIÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS E SUBSÍDIOS À CONSERVAÇÃO AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO RIBEIRÃOZINHO, SELVÍRIA/MS

Existe uma tentativa de racionalizar o uso e o manejo dos recursos naturais, principalmente o solo e a água, nestes ambientes desde o início da década de 80 (GUERRA e BOTELHO, 1998). Bacias hidrográficas e principalmente os corpos d’água são sobretudo passíveis de transtornos por conta de mudanças generalizadas no uso e cobertura da terra. Antes da interferência humana, os sistemas hidrográficos estão geralmente em uma condição que se aproxima de um estado de equilíbrio. Por isso, todas as interferências devem ser realizadas de maneira racional, considerando sempre a conservação da natureza, e para isso, o manejo da terra tem estabelecido planos ideais para a racionalização dos usos visando a conservação, principalmente em bacias hidrográficas no meio rural.
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Uma leitura sobre a perspectiva do cultivo consorciado

Uma leitura sobre a perspectiva do cultivo consorciado

Resumo: O uso do consórcio entre culturas é uma prática realizada há séculos, principalmente por peque- nos agricultores em regiões tropicais. As recentes pesquisas auxiliam na divulgação das potencialidades desse sistema de cultivo, no que diz respeito à sustentabilidade da atividade na propriedade rural. Há um incremento na manutenção da biodiversidade, conservação do solo, ciclagem de nutrientes, controle de plantas espontâneas, manejo de pragas e doenças, além do aumento da produtividade. O presente estudo de caso tem como objetivo contribuir para a difusão do uso desta prática, para assim, auxiliar produtores rurais, pesquisadores e demais interessados sobre o uso dessa prática agroecológica.
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Geração de escoamento superficial em uma microbacia com cobertura de cana-de-açúcar e floresta ripária.

Geração de escoamento superficial em uma microbacia com cobertura de cana-de-açúcar e floresta ripária.

Buscando compreender a geração de escoamento superficial, processo de suma importância em relação à conservação do solo, disponibilidade de água e manejo de uma bacia hidrográfica, o presente trabalho teve como objetivo entender o processo de geração de escoamento superficial em uma microbacia com cobertura de cana-de-açúcar e floresta ripária. Para tanto, foram utilizadas nove parcelas distribuídas em três porções da vertente (inferior, intermediária e superior), sendo a porção inferior coberta por floresta ripária. A média do coeficiente de escoamento superficial ao longo da vertente no presente estudo mostrou-se superior em relação a outros estudos com diferentes usos do solo. Ademais, as lâminas obtidas sob cana-de-açúcar apresentaram valores superiores se comparados aos obtidos em floresta ripária, principalmente após o corte da soqueira. Além do tipo de cobertura do solo, outros fatores tais como as características dos eventos de precipitação, a declividade do terreno e os atributos físicos do solo, como a densidade aparente e a condutividade hidráulica em condição de saturação influenciaram a geração de escoamento superficial.
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Variabilidade espacial de atributos da fertilidade de um Latossolo Vermelho Distroférrico sob Sistema Plantio Direto.

Variabilidade espacial de atributos da fertilidade de um Latossolo Vermelho Distroférrico sob Sistema Plantio Direto.

Em relação ao índice m%, os resultados indicaram que o solo é distrófico (m% < 50), uma vez que seus índices satisfizeram tal condição (Tabela 1). Entretanto, uma ligeira elevação da m% foi observada na profundidade de 0,10-0,20 m. O acréscimo da m% em profundidade pode ser atribuído aos menores efeitos das bases trocáveis nessas regiões, que podem estar mais relacionadas a fontes orgânicas predominantes na superfície do solo, conforme destacaram Costa et al. (2007). Em contrapartida, a redução da m% na superfície do solo em SPD está relacionada à complexação orgânica do alumínio trocável por compostos solúveis presentes nos restos vegetais mantidos na superfície do solo (ZANÃO JÚNIOR et al., 2007).
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ANDRÉ JULIO DO AMARAL FATOR COBERTURA E MANEJO DA EQUAÇÃO UNIVERSAL DE PERDA DE SOLO PARA SOJA E TRIGO EM UM CAMBISSOLO HÚMICO ALUMÍ NICO SUBMETIDO A DIFERENTES SISTEMAS DE

ANDRÉ JULIO DO AMARAL FATOR COBERTURA E MANEJO DA EQUAÇÃO UNIVERSAL DE PERDA DE SOLO PARA SOJA E TRIGO EM UM CAMBISSOLO HÚMICO ALUMÍ NICO SUBMETIDO A DIFERENTES SISTEMAS DE

Após a ocorrência de cada evento de chuva erosiva, os sedimentos eram retirados de dentro dos tanques (quando a sua quantidade assim permitia) e pesados. Eram coletadas amostras de sedimentos dos tanques em potes de alumínio com capacidade de aproximadamente 300 g, as quais eram secas em estufa, com temperatura de 55 – 60 o C, com o objetivo de corrigir a massa de sedimentos dos tanques para a base de solo seco. Após, eram registradas as alturas de enxurrada dentro dos tanques e, em seguida, a enxurrada era homogeneizada e, dela, eram coletadas amostras. O produto das alturas de enxurrada dentro dos tanques pela área dos tanques, fornecia o volume de enxurrada. As amostras de enxurrada eram coletadas utilizando-se frascos de vidro numerados, com capacidade de 300 mL, em número de três por tanque. Com estas amostras determinou-se a concentração de sedimentos na enxurrada e a massa de sedimentos existentes na suspensão. Para isso, no laboratório, foram adicionadas de 3 a 5 gotas de ácido clorídrico (2,5 N) em cada frasco contendo a enxurrada, com a finalidade de precipitar os sedimentos em suspensão. Cerca de 24 a 48 horas após, era retirado o sobrenadante de dentro dos frascos, sifonando-o com uma mangueira plástica, deixando-se uma lâmina de cerca de 1,0 cm de água sobre os sedimentos. Os frascos então eram levados à estufa com circulação de ar, na temperatura de 55 – 60 º C, até atingirem massa constante.
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Controle de tráfego agrícola e atributos físicos do solo em área cultivada com cana-de-açúcar.

Controle de tráfego agrícola e atributos físicos do solo em área cultivada com cana-de-açúcar.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do controle de tráfego agrícola na compactação do solo em áreas cultivadas com cana-de-açúcar no sistema de colheita mecanizada. O trabalho foi realizado em delineamento de blocos ao acaso, em parcelas subsubdivididas com os tratamentos: colheita mecanizada tradicional; corte mecanizado com controle de tráfego; e corte mecanizado com controle de tráfego e uso do piloto automático. Os atributos físicos do solo foram avaliados nas camadas de 0,0–0,1, 0,1–0,2 e 0,2– 0,3 m de profundidade, na linha de plantio, no local em que o rodado passa e no entrerrodado. Avaliaram-se também os efeitos desses tratamentos sobre a produtividade da cana-de-açucar, respectivamente. O tráfego das máquinas agrícolas aumenta a densidade do solo e diminui o diâmetro médio ponderado dos agregados e a macroporosidade na linha de rodado em relação à linha de plantio, o que causa a degradação cumulativa da qualidade física do solo, ao longo dos anos de cultivo. Os dois anos de controle de tráfego agrícola da colheita não influenciaram os atributos físicos do solo estudados.
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Compactação e lâminas de água do solo para a colheita de tapetes de grama

Compactação e lâminas de água do solo para a colheita de tapetes de grama

colheita florestal são responsáveis pelo maior incremento da compactação do solo, sendo, em torno de 80% da compactação, resultantes das cinco primeiras passadas de um Forwarder. Entretanto, a presença de material vegetal na superfície do solo também pode criar condições para que parte da energia de compactação produzida pelo trânsito de máquinas e animais seja dissipada antes do contato com o solo (ROSIM et al. 2012). De acordo com Soane (1990), a matéria orgânica não decomposta acumulada na superfície do solo tem como efeito o aumento da área de contato das rodas e a redução da compactação das camadas superficiais do solo. Trabalhando em dois Latossolos argilosos, Silva et al. (2007) verificaram que o tráfego sobre os resíduos florestais atenuou a compactação nos solos estudados, comparativamente ao solo limpo descoberto. Resultados de Braida et al. (2006), em solo arenoso e argiloso, indicaram que a palha na superfície do solo, durante a realização do ensaio Proctor, dissipa até 30% da energia de compactação utilizada.
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Análise quali-quantitativa dos elementos arquitetônicos e vegetais e de uso da praça Rui Barbosa de São José do Rio Preto, SP

Análise quali-quantitativa dos elementos arquitetônicos e vegetais e de uso da praça Rui Barbosa de São José do Rio Preto, SP

RESUMO - O estudo da flora existente nas cidades é de suma importância do ponto de vista ecológico e sustentável, assim como ser premissa para ações que proporcionem maior segurança, conforto e bem-estar para população. Visando o conhecimento da vegetação arbórea, para fins de orientação do manejo e conservação dessa área, foi realizada uma análise da composição, diversidade e qualidade da flora arbórea (considerando árvores e palmeiras) existente na praça Rui Barbosa, município de São José do Rio Preto, SP e, também, análise quali- quantitativa dos elementos arquitetônicos e vegetais, bem como, pesquisa de opinião visando otimizar o uso e o conforto nesta praça. Esta praça é considerada a principal pela localização, história e uso, e encontra-se na região central, ao lado da Catedral. É uma área onde normalmente ocorrem várias manifestações culturais, sociais, políticas e também serviços de saúde pública. Os indivíduos arbóreos presentes na praça foram contados, identificados e avaliados a altura e circunferência do tronco à altura do peito; foram determinados descritores fitossociológicos, índice de Shannon-Weaver e observados aspectos qualitativos. A composição florística arbórea da praça Rui Barbosa, no município de São José do Rio Preto, SP, constitui-se de 15 famílias botânicas, composta por 25 gêneros e 28 espécies, num total de 103 indivíduos, entre árvores e palmeiras. A espécie de maior representatividade foi Dypsis lutescens (areca-bambu), com frequência de 20,39%, seguida de Caesalpinia pluviosa (sibipiruna), com frequência 18,45%, enquanto que as demais não ultrapassaram 10%. O índice de Shannon-Weaver, indicador de diversidade, foi de 2,77, mostrando que a praça apresenta grande diversidade florística. A maioria (72,8%) dos indivíduos encontram-se em estado regular ou péssimo; 66,02
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Efetividade de manejo de duas unidades de conservação de proteção integral no Estado...

Efetividade de manejo de duas unidades de conservação de proteção integral no Estado...

Na Amazônia, o avanço da perda de biodiversidade por diversas formas de pressão antrópica cresce a cada ano, com destaque para os crescentes índices de desmatamento. As unidades de conservação têm um papel fundamental na proteção dos recursos naturais e culturais e a criação de novas áreas protegidas representa uma das estratégias utilizadas pelos países com o mesmo tipo de problema. Nos próximos anos, o governo do Estado do Pará pretende elevar em 24,07% o número de unidades de conservação em seu território. Entretanto, a conservação da biodiversidade não é garantida apenas com a existência de unidades de conservação, é preciso implementá- las e manejá-las adequadamente para que alcancem seus objetivos, avaliando de forma sistemática a qualidade de manejo das mesmas. Essa pesquisa teve como objetivo avaliar a efetividade de manejo de duas unidades de conservação de proteção integral no Pará, o Parque Estadual da Serra das Andorinhas/Martírios - PESAM, localizado no sul do Estado, com 25.000 hectares e o Parque Ambiental de Belém - PAB, localizado na região metropolitana de Belém, com 1.200 hectares. A efetividade de manejo foi avaliada por meio da qualificação de indicadores pré-estabelecidos e aplicados em áreas protegidas em vários países. Os resultados apontaram que os dois Parques alcançaram a média de 30,82% da situação ótima para os indicadores demonstrando uma qualidade de manejo insatisfatória. A maioria dos indicadores se concentrou nos níveis de manejo pouco satisfatórios e insatisfatórios. A partir da análise dos 11 grupos de indicadores, concluiu-se que os Parques não reúnem as condições mínimas necessárias para seu manejo básico. Assim, não existem garantias para sua permanência em longo prazo e os objetivos que nortearam a criação dos mesmos não podem ser alcançados sob essas circunstâncias.
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Atributos físicos e desempenho agronômico da cultura da soja em um Latossolo Vermelho distroférrico submetido a dois sistemas de manejos.

Atributos físicos e desempenho agronômico da cultura da soja em um Latossolo Vermelho distroférrico submetido a dois sistemas de manejos.

O trabalho foi conduzido em uma área cedida em regime de comodato à Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Grande Dourados, localizada nas coordenadas 22º 12’ 42,74" S e 54º 56’ 17,26" W, com altitude de 452 metros. O clima é do tipo Cwa, segundo a classificação de Köppen. O solo do local do experimento é classificado como Latossolo Vermelho Distroférrico, originalmente sob vegetação de cerrado. A área, cuja vegetação predominante era de gramíneas, nunca havia sido cultivada anteriormente. A vegetação natural foi inicialmente incorporada ao solo com aração e grade pesada.
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Qualidade física do solo em um latossolo vermelho da região sudoeste dos cerrados sob diferentes sistemas de uso e manejo.

Qualidade física do solo em um latossolo vermelho da região sudoeste dos cerrados sob diferentes sistemas de uso e manejo.

A resistência do solo à penetração (RP) foi avaliada em março de 1996, 1997, 1999, 2000, 2002 e 2006, nas camadas de 0,05; 0,10; 0,15; 0,20; 0,25; 0,30; 0,35; 0,40; e 0,45 m. Foi utilizado um penetrógrafo, modelo SC-60, munido de um cone de diâmetro da base de 0,01 m. Em cada parcela, estabeleceram-se duas linhas e 10 pontos de amostragem por linha. As linhas e os pontos ficaram equidistantes 10 m entre si, nos tratamentos com pastagem. Nas parcelas sob plantio direto, as linhas ficaram equidistantes 4 m e os pontos entre 10 m, conforme figura 1. Simultaneamente à avaliação da resistência, e nas mesmas profundidades, coletavam-se amostras de solo para determinar a umidade pelo método gravimétrico, de acordo com Embrapa (1997).
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Sedimentos transportados pela enxurrada em eventos de erosão hídrica em um Nitossolo Háplico.

Sedimentos transportados pela enxurrada em eventos de erosão hídrica em um Nitossolo Háplico.

A queima dos resíduos culturais no SQ foi mais prejudicial ao solo do que a incorporação dos resíduos no AG, do ponto de vista dos sedimentos na enxurrada. A quantidade dos sedimentos com diâmetro > 1 mm (entre 1 e 2 mm e > 2 mm) foi 39 % maior no SQ do que no AG; para os sedimentos de tamanho < 0,5 mm (entre < 0,038 mm e 0,25 a 0,5 mm), a referida diferença foi de 55 %, na média dos testes de chuva (Quadro 3), com interação significativa a 5 %, entre os tratamentos e os testes de chuva simulada. Esse resultado revela que tal efeito foi mais pronunciado para os sedimentos menores do que para os maiores. Isso é preocupante do ponto de vista de conservação do solo, pois os sedimentos de menor diâmetro são mais ativos quimicamente do que os de maior, conforme verificado também por Bertol et al. (2008), e, por isso, podem contaminar mais o ambiente. Comparando a condição sem cultivo do solo (SC) com a condição cultivada (AG), ambas submetidas ao preparo mecânico, no SC a quantidade de sedimentos com
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ANÁLISE DE EFETIVIDADE DE GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DA RESTINGA DE CABEDELO

ANÁLISE DE EFETIVIDADE DE GESTÃO DA FLORESTA NACIONAL DA RESTINGA DE CABEDELO

Com o intuito de criar áreas de proteção ambiental no Brasil foi criada a lei federal n° 9985/2000 que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e define unidade de conservação como um espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.
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ATRIBUTOS QU͍MICOS DO SOLO EM ÁREAS SOB DIFERENTES SISTEMAS DE USO E MANEJO NO MUNICÍPIO DE RESERVA - PR

ATRIBUTOS QU͍MICOS DO SOLO EM ÁREAS SOB DIFERENTES SISTEMAS DE USO E MANEJO NO MUNICÍPIO DE RESERVA - PR

A matéria orgânica age mediante sua estrutura complexa e longas cadeias de carbono, agregando partículas minerais. Além das estruturas complexas, a maior parte da matéria orgânica do solo é pouco molhável, protegendo os agregados contra o umedecimento e quebra (HÉNIN et al., 1976). Brady (1989) coloca que a matéria orgânica é o principal agente formador de agregados do tipo granular em grumos nos horizontes superficiais, afetando também as características de cor, plasticidade, coesão e retenção de água no solo.

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ECOLOGIA ALIMENTAR DE  Astyanax lacustris  (OSTEICHTHYES: CHARACIDAE) NA LAGOA DO PIATÓ, ASSU, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

ECOLOGIA ALIMENTAR DE Astyanax lacustris (OSTEICHTHYES: CHARACIDAE) NA LAGOA DO PIATÓ, ASSU, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

As capturas dos peixes foram realizadas na lagoa do Piató, situada no município de Assu (5°34’36”S e 36°54’31”W), Estado do Rio Grande do Norte (Figura 1). Está inserida no bioma Caatinga, possui 18 km de extensão por 2,5 de largura, localizada a 3,5 km da Floresta Nacional de Assu, Unidade de Conservação Federal do Instituto Brasileiro de Apoio ao Meio Ambiente (IBAMA). Uma área da lagoa está conectada à Unidade de Conservação formando um corredor ecológico, oferecendo aos animais a possibilidade de utilizá-la para a obtenção de água. A população ribeirinha a utiliza como fonte alimentar e de renda, dependendo exclusivamente da pesca para o seu sustento.
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DISTRIBUIÇÃO E RIQUEZA DE ESPÉCIES ARBÓREAS RARAS EM FRAGMENTOS DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA AO LONGO DE UM GRADIENTE ALTITUDINAL, EM SANTA CATARINA.

DISTRIBUIÇÃO E RIQUEZA DE ESPÉCIES ARBÓREAS RARAS EM FRAGMENTOS DE FLORESTA OMBRÓFILA MISTA AO LONGO DE UM GRADIENTE ALTITUDINAL, EM SANTA CATARINA.

informações ecológicas de grande importância para o manejo desse grupo de espécies, com implicações importantes para o desenvolvimento de melhores estratégias para a conservação da diversidade de espécies, gestão dos recursos naturais e sua utilização de forma sustentável (GRYTNES; VETAAS, 2002). Por isso, este trabalho teve como objetivos: i) avaliar se ocorre substituição de espécies arbóreas raras ao longo do gradiente altitudinal em fragmentos de Floresta Ombrofila Mista, região fitoecológica do Planalto Sul-Catarinense; ii) verificar se existem diferenças significativas entre a riqueza de espécies arbóreas e o número de espécies raras entre as subformações da Floresta Ombrófila Mista; e iii) constatar se a riqueza das comunidades e o número de espécies raras apresentam decréscimo monotônico com o aumento da altitude.
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A FRAGMENTAÇÃO DA FLORA NATIVA COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA DE ÁREAS PROTEGIDAS – ESPINHAÇO SUL (MG)

A FRAGMENTAÇÃO DA FLORA NATIVA COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE DA SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA DE ÁREAS PROTEGIDAS – ESPINHAÇO SUL (MG)

Além da condição favorável à preservação da biodiversidade, detectada para a área de estudo, existem instrumentos legais que podem contribuir para que o atual estado de conservação da paisagem seja mantido. Citam-se principalmente as normas de proteção do entorno das unidades de conservação, conforme a Resolução n.º 13/1990 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (Brasil 1990), que institui a obrigatoriedade do licenciamento ambiental para quaisquer atividades que possam afetar a biota nas áreas circundantes às unidades de conservação, estabelecendo como referência um raio com distância de dez quilômetros dos limites da UC; e o Art. 25 do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC (Brasil 2000), que determina o estabelecimento da zona de amortecimento para as unidades de conservação, exceto para Área de Proteção Ambiental e Reserva Particular do Patrimônio Natural. Na área referente à zona de amortecimento, a ocupação e o uso de recursos deverão atender às normas específicas de regulamentação, estabelecidas pelo Plano de Manejo da unidade de conservação.
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