Manejo florestal sustentável

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Contribuições para a análise de viabilidade econômica das propostas referentes à decuplicação da área de manejo florestal sustentável: resumo executivo

Contribuições para a análise de viabilidade econômica das propostas referentes à decuplicação da área de manejo florestal sustentável: resumo executivo

O objetivo deste trabalho é apresentar uma análise econômica da produção madeireira por meio de manejo flo- restal sustentável em áreas públicas sob regime de concessão. Sua princi- pal motivação reside na proposta de se aumentar em dez vezes da área de manejo florestal sustentável rastre- ada no Brasil até 2030 e coibir a ile- galidade de produtos florestais ma- deireiros provenientes de florestas nativas. Uma das premissas adotadas pelo estudo é de que a meta será al- cançada pela expansão da produção madeireira em regime de concessão florestal em áreas públicas. As princi- pais premissas utilizadas nas análises realizadas pelo GVces foram validadas por um grupo de trabalho constituído por especialistas na área de MFS no âmbito da Coalizão.
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Contribuições para a análise de viabilidade econômica das propostas referentes à decuplicação da área de manejo florestal sustentável

Contribuições para a análise de viabilidade econômica das propostas referentes à decuplicação da área de manejo florestal sustentável

Para apoiá-la nesse processo, a Coalizão comissionou o GVces para desenvolver estudos que contribuíssem para a análise da viabilidade econômico-financeira de suas propostas. O objetivo deste trabalho é apresentar uma análise econômica da produção madeireira por meio de manejo florestal sustentável em áreas públicas sob regime de concessão. Sua principal motivação reside na proposta de se aumentar em 10 vezes da área de manejo florestal sustentável rastreada no Brasil até 2030, e coibir a ilegalidade de produtos florestais madeireiros provenientes de florestas nativas. Considerando as características que marcam a exploração florestal ilegal na Amazônia, faz-se necessário considerar não apenas a viabilidade financeira dessa atividade sob o ponto de vista estritamente privado, mas também o desafio de quantificar e qualificar os benefícios econômicos, sociais e ambientais associados à proposta.
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REGENERAÇÃO FLORESTAL ASSOCIADA A TAMANHOS DE CLAREIRAS: IMPLICAÇÕES PARA O MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL Tese de Doutorado

REGENERAÇÃO FLORESTAL ASSOCIADA A TAMANHOS DE CLAREIRAS: IMPLICAÇÕES PARA O MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL Tese de Doutorado

Nas clareiras antigas, a densidade da vegetação de menor porte, ou seja, aquela que compõe seu atual banco de plântulas, sub-arbustos e/ou arbustos, também não diferiu entre os ambientes, mas manteve menor média nas três categorias de clareiras em comparação com a floresta fechada. Provavelmente, grande parte desse estoque nas clareiras ascendeu a estádios sucessionais mais maduros após o último evento de abertura do dossel, ainda não tendo se recomposto completamente. Na amostra florestal, com menor incidência de luz e menor crescimento, esse estrato foi ligeiramente mais denso. Dessa forma, o tempo de reincidência de uma clareira num mesmo ponto (e. g.,através da extração de novas árvores) é um aspecto relevante, pois se for muito curto, pode apresentar uma deficiente capacidade regenerativa. HARTSHORN (1978), em seu estudo na Ilha de Barro Colorado, Panamá, observou que as clareiras naturais apresentam uma taxa de recorrência média de 118 (+ 27) anos. No contexto do manejo florestal policíclico, esse tempo pode ser reduzido para 25-30 anos, de modo que a condição do banco regenerativo assume um papel mais crítico.
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Composição florística e estrutura de uma unidade de manejo florestal sustentável na Floresta Nacional do Tapajós, Pará.

Composição florística e estrutura de uma unidade de manejo florestal sustentável na Floresta Nacional do Tapajós, Pará.

foram estabelecidas aleatoriamente seis parcelas amostrais de um hectare em diferentes quadras de exploração. As análises florístico-estruturais foram realizadas em duas escalas distintas com vistas a atender objetivos específicos: (a) em nível de unidade de manejo, para uma caracterização global do povoamento florestal no qual serão baseados estudos subseqüentes; e (b) em nível de parcela amostral, para subsidiar o estudo de dados de sensoriamento remoto frente às variações florístico- estruturais observadas. O conjunto de resultados obtidos indicou que a unidade de manejo florestal apresenta uma elevada diversidade florística no componente arbóreo (índice de Shannon-Weaver igual a 4,22). Observou-se que o povoamento é caracterizado pela concentração de uma grande quantidade de indivíduos e espécies em poucas famílias botânicas e por um número elevado de espécies localmente raras. A análise das variações florístico-estruturais entre parcelas amostrais evidenciou diferenças estatísticas significativas quanto à diversidade e a similaridade de espécies e quanto a valores médios de altura total. Adicionalmente, observou-se certa variabilidade nos padrões estruturais em termos de distribuição diamétrica e de valores estimados de volume comercial de madeira.
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Análise econômica da cadeia produtiva da madeira oriunda de plano de manejo florestal : estudo de caso

Análise econômica da cadeia produtiva da madeira oriunda de plano de manejo florestal : estudo de caso

Este estudo trata da avaliação econômica de um plano de manejo florestal sustentável (PM FS), em escala empresarial, tendo como objetivos avaliar a viabilidade econôm ica da produção m adeireira em regim e de m anejo florestal sustentável e estabelecer um a m atriz de comparação entre o custo de produção e o preço de com ercialização da m adeira serrada. Os dados coletados a partir do PMFS, denominado Fazenda Castelo I, localizado no Sul do Estado do Pará, no município de Altamira, foram sobre o Inventário Florestal do PM FS, os dispêndios nas fases de planejam ento, extração, processam ento, transporte, com ercialização e o preço da madeira no m ercado local. A m etodologia em pregada neste estudo teve como base o uso de equações que perm item calcular os custos incidentes em todas as fases da cadeia produtiva. Os resultados dem onstraram que das 35 espécies encontradas, algumas são ainda inviáveis econom icam ente de serem retiradas da floresta, em virtude da grande distância da área do PMFS aos centros consumidores, associada à elevada oferta dessas m adeiras no mercado. A em presa detentora do PMFS selecionou as espécies m ogno (Swetenia macrophyllá), cedro (Cedrela odorata), andiroba (Carapa guianensis), angelim-vermelho (D inizia excelsa), freijó (Cordia goeldiana), ipê (M acrolobium pendulum ), jatobá (.Hymenaea courbaril) e maçaranduba (M anilkara huberi) para extração, em função da boa aceitação dessas madeiras no m ercado externo. A partir das análises feitas neste estudo pode-se concluir que, em term os econômicos, o PMFS não é viável, considerando-o até a etapa da m adeira em tora na serraria, em virtude dos preços das madeiras praticados no mercado local serem bem inferiores ao custo de produção do PMFS. Atualmente, a única alternativa para que a produção m adeireira do PM FS seja rentável está no fato de agregar valor através de seu beneficiam ento, num a cadeia produtiva própria e verticalizada, com o realizada neste estudo.
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A riqueza e composição de formigas como indicadores dos efeitos do manejo florestal de baixo impacto em floresta tropical no estado do Acre.

A riqueza e composição de formigas como indicadores dos efeitos do manejo florestal de baixo impacto em floresta tropical no estado do Acre.

O objetivo do manejo florestal sustentável é desenvolver técnicas de redução do impacto que consigam equivalência entre a extração da madeira e a dinâmica natural das florestas. A morte das grandes árvores de dossel ocorre naturalmente por senescência ou catástrofes ambientais (COLLINS et al., 1985), sendo estes padrões de mortalidade diretamente responsáveis pela composição e estrutura da floresta (RUNKLE, 1985). As técnicas de redução de impacto, utilizadas no manejo florestal sustentável, diminuem até 50% os efeitos negativos da atividade de exploração (PUTZ, 2008). Essas técnicas vêm sendo discutidas há mais de 40 anos, desde a criação do Código Florestal Brasileiro em 1965 (BARRETO et al., 1998), e envolvem práticas como o corte de cipós, um ou dois anos antes da extração madeireira, a fim de evitar maiores danos às árvores interconectadas por estes à árvore explorada (VIDAL et al., 1997), o direcionamento da queda e inventários preliminares para reduzir a densidade de trilhas de arraste (FELTON et al., 2006).
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Manejo florestal: questões econômico-financeiras e ambientais.

Manejo florestal: questões econômico-financeiras e ambientais.

Vem se adotando legalmente, para a Amazônia, planos de manejo florestal como política ambiental correta para a exploração madeireira da grande região. O Código Florestal de 1965 , no artigo 15 , já determinava: “Fica proibida a ex- ploração sob forma empírica das florestas primitivas da bacia amazônica, que só poderão ser utilizadas em observância a planos técnicos de condução e manejo a serem estabelecidos por ato do Poder Público, a ser baixado dentro do prazo de um ano”. Na realidade, somente em 1994 , pelo decreto nº 1.282 , se definiu a exploração florestal sob a forma de manejo sustentável, com base nos princípios gerais e fundamentos técnicos, e, em 1995, o Instituto Brasileiro de Meio Ambien- te e dos Recursos Renováveis (IBAMA) especificou o manejo florestal sustentável pela portaria nº 48 .
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Estratificação volumétrica e crescimento em uma floresta ombrófila densa, município de Almeirim, Estado do Pará

Estratificação volumétrica e crescimento em uma floresta ombrófila densa, município de Almeirim, Estado do Pará

4. Manejo florestal sustentável: busca-se reunir as abordagens anteriores de forma harmoniosa e compatível com o ecossistema em questão. Uma idéia importante no manejo diz respeito às relações de coexistência entre homem e natureza, ou seja, o reconhecimento das populações humanas que se desenvolvem dentro ou muito perto da floresta, o que de certa forma afeta o desenvolvimento dessa floresta. Inclui-se aqui também pela utilidade da floresta em relação à produtividade, todavia tem-se a pretensão de restabelecer e proteger estruturas, funções e processos em ecossistemas críticos através de projetos de longa duração. Enfim, agrega- se ao objetivo único de uma produção contínua de madeira do manejo tradicional a proposta de manejar o sistema florestal com um todo em busca de múltiplos propósitos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DO MAR – LABOMAR CURSO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS HORTENCIA DOMINGOS VIEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DO MAR – LABOMAR CURSO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS HORTENCIA DOMINGOS VIEIRA

As florestas são ecossistemas que fornecem recursos ambientais, regulam o clima, protegem o solo, abrigam a biodiversidade e auxiliam na manutenção da qualidade do ar. Também são fontes matérias para a produção de vários bens utilizados pela sociedade, mas a exploração deste recurso natural, muitas vezes, ocorre de maneira insustentável. Diante ao crescente apelo do consumidor para produtos sustentáveis, as empresas começaram a procurar iniciativas para comprovarem as boas técnicas sustentáveis, daí as certificações ambientais se tornaram instrumentos para comprovar padrões de sustentabilidade. A Forest Stewardship Council (FSC) é uma organização independente, sem fins lucrativos, criada em 1993 para promover o manejo florestal sustentável. A certificação FSC é uma das maiores certificações florestais, atualmente. O presente trabalho tem por objetivo analisar a importância da certificação FSC e sua relevância para a indústria moveleira nacional e cearense. A metodologia utilizada no desenvolvimento da pesquisa consiste em investigação bibliográfica documental em artigos científicos e livros. Os dados coletados da FSC foram retirados do banco de dados da própria instituição. Observou-se que os registros de certificações FSC estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste, estas com um histórico no setor produtor de madeira reflorestada de Eucalipto e Pinus. No Ceará há seis empresas certificadas e somente uma delas é do setor moveleiro, constatando-se, assim, que no Estado cearense a certificação FSC ainda é uma iniciativa escassa na indústria de móveis.
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Prospecção e viabilidade econômica para o manejo sustentável de Hymenaea spp

Prospecção e viabilidade econômica para o manejo sustentável de Hymenaea spp

Figura 1 - Fluxograma representando a estrutura da dissertação. ..................................... 6 Figura 1.1 - Incentivos e mecanismos financeiros ao Manejo Florestal Sustentável. ........ 8 Figura 1.2 - Fluxograma com as etapas envolvidas no Manejo de produtos florestais não madeireiros. ......................................................................................................................... 9 Figura 1.3 - Exemplo hipotético de mudança estrutural na população experimentado por uma espécie arbórea florestal em resposta à coleta intensiva de frutos, má condução da regeneração e consequente afugentamento de animais silvestres..................................18 Figura 1.4 - Distribuição de algumas espécies e variedades de Hymenaea; no canto superior, distribuição geral do gênero..............................................................................20 Figura 1.5 - Distribuição geográfica do gênero Hymenaea pelos diferentes regiões do Brasil (Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul)......................................................20 Figura 1.6 - Volume de madeira de Jatobá exportado no período de 1987- 97.....................................................................................................................................22 Figura 1.7 - (a) e (b) Casca do jatobá vendidas em feiras populares; (b) Árvore danificada na extração da casca.........................................................................................................23 Figura 1.8 - Diferentes colorações da resina no tronco e resina produzida nos frutos; mecanismos de defesa da planta à algum tipo de agressão.............................................24 Figura 1.9 - Rhinochenus stigma predando sementes de jatobá......................................24 Figura 1.10 - a) Métodos de extração da seiva e; b) produtos obtidos na Comunidade Esperança..........................................................................................................................25 Figura 1.11 - Sementes de jatobá (Hymenaea courbaril) ainda no fruto..................................................................................................................................26 Figura 1.12 - Produtos elaborados à partir da polpa do jatobá........................................28 Figura 1.13 - Artesanatos feitos com casca do fruto de jatobá.........................................29 Figura 1.14 - Práticas extrativistas mal conduzidas na retirada da casca e na extração da seiva do Jatobá..................................................................................................................31 Figura 1.15 - Macaco-prego fazendo uso dos frutos da Copaíba e jatobá, respectivamente...............................................................................................................32 Figura 1.16 - Frutos agrupados sob a copa das árvores de Jatobá, mostrando a
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Substituição entre as fontes sustentáveis e não-sustentáveis de madeiras tropicais

Substituição entre as fontes sustentáveis e não-sustentáveis de madeiras tropicais

Este trabalho apresenta uma análise do comportamento, do desempenho e do impacto do preço da madeira, do manejo florestal sustentável e do desmatamento na oferta de madeiras tropicais na região Amazônica. Como base metodológica, utilizou a análise de regressão para estimar a equação de oferta e o modelo de elasticidade substituição para verificar a competição entre as fontes de oferta da madeira tropical. Os resultados sugerem que a oferta de madeiras tropicais no mercado doméstico é inelástica, e que o preço da madeira e o desmatamento influenciam significativamente as quantidades ofertadas no período estudado. A produção oriunda de área de floresta manejada ainda não contribui de forma significativa para a oferta global de madeira. O trabalho revela também que a elasticidade de substituição entre as fontes de oferta de madeiras é significativa e positiva. Isto demonstra que o manejo florestal sustentável vem substituindo em uma magnitude modesta o desmatamento na oferta de madeiras tropicais.
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REFLEXÕES A PARTIR DA CONSTRUÇÃO DO MARCO ESTRATÉGICO DO PROJETO JUTAÍ NA RESERVA EXTRATIVISTA DE PARA SEMPRE :: Brapci ::

REFLEXÕES A PARTIR DA CONSTRUÇÃO DO MARCO ESTRATÉGICO DO PROJETO JUTAÍ NA RESERVA EXTRATIVISTA DE PARA SEMPRE :: Brapci ::

Manejo florestal é classicamente definido como aplicação de métodos empresariais e princípios técnicos na operação de uma propriedade florestal. Entre os princípios técnicos está a silvicultura como parte integrante do manejo. A silvicultura deve ser entendida como a parte da ciência florestal que trata do estabelecimento, condução e colheita de árvores. Esse conceito, que à primeira vista parece referir-se somente a florestas plantadas, aplica-se também a florestas naturais. Uma definição moderna de manejo se encontra no próprio decreto que regulamentou a exploração das florestas da Bacia Amazônica (Decreto n2 1.282, de 19.10.95). Neste documento, o termo manejo florestal sustentável é definido como administração de floresta para a obtenção de benefícios econômicos e sociais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema. Esta definição deixa claro que para ser sustentável, o manejo deve ser economicamente viável, ecologicamente correto e socialmente justo. O bom manejo inclui uma exploração cuidadosa (de baixo impacto ambiental), a aplicação de tratamentos silviculturais à floresta para regenerar e fazer crescer outra colheita, e o monitoramento, para ajudar o manejador na tomada de decisões técnicas e administrativas. (SILVA, 1996, p.11)
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Eficácia de gestão de unidades de conservação gerenciadas pelo Instituto Florestal de São Paulo, Brasil

Eficácia de gestão de unidades de conservação gerenciadas pelo Instituto Florestal de São Paulo, Brasil

Somente seis UCs alcançaram um nível de qualidade que possibilita afirmar que os fatores e meios para o manejo existem e as atividades essenciais são desenvolvidas normalmente, tendendo o conjunto em direção ao logro dos objetivos da unidade, inclusive mediante a efetivação de programas de manejo especiais. 22 unidades obtiveram pontuação que as classificaram possuidoras de uma gestão medianamente satisfatória; elas apresentam deficiências que não proporcionam uma sólida base para o manejo efetivo e o desenvolvimento de todos os programas essenciais, podendo não ser atendidos alguns dos objetivos secundários de manejo. 27 UCs apresentaram padrão inferior de gestão; há recursos para o manejo, todavia a área é vulnerável a fatores externos e/ou internos pois há somente meios mínimos disponíveis para as atividades essenciais do manejo, podendo alguns dos objetivos primários não ser atingidos. Quatro unidades aparecem com pontuações abaixo de 40%, o que caracteriza uma total falta de implementação de ações visando emprestar alguma base para se proceder à gestão propriamente dita. Faltam muitos elementos para o manejo e essa situação não garante a permanência da unidade a longo prazo, o que obriga a instituição envidar maiores esforços no manejo das mesmas; nas atuais condições, seus objetivos não são alcançáveis.
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Aplicação de conceitos de sustentabilidade no desenvolvimento de projeto de componentes...

Aplicação de conceitos de sustentabilidade no desenvolvimento de projeto de componentes...

GANDINI, J. M. D. Aplicação de conceitos de sustentabilidade no desenvolvimento de projeto de componentes estruturais pré-fabricados com emprego de materiais de base florestal. 2016. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, São Carlos – SP, 2016. O presente trabalho visa contribuir para o desenvolvimento sustentável de produtos elaborados com materiais de base florestal e de fontes renováveis, no projeto, na produção e na montagem de componentes pré-fabricados de madeira e seus produtos derivados aplicáveis à arquitetura e construção civil. Isso se deve ao fato da atual necessidade de utilização de materiais e produtos de forma mais coerente através de tecnologias ecologicamente adaptadas para o uso de fontes energéticas renováveis, assegurando um desenvolvimento econômico socialmente responsável, com a finalidade de promover uma maior sustentabilidade no uso dos recursos naturais, principalmente no que diz respeito à construção de edificações. A base conceitual está delimitada por três aspectos fundamentais. O primeiro faz referência à problemática atual que envolve o desenvolvimento de produtos e arquitetura sustentável, considerando uma crescente preocupação quanto à possibilidade de limitação de recursos naturais disponíveis para a produção de bens materiais e os efeitos das mudanças climáticas decorrentes da degradação do meio ambiente diretamente ligada às atividades humanas. O segundo aspecto trata da importância do emprego de materiais locais de fontes renováveis na produção de produtos “mais” sustentáveis. Neste sentido, aborda as características e as possibilidades do emprego da madeira de floresta plantada e materiais derivados da madeira, com o objetivo de incentivar a produção local sustentável. Também são abordados neste item, os conceitos de pré-fabricação e coordenação modular; racionalização em projeto visando a minimização do desperdício e consequentemente a geração de resíduos. Por fim, é abordada a pré-fabricação de componentes em madeira com caráter sustentável no projeto de interfaces entre componente estruturais em madeira destinados à construção de edificações.
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Avaliação quantitativa da sustentabilidade estrutural de um latossolo vermelho-amarelo cultivado com eucalipto na região de Peçanha-MG.

Avaliação quantitativa da sustentabilidade estrutural de um latossolo vermelho-amarelo cultivado com eucalipto na região de Peçanha-MG.

RESUMO - Uma das limitações para que o desenvolvimento florestal sustentável seja atingido está relacionado com a questão do tráfego durante a realização das operações de colheita e transporte de madeira, pois elas podem causar degradação da estrutura do solo. Visando obter uma solução para este problema, os objetivos deste estudo foram: a) propor um modelo de sustentabilidade da estrutura dos solos cultivados com Eucalyptus spp., na região de Peçanha-MG, em função da pressão de preconsolidação (σ p ) e da umidade (U); e b) determinar, através do uso

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Governança local para manejo florestal na Amazônia.

Governança local para manejo florestal na Amazônia.

Comunidades da Amazônia podem se beneficiar do uso de seus recursos flo- restais ao estabelecer sistemas de gestão comunitária de acordo com seus interes- ses e capacidades. Para isso, no entanto, as comunidades enfrentam três desafios principais: desenvolver os sistemas, im- plementá-los e conseguir seu reconheci- mento pela sociedade. Esse estudo rea- lizado na Amazônia boliviana, brasileira e peruana revelou que sistemas comu- nitários de gestão florestal existentes na Amazônia surgiram a partir tentativas das comunidades de restringir o acesso de atores externos a recursos de interesse local. Relações conflituosas com atores externos levaram à mobilização e à orga- nização das comunidades. Alianças com parceiros influentes, como organizações ambientalistas, ofereceram às comuni- dades condições de barganhar para ter seus sistemas reconhecidos. Os resultados sugerem que relações autônomas (em contraste com paternalistas) com atores externos são fundamentais para o desen- volvimento local.
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Sistemas computacionais aplicados ao manejo florestal

Sistemas computacionais aplicados ao manejo florestal

A forma de implementação e obtenção da floresta completamente regulada é um documento conhecido como plano de corte (harvest schedule, cutting schedule ou plano de manejo). Esse documento lista quais unidades de manejo devem ser cortadas, plantadas, desbastadas, conduzidas ou reformadas, enfim todas as atividades que interferem nas unidades de manejo durante cada ano do horizonte de planejamento (CLUTTER et al., 1983). Contudo, além da obtenção da estrutura regulada, este plano tem como principal objetivo conduzir ao máximo de retorno da floresta aos interesses do proprietário, incluindo restrições de cunho ambiental e social associados a floresta.
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Inventário florestal a 100% em pequenas áreas sob manejo florestal madeireiro.

Inventário florestal a 100% em pequenas áreas sob manejo florestal madeireiro.

Basicamente, os inventários em florestas destinadas ao uso sustentado podem ser de três tipos: a) Inventário de reconhecimento, ou diagnóstico: é realizado em áreas onde se pretende implantar um plano de manejo. Seu propósito é analisar a composição e a estrutura da floresta, abordando indivíduos desde a regeneração natural até árvores adultas e permitindo determinar seu potencial e aptidão para o manejo. Este tipo de inventário é feito por métodos de amostragem em bases estatísticas em que são mensuradas e avaliadas, a uma intensidade amostral pré-estabelecida, parcelas de áreas de floresta, cujos resultados são estendidos à área total a ser manejada; b) Inventário a 100%, ou pré-exploratório: é realizado em áreas onde está em execução um plano de manejo florestal. Tem o propósito de determinar, com bom grau de precisão, o estoque de madeira existente nos compartimentos de manejo para fins de planejamento da exploração. Este inventário é denominado de 100% em razão de que é realizado em toda a área de interesse e onde são abordadas todas as árvores adultas ocorrentes a partir de um DAP mínimo estabelecido (p.ex.: 50,0 cm), mapeando-as e classificando-as quanto ao estado de aproveitamento, destinação de uso (p.ex.: exploração, estoque ou porta-sementes), etc. Em geral, é feito logo antes da exploração florestal, de modo a possibilitar a definição das espécies a explorar e os respectivos volumes; e c) Inventário contínuo, ou de monitoramento: pode ser realizado em áreas de floresta em qualquer situação (sob manejo ou não). Visa analisar e acompanhar o desenvolvimento estrutural de uma floresta ao longo do tempo por meio de mensurações sucessivas, abordando indivíduos desde a regeneração natural até árvores adultas. Sua finalidade é avaliar o comportamento de uma floresta frente às causas naturais de alteração e, principalmente, às intervenções de exploração promovidas por atividades de manejo florestal. Neste tipo de inventário são avaliados ingressos e mortalidade de árvores, crescimento volumétrico, reações da regeneração natural, danos provocados pela exploração, etc.
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ASPECTOS JURÍDICOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS NO BRASIL  Mariana Gomes Welter, Patrícia Campolina Vilas Boas

ASPECTOS JURÍDICOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS NO BRASIL Mariana Gomes Welter, Patrícia Campolina Vilas Boas

O presente artigo objetiva analisar os conceitos disponíveis e os principais objetivos do instituto denominado Pagamento por Serviços Ambientais PSA ou Ecossistêmicos, partindo da análise das normas existentes e do mapeamento dos principais projetos de lei apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado, que versem sobre o tema. Pretende-se investigar se os sistemas de PSA podem ser reconhecidos como uma política pública ambiental válida, em consonância com as previsões constitucionais e com os princípios do Direito Ambiental, bem como se podem auxiliar na conservação e uso sustentável dos ecossistemas. Para tanto, parte- se do princípio de que a lógica dos sistemas de PSA é muito distinta daquela que predomina em nosso sistema normativo ambiental vigente, uma vez que as normas ambientais, em sua grande maioria, são baseadas em mecanismos de comando e controle. A lógica do PSA, ao contrário, não é pautada no estabelecimento de punição por atos prejudiciais ao meio ambiente, mas sim na busca de estímulo e contrapartidas financeiras a condutas ambientalmente desejáveis. Nesse sentido, os sistemas de Pagamento por Serviços Ambientais seriam uma inovação, se comparados aos sistemas de comando e controle, tendo como premissa não a internalização das externalidades negativas, mas das ações positivas; além do reconhecimento do valor social e econômico de atividades que proporcionem a conservação e uso sustentável dos ecossistemas e dos seus serviços.
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Influência da certificação florestal no cumprimento da legislação ambiental e trabalhista na região amazônica.

Influência da certificação florestal no cumprimento da legislação ambiental e trabalhista na região amazônica.

nas últimas décadas tem surgido uma maior preocupação ambiental advinda das mudanças climáticas e dos desmatamentos contínuos das florestas tropicais. Para conciliar a exploração e a conservação das florestas surgiram alguns mecanismos, entre eles a certificação florestal. no Brasil, ela está presente há mais de uma década, através do Fsc (Forest Stewardship Council), uma onG (organização não-Governamental) que estabeleceu um padrão para a certificação do manejo florestal. este padrão possui nove princípios e o primeiro deles trata da “obediência às Leis e Princípios do Fsc”, exigindo o cumprimento e respeito de todas as leis aplicáveis ao país onde opera e obedecer a todos os seus Princípios e critérios. neste contexto, este trabalho teve por objetivo verificar a influência da certificação florestal no cumprimento da legislação nas unidades de manejo de florestas nativas. Buscaram-se os dados nos relatórios públicos das unidades de manejo certificadas até 2007. a avaliação foi realizada por meio da identificação e análise das principais não-conformidades, com relação ao primeiro princípio. Verificou-se que os principais problemas estavam relacionados à legislação ambiental e trabalhista. as não-conformidades da legislação trabalhista foram em sua maioria referentes aos problemas com trabalhadores terceirizados e a legislação ambiental referentes às áreas de preservação permanente e falta de autorizações de órgãos ambientais. caso sejam tomadas ações para resolvê-las, pode-se concluir que a certificação florestal pode contribuir para o atendimento da legislação nas unidades de manejo de florestas nativas.
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