Manufatura Enxuta. Sistema Toyota de Produção.

Top PDF Manufatura Enxuta. Sistema Toyota de Produção.:

Implementação dos conceitos de manufatura enxuta numa empresa de componentes de refrigeração

Implementação dos conceitos de manufatura enxuta numa empresa de componentes de refrigeração

Com isso as empresas para se manterem competitivas precisam ser mais flexíveis, e esta flexibilidade, sem custos acrescidos, pode ser alcançada através da implementação de técnicas e ferramentas do Toyota Production System (TPS) (Monden, 1998) ou por outras palavras, Lean Manufacturing (Womack et al. 2004 e Womack & Jones, 2007). O TPS teve sua origem no Japão na fábrica de automóvel Toyota, imediatamente após a Segunda Guerra Mundial. O sistema objetiva elevar a eficiência da produção pela extinção contínua de desperdícios. Os lotes de produção são reduzidos, possibilitando uma maior variedade de produtos. Os trabalhadores são multifuncionais, isto é, possuem conhecimento de outras atividades além de sua própria, e sabem operar mais que uma única máquina. Nesse sistema de produção o foco na qualidade do produto é extrema.
Mostrar mais

103 Ler mais

IMPACT OF THE TOOLS OF LEAN MANUFACTURE IN THE ERGONOMIC CONDITIONS OF WORK: A LITERATURE REVIEW

IMPACT OF THE TOOLS OF LEAN MANUFACTURE IN THE ERGONOMIC CONDITIONS OF WORK: A LITERATURE REVIEW

A  base de constituição do Sistema de Manufatura enxuta é o Sistema Toyota de Produção (STP)queestáembasadonaabsolutaeliminaçãododesperdício.AToyota enfatiza  que as ferramentas do STP são projetadas para destacar e identificar os problemas dentrodaorganização.Okanban,ofluxocontínuoeojustͲinͲtime,expõem problemas  que não seriam vistos sem eles. O mesmo vale para o trabalho padronizado, o5Seoandon(sistemaquepermiteaooperadorpararalinhaeimpedir que umprodutodefeituosopasseafrente).Ainteraçãoentreossistemascriapadrões dentro  da empresa, permitindo assim que ocorra o processo de identificação das condições motivadorasdeperdasenãopadronizadas.
Mostrar mais

15 Ler mais

Metodologia para utilização de simulação em projetos de manufatura enxuta em engenharia de produção

Metodologia para utilização de simulação em projetos de manufatura enxuta em engenharia de produção

A busca pela competitividade no mercado atual tem forçado as empresas de manufatura a buscarem novas formas de administrar a produção, de maneira a se ter produtos com a qualidade desejada pelos clientes e a baixo custo. Os resultados alcançados pela Toyota, uma das maiores montadoras do mundo na atualidade e com rentabilidade e produtividade superiores a seus principais concorrentes, tem chamado a atenção das empresas, que passam a se referenciar no Sistema Toyota de Produção. Desenvolvido no pós-guerra, passou a ser conhecido também como Manufatura Enxuta, pois busca eliminar os desperdícios do sistema de produção. Mas muitas empresas não têm tido sucesso na implementação desta estratégia de produção, talvez por estar copiando para outro negócio, o que foi e é feito na fábrica da Toyota. Este trabalho busca apoiar as organizações na implementação da estratégia da manufatura enxuta, com o foco na simulação dos processos, reduzindo assim os custos relacionados à tentativa e erro, comum a este tipo de projeto. Não objetiva formalizar uma metodologia, mas facilitar aos gestores da produção, o uso da simulação como base para a tomada de decisão.
Mostrar mais

187 Ler mais

Manufatura Enxuta: uma revisão que classifica e analisa os trabalhos apontando perspectivas de pesquisas futuras.

Manufatura Enxuta: uma revisão que classifica e analisa os trabalhos apontando perspectivas de pesquisas futuras.

de cada cadeia de suprimentos. Essa argumentação é sustentada por estudos de caso nas indústrias de produtos mecânicos de precisão, tapeçaria e produtos eletrônicos, sendo que cada uma trabalha com uma abordagem. Yusuf & Adeleye (2002) comparam as Manufaturas Enxuta e Ágil por meio de um survey em indústrias inglesas. Esses autores concluem que em um ambiente em mudança crescente a Manufatura Enxuta está ameaçada, enquanto a Manufatura Ágil surge como uma forte opção. Stratton & Warburton (2003) trabalham com a integração de técnicas de fornecimento das Manufaturas Ágil e Enxuta na cadeia de suprimentos. Alguns autores relacionam a ME a indicadores de desempenho: Oliver et al. (1996) estudam a relação entre a Manufatura Enxuta e a performance das empresas, em um amplo estudo na indústria de componentes automotivos inglesa. Esses autores concluem que algumas práticas enxutas são necessárias, porém, não suficientes para a alta perfor- mance. De Toni & Tonchia (1996) mostram que a busca por excelência e as mudanças organizacionais requeridas pela Manufatura Enxuta levam a empresa à gestão por pro- cessos, a qual influencia o sistema de medida de perfor- mance organizacional. Já Sánchez & Pérez (2001) desenvolvem e testam um conjunto de indicadores de desempenho que avaliam as transformações de uma empresa rumo à Manufatura Enxuta. Esses autores também desenvolvem um estudo em empresas espanholas para mostrar quais desses indicadores são atualmente mais utilizados. Juliard (1997) demonstra em seu trabalho que os princípios da manufatura enxuta podem ser aplicados em grande variedade de situações e empresas. Porém, de acordo com Spear & Bowen (1999), poucas têm alcançado o sucesso da Toyota. De acordo com esses autores, isso ocorre porque alguns princípios não estão explícitos no Sistema Toyota de Produção. Esses princípios são chamados por esses autores de DNA do Sistema Toyota de Produção. Finalmente, Bicheno et al. (2001) desenvolvem um algoritmo de programação da produção, que leva em consideração vários capacitadores enxutos como o kanban, a manutenção produtiva total e a redução nos tempos de set up.
Mostrar mais

19 Ler mais

Análise da relação entre manufatura enxuta e desempenho operacional de empresas do setor automotivo no Brasil

Análise da relação entre manufatura enxuta e desempenho operacional de empresas do setor automotivo no Brasil

Para amparar as ideias de pequeno lote e flexibilidade produtiva, surgiram os dois pilares do Sistema Toyota de Produção: autonomação (Jidoka) e Just in Time (JIT) (Ohno, 1988; Holweg, 2007). O princípio da autonomação teve ori- gem no funcionamento de teares de fábricas de tecelagem, em que tais equipamentos dispunham de um dispositivo capaz de descontinuar o seu funcionamento caso alguma operação estivesse sendo executada incorretamente. Esse princípio evoluiu e incorporou a intervenção do operador no processo automaticamente (por exemplo, poka yoke) ou manualmente. Assim, se houver uma falha na operação, o funcionamento do sistema produtivo é paralisado com o intuito de verificar as causas do problema. Isso só é possível quando existe pleno comprometimento dos funcionários no processo. Já o Just in Time difunde a lógica de que se deve produzir apenas o indis- pensável, no momento necessário e na quantidade requerida (Ohno, 1988).
Mostrar mais

14 Ler mais

Manufatura enxuta e desempenho de negócio

Manufatura enxuta e desempenho de negócio

Manufatura Enxuta (ME) é um conceito que nasceu com a implantação do Toyota Production System (TPS), quando a montadora japonesa, a partir da década de 1980, tornou-se referência mundial na aplicação desse tipo de gestão em razão do sucesso do modelo de produção adotado. Aplicada com sucesso em empresas de diversas áreas, a ME é estudada por pesquisadores no mundo todo, mas no Brasil ainda há necessidade de pesquisa sobre o assunto. Essa forma de gestão traz à discussão a busca da simplicidade, isto é, eliminação de desperdício, estabelecimento de fluxo nos processos e proximidade com cliente e mercado. Com base nesses elementos, o objetivo deste trabalho foi apresentar contribuições para elucidar a resposta à pergunta: o emprego do sistema de ME tem relação direta e positiva com o desempenho de negócio? Esta investigação buscou também contribuir para alargar o conhecimento sobre a ME e encontrar subsídios no ambiente corporativo para que se possam conhecer os possíveis impactos desse sistema de gestão no desempenho de negócio. Nesse sentido, pretendeu-se também verificar a necessidade de variáveis não-financeiras como intermediárias entre emprego de ME e desempenho de negócio. Para tanto, realizou-se um trabalho de pesquisa em duas etapas. A primeira etapa teve natureza exploratória, onde se buscou, por meio de entrevistas em profundidade com profissionais, determinar elementos para caracterizar a ME e também validar os indicadores não-financeiros e de desempenho de negócio utilizados no estudo. Na segunda etapa foi aplicada pesquisa de campo com questionários enviados a gestores envolvidos na gestão e implantação de elementos de ME. Os dados coletados na primeira etapa foram tratados pela análise de conteúdo e contribuíram para a constituição dos elementos caracterizadores
Mostrar mais

133 Ler mais

Avaliação qualitativa da implantação de práticas da produção enxuta: estudo de caso em uma fábrica de máquinas agrícolas.

Avaliação qualitativa da implantação de práticas da produção enxuta: estudo de caso em uma fábrica de máquinas agrícolas.

Este artigo apresentou uma avaliação qualitativa da implementação de 12 práticas da PE em uma linha de montagem de colheitadeiras. Em termos de contribuições práticas, foi apresentada uma visão geral da implan- tação de práticas da PE em uma empresa brasileira, o que, apesar da crescente disseminação dessa filosofia de produção no Brasil, não é freqüente em trabalhos acadê- micos, devido à dificuldade de acesso dos pesquisadores às empresas. Na empresa investigada, foi constatado que sete (troca rápida de ferramentas, balanceamento, nivela- mento, produção puxada e fluxo contínuo, gerenciamento visual, melhoria contínua e mapeamento do fluxo de valor), dentre 12 práticas avaliadas, possuíam aplicação muito forte (nota igual ou maior que 7,5 na lista de verifi- cação). Entretanto, nenhuma prática obteve desempenhos fracos ou muito fracos, com notas abaixo de 5,0. A prática com desempenho mais fraco foi o controle da qualidade, visto que a empresa focava mais na inspeção do produto final do que em inspeções integradas ao processamento. Contudo, é importante enfatizar que, em função da subje- tividade da atribuição de notas, bem como do fato de que os itens da lista não são exaustivos, a análise qualitativa deve ser mais valorizada do que as notas no contexto da abordagem usada neste trabalho.
Mostrar mais

14 Ler mais

Avaliação do uso de simulação como ferramenta complementar no desenvolvimento do mapeamento do fluxo de valor futuro.

Avaliação do uso de simulação como ferramenta complementar no desenvolvimento do mapeamento do fluxo de valor futuro.

Informações como a quantidade de peças que podem ser produzidas pela linha, o dimensionamento dos supermercados, os tempos de processamento e de setup de cada estação de trabalho, paradas de máquinas, número de operadores disponíveis, e outras, podem necessitar de uma análise mais detalhada para a construção do Mapeamento do Fluxo de Valor, pois essas informações podem conter imprecisões decorrentes das incertezas de um ambiente de produção. A análise dessas informações, através da simulação computacional, fornece um meio de avaliar a acuracidade desses dados.
Mostrar mais

126 Ler mais

Gestão de barreiras na implantação da produção enxuta: um estudo no setor automobilístico

Gestão de barreiras na implantação da produção enxuta: um estudo no setor automobilístico

A primeira parte do plano trata-se de melhorar a transparência dos indicadores e incentivar a comunicação entre o time de melhoria contínua do setor e a operação, para que o auxilio aos times com problemas de qualidade e capacidade de resposta seja diário e ágil. Duas ações foram definidas para essa parte: a primeira (A1) é realizar uma reunião de qualidade diária entre os facilitadores de produção e a equipe de melhoria contínua, atenuando assim as barreiras B1, B23 e B17. A segunda ação (A2) foi elaborada para atenuar a barreira B27 e compreende o desdobramento dos indicadores de qualidade e capacidade de resposta para os times diariamente, colocando-se o seu resultado nos quadros de cada time produtivo, objetivando que o facilitador do time trabalhe na melhoria contínua do seu setor.
Mostrar mais

29 Ler mais

IDENTIFICAÇÃO DE PERDAS EM PROCESSO DE E-COMMERCE SEGUNDO O REFERENCIAL DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DE PERDAS EM PROCESSO DE E-COMMERCE SEGUNDO O REFERENCIAL DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

A  autonomação  é  a  automação  com  um  toque  humano,  ou  seja,  com  autonomia.  Consiste   em  conceder  ao  operador  ou  à  máquina  o  poder  de  parar  o  processo  sempre  que  detectar  falhas   na   produção.   O   objetivo   é   impedir   que   os   defeitos   continuem   por   várias   peças   até   serem   detectados.  Ao  parar  a  linha  de  produção,  o  problema  fica  visível  para  o  operador  e  para  toda  sua   equipe  e  gerência,  o  que  facilita  ações  que  eliminem  os  erros  (Ghinato,  1994).  Em  fevereiro  de   2010,   Akio   Toyoda,   Presidente   da   Toyota   Motors,   discutindo   a   filosofia   da   empresa,   disse   se   tratar   de   uma   tradição   e   de   motivo   de   orgulho   na   Toyota,   a   maneira   como   encaram   seus   problemas,  sem  fingir  não  tê-­‐los  percebido:  “Às  vezes,  nós  encontramos  defeitos.  Mas,  em  tais   situações,  sempre  paramos,  nos  esforçamos  para  entender  o  problema,  e  fazer  mudanças  para   melhorar  ainda  mais”  (Monden,  2011,  p.XXV).  
Mostrar mais

19 Ler mais

Gest. Prod.  vol.24 número2 X gp X2183 16

Gest. Prod. vol.24 número2 X gp X2183 16

No período que antecede a adoção do Lean Accounting e devido à demanda crescente por mudanças na contabilidade tradicional, surge nesta transição o Activity-Based Costing, (ABC) uma primeira resposta à falta de métodos de custeios para o uso nas empresas de manufatura enxuta (Arbulo-López & Fortuny-Santos, 2010). A proposta de uso do método ABC na manufatura moderna é facilitar a identiicação de atividades realizando a ligação entre as atividades e os custos dos recursos (Gunasekaran & Sarhadi, 1998), no entanto a aplicação do método ABC requer esforço contínuo dos funcionários em pesquisas para sua elaboração (Stout & Propri, 2011). Perante os problemas encontrados no método ABC, surge o Time-Driven Activity-Based Costing (TDABC), modelo que elimina a necessidade demorada e subjetiva do processo de entrevista e vistorias, tornando mais prática a atualização das informações dos custos por meio de equações de tempo (Oker & Adiguzel, 2010).
Mostrar mais

12 Ler mais

ANÁLISE E REDUÇÃO DE PERDAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE MÓVEIS PLANEJADOS

ANÁLISE E REDUÇÃO DE PERDAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE MÓVEIS PLANEJADOS

The work has been justified by the critical moment the global maket has been on, and in those scenarios companies should, more than ever, look for ways that they can wipe their production and provide stability and market consolidation. The Overall objective presents loss reductions ina a productive system of a planned furniture company, and as specific application tool "7 losses” with the goals to idenfied and aid techniques and other tools of a "Toyota Production System (TPS), and eliminate them. This is based on a review of methodology and Study Case. Structured literature review, process mapping, identification losses, use of tools such as Kanban, quick tool change, layout remodeling, Gantt chart and techniques for better Planning and Production Control (PCP) before comparative analysis and after applications and financial statements.
Mostrar mais

65 Ler mais

O processo de capacitação para a produção enxuta : estudo de caso na Volvo do Brasil.

O processo de capacitação para a produção enxuta : estudo de caso na Volvo do Brasil.

O Coordenador ainda destaca que, após as mudanças de layout na fábrica, eles tiveram muitas visitas de pessoas das outras plantas da Volvo, pois se tornaram benchmarking para todo o grupo. No entanto, muitas pessoas continuavam se questionando se esse sistema seria aplicável para todas as unidades do da Volvo, uma vez que a fábrica no Brasil é menor que muitas outras fábricas do grupo. Com o intuito de provar que isso era possível e de disseminar alguns conceitos e práticas aplicados na fábrica de Curitiba, o atual Coordenador do SIV (até então Coordenador da área de Engenharia de Materiais) foi para a planta dos EUA no início de 2005 e começou a desenvolver um trabalho por lá. Em 2006, a fábrica dos EUA começou a realizar algumas modificações significativas, baseadas em alguns pilotos que foram feitos durante a passagem do Coordenador por lá, o que certamente contribuiu para a convicção de que o sistema poderia ser implementado nas diferentes plantas da Volvo.
Mostrar mais

213 Ler mais

Rev. adm. empres.  vol.24 número3

Rev. adm. empres. vol.24 número3

Tanto nos detalhes técnicos quan- to na sua sfntese do sistema Toyota de produção, o livro em epígrafe traz uma contribuição inestimáv.el para o estudioso da administr[r]

2 Ler mais

ALTERAÇÃO DE UM LAYOUT FUNCIONAL PARA LAYOUT CELULAR MOTIVADO PELOS FUNDAMENTOS DA MANUFATURA ENXUTA: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE TRANSFORMADORES

ALTERAÇÃO DE UM LAYOUT FUNCIONAL PARA LAYOUT CELULAR MOTIVADO PELOS FUNDAMENTOS DA MANUFATURA ENXUTA: ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE TRANSFORMADORES

Visando manter seus clientes em um mercado tão acirrado e permanecer competitiva, uma indústria de transformadores, que é alvo do estudo deste trabalho, viu-se obrigada a repensar seu sistema produtivo de maneira a atender ao mercado e reverter um cenário de atrasos de pedidos e preços elevados, que nas condições atuais, não poderia mais existir. Para eliminar os atrasos de entrega é necessário reduzir o lead time (ciclo de realização de uma tarefa, trabalho, produto ou serviço), para reduzir custos é preciso minimizar os desperdícios (DE TREVILLE, 2014). A solução encontrada para alcançar estes objetivos foi uma alteração de layout, de um layout funcional para um layout celular, motivada pelos princípios da manufatura enxuta, ou lean manufacturing. Utilizando-se um layout de manufatura celular é possível estabelecer um fluxo contínuo, adotado no sistema de manufatura enxuta, capaz de proporcionar a redução de lead time necessária e ainda alcançar a redução de custo desejada (GUINATO, 2000).
Mostrar mais

14 Ler mais

Professor Orientador Rolf Henn= Erdmann

Professor Orientador Rolf Henn= Erdmann

O sistema de produção desenvolvido pela Toyota, popularizado pelo termo de Sistema Produção Enxuta (Lean Production), tem correspondido com as expectativas das empresas no que tange[r]

106 Ler mais

Lean and green?: evidências empíricas do setor automotivo brasileiro.

Lean and green?: evidências empíricas do setor automotivo brasileiro.

Os dados desta pesquisa foram coletados entre os meses de outubro de 2010 e março de 2011. Primeiramente, foram coletados endereços de e-mail e informações telefônicas, junto ao Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores – SINDIPEÇAS, de 654 empresas do setor automotivo (segmento de autopeças) localizadas no Brasil. Foram enviados e-mails para esse conjunto de empresas, contendo uma breve explicação sobre a pesquisa e um convite para participação direcionado ao gestor de produção. No e-mail, havia um link para direcionar o respondente-alvo diretamente para o questionário hospedado no ambiente virtual da pesquisa. Também foram realizadas ligações telefônicas direcionadas para o aumento do percentual de retorno de questionários válidos, em que se buscou contatar o funcionário responsável pela área de Produção/Operações da empresa. Assim, foram 72 questionários coletados por meio do site da pesquisa e 4 questionários coletados por meios alternativos, conforme solicitado pelos respectivos respondentes. Foram, assim, obtidos 76 questionários, dos quais 1 foi desconsiderado por estar incompleto. Totalizou-se uma taxa de retorno de 11,11%, (75 questionários válidos), valor considerado adequado frente aos percentuais indicados por Synodinos (2003). Cada questionário preenchido alimentou automaticamente uma planilha de dados para posterior processamento estatístico. Bruto Brasileiro (PIB) (ASSOCIAÇÃO..., 2011).
Mostrar mais

13 Ler mais

MODELO DE AVALIAÇÃO PARA APOIAR A PREPARAÇÃO DE UM SISTEMA PRODUTIVO PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO ENXUTA

MODELO DE AVALIAÇÃO PARA APOIAR A PREPARAÇÃO DE UM SISTEMA PRODUTIVO PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO ENXUTA

origem asiática, mantém seus programas de produção praticamente congelados no curto prazo e fazem ajustes apenas no médio e longo prazos, sempre com comunicação prévia a seus fornecedores. Por sua vez, os clientes de origem americana e europeia aplicam variações súbitas em seus programas de produção, frequentemente sem comunicação prévia a seus fornecedores, e sem respeitar o lead time de seus processos produtivos internos e de seus subfornecedores. Estas variações súbitas fazem com que a empresa e seus fornecedores tenham que mobilizar rapidamente recursos adicionais a um alto custo, em caso de aumento de demanda, ou fiquem com recursos ociosos, em caso de redução súbita de demanda. Quando isto ocorre, a empresa tem duas opções: tentar agir junto a seus clientes para convencê-los dos impactos negativos das variações súbitas de demanda no curto prazo, ou desenvolver mecanismos internos que neutralizem o impacto destas variações súbitas (Heijunka). No caso específico das empresas investigadas, que atuam no setor automobilístico, o poder está concentrado a jusante da cadeia de fornecimento e a capacidade de influência dos fornecedores junto às montadoras, individualmente ou mesmo em conjunto, é limitado. Resta portanto a segunda opção: o desenvolvimento de mecanismos de nivelamento de produção, que devem estar definidos em termos de frequências de cálculo, extensão no tempo, e responsabilidades. A variabilidade da demanda no curto prazo tem impacto sobre a empresa e sua cadeia de fornecedores, independentemente do sistema de produção que adotem, mas impacta em maior grau as empresas que adotam ou estão em processo de implantação do SPE. Neste sistema os estoques intermediários e finais são reduzidos e com isto, os impactos são maiores. Não há o efeito amortecedor proporcionado pelos inventários em processo e todas as linhas afetadas tem que reagir mais rapidamente. Assim, a não consideração de um processo de nivelamento da produção se transforma em uma barreira para a implantação de SPE.
Mostrar mais

131 Ler mais

Um sistema de controle da produção para a manufatura celular. Parte II: um sistema de emissão de ordens e programação de operações.

Um sistema de controle da produção para a manufatura celular. Parte II: um sistema de emissão de ordens e programação de operações.

Assim sendo, é claro que o ciclo não pode ser menor que o lead-time de nenhum dos componentes envolvidos. Portanto, caso o lead-time de entrega de alguns itens seja longo, para não ser necessário ampliar os prazos de todo o sistema, deve-se controlar esses itens por outro sistema que não o PBC, como por exemplo um contrato de fornecimento programado. KAKU & KRAJEWSKI (1995) propõem um modelo para examinar a escolha de tamanho do ciclo. A diminuição do ciclo no sistema PBC é desejável, caso seja possível, pois encurta os prazos de entrega e diminui o estoque em processo. O problema dessa diminuição do ciclo é que isso aumenta a proporção do tempo de preparação, o que leva à diminuição da capacidade produtiva total.
Mostrar mais

21 Ler mais

A reconfiguração automotiva e seus impactos espaciais: uma análise do caso Brasileiro.

A reconfiguração automotiva e seus impactos espaciais: uma análise do caso Brasileiro.

Como se constata na Tabela 4, entre 1994 e 1997 tem-se a terceira onda de investimentos automotivos, com a decisão e implantação de 10 novas unidades de montagem, a grande maioria delas empreendidas por empresas que ainda não operavam no País. No total, essas unidades representam um investimento nada desprezível de cerca de seis bilhões de dólares e a geração de quase 14,5 mil novos empregos diretos. A maior dessas unidades, no entanto, não se localizará em São Paulo. Ao contrário, à exceção das pequenas unidades da Honda e da Toyota, meras montadoras de CKDs, todas as demais optam por outros estados, o que não é de se estranhar. Sendo concebidas no sistema de produção enxuta, todas tinham grande liberdade de localização. Nesse sentido, a exemplo do ocor- rido nos países centrais, estabelece-se, também no Brasil, um intenso leilão com base em incentivos fiscais, mudando por completo a configuração espacial da in- dústria no País.
Mostrar mais

12 Ler mais

Show all 10000 documents...