Marcadores tumorais

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Marcadores tumorais no câncer colorretal

Marcadores tumorais no câncer colorretal

O uso de marcadores na determinação inicial do es- tadiamento, no entanto, demonstra-se efetivo e tem sido pouco utilizado. Entende-se, de forma geral, que a produ- ção de substâncias marcadoras é proporcional às dimen- sões da massa tumoral apresentada pelo paciente. Nos pa- cientes cujo estadiamento clínico e cirúrgico demonstre estágios intermediários de desenvolvimento neoplásico (Dukes B ou C e Estádios II ou III da Classificação TNM) nível elevado inicial de marcadores tumorais pode indicar a presença de micrometástases e determinar opção por tra- tamento adjuvante (quimio ou radioterapia) 57,58 .
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Estudo citofotométrico da expressão dos marcadores tumorais Caspase-3 e Ki-67 no adenocarcinoma gástrico.

Estudo citofotométrico da expressão dos marcadores tumorais Caspase-3 e Ki-67 no adenocarcinoma gástrico.

exclusivamente ou mais comumente nas células neo- plásicas podem ser detectadas através dos marcadores tumorais, que podem ser úteis para determinar o câncer em estádios precoces, para acessar tumores in situ, monitorar a progressão e, ainda, determinar respostas aos tratamentos. Neste estudo pesquisaram-se dois marcadores de diferentes vias de atuação e expressão e percebeu-se que eles devem ser utilizados de forma conjunta para que as diferentes vias de ativação possam ser acessadas e novos alvos descobertos.

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Expressão citofotométrica dos marcadores tumorais CD-34 e fator VIII no câncer de cólon.

Expressão citofotométrica dos marcadores tumorais CD-34 e fator VIII no câncer de cólon.

à biologia molecular. Apresentou lista de marcadores tumorais já estudados concluindo que existe dificuldade para definir o perfil genômico tumoral desse tumor, haja vista que a maior parte dos marcadores estudados comportam- se como fatores prognósticos independentes em diferentes etapas da carcinogênese (proliferação celular, angiogênese, adesão ou invasão tumoral). Por outro lado, muitos marcadores desempenham papéis diferentes no ambiente celular quando estudados isoladamente ou interagindo com outros marcadores. Desta maneira, concluiu que ainda não existe definição sobre um “marcador prognóstico univer- sal” para o câncer colorretal.
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Avaliação dos valores sérico e pleural dos marcadores tumorais CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3 em portadores de derrame pleural.

Avaliação dos valores sérico e pleural dos marcadores tumorais CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3 em portadores de derrame pleural.

Objetivo: Dosar os marcadores tumorais antígeno carcinoembrionário (CEA), fragmento da citoqueratina 19 (CYFRA21-1) e antígeno glico- sídico associado a tumor 15-3 (CA 15-3) em sangue e líquido pleural de portadores de derrames pleurais benignos e malignos, avaliando a sensibilidade de cada um deles nesses fluidos. Métodos: Avaliamos prospectivamente 85 pacientes com derrame pleural. O estudo do líquido pleural obedeceu a critérios determinados pela literatura. A dosagem dos marcadores foi realizada por eletroquimioluminescência. A sensibi- lidade foi determinada sob a condição de que a especificidade fosse ≥ 90%. Resultados: Foram diagnosticados 36 casos malignos (42,4%), 30 benignos (35,3%); em 19 pacientes (22,3%), o diagnóstico foi inconclusivo. Nos casos malignos, os valores de CEA e CYFRA21-1 foram maiores no líquido pleural do que no sangue, fato não observado para o CA 15-3. Nos casos benignos, os valores do CYFRA21-1 foram maiores no líquido pleural do que no soro, enquanto que para o CEA e o CA 15-3, ocorreu o oposto. Todos os marcadores apresentaram diferença significativa entre os casos malignos e benignos, em líquido pleural e soro. Foi encontrada sensibilidade para CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3 no líquido pleural de 69,4%, 69,4% e 66,7%, respectivamente e quando associados, foi 80,6%. No soro, a sensibilidade foi 57,1, 71,4 e 48,6% para CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3, respectivamente, e quando associados, foi 77%. Conclusão: Os resultados sugerem que a utilização desses marcadores pode ser útil na diferenciação entre derrames pleurais malignos e benignos.
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Estudo citofotométrico da expressão dos marcadores tumorais Ki-67 e CD34 no adenocarcinoma de próstata.

Estudo citofotométrico da expressão dos marcadores tumorais Ki-67 e CD34 no adenocarcinoma de próstata.

Objetivo: Quantificar a porcentagem da imunomarcação no índice de marcagem e densidade óptica do Ki-67 e CD34 no adenocarcinoma de próstata e compará-las entre si. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Foram estudados, através de imunoistoquímica, o Ki-67 e o CD34 em 34 casos de adenocarcinoma de próstata provenientes de prostatectomia radical no período de 2000 a 2005 realizado no Hospital Regional do Gama em Brasília. Estes marcadores foram quantificados através do software SAMBA 4000 ® Sistema de Análise Microscópica de Busca Automática e do software IMMUNO® para análise das variáveis índice de marcagem e densidade óptica. Para avaliação da associação entre as expressões do marcador, foi estimado o coeficiente de correlação de Spearman. Para a comparação do tipo de lesão, foi usado o teste t de Student em amostras pareadas e não paramétrico de Wilcoxon. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Dos 34 blocos que foram para leitura dos marcadores tumorais, 15 marcaram expressão com Ki-67, 34 com CD34 e 14 com ambos os marcadores. O índice de marcagem do CD34 teve valor mediano de 72,72%, valor mínimo 5,14% e valor máximo 88,81%. O índice de marcagem do Ki-67 teve mediana de 73,78%, mínimo de 16,87% e máximo de 87,47%. A densidade óptica do CD34 teve mediana de 48,33, mínimo de 35,65 e máximo de 85,86. Na densidade óptica do Ki-67 o valor da mediana foi 40,03 sendo a mínima de 21,53 e a máxima de 52,43. Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: A expressão citofotométrica do Ki-67 teve índice médio de marcação de 64,04% e o Conclusão: CD34 de 61,64%. A expressão citofotométrica da densidade óptica média do Ki-67 foi de 39,49 e no CD34 de 53,69. Há diferença significativa entre a imunomarcação do Ki-67 e CD34 em relação à densidade óptica (p=0,025), não havendo diferença significativa no índice de marcagem (p=0,470).
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Utilidade de regras booleanas aplicadas à liberação de resultados de exames hormonais e marcadores tumorais.

Utilidade de regras booleanas aplicadas à liberação de resultados de exames hormonais e marcadores tumorais.

Introdução: A avaliação de perfis hormonais exige, tradicionalmente, a participação de especialistas para adequada liberação setorial. A análise desses resultados através de regras booleanas é alternativa interessante para minimizar os resultados a serem avaliados manualmente. Material e método: Avaliamos a utilização de regras booleanas construídas no programa Instrument Manager para o equipamento Architect, principalmente para mensuração de hormônios sexuais e tireoidianos, além de marcadores tumorais. O resultado da intervenção foi avaliado quanto a: a) número e facilidade de construção das regras; b) comparação cega entre liberação por patologista clínico (resultados impressos) e conjunto de regras em 940 testes consecutivos. Resultados: A criação das regras se revelou tarefa complexa e trabalhosa, especialmente pela existência de perfis hormonais com diversos modos de solicitação dos testes. Foram necessárias 153 regras booleanas (do tipo se...então) em uma ordem específica. Essas regras concordaram com o especialista em 97,9% dos casos (920 testes). O conjunto de regras reteve 25 casos (2,7%) e o patologista clínico, apenas nove. Nos 20 casos discordantes, as regras deixaram de reter apenas dois casos, sendo um da fração beta da gonadotrofina coriônica humana (beta-hCG) em homens (que implicou a criação de nova regra) e um caso de perfil tireoidiano completo sem hormônio tireoestimulante (TSH) (o patologista clínico optou por confirmar o pedido médico). Conclusão: A criação de conjunto eficiente de regras booleanas é tarefa complexa que necessita de conhecimentos técnicos e de lógica, mas que permite a otimização do funcionamento do laboratório. Obtivemos excelente concordância entre o conjunto de regras criado e a liberação manual de patologista clínico, garantindo a segurança, a velocidade e o menor custo do sistema.
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Uso de marcadores tumorais num Servio de Medicina Interna - um estudo basal e ps-interveno

Uso de marcadores tumorais num Servio de Medicina Interna - um estudo basal e ps-interveno

Introdução: Os marcadores tumorais (MT) têm um papel importan- te na prática clínica, sendo no entanto o seu contributo limitado no diagnóstico devido à sua reduzida sensibilidade e especificidade. Têm vindo a ser desenvolvidas guidelines internacionais sobre o uso de MT, contudo publicações recentes apontam para uma sobreutilização de MT. O presente estudo avalia o impacto de actividades informativas e “auto-auditoria” médica na utilização de MT num Serviço de Medicina Interna.

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Predição de malignidade de tumores ovarianos utilizando marcadores tumorais, índice...

Predição de malignidade de tumores ovarianos utilizando marcadores tumorais, índice...

A partir da obtenção de um teste no soro para quantificar o marcador HE4, os primeiros estudos avaliando esta proteína como marcador tumoral começaram a ser feitos. Em 2008, Moore et al. avaliaram 233 pacientes com tumores ovarianos utilizando uma combinação de diversos marcadores tumorais incluindo HE4 e CA 125, com o objetivo de predizer malignidade dessas lesões. Observou que isoladamente o HE4 teve melhor sensibilidade (72,9%), com especificidade fixa em 95%, comparativamente aos outros marcadores testados. Quando analisado os dados referentes ao estádio I, o HE4 também se mostrou isoladamente melhor que os outros marcadores testados, com sensibilidade de 45,9% fixando-se a especificidade em 95%. A associação de nenhum outro marcador para melhorar a sensibilidade na avaliação do estádio I teve sucesso. Melhores resultados na avaliação global foram conseguidos com a associação de CA 125 e HE4, que atingiram sensibilidade de 76,4% na especificidade de 95%. O incremento da sensibilidade com a associação em relação aos marcadores isolados foi de 33,1% em relação ao CA 125 e de 3,5% do HE4. Na análise das pacientes na pré e pós-menopausa, tanto a associação de HE4 ao CA 125, como o HE4 isoladamente, obtiveram maior acurácia em relação ao CA 125 isoladamente em mulheres na pré-menopausa 42 . A diferenciação de
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Avaliação de marcadores tumorais sérios em cadelas com e sem metástase em câncer de mama

Avaliação de marcadores tumorais sérios em cadelas com e sem metástase em câncer de mama

Marcadores tumorais são substâncias presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos, produzidos primariamente por ele ou, secundariamente pelo paciente, em resposta à presença do tumor. Em medicina os marcadores CEA e CA15.3 e as enzimas LDH e fosfatase alcalina auxiliam no prognóstico e detecção de recidivas em mulheres com câncer de mama, enquanto as dosagens de proteínas totais e albumina auxiliam na avaliação do estado nutricional da paciente. Em medicina veterinária esses marcadores são pouco estudados. O objetivo deste trabalho foi determinar e avaliar as concentrações séricas de CEA, CA15.3, fosfatase alcalina e LDH em cadelas hígidas e cadelas com câncer de mama com e sem metástase, verificar a existência de correlação entre os testes CEA e CA15.3 e determinar o perfil proteico dessas pacientes realizando dosagens séricas de proteínas totais e albumina. Foram avaliadas 69 cadelas sendo 10 hígidas, 41 com câncer de mama sem metástase, nove com câncer de mama e metástase regional e nove com câncer de mama e metástase à distância. As concentrações séricas de CEA, LDH e fosfatase alcalina não apresentaram alterações significativas (p>0,05) entre os grupos. Entretanto, o grupo de cadelas com câncer de mama e metástase à distância apresentou aumento significativo (p= 0,029) de CA15.3 sérico quando comparado com os demais grupos, sugerindo associação deste marcador tumoral com o estadiamento clínico do câncer de mama na cadela. O marcador CA15.3 apresentou baixa correlação com CEA, sugerindo uma maior sensibilidade frente a evolução tumoral. Na avaliação do perfil proteico, somente a albumina apresentou-se elevada, com diferença estatística significativa (p< 0,05) no grupo de cadelas com câncer de mama sem metástase.
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Marcadores Tumorais: Revisão de Literatura

Marcadores Tumorais: Revisão de Literatura

Os marcadores tumorais são macromoléculas presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos, cujo aparecimento e/ou alterações em suas concentrações estão relacionados com a gênese e o crescimento de células neoplásicas. Este trabalho apresenta uma revisão da literatura nacional e internacional sobre o papel dos marcadores tumorais no manejo clínico de pacientes com câncer, desde o auxílio no diagnóstico e estadiamento até a avaliação da resposta terapêutica, detecção de recidivas e prognóstico, além de auxiliar na decisão da terapia a ser utilizada, bem como terapias adjuvantes. De todo o levantamento bibliográfico realizado, pode-se dizer que pacientes que inicialmente apresentam um marcador tumoral em nível elevado, e que se normaliza com a intervenção terapêutica invariavelmente têm uma resposta favorável; já aqueles que apresentam um marcador tumoral persistentemente elevado ou em ascensão apresentam alta probabilidade de doença recorrente ou progressiva e devem ser vistos como suspeitos de doença metastática.
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Rastreamento e diagnóstico das neoplasias de ovário: papel dos marcadores tumorais.

Rastreamento e diagnóstico das neoplasias de ovário: papel dos marcadores tumorais.

Marcadores tumorais são substâncias que po- dem ser detectadas e quantificadas no sangue ou em outros fluidos orgânicos de pacientes portadores de neoplasias. Diversas categorias de marcadores têm sido investigadas para o diagnóstico precoce dos tu- mores ovarianos, entre as quais merecem destaque: as sialomucinas epiteliais; proteases com seus inibidores complementares e produtos de clivagem; citocinas, receptores e reagentes de fase aguda; hormônios, fatores promotores e inibidores de cres- cimento; citoqueratinas; lípides e lipoproteínas; pro- teínas oncofetais; auto-anticorpos; e mais recente- mente os perfis proteômicos 9 . Estas substâncias po-
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Interação da frutalina com neoplasias de tireóide. Estudo comparativo com marcadores tumorais em uso

Interação da frutalina com neoplasias de tireóide. Estudo comparativo com marcadores tumorais em uso

Estatisticamente, a ligação da FTL-B a neoplasias malignas de tireóide foi comparada a dos marcadores tradicionais GAL3, CK19 e HBME-1 e ao novo marcador para carcinomas papilares da tireóide 373-E1 (Tabelas 2 a 6). A FTL-B marcou 86,4% dos carcinomas papilares (p = 0,0049) e 74,4% dos carcinomas papilares variante folicular (p = 0,5883), sendo comparável a GAL3 (84,1%; p = 0,0001/ 38,3%;p = 0,0219) e CK19 (80,9%; p = 0,0001/ 34,2%;p = 0,0069); e superior a HBME-1 (63,6%; p = 0,0001/ 34,9%;p = 0,2756). Porém, foi inferior ao 373-E1 o qual marcou 93,0% dos carcinomas papilares (p = 0,0040) e 87,2% dos carcinomas papilares variante folicular (p = 0,1221). A FTL-B apresentou marcação membranar forte e citoplasmática moderada de 66,7% das metástases linfonodais de carcinomas papilares (p = 0,7964), não sendo estatisticamente significativo. Tal proporção foi igualmente observado nos demais marcadores porem apresentando marcação citoplasmática forte (Tabelas 3 a 6). No carcinoma folicular, FTL-B marcou 33,3% (p = 0,0347), sendo equivalente a da CK19 (33,3%; p = 0,3502) e a HBME-1(33,3%/ p = 0,6811). O anticorpo 373-E1marcou todos os carcinomas foliculares em estudo (100,0%; p = 0,1952), com marcação membranar e citoplasmática de moderada intensidade. Não houve marcação com GAL3 dos carcinomas foliculares (Tabela 5) o que encontra-se em desacordo com a literatura, na qual a positividade da GAL3 em alguns estudos chega a 100,0% dos casos de carcinoma foliculares invasivos e 92,5% dos carcinomas foliculares minimamente invasivos (BARTOLAZZI et al., 2001). Tal fato pode ser devido ao pequeno numero de casos de carcinomas foliculares em estudo quando comparado ao estudo citado. No carcinoma anaplásico houve marcação pela FTL-B membranar forte em 50,0% dos casos (p = 0,3377), porém irregular. A CK19 marcou intensamente o citoplasma de 25,0% dos carcinomas anaplásicos em estudo (p = 0,2734) porem de maneira irregular e focal. 373-E1, GAL3 e HBME-1 não apresentaram marcação (Tabelas 3, 5 e 6, respectivamente). Nos carcinomas de células de Hürthle não houve marcação por nenhum dos marcadores em estudo (Tabelas 2 a 6).
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Expressão citofotométrica dos marcadores tumorais Ki-67 e CD34 no adenocarcinoma de estômago.

Expressão citofotométrica dos marcadores tumorais Ki-67 e CD34 no adenocarcinoma de estômago.

Este estudo retrospectivo foi feito analisando inicial- mente 60 blocos de parafina contendo espécies de tumores malignos de estômago de pacientes operados entre 1998 e 2006 em vários hospitais do estado de Tocantins e Distrito Federal, Brasil. Os blocos, eram provenientes do arquivo de serviços de patologia do Hospital Dom Orione em Ara- guaina - TO e do Hospital Regional do Gama em Brasília - DF. Após a separação dos blocos eram eles encaminha- dos ao Laboratório CITOLAB em Curitiba onde foram submetidos à seleção dos melhores blocos para estudo imunoistoquímico, confirmação diagnóstica e confecção das lâminas para o estudo imunoistoquímico dos marca- dores tumorais Ki-67 e CD34. No final desta avaliação, restaram 55 blocos, mas apenas 35 foram considerados apropriados para a leitura. Os blocos de parafina foram resfriados e cortados em cortes histológicos de 2 a 5 micra de espessura. Para cada bloco foram confeccionadas três lâminas: uma corada pela técnica de hematoxilina-eosina e uma para cada do marcador tumoral. As fitas de parafina obtidas pela microtomia foram colocadas em banho-maria e os cortes depositados nas lâminas e levadas à estufa à 60ºC para melhor adesão dos tecidos.
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Expressão dos marcadores tumorais CD-34 e CASPASE-3 no carcinoma epidermóide de esôfago.

Expressão dos marcadores tumorais CD-34 e CASPASE-3 no carcinoma epidermóide de esôfago.

Objetivo: Objetivo: Analisar citofotometricamente a expressão do marcador de densidade microvascular CD-34 e de apoptose caspase-3 no carcinoma epidermóide de esôfago, e correlacionar os marcadores entre si. Métodos Métodos Métodos Métodos Métodos: Análise imunoistoquímica de 29 peças cirúrgicas de carcinomas epidermóides de esôfago, baseada nos índices de marcagem dos anticorpos CD-34 e caspase-3, utilizando- se sistema de citofotometria computadorizada. Comparou-se a expressão quantitativa destes marcadores, a relação entre eles, a relação com a idade dos pacientes, tamanho das lesões e classificação TNM. Resultados Resultados Resultados Resultados Resultados: O valor da mediana do índice de marcagem do CD-34 foi de 72,6% e o da caspase-3 de 96,5%. Não se obteve significância estatística na correlação destes marcadores com o tamanho tumoral ou com a idade dos pacientes. Houve discreta tendência à correlação positiva entre o CD-34 e a classificação TNM. O marcador caspase-3, apesar de apresentar maior índice de marcagem que o CD-34 nestes tumores, não revelou nenhuma correlação com as variáveis estudadas. A correlação entre o CD-34 e a caspase-3 apresentou tênue tendência positiva. Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão Conclusão: Ambos os marcadores têm boa expressão no carcinoma epidermóide de esôfago, onde o CD-34 tem menor expressividade que a caspase-3 e os mesmos não apresentam correlação entre si.
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ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DO TRATAMENTO CRÔNICO DE RATOS WISTAR COM DIBENZOTIOFENO E DIBENZOTIOFENO SULFONA: INDUÇÃO DE CÂNCER E MARCADORES TUMORAIS

ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DO TRATAMENTO CRÔNICO DE RATOS WISTAR COM DIBENZOTIOFENO E DIBENZOTIOFENO SULFONA: INDUÇÃO DE CÂNCER E MARCADORES TUMORAIS

Figura 37: SDS-PAGE 12% das amostras de extratos de proteínas de membrana dos grupos Controle Óleo, Teste DBT 30 mg/kg e Teste DBTO 2 30 mg/kg submetidas às colunas cont[r]

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Avaliação dos valores sérico e pleural dos marcadores tumorais CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3 em portadores de derrame pleural

Avaliação dos valores sérico e pleural dos marcadores tumorais CEA, CYFRA21-1 e CA 15-3 em portadores de derrame pleural

Objective: To determine the levels of the tumor markers carcinoembryonic antigen (CEA), cytokeratin 19 fragment (CYFRA21-1) and carbohydrate antigen 15-3 (CA 15-3) in t[r]

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Extrato foliar de Anonáceas: citotoxicidade, fluxo de íons e marcadores tumorais em células hepatocarcinogênicas

Extrato foliar de Anonáceas: citotoxicidade, fluxo de íons e marcadores tumorais em células hepatocarcinogênicas

Os extratos vegetais, mesmo acrescentando nutrientes aos meios de cultura, interferiram na absorção celular de praticamente todos os íons analisados em relação ao controle e, exceto para Na e K, houve redução intracelular de todos os íons, incluindo os ensaios com o quimioterápico 5- FLU (Fig. 37 e 38). A alteração no equilíbrio químico justifica a baixa viabilidade das células HepG2 expostas aos extratos foliares e ao quimioterápico, indício da necessidade celular tumoral a estes íons, essenciais na manutenção de uma fisiologia de sobrevivência, mesmo na presença de dosagens não citotóxicas, mas interferentes metabolicamente. De modo geral, não houve um padrão no efeito sobre os íons em relação às doses citotóxicas e não citotóxicas entre as diversas espécies químicas, isto é, as células tumorais expostas aos extratos foliares e ao 5-FLU não exibiram efeito dose-dependente específico de inibição, depleção ou aumento no fluxo iônico em função da espécie ou gênero utilizados nos ensaios.
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 13 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 2 13 portugues

as concentrações desses marcadores nesses fluidos orgânicos são equivalentes, uma vez que o líquido pleural é um filtrado do sangue, e, como tal, deve guardar correlação com o mesmo. Contudo, estudos relataram uma maior concentração dos marcadores tumorais no líquido pleural, quando comparada ao soro, sugerindo a existência de produção local de alguns marcadores, sobretudo aqueles secre- tados por células mesoteliais, como o CYFRA21-1, o que poderia alterar a sensibilidade global do marcador. (5,11,21)

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Tomografia de emisso de positres no diagnstico de tumor oculto

Tomografia de emisso de positres no diagnstico de tumor oculto

coagulação, ionograma sérico, as provas de função renal, hepática e a ficha lipídica eram normais. A gli- cémia em jejum era de 113 mg/dl, a VS de 76 mm/h, a PCR de 8,1 mg/dl e a imunoelectroforese sérica não apresentava alterações. A pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. Dos marcadores tumorais, CA 125 e Cyfra 21.1 estavam aumentados (727 e 4,1 U/ ml, respectivamente) e CEA, AFP, CA 19.9, CA 15.3 normais.

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Rev bras. coloproctol.  vol.29 número2

Rev bras. coloproctol. vol.29 número2

O objetivo deste estudo foi verificar a possibilidade de quantificar a expressão dos marcadores tumorais CD 34 e fator VIII no câncer de cólon, verificar se existe superioridade entre um marcador e outro para estudo da angiogênese; verificar se há correlação na análise do índice de marcagem e a densidade óptica média nos marcadores utilizados. Dezessete casos de adenocarcinoma colorretal recuperados de blocos de parafina e confirmados pela hematoxilina- eosina, foram submetidos à coloração imunoistoquímica pelo método da estreptoavidina- biotina-peroxidase e utilizados os marcadores tumorais CD 43 e fator VIII. Após este processo as lâminas foram submetidas à leitura no sistema Sam- ba 4000® e avaliadas pelo software Immuno®. Os parâmetros estudados foram índice de marcagem e densidade óptica, expressos por médias, medianas, valores mínimos, valores máximos e desvios-padrão, analisados estatisticamente. Resultados: Mostra ranque para o marcador CD 34 não houve normali- dade dos dados, em relação ao índice de marcagem e houve para a densidade óptica. Para o fator VIII, houve normalidade dos dados em relação ao índice de marcagem e para a densidade óptica. Conclusão: Foi possível quantificar a expressão dos marcadores tumorais CD 34 e fator VIII através do índice de marcagem e da densidade óptica, não sendo possí- vel definir superioridade entre um e outro; não foi observada tendência a correlação quando compra- dos densidade óptica e índice de marcagem do fator VIII e do CD 34 isoladamente estudados;não houve correlação entre o índice de marcagem do fator VIII quando comparado com CD 34, bem como a den- sidade óptica do fator VIII com o Cd 34.
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