Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

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Análise do marco regulatório das organizações da sociedade civil

Análise do marco regulatório das organizações da sociedade civil

Entretanto, é importante registrar que as atividades executadas pelas entidades do terceiros setor são essencialmente voltadas aos serviços sociais, de tecnologia ou da área ambiental, sendo estas áreas já contempladas nas legislações anteriores, ou seja, embora o novo modelo amplie a sua aplicabilidade ao não delimitar os campos de atuação das entidades, é difícil considerar alguma área não estivesse contemplada nos modelos das parcerias com Organizações Sociais ou Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público. Em que pese a ausência de inovação relevante, deve-se destacar positivamente o fato do Marco Regulatório tornar obrigatória a utilização do modelo de gestão por resultados com a necessidade da previsão de metas, atividades ou projetos a serem desenvolvidos, bem como, os critérios de avaliação e os mecanismos de accountability, nas parcerias não fundamentadas pelas legislações previamente existentes (de OS e OSCIP).
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Análise das coalizões de defesa sobre o caso do marco regulatório das organizações da sociedade civil

Análise das coalizões de defesa sobre o caso do marco regulatório das organizações da sociedade civil

A presente dissertação tem como objetivo compreender o processo de formulação e implementação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – MROSC, com foco no tipo de controle exercido pela administração pública federal sobre as entidades sem fins lucrativos que recebam transferências voluntárias de recursos financeiros. Para cumprir o objetivo proposto, recorreu-se ao Advocacy Coalition Framework (ACF), um modelo analítico que aborda as políticas públicas maduras a partir do conceito de subsistema, com foco na atuação de coalizões antagônicas concorrentes na definição do desenho de determinada política pública, com o objetivo de revelar crenças, recursos e modos de atuação dos grupos em disputa, bem como as interações entre seus componentes. Realizou-se pesquisa qualitativa composta por entrevistas em profundidade com 15 atores envolvidos na implementação do MROSC, além da análise documental de relatórios, pareceres e outros documentos oficiais da Administração Pública. O exame dos dados coletados permitiu traçar a genealogia do MROSC, desde as primeiras manifestações legislativas até seu panorama atual de implementação, com análise dos eventos internos e externos que influenciaram a dinâmica do eixo das transferências do subsistema no período investigado. A aplicação do modelo ACF indicou a existência de duas coalizões de defesa. A primeira, favorável às parcerias, defende a autonomia e atuação das organizações da sociedade civil - OSC’s e o regime de parcerias, entendendo as parcerias como espaço de participação social, democratização e diversificação da oferta de atividades pelo Estado, visando à melhoria do serviço público. Por outro lado, a coalização contrária às parcerias ou “desconfiada” é formada por três perspectivas distintas – estadocentrista, fiscalizadora e criminalizante – que compartilham certa unidade de modo de agir, obstando ou criando mecanismos de controle bastante rigorosos para as parcerias. Os achados indicam que o embate entre coalizões acaba por perenizar uma dinâmica de disputa permanente, em avanços e recuos que resultam em imperfeição e incompletude na construção de uma política nacional de fomento, de colaboração e de cooperação entre a administração e as OSC’s.
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Sociedade e prestação dos serviços públicos de saúde por organizações da sociedade civil de acordo com a Lei 13.01914  Cristiane Catarina Fagundes de Oliveira

Sociedade e prestação dos serviços públicos de saúde por organizações da sociedade civil de acordo com a Lei 13.01914 Cristiane Catarina Fagundes de Oliveira

A pesquisa está inserida na área dos direitos sociais e políticas públicas, especificamente no direito à saúde. O sistema único de saúde (SUS), previsto constitucionalmente e regulamentado por leis e atos normativos da União, Estados e Municípios, envolve a prestação dos serviços de saúde que podem executados diretamente pelo Poder Público ou através de terceiros, nos termos da Constituição. O tema central trata da forma jurídica para prestação dos serviços de saúde por terceiros, examinando-se a contratação pelo Poder Público e seus regimes legais de contratos e convênios, distinguindo- se da contratualização, e analisando-se o impacto da lei federal 13.019/14 que trata do marco regulatório das organizações da sociedade civil.
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O papel das Organizações da Sociedade Civil (OSCs) nas políticas públicas a partir da perspectiva do Estado

O papel das Organizações da Sociedade Civil (OSCs) nas políticas públicas a partir da perspectiva do Estado

A relevância das parcerias entre as OSCs e o Estado para a disponibilização de serviços públicos é crescente em diversos países e também no Brasil (Mendonça; Falcão, 2016). Nesse contexto, o panorama de atuação das OSCs no Brasil atualmente será apresentado no tópico a seguir. A discussão sobre a visão dos gestores públicos sobre as OSCs, os desafios na parceria entre o Estado e estas organizações também serão explorados na sequência com o objetivo de evidenciar o papel das OSCs frente ao Estado na execução de políticas públicas. Uma análise do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) a partir dos desafios trazidos pelos gestores públicos também será realizada para compreendermos em que medida a regulação destas parcerias contribui para o fortalecimento das políticas públicas. Por fim, alguns caminhos são apontados para haja um estreitamento nas parcerias entre as OSCs e o Estado e, consequentemente, uma maior interação entre os atores para que as políticas públicas sejam executadas de forma mais efetiva.
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TERCEIRO SETOR E O MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES CIVIS INAUGURADO PELA LEI 13.0192014  Wilson Macedo Siqueira

TERCEIRO SETOR E O MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES CIVIS INAUGURADO PELA LEI 13.0192014 Wilson Macedo Siqueira

Com a promulgação da Lei 13.019/2014 foi instituído um regime jurídico para regular as parcerias entre a administração pública federal, estadual, distrital e municipal e as organizações da sociedade civil, preenchendo uma lacuna regulatória em nível nacional, já que as normas pertinentes a matéria até então existentes tratavam de forma peculiar ao interesse de cada entidade federativa. Nessa mesma linha discute-se a precisão do termo terceiro setor como espaço de atuação das organizações gestadas na sociedade civil a partir de interesses públicos múltiplos, diversos e divergentes.
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As mudanças que o marco regulatório trouxe para as organizações alternativas

As mudanças que o marco regulatório trouxe para as organizações alternativas

A consolidação de uma democracia e de um Estado de Direito passa pelo desenvolvimento de uma sociedade civil organizada, com forte atuação e autonomia em relação ao Estado, permitindo a construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de organizações da sociedade civil (OSC). O estudo buscou identificar quais adaptações as Organizações Alternativas ou Horizontais precisam promover para estarem aderentes ao marco regulatório do terceiro setor (MROSC), e estarem elegíveis a transacionar com o poder público. Sob característica qualitativa, abordagem dedutiva e com emprego de levantamento em fontes secundárias, observou-se que quesitos que não partem da decisão da coletividade da OSC tolhem sua vontade e sua participação na tomada das decisões. Apesar de se verificar aspectos aderentes ao MROSC, o estabelecimento de regras necessita emanar da coletividade. Caso isto ocorra vindo de algum organismo externo, a organização que aceitar tal condição, perderá uma de suas características essenciais, que é a autonomia.
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A gestão social no contexto das organizações da sociedade civil : desafios para a efetivação da cidadania

A gestão social no contexto das organizações da sociedade civil : desafios para a efetivação da cidadania

O desejo e a inquietação por realizar essa pesquisa nasceram da experiência profissional, como Assistente Social, vivenciada em seis organizações da sociedade civil a partir de 2003, sendo esse um tema muito afeto à nossa categoria, apesar de pouco trabalhado e adensado. As organizações nas quais trabalhamos eram heterogêneas em suas características e desenvolviam projetos diferenciados dentro da política de assistência social. No entanto, observávamos muitas semelhanças em determinados fatores, tais como as dificuldades na gestão, tanto no que concerne aos recursos financeiros, quanto na gestão de pessoas e falta de compreensão por parte dos gestores da política de assistência social, assim como das temáticas específicas abordadas por cada uma das organizações, tais como política para criança e adolescente, abrigagem, política para pessoas com deficiência. Foram muito mais as semelhanças do que as diferenças, com que nos deparamos no cotidiano profissional, que nos estimularam a trazer esses fenômenos para o debate. Diante disso, propomos a elaboração deste trabalho que tem como problema de pesquisa: Como está configurada a Gestão Social no contexto das organizações da sociedade civil, que compõem a rede socioassistencial de Porto Alegre / RS? Sendo nosso objetivo geral analisar a configuração da Gestão social no contexto das organizações da sociedade civil de Porto Alegre, que compõem a rede sócio- assistencial, visando contribuir com subsídios para um trabalho viabilizador da cidadania. Nossos objetivos específicos foram construídos da seguinte forma: desvendar como se estabelece a interface e a relação entre as organizações da sociedade civil, o Estado e as instâncias de controle social; investigar como se caracteriza o processo de gestão em organizações da sociedade civil e quais seus condicionantes; identificar a trajetória histórica das organizações da sociedade civil, a partir de sua gênese, desenvolvimento e estruturação; e verificar qual tem sido a contribuição das organizações da sociedade civil na Gestão Social.
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COMPETÊNCIAS INFOCOMUNICACIONAIS: OBSERVAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE SALVADOR :: Brapci ::

COMPETÊNCIAS INFOCOMUNICACIONAIS: OBSERVAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE SALVADOR :: Brapci ::

Um caso, embora extremo e paradoxal, é relevante para demonstrar a presença da internet nas organizações: como a estratégia de coleta de dados exigia conexão com a Rede, a equipe de pesquisa de campo teve de retornar uma segunda vez na OSC já que na primeira não havia Internet. Retornamos, então, com um modem 3G e computador portátil. No entanto, mais vez, a conexão via cabo havia caído e a região não era coberta pela operadora do modem 3G. Aproveitamos as adversidades para perguntar como eles fazem nessas ocasiões: se esperam que o sinal retorne, se buscam alguma alternativa. A resposta foi contundente: “Não dá pra ficar sem internet, quando o sinal cai, temos de acessar na lan house.” Portanto, apesar das debilidades de infra-esturura, vê-se que a internet é presente na OSC, seja pela percepção de sua necessidade, seja pela busca de opções de acesso.
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EDUCAÇÃO PARA A INFORMAÇÃO: direcionamentos de organizações da sociedade civil de Salvador :: Brapci ::

EDUCAÇÃO PARA A INFORMAÇÃO: direcionamentos de organizações da sociedade civil de Salvador :: Brapci ::

O trabalho traz o conceito e as implicações da educação para a informação, apresentando iniciativas empíricas notadas nas organizações da sociedade civil da cidade de Salvador, Bahia, em 2012. A investigação pauta- se no projeto de pesquisa “Competências infocomunicacionai s: estudo em organizações da sociedade civil de Salvador” realizado no âmbito do Grupo de Pesquisa em Políticas de Informação, Comunicações e Conhecimento (Gepicc), vinculado ao ICI-UFBA. A amostra original é de 39 organizações. Para este trabalho utilizou-se seis depoimentos, obtidos a partir de entrevista semi-estruturada com os gestores dessas organizações. Observa-se que iniciativas na promoção de competências geralmente são uma resposta das organizações à situação de exclusão social e digital. O fomento dessas competências apresenta-se no sentido de inclusão social. Todas as organizações direcionam a educação digital para crianças e adolescentes. Contudo, três apontam que mantém infocentros abertos à comunidade ao redor, mesclando-se a questão da preparação para o mercado de trabalho. Essas organizações demonstram a intenção de que o público se aposse das ferramentas digitais, saindo da posição de beneficiário de suas atividades para parceiro. Implícito a todo esse processo está a noção de desenvolvimento de competências em informação. Embora não se possa assegurar que as organizações estão promovendo a educação para a informação, na ótica deste trabalho, observa-se o direcionamento de algumas ações nesse sentido. As organizações da sociedade civil, que historicamente reconhecem o acesso à informação como condição para a cidadania, estão encaminhando esforços e recursos para a inserção de setores marginalizados na Sociedade da Informação.
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O papel das organizações da sociedade civil na política pública de assistência social...

O papel das organizações da sociedade civil na política pública de assistência social...

Na prática, essa separação setorial na atuação das organizações gera uma espécie de “esquizofrenia institucional” e apenas fortalece a utilização, pelas OSC, da estratégia de simples tradução do que é feito às diversas linguagens de cada política (nos relatórios, inscrições em conselhos, preenchimento de instrumentos de fiscalização, etc.), a fim de garantirem o acesso aos seus recursos, mas sem necessariamente incorporarem esses princípios. Estas questões também se refletem no debate, já abordado, sobre intersetorialidade, conforme proposto na política de assistência social: vale mencionar que o caráter intersetorial e “transversal” da assistência, preconizado em seus normativos, foi surpreendentemente muito mais evidenciado nas falas das OSC do que nas dos atores governamentais. A impressão é que, no caso das OSC, esta dimensão se materializa em elementos concretos de seu cotidiano, inclusive no caso de organizações menores. Mais do que isso, é comum que estas organizações tenham atuado por muito tempo realizando um “trabalho social”, em sentido mais abrangente (e assim se identifiquem); além disso, elas já estão acostumadas a realizar parcerias para encaminhamentos ou ações conjuntas e a participar de redes e fóruns temáticos, de modo que esta é uma prática que parece ser mais próxima e menos desafiadora para as OSC do que para o próprio poder público – em suas articulações inter-secretarias, por exemplo, que envolvem outras dimensões de interações e relações de poder. De modo geral, no que se refere a esse debate, as organizações entrevistadas destacaram, por um lado, a importância do SUAS no sentido de garantir e consolidar a perspectiva intersetorial enquanto política pública; por outro, ressaltaram o desafio do Estado em garantir a atuação intersetorial dentro dos próprios governos. As falas a seguir evidenciam essas ideias:
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A face inconstitucional do novo marco regulatório do petróleo

A face inconstitucional do novo marco regulatório do petróleo

Desde a descoberta do pré-sal, o Brasil vivencia um período de intensa discussão jurídico-política a respeito de um dos bens mais valiosos da União: o petróleo. Isto porque, no ano de 2009, a Presidência da República encaminhou ao Congresso Nacional quatro projetos de lei 1 que pretendiam instituir um novo marco regulatório ao regime exploratório de petróleo no país. Por meio deles, sugeriu-se a introdução da Partilha como espécie de contrato substitutivo ao atual, de Concessão. Tal proposta foi incorporada ao ordenamento jurídico em 2010, quando o Poder Executivo sancionou a Lei nº. 12.351/10, instituindo o regime de Partilha de produção, já previsto no art. 20 §1º da Constituição da República.
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A gestão do conhecimento nas organizações da sociedade civil: estudo de caso das organizações não governamentais para o desenvolvimento portuguesas

A gestão do conhecimento nas organizações da sociedade civil: estudo de caso das organizações não governamentais para o desenvolvimento portuguesas

No terceiro capítulo faz-se uma muito breve abordagem histórica desde os anos 50, apontada como o início da era do desenvolvimento, das organizações inicialmente ligadas às agências das Nações Unidas, passando pela rutura concetual das ONG (Organizações Não Governamentais) para um outro tipo de organização mais especializada nas questões do desenvolvimento que tinham um determinado tipo de características: as ONGD. No entanto, essas organizações são definidas mais por aquilo que não são, ou não pretendem ser. Existem de diversos tipos e orientações, agindo de forma independente e por vezes em oposição umas às outras. Assim, procura-se delimitar o conceito de ONGD como uma organização com funções intermédias no processo de desenvolvimento. Ou seja, organizações que elaboram e fazem a gestão da execução de projetos no terreno.
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Parcerias públicas com organizações da sociedade civil para ações de assistência social

Parcerias públicas com organizações da sociedade civil para ações de assistência social

CMAS publicadas no Diário Oficial do Município, e m r e laç ão ao quantitativo de metas.. O aco lhim ento em hospedagem é o único objeto que depende de parceria co[r]

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As organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPS) e os termos de parceria: uma reflexão sobre a relação entre estado e sociedade civil

As organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPS) e os termos de parceria: uma reflexão sobre a relação entre estado e sociedade civil

Apesar das boas perspectivas sobre a atuação de uma OSCIP na gestão de APAs, há que se alertar para alguns riscos que uma avaliação demasiadamente otimista e parcial pode gerar. A primeira delas diz respeito ao já levantado por SPINK(2002) sobre a diferenciação de uma parceria de um mera relação de transferência de serviços. Podemos destacar do informado na entrevista com o representante do IDES, que o órgão governamental responsável pela preservação ambiental da região (CRA) vem entendendo a experiência do IDES como uma boa oportunidade para transferir as atribuições de gestão da APA às OSCIPs, sem a necessidade de repasse de recursos públicos. No entanto, não está se considerando qual o papel do Estado nessa articulação. O Estado pode permitir que a organização capte recursos de outros atores, mas é sua atribuição garantir que não haja ingerências clientelistas na atuação da organização, bem como que a autonomia da organização seja preservada. Ademais, o poder público deve acompanhar as ações desenvolvidas para que se garantam resultados compatíveis com as diretrizes governamentais. Os agentes governamentais devem atentar também, para que não se forme um “monopólio” da organização selecionada para executar a gestão, impedindo que outras organizações igualmente capazes de exercer tal atividade tenham acesso à formação de novos vinculos com o ente público. Nesse sentido, o fato de o Decreto nº 4.340/02 prever a gestão compartilhada das APAs apenas com as OSCIPs pode levar a tais favorecimentos.
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A participação da(o) usuária(o) nos serviços do Centro de Referência de Assistência Social do Município de PoçõesBA MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

A participação da(o) usuária(o) nos serviços do Centro de Referência de Assistência Social do Município de PoçõesBA MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

O exercício da participação não se restringe em instâncias institucionais, como os conselhos participativos, movimentos sociais, organizações da sociedade civil, fóru[r]

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Organizações da sociedade civil na internet: implicações na participação em campanhas ambientais

Organizações da sociedade civil na internet: implicações na participação em campanhas ambientais

The possibility to transmit information, interact with people and encourage the participation of Internet users in political actions are key features of Web 2.0, which has attracted the attention of several civil society organizations to also act in this sphere. This work attempts to verify the performance of these organizations in campaigns for social and environmental causes, discussing new forms of interaction among Internet users and of individual participation. The subject chosen to conduct the research was the dissemination of campaigns launched by the Brazilian Committee in Defense of the Forests and Sustainable Development against the Forestry Code implemented in Brazil. Interviews with members of the Committee showed that this subject is considered one of the biggest issues in national debates, acquiring popular repercussion, occupying streets in many different parts of the country, as well as gathering approximately 2 million signatures against the modification of the Brazilian forest legislation. On the contrary the data on the digital social network analyzed, Facebook, showed poor results in terms of interaction and participation by the general public. By means of the theoretical basis and the information gathered here, it is possible to say that Facebook is a space for dissemination of information whose potential for interaction and participation remain unexplored not only by civil society organizations but also by the population in general.
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Lei 12.965/2014: democratização da internet e efeitos do marco civil na sociedade da informação

Lei 12.965/2014: democratização da internet e efeitos do marco civil na sociedade da informação

A Internet e as tecnologias digitais contribuíram para a formação de um novo paradigma social, sendo este a sociedade do conhecimento ou da aprendizagem. Hoje, não existem barreiras limitativas impostas pelo tempo ou espaço para que as pessoas se comuniquem. Os instrumentos tecnológicos, em especial após o advento da Internet, e pelos benefícios por ela proporcionados, geraram uma era onde a distância geográfica e o elemento temporal não são mais fatos causadores capazes de distanciar as pessoas, mas sim segregar e aproximar, diminuindo custos, otimizando o tempo e satisfazendo os desejos dos entes sociais. Mesmo com todas estas facilidades, alguns conflitos acabam emergindo, cabendo ao direito positivo o papel de solucionar todas as desavenças e fatos negativos. Ao mesmo tempo em que se criam benefícios, transtornos como a competitividade no ambiente virtual, a não interpretação dos fatos e a violação da liberdade e privacidade mostram-se presentes.
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Open Regulação para a estabilidade econômicofinanceira ou para o  social: a difícil missão dos Estados nacionais.

Open Regulação para a estabilidade econômicofinanceira ou para o social: a difícil missão dos Estados nacionais.

A presente dissertação aborda a temática da regulação e seus objetivos. Cabe aos Estados nacionais a promoção da regulação econômica, tornando-se um dilema organizar a economia para atingir a estabilidade econômico-financeira ou para viabilizar metas de desenvolvimento social. Nesse sentido, utilizou-se o método de abordagem hipotético-dedutivo e os métodos de procedimento comparativo, histórico, interpretativo e analítico, pelas técnicas de pesquisa bibliográfica e documental. O objetivo geral foi problematizar em que medida os Estados podem utilizar o sistema financeiro em benefício do desenvolvimento social. Apresentaram- se como objetivos específicos perceber os caminhos da regulação para a estabilidade econômica, verificando-se os critérios que os governos levam em conta especialmente nos contextos de crises econômicas. A hipótese levantada pela pesquisa questiona se, para contribuir para o desenvolvimento dos Estados, o sistema financeiro precisaria ser regulado também para o social e não apenas para a estabilidade do próprio mercado. Inicialmente, buscou-se retratar o histórico da intervenção estatal na economia, da regulação, do escorço histórico e conceitual do sistema financeiro internacional e nacional, até compreender a expressão desenvolvimento, procedendo-se, em seguida, ao estudo da regulação no âmbito do sistema financeiro, passando pelas formas de regulação existentes no setor financeiro e discutindo-se acerca dos Acordos da Basileia, além de tratar questões como a arrecadação tributária, a política fiscal e a importância do Banco Central, verificando-se a necessidade ou não de sua independência, no contexto da relação entre a estabilidade econômico-financeira e/ou sua contribuição para o desenvolvimento do país, situação que leva em conta os aspectos sociais. Por fim, a pesquisa distinguiu a política microcreditícia dos bancos comunitários, os casos de moeda social e seu marco legal, além da economia solidária, das cooperativas de crédito e dos bancos públicos de desenvolvimento, retratando-se, nesse percurso, em última instância, como seria possível, mediante a regulação financeira, alcançar o desenvolvimento social e a função social do sistema financeiro.
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Open A parceria públicoprivada na gestão da escola pública em Pernambuco: de um programa experimental à consolidação de uma política pública de gestão para resultados

Open A parceria públicoprivada na gestão da escola pública em Pernambuco: de um programa experimental à consolidação de uma política pública de gestão para resultados

Oferece a Educação Básica em Ensino Médio com duração de três anos, 1.800 horas anuais e 200 dias letivos, buscando promover condições para a socialização e participação do estudante em uma sociedade em mudança; desenvolver no estudante a criatividade, o gosto pela investigação e pela descoberta, o espírito crítico, a capacidade de escolha, a expressão individual e coletiva e o exercício pleno de sua cidadania; proporcionar condições para a construção do conhecimento, utilização de métodos de investigação e de instrumentos de reflexão e produção; oportunizar a execução de projetos individuais e coletivos a fim de favorecer o desenvolvimento social de cada jovem. Assim, o currículo, enquanto instrumento da cidadania democrática, contempla conteúdos e estratégias de aprendizagem que capacitem o ser humano para a realização de atividades nos três domínios da ação humana: a vida em sociedade, a atividade produtiva e a experiência subjetiva, visando à integração dos jovens nas relações políticas, do trabalho e da simbolização subjetiva.
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Fundações públicas de direito privado: breve ensaio sobre o exercício da função administrativa sob regime de direito privado Public foundations of private law: a brief essay about the exercise of administrative function under private law

Fundações públicas de direito privado: breve ensaio sobre o exercício da função administrativa sob regime de direito privado Public foundations of private law: a brief essay about the exercise of administrative function under private law

associações se sustenta juridicamente, já que a Constituição Federal de 1988 reduziu, em relação às suas antecessoras, a possibilidade de as entidades da administração pública indireta, ainda que sujeitas a regime de direito privado, escaparem dos ônus e sujeições decorrentes dos princípios que regem a atividade administrativa, tais como: a) concurso público para provimento do seu pessoal; b) contratações precedidas de procedimento licitatório; c) vedação a cumulação de cargos e empregos públicos; d) submissão aos sistemas de controle interno e externo; e) limitação de despesa com pessoal; entre outros. Ao integrarem, constitucionalmente, a administração indireta, as fundações públicas de direito privado não possuem o mesmo potencial de “fuga para o direito privado” 87 que as entidades paraestatais, como as organizações sociais,
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