Mário Cesariny

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A poética de Mário Cesariny de Vasconcelos e o humor negro

A poética de Mário Cesariny de Vasconcelos e o humor negro

RESUMO: O uso do humor, sob forma de expressão, ao longo da história, tem servido como arma de combate e denúncia nas mãos de escritores e poetas que se veem incomodados diante de adversidades e misérias sociais. Mário Cesariny de Vasconcelos, poeta português surrealista, é um desses poetas que não perdeu de vista os mais diferentes quadros sociais pintados com as cores da dor, do sofrimento e da repressão, e, por isso mesmo, faz acionar seu potencial crítico e destrutivo, através do riso, cuja arma giratória alcança as classes burguesa e operária, além de desferir golpes contra a ideologia política, a morte e o heroísmo. Para a elaboração deste trabalho, objetiva-se identificar a presença do humor na poesia do poeta luso, especialmente o humor negro, à luz dos estudos empreendidos por Lélia Maria Parreira Duarte, em sua obra “Ironia e humor na literatura” e nas reflexões de André Breton, em “Manifestos do surrealismo”.
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Por falar em magia: algumas notas sobre Mário Cesariny

Por falar em magia: algumas notas sobre Mário Cesariny

É minha intenção descrever alguns aspectos da obra de Mário Cesariny, tendo como foco o livro Manual de prestidigitação. Pretendo destacar seu diálogo com o surrealismo e com algumas referências que informam este movimento, como Arthur Rimbaud e Lautréamont. A palavra ‘mágica’, que aparece no título do artigo, será uma porta de entrada para a poética do autor português, usada para indicar algumas de suas afinidades e alguns dos seus distanciamentos em relação a diferentes manifestações da tradição moderna.

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TRABALHO DE PROJECTO Para a conside ração de um plano de criação poética na obra de Mário Cesariny Emília Isabel Monteiro Pacheco Pinto de Almeida

TRABALHO DE PROJECTO Para a conside ração de um plano de criação poética na obra de Mário Cesariny Emília Isabel Monteiro Pacheco Pinto de Almeida

Apesar da circunstância exposta, foi, no entanto, a nosso ver, a respeito da pintura que surgiram as reflexões de maior relevância para a possibilidade de pensar simultaneamente escrita e produção plástica na obra de Cesariny. Por isso nos demorámos na avaliação da bibliografia existente a esse nível, e muito embora o trabalho académico feito até agora corresponda a cinco teses de Mestrado portuguesas e uma brasileira, todas elas no âmbito dos Estudos Literários: Rompimento Inaugural – Um Estudo sobre a Poesia de Mário Cesariny de Vasconcelos (São Paulo, 1983), Jorge Miguel Marinho; O surrealismo em Portugal e a obra de Mário de Cesariny de Vasconcelos (Porto, 1986), Maria de Fátima Marinho – entretanto publicada em livro, conforme abaixo referimos; Mário Cesariny e o mito pessoano (Lisboa, 1996), Arlete da Silva Miguel; Apropriação e representação na poesia de Cesariny e Rimbaud (Lisboa, 1996), Arturo Araújo Diaz; Texto Literário e Ensino da Língua: a escrita surrealista de Mário Cesariny, Fernando Fraga de Azevedo (Coimbra, 2002); O Poeta Mago – Presenças da Magia na Obra Poética de Mário Cesariny de Vasconcelos, Diana Vasconcelos (Porto, 2009). Esta última partilhando alguns dos pontos de vista que, se bem que segundo perspectivas diversas, procurámos desenvolver.
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Poema sobre palco: cenas de Mário Cesariny

Poema sobre palco: cenas de Mário Cesariny

Este é o caso da abordagem do aspecto dramático da escrita do autor, o qual se faz notar tanto na abundância de poemas que dialogam com o universo teatral – conforme se lê no marcante “You are welcome to Elsinore”, o qual remete à tragédia de Shakespeare, Hamlet –, quanto na produção de textos tradicionalmente “dramáticos” – como Um auto para Jerusalém, peça que mereceu duas montagens em Portugal, e Políptika de Maria Klophas, dita mãe dos homens, também encenada no país. A imbricação do plano da poesia com o do drama, contudo, se faz notar especialmente em suas “artes poéticas”, poemas nos quais a simultaneidade entre a apresentação de uma teoria poética e a sua prática se assemelha ao gesto espetacular do encenador e do prestidigitador. A metalinguagem característica dessas composições instala uma dimensão processual de sua própria escrita, apontando a existência de um traço teatral na criação poética. Fundam-se, assim, sucessivas “cenas de escrita” que marcam a obra de Mário Cesariny desde seus primeiros livros.
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O corpo, o corpus - poemas e intersecções discursivas: Artur do Cruzeiro Seixas,...

O corpo, o corpus - poemas e intersecções discursivas: Artur do Cruzeiro Seixas,...

nos meios de difusão poética – dada a força inescapável de sua sintaxe, bem como a coerência ( de um estilo peculiar –, e Mário Cesariny, apenas muito recentemente, tem sido alvo de maior interesse, Cruzeiro Seixas é, diferentemente, pouquíssimo (re)conhecido como poeta. Tendo estes fatores em vista, colocar estes três poetas lado a lado, resulta de um empenho, possibilitado pelo recorte temático, de dar voz à elaboração de um modo de subjetividade poética em grande parte compartilhada pelos três poetas supracitados (cuja ênfase do recorte que proponho recai no corpo), que, embora não equivalham no quesito “visibilidade acadêmica ou midiática”, sem dúvida são, cada um a sua maneira, donos de uma poética consistente o bastante para que seja possível considerá-los sob o prisma de uma pesquisa acadêmica. Soma-se a isso o fato de que as criações resultantes dos diversos poetas e artistas envolvidos com o surrealismo em Portugal são mais ou menos irregulares em extensão quantitativa e temporal (com evidente exceção para o caso de Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas o que justifica, portanto, a presente escolha), e, muito embora essa pesquisa não se pretenda uma abordagem do surrealismo Português – e menos ainda tenha como objetivo uma “leitura surrealista” dos surrealistas aqui eleitos (também por esse motivo não me atenho mais pormenorizadamente sobre os procedimentos de criação surrealistas, que inclusive já foram debatidos e divulgados suficientemente e não possibilitam qualquer ganho interpretativo para além de um certo didatismo implicado na decodificação de um modus operandi. Ademais, conforme as palavras de Fernando Martinho: “Uma coisa são as regras definidas pela poética surrealista para a decifração dos seus textos; outra, a posição do leitor que dificilmente poderá prescindir dos instrumentos de análise que utiliza para outros textos.” 20 ) –, não seria possível ignorar a força de um movimento que desencadeou grande debate na criação e na crítica ao longo da segunda metade do século XX português.
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DA ARTE DE REFLETIR À ARTE DA PRESTIDIGITAÇÃO: A “ARS MAGNA” DE CESARINY

DA ARTE DE REFLETIR À ARTE DA PRESTIDIGITAÇÃO: A “ARS MAGNA” DE CESARINY

Como todo verdadeiro artista, Mário Cesariny de Vasconcelos cultivou não só a prática, mas também a autoconsciência de seu ofício. Nascido em Lisboa em 1923, de pai da região da Beira, em Portugal, comerciante de joias, e de mãe espanhola, professora de francês, adotou, a partir de certa altura composicional, somente o nome Mário Cesariny. Estudou em escolas renomadas e cursou Arquitetura, mudando depois para a Escola de Artes Decorativas. Também obteve aulas de música com o compositor Fernando Lopes Graça. Viveu em Paris, onde frequentou a Academia de La Grande Chaumière. Também lá conheceu o fundador do movimento surrealista, André Breton, cuja influência herdou e levou a Portugal. Segundo o
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O profissional da comunicação no contexto da ciência da informação

O profissional da comunicação no contexto da ciência da informação

A 9 de Agosto de 1923 nasce, em Lisboa, Mário Cesariny de Vasconcelos – aquele que viria a ser considerado o representante do Surrealismo português por excelência. Poeta, tradutor e pintor, Mário Cesariny desde jovem penetrou na vida literária e artística, primeiramente por influência da sua mãe, cuja ocupação como professora de línguas, francês e castelhano, lhe facilitaram a imersão nas literaturas de ambos os territórios. Posteriormente a aproximação à música e ao piano fizeram-se através das suas irmãs que estudavam ambas as disciplinas, e por ensino de Lopes Graça e muito contra a vontade de seu pai, que mais tarde o viria a inscrever na Escola de Artes Decorativas António Arroio no curso de cinzelador, numa tentativa de o condenar a um destino demasiadamente profissional. No António Arroio manteve-se de 1936 a 1943, e neste período de tempo depois das aulas oficinais frequentava as disciplinas de desenho e pintura, que lhe abriram as portas ao curso de arquitectura da Escola Superior de Belas- Artes de Lisboa, que cursa apenas durante o primeiro ano. É a partir de 1942 que produz as primeiras pinturas, desenhos e poemas, redigindo A Poesia Civil e Burlescas, Teóricas e Sentimentais. É nesta fase da sua vida e com a companhia dos alunos da Escola António Arroio – António Domingues, Cruzeiro Seixas, Fernando de Azevedo, Fernando José Francisco, José Leonel Martins, Júlio Pomar, Pedro Oom, Marcelino Vespeira, que começa a frequentar o Café Herminius e adere ao Neo-realismo. Esta ligação é pouco duradoura e Cesariny afasta-se do movimento. Datam desta altura a produção do Poema Louvor e Simplificação de Álvaro de Campos e a colagem do General de Gaulle, que deixa entrever uma aproximação ao surrealismo.
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Dissertação de Mestrado em História da Arte

Dissertação de Mestrado em História da Arte

Para a realização deste evento foi proposto o convite a diversas individualidades da área da poesia, da música e da arquitetura, a que se juntariam os pontos de vista oriundos da crítica de arte, a posição do colecionador e mesmo do próprio pintor. Desse grupo alargado de individualidades a convidar fariam parte, entre outros, Sophia de Mello Breyner Andresen, João Gaspar Simões, Mário Cesariny, Fernando Lopes Graça, João de Freitas Branco, o arquiteto Nuno Portas, Jorge de Brito, Salete Tavares e José- Augusto França. Contudo, devido à falta de disponibilidade nas datas propostas de algumas das individualidades a convidar, este encontro não se chegou a realizar no formato proposto, tendo sido substituído por uma mesa-redonda organizada pela Association Internationale des Critiques d’Art (AICA), em colaboração com a FCG, por proposta de José-Augusto França, à data Presidente da Secção Portuguesa da referida Associação. Ao contrário do proposto anteriormente, esta nova mesa-redonda organizada pela AICA seria composta unicamente por “críticos de arte, com assistência
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Correspondência de Luiz Pacheco com Luiz Amaro

Correspondência de Luiz Pacheco com Luiz Amaro

O novo desentendimento entre os dois dar-se-á em 1962, tendo como ponto central a obra póstuma de António Maria Lisboa (s.v.). Na manhã de 25 de Janeiro de 62, Pacheco lê a notícia de que a Guimarães Editores ia publicar as obras completas de Lisboa (Guerrilha 2), sabendo Cesariny que ele estava na posse de inéditos de Lisboa. Convencido de que Cesariny tinha evitado a sua colaboração porque isto lhe atrasaria a edição e a consequente recepção rápida do pagamento, pouco tempo depois escreve-lhe, avisando-o de que iria iniciar a sua ofensiva contra a “aldrabice das obras completas do Lisboa, sob o pendão «agora vai assim». […] Não te tenciono poupar em nada. Pra quê? Se tu não poupas vivos nem mortos, aos teus interesses e à tua vesânia? Serei terrível e cruel como o caso merece” (Bilhete-postal de 17-2-1962). A relação de Luiz Pacheco com Mário Cesariny será durante anos alimentada por um desejo de divulgação da obra de António Maria Lisboa, que ora os aproxima ora afasta, materializado na ideia de publicar um volume pela Ulisseia. Apesar de breve aproximação, em 1963, Pacheco comentava negativamente com Luís Amaro, na carta 16, a presença de Mário Cesariny como membro de júri de um Prémio Literário. Também escreve sobre este assunto a Cesariny, em bilhete-postal de 6-6-1963: “Seguindo o propósito inicial daquele teu manifesto contra os Prémios Literários, […] venho propor-te outro (o mesmo claro!) manifesto contra um novo prémio, um novo júri, que vejo anunciado no D. N. Ah!... Ah!... Ah!...” Dois anos depois, em Abril de 1965, Luiz Pacheco informava Mário Cesariny que queria reeditar o Discurso sobre a Reabilitação do Real Quotidiano, o que aquele recusou. Apesar da falta de colaboração de Cesariny, ainda em Abril de 1965, Pacheco tenta nova aproximação, enviando carta a dizer que tinha retirado o texto “Cesariny ou do Picto-abjeccionismo” de Critica de Circunstância. No ano seguinte, em bilhete-postal inédito de 9 de Novembro de 1966, avisava Cesariny (“embora prevendo que não me respondas”) de que Textos Locais sairia com prefácio da sua autoria
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA JULIANO SILVA BOLOGNA GARCIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA JULIANO SILVA BOLOGNA GARCIA

Cette recherche en Littérature Comparée investigue les rélations entre la poésie critique et la construction de le Je lyrique dans la poésie surréaliste de l’écrivain portugais Mário Cesariny de Vasconcelos (1923-2006), l’un des auteurs plus engagés du surréalisme portugais, en vérifient comme les poémes critiques concourent pour l’assimilation e le développement de l’écriture surréaliste dans l’ouvrage poétique de Cesariny. L’étude établit une rélation entre l’analyse de poémes critiques de Cesariny, les comentaires sur la poésie lyrique moderne faits pour le philosophe germanique Theodor Adorno et l’observations sur l’écriture poétique du surréalisme, faites par les propres artistes du mouvement et de ses critiques, ayant le but de faire une discussion des circonstances dans lesquelles l’esthétique surréaliste, quoique elle arrive en retard dans le milieu littéraire portugais (fin des ânes 40), considerée comme étrangère par se milieu, a pu être incorporée par le poésie de Cesariny, non dans la clé de l’insuffisance et de l’épigonisme, mais comme une esthétique vive et actuelle dans le contexte de la culture portugaise et du fascisme portugais, qui fut en vigueur en Portugal pendant la plus part de la production poétique de Cesariny. Sont analysés quatre poèmes critiques du poète, dans lesquels il s’approprie du langage poétique d’autres auteurs et entreprend une critique de la tradition littéraire traitée par lui. Cet corpus de poèmes critiques permit identifier positions critiques diverses par rapport à langage poétique des auteurs glosés par lui et, particulièrement, révèle les traits du procès complèxe de constitution du Je lyrique conçu par Cesariny, dans lequel il pose en question les liens du lyrisme avec le Je centré sur soi-même de la tradition romantique, et par fin élabore une critique a cet Je dans la poésie lyrique. L’analyse des poémes conclut que les procedés poétiques de Cesariny constituent tant une réaction a la réification de la langage sous le salazarisme comme une actualisation critique de la poésie portugaise par rapport à les directifs esthétiques de la poésie du vingtième siècle, actualisation manifesté par une révision critique de la tradition en même temps que par une vision critique du propre surréalisme, parce que lui pose devant la désagrégation de le Je, topique important dans la poésie avant-guardiste produite après la seconde guerre mondiale.
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A criança em Mário Quintana

A criança em Mário Quintana

inventar, agora pela escrita, um mundo mais intenso e uma vida mais verdadeira é a opção do poeta. Sendo assim, o louco, o bêbado e a criança se irmanam na poesia de Mário Quintana: todos criam seu mundo particular, têm uma linguagem própria, vivem numa outra esfera da realidade, essa sim, capaz de livrar o homem das amarras de uma razão castradora e redutora. Para deixar falar a criança que está no cerne do poeta, do homem e, conseqüentemente, da linguagem poética, Quintana abre um leque de possibilidades para que a voz da imaginação se faça ouvir mais alto.

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Entrevista com Mário de Carvalho

Entrevista com Mário de Carvalho

Mário de Carvalho: Talvez a Fantasia para Dois Coronéis e uma Piscina, porque esse romance (eu chamei-lhe “cronovelema”) lida, parodiando, com a narrativa e as suas categorias, com a prosa portuguesa, os seus ritmos e as suas espessuras, com camadas de águas geladas ou mornas, ensolaradas ou sombrias, no que procurou ser um desconcertante festival de ilusionismo.

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Mário Laranjeira, retradutor de Prévet

Mário Laranjeira, retradutor de Prévet

Conforme a perspectiva semiótico-textual defendida por Laranjeira, trata-se de identificar, no texto, o que constitui a manifestação do poético e verificar, no ato de traduzir, aquilo que pode vir a permitir a passagem do poético no texto traduzido. Essas operações significantes, por meio das quais o poético se manifesta, são identificadas por Mário Laranjeira como índices textuais. O primeiro desses índices, que o leitor-tradutor deve reconhecer, é o que Laranjeira chama de “agramaticalidade”. Laranjeira 11 assinala

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USUÁRIOS NO HPSM MÁRIO PINOTTI

USUÁRIOS NO HPSM MÁRIO PINOTTI

Na pesquisa qualitativa, a entrevista caracteriza-se como um instrumento importante por possibilitar a produção de conteúdos fornecidos diretamente pelos sujeitos envolvidos no processo – materiais que tanto podem ser objetivos quanto subjetivos. O entrevistador pretende com esse instrumento elucidar as informações pertinentes ao seu objeto. Dessa forma, a entrevista como fonte de informações pode fornecer dados primários e secundários e ser estruturada de formas diversas, tais como a sondagem de opinião com questionário fechado, a entrevista semi-estruturada, a entrevista aberta, a entrevista não diretiva, a entrevista centrada (MINAYO, 1993). Neste processo investigativo, utilizo a forma semi-estruturada individual, combinando perguntas fechadas e abertas, com o objetivo de possibilitar ao sujeito a oportunidade de se pronunciar sobre a temática em questão. Procurarei assim identificar qual a visão dos entrevistados (gestores e usuários) quanto ao planejamento que é feito para o HPSM Mário Pinotti, procurando encontrar uma definição do que seja planejar para cada ator social. E provavelmente encontraremos respostas tão diversas quanto às perspectivas de cada um. Segundo Minayo (1996, p.109):
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 Mário Espada 1

Mário Espada 1

All the tests were performed in front-crawl and data was collected during all tests, except the 400-m all-out test, using a respiratory snorkel and a breath-by- breath analyser[r]

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As cidades de Mário de SáCarneiro

As cidades de Mário de SáCarneiro

No mesmo caso de Whitman e Sousândrade está Sá- Carneiro, que, já vimos, incorpora o léxico francês a seus poemas em português, chegando mesmo em "Le Trône d ' Or, de Moi -Per[r]

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 Asp. Mário Pinto

Asp. Mário Pinto

Por um lado, a inteligência emocional vista como traço de personalidade, e, desta forma, considerada como uma característica importante para obter sucesso na vida; por out[r]

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Mário Gomes Rodrigues

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Este trabalho pretende apresentar uma análise de impacte que o Terminal de Contentores do Barreiro poderá ter para o Concelho do Barreiro, assim como para as regiões vizinhas, em... que[r]

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Escritores brasileiros na correspondência passiva do crítico literário Plínio Ba...

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maio foram publicadas as cartas de João Duarte Lisboa Serra (8 mar. 59 ALENCAR, Mário de. “Flor do campo”.. ALENCAR, Mário de. Prezado Amigo Dr. O recibo da Revista dos Tribunais é[r]

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Entrevista a Mário Cláudio

Entrevista a Mário Cláudio

tenham debruçado sobre ela. Aliás, está agora a ser objecto de um estudo por parte de um jovem investigador, Martinho Soares. Há, de facto, um veio de espiritualidade que passa por um [r]

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