Massa específica

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INFLUÊNCIA DO PROCESSO DE SECAGEM SOBRE A MASSA ESPECÍFICA APARENTE, MASSA ESPECÍFICA UNITÁRIA E POROSIDADE DE MILHO-PIPOCA.

INFLUÊNCIA DO PROCESSO DE SECAGEM SOBRE A MASSA ESPECÍFICA APARENTE, MASSA ESPECÍFICA UNITÁRIA E POROSIDADE DE MILHO-PIPOCA.

Vários fatores afetam a qualidade do milho-pipoca, dentre os quais se encontram as propriedades físicas, como tamanho dos grãos e massa específica unitária e aparente e porosidade da massa granular. Para se avaliar a influência do processo de secagem sobre a massa específica e a porosidade da massa granular, teve-se por objetivo, com este trabalho, determinar as propriedades físicas para duas cultivares de milho-pipoca, em função do teor de umidade. Para obtenção dos resultados foram utilizados grãos de milho-pipoca das cultivares Zélia e CMS 43, submetidas ao processo de secagem a 40 ºC; simultaneamente, determinou-se a massa específica aparente e real de ambas as cultivares, a vários níveis de teor de umidade. A faixa de teor de umidade utilizada foi de 10,2 a 17,2% b.u. e 10,4 a 19,4% b.u., respectivamente, para as cultivares Zélia e CMS 43 e os valores médios obtidos foram: 768 e 767 kg m -3 para massa específica aparente, 1.242 e 1.332 kg-m -3 para massa específica real e 38 e 42 % para
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Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

De acordo com Kraszewski (1988), as alterações que ocorrem em sinais elétricos que interajam com amostras úmidas de grãos são proporcionais à con- centração volumétrica de água, ξ , sendo praticamen- te independentes da massa de matéria seca do pro- duto. Desta forma, após a medição indireta de ξ ob- serva-se, na Equação (2), que a determinação do teor de umidade, U, requer o conhecimento prévio da massa específica, ρ , do produto. A medição do va- lor de ρ pode ser feita separadamente por meio da técnica de atenuação de raios- γ , porém, a utilização desse tipo de sensor em unidades de pré-pro- cessamento de grãos é atualmente inviável devido aos altos custos envolvidos. Desta forma, a solução usualmente empregada consiste na utilização de amostras com massa constante tanto na calibração dos medidores elétricos quanto em sua posterior uti- lização em unidades comerciais e de pesquisa. De acordo com a Equação (2), na determinação do teor de umidade de grãos, as alterações no valor da mas- sa específica provocam efeitos similares aos provo-
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MASSA ESPECÍFICA BÁSICA E MASSA SECA DE MADEIRA DE Eucalyptus grandis SOB O EFEITO DO ESPAÇAMENTO DE PLANTIO E DA POSIÇÃO AXIAL NO TRONCO

MASSA ESPECÍFICA BÁSICA E MASSA SECA DE MADEIRA DE Eucalyptus grandis SOB O EFEITO DO ESPAÇAMENTO DE PLANTIO E DA POSIÇÃO AXIAL NO TRONCO

Neste trabalho, foram investigadas a massa específica básica e a massa seca de madeira e de casca de Eucalyptus grandis W Hill ex-Maiden em função de 12 espaçamentos de plantio. A madeira foi retirada de árvores procedentes de unidades experimentais da AFUBRA com idade aproximada de 10 anos. Foram utilizadas 36 árvores (três por parcela) nos ensaios. Discos na base, DAP, 25, 50, 75 e 100% da altura comercial foram retirados de cada árvore para determinação da massa específica básica da madeira e da casca. Exceto para os menores espaçamentos, houve uma redução da massa específica básica e da massa seca de madeira e de casca com o aumento do espaço vital. Os espaçamentos entre linhas de plantio que produziram os maiores valores das variáveis estudadas situaram-se entre 1,5 e 2 m.
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Massa específica de polpa de açaí em função do teor de sólidos totais e da temperatura.

Massa específica de polpa de açaí em função do teor de sólidos totais e da temperatura.

Erro (%) 0,33 0,29 0,16 0,07 0,02 determinações experimentais, com erros percentuais máximos em torno de 1%. O ajuste obtido a partir do modelo de Constenla et al. (1989) apesar de não incluir diretamente um termo de temperatura do material, resultou nos menores erros percentuais, mostrando-se adequado para estimar os valores de massa específica de polpa de açaí em concentrações entre 3,0 e 4,8 o Brix com margem de erro inferior a 0,5%, nas temperaturas

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Variação axial e efeito do desbaste na massa específica das árvores centrais de Eucalyptus grandis.

Variação axial e efeito do desbaste na massa específica das árvores centrais de Eucalyptus grandis.

Este estudo teve como objetivo avaliar a variação axial e o efeito do desbaste na massa específica das árvores centrais de Eucalyptus grandis aos 18 anos de idade. Para tanto, foi analisado um experimento situado próximo ao litoral do Rio Grande do Sul, instalado em delineamento blocos ao acaso com quatro repetições. Os tratamentos foram definidos devido ao número de desbastes aplicados e variaram de zero até seis intervenções. As árvores foram selecionadas, em cada tratamento, com base no diâmetro central e, após o abate, foram medidas e cubadas pelo método de Smalian. Em seguida, foram retirados discos nas posições 0, 25, 50, 75 e 100% da altura comercial e na altura do peito (DAP), destinados à determinação da massa específica. Os resultados indicaram que a massa específica básica apresentou um decréscimo até a região do DAP, seguido de acréscimo, sem tendência de estabilização com a altura em todos os tratamentos analisados. O desbaste induziu a variação da massa específica básica em árvores centrais, porém não foi verificada uma tendência sistemática positiva ou negativa em relação ao espaço vital proporcionado pelo desbaste.
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Condutividade térmica e sua correlação com a temperatura e a massa específica volumétrica de materiais refratários sílico-aluminosos e aluminosos.

Condutividade térmica e sua correlação com a temperatura e a massa específica volumétrica de materiais refratários sílico-aluminosos e aluminosos.

A Fig. 3-a e as Tabelas IV a VI mostram que existe uma corre- lação muito clara entre ρ v e ρ g . Como no caso de materiais poro- sos freqüentemente se tem elevada rugosidade, o volume avaliado através da medida das dimensões geralmente é maior que o volume obtido pelo princípio de Arquimedes, levando a valores de ρ g siste- maticamente menores que ρ v. A Fig. 3-a também mostra que a cor- relação entre a massa específica aparente e a massa específica volumétrica não é tão clara como a correlação existente entre ρ g e ρ v . Analogamente, a Fig. 3-b mostra que existe uma correlação entre a porosidade aparente e a porosidade total com a massa específica volumétrica. Como era de se esperar, o coeficiente de correlação linear ao quadrado entre ρ v e PT é ligeiramente maior do que entre ρ v e PA, uma vez que tanto ρ v quanto PT consideram todos os tipos de porosidade. Neste trabalho, optou-se por centralizar todas as análises sobre a correlação entre a condutividade térmica e a massa específica volumétrica, uma vez que, devido à possibilidade de linearização decorrente da já conhecida dependência exponencial entre k e ρ g , obteve-se uma maior estabilidade numérica nos ajustes para cada temperatura. As correlações entre a condutividade térmica e as de- Tabela VI: Características físicas dos concretos refratários baixo cimento.
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Predição da massa específica da polpa de acerola a partir de modelos matemáticos

Predição da massa específica da polpa de acerola a partir de modelos matemáticos

sólidos solúveis (ºBrix) da polpa foi realizada através de leitura direta com auxílio de um refratômetro portátil modelo RT-30ATC. Foram utilizadas equações polinomiais de dois, três e quatro termos com a massa específica da polpa de acerola em função da temperatura e uma equação de quatro termos com massa específica dependente da temperatura e concentração. A massa específica da polpa de acerola tendeu a diminuir com o aumento da temperatura e aumentar com o aumento da concentração de sólidos solúveis ( o Brix). O modelo polinomial que melhor se ajustou aos dados
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MASSA ESPECÍFICA APARENTE E REAL E POROSIDADE DE GRÃOS DE CAFÉ EM FUNÇÃO DO TEOR DE UMIDADE.

MASSA ESPECÍFICA APARENTE E REAL E POROSIDADE DE GRÃOS DE CAFÉ EM FUNÇÃO DO TEOR DE UMIDADE.

A Figura 6 apresenta, para fins de comparação, as curvas ajustadas para as massas específicas aparentes do café Catuaí e Timor, e de outros tipos de grãos, equações extraídas de Brusewitz (1975). Pode-se observar, nesta figura, que os valores para a massa específica aparente do café são menores que aqueles para os outros grãos, exceto para a aveia. Os grãos de café comportam-se, em termos de massa específica aparente, de maneira diferente que a maioria dos grãos agrícolas, cuja massa específica aparente decresce com acréscimos no teor de umidade do produto até certo valor passando, a seguir, a crescer, exceto a soja e o sorgo, para os quais a massa específica aparente decresce durante todo o intervalo. A massa específica aparente
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de um método preditivo para cálculos de massa específica de líquidos iônicos em um amplo intervalo de temperatura e pressão

de um método preditivo para cálculos de massa específica de líquidos iônicos em um amplo intervalo de temperatura e pressão

Líquidos iônicos são compostos possuidores de uma série de características físico-químicas desejáveis para diferentes aplicações industriais. O conhecimento das suas propriedades, sobretudo da massa específica, é fundamental para que eles sejam aplicados em simuladores de processos. A determinação experimental de tal propriedade é impraticável para todos os líquidos iônicos existentes, de forma que métodos capazes de estima-las são requeridos. Neste trabalho, é apresentado um novo método de contribuição de grupos capaz de estimar a massa específica dessa classe de compostos em um amplo intervalo de temperatura (251,62 – 473,15 K), o qual foi denominado “GCVOL-IL”. O método proposto é uma extensão do modelo “GCVOL-OL-6Ń”, o qual é capaz de estimar satisfatoriamente a massa específica de compostos orgânicos moleculares a diferentes temperaturas e à pressão atmosférica. A estimativa da massa específica a altas pressões (até 300 MPa) foi realizada por meio de uma equação do tipo Tait. Para o desenvolvimento deste trabalho, foi criado um banco de dados, composto de 21845 dados experimentais de massa específica para 863 diferentes líquidos iônicos puros além de 994 dados experimentais para misturas binárias contendo compostos dessa classe. Os resultados obtidos indicam que o modelo proposto foi capaz de estimar satisfatoriamente o comportamento volumétrico (T, P, ρ) de uma grande variedade de líquidos iônicos puros (incluindo espécies policatiônicas), bem como o comportamento (x, T, ρ) das misturas binárias estudadas. Na etapa final do trabalho, o método foi comparado com os três melhores modelos de mesma natureza existentes na literatura. A análise de uma série de critérios indicou que o método é competitivo frente aos existentes, o que encoraja sua utilização e implementação em simuladores de processos.
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Massa específica e teor de umidade ao longo do fuste para cordia trichotoma e cordia americana e suas correlações

Massa específica e teor de umidade ao longo do fuste para cordia trichotoma e cordia americana e suas correlações

Resumo: A variação da massa específica da madeira pode ocorrer entre e dentre espécies e até mesmo dentro da mesma árvore. A compreensão do comportamento dessa propriedade, através da relação entre espécies do mesmo gênero, é relevante para avaliar os usos dessas madeiras para os fins pretendidos. Por esta razão, o objetivo desse estudo foi determinar a massa específica e teor de umidade ao longo do fuste para Cordia trichotoma e Cordia americana e suas correlações quanto as propriedades físicas. As árvores selecionadas de ambos indivíduos foram seccionadas em discos nas posições relativas de 25, 50, 75 e 100%, considerando a altura comercial determinada a partir do primeiro galho vivo, bem como a 0,10m (altura do toco) e no DAP (1,30 m do solo), de onde retirou-se cunhas para a determinação da variação longitudinal e correlações do teor de umidade, massa específica básica, aparente seco ao ar (14 a 15% na região do estudo) e saturada. Os resultados indicaram um decréscimo dos valores de todas as massas específicas nas posições base-topo para as duas espécies florestais analisadas, variação inversa ao apresentado pelo teor de umidade do material. Com base nos dados analisados, os parâmetros físicos da madeira de ambas as espécies apresentaram correlações positivas entre si. Os valores médios aritméticos de massa específica básica para as madeiras de C. trichotoma e C. americana, 0,379 e 0,484 g/cm³, respectivamente, caracterizam os materiais para uso na fabricação de móveis, lâminas faqueadas e peças valiosas tornadas.
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Idade de segregação do lenho juvenil e adulto pela variação da massa específica de açoita-cavalo.

Idade de segregação do lenho juvenil e adulto pela variação da massa específica de açoita-cavalo.

A influência na diferenciação dos componentes anatômicos da madeira é feita por ações ambientais. Nesse sentido, VALE et al. (2009) afirmam que, ao longo do desenvolvimento da árvore, fatores ambientais e intrínsecos à própria espécie determinam o grau de variação da massa específica no sentido radial e longitudinal, podendo servir como parâmetro, conforme sugerido por KOLLMANN & CÔTÉ JUNIOR (1968), para separar a madeira em classes de qualidade, em função da posição de retirada da tora na árvore. Essas variações também podem ocorrer, segundo os autores, em razão da anatomia da madeira, pela diferença entre tipos, forma, estrutura e organização das células, diferenciando os lenhos juvenil e adulto.
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INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA MASSA ESPECÍFICA DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE FENILHIDRAZINA doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1516

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA MASSA ESPECÍFICA DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE FENILHIDRAZINA doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v12i2.1516

molar 0,50, é maior a variação da massa específica em relação ao aumento da temperatura; comparando com as demais soluções aquosas de fenilhidrazina. Os resultados também sugerem, que para a solução aquosa de fenilhidrazina com fração molar 0,10, é menor a variação da massa específica em relação ao aumento da temperatura

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Determinação da massa específica de silagens de milho por método indireto.

Determinação da massa específica de silagens de milho por método indireto.

tomada desses dados em condições de campo. O grupo de estudos em forragens conservadas da Universidade Estadual de Maringá, com o objetivo de desenvolver um método alternativo para estimar a massa específica da silagem, conduziu dois experimentos com silagens de milho, utilizando o penetrômetro como um método indireto para se estimar a massa específica da silagem. Os experimentos foram conduzidos na Fazenda Experimental de Iguatemi, pertencente à Universidade Estadual de Maringá O primeiro estudo foi realizado em silo tipo trincheira, com dimensões de 70m de base por 2,4m de altura e 20m de comprimento, equivalendo a uma superfície de 16,8m 2 . Para confecção
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Condições edafoclimáticas na produtividade e massa específica de madeira de eucalipto

Condições edafoclimáticas na produtividade e massa específica de madeira de eucalipto

A Massa Específica (ME) da madeira foi determinada de acordo com o método de imersão em água, proposto por Vital (1984), usando as cunhas obtidas na separação de cada disco amostra (Figuras 6 e 7). O método consiste basicamente em saturar as cunhas de água para a determinação do volume deslocado em um Baker com água. Posteriormente, as mesmas são secadas em uma estufa a ±100-105 C° por 48 horas, para, em seguida, serem pesadas a fim de calcular a ME com a relação massa/volume. Os valores foram calculados com a média ponderada das massas específicas das respectivas amostras, conforme Trugilho (2009).
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RESULTADOS E DISCUSSÃO Massa específica básica da madeira

RESULTADOS E DISCUSSÃO Massa específica básica da madeira

O coeficiente de correlação de Pearson avalia o grau e a direção dessa correlação (positiva ou negativa) entre duas variáveis de escala métrica. Dessa forma, a correlação entre a retração tangencial e retração volumétrica da madeira foi a de maior valor (Tabela 5), uma vez que esta é derivada das retrações dos três planos (tangencial, radial e longitudinal). Entre a madeira das três espécies, a de Eucalyptus grandis apresentou resultados significativos para todas as correlações. O teste mostrou uma baixa correlação significativa (ao nível de 5%) entre os resultados dos ensaios de retração e de massa específica básica da madeira, significativa somente para a madeira do Eucalyptus grandis. No entanto, o modelo de variação obtido nos ensaios de contração foi coincidente com o da massa específica básica da madeira das espécies de eucalipto e, em concordância com a literatura. A variação dimensional foi de maior magnitude na madeira de maior massa específica básica pela a maior porcentagem de parede celular dos elementos anatômicos e que interagem com a umidade.
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Estudo para o desenvolvimento e caracterização de concretos de massa específica elevada...

Estudo para o desenvolvimento e caracterização de concretos de massa específica elevada...

14 Para a prescrição dos agregados a serem utilizados no concreto para a blindagem é importante que se faça a caracterização química e física das matérias- primas. Matérias-primas de mesma massa específica podem comportar-se diferentemente quando submetidas a um fluxo de radiações, como exemplo podemos citar as seções de choque do Cálcio e da Sílica, dois elementos comunmente encontrados nos agregados de construção civil, utilizados para o preparo de concretos. Estes elementos apresentam uma variação significativa em suas seções de choque quando se trata da atenuação de pequenas energias, afetando diretamente na formação do coeficiente de atenuação linear ainda que apresentem massa especifica similares.
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INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA MASSA ESPECÍFICA DE XAROPES DESTINADOS À PRODUÇÃO DE AÇÚCAR E BIOETANOL DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i1.2488

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA CONCENTRAÇÃO NA MASSA ESPECÍFICA DE XAROPES DESTINADOS À PRODUÇÃO DE AÇÚCAR E BIOETANOL DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i1.2488

Equações do tipo Arrhenius permitem verificar o efeito da temperatura sobre um determinado parâmetro físico-químico. Dos parâmetros físico-químicos, Equações do tipo Arrhenius são escritas para a viscosidade absoluta, massa específica e coeficiente de difusividade efetiva (TSEN e KING, 2002; GIAP, 2010; CHEN, ZHENG e ZHU, 2012).

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EFEITO DA TEMPERATURA SOBRE A MASSA ESPECÍFICA DO ÓLEO DE CENOURA DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i2.2929

EFEITO DA TEMPERATURA SOBRE A MASSA ESPECÍFICA DO ÓLEO DE CENOURA DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i2.2929

A massa específica é uma propriedade termofísica usada na caracterização dos materiais e dependente da temperatura e da pressão. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura sobre a massa específica do óleo de cenoura, entre 313,15 e 373,15 K e pressão de 1 atm. Utilizando uma equação do tipo Arrhenius e os dados experimentais da massa específica em função da temperatura, o valor encontrado para a energia de ativação foi de 728,8809 J.mol -1 . Na literatura, não foram encontrados valores experimentais da energia de ativação do óleo de cenoura, tornando-se difícil a comparação com o valor encontrado.
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Massa específica e absorção de água de concretos manufaturados com agregados alternativos.

Massa específica e absorção de água de concretos manufaturados com agregados alternativos.

A determinação da absorção de água seguiu as orientações da NBR 9778 [13], onde as amostras do concreto moldados em for- mas cilíndricas Ø 10 cm X 20 cm, foram secados em estufa por 24 horas e após resfriados foram devidamente pesados e anotadas as suas massas secas. Em seguida, as amostras foram subme- tidas a imersão completa por um período de 24 horas, sendo a superfície dos CP´s levemente enxugadas com um pano seco e novamente pesadas, obtendo assim os valores de massa úmida das séries ensaiadas. Os cálculos matemáticos para obtenção dos resultados foram feitos por meio da equação 2.
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Variação longitudinal da massa específica básica da madeira de Cordia americana e Alchornea triplinervia.

Variação longitudinal da massa específica básica da madeira de Cordia americana e Alchornea triplinervia.

NOGUEIRA, M.V.P.; VALE, A.T. Massa específi ca básica da madeira de Pinus caribaea var. hondurensis proveniente de cerrado: relação com a massa específi ca básica média e variação radial e axial. Revista Árvore, v.21, n.4, p.547-554, 1997. MATTOS, B.D. et al. Variação axial da densidade básica da madeira de três espécies de gimnospermas. Revista Brasileira de Ciências Agrárias, v.6, n.1, p-121-126, 2011. Figura 1 - Variação da massa específi ca básica (ME) das árvores de Cordia americana em função da

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