Massa gorda corporal

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Efeito da modulação da actividade do corpo carotídeo na obesidade: diminuição do ganho de peso e da massa gorda corporal

Efeito da modulação da actividade do corpo carotídeo na obesidade: diminuição do ganho de peso e da massa gorda corporal

No presente trabalho observou-se que 19 semanas de dieta rica em lípidos (60%) foi suficiente para obter um aumento de peso e massa gorda corporal nos animais sujeitos a dieta HF. Estes resultados eram expectáveis já que anteriormente, no nosso laboratório, foi observado que 3 semanas de dieta rica em 45% de lípidos produziam um aumento do peso corporal (Ribeiro et al., 2013), não sendo, no entanto, este da mesma magnitude do que o que se observa no presente estudo. Num estudo já realizado com o mesmo modelo animal (Nascimento et al., 2008), as ratazanas foram divididas aleatoriamente em dois grupos, tendo sido um dos grupos submetido a uma dieta controlo (3,5 Kcal/g) e o outro a dieta hipercalórica (4,6 Kcal/g), por um período de 14 semanas. Nesse trabalho, os investigadores observaram um aumento de peso e massa gorda corporal nos animais sujeitos à dieta hipercalórica, corroborando, assim, os resultados obtidos no presente estudo. Também num estudo realizado mais recentemente (Olea et al., 2014) em ratazanas Wistar, observou-se que animais submetidos a dieta HF (5,2 Kcal/g com 60% de energia sob a forma de gordura) durante 12 semanas, apresentavam um aumento considerável de peso e depósitos de gordura.
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Avaliação da massa gorda corporal por bioimpedância: erros e não conformidade com as recomendações

Avaliação da massa gorda corporal por bioimpedância: erros e não conformidade com as recomendações

A bioimpedância (BIA) é amplamente utilizada para obter estimativas da composição corporal, nas quais se incluem a estimativa da massa gorda (MG) e da massa livre de gordura (MLG) corporais(2).Esta técnica tem como base as diferentes propriedades condutoras dos tecidos corporais e consiste na passagem de uma corrente eléctrica de baixa intensidade, aplicada com eléctrodos ou através de superfícies condutoras em con- tato com a pele, permitindo medir a resistência e a reactância. Estes valores introduzidos em equações matemáticas permitem obter estimativas dos diferentes compartimentos corporais: MG, MLG e água corporal total (3).
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Treinamento em circuito de exercícios resistidos em mulheres adultas sedentárias : aumento de massa magra e redução de massa gorda sem alteração em citocinas da resposta inflamatória

Treinamento em circuito de exercícios resistidos em mulheres adultas sedentárias : aumento de massa magra e redução de massa gorda sem alteração em citocinas da resposta inflamatória

A análise da composição corporal das voluntárias, antes e após o período de treinamento, foi feita pela técnica de Absortometria Radiológica de Dupla Energia (DXA- “Dual-energy X-ray Absorptiometry”) também utilizada por NINDL et al. (2000) para verificar a influência do treinamento físico sobre a composição corporal de mulheres. Essa técnica mede diferentes atenuações de dois Raios-X que passam pelo corpo, sendo uma tecnologia reconhecida como método de referência na análise da composição corporal (PAIVA et al., 2002) podendo mensurar o conteúdo mineral ósseo, a massa magra e a massa gorda corporal, de forma rápida (aproximadamente 20 minutos), segura, com um mínimo de cooperação do sujeito avaliado, levando em consideração a variabilidade interindividual do conteúdo mineral ósseo além de ser pouco afetada por flutuações na água corporal total (HEYWARD, 2001).
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Concordância e associação entre diferentes indicadores de imagem corporal e índice de massa corporal em adolescentes.

Concordância e associação entre diferentes indicadores de imagem corporal e índice de massa corporal em adolescentes.

Os achados do nosso estudo reiteram essa relexão, uma vez que sugerem que, em nível coletivo, a percepção de imagem corporal dos adolescentes (expressa por qualquer uma das variáveis de imagem corporal utilizadas aqui) condiz com faixas de IMC equivalentes a situações nutricionais distintas. Portanto, na perspectiva de um sistema de vigilância, em contextos semelhantes ao da realização do estudo, indicadores de imagem corporal como os aqui adotados parecem ser uma boa proxy da situação nutricional dos grupos de adolescentes que se identiicaram com cada categoria de cada variável de imagem corporal. Corrobora essa reflexão um estudo de validade de construto de escala de imagem corporal diferente da utilizada aqui junto a adolescentes de Santa Catarina, cujos resultados apontaram que adolescentes com valores mais altos de escore Z de IMC escolhiam silhuetas de maior dimensão 35 .
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Massa óssea e composição corporal em estudantes universitários.

Massa óssea e composição corporal em estudantes universitários.

Os dados sociodemográicos, clínicos e referentes aos hábitos de vida foram coletados pela técnica de raio-x que operava o densitômetro por anamnese densitométrica rea- lizada antes do exame densitométrico e após o treinamen- to. A anamnese densitométrica seguiu as recomendações da International Society for Clinical Densitometry (ISCD). As variáveis estudadas foram: curso, idade, sexo, peso, al- tura, índice de massa corporal (IMC), tempo de atividade física, ingestão de cálcio na infância, na adolescência e na vida adulta, antecedente de fratura, história familiar de osteoporose, tabagismo, uso de suplemento vitamínico e mineral, utilização de medicamento e doenças associadas. A ingestão de cálcio foi calculada a partir de recordató- rio alimentar de 24 horas e expressa em mg/dia. Para tal cálculo, utilizou-se as recomendações da Sociedade Bra- sileira de Densitometria Clínica (SBDens), que contabili- zam a ingestão diária de cálcio da seguinte forma: 1 copo de leite (240 mL) = 300 mg de cálcio; 1 copo de iogurte (240 mL) = 400 mg; uma fatia de queijo (28,35 g) = 200 mg; cálcio proveniente de outras fontes = 250 mg 15 . O cálculo
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ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA DO TRONCO: NOVA REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA MASSA CORPORAL

ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA DO TRONCO: NOVA REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA MASSA CORPORAL

da altura do tronco foi de 0,52±0,1 m, da MLGt de 29,05±4,8 kg, da MGt de 27,2±3,7 kg, do IMCt de 66,6±10,3 kg/m², e do IMCgt 32,3±5,8 kg/m². Em 93% dos pacientes houve aumento da classificação da gravidade da obesidade com o cálculo do IMCt . Nos pacientes com obesidade grau III, o IMCt alterou a classificação para super-obesidade em 72% dos pacientes e para super- super obesidade em 24% dos pacientes. Conclusão: O IMC do tronco é método antropométrico acessível e prático, que permite a reclassificação do IMC baseado na distribuição da massa do tronco, evidenciando de forma mais clara a gravidade da obesidade.
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Adaptação do índice de massa corporal humano para cães.

Adaptação do índice de massa corporal humano para cães.

Deve-se salientar, a princípio, que não existe avaliação perfeita para sobrepeso e obesidade. Há que se distinguir o diagnóstico da desnutrição e da obesidade. No caso da desnutrição, o emprego da relação peso/altura, expressa por meio do IMC, encontra sustentação no fato de que ambos os compartimentos da massa corporal – o tecido adiposo e a massa magra – são afetados pela desnutrição. Ademais, a relação entre baixos valores de IMC e maior ocorrência de morbi-mortalidade e alterações da função reprodutiva tem sido demonstrada em estudos empíricos (GARCIA & KENNEDY, 1994; MONDINI & MONTEIRO, 1998).
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Associação entre a osteoartrose do joelho e o índice de massa corporal

Associação entre a osteoartrose do joelho e o índice de massa corporal

Objetivo: Este estudo correlaciona o índice de massa corporal (IMC) com o grau de comprometimento articular do joelho através de uma análise radiográfica aplicando os critérios da classificação de Ahlbäck modificada. Métodos: Entre dezembro de 2006 e abril de 2007 foi realizado um estudo prospectivo de 148 joelhos sintomáticos (98 pacientes), sendo estes submetidos às incidências radiográficas e à mensuração do índice de massa corporal.

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Dispositivo para aquisição e processamento de dados para determinação de massa corporal

Dispositivo para aquisição e processamento de dados para determinação de massa corporal

A INVENÇÃO CONSISTE NUM DISPOSITIVO QUE PERMITE A AQUISIÇÃO E A ANÁLISE DE DADOS PARA DETERMINAÇÃO DOS COMPARTIMENTOS CORPORAIS GORDO E NÃO GORDO. A ABERTURA DAS MA[r]

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Índice de massa corporal como marcador de dislipidemia em crianças.

Índice de massa corporal como marcador de dislipidemia em crianças.

Métodos: Determinou-se o Índice de Massa Corporal (IMC) de 7 crianças da rede de ensino da cidade de Santa Maria-RS, selecionadas de forma estratificada, de uma população de .0 crianças. Os níveis lipídicos (padrão de referência) foram determinados por meio da análise do colesterol total (CT), LDL-C, HDL-C e triglicerídeos (TG). Para classificação do IMC utilizaram-se os pontos de corte da IOTF e de C&M. Utilizou-se a estatística descritiva e análise de sensibilidade e especificidade.

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Índice de Massa Corporal como indicativo de hipertensão arterial em adolescentes

Índice de Massa Corporal como indicativo de hipertensão arterial em adolescentes

obesidade. Objetivo: Demonstrar o perfil corporal como influência no desenvolvimento de hipertensão arterial em adolescentes de ambos os sexos, com idade entre 12 e 16 anos, matriculados em Alvorada, Rio Grande do Sul. Métodos: Pesquisa descritiva entre novembro e dezembro de 2010. Procedeu-se à determinação do Índice de Massa Corporal (IMC) e avaliação da Pressão Arterial (PA). Para avaliar a prevalência de EP e Obesidade usou-se as tabelas de IMC da Centers for disease control and prevention. Considerou- se pré-HTA e PA sistólica e diastólica entre os percentis 90 e 95 para idade, sexo e estatura e HTA a PA igual ou superior ao percentil de 95, em duas medições distintas. Resultados: Foram avaliados no estudo 100 adolescentes, sendo 41% do sexo masculino e 59% do sexo feminino. Tinham peso normal 80% dos avaliados, 4% eram magras, 13% tinham EP e 3% eram obesas. A prevalência de EP foi menor no sexo feminino. A pré-HTA ocorreu em 12% dos adolescentes e a HTA em 11%. No sexo masculino as prevalências foram de 12,19% e 9,75% e no sexo feminino ambos os valores foram de 11,86%. As prevalências de pré-HTA ou HTA nos avaliados com EP ou obesidade foi de 25% e nos adolescentes com baixo peso ou peso normal foi de 22,61%. Conclusão: Nesse sentido, os dados deste estudo realçam a importância da avaliação antropométrica e da medição da PA, nas consultas de Saúde Infantil e em cada oportunidade de exame de saúde.
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Relação entre o nível de atividade física e o índice massa corporal

Relação entre o nível de atividade física e o índice massa corporal

Na sociedade atual, existem vários fatores que ameaçam seriamente a nossa saúde. O excesso de peso e a obesidade são uma ameaça pública que está a crescer a um ritmo acelerado em muitos países É uma doença crónica dominante em países desenvolvidos e em desenvolvimento, que afeta toda a população, desde os mais novos até aos mais velhos (World Health Organisation, 2000) e, simultaneamente contribui para o aparecimento de inúmeras doenças (Grundy, et al., 1999; Dietz et al., (2002). É na adolescência onde se adquirem vários rotinas de vida que se refletem e se instalam durante a vida adulta, esta é também considerada por Dietz (1994) como um período crítico para o desenvolvimento da obesidade. Portanto. é importante estabelecer a conexão entre a obesidade e os vários fatores que a influenciam, nesta população. O índice de Massa Corporal (IMC) é utilizado para definir obesidade nos adultos (Malina et al., 1997; World Health Organisation, 2000), sendo este, um bom indicador de gordura corporal (Hammer, 1994). O IMC, ou índice de Quetelet, é calculado através da divisão do peso (quilos) pela altura (metros) ao quadrado (peso / altura2) (Rodriguez, 1993; Hammer, 1994; Malina et al., 1997; Coutinho, 1998). Apesar de apresentar várias desvantagens, é um método de simples de utilizar, podendo ser aplicado a grandes amostras, mostrando-se razoavelmente sensível e específico na identificação de indivíduos com adiposidade corporal excessiva. Tornando-se no índice clínico mais utilizado para a definição de obesidade (Coutinho, 1998).
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Associação entre o índice de massa corporal e a coordenação motora em crianças.

Associação entre o índice de massa corporal e a coordenação motora em crianças.

A amostra foi estratificada por idade de sexo. Sendo incluídas em cada grupo etário as crianças cuja Todas as provas visam a caracterização de facetas de coordenação corporal total e o domínio corporal. O resultado de cada item foi comparado com os valores normativos fornecidos pelo manual, sendo atribuído a cada item um quociente. Do somatório dos quatro quocientes resulta o quociente motor (QM) que é um indicador ajustado à idade e sexo e que permite classificar as crianças segundo o seu nível de desenvolvimento coordenativo: perturbações da coordenação; insuficiência coordenativa; coordenação normal; coordenação boa; coordenação muito boa.
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Índice de massa corporal de adolescentes: comparação entre diferentes referências.

Índice de massa corporal de adolescentes: comparação entre diferentes referências.

Tomados em conjunto, os resultados dos diferentes crité- rios para aplicação do IMC para avaliar o estado nutricional de adolescentes, a partir da comparação das referências NHA[r]

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Índice de massa corporal e indicadores antropométricos de adiposidade em idosos.

Índice de massa corporal e indicadores antropométricos de adiposidade em idosos.

das com o acúmulo da gordura visceral ou subcutâ- nea associadas ao processo de envelhecimento po- dem ser afetadas tanto pela quantidade inicial de te- cido adiposo como pelo aumento da massa corporal. Essas transformações ocorrem de forma diferente en- tre homens e mulheres e características genéticas são fatores predisponentes para a centralização. 8 Estudo

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Efeito de intervenções sobre o índice de massa corporal em escolares.

Efeito de intervenções sobre o índice de massa corporal em escolares.

Mudanças na massa corporal podem ser típicas de deter- minada fase do amadurecimento e não o resultado de consumo alimentar e/ou atividade física inadequados. Apesar de não indicar a composição corporal, a facili- dade de sua mensuração e a grande disponibilidade de dados de massa corporal e estatura, além da sua relação com morbimortalidade, justifi cam a ampla utilização do IMC com indicador do estado nutricional em estudos epidemiológicos. 2

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Índice de massa corporal, desenvolvimento puberal e sua relação com a menarca.

Índice de massa corporal, desenvolvimento puberal e sua relação com a menarca.

presente trabalho foi realizado por meio de levantamento de prontuários, portanto, ape- sar de se aventar a hipótese, atualmente, da influência dos níveis de leptina na composição corporal, este aspecto não foi abordado, devi- do à dificuldade de se estabelecer parâmetros. Houve maior proporção de sobrepeso e obesidade no grupo de adolescentes com menarca (Tabela 4). Esse resultado difere dos resultados nos Estados Unidos e de outros países industrializados 44 onde a prevalência de

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Índice de massa corporal de adolescentes: comparação entre diferentes referências

Índice de massa corporal de adolescentes: comparação entre diferentes referências

Objective: To compare the performance of the references (National Health and Nutrition Examination Survey I, Na- tional Center for Health Statistics/2000, International Obe- sity Task [r]

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Influência do índice de massa corporal na evolução da diabetes gestacional

Influência do índice de massa corporal na evolução da diabetes gestacional

Conclusions: Obese pregnant women with GD had a higher mean maternal age, higher rates of obstetrical complications (hypertensive in particular), higher levels of HbA1c in the third trim[r]

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Influência do índice de massa corporal na incontinência urinária feminina

Influência do índice de massa corporal na incontinência urinária feminina

OBJETIVOS: avaliar e comparar os efeitos do índice de massa corporal (IMC) sobre severidade da incontinência urinária (IU) feminina por meio do questionário de qualidade de vida King’s Health Questionnaire (KHQ), variáveis do estudo urodinâmico e dados da anamnese. MÉTODOS: estudo clínico transversal. Foram selecionados 65 pacientes com incontinência urinária de esforço (IUE) que foram divididas em três grupos: Grupo I (IMC entre 18 e 25 kg/m 2 );

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