Materiais dentários - Armazenamento

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Efeito do armazenamento em água sobre a citotoxicidade de materiais resilientes para base de próteses.

Efeito do armazenamento em água sobre a citotoxicidade de materiais resilientes para base de próteses.

As células utilizadas foram fibroblastos de hamster (L 929) e células epiteliais humanas (NCTC 2544) propagadas em meio de cultura Eagle acrescido de 10% de soro fetal bovino. Para análise do crescimento celular, as células foram contadas e realizou-se a estimativa do conteúdo de DNA em dois momentos: 1- no meio de cultura que foi removido das placas de Petri contendo os discos após 1, 3 e 6 dias e 2- nas células desprendidas dos corpos-de-prova após tratamento com tripsina (utilizada para desprender as células aderidas em alguma superfície). Os resultados desse estudo mostraram que as resinas acrílicas e a liga de ouro não inibiram o crescimento celular ao redor dos discos. Porém, o crescimento na superfície dos discos de resina foi menor do que o grupo controle para os fibroblastos de hamster após 24 horas de incubação e para os outros períodos o crescimento foi similar ao grupo controle. Ao redor dos discos de cimento de silicato houve uma inibição do crescimento de fibroblastos de hamster, sendo significativamente mais baixo após 3 dias provavelmente devido à liberação de ácido fosfórico. Após 6 dias, porém, não houve diferença significativa em relação ao grupo controle. O crescimento celular na superfície dos discos de silicato também foi inibido em relação ao grupo controle, assim como a síntese de DNA. Tanto para o amálgama de prata como para o de cobre não foi encontrada inibição do crescimento celular ao redor dos discos, porém, na superfície dos mesmos, o efeito citotóxico foi observado. Ao redor dos discos de Addent 12, o crescimento celular foi significativamente reduzido para ambos os tipos de células e a quantidade de DNA obtida, após 6 dias de incubação, foi de 50 a 70% do grupo controle. Os autores concluíram que o presente método é uma técnica simples para contagem das células e avaliação da adesão celular nos materiais dentários. O mais importante aspecto do método de cultura de células, porém, é a possibilidade de estudar o mecanismo de interação entre o material dentário e as células, tanto para a adesão como para avaliar o efeito das substâncias liberadas sobre o metabolismo celular.
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Anais do 48º Encontro do Grupo Brasileiro de Materiais Dentários

Anais do 48º Encontro do Grupo Brasileiro de Materiais Dentários

O objetivo do estudo foi avaliar a influência de diferentes tratamentos de superfície na resistência de união à estrutura dentária de restaurações confeccionadas em cerômero. Em fatias de dentes bovinos de 1mm de espessura, cavidades em dentina foram confeccionadas. Após inserção do cerômero na cavidade, as restaurações foram divididas em 15 grupos experimentais (n= 10): C-sem tratamento (controle); J-jateamento; JS- jateamento + silano; F- ácido fluorídrico 10% (2min); FS- ácido fluorídrico + silano; JF- jateamento + ácido fluorídrico; JFS- jateamento + ácido fluorídrico + silano; E- etanol 96% (5min); ES- etanol + silano; JE- jateamento + etanol; JES- jateamento + etanol + silano; P- H2O2; PS- H2O2 + silano; JP- jateamento + H2O2; JPS- jateamento + H2O2 + silano. Posteriormente, a dentina foi hibridizada, o cimento Rely-X Arc foi aplicado, os excessos removidos e a fotoativaç ão realizada por 60s. Após armazenamento por 24hs, o ensaio push out foi realizado na máquina de ensaio universal, com velocidade de 0,5mm/min. Os dados foram submetidos ao teste de Kruskall-Wallis. Procedeu-se a análise do padrão de fratura no estereomicroscópio e da topografia dos espécimes no MEV. O jateamento foi eficaz em aumentar os valores de RU (p<0,001), com exceção do grupo JFS . O tratamento com etanol, com ou sem silanização, ou com peróxido de hidrogênio seguido da aplicação do silano, foi eficiente em melhorar a RU (p<0,001) quando aplicados nos espécimes jateados (JE=JES>J=JS, JPS>J=JS). Os grupos F, E e P apresentaram os valores mais baixos de RU. Houve uma relação direta do número de falhas coesivas e mistas com os valores de RU. A análise da topografia observou maiores irregularidades para os grupos jateados. Conclusão: Com relação à RU à estrutura dentária, o jateamento deveria ser a primeira escolha para tratamento de superfície de cerômeros. A utilização do ácido fluorídrico é duvidosa, sendo a do etanol e do peróxido de hidrogênio, efetiva nos grupos jateados. Palavras-chave: Compósitos Indiretos. Tratamento de Superfície. Resistência de União.
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Análise comparativa entre dois sistemas digitais frente à radiopacidade de materiais dentários

Análise comparativa entre dois sistemas digitais frente à radiopacidade de materiais dentários

Desta maneira, a imagem digital possibilita uma abordagem quantitativa na visualização das imagens radiográficas, que até então eram avaliadas por parâmetros meramente qualitativos, oferecendo aos profissionais e pacientes uma série de vantagens em relação às radiografias convencionais (BAGATINI; HEHN; FONTANELLA, 2004). Dentre elas podemos citar: manipulação e ampliação de imagens, ajuste de contraste e brilho, possibilidade de colocá-las em alto relevo e inverter as áreas radiopacas para radiolúcidas, dispensa o uso de filmes radiográficos e de processamento químico, não causa danos ao meio ambiente, reduz o tempo de exposição do paciente e do operador às radiações ionizantes , bem como o tempo para obtenção das imagens, possibilitando seu armazenamento sem perda da qualidade (BAGATINI; HEHN; FONTANELLA, 2004; DUARTE; ARAÚJO; SANNOMIYA, 2008; GU et al., 2006; HITIJ ; FIDLER, 2012; LACHOWSKI, 2011; SALZEDAS; LOUZADA; DE OLIVEIRA FILHO, 2006).
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TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE DE IMPLANTES DENTÁRIOS

TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE DE IMPLANTES DENTÁRIOS

(2003) onde analisaram a resposta do tecido ósseo frente a 3 diferentes superfícies de implante, um total de 24 implantes de superfície usinada, 24 implantes de superfície tratad[r]

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Insucessos em implantes dentários

Insucessos em implantes dentários

A dose de radiação tem sido referida como um fator que influencia a osteointegração, apesar de não existir um consenso acerca dos valores para os quais os pacientes com cancros orais possam ser expostos sem ocorrer insucessos dos implantes(33): numa revisão sistemática encontram-se dois estudos em que num refere-se que doses de radiação entre os 50 e 65 Gy não têm efeitos negativos na osteointegração, enquanto o outro afirma existir uma diminuição na regeneração óssea para doses superiores a 55Gy.(29) Contudo, noutro estudo refere-se que radiações acima de 40Gy já podem afetar o processo de regeneração óssea e noutros referem que só as doses superiores a 50Gy aumenta os insucessos dos implantes dentários por falha na osteointegração dos implantes porque haver perda da capacidade de reparação e revascularização do osso irradiado.(29, 32, 33)
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Traumatismos dentários em crianças

Traumatismos dentários em crianças

• Se houver contaminação visível, enxaguar a superfície da raiz com uma solução salina ou com meio de osmolaridade para remover detritos grosseiros. Verifique o dente avulsionado quanto a detritos na superfície. Remova todos os detritos agitando-os suavemente no meio de armazenamento. Alternativamente, uma solução salina pode ser usada para enxaguar brevemente a superfície do dente. Deixar o dente em um meio de armazenamento enquanto regista a história, examina o paciente clínica e radiograficamente e prepara o paciente para o reimplante. Administrar anestesia local, de preferência sem vasoconstritor. Irrigue o alvéolo com solução salina estéril. Examinar a cavidade alveolar, se houver uma fratura da parede do alvéolo, reposicionar o fragmento fraturado em sua posição original com um instrumento adequado. A remoção do coágulo com uma solução salina pode permitir um melhor reposicionamento do dente. Reimplantar o dente lentamente com uma leve pressão digital, não deve ser usada força excessiva para reimplantar o dente de volta à sua posição original. Verificar a posição correta do dente reimplantado, tanto clínica quanto radiograficamente.
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Abcessos dentários em coelhos

Abcessos dentários em coelhos

Temos de ter em conta que os coelhos são presas e estão naturalmente propensos a esconder os sinais clínicos quando doentes, portanto, é facilmente compreendido porque [r]

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Análise histológica, histomicrobiológica e radiológica de dentes de cães com necrose pulpar, induzida experimentalmente, submetidos a diferentes materiais dentários

Análise histológica, histomicrobiológica e radiológica de dentes de cães com necrose pulpar, induzida experimentalmente, submetidos a diferentes materiais dentários

RESUMO – Objetivou-se avaliar a presença de microrganismos nas estruturas dentais com necrose pulpar induzida experimentalmente, testando a eficácia de materiais com relação à atividade antibacteriana e influência no reparo tecidual. Utilizaram-se quatro cães, totalizando 78 raízes, provenientes de pré-molares, divididas em grupos. O Grupo I foi obturado com guta percha e cimento à base de óxido de zinco e eugenol, o Grupo II, com hidróxido de cálcio com paramonoclorofenol canforado (PMCC), o Grupo III, com hidróxido de cálcio e o Grupo IV, não foram obturados. Todos tiveram controle clínico e radiográfico quinzenal e após 120 dias, foram extraídos em bloco para análises. Observou-se imagem radiográfica radioluscente ao redor das raízes, e após os tratamentos, notou-se diminuição no número de raízes afetadas. A histopatologia evidenciou infiltrado inflamatório, reabsorção cementária e óssea e tecido necrótico no delta apical, em diferentes proporções. A histomicrobiologia revelou presença de microrganismos nas estruturas estudadas, variando de acordo com o tratamento utilizado. Os resultados foram submetidos à análise estatística e não foram significantes entre si. A guta-percha com óxido de zinco e eugenol apresentou-se eficaz com relação à atividade antibacteriana. O hidróxido de cálcio sozinho não se mostrou eficaz, e associado ao PMCC, favoreceu o reparo tecidual. A utilização dessa associação como “curativo de demora”, para posterior obturação definitiva com guta-percha e óxido de zinco e eugenol, talvez seja a melhor opção para se ter um bom efeito antibacteriano e um adequado processo de reparo tecidual.
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Clareadores dentários contemporâneos: tópicos

Clareadores dentários contemporâneos: tópicos

A evolução dos materiais e técnicas estéticas culminou com a introdução do clareamento dentário como um dos procedimentos mais utilizados pelo clínico no consultório odontológico. Conhecer os mecanismos químicos envolvidos e as diversas técnicas de uso é fundamental para a obtenção de resultados previsíveis. O objetivo dessa revisão foi discorrer sobre os avanços e empecilhos do clareamento dentário, buscando- -se ênfase na química dos agentes clareadores para melhor entendimento das indicações, prognóstico e longevidade dos resultados alcançados. Foi feita seleção de artigos através das bases eletrônicas LILACS e PubMed/ MEDLINE usando-se os termos de indexação: clareamento dentário, dentes clareados, peróxi- do de hidrogênio, peróxido de carbamida, dessensibilizantes, estética dentária e clareadores dentários, entre os anos de 2008 e 2017. A Era da Odontologia Minimamente Invasiva utiliza técnicas terapêuticas extremamente eficientes, de baixo custo e com uma curva de aprendizagem profissional muito curta. O clareamento dentário é uma forma simples, rápida e acessível à maioria dos pacientes que buscam o con- sultório odontológico para harmonizar o sorriso contornando manchamentos intrínsecos e extrínsecos. Técnicas conhecidas como Power Bleaching, Walking Bleaching, Dental Whitening Strips, Office Bleaching, Nightguard Vital Bleaching, entre outras, são utilizadas com ou sem ativação por uma fonte de luz externa. Concluiu-se que uma menor concentração do agente clareador, aplicado em um período de tempo esten- dido, é opção mais confiável, quando se conhece o processo químico dos clareadores empregados nessa terapêutica.
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Estudo de materiais biodegradáveis para armazenamento de produtos agrícolas: biofilme e recipiente confeccionados de fécula de inhame.

Estudo de materiais biodegradáveis para armazenamento de produtos agrícolas: biofilme e recipiente confeccionados de fécula de inhame.

As embalagens biodegradáveis de fécula de inhame foram obtidas após sucessivos testes, a partir da solução de fécula de inhame suspensa em água (nas concentrações de 14, 16 e 18% de fé[r]

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Desgaste de materiais dentários de restauro direto

Desgaste de materiais dentários de restauro direto

Com base na análise das micrografias das Figuras 32 e 33 é possível observar distintos aspetos morfológicos, particularmente quando se consideram as imagens que traduzem pormenores ampliados. Com efeito, estes pormenores evidenciam uma grande semelhança no caso dos materiais compostos B e D onde os pormenores ampliados mostram um aspeto granuloso em que as partículas de carga são visíveis e apresentam faces polidas paralelas à superfície. Isso significa que se mantêm aderentes à matriz, proporcionando capacidade de suporte de carga, e sofrendo desgaste por microabrasão promovido pelas partículas abrasivas presentes na emulsão de pasta dentífrica apenas nas partículas mais protuberantes. Em concordância com este aspeto morfológico comum aos materiais compostos B e D, o volume de desgaste por micro-abrasão sofrido por estas resinas de restauro dentário é relativamente próximo (Figura 29). Já no caso do material composto A, o volume de desgaste aproximadamente duplica, sendo o aspeto morfológico da superfície de contacto observada em pormenor bem distinto do reportado anteriormente, pois apresenta-se monótona, sem ser possível identificar partículas de reforço. Este facto é revelador de uma ação abrasiva das partículas da emulsão dentífrica uniformemente ativa por toda a área de contacto (matriz e partículas de carga) e não dominante nas partículas de carga protuberantes como descrito nos dois casos previamente analisados, o que se traduziu num aumento do volume de desgaste por abrasão à escala fina.
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Materiais a partir de argilas para o armazenamento e libertação lenta de óxido nítrico para fins terapêuticos

Materiais a partir de argilas para o armazenamento e libertação lenta de óxido nítrico para fins terapêuticos

Os resultados de DRX e FTIR mostraram que a L-histidina ficou retida em ambas as argilas. Para quantificar os teores retidos de L-histidina, foram realizados ensaios de TG- DSC (Figura V.III. 3a) e b)). Para a Montmorilonite, a perda de peso inicial que ocorreu entre 50 e 125 ºC (cerca de 8 %), associada a um pico endotérmico, foi atribuída à perda de água fisicamente adsorvida, tendo-se mantido a sua massa aproximadamente constante até aos 600 ºC. Numa primeira fase, também as amostras L-HM1 e L-HM2, apresentaram uma perda de massa correspondente à remoção da água adsorvida (cerca de 13 % e 14 %, respetivamente) que ocorreu entre 50 e 125 ºC. Numa segunda etapa, ambos os materiais impregnados foram perdendo massa até ao fim do ensaio, com uma perda de massa mais acentuada para L-HM2 (aproximadamente 35 %) do que para a L-HM1 (cerca de 5 %), relativo ao teor de L-histidina em cada material. Figura V.III. 3b), a principal perda de massa ocorreu no intervalo de 50 a 300 ºC para as amostras Sepiolite e L-HS2 atribuível à perda de água fisicamente adsorvida e à remoção da água zeolítica. 105 A amostra L-HS1 sofreu apenas desidratação na proximidade dos 100 ºC, devido à remoção da água. Em adição à desidratação, as amostras L-HS1 e L-HS2 sofreram uma segunda perda de massa devido à decomposição da L-histidina presente, que correspondeu a 3 e 13 %, respetivamente. Da análise termogravimétrica estimou-se que o teor de L-histidina retido foi de 0,1 e 0,7 mmol L- His / g MMT para as amostras L-HM1 e L-HM2. As amostras L-HS1 e L-HS2 retiveram um
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Efeito de diferentes materiais de peletização na deterioração de sementes de tomate durante o armazenamento.

Efeito de diferentes materiais de peletização na deterioração de sementes de tomate durante o armazenamento.

RESUMO - O revestimento de sementes de hortaliças é uma técnica bastante utilizada, principalmente para as espécies que possuem sementes pequenas, sendo uma de suas funções, o aumento do tamanho das mesmas para fins de semeadura. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo revestir sementes de tomate com diferentes materiais, e avaliar seu comportamento durante o armazenamento. Utilizaram como revestimento uma mistura de areia + microcelulose e outra de calcário + microcelulose, contendo ou não o fungicida Rovrin na dosagem de 200g/100 kg de sementes. As sementes revestidas, juntamente com as não revestidas (com ou sem fungicida), foram secadas e embaladas em envelopes de papel comum (embalagem permeável) e em papel laminado (embalagem impermeável) e armazenadas em condições de ambiente no Laboratório de Análise de Sementes da Universidade Federal de Lavras. A avaliação da qualidade das sementes foi realizada a cada quatro meses, por um período de 24 meses, utilizando as seguintes determinações: teste de germinação, envelhecimento acelerado e emergência de plântulas em solo + areia. Pelos resultados obtidos, conclui-se que: sementes revestidas apresentaram germinação mais lenta do que as não revestidas; sementes revestidas com calcário + microcelulose deterioram mais rápido que com areia + microcelulose e sementes tratadas com fungicida em associação com os materiais de revestimento perdem sua qualidade mais rapidamente durante o armazenamento.Verificou-se ainda que sementes revestidas com areia + microcelulose e sem tratamento fungicida mantiveram sua qualidade durante os 24 meses de armazenamento, independente da embalagem utilizada.
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Adesivos dentários: resistência adesiva aos tecidos dentários - artigo de revisão bibliográfica

Adesivos dentários: resistência adesiva aos tecidos dentários - artigo de revisão bibliográfica

Devido à variação que existe nos materiais, métodos e protocolos de cada investigação, a comparação dos resultados de testes de adesão torna-se complicada (34). A crítica à realização destes ensaios prende-se no facto de por vezes, induzirem forças mal dirigidas às amostras e assim apresentarem valores de resistência adesiva imprecisos e no facto de se utilizarem áreas muito grandes de adesão, onde o stress não se distribui de forma equitativa na superfície aderida (35).

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Cimentos dentários em prostodontia fixa

Cimentos dentários em prostodontia fixa

Um grupo especial de cimentos de resina, cujos resultados aparentam ser promissores, é o dual affinity adhesive resin (aderem à estrutura dentária e a diferentes materiais, como os metais). Este material contém monómeros adesivos e requer um sistema adesivo de três passos. De um modo geral apresenta características semelhantes aos outros porém, foi quimicamente modificado para apresentar uma resistência à tração bastante elevada, adesão ao esmalte condicionado e adesão ao metal e ligas de metais nobres, condicionadas electroliticamente ou por abrasão ou com recurso a primers metálicos (Begazo et al, 2004; Ernst et al, 2005; Valandro et al, 2005; Borges et al, 2007; Attia, 2010; Hill & Lott, 2011; Thompson et al, 2011). Têm sido realizados alguns estudos para avaliar o potencial deste tipo de cimento na adesão a próteses em cerâmica com núcleos em zircónia ou alumina após a modificação da sua superfície, através da abrasão seguida da aplicação de silano ou monómeros de fosfato (Hummel & Kern, 2004; Valandro et al, 2005; Attia, 2010; Thompson et al 2011).
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A importância dos arcos dentários na identificação humana

A importância dos arcos dentários na identificação humana

O trabalho objetiva analisar e discutir a impor- tância da Odontologia na identificação humana atra- vés dos arcos dentários. Além do aspecto preventivo e o curativo, o aspecto legal procura normatizar o próprio exercício da profissão nos seus vários ân- gulos, no diagnóstico de danos com vistas ao seu ressarcimento ou, mais especificamente, a própria identificação de indivíduos. O aspecto pericial se desdobra em diversas espécies de exames possíveis tendo como base a cavidade oral, desde o exame di- reto de um arco dentário até a pesquisa de DNA das amostras colhidas nessa cavidade natural, mesmo as marcas de mordida, ocorridas em áreas da superfície corpórea, trazem detalhes dos arcos que a provoca- ram, contribuindo no processo de identificação.
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Implantes dentários em pacientes com diabetes mellitus

Implantes dentários em pacientes com diabetes mellitus

Em 1965, o primeiro paciente foi tratado com implantes dentários de acordo com os princípios da osteointegração. Brånemark (1977) introduz o conceito de osteointegração relacionado ao uso dos implantes em 1985 define osteointegração como uma "junção anatômica e funcional direta entre o osso vivo remodelado e a superfície de carga implantada". Esse tipo de interface possibilita manter uma alta taxa de sucesso a longo prazo (Abraham, 2014).

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A influência da vitamina D nos implantes dentários

A influência da vitamina D nos implantes dentários

Um tratamento bem-sucedido em Implantologia requer a manutenção da saúde dos tecidos peri-implantares por longos períodos de tempo. Vários parâmetros influenciam a integração dos implantes. Contudo, mesmo quando todos os cuidados são tomados, podem ocorrer falhas precoces de implantes por influência de problemas como osteoporose, diabetes mellitus não controlada, insuficiência de vitamina D, dentre outras complicações. Médicos dentistas, cirurgiões maxilofaciais e implantologistas estão cada vez mais interessados nos efeitos da vitamina D no metabolismo ósseo e no sistema imunológico. A concentração correta dessa hormona está potencialmente correlacionada com o sucesso em cada fase da osseointegração dos implantes endósseos. A vitamina D é um tema antigo, porém este trabalho pretende trazer uma nova abordagem, com diferentes aspetos bioquímicos e fisiológicos de sua influência na osseointegração e na manutenção da saúde peri-implantar. Para isso, efetuou-se uma revisão da literatura e foi possível concluir que parece apropriado determinar os níveis sanguíneos de vitamina D antes da colocação dos implantes e, se necessário, aplicar uma possível suplementação. A identificação e a gestão de deficiências nutricionais podem ser um complemento útil para o sucesso do tratamento com implantes. A principal relevância deste trabalho é consciencializar o médico dentista de que a deficiência de vitamina D pode estar associada ao insucesso de implantes dentários mesmo quando foram colocados em condições ideais locais e gerais. Mais estudos são necessários, incluindo investigações clínicas longitudinais e revisões sistemáticas que possam explicar melhor os mecanismos de ação da vitamina D nos processos da osseointegração e no sucesso e sobrevida dos implantes.
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Reabilitação com implantes dentários em doentes periodontais

Reabilitação com implantes dentários em doentes periodontais

A doença periodontal é uma doença inflamatória que acomete os tecidos de suporte dos dentes, nomeadamente o osso, e é uma das principais causas de perdas de peças dentárias. Com o intuito de substituir a ausência de dentes, os implantes dentários são, cada vez mais, uma opção reabilitadora viável e previsível, devido à estética, conforto e segurança que proporcionam. Deste modo, tem-se colocado a hipótese da doença periodontal constituir um risco para a falha e insucesso do tratamento com implantes dentários.
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Sistemas adesivos dentários contendo nanopartículas

Sistemas adesivos dentários contendo nanopartículas

Os derivados de sais de amónio quaternário aparecem pela primeira vez no início da década de 90 como estratégia alternativa à utilização convencional de agentes solúveis incorporados nos materiais restauradores e, posteriormente, libertados. Ou seja, o primeiro monómero criado – 12-metacrioiloxidecacilpirido (MDPB) – veio introduzir a conceção de fixação do agente bactericida, estando polimerizado na resina adesiva. Tal alternativa traduziu-se numa potente ligação dos componentes antibacterianos à resina adesiva, e, portanto, inibindo o potencial cariogénico, sem libertação do material da resina adesiva. A partir desse momento e ao longo dos anos foram criados novos monómeros como o DMAE-CB, cujo mecanismo antibacteriano é muito idêntico ao MDPB, ou seja, tem efeito bactericida e bacteriostático, o primeiro antes da reação de polimerização e o segundo através do contacto (Imazato et al., 2012; Martins, Isabel, & Portela, 2014).
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