Mau trato

Top PDF Mau trato:

Contributo para a validação do questionário de avaliação do mau trato, negligência e abuso sexual de Calheiros (2006)

Contributo para a validação do questionário de avaliação do mau trato, negligência e abuso sexual de Calheiros (2006)

Há algumas situações em que a distinção entre Abuso Físico e outros subtipos de mau trato se torna ambígua. Os critérios que se seguem constituem orientações para auxiliar os codificadores a estabelecer esta distinção. A restrição física é tipicamente codificada como Mau Trato Emocional. Contudo, nos casos em criança sofre lesões físicas durante a tentativa de restrição por parte do cuidador (ex. feridas por queimaduras abrasivas), a lesão deverá ser codificada como Abuso Físico, bem como o ato de restrição deve simultaneamente ser codificado como Mau Trato Emocional. Por sua vez, se o cuidador ameaçar a criança, mas não houver contacto físico entre estes, a situação deverá ser simultaneamente codificada como Mau Trato Emocional, em detrimento de Abuso Físico. Por favor, consulte a escala referente ao Mau Trato Emocional para obter informação adicional sobre este tópico. As lesões físicas que resultem diretamente de interação sexual (ex. fissuras anais ou vaginais) são codificadas exclusivamente como Abuso Sexual. Outras lesões que possam ocorrer quando se força a criança a ter relações sexuais (ex. espancamento, queimaduras) são codificadas simultaneamente como Abuso Físico e Abuso Sexual.
Mostrar mais

36 Ler mais

O efeito da auto-percepção parental no risco de mau trato infantil: o papel moderador do sexo e do suporte social dos pais

O efeito da auto-percepção parental no risco de mau trato infantil: o papel moderador do sexo e do suporte social dos pais

Este estudo tem como objectivos [1] analisar as qualidades psicométricas dos instrumentos Adult Self Perception Profile (ASPP) e do Child Abuse Potential Inventory (CAPI) numa amostra portuguesa (N=251) e [2] verificar se o efeito das dimensões gerais e específicas da auto-percepção parental no risco de mau trato infantil (RMT) varia em função do sexo dos cuidadores, bem como [3] em função do suporte social percebido, quer ao nível da disponibilidade da rede (DR), quer da satisfação com a mesma (SR). Quanto ao primeiro objectivo, após uma análise de componentes principais ao ASPP, a solução obtida engloba 6 dimensões com bons índices de fidelidade e sensibilidade. No CAPI, evidenciam-se bons índices de fidelidade e sensibilidade em 4 das 6 dimensões originais. Relativamente ao segundo objectivo, verifica-se que o efeito das dimensões gerais e específicas da auto- percepção parental no RMT não varia em função do sexo dos cuidadores. No que respeita ao terceiro e último objectivo, constata-se que a DR exerce um efeito moderador na relação entre a auto-estima geral e o RMT. Por sua vez, a SR exerce um efeito moderador na relação entre a algumas dimensões da auto-percepção (auto-estima global, aparência física, gestão doméstica e competência atlética) e o RMT. Conclui-se que a informação obtida sobre as qualidades psicométricas dos instrumentos utilizados proporciona evidências favoráveis à validação dos mesmos para o contexto português. Por outro lado, sublinha-se a importância das dimensões gerais e específicas da auto-percepção e do suporte social enquanto factores protectores de mau trato infantil.
Mostrar mais

59 Ler mais

Mau trato à criança: factores de vulnerabilidade e de protecção : guião de conceptualização de caso de criança (6-11 anos) em situação de perigo

Mau trato à criança: factores de vulnerabilidade e de protecção : guião de conceptualização de caso de criança (6-11 anos) em situação de perigo

Note-se, contudo, que a vivência de um passado de mau trato não tem como consequência, por si só, a adopção de comportamentos maltratantes (Macdonald, 2001), sendo a sua influência mediada e moderada por outros factores (suporte social, situação económica, etc.). Um dos aspectos importantes a reter em relação a este aspecto é a análise de situações de indivíduos que, vivenciando uma infância pautada pelo mau trato, não desenvolveram uma parentalidade maltratante. Torna-se necessário perceber a forma como estes indivíduos alteraram, em determinadas fases das suas vidas, os seus modelos de funcionamento interno (termo derivado da teoria da vinculação). Nesta perspectiva, os indivíduos que experienciam na sua própria infância situações de rejeição, ambivalência ou responsividade inadequada desenvolvem uma representação interna que influenciará o grau de responsividade que, enquanto pais, são capazes de demonstrar em relação aos seus filhos. Contudo, se estes mesmos pais beneficiarem na sua vida de relações gratificantes (companheiros, maior suporte social, ligação a uma figura de referência), modificam o modelo de funcionamento interno desenvolvido na infância, sendo capazes de cuidar dos seus filhos de forma substancialmente diferente daquela de que foram alvo (Belsky, 1993).
Mostrar mais

85 Ler mais

Estrutura e funcionamento familiar e risco de mau trato de crianças em famílias em desvantagem económica

Estrutura e funcionamento familiar e risco de mau trato de crianças em famílias em desvantagem económica

Conforme foi oportunamente explanado, as famílias em situação de pobreza caraterizam-se muitas vezes por viver num ambiente de stress inerente a esta mesma condição. Tal tem repercussões em todos os membros do sistema familiar, em particular nas crianças, que incorrem, para além de outras dificuldades, em níveis elevados de risco de abuso e negligência. Neste sentido, e tendo em conta que a evidência empírica tem mostrado que os apoios económicos, por si só, pouco efeito têm na melhoria real das condições de vida dos grupos de maior risco (Nunes, 2004), o presente estudo tem como finalidade compreender de que forma o nível de risco de mau trato das crianças, em famílias pobres pode ser mediado pelas dinâmicas familiares (funcionamento/estrutura) destas mesmas famílias.
Mostrar mais

51 Ler mais

A influência do mau trato e do nível socioeconómico no desenvolvimento psicomotor: o papel moderador das atividades extracurriculares

A influência do mau trato e do nível socioeconómico no desenvolvimento psicomotor: o papel moderador das atividades extracurriculares

As evidências apresentadas acerca das consequências do abuso nos vários sectores do desenvolvimento, nomeadamente num plano cognitivo, académico, emocional e social, assim como nas características da vinculação em famílias maltratantes, aliados aos resultados de alguns estudos que cruzam dimensões psicomotoras com as consequências do abuso em geral formulou-se uma hipótese geral (H1), na qual se prevê que crianças vítimas de negligência e/ou mau trato apresentem níveis de desenvolvimento psicomotor inferiores aos das crianças pertencentes ao grupos de controlo. Uma vez que a revisão apenas sustenta os fatores da noção do corpo e estruturação espaciotemporal, a hipótese H1, desdobrou-se em duas mais específicas: Espera-se verificar, através da avaliação da noção do corpo, que esta varia de acordo com o abuso, i.e. que crianças vítimas de negligência ou mau trato, apresentem níveis menos positivos de noção de corpo quando comparadas com crianças sem abuso (grupo de controlo) (H1.1);São também esperadas diferenças ao nível da estruturação espaciotemporal, tendo-se hipotetizado que crianças vítimas de abuso teriam cotações menos positivas ao nível da estruturação espaciotemporal em comparação com crianças do grupo de controlo (H1.2)
Mostrar mais

87 Ler mais

Contextos socioecológicos do mau trato e da negligência a crianças

Contextos socioecológicos do mau trato e da negligência a crianças

âmbito da investigação e da teorização nos diferentes domínios relativos ao tema e de começarem a aparecer os primeiros modelos multidimensionais — modelo eco­ lógico de Belsky (1980) e modelo transaccional de Cicchetti & Rizley (1981), cujo fo­ cos de investigação são as características dos sistemas em que a criança e a família participam, englobando factores psicológicos, de interacção, sociais e culturais — o esforço de produção empírica derivada desses modelos foi acompanhado por um número significativo de questões colocadas pelas diferentes disciplinas envolvi­ das. A escassez de investigação na área da negligência e do mau trato psicológico, a não inclusão de outras áreas de mau trato, que não o abuso físico, a persistência no uso de modelos conceptuais que postulam causas únicas e isoladas num domínio particular — pais, criança ou meio — e a falta de fundamentação teórica heuristica- mente generalizada e baseada em resultados empíricos prévios, são as questões mais referidas na literatura, mesmo ainda actualmente (Cicchetti & Lynch, 1993; Cicchetti & Toth, 1995; Rossman & Rosenberg, 1998). Associada a estas questões, e contribuindo também para a dificuldade de revisão e integração da literatura, apa­ rece ainda a inconsistência nas definições e avaliações categoriais do mau trato e da negligência utilizadas em investigação feita pelos técnicos e instituições. As dife­ rentes definições, embora possam ser úteis para alguns fins práticos, têm tornado difícil a constituição das amostras, a avaliação do problema, o estabelecimento de relações consistentes entre variáveis e a generalização e comparação dos resultados.
Mostrar mais

29 Ler mais

A definição social dos conceitos de mau trato e negligência

A definição social dos conceitos de mau trato e negligência

Os profissionais que prestam serviços às crianças assumem uma importância fulcral no que concerne a estratégias de identificação, denúncia e intervenção em situações de risco de mau trato, uma vez que assumem uma posição privilegiada, junto não só da criança, mas também do seu núcleo familiar (Almeida, 1998). Segundo Calheiros (2006), as sinalizações de mau trato e negligência, são efetuadas na sua maioria por técnicos. No entanto, estes profissionais debatem-se com as incoerências na definição de mau trato, dificultando assim questões de sinalização, classificação e colocação das crianças. A legibilidade social e legal desta problemática, bem como as políticas de intervenção de carácter social e comunitária também são afetadas pela “indefinição” do conceito.
Mostrar mais

77 Ler mais

Mau trato e pobreza: revisão sistemática da literatura

Mau trato e pobreza: revisão sistemática da literatura

Dos 241 artigos analisados através de leitura integral, 97 foram excluídos devido aos seguintes critérios de exclusão: não relacionaram maus tratos, pobreza e baixo nível socioeconómico ou não utilizaram amostras com baixos rendimentos (29); não consideraram indicadores diretos de pobreza (15); eram revisões teóricas, sistemáticas ou meta-análises, ou artigos não empíricos (15); analisaram questões de abuso sexual, crianças de rua, trabalho infantil, fatalidades mortais ou exposição à violência doméstica (10); apresentaram resultados de intervenções (6); não tinham amostra não maltratante de comparação ou não reportaram variabilidade no mau trato (6); avaliaram somente o potencial de risco ou abuso (4); avaliaram casos de reincidência (4); analisaram perceções parentais sobre os maus tratos (2); analisaram competências parentais (2); avaliaram o impacto do mau trato (2); redigido em outra língua (1); e, por último, a pobreza em adulto surge como resultado do mau trato (1).
Mostrar mais

66 Ler mais

Mau trato e negligência parental: contributos para a definição social dos conceitos

Mau trato e negligência parental: contributos para a definição social dos conceitos

Já a um ou tro ní vel de aná li se, as in ves ti ga ções que ava li am os efe i tos da pro - fis são e da ins ti tu i ção so bre as re pre sen ta ções e de fi ni ções téc ni cas do mau tra to e da ne gli gên cia não são tão con clu si vas como as an te ri o res. O es tu do de Gi o van no ni e Be cer ra (1979) é um dos es tu dos mais im por tan tes que fo ram de sen vol vi dos na área da de fi ni ção in ter pro fis si o nal (pe di a tras, ad vo ga dos, as sis ten tes so ci a is e po - lí ci as) e de sen so co mum do mau tra to e da ne gli gên cia. Os re sul ta dos in di cam um grau ele va do de con sis tên cia en tre os di fe ren tes gru pos. To dos con cor da ram que o mau tra to não é uma en ti da de úni ca, sen do os ac tos pa ren ta is agru pa dos de for ma con sis ten te em di fe ren tes ca te go ri as. Além dis so, to dos os gru pos con cor da ram com o fac to de os ac tos de mau tra to e de ne gli gên cia não se rem igual men te gra ves no seu im pac te na cri an ça. Ha via di fe ren ças den tro e en tre os gru pos na ava li a ção do ní vel de gra vi da de atri bu í do a cada um, no en tan to ha via acor do em re la ção à hi e rar quia de gra vi da de: abu so fí si co, abu so se xu al, com por ta men tos pa ren ta is pro mo to res de de lin quên cia, fal ta de su per vi são, mau tra to emo ci o nal, uso de dro - ga e ál co ol, não res pon der às ne ces si da des fí si cas, ne gli gên cia na edu ca ção e có di - gos de con du ta pa ren ta is des vi an tes.
Mostrar mais

32 Ler mais

A narratividade em jovens vítimas de maus tratos na infância: estudo exploratório

A narratividade em jovens vítimas de maus tratos na infância: estudo exploratório

O mau trato de crianças tem sido um tópico de enorme preocupação e discussão no contexto da sociedade contemporânea. Embora seja um fenómeno tão antigo como a própria civilização humana, apenas mais recentemente tem sido alvo de interesse. De facto, a história da Humanidade encontra-se repleta de descrições que hoje consideramos como manifestações do fenómeno como, por exemplo, o infanticídio ou a venda de crianças. Contudo, data apenas da segunda metade do século XIX o primeiro caso oficial de maltrato infantil, quando um pai é condenado em tribunal por práticas maltratantes e abusivas em relação à sua filha de 9 anos (Martins, 2002). Este caso chamou, na época, a atenção da sociedade para as práticas educativas e estratégias disciplinares usadas pelos progenitores face à educação da sua prole, algumas das quais ameaçadoras da integridade desta última. Não obstante, foi somente no século passado que se pode assistir a um esforço efectivo das sociedades (principalmente, ocidentais) através da criação de organismos e instituições públicas destinadas à detecção de situações de maus tratos e à protecção da criança.
Mostrar mais

168 Ler mais

Extravasamento trabalho-família: quando é que as condições de trabalho contribuem para práticas maternas abusivas?

Extravasamento trabalho-família: quando é que as condições de trabalho contribuem para práticas maternas abusivas?

Resumo: Na análise do equilíbrio trabalho-família, tem-se salientado o efeito de extravasamento (spillover). Neste estudo, realizado por entrevista semiestruturada a uma amostra de 102 mães portuguesas (incluindo 79 sinalizadas por mau trato e negligência), abordam-se os impactos da situação profissional das mães nas práticas parentais abusivas. Os resultados sugerem, como prevíamos, que a relação da situação profissional (estatuto e horas de trabalho) com a parentalidade abusiva não é directa, mas moderada por algumas variáveis psicossociais. Encontraram-se efeitos de extravasamento negativo para o mau trato materno em condições de fracos recursos pessoais percebidos e de insatisfação laboral; o extravasamento negativo para negligência materna ocorre apenas quando há pouco controlo percebido sobre a situação de trabalho ou atribuições internas de incapacidade. Por outro lado, o efeito de extravasamento pode ser positivo quando as mães atribuem os problemas laborais a factores externos (e.g., condições de trabalho).
Mostrar mais

19 Ler mais

RELATORIO ESTÁGIO   Rui Gil

RELATORIO ESTÁGIO Rui Gil

40 O contacto com os utentes idosos e seus familiares nem sempre é fácil pela diferença de idades e hábitos sócio-culturais, pois apesar de preservar os direitos do utente (respeito, privacidade, dignidade, entre outros), mesmo o profissional de saúde é confrontado com atitudes de desagrado por parte do idoso. Pela sua sub-referenciação, o tema da violência e mau-trato é dificilmente recebido pelo utente idoso e pela sua família, pois como refere Ferreira-Alves (2004), existe o medo de perda do cuidador mesmo que sendo este abusivo; ficar só sem ter ninguém que o cuide; ser colocado numa instituição; perda de privacidade e de relações familiares; recriminações pelo alegado abusador; exposição pública e intervenção exterior; ninguém acreditar no abuso e ser responsáveis pelo comportamento abusivo. De forma a minorar e eliminar as barreiras identificadas, a minha postura pautou-se por ser calma, descontraída, profissional e de proximidade (Phaneuf, 2005).
Mostrar mais

106 Ler mais

A influência da configuração do trato vocal na sonoridade da flauta

A influência da configuração do trato vocal na sonoridade da flauta

trato vocal a partir dos resultados de Chiba e Kajiiyama (1941) e de Arai (2001). São realizadas medições com os dois modelos de trato vocal discutidos por Arai (2001), construídos em acrílico e configurados para a vogal /a/. Depois de um experimento perceptivo, Maeda et al.(2004) concluem que os dois modelos são capazes de produzir a vogal /a/, embora sejam encontradas diferenças na qualidade do som. A partir de uma análise do espectro resultante por LPC (linear predictive coding), os autores notam que os formantes de 1 a 4 são praticamente idênticos, “embora o modelo de placas apresente larguras de banda mais amplas” (MAEDA et al., 2004: 64). Assim, concluem que a qualidade da produção de vogais dos dois modelos é praticamente a mesma.
Mostrar mais

123 Ler mais

Infecções do trato urinário: análise da freqüência e do perfil de sensibilidade dos agentes causadores de infecções do trato urinário em pacientes com cateterização vesical crônica.

Infecções do trato urinário: análise da freqüência e do perfil de sensibilidade dos agentes causadores de infecções do trato urinário em pacientes com cateterização vesical crônica.

Introdução: As infecções do trato urinário (ITU) ganharam maior importância entre as infecções hos- pitalares, principalmente a relacionada à sondagem vesical crônica (80% de todas as ITU). Objetivos: Avaliar a freqüência e o perfil de sensibilidade dos agentes causadores de ITU em pacientes cronica- mente sondados em acompanhamento ambulatorial. Método: Dividido em duas etapas: coleta de dados laboratoriais com análises do perfil de sensibilidade dos agentes encontrados por laminocultivo e de prontuários, sendo instituída uma correlação clinicolaboratorial com os dados dos pacientes. Resultados: A amostra do trabalho foi de 109 pacientes, com uma análise de 858 culturas das quais 674 (78,57%) foram positivas. Em relação às culturas de urina, os agentes etiológicos mais comuns encontrados foram a Pseudomonas aeruginosa (42,77% – 288 amostras), seguida por Escherichia coli (13,14% – 89 amostras) e Candida sp. (7,68% – 52 amostras). Segundo as medicações orais de escolha para o tratamento ambulatorial, a sensibilidade do norfloxacino para bacilos gram-negativos variou de 40% a 44,34% e do ciprofloxacino de 35,13% a 51,37%. Os principais fatores de risco foram tempo de cateterização, idade e diagnóstico de base. Discussão: A faixa etária predominante dos pacientes foi a da sétima década de vida, o tempo de sondagem foi inferior a três anos e o diagnóstico de base principal a hiperplasia prostática benigna (HPB). O perfil de sensibilidade para os bacilos gram-negativos mostrou uma sensibilidade variável perante antibióticos indicados para a ITU. Conclusão: Concluímos em nosso estudo que n = 674 (78,57%) das uroculturas dos pacientes sondados são positivas para bactérias ou fungos. O agente mais freqüente de ITU nesses pacientes é a Pseudomonas aeruginosa, seguida da Escherichia coli, o segundo agente mais freqüente.
Mostrar mais

7 Ler mais

O eleitor, o político e o marketing político - o bom, o mau e o feio

O eleitor, o político e o marketing político - o bom, o mau e o feio

Este julgamento de valor é antagônico à perspectiva de alguns pesquisadores (e.g. ZAJONC, 1980) de que não é possível separar a razão da emoção durante o processo de construção de pref[r]

123 Ler mais

O delinquente em cada um de nós: uma introdução à pedagogia do “mau exemplo” nos videogames

O delinquente em cada um de nós: uma introdução à pedagogia do “mau exemplo” nos videogames

Por fim, o terceiro capítulo, denominado “Retóricas do Crime e Poéticas do fora-da-lei: rastros de uma pedagogia do “mau exemplo” nos videogames”, direciona o leitor, de forma específica e circular, à série GTA (Grand Theft Auto). O autor tece relevantes informações sobre o jogo ao percorrer a história do título desde seu início até os dias atuais, demonstrando que, em todos os jogos da franquia, é possível perceber o fenômeno criminal. Isso então apontaria para uma forma, obviamente delineada pelos criadores dos jogos, de fazer o GTA ser uma constante verbalização da marginalidade e das situações decorrentes dela e de seus agentes. Cruz Junior afirma que, ao se analisar o GTA, é possível perceber de maneira intrínseca a relação entre a violência e os videogames; contudo, embora relação ainda é cercada de tabus. Essa análise, se feita de forma pertinente, desnudaria a percepção de uma violência não vinculada ao simples entretenimento, mas revelaria uma realidade terrível e fria, exemplo do que acontece diariamente pelo mundo. Então, GTA, com suas interações, se torna um óbvio e excelente protótipo, apontando para verdades deixadas inauditas em variados loci.
Mostrar mais

6 Ler mais

Análise do trato vocal em pacientes com nódulos, fendas e cisto de prega vocal.

Análise do trato vocal em pacientes com nódulos, fendas e cisto de prega vocal.

Logo após a avaliação foi realizada a nasofibrolarin- goscopia com fibroscópico Mashida ENT 30 P III acoplado a micro câmera Toshiba, fonte de luz Alphatron, que foi introduzido pela narina, posicionado logo abaixo do pa- lato mole para verificação dos ajustes do trato vocal. O paciente foi instruído a fazer uma vogal prolongada /a/ e fala espontânea. Os exames foram gravados em fita VHS, videocassete modelo JVC super VHS.

5 Ler mais

Arq. Bras. Cardiol.  vol.91 número6

Arq. Bras. Cardiol. vol.91 número6

Clinicamente, o paciente pode apresentar quadro sugestivo de infecção viral com porta de entrada em trato respiratório superior ou trato gastrointestinal que precede habitualmente em [r]

10 Ler mais

11. Neurobiologia da dor e dos mecanismos de defesa: uma revisão da literatura

11. Neurobiologia da dor e dos mecanismos de defesa: uma revisão da literatura

Em seu trajeto descendente, ao longo do trato espinhal do nervo trigêmeo, os axônios emitem ramos colaterais para todos os segmentos do núcleo do trato espinhal do nervo [r]

10 Ler mais

COMO EU TRATO AS DERMATITES PERIESTOMA.

COMO EU TRATO AS DERMATITES PERIESTOMA.

Em estomaterapia, a Enfermagem tem como uma das responsabilidades mais significativas, a manutenção da integridade da pele periestoma, como parte de um triduo que necessita manter-se e[r]

5 Ler mais

Show all 861 documents...