Mediador/a de leitura.

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Diretrizes para constituir docentes formadores de leitores e para o desempenho da biblioteca escolar como espaço mediador da leitura

Diretrizes para constituir docentes formadores de leitores e para o desempenho da biblioteca escolar como espaço mediador da leitura

Precisamente, o interesse em estudar a formação dos docentes em relação às suas práticas leitoras e à atuação da biblioteca escolar como espaço mediador de recursos pedagógicos foi motivado por nossa experiência como bolsista de iniciação científica (2003- 2005), nos projetos “Práticas Leitoras nas Escolas Públicas do Conjunto Ceará” e “Ampliando os Espaços da Escola Pública: a Leitura e a Biblioteca Escolar na Condução desse Processo”. Nesses projetos, desenvolvemos pesquisas sobre leitura, biblioteca escolar e formação dos professores, sob a coordenação da Prof.ª Dr.ª Ana Maria Sá de Carvalho e com o apoio da Prof.ª Ms.ª Rute Batista de Pontes.
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Saberes necessários ao professor mediador da leitura literária infantil

Saberes necessários ao professor mediador da leitura literária infantil

Acrescenta-se a dificuldade apresentada pelas professoras o fato de estarem ainda construindo seus saberes experiências, visto que é o primeiro ano de docência das colaboradoras. Tardif (2014) afirma que os saberes experienciais são construídos no prazo de 01(um) a 05 (cinco) anos e após esse tempo se transforma em habitus. Portanto, por mais que as professoras se dediquem o tempo ainda é insuficiente para que elas internalizem alguns saberes advindos da experiência em sala de aula. Porém, quando responderam que todos os dias realizam uma leitura deleite com seus alunos e que fazem isso porque foram orientadas pela supervisora, evidencia que um saber foi adquirido por um de seus pares.
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Competência em informação e o bibliotecário mediador da leitura em biblioteca pública

Competência em informação e o bibliotecário mediador da leitura em biblioteca pública

proibir que um aluno, no instante em que lê, esqueça tudo o que o constitui enquanto sujeito, consiste em privar-lhe do acesso à leitura. Considerar uma leitura correta ou incorreta é defender o ideal do logocentrismo, que pressupõe a origem do significado como algo presente na palavra. Nesse equívoco pode estar uma das causas para alguns dos problemas ligados ao ensino de leitura nas escolas em geral, como a falta de interesse dos alunos e metodologias de ensino de leitura inadequadas.

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Bibliotecário mediador de leitura e de práticas culturais em comunidades vulneráveis

Bibliotecário mediador de leitura e de práticas culturais em comunidades vulneráveis

A dinâmica dos trabalhos realizados durante três anos contribuiu em grande medida para formar leitores naquela comunidade, estimular maior frequência na biblioteca e despertar a sua consciência crítica e cidadã. Contribuiu para isso a ação dos futuros bibliotecários, que agregaram conhecimentos teóricos e técnicos para organizar o acervo da biblioteca, com a adoção de um sistema de classificação simples e funcional; e conhecimento político pedagógico, que possibilitou potencializar o acervo através de orientação de pesquisa escolar e leitura crítica direcionada a públicos distintos, em especial ao público infantil e juvenil.
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O papel mediador das interações sociais e da prática pedagógica na aquisição da leitura e da esenta

O papel mediador das interações sociais e da prática pedagógica na aquisição da leitura e da esenta

Também com o objetivo de investigar as relações entre habilidades metalingüísticas diversas sobre aquisição da língua escrita, Rego e Bryant ( 1993) realizaram um estudo longitudinal no qual crianças eram examinadas em tarefas fonológicas e em tarefa planejada para medir suas habilidades de utilizar regras sintáticas e semânticas. Em seguida, estes escores foram relacionados com aspectos diferentes tanto da leitura quanto da escrita nos 18 meses subseqüentes. Ficou evidenciado que as habilidades fonológicas eram capazes de predizer os progressos que as crianças alcançaram na aprendizagem da associação letra-som. Ficou patente, também, que os escores nas tarefas sintáticas e semânticas eram bons vaticinadores de suas habilidades em utilizar o contexto para ajudá-las a decifrar palavras difíceis inseridas em sentenças com significado. Além do mais, estes autores consideraram que as habilidades fonológicas não eram capazes de predizer o sucesso da criança em utilizar o contexto, e que suas habilidades nas tarefas sintáticas e semânticas não implicavam nenhuma relação significante com o uso de regras letras-sons. Desta maneira, demonstrou-se que cada forma de conhecimento lingüístico contribui de forma independente e específica.
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O PROJETO GRÁFICO COMO MEDIADOR DE LEITURA: O CASO DO REENDEREÇAMENTO

O PROJETO GRÁFICO COMO MEDIADOR DE LEITURA: O CASO DO REENDEREÇAMENTO

Pensares em Revista, São Gonçalo-RJ, n. 9, p. 62 - 81, 2016 DOI: 10.12957/pr.2016.30909 Oscilando entre o literal e o simbólico, as ilustrações de Fernando Vilela ora selecionam aspectos do cenário, dos personagens ou de cenas que localizam o leitor no tempo e no espaço, além de reiterarem determinados acontecimentos ou características; ora se atêm a elementos geradores de impressões mais subjetivas. A organização de texto e imagem no espaço visual da página dupla varia bastante; ora a ilustração ocupa as duas páginas, ora uma só, alternando entre a esquerda (que costuma tratar do que já é conhecido do leitor) e a direita (que seria a página nobre, onde o olhar se detém primeiro). A ilustração também divide espaço com o texto na mesma página. Essa variedade de organização exige que o leitor opte por uma ordem de leitura a cada virada de página, obrigando-o a realizar idas e vindas entre o texto e a imagem que afetam o ritmo da leitura, retardando-o e oferecendo ao leitor oportunidades de se demorar na página para refletir, fazer associações, enfim.
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A carência de estudos sobre literatura infantil nos currículos de graduação de Biblioteconomia no Brasil

A carência de estudos sobre literatura infantil nos currículos de graduação de Biblioteconomia no Brasil

Resumo: A literatura infantil, que traz a leitura literária implícita no seu conceito, pode incitar ao usufruto do conhecimento artístico, poético e contribuir para o conhecimento intelectual. A literatura infantil, promotora da leitura por prazer, contribui para o desenvolvimento do leitor e de suas habilidades críticas. O bibliotecário, especialmente o que trabalha em biblioteca escolar, infantil ou pública, ao exercer o papel de mediador da informação, tem, como uma de suas funções, promover o diálogo com a criança-leitora a fim de compreender e saciar os interesses de leitura desse público específico. Dessa forma, sua formação no curso de graduação em biblioteconomia deve corresponder ao que o mercado de trabalho exige, tendo em vista que suas responsabilidades sociais, e mesmo pessoais com cada leitor, serão requisitadas. O presente artigo objetiva apontar como estão os currículos de graduação em biblioteconomia no Brasil em relação ao estudo da literatura infantil. A metodologia utilizada é quali-quantitativa, de cunho exploratório e, de acordo com os procedimentos técnicos, bibliográfica e documental. Os resultados apontaram que apenas 20% dos cursos de biblioteconomia, todos em nível de bacharelado, ofertados na modalidade presencial, possuem em seus currículos disciplinas que estudam a literatura infantil, e destes, a maioria encontra-se na região nordeste do Brasil.
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LA LECTURA DEL CATALOGADOR PROFESIONAL Y SU PAPEL COMO MEDIADOR DE LA INFORMACIÓN

LA LECTURA DEL CATALOGADOR PROFESIONAL Y SU PAPEL COMO MEDIADOR DE LA INFORMACIÓN

Devido à importância dos resultados da representação mediada, a leitura técnica ou leitura profissional deve ser pensada cuidadosamente como o primeiro passo para a representação do conteúdo do documento e essa leitura não pode ser linear, por este motivo vários autores indicam as partes importantes que devem merecer destaque na leitura profissional, como Cavalcanti (1989), ABNT 12.676 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1992), Mai (1997), Fujita (2004) e Redigolo (2010).

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Bibliotecários contadores de história e a mediação da leitura

Bibliotecários contadores de história e a mediação da leitura

Apresenta as contribuições do bibliotecário contador de história para a mediação da leitura, a partir das ações desenvolvidas pelo Grupo Convite de Contadores de História, que é um projeto de extensão do Departamento de Ciências da Informação, da Universidade Federal do Ceará (Brasil). O referido grupo foi criado em 2005 e é formado por estudantes do curso de Biblioteconomia. Esta ação visa desenvolver competências transversais nos futuros bibliotecários para o seu fazer profissional no âmbito da cultura e da educação, interligando ensino, pesquisa e extensão às práticas sociais cotidianas de comunidades do Estado do Ceará. Objetiva, ainda, despertar os participantes para a importância da leitura e da literatura, mediante narrativas que visem à formação de leitores. Com o intuito de refletir sobre os conceitos reportados neste trabalho, buscou-se a contribuição de autores como Benjamin (1983), Busatto (2003), Abramovich (2003), dentre outros que se destacam pelas reflexões teóricas sobre essa temática. Em conclusão, assinala-se a importância do papel do bibliotecário como mediador da leitura pelo uso das narrativas para o incentivo à formação de leitores e a compreensão de que leitura literária não é um hábito, mas um prazer.
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Atividades de leitura no ensino fundamental: uma proposta com o conto Fita verde no cabelo

Atividades de leitura no ensino fundamental: uma proposta com o conto Fita verde no cabelo

Para a formação do aluno-leitor, Braga e Silvestre (2009, pp.26-29) propõem três etapas para atividade de leitura. A primeira etapa denomina-se pré-leitura e tem por objetivo ativar o conhecimento prévio do aluno, pois de acordo com a autora ‘cada um lê com o que tem dentro de si’, a segunda etapa é a leitura-descoberta, o professor torna- se mediador e este precisa deixar claras as intenções de leitura para que o leitor possa construir a significação. A pós-leitura é a última etapa e consiste em ampliar, confirmar e ou transformar a visão de mundo do aluno-leitor.
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Hipertexto como mediador pedagógico

Hipertexto como mediador pedagógico

O hipertexto é, por definição, uma forma de escrita/leitura não-linear e não hierarquizada que permite o acesso ilimitado a blocos de informação ligados a palavras, partes de um texto ou imagens. No presente artigo tentaremos abordar algumas questões acerca do hipertexto e da sua utilização no processo de aprendizagem. Assim, durante o texto que se segue, definiremos hipertexto, discutiremos a questão da mediação na aprendizagem e o hipertexto como importante mediador na contemporaneidade. Entretanto, para que o hipertexto possa ser um bom mediador, discutiremos carga cognitiva e a forma como os jovens digitais se comportam no momento do aprendizado. Assim, o objetivo deste artigo é trazer algumas reflexões que, acreditamos, merecem ser consideradas e analisadas, para um melhor entendimento do fenômeno da aprendizagem mediada no século XXI. A metodologia é de cunho bibliográfico, procurando em autores subsídios para fundamentar o hipertexto como mediador da aprendizagem. Serão considerados os aspectos referentes à carga cognitiva dos hipertextos. Os principais resultados de nosso artigo, que se trata de um ensaio teórico, buscam promover uma perspectiva crítica em relação à carga cognitiva nos/dos discentes. Também analisamos criticamente as questões pedagógicas do hipertexto enquanto mediação para os jovens digitais.
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Jornalismo e Democracia: o papel do mediador

Jornalismo e Democracia: o papel do mediador

conjuntos de indivíduos que compartilham gostos e pactos de leitura em relação a bens simbólicos por meio dos quais adquirem identidades comuns. Ainda que não seja possível, segundo ele, generalizar as consequências sobre a cidadania resultantes desta participação crescente mediante consumo, vale observar que se, por um lado, a organização individualista dos consumos tende a nos fazer desconectar, como cidadãos, das condições comuns e da solidariedade, por outro lado, a expansão das comunicações e do consumo também pode propiciar lutas sociais melhor informadas sobre as condições nacionais.
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A escrita e as novas formas de comunicação. As políticas de leitura e o “ sustentável”

A escrita e as novas formas de comunicação. As políticas de leitura e o “ sustentável”

Devemos considerar que, nas sociedades modernas, é a escrita que institui a leitura como um mediador deterrninante na utilização de todas as técnicas modernas de comunicação.. Isso nos f[r]

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A invenção de Hugo Cabret

A invenção de Hugo Cabret

• Após as apresentações, peça para que leiam os capítulos  1 e 2 da Parte 2 em casa (se houver  tempo,  podem  começar  na  aula).  Peça  para  que  três  alunos  leiam  também  o  capítulo  3,  preparando  uma  leitura  oral  para  a  classe  na próxima  aula.  Eles  devem  ensaiar  essa  leitura, de  forma  que  possam  fazer  uma  leitura  expressiva,  com  ritmo,  volume  de  voz  e  entonação  adequados. Lembre‐os de continuar preenchendo o quadro dos capítulos. 

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Nas asas do pavão

Nas asas do pavão

• Anuncie  que  você  contará  a  história  e  peça  que  todos  a  acompanhem  pelo  folheto.  Leia  com  tranquilidade (não se preocupe em declamar como os cantadores, mas dê entonação significativa  ao texto) até a última estrofe da página quatro. Crie expectativas em torno do objeto que o irmão  viajante trará de presente ao outro, questionando: Que presentes as pessoas comumente trazem  quando  voltam  de  viagens?  E  João  Batista,  o  que  poderia  comprar  para  o  irmão  mais  novo?  Prossiga até a página 9, penúltima estrofe, e discuta com os alunos: O que está implícito no verso  “Precipício não convém!”? Articule as colocações dos alunos, garantindo que se lembrem de que o  pai esconde a filha em um sobrado e proíbe qualquer contato com ela, ameaçando de morte até  mesmo  os  criados  da  casa  que  ousarem  falar  com  ela.  Prossiga  até  a  página  12,  última  estrofe.  Promova  novas  expectativas:  O  que  o  engenheiro  pode  criar  para  ajudar  João  a  falar  com  a  condessa? Problematize as hipóteses que aparecerem à luz da coerência do texto (um telefone,  por exemplo, não ajudaria o rapaz, pois não haveria como deixar um aparelho no quarto da moça;  promova, assim, a percepção da dificuldade do obstáculo que o rapaz precisa vencer com o apoio  do engenheiro, daí a disposição em pagar o que o engenheiro quiser). Retome a leitura do texto  até  a  página  21,  até  a  segunda  estrofe,  e  abra  novamente  uma  discussão  para  construção  de  hipóteses  e  antecipação  de  conteúdos:  Vocês  acham  que  Creusa,  finalmente,  fugirá  com  João  Evangelista ou obedecerá, mais uma vez, ao pai? 
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De Repente, nas Profundezas do Bosque

De Repente, nas Profundezas do Bosque

Para  este  momento,  seria  interessante  propor  a  elaboração  coletiva  de  comentários  sobre  o  que  acharam  da  obra,  com  o  objetivo  de  recomendarem  (ou  não)  a  leitura  do  livro  para  outros  possíveis  leitores.  Para  tanto,  será  necessário  chegarem  a  um  consenso  sobre  o  que  acharam  da  obra  e  quais  qualidades  irão  destacar.  Caso  você  tenha  acesso  à  internet,  seria  muito  interessante  disponibilizar  o  comentário  da  turma  em  algum  site.  Por  exemplo,  o  site  da  Livraria  Cultura  tem  um  espaço  para  comentários dos leitores (acesse www.livrariacultura.com.br, faça uma busca pelo título da obra e será  aberta a página com as referências do livro: é só clicar sobre o título que outra página será aberta com  acesso  à  sinopse  do  livro  e  aos  comentários  de  leitores).  Lá  eles  poderão  ter  acesso  também  ao  que  outros leitores acharam da obra e comparar com as suas próprias apreciações. 
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A distância das coisas – Flávio Carneiro

A distância das coisas – Flávio Carneiro

Atenção, professor: É importante ficar claro que o Diário de Leitura é um registro do aluno para o  aluno! Embora você vá olhá‐lo, não há nenhuma intenção de torná‐lo um instrumento de controle  ou avaliação da leitura. O aluno deve experimentar tal registro como uma prática de apoio ao seu  processo  de  compreensão  e  sistematização  das  leituras  que  faz  e  como  apoio  para  as  suas  participações  durante  a  leitura.  Para  além  do  sugerido  no  roteiro,  ele  pode/deve  registrar  seus  questionamentos,  reflexões,  angústias  e  tudo  o  mais  que  a  leitura  do  livro  for  suscitando.  Dê  exemplos de anotações que você possa ter feito por ocasião da leitura do primeiro capítulo para que  eles possam concretizar do que se trata. Estimule‐os a se colocar, mas se você achar que o diário  está provocando dificuldades extras, você pode abandonar essa ideia. 
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O Diário de um Mago

O Diário de um Mago

Caminhe durante vinte minutos, na metade da velocidade que você costuma normalmente andar. Repetir o exercício durante sete dias.. – Nas cidades, no meio de nossos afazeres diários, est[r]

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Os sete saberes necessários à educação do futuro

Os sete saberes necessários à educação do futuro

Os Sete Saberes indispensáveis enunciados por Morin — As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; Os princípios do conhecimento pertinente; Ensinar a condição humana; Ensinar a iden[r]

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Histórias para pais, filhos, e netos

Histórias para pais, filhos, e netos

Mas como ele era o maior de todos os profetas, fez isto apenas para nos ensinar que, mesmo sem compreender tudo que o Senhor faz, ainda assim devemos fazer o que nos pede.. E Moisés[r]

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