Medida de Independência Funcional (MIF)

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O emprego da medida de independência funcional em idosos

O emprego da medida de independência funcional em idosos

com objetivo de investigar os efeitos clínicos, nutricionais e de reabilitação de uma suplementação nutricional oral em pacientes idosos internados para reabilitação. Tratou- se de um ensaio clínico randomizado duplo-cego com pacientes alocados no grupo controle, que recebiam dieta habitual, e no grupo intervenção que recebiam a suple- mentação. Entre os parâmetros utilizados para alcançar o objetivo proposto estava a Medida de Independência Funcional dos idosos na admissão, alta e quatro semanas após a alta. Os resultados apontaram que não houve di- ferença estatisticamente significativa entre os dois grupos na subescala motora e na MIF total ao longo das três ava- liações. No entanto, embora os benefícios funcionais e de mobilidade não tenham sido demonstrados, os demais resultados clínicos foram favoráveis e levaram os autores a recomendar a suplementação nutricional oral para pacien- tes geriátricos após fratura de quadril com a finalidade de reduzir complicações.
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Avaliação da medida de independência funcional - escala MIF - e qualidade de serviço - escala SERVQUAL - em cirurgia cardíaca

Avaliação da medida de independência funcional - escala MIF - e qualidade de serviço - escala SERVQUAL - em cirurgia cardíaca

Essa avaliação apresenta como propósito principal a objetividade do plano de tratamento, tendo em vista, as dificuldades funcionais do paciente e ao mesmo tempo, os resultados da avaliação podem ser considerados indicadores da qualidade da intervenção já realizada. A avaliação da capacidade funcional é realizada com ajuda das escalas designadas com objetivo de avaliar a habilidade do paciente em desempenhar tarefas de cuidado pessoal descrevendo ou documentando as habilidades atuais ou também monitorando mudanças no estado funcional do paciente. Escalas que podem incluir a abordagem de componentes de cuidado pessoal são usadas para fornecer informações importantes sobre a eficácia dos programas de reabilitação. Dentre as escalas mais utilizadas estão : o Índice de Bartel ( CHRISTIANSEN et al., l998) e a Medida de Independência Funcional – MIF (Funcional Measurement-FIM- Guide for the Uniform Data Set for Medical Rehabilitation, version 5.l, l997).
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Medida de independência funcional em pacientes com claudicação intermitente.

Medida de independência funcional em pacientes com claudicação intermitente.

Objetivo: Avaliar a independência funcional de pacientes com claudicação intermitente e veriicar sua associação com variáveis sociodemográicas e clínicas, capacidade de locomoção e nível de atividade física. Método: Estudo descritivo, exploratório, transversal, com abordagem quantitativa, realizado com cinquenta participantes (66,4 anos; 68% homens) no Ambulatório de Claudicação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A Medida de Independência Funcional foi utlizada para avaliar a incapacidade funcional; a Baltimore Activity Scale para estimar o nível de atividade física e o Walking Impairement Questionnaire, a capacidade de locomoção. Resultados: Observou-se independência funcional completa (124,8 ± 2,0), baixo nível de atividade física (4,2 ± 2,0) e comprometimento na capacidade de locomoção, com pior desempenho no domínio velocidade de caminhada (21,2 ± 16,4). O escore da medida de independência funcional associou-se com os escores das escalas que estimam nível de atividade física (r=0,402) e capacidade de locomoção (distância, r=0,485; velocidade, r=0,463; escada, r=0,337). Conclusão: O grau de funcionalidade está associado com a capacidade funcional desses pacientes.
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Medo de cair e sua relação com a medida da independência funcional e a qualidade de vida em indivíduos após Acidente Vascular Encefálico.

Medo de cair e sua relação com a medida da independência funcional e a qualidade de vida em indivíduos após Acidente Vascular Encefálico.

Resumo O objetivo deste estudo transversal foi avaliar o medo de cair em 52 indivíduos na fase crônica após Acidente Vascular Encefálico (AVE) e verificar sua relação com medidas de indepen- dência funcional e de qualidade de vida (QV). O medo de cair foi verificado através da versão bra- sileira da Falls Efficacy Scale International (FES- I-BRASIL), independência funcional através da Medida da Independência Funcional (MIF) e QV através da Escala de QV Específica para AVE (EQVE-AVE). Coeficientes de correlação de Spe- arman foram calculados para verificar associa- ções entre a FES-I-BRASIL e os demais instru- mentos, e o teste U de Mann-W hitney para com- parar grupos com baixa e alta preocupação em cair. Houve predomínio de indivíduos com alta preocupação em cair, maior QV e independentes. A FES-I-BRASIL foi estatisticamente associada à MIF e à EQVE-AVE, sendo o mesmo observado nas subescalas transferências e locomoção da MIF e nos domínios energia, papéis familiares, lingua- gem, mobilidade, humor, autocuidado e função do membro superior da EQVE-AVE. Assim, o medo de cair pode contribuir para a redução da inde- pendência funcional e da QV de indivíduos pós- AVE, devendo ser inserido na avaliação desses pacientes, para que maiores benefícios possam ser garantidos na reabilitação.
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Avaliação da capacidade funcional de idosos com chikungunya / Evaluation of the functional capacity of elderly with chikungunya

Avaliação da capacidade funcional de idosos com chikungunya / Evaluation of the functional capacity of elderly with chikungunya

Para avaliação da CF foi utilizada a versão brasileira validada da Medida de Independência Funcional (MIF), que apresentou boa confiabilidade (Alfa de Cronbach = 0,771) (12) . Tal instrumento serve para analisar quantitativamente a carga de cuidados exigida por um indivíduo para concretizar uma gama de tarefas motoras e cognitivas da vida diária. Esse instrumento é organizado em dois domínios: MIF motor e MIF cognitivo. Ressalta-se que o instrumento é preconizado pelo Ministério da Saúde (MS), sendo viável seu uso na realidade brasileira.
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Efeitos da intervenção com game na atenção e na independência funcional em idosos após acidente vascular encefálico.

Efeitos da intervenção com game na atenção e na independência funcional em idosos após acidente vascular encefálico.

RESUMO | O envelhecimento da população vem aumentando o número de doenças crônicas que resultam em limitações cognitivas e motoras, como o acidente vascular encefálico (AVE). O objetivo da pesquisa foi investigar os efeitos do game Motion Rehab na atenção e na independência em idosos após AVE. Trata-se de um estudo com intervenção controle antes e depois, em que participaram 10 idosos de ambos os sexos, com idade média de 67,7±7,1 anos, com predominância do AVE isquêmico e frequentadores de um Centro de Reabilitação Física. As sessões foram realizadas individualmente uma vez por semana, com duração de 15 minutos, em um período de 15 semanas. Os instrumentos utilizados foram o “Miniexame do estado mental”, a “Medida de independência funcional” (MIF), a “Escala de depressão geriátrica” e o “Teste de trilhas coloridas”. Na análise dos dados foi utilizado o teste t de Student para amostras pareadas. Os resultados determinaram diferenças significativas na atenção e na independência após as intervenções com o game. No teste de trilhas coloridas o tempo de execução reduziu de 330,5±140,8 segundos na avaliação para 259,4±112,5 segundos na reavaliação (p=0,039), além da interferência do profissional psicólogo também reduzir de 0,8±0,5 para 0,4±0,3 (p=0,036). A MIF teve inicialmente um escore de
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Avaliação funcional de pessoas com lesão medular: utilização da escala de independência funcional - MIF.

Avaliação funcional de pessoas com lesão medular: utilização da escala de independência funcional - MIF.

RESUMO: A lesão medular geralmente ocorre por trauma, ocasionando sérios transtornos ao indivíduo, família e para a sociedade, sendo um problema grave de saúde pública. O objetivo desta pesquisa foi investigar o ganho funcional de pessoas com paraplegia traumática, participantes de um programa de reabilitação, através da aplicação da Escala de Medida de Independência Funcional. Trata-se de um estudo transversal retrospectivo, quantitativo e descritivo, com análise de 228 prontuários. Foi utilizado o software Statistical Package for the Social Science versão 13 para Windows, com testes estatísticos especíicos. Os resultados apontam que ocorreram ganho funcional médio em todas as categorias de cuidados com o corpo; controle dos esfíncteres; transferir-se; locomoção e escadas. O menor ganho funcional ocorreu no item alimentar-se e toalete. A partir deste estudo conclui-se que a reabilitação promove ganhos na independência funcional, sendo fundamental para a recuperação e autonomia das pessoas com lesão medular.
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Independência funcional de pacientes com AIDS acometidos por neuroinfecções atendidos na rede Sarah do Brasil

Independência funcional de pacientes com AIDS acometidos por neuroinfecções atendidos na rede Sarah do Brasil

Objetivo: Avaliar a evolução da independência funcional de pacientes adultos com aids e neuroinfecções atendidos em programa de referência em reabilitação no Brasil. Método. Foram revisados os prontuários eletrônicos e a escala de Medida de Independência Funcional (MIF) de doentes com HIV/Aids e neuroinfecção internados para reabilitação, de janeiro de 2006 à janeiro de 2016, na Rede Sarah de Hospitais do Brasil. Considerou-se como significante as variáveis com p < 0,05. Resultados: De 573 casos de neuroinfecção, 81 tinham HIV/Aids; destes, 41 pacientes foram incluídos no estudo. A maioria era do sexo masculino (51,22%) com média de idade de 37 anos. Neuroinfecção levou ao diagnóstico de HIV/aids em 58,54% dos casos e neurotoxoplasmose foi a etiologia mais prevalente (75%). O tempo médio entre o diagnóstico de neuroinfecção e a internação para reabilitação foi de 37 meses. À admissão, 48,78% dos casos tinham dependência modificada (assistência de até 25% na tarefa), 31,15% apresentaram dependência modificada (assistência até 50% na tarefa) e 17,07% tiveram independência modificada a completa na escala MIF. Após a alta, verificou- se aumento dos escores da MIF cognitivo, motor e total em todos os grupos, dependentes e independentes ( p =0,00). A presença de múltiplas lesões nos exames de tomografia e ressonância magnética de crânio representou 65,85% dos casos e teve correlação negativa com o escore total da escala MIF de admissão ( p =0,00). Conclusão: Os dados demonstram que os pacientes com HIV/Aids acometidos por neuroinfecções podem obter ganhos funcionais com a reabilitação independente da avalição de MIF a admissão e apesar do início tardio da reabilitação.
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Independência funcional em idosos longevos na admissão hospitalar.

Independência funcional em idosos longevos na admissão hospitalar.

a escala de Medida de Independência Funcional (MIF) para a avaliação da capacidade funcional. Esta escala foi traduzida e validada para o Brasil e trata-se de um conjunto de 18 atividades divididas em duas sub-escalas: a MIF motora (MIF m) e a MIF cognitiva (MIF c). A primeira avalia as ativi- dades como autocuidado, controle de esfíncteres, transferências e locomoção. A segunda é subdivi- dida em comunicação e interação social. Para cada item pode ser atribuído um escore entre um e sete, sendo o valor sete para a atividade independente e valor um para a atividade com dependência completa. A pontuação inal corresponde à soma de todos os escores, sendo que a variação máxima equivale a 126 pontos (independência completa) e a mínima a 18 pontos (dependência total). 11
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QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE LESADOS MEDULARES

QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE LESADOS MEDULARES

A lesão medular agride fisicamente o corpo do indivíduo e traz consigo a problemática da deficiência. As sequelas desse trauma interferem na qualidade de vida e na capacidade funcional dessas pessoas, caracterizando em uma dependência de cuidados de terceiros e limitações que prosseguem por toda sua vida. O objetivo desta pesquisa foi verificar a correlação das variáveis qualidade de vida e independência funcional em homens com lesão medular traumática que realizam ou não atividade física em instituições do Distrito Federal. Para isto foram coletados dados de 30 homens com lesão medular de etiologia traumática, divididos em praticantes (N=16) e sedentários (N=14), na faixa etária de 20 a 60 anos. Para as coletas dos dados utilizou-se como instrumentos o SF-36 (medical Outcomes study 36-Item short-Form Health Survey), a Medida de Independência Funcional (MIF) e o questionário para diagnostico do nível de atividade física da população alvo (MATSUDO, 2000). No estudo a média de idade foi de 41-50 anos (36,6%) e média de tempo de lesão de 20-30 anos (36,6%); Como causa das lesões a prevalência são as armas de fogo (40%), em sua maioria as lesões são completas (73,3%) com predominância do nível torácico de lesão (76.6%). Indivíduos lesados medulares praticantes de atividade física apresentaram valores de independência funcional maior que os sedentários. O domínio capacidade funcional do SF-36 dos indivíduos que praticam atividade foi significativamente maior em relação aos sedentários. Os resultados mostraram que dentre as variáveis estudadas não houve relação significativa entre a qualidade de vida e a independência funcional. A Lesão medular traz consigo várias perdas aos indivíduos, com relação aos aspectos motores, independência funcional, nas relações sociais e consequentemente na qualidade de vida dos mesmos. Os resultados do estudo mostram que a qualidade de vida esta intimamente ligada ao estilo de vida da pessoa, por conseguinte, intervenções como a atividade física podem promover melhora da independência funcional e qualidade de vida.
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FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA NA MARCHA EM PACIENTES COM SEQUELA DE ACIDENTE VASCULAR ENCEFALICO

FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA NA MARCHA EM PACIENTES COM SEQUELA DE ACIDENTE VASCULAR ENCEFALICO

Medida de Independência Funcional (MIF): Avalia a capacidade funcional e a independência do paciente e identifica o grau de dificuldade e suas limitações, tendo sido validada no Brasil, com base na versão original do manual em inglês, seguindo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A MIF é um instrumento multidimensional que avalia o paciente em vários aspectos: o cognitivo, motor e sociais - especificados no comer, vestir, deambular, higienizar, compreender, expressar, resolver problemas, memorizar e inteirar-se socialmente (15-16) .
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Independência funcional em pacientes com doença renal crônica em tratamento hemodialítico.

Independência funcional em pacientes com doença renal crônica em tratamento hemodialítico.

Objetivo: este estudo teve como objetivo descrever e analisar a independência funcional dos pacientes atendidos nos serviços de hemodiálise, de uma cidade do interior paulista, segundo a Medida de Independência Funcional (MIF). Método: a população foi de 214 pacientes em tratamento hemodialítico, avaliados em 2011, por meio de um questionário sociodemográfico e clínico, Miniexame do Estado Mental e MIF. Resultados: a idade média da população do estudo foi de 58,01 anos e a média da MIF foi de 118,38 pontos, evidenciando nível de independência completa ou modificada dessa população. Mesmo tendo sido baixo o nível de dependência encontrado, essa dependência destacou-se no domínio locomoção, na atividade subir e descer escadas (10,28%). A idade, complicações relacionadas à hemodiálise e comorbidades apresentaram correlação negativa com a MIF. Conclusão: conhecer o nível de independência funcional dos pacientes em tratamento hemodialítico é primordial para subsidiar intervenções para a melhoria da assistência de enfermagem prestada a essa população.
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Independência funcional de pessoas portadoras de paraplegia em programa de reabilitação : resultados e fatores associados

Independência funcional de pessoas portadoras de paraplegia em programa de reabilitação : resultados e fatores associados

A lesão medular pode trazer limitações ao indivíduo, mas um programa de reabilitação que avalie o ganho funcional permite o acompanhamento, ao longo do decurso de reabilitação. O objetivo desta pesquisa foi avaliar os resultados obtidos com a aplicação da Medida de Independência Funcional (MIF) em pessoas portadoras de paraplegia em programa de reabilitação; associando tais achados com as variáveis: idade, sexo, tempo, nível e etiologia da lesão, classificação da lesão segundo o critério da ASIA (American Spinal Injury Association), tempo de hospitalização, escolaridade e complicações (úlcera de pressão, ossificação heterotópica, espasticidade e dor neuropática). Para isso foi realizado um estudo quantitativo transversal, de natureza retrospectiva, de caráter descritivo, com análise de 228 prontuários e da pontuação obtida mediante a Escala MIF. As análises foram feitas sob testes específicos com auxílio do software SPSS (Statistical Package for the Social Science), versão 13 para Windows. Os resultados mostraram que, dentre as variáveis estudadas, há uma relação direta entre a idade, o tempo de lesão, nível motor, tempo de internação e a internação com acompanhante e o ganho de independência (p< 0,05). Também há uma relação inversa entre a classificação da lesão (AIS A, B, C, D ou E) e o ganho funcional (p< 0,05). A avaliação funcional em pessoas portadoras de lesão medular, por meio da Escala de Medida de Independência Funcional, permite o acompanhamento do ganho funcional em pessoas submetidas a um programa de reabilitação.
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Capa, Resumo e Abstract

Capa, Resumo e Abstract

funcional com a presença ou não de disfagia; identificar o valor da prevalência da disfagia em idosos institucionalizados. Métodos: A amostra foi composta por 25 idosos institucionalizados, 22 do sexo feminino e 3 do sexo masculino, com idades entre os 70 e os 100 anos. Foi utilizado um goniómetro para a medição das amplitudes articulares dos movimentos da coluna cervical e foi aplicada a escala “Medida de Independência Funcional” (MIF). Resultados: A prevalência da disfagia em idosos institucionalizados foi de 24%, sendo exclusiva do sexo feminino. Verificou-se uma diminuição significativa da mobilidade da cervical nos movimentos de flexão e extensão em idosos com disfagia. As pontuações da MIF total foram significativamente menores (p=0,001) nos idosos portadores de disfagia do que nos restantes. Constatou-se uma correlação altamente positiva entre o aumento da mobilidade da extensão e a MIF total nos idosos sem disfagia. Conclusão: A mobilidade da cervical, principalmente na extensão, revelou ser importante para aumentar a independência funcional e, assim, evitar a disfagia. A prevalência da disfagia nos idosos foi expressiva, sendo de extrema importância a intervenção precoce da fisioterapia nesta área.
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DECLÍNIO FUNCIONAL COGNITIVO E RISCO DE QUEDAS EM DOENTES IDOSOS INTERNADOS José Pedro dos Santos Rodrigues

DECLÍNIO FUNCIONAL COGNITIVO E RISCO DE QUEDAS EM DOENTES IDOSOS INTERNADOS José Pedro dos Santos Rodrigues

Extraiu-se da medida de independência funcional a subescala cognitiva no sentido de verificar se nesta subescala também se evidenciavam diferenças entre os dois momentos de avaliação. A análise dos resultados permite perceber que também para a subescala cognitiva da MIF se apurou diferença estatisticamente significativa no sentido do decréscimo da pontuação média da admissão para a alta bem como correlação negativa para ambos os momentos com a idade e o número de dias de internamento. Identificaram-se também diferenças significativas entre os idosos que residem em casa própria ou com familiares, com médias de pontuação mais elevadas, e os que residem em instituições embora ambos os grupos apresentem decréscimo do primeiro momento para o segundo. Resultados idênticos foram encontrados na literatura consultada (Forrest et al., 2012).
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Nível de Funcionalidade dos pacientes com traumatismo cranioencefálico em uma Unidade de Terapia Intensiva de um Hospital Terciário

Nível de Funcionalidade dos pacientes com traumatismo cranioencefálico em uma Unidade de Terapia Intensiva de um Hospital Terciário

A partir desse contexto tornou-se necessário identificar o nível de funcionalidade dos pacientes quando derem entrada na UTI e quando receberem alta, tornando necessária a busca por metodologias de avaliação que nos permitirão avaliá-los de forma eficiente. Entre elas identificamos as Escalas de Coma de Glasgow; RASS (Richmond Agitation-Sedation Scale); Medida de Independência Funcional (MIF); Índice de Barthel e a Escala de graduação de força muscular MRC (Medical Research Council) que avaliarão o estado em que o paciente se encontra quando for internado na UTI e quando receberem alta da UTI.
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Nível de independência funcional e déficit cognitivo em idosos com doença de Alzheimer.

Nível de independência funcional e déficit cognitivo em idosos com doença de Alzheimer.

Este estudio investigó la influencia del nivel de independencia funcional de los ancianos con Enfermedad de Alzheimer según puntajes de evaluación cognitiva. La pobla- ción se compuso de 67 ancianos atendidos en el Ambulatorio de Neurología Compor- tamental del Hospital das Clínicas/Ribeirão Preto/SP/Brasil, evaluados en 2008 a través de un cuestionario para datos sociodemo- gráficos, Medida de Independencia Funcio- nal (MIF) y Mini Examen de Estado Mental (MEEM). Se observó que el déficit cognitivo influyó en el desempeño en la realización de las AVDs. La media de la MIF para ancianos sin déficit cognitivo fue de 107,7% y para aquellos con déficit, 63,2% (p<0,001). En la MIF motora, las medias fueron de 81,7 y 49,4 (p<0,001), y en la MIF cognitiva, 25,7 y 13,8 (p<0,001) respectivamente. Conocer la re- ducción de la independencia y de la capaci- dad cognitiva es indispensable para preser- var la provisión de necesidades básicas de la vida diaria. El estudio puede auxiliar en la práctica del enfermero, mejorando las con- diciones de vida del anciano y de su familia.
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Evuloção cognitiva e funcional de pacientes pós-acidente vascular cerebral - AVC

Evuloção cognitiva e funcional de pacientes pós-acidente vascular cerebral - AVC

INTRODUÇÃO: O Acidente Vascular Cerebral-AVC representa a terceira causa de morte em vários países do mundo e principal causa de incapacidade física. OBJETIVO: Investigar por meio de uma equipe multidisciplinar a severidade clínica e a Independência funcional de pacientes hemiplégicos pós-AVC. MÉTODOS: Estudo descritivo composto por 40 hemiplégicos atendidos nos 5 maiores serviços públicos de fisioterapia da cidade de Natal-RN. Foram utilizados uma ficha de avaliação; a Medida de Independência Funcional e o NIHSS. RESULTADOS: Amostra predominantemente feminina(55%), AVC Isquêmico (90%), Hemisfério cerebral direito (52,5%) e Fator de Risco Hipertensão(90%). A média da severidade clínica 13,32±4,7 e da Independência funcional 54,6±17,15. Não houve diferença significativa entre as médias funcionais dos pacientes quanto ao lado do AVC (pvalor=0,66). Existiu relação significativa entre severidade clínica e Independência funcional (r=-0,45 pvalor=0,003). CONCLUSÃO: A severidade clínica e a dependência funcional de pacientes com AVC ao darem entrada na fisioterapia são significativas e evidenciam a necessidade de além do tratamento clássico, serem incentivadas condutas educacionais que visem à conscientização da população.
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Fatores contributivos para a independência funcional de idosos longevos.

Fatores contributivos para a independência funcional de idosos longevos.

Objetivo: Veriicar os fatores socioeconômicos e clínicos que contribuem para a independência funcional dos idosos longevos de uma comunidade. Método: Estudo quantitativo transversal cuja amostra foi constituída por 214 longevos cadastrados em Unidades Básicas de Saúde. Os dados foram coletados por meio de entrevista estruturada e aplicação da Medida de Independência Funcional. Utilizou-se estatística descritiva, e para associação das variáveis foram utilizados os testes t de Student e ANOVA, e o teste de Tukey para comparações múltiplas. Resultados: As variáveis signiicativas que contribuíram para a independência funcional foram: manter-se economicamente ativo, praticar atividades físicas e de lazer, possuir participação social, consumir frutas, verduras e carne. A orientação para a realização serviços domésticos e jardinagem), que acumulam gasto ener-
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O uso de dispositivos auxiliares para a mobilidade e a independência funcional em sujeitos com Acidente Vascular Cerebral

O uso de dispositivos auxiliares para a mobilidade e a independência funcional em sujeitos com Acidente Vascular Cerebral

Resumo: Introdução: As limitações pós-AVC podem levar a dependência nas atividades de vida diária e mobilidade, requerendo o uso de dispositivos auxiliares para a mobilidade. Objetivo: Identificar os níveis de independência funcional e o uso de dispositivos auxiliares para a mobilidade entre sujeitos com AVC bem como verificar a presença de correlações entre essas variáveis. Método: Tratou-se de um estudo descritivo correlacional com amostra de conveniência, realizado em centros especializados em reabilitação física de uma cidade de médio porte do interior do Estado de São Paulo. Para tanto, foram aplicados o Formulário de Dados do Sujeito com AVC e a Medida de Independência Funcional. Os dados foram submetidos à análise descritiva simples e teste biserial. Resultados: 66,6% dos participantes faziam uso de dispositivos auxiliares para mobilidade, com maior frequência das cadeiras de rodas (10), cadeiras de banho (9) e bengalas (7). Observaram-se diferentes níveis de independência funcional para as atividades de vida diária entre a amostra, com preeminência de sujeitos dependentes (63%). Também foram identificadas correlações positivas moderadas entre o uso dos dispositivos auxiliares para a mobilidade e a independência funcional motora (p<0,05 e r=0,617) e independência total (p<0,05 e r=0,590). Conclusão: Os dados demonstram possíveis impactos da restrição na mobilidade no desempenho das atividades de vida diária com maior exigência de aspectos motores entre sujeitos com AVC, o que reforça a necessidade de intervenções em terapia ocupacional para a melhora da mobilidade entre esses sujeitos. Palavras-chave: Equipamentos de Autoajuda, Acidente Vascular Cerebral, Terapia Ocupacional.
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