Meios de comunicação para surdos

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Gestos que falam: a vivência da comunicação por surdos

Gestos que falam: a vivência da comunicação por surdos

Não obstante, a compreensão dos signos, como tampouco a compreensão do contexto, não são suficientes para que eu compartilhe de sua convicção. Pois bem, ao não compartilhar da convicção ou da crença mágica deste camponês, invalido o que há nela de “teoria" ou pseudociência, que envolve todo um conjunto de “conhecimentos técnicos”. Mas o que não se pode esquecer é que, o que constitui para nós, em contraposição à crença mágica do camponês, o domínio dos significados (...), aparece ao camponês como uma contradição à sua “ciência” também. Neste caso, a convicção do camponês, de caráter mágico, convicção em torno de sua técnicas incipientes e empíricas, se choca necessáriamente com os "significados” técnicos dos agrônomos. Daí que a relação do agrônomo com os camponeses, de ordem sistemática e programada, não possa deixar de realizar-se numa situação gnosiológica, portanto, dialógica e comunicativa. Ainda quando estivéssemos de acordo – o que não é o caso – com a ação “extensiva” do conhecimento, em que um sujeito o leva a outro (que deixa, por isto mesmo, de ser sujeito), seria necessário não somente que os signos tivessem o mesmo significado, mas também que o conteúdo do conhecimento estendido se gerasse num terreno comum aos pólos da relação. Como esta não é a situação concreta entre nós, a tendência do extensionismo é cair facilmente no uso de técnicas de propaganda, de persuasão, no vasto setor que se vem chamando “meios de comunicação de massa”. Em última análise, meios de comunicados às massas, através de cujas técnicas as massas são conduzidas e manipuladas, e, por isto mesmo, não se encontram comprometidas num processo educativo-libertador (FREIRE, 1983, p. 49).
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Os jovens surdos e a comunicação interpessoal via sms

Os jovens surdos e a comunicação interpessoal via sms

Gilberto Velho (1987) destaca ainda a importância das relações de amizade e diz que estas, assim como os laços de parentesco, são redes de convívio social fundamentais na formação da subjectividade. Uma vez que os amigos são de escolha pessoal e elementos afectivos influenciam essa escolha, nestas relações há sentimento de solidariedade, estima, companheirismo e protecção. Contudo, como enfatiza Oliveira (2008), cada um leva a sua cultura e juntos constroem activamente a sua subjectividade. Dessa forma, as redes de amizade podem ser vistas como importantes contribuintes para o processo de reprodução cultural em que normas e valores do meio social em que vivem os adolescentes podem ser aceites ou contestados. Percebe- se, portanto, que as relações entre pares são valorizadas por diversos autores como referências fundamentais no processo de formação identitária dos adolescentes e devem ser pensadas no contexto cultural e histórico. Além disso, as relações de amizade possibilitam a compreensão de como os adolescentes experienciam as imposições dos adultos, a educação que recebem dos pais, professores, bem como as possíveis redefinições das vivências; influenciam também as suas escolhas e até mesmo os meios de comunicação que utilizam.
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Acessibilidade multimodal nos meios educacionais tecnológicos para alunos surdos

Acessibilidade multimodal nos meios educacionais tecnológicos para alunos surdos

Por muito tempo, os estudos e pesquisas em relação às Línguas de Sinais (LS) foram pouco ou nada desenvolvidos, devido a muitas linhas de pesquisa que acreditavam que o surdo precisava aprender uma língua oral para se comunicar e excluíam as línguas de sinais da esfera educacional. Com o passar dos anos, as LS foram se desenvolvendo e ganhando espaço no sistema educacional. Após a criação de legislações em torno da acessibilidade no Brasil, em 2002 foi criada a Lei 10.436/2002, que reconheceu a Libras, bem como quaisquer recursos associados a ela, como meio legal de comunicação e expressão. Dessa forma, tornou-se caráter de obrigatoriedade para as prestadoras de serviços públicos a aceitação dessa língua e a promoção do atendimento acessível dos usuários surdos.
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Meios de comunicação e legitimidade na "Guerra ao Terror"

Meios de comunicação e legitimidade na "Guerra ao Terror"

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Cidades e cidadãos imaginados pelos meios de comunicação.

Cidades e cidadãos imaginados pelos meios de comunicação.

Por sua vez, o rádio, a televisão e todo o pacote telemático, comprometidos com a tarefa de descrever e narrar a cidade, redesenham suas estratégias comunicacionais para estabelecerem-se em espaços concretos e mais ou menos delimitados. Por mais transnacionais que sejam seus investimentos, a estrutura da empresa e a composição de seu público, assume-se que suas audiências esperem que lhes seja dito o que significa estar juntos. Certamente, estes meios devem cumprir o papel de contato com o que acontece em lugares distantes neste planeta globalizado. Contudo, como as cidades também se globalizam - isto é, tornam-se cenários de gestão do que ocorre nas finanças e na política, nas guerras e nos rituais diplomáticos, nos espetáculos de arte e nas religiões do mundo todo praticamente - não é difícil sincronizar as vocações locais e globais das cidades e dos meios de comunicação.
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DO PAPEL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA VIDA EM SOCIEDADE

DO PAPEL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA VIDA EM SOCIEDADE

Ter acesso à informação não implica que se passou a estar mais consciente do seu conteúdo. É preciso que os dados sejam interiorizados e assimilados por intermédio da sua transformação em conhecimento e que este produza efeitos nos comportamentos e atitudes em sociedade. Grey (1999) defende que a sociedade dita ocidental conseguiu, ao longo dos tempos, duas conquistas fundamentais: o direito à informação e o direito à educação. Realmente, estar informado dos acontecimentos e consciente das suas consequências é essencial para se sobreviver e fundamental para que uma comunidade progrida. Para tal, é necessário que exista uma boa rede de meios de comunicação que veicule as informações sobre o que se passa no mundo e nos permita interagir com ele.
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Utilização do Twitter pelos meios de comunicação portugueses

Utilização do Twitter pelos meios de comunicação portugueses

De uma forma geral, será pertinente efectuar uma verificação deste uso do Twitter para fins informativos, auto- promocionais, ou para comunicação directa com a comunidade, por parte das entidades emissoras. A variável em estudo é a própria mensagem, que será analisada pela sua natureza e pelo seu receptor, que poderá ser a comunidade em geral ou um utilizador em específico. Esta análise permitirá determinar o grau de receptividade de feedback que cada entidade se predispõe a aceitar e, de uma forma abrangente, compreender as intenções de utilização desta ferramenta de micro-blogging por parte dos vários géneros de media existentes em Portugal.
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A Espetacularização da Educação a Distância nos Meios de Comunicação

A Espetacularização da Educação a Distância nos Meios de Comunicação

Os meios de comunicação referem-se à educação como prioridade principal para o desenvolvimento pleno do país, bem como para melhoria de vida das pessoas e sua colocação bem sucedida no mercado de trabalho. Observamos, na reportagem sobre Educação do Jornal Estadão, na qual Hipólito (2014, p.01) afirma que “Zelar pela qualidade do ensino e expandir a oferta de cursos à distância são tarefas essenciais para que o Brasil continue caminhando a passos largos para se tornar um país mais próspero e mais preparado para enfrentar os desafios do seu desenvolvimento”. Um dos pontos centrais da matéria é que não se constrói uma nação sem educação de qualidade, no entanto, evidenciamos a questão da qualidade da educação condicionada aos números, ou seja, a ênfase, a prioridade é a expansão da oferta da EaD, não é, na verdade, a preocupação com a formação, especialmente no âmbito do ensino superior.
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MEIOS, MATERIALIDADES, COMUNICAÇÃO: TRÊS ENTREVISTAS

MEIOS, MATERIALIDADES, COMUNICAÇÃO: TRÊS ENTREVISTAS

Aos poucos, ficou evidente que as próprias materialidades faziam parte dos processos de produção de sentido e que o sentido mesmo não era um produto que pudesse ser formulado por fora dessas materialidades comunicacionais. Desse modo, a linguagem e a escrita passaram a ser consideradas uma das muitas possibilidades de configuração do “pensável”, mas perdiam o privilégio com que tinham atravessado boa parte do pensamento ocidental como “locus” original do “logos”. A literatura se revelou como uma prática histórica, uma “instituição” com uma data precisa no tempo, e o próprio “tempo literário” (o tempo narrativo, contínuo e estruturado segundo as condições do início, meio e fim) como sendo decorrente das estruturas da escrita (como o indicara Vilém Flusser ao longo de sua obra). Se a fotografia colocava uma sombra de dúvida nessa estrutura linear do tempo, com o cinema, a temporalidade tornou-se reversível, descontínua, efeito de uma montagem que modificava uma e outra vez o sentido do aí apresentado. Parecia que resultava evidente que o tempo narrativo da História encontrava nesses novos meios um ponto de inflexão (num texto conhecido de William Burroughs, A revolução electrónica (2010), o escritor afirma que o procedimento da montagem resulta na chave para a compreensão dos processos criativos da escrita contemporânea).
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Direitos das crianças e meios de comunicação social

Direitos das crianças e meios de comunicação social

Assim, o direito de participação das crianças, a liberdade de expressão e de emitir a sua opinião sobre questões que lhe dizem respeito devem ser salvaguardadas e incentivadas também pela comunicação social, tendo sempre em atenção que esse exercício permita salvaguardar outros interesses com igual valor, garantindo a concordância prática entre os mesmos. Assim, jamais deverá ser colhido o testemunho de uma criança abusada sexualmente, porquanto essa publicidade a estigmatiza, a expõe e a fragiliza, ou de uma criança a carecer de protecção por qualquer outra razão, ou mesmo a uma criança ou jovem menor de 18 anos que tenha praticado um delito, de modo a que essa exposição não dificulte a ressocialização, excepto quando esse contributo tenha um efeito positivo, por exemplo, no âmbito de uma investigação jornalística a sobre o sucesso da ressocialização de jovens, enfatizando os aspectos positivos da intervenção e apenas quando essa exposição já não possa apresentar-se como dificultadora da vida, por exemplo por já ter decorrido muito tempo desde a prática dos factos e o agente estar perfeitamente inserido na comunidade.
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Os meios de comunicação de massa como aparelhos de hegemonia

Os meios de comunicação de massa como aparelhos de hegemonia

dos Unidos, que possuía em seus cofres mais da metade do vo- lume de ouro mundial, tendo, em conseqUência enormes perspec tivas de poder. o trabalho desenvolvido [r]

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Regulação política dos meios de comunicação social

Regulação política dos meios de comunicação social

As ques tões em que exis te di ver gên cia na aná li se das di ver sas agên ci as crí ti cas po de rão en con trar-se, so bre tu do, em in for ma ção mul ti ní vel, já não tão di rec ta[r]

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O SURGIMENTO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E O SEU PODER DE INFLUÊNCIA

O SURGIMENTO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E O SEU PODER DE INFLUÊNCIA

Após os humanos utilizarem de sussurro, gritos, gestos e posteriormente a fala, os desenhos em cavernas e a escrita como meio de comunicação, outros métodos de se comunicarem continuaram a serem inventados pelos mesmos, como a comunicação por meio de jornais. Essa comunicação por meio de jornais se propagaram de forma muito eficaz, quando, a prensa foi inventada e sua utilização facilitava a publicação de jornais devido a agilidade do trabalho e o custo benefício que se tornaria mais barato, além disso um número maior de pessoas passariam a serem beneficiadas com as notícias jornalísticas. Os meios de comunicação que o homem utilizaria para se comunicar continuavam a sofrerem grandes transformações como os correios, que, apropriariam de outras invenções como a escrita e o papel para revolucionar seu modo de comunicar.
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O ETNÓGRAFO E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE

O ETNÓGRAFO E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE

Ao procurar manter-me a par do que continuava a acontecer na cidade, li uma série de artigos no jornal principal de Los Angeles, o “LA Times”. A série debruçava-se sobre a forma como vêm crescendo o poder e o impacto de uma das mais temidas quadrilhas locais e sobre os esforços que têm vindo a ser feitos para os suster. A leitura dos artigos permitiu-me verificar que se tratava do bairro que constitui a minha zona de estudo. A rua onde trabalhara, as estradas que percorrera diariamente, encontravam-se todas descritas nos artigos. Incluído na série, um mapa indicava os locais de transacções ilegais, criando uma documentação visual que ostracizava efectivamente a zona. Os habitantes do bairro encontram-se incluídos, implícita e automaticamente, nos negócios ilícitos que “decorrem em qualquer esquina”. A imagem dada pelos meios de comunicaçao equivale àquela que eu própria tinha da cidade antes de ter ido a Los Angeles: poluição, crime, terramotos e quadrilhas. Informada por tais artigos sobre o aumento da violência urbana associada às actividades das quadrilhas locais, encarei a ideia de aí levar a cabo um trabalho de campo sobre imigrantes sem documentos com bastante receio. Para poder começar a pesquisar, tive primeiro que ultrapassar as minhas próprias apreensões.
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Pais ouvintes, filhos surdos: barreiras na comunicação

Pais ouvintes, filhos surdos: barreiras na comunicação

O presente trabalho emerge de pesquisa que tem como objetivo caracterizar a situação de alunos surdos, cujos membros familiares são todos ouvintes. Na contemporaneidade, os estudos e pesquisas da Educação Especial no ensino regular contribuem para o desenvolvimento humano em diversas áreas da educação, em cujo contexto a escola grita por socorro. Dessa maneira, a in- vestigação se tornou uma grande aliada do professor em sala de aula cujo eixo norteador é a metodologia participativa, buscando intensi icar as inter-relações entre a escola, a família e o aluno de forma produtiva.
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Desafios da comunicação no ensino de matemática para alunos surdos

Desafios da comunicação no ensino de matemática para alunos surdos

Ainda de acordo com Brasil (2004) o intérprete de Libras está fortemente envolvido na interação comunicativa e na interação social que perpassam pelas questões das línguas dos sujeitos envolvidos. E isto é fato, pois ele processa a informação dada na língua fonte e faz escolhas que objetivam aproximar de forma mais fiel possível a língua fonte à língua alvo. Com isso, percebe-se a importância de que o intérprete possua o conhecimento técnico, pois o seu papel no contexto educacional é o de intermediador da comunicação.

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Comunicação como ferramenta essencial para assistência à saúde dos surdos.

Comunicação como ferramenta essencial para assistência à saúde dos surdos.

As ferramentas de comunicação na assistência à saúde dos surdos É por meio da comunicação que os profissionais de saúde compreendem o usuário como ser holístico e percebem sua visão de mundo; a partir daí, são capazes de entender suas necessidades e, assim, prestar assistência adequada, minimizando seu desconforto (BRITTO; SAMPERIZ, 2010). Na área de saúde, habilidades de comunicação interpessoal são imprescindíveis na assistência a qualquer usuário, e as ações dos profissionais são pautadas pela comunicação, como ferramenta-base de trabalho, independentemente da sua formação acadêmica (CHAVEIRO et al., 2010). Os profissionais de saúde devem educar-se sobre maneiras de reduzir as barreiras e garantir a assistência à saúde para todas as pessoas (SCHEIER, 2009).
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Meios de comunicação simbolicamente generalizados e a utilização do direito para a comunicação do poder

Meios de comunicação simbolicamente generalizados e a utilização do direito para a comunicação do poder

A primeira improbabilidade, a individualização das consciências, é resolvida com a utilização da linguagem, meio que permite o acoplamento estrutural do sistema psíquico com seu entorno. A segunda improbabilidade, o alcance comunicativo limitado, é tratado pelos meios de propagação, soluções tecnológicas que permitem que a informação transborde em excesso e alcance um número indefinido de pessoas, ainda que com defasagens especiais e temporais, como nos casos da telecomunicação. Entre os principais meios de propagação, tem-se a escrita, especialmente com o advento da imprensa, bem como os diversos meios desenvolvidos a partir do século XIX e por todo século XX (telefone, fax, rádio, televisão e internet). A terceira e última improbabilidade, a dificuldade de entendimento (aceitação) da comunicação é solucionada pelo desenvolvimento dos meios de consecução, ferramental de desenvolvimento refinado, denominados MCSG.
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Conglomerados midiáticos regionais: os meios de comunicação como meios de produção na territorialização do capital

Conglomerados midiáticos regionais: os meios de comunicação como meios de produção na territorialização do capital

da catalogação feita por Barros e Raslan Filho (2017b), não há na região Centro-oeste mineira, por exemplo, a presença de um número significativo de veículos online que produzam jornalismo local e regional. Mesmo que houvesse, o fato de estarem na internet não lhes garante as condições de lidar com a matéria “quente”, ou com o furo de reportagem - porque isso solicita recursos para a apuração e produção do material, o que as organizações que produzem jornalismo online nem sempre têm. Mesmo em São Paulo, que é a capital do estado com o maior PIB do país, os veículos online que se dizem independentes e alternativos à grande mídia hegemônica não detêm essas condições para lidar com a cobertura do “factual” nem com o furo de reportagem (FÍGARO, ROXO, BARROS, 2018). 134 Ainda hoje, mesmo com a presença de novos meios de produção jornalística, são os sites vinculados a grandes grupos de mídia que pautam o cotidiano e têm condições de lidar com a produção da notícia em tempo real. Nesse contexto, fora dos grandes centros urbanos, a televisão assume destaque para narrar os acontecimentos locais do cotidiano, que não aparecem nos demais materiais da rede. O jornalismo local configura-se como um nível específico da atividade social no território e participa das demais práticas sociais daqueles que vivenciam o cotidiano por ele narrado, pois lhe confere sentido e finalidade. Na sociedade contemporânea cumpre o papel de tornar público o exercício de poder político, tanto legislativo como executivo, faz ver ações de atores sociais locais, assim como problematiza pactos que orientam e participam da dinâmica da vida naquele território. Pelo exposto, os meios de comunicação local podem reproduzir e manter as maneiras de pensar hegemônicas ou transformá-las. O rádio também detém condições de narrar os acontecimentos do dia por meio do jornalismo local, mas o poder da imagem se sobrepõe nos locais onde há geração de conteúdo televisivo.
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