Membro superior parético

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AVALIAÇÃO DA QUANTIDADE E QUALIDADE DO USO DO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO EM CONTEXTO DOMICILIAR EM INDIVÍDUOS VÍTIMAS DE AVC ATRAVÉS DA ESCALA MOTOR ACTIVITY LOG Elisabete de Fátima Dinis Diz

AVALIAÇÃO DA QUANTIDADE E QUALIDADE DO USO DO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO EM CONTEXTO DOMICILIAR EM INDIVÍDUOS VÍTIMAS DE AVC ATRAVÉS DA ESCALA MOTOR ACTIVITY LOG Elisabete de Fátima Dinis Diz

Com o objetivo de avaliar a habilidade motora do membro superior parético após-AVC, fornecendo assim informação sobre a sua função e utilização espontânea, em contexto domiciliário, foi desenvolvido em 1993 por Taub, Uswatte e Morris, (Taub et al., 2004 e Taub et al., 1999) um instrumento padronizado – Motor Activity Log (MAL). Trata-se de um instrumento específico para doentes com AVC que tem em conta a “síndrome de desuso” (Uswatte et al., 2006; Uswatte et al., 2005; Van der Lee et al., 2004). A versão original é constituída por 14 itens (MAL-14) que abordam o uso do membro superior parético nas AVD (Uswatte et al., 2006; Taub et al., 1999). Posteriormente, para possibilitar a avaliação de doentes com grande comprometimento do membro superior parético, foi desenvolvida uma versão com 30 itens (MAL-30), substituindo 4 itens da MAL-14 e acrescentando 16 itens, também eles relacionados com as AVD (Uswatte et al., 2006; Taub et al., 2004).
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EFEITO DA TERAPIA ROBÓTICA NO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO DE PACIENTES COM AVE

EFEITO DA TERAPIA ROBÓTICA NO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO DE PACIENTES COM AVE

A espasticidade no membro superior é uma condição comum em indivíduos acometidos por AVE, sendo esta a disfunção que afeta a independência, qualidade de vida e humor de cerca de 80% dos sobreviventes pós AVE (CALABRÒ et al., 2017; MCLAREN et al., 2019). A terapia robótica surge com o propósito de promover aprendizagem motora do membro superior parético utilizando cenários virtuais com avatares que apresentam os movimentos do membro ou objetos com os quais o indivíduo deve interagir (COLOMER et al., 2013), e dispõe de dispositivos que podem mover de modo assistido o membro acometido pelo AVE, oferecendo assistência ou resistência ao movimento (POLLOCK et al., 2014).
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RELAÇÃO ENTRE A QUANTIDADE E QUALIDADE DO USO DO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO APÓS AVC E A CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA Joana Margarida Lopes Luís

RELAÇÃO ENTRE A QUANTIDADE E QUALIDADE DO USO DO MEMBRO SUPERIOR PARÉTICO APÓS AVC E A CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA Joana Margarida Lopes Luís

A utilização da escala Motor Activity Log (anexo III) é pertinente visto que os membros superiores são responsáveis por inúmeras atividades imprescindíveis do dia-a-dia. Este meio de avaliação é direcionado para os indivíduos que sofreram um AVC e ficaram com sequela num membro superior. Foi criada em 1993 por Taub, Uswatte e Morris, e baseia-se na síndrome do desuso. A versão original, descrita na língua inglesa, é constituída por 14 itens (MAL-14) dirigidos especialmente para incapacidades menores, pelo que, para avaliar a funcionalidade de membros mais afetados foi necessário a construção de outra versão com 30 itens (MAL-30), que foi traduzida e adaptada transculturalmente para Portugal em 2012 por Diz, Gomes e Galvão, e será esta última a ser utilizada por mim, com a sua devida autorização (anexo IV). A aplicação da escala é feita através de entrevista estruturada, seguindo as instruções padronizadas pelos autores na versão original, e pode ser respondida pelo próprio ou pelo cuidador principal. O instrumento engloba duas subescalas ordinais para a graduação das atividades com seis pontos em cada: uma relacionada com a quantidade de uso e outra com a qualidade do uso. Considerando a subescala quantitativa (QT), a sua pontuação varia de zero (0) “não usa o braço mais fraco” a cinco (5) “usa o braço mais fraco tanto como antes do AVC”. Para a subescala qu alitativa (QL) a pontuação varia de zero (0) “o braço mas fraco não foi usado para essa atividade” a cinco (5) “a capacidade para usar o braço mais fraco para essa tarefa foi tão boa como antes do AVC”. A pontuação total é obtida através do cálculo da média para cada uma das subescalas, e assim, quanto maior a média obtida nas subescalas melhor a quantidade e qualidade do uso do membro superior parético na realização das AVD´s. Na situação em que uma atividade não se aplique ao doente, o item pode ser excluído e o cálculo da média pode ser feito considerando apenas os restantes itens (Taub et al., 2004).
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Dinamometria de preensão manual como parâmetro de avaliação funcional do membro superior de pacientes hemiparéticos por acidente vascular cerebral.

Dinamometria de preensão manual como parâmetro de avaliação funcional do membro superior de pacientes hemiparéticos por acidente vascular cerebral.

RESUMO: A força muscular é a valência física mais importante. É provável que exista correlação entre a força de preensão manual e outros testes para o membro superior afetado por um acidente vascular cerebral (AVC). O propósito deste estudo é analisar o valor preditivo da dinamometria de preensão manual (DPM) para recuperação do membro superior parético por AVC. Foram avaliados 43 pacientes hemiparéticos pós-AVC (60,7 anos±12,1). Vários testes (Escala de movimento da mão (EMM), Estesiometria, Teste de caixa e blocos, 9 buracos e pinos, Escala de Ashworth modificada e Índice de Barthel) foram relacionados com a DPM. Os resultados apontaram que a DPM apresenta boa correlação com EMM e, contrariamente, os testes de destreza manual, a sensibilidade e o índice de independência funcional não apresentaram valores significativos. A DPM é um teste rápido, fácil e acessível, e pode fazer parte dos protocolos de avaliação funcional do membro superior de pacientes hemiparéticos por AVC.
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PROJECTO E ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE II ANÁLISE DE TERAPIAS COADJUVANTES DE INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA NA FUNCIONALIDADE EM DOENTES COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: REVISÃO DA LITERATURA

PROJECTO E ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE II ANÁLISE DE TERAPIAS COADJUVANTES DE INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA NA FUNCIONALIDADE EM DOENTES COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: REVISÃO DA LITERATURA

Tal como falamos anteriormente a terapia de espelho, consiste em criar a ilusão de sincronização bilateral perfeita (Oujamaa, 2009). Yavuzer et al. (2008), avaliaram os efeitos deste tipo de terapia na recuperação motora e funcionalidades relativas à mão em pacientes com AVE em fase subaguda. Foram encontradas diferenças significativas entre o grupo experimental e o grupo controlo a nível da funcionalidade do membro superior lesado, isto indica que a terapia de espelho melhora a capacidade motora e funcionalidade do membro superior parético.
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Função linfática do membro superior no pré-operatório de câncer de mama.

Função linfática do membro superior no pré-operatório de câncer de mama.

Trata-se de um estudo descritivo, no qual foram avaliadas 37 mulheres no pré-operatório de mastectomia unilateral com dissecção linfonodal dos três níveis de Berg por car- cinoma invasivo da mama. Foram realizados 37 estudos linfocintilográicos de membros superiores ipsilaterais à cirurgia e 32 contralaterais. Foram excluídas pacientes que apresentavam história de cirurgia anterior da mama, da axila e de infecção de membro superior e, ainda, presen- ça de linfedema – diagnosticado por diferença superior a 2 cm entre as medidas da circunferência dos membros su- periores. Também foram critérios de exclusão: cirurgia bi- lateral, indicação de biópsia de linfonodo sentinela prévia à dissecção axilar e radioterapia pré-operatória.
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Crioterapia e cinesioterapia no membro superior espástico no acidente vascular cerebral.

Crioterapia e cinesioterapia no membro superior espástico no acidente vascular cerebral.

A rotina de atendimentos incluiu a aplicação contínua e rápida de gelo na musculatura extensora do punho e dedos (crioestimulação), na direção da contração muscular, durante 1 minuto e 40 segundos, e de métodos de cinesioterapia (mobilização articular de punho e dedos e alongamento dos músculos fl exores de punho e dedos) no membro superior espástico, totalizando 10 minutos de atendimento, duas vezes por semana, durante dez dias, de acordo com protocolo de Schappo, Biscaro e Spredemann (11). Passado o período de intervenção supracitado, o paciente permanecia no serviço recebendo tratamento fi sioterapêutico direcionado à reabilitação dos membros inferiores e tronco, e de funções como equilíbrio e marcha.
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Patologia Periarticular de Causa Laboral do Membro Superior: Diagnóstico e Prevenção

Patologia Periarticular de Causa Laboral do Membro Superior: Diagnóstico e Prevenção

Tal resultado fica igualmente expresso na pre- sença de problemas músculo-esqueléticos no membro superior associados ao trabalho por pe- ça, quando se compara com o trabalho por hora. Temperatura: Poucos estudos têm sido desen- volvidos nesta área, contudo é uma noção expres- sa em vários trabalhos que temperaturas extre- mas são fonte de patologia ou agudização das mesmas. Sabemos que a temperatura baixa pro- voca alterações vasomotoras que podem aumen- tar as possibilidades de agravamento de patolo- gias com esta etiologia.

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Síndroma antifosfolipídica: a propósito de um caso clínico

Síndroma antifosfolipídica: a propósito de um caso clínico

Case report: A 25 year-old Caucasian woman presented with right frontal headache, radiating to the eyes, with loss of sensa- tion on the right side of the face and flattening of the right naso-labial fold. Computerized tomography of the head did not re- veal acute alterations. Loss of sensation on the right side of the body appeared after 48 hours. Computerized tomography re- vealed thrombosis of the anterior and medial third of superior longitudinal sinus. Further investigation revealed the presence of lupus anticoagulant, antinuclear antibodies (titers of 1/320), and anti-β2-glycoprotein antibodies confirming the diagnosis of antiphospholipid syndrome.
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Efeitos do treino de marcha em esteira com adição de carga ao membro inferior não parético de indivíduos com acidente vascular cerebral: ensaio clínico controlado e randomizado

Efeitos do treino de marcha em esteira com adição de carga ao membro inferior não parético de indivíduos com acidente vascular cerebral: ensaio clínico controlado e randomizado

Dentro desta perspectiva, Regnaux e colaboradores (2008) foram os primeiros a utilizar carga no MINP como forma de restrição do movimento deste membro durante a marcha. Pacientes na fase subaguda pós-AVC executaram treino em esteira com uma carga fixada ao tornozelo do MINP por meio de uma caneleira, sendo avaliados antes, imediatamente após e depois de 20 minutos de uma única sessão de treinamento. Observaram como efeitos imediatos a melhora da velocidade da marcha, comprimento do passo e cadência, além de maior descarga de peso no MIP e maior excursão do quadril e joelho paréticos, com manutenção da maioria dessas adaptações por 20 minutos. Mais recentemente, Bonnyaud e colaboradores (2013), utilizaram o mesmo protocolo proposto por Regnaux et al. (2008), mas em pacientes com AVC crônico. Tais autores não observaram efeitos imediatos da restrição sobre os parâmetros de marcha do MIP, o que sugere que o momento de aplicação desta terapia também deve ser considerado.
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Desenvolvimento de modelos biomecânicos tridimensionais do membro superior: mão e cotovelo

Desenvolvimento de modelos biomecânicos tridimensionais do membro superior: mão e cotovelo

Neste capítulo são apresentados os resultados das simulações que foram conduzidas para se estudar as órteses de membro superior atualmente desenvolvidas no Laboratório de Bioengenharia da UFMG e um exemplo de aplicação das técnicas utilizadas nas simulações anteriores para a área de ortopedia. A estratégia de apresentação dos resultados segue a seguinte lógica: estudo da influência das propriedades constitutivas dos tecidos nas forças obtidas para movimentação de flexão do dedo indicador, que é um parâmetro importante para analisar a órtese de mão; comparação dos resultados da simulação de força necessária à atuação da órtese de mão com resultados experimentais previamente obtidos e, completando a análise da órtese de membro superior, foi realizado o estudo do torque necessário para movimentação desta órtese, comparando-se os resultados da simulação com os experimentais realizados especialmente para este fim. Ao final deste capítulo, apresentam-se os resultados da análise dos diferentes tipos de fixação de fraturas supracondilares. Todas as aplicações mostradas aqui utilizam os modelos biomecânicos que foram obtidos por metodologia desenvolvida durante a realização desta tese.
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Linfonodo sentinela e dissecção axilar: análise da disfunção de membros superior...

Linfonodo sentinela e dissecção axilar: análise da disfunção de membros superior...

A fisioterapia vem alcançando cada vez o seu espaço em equipes multidiscipli- nares, utilizando-se de técnicas que abordam a reabilitação funcional de pacientes que passam por procedimentos que podem acarretar perdas funcionais imediata- mente após o tratamento. A fisioterapia no pós-operatório do câncer de mama per- mite a prevenção ou eliminação de problemas articulares inaceitáveis, facilitando assim integração do membro ipsilateral ao resto do corpo e a sua utilização em ativi- dades do dia-a-dia, prevenindo também outras possíveis complicações inerentes ao tratamento do câncer de mama (Yamamoto and Yamamoto 2007). Em um estudo clínico prospectivo que avaliou a função do ombro em 139 pacientes submetidas à dissecção axilar demonstrou que tanto a fisioterapia pós-operatória precoce ou tar- dia reduz a morbidade no ombro ipsilateral (Lauridsen, Christiansen et al. 2005).
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Microcirurgia das lesões traumáticas de nervo periférico do membro superior.

Microcirurgia das lesões traumáticas de nervo periférico do membro superior.

Iniciou-se a busca na literatura mundial nas bases de dados Medline/PubMed, LILACS e Google acadêmico. Procuraram-se artigos sobre os aspectos dos tópicos: rege- neração, estudo de condução, reparo e reabilitação das lesões traumáticas de nervo periférico no membro superior. Utilizaram-se como descritores: “nervo periférico, lesões de nervos e lesão de nervo no membro superior” (“periphe- rical nerve, nerve injuries, upper extremity nerve injuries”). Foram recuperados 33.970 artigos relacionados ao primeiro e segundo descritores, 166 publicados no ano de 2008 e 3653 ao último descritor. Os artigos foram selecionados por ano, atualização e relevância na aplicação clínica, conforme a experiência dos autores.
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Mercosul educativo na carreira de Enfermagem.

Mercosul educativo na carreira de Enfermagem.

Segundo este edital, para a participação no processo as ins- tituições devem cumprir as seguintes condições: ter caráter uni- versitário, ou seja, desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão; ter pelo menos dez anos de funcionamento; partici- par de processos avaliativos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, tendo obtido conceito igual ou maior a 4,0 (quatro); e por meio do coordenador de curso e com aprovação do pró-reitor de graduação ou cargo equivalen- te, elas devem firmar termo de compromisso de participação voluntária. Neste primeiro ciclo serão acreditados até vinte cur- sos brasileiros de Enfermagem pelo sistema ARCU-SUL.
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Fraturas de membro superior em hospitais de nível terciário e suas implicações para a saúde pública

Fraturas de membro superior em hospitais de nível terciário e suas implicações para a saúde pública

Para a realização do presente estudo foram utilizadas as bases de dados: PubMed, Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) com os seguintes descritores: upper limb and fracture and Brazil. Obteve- se inicialmente um total de 837 materiais. O número de artigos encontrados segundo base de dados e as etapas de seleção dos estudos é mostrado abaixo (Tabela 1).

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Direito Fiscal Internacional e Europeu

Direito Fiscal Internacional e Europeu

Importa também salientar que uma das principais razões historicamente identificadas para justificar os efeitos limitados da Diretiva da Poupança e que tem fundamentado algumas das críticas a esta opção do legislador europeu, prende-se com o facto de o âmbito territorial de aplicação da Diretiva da Poupança frustrar os seus objetivos sempre que o fluxo financeiro (que poderia levar à obrigação de reporte ao Estado Membro de residência de uma pessoa singular) seja redirecionado para uma estrutura intermediária estabelecida fora do território da União Europeia. Neste contexto, a solução proposta pela Diretiva 2014/48/UE consiste na desconsideração fiscal (similar ao que habitualmente se designa por transparência) de estruturas intermediárias estabelecidas fora da União Europeia que não assegurem a tributação dos fluxos de rendimentos em causa. Note-se que a solução proposta não visa, a nosso ver, questionar a legalidade das estruturas em causa, estabelecendo apenas uma consequência para efeitos fiscais, ou seja, a sua desconsideração fiscal (não jurídica, reiteramos). Tornam-se assim ineficazes para efeitos fiscais estruturas como “trusts”, fundações, sociedades civis ou “private investment companies”, salvo na medida em que estejam sujeitas a um nível razoável de tributação.
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AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO MEMBRO SUPERIOR HOMOLATERAL EM INDIVÍDUOS COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO MEMBRO SUPERIOR HOMOLATERAL EM INDIVÍDUOS COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

exige mínima integração sensório-motora, Além da natureza pouco complexa da atividade, os sujeitos com hemiparesia freqüentemente vivem em suas casas e usam seu MSH em AVDs, contribuindo para manter a força muscular. 2 O mesmo estudo destaca que nas pesquisas que encontraram diferenças, muitas variáveis que podem interferir nos resultados dos testes de força de preensão não foram bem controladas, entre elas a idade, posição do membro superior durante o teste, prática de atividades físicas, dominância, temperatura intramuscular, motivação, medidas antropométricas da mão e do corpo. No presente estudo, a amostra foi homogênea para idade, sexo, posição do membro superior, dominância e medidas antropométricas da mão, que parecem ser altamente correlacionadas com a força de preensão da mão. 13
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Qualidade de vida pós-mastectomia e sua relação com a força muscular de membro superior.

Qualidade de vida pós-mastectomia e sua relação com a força muscular de membro superior.

Com relação às técnicas de tratamento fisioterapêutico, um estudo demonstrou aumento significativo (p<0,0001) na ativação e força dos músculos deltoide médio e trapézio superior, por meio da facilitação neuromuscular proprio- ceptiva (FNP), de mulheres submetidas à mastectomia ra- dical modificada. Estas foram separadas em dois grupos: 1) mastectomia recente (até dois  anos após a cirurgia); 2) mastectomia tardia (após dois anos de cirurgia), trata- das com a técnica de FNP, duas vezes por semana, durante quatro meses. Ao término do tratamento, a força muscular do MSA foi avaliada por meio da eletroneuromiografia e a ADM por intermédio da goniometria, sendo a melhora da força e ADM mais evidente no grupo de mastectomia recente, concluindo-se que quanto antes o início na inter- venção fisioterapêutica, melhores serão os resultados da reabilitação e a reinserção dessas mulheres em suas ativi- dades cotidianas 14 .
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Aspectos ergonômicos e biomecânicos da atividade de manuseio de carga com ênfase no membro superior

Aspectos ergonômicos e biomecânicos da atividade de manuseio de carga com ênfase no membro superior

movimento e atividade eletromiográfica do segmento avaliado. A mudança na massa da carga influenciou tanto o comportamento muscular quanto o postural, mas o efeito mais pronunciado ocorreu sobre a atividade muscular. Maior ativação EMG foi registrada para o bíceps e deltóide quando os sujeitos manusearam a massa de 15 kg em comparação à massa de 7 kg. O maior esforço necessário para transferir a caixa mais pesada pode explicar esta diferença. De acordo com Kumar (1996) é possível estabelecer uma relação entre a carga externa mantida nas mãos e a carga muscular. Está bem estabelecido na literatura o fato de que o manuseio de cargas mais pesadas envolve altos níveis de esforço na coluna lombar (DAVIS e MARRAS 2000). Um comportamento similar foi observado nos músculos do membro superior. No estudo do manuseio manual de objetos cilíndricos, Habes et al (1985) relataram a ocorrência de aumento na amplitude EMG que apresentaram magnitude de 150 e 94% para o deltóide e bíceps, respectivamente, quando a massa do cilindro aumentou de 40 para 80% da contração voluntária máxima (CVM) dos sujeitos. Estes resultados corroboram os dados apresentados no presente estudo, mesmo considerando as diferenças nos parâmetros dos estudos relacionados à forma e tamanho do objeto manuseado (cilindros versus caixas).
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A cinesioterapia reduz a dor no membro superior de mulheres submetidas à mastectomia ou quadrantectomia.

A cinesioterapia reduz a dor no membro superior de mulheres submetidas à mastectomia ou quadrantectomia.

A intensidade de dor no MS homolateral à cirurgia era avaliada pela escala analógica visual (EAV) e a dor era caracterizada pelo questionário de dor de McGill, antes de iniciar a cine[r]

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