Metástase hepática

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Dimensão da margem cirúrgica nas ressecções de metástase hepática de câncer colorretal: impacto na recidiva e sobrevida.

Dimensão da margem cirúrgica nas ressecções de metástase hepática de câncer colorretal: impacto na recidiva e sobrevida.

RESUMO - Racional: Aproximadamente 50% dos pacientes com tumor colorretal apresentam metástase hepática sendo a hepatectomia o procedimento terapêutico de escolha. Discutem-se diversos fatores prognósticos; entre eles, a margem cirúrgica é fator sempre recorrente, pois não existe consenso da distância mínima necessária entre o nódulo metastático e a linha de secção hepática. Objetivos: Avaliar as margens cirúrgicas nas ressecções de metástases hepáticas de câncer colorretal e sua correlação com recidiva local e sobrevida. Métodos: Estudo retrospectivo, baseado na revisão dos prontuários de 91 pacientes submetidos à ressecção de metástases hepáticas de neoplasia colorretal. Foi realizada revisão histopatológica de todos os casos com aferição da menor margem cirúrgica e observar o resultado tardio em relação à recidiva e sobrevida. Resultados: Não houve diferença estatística nas taxas de recidiva e no tempo de sobrevivência global entre os pacientes com margens livres ou acometidas (R0vsR1), assim como não houve diferença entre as margens subcentimétricas e as maiores de 1 cm. A sobrevida livre de doença dos pacientes com margens microscopicamente acometidas foi significativamente menor do que dos com margens livres. A análise uni e multivariada não identificou a margem cirúrgica (R1, exígua ou menor que 1 cm) como fator de risco para recidiva. Conclusões: As ressecções de metástases hepáticas com margens livres de doença, independentemente das dimensões da margem, não influenciou na recidiva tumoral (intra ou extra-hepática) ou na sobrevida dos pacientes.
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Cirurgia com Localização Radioguiada de uma Metástase Hepática de Melanoma de Coroide: Relato de Caso

Cirurgia com Localização Radioguiada de uma Metástase Hepática de Melanoma de Coroide: Relato de Caso

o objetivo desse trabalho é relatar o caso de um paciente com melanoma de coroide e uma única metástase hepática, que foi localizada e excisada usando um probe de baixa energia por meio da técnica para localização radioguiada de lesões ocultas. esse relato faz parte do grupo de estudos em oncologia do curso de Medicina da unochapecó e foi inserido na avaliação e aprovação do comitê de ética em Pesquisa (ceP), sob o número de parecer 067/07.

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Metástase hepática de adenocarcinoma colorretal com disseminação endobiliar: expressão das citoqueratinas 7, 19 e 20.

Metástase hepática de adenocarcinoma colorretal com disseminação endobiliar: expressão das citoqueratinas 7, 19 e 20.

O crescimento endobiliar das neoplasias primárias e metastáticas do fígado é raro, com exceção dos colangiocarcinomas. Nas metástases esse comportamento pode suscitar difi culdade no diagnóstico diferencial com colangiocarcinomas quando são analisadas apenas as características morfológicas das neoplasias e/ou quando há associação com anormalidades que sugiram a origem biliar do tumor. Analisamos a imunoexpressão das citoqueratinas (CKs) 7, 19 e 20 em dois casos de metástase hepática de adenocarcinoma colorretal, com disseminação endobiliar, em fígados com adenoma e hamartomas biliares. Em ambos os casos, além da disseminação endobiliar da neoplasia, o epitélio biliar apresen- tava-se displásico. A neoplasia foi CK 20 positiva, CK 7 negativa, enquanto a CK 19 foi positiva no epitélio biliar normal, no displásico e na neoplasia. A CK 7 foi positiva no epitélio biliar, hamartomas e adenoma. Concluímos que o emprego da CK 7 e da CK 20 é importante em tumores com essa forma de disseminação, sobretudo quando associados aos hamartomas e adenomas biliares.
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I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS MÓDULO 2: MANEJO DAS METÁSTASES RESSECÁVEIS

I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS MÓDULO 2: MANEJO DAS METÁSTASES RESSECÁVEIS

I Consenso Brasileiro de Tratamento Multidisciplinar de Metástase Hepática Colorretais. Módulo 2: manejo das metástases ressecáveis Héber Salvador de Castro RIBEIRO 1,2,6 , Orlando Jorge Martins TORRES 1,4,5,6 , Márcio Carmona MARQUES 1,2,6 , Paulo HERMAN 1,4,5,6 , Antonio Nocchi KALIL 1,2,4,5,6 , Eduardo de Souza Martins FERNANDES 1,5, , Fábio Ferreira de OLIVEIRA 1,4,5,6 , Leonaldson dos Santos CASTRO 1,2,6 , Rodrigo HANRIOT*, Suilane Coelho Ribeiro OLIVEIRA 3 , Marcio Fernando BOFF 1,2,6 , Wilson Luiz da COSTA JR 1,2,6 , Roberto de Almeida GIL 3 , Tulio Eduardo Flesch PFIFFER 3 , Fabio Ferrari MAKDISSI 1,4,5,6 , Manoel
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Dimensão da margem cirúrgica nas ressecções de metástase hepática de câncer colorretal: impacto na recidiva e sobrevida

Dimensão da margem cirúrgica nas ressecções de metástase hepática de câncer colorretal: impacto na recidiva e sobrevida

RESUMO - Racional: Aproximadamente 50% dos pacientes com tumor colorretal apresentam metástase hepática sendo a hepatectomia o procedimento terapêutico de escolha. Discutem-se diversos fatores prognósticos; entre eles, a margem cirúrgica é fator sempre recorrente, pois não existe consenso da distância mínima necessária entre o nódulo metastático e a linha de secção hepática. Objetivos: Avaliar as margens cirúrgicas nas ressecções de metástases hepáticas de câncer colorretal e sua correlação com recidiva local e sobrevida. Métodos: Estudo retrospectivo, baseado na revisão dos prontuários de 91 pacientes submetidos à ressecção de metástases hepáticas de neoplasia colorretal. Foi realizada revisão histopatológica de todos os casos com aferição da menor margem cirúrgica e observar o resultado tardio em relação à recidiva e sobrevida. Resultados: Não houve diferença estatística nas taxas de recidiva e no tempo de sobrevivência global entre os pacientes com margens livres ou acometidas (R0vsR1), assim como não houve diferença entre as margens subcentimétricas e as maiores de 1 cm. A sobrevida livre de doença dos pacientes com margens microscopicamente acometidas foi significativamente menor do que dos com margens livres. A análise uni e multivariada não identificou a margem cirúrgica (R1, exígua ou menor que 1 cm) como fator de risco para recidiva.
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Estudo de variantes transcricionais no câncer colorretal e na metástase hepática

Estudo de variantes transcricionais no câncer colorretal e na metástase hepática

Figura 5. Representação da metástase hepática. As células do tumor primário secretam exossomos que contribuem para a formação do nicho pré-metastático. Os exossomos podem conter MIF e estimulam uma resposta pró-inflamatória, levando a produção de TGF-β pelas células de Kupffer, produção de fibronectina pelas células estreladas e ao recrutamento de células derivadas da medula óssea. Quando as células metastáticas chegam ao vaso sinusóide, elas podem ser destruídas pela presença de células NK ou evadir deste mecanismo através da ativação de Src. Contudo, a inflamação local também estimula a expressão de moléculas de adesão nas células endoteliais, facilitando a migração transendotelial das células metastáticas e a posterior entrada no espaço de Disse. Devido ao processo inflamatório local e às lesões teciduais, as células de Kupffer iniciam um processo de reparo, aumentando a produção de fatores de crescimento e de remodelagem da matriz extracelular. Por consequência, esse processo contribui para o estabelecimento e expansão da metástase. 4
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I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS MÓDULO 2: MANEJO DAS METÁSTASES RESSECÁVEIS.

I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS MÓDULO 2: MANEJO DAS METÁSTASES RESSECÁVEIS.

deve exceder dois a três meses com vistas a reduzir o risco de desaparecimento de lesões hepáticas e evitar a ocorrência de complicações pós-operatórias. O tempo total de tratamento sistêmico recomendado é de seis meses incluindo o período pré- operatório e, se utilizados, não há indicação de manutenção de agentes biológicos após ressecção completa da doença primária e metastática. Os esquemas aparentemente ativos no cenário pós-operatório são os baseados em fluoropirimidinas com ou sem oxaliplatina, uma vez que irinotecano não demonstrou beneficio após hepatectomia por metástase 16 .
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Ressecção de metástase hepática de sarcomas de partes moles.

Ressecção de metástase hepática de sarcomas de partes moles.

considerou ressecções completas aquelas em que toda a doença macroscópica foi ressecada, independente da per- sistência de doença microscópica. Neste estudo envolven- do 56 pacientes, 42 (75%) tiveram margens negativas e 14 tiveram margens microscópicas positivas, com sobrevida mediana de 39 meses e de 25 meses respectivamente, dife- rença não estatisticamente significante. Estes pacientes foram considerados como tendo ressecções completas e quando comparados com aqueles nos quais houve persis- tência de doença macroscópica ou não submetidos ao tra- tamento operatório, houve um ganho significativo em sobrevida (p < 0.0001). Apesar de não haver diferença es- tatisticamente significante em sobrevida com relação à pre- sença ou não de margens microscópicas positivas, a taxa de recorrência após ressecção hepática foi de 84% (47 pacientes). As informações precisas sobre as recorrências foram disponíveis em 39 destes 47 pacientes, tendo sido observada recidiva hepática em 56%, provavelmente devi- do à doença hepática microscópica residual, como sugeri- do pelo próprio autor. As margens microscopicamente com- prometidas estão intimamente ligadas à recidiva local e em alguns estudos com sobrevida relacionada à doença, em pacientes submetidos a ressecções para sarcomas primári- os. Conclusões precisas sobre o impacto de margens posi- tivas após ressecções hepáticas por metástases de SPM tornam-se difíceis pela pequena quantidade de estudos abordando esta questão. Considerando-se os dados en- volvendo os resultados pós-ressecção para tumores pri- mários com claro impacto negativo das margens microscó- picas comprometidas nas taxas de controle local e na sobrevida relacionada à doença, 17,18,27,28 torna-se razoável
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CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA DE ORIGEM COLORRETAL MÓDULO 3: CONTROVÉRSIAS E METÁSTASES IRRESSECÁVEIS.

CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA DE ORIGEM COLORRETAL MÓDULO 3: CONTROVÉRSIAS E METÁSTASES IRRESSECÁVEIS.

RESUMO – Neste último módulo do consenso, abordou-se alguns temas controversos. O primeiro tópico discutido foi o manejo da doença após progressão na primeira linha de quimioterapia, com foco em se ainda haveria indicação cirúrgica neste cenário. A seguir, o painel debruçou- se sobre as situações de ressecção da doença hepática na presença de doença extra-hepática, assim como, qual a melhor sequência de tratamento. O tratamento de conversão para doença inicialmente irressecável também foi abordado neste módulo, incluindo as importantes definições de quando se pode esperar que a doença se torne ressecável e quais esquemas terapêuticos seriam mais efetivos à luz dos conhecimentos atuais sobre a biologia tumoral e taxas de resposta objetiva. Por último, o tratamento da doença não passível de ressecção foi discutida, focando-se nos melhores esquemas a serem empregados e seu sequenciamento, bem como o papel da quimioembolização no manejo destes pacientes.
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I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS. MÓDULO 1: AVALIAÇÃO PRÉ-TRATAMENTO.

I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS. MÓDULO 1: AVALIAÇÃO PRÉ-TRATAMENTO.

Existem fatores que podem auxiliar na estimativa do prognóstico de pacientes com metástase hepáticas de câncer colorretal metastático submetidos à hepatectomias. Estes fatores podem ser considerados individualmente ou em associação como nos clinical risk scores. Estes fatores prognósticos são úteis para compreender os potenciais benefícios e riscos de recorrência, mas não devem, isoladamente ou em conjunto, serem utilizados para contraindicar pacientes para ressecção cirúrgica. Alguns fatores prognósticos como margem, complicações pós-operatórias e resposta patológica à quimioterapia somente podem auxiliar na estimativa do benefício ou risco após a operação.
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CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA DE ORIGEM COLORRETAL MÓDULO 3: CONTROVÉRSIAS E METÁSTASES IRRESSECÁVEIS

CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA DE ORIGEM COLORRETAL MÓDULO 3: CONTROVÉRSIAS E METÁSTASES IRRESSECÁVEIS

tópico discutido foi o manejo da doença após progressão na primeira linha de quimioterapia, com foco em se ainda haveria indicação cirúrgica neste cenário. A seguir, o painel debruçou- se sobre as situações de ressecção da doença hepática na presença de doença extra-hepática, assim como, qual a melhor sequência de tratamento. O tratamento de conversão para doença inicialmente irressecável também foi abordado neste módulo, incluindo as importantes definições de quando se pode esperar que a doença se torne ressecável e quais esquemas terapêuticos seriam mais efetivos à luz dos conhecimentos atuais sobre a biologia tumoral e taxas de resposta objetiva. Por último, o tratamento da doença não passível de ressecção foi discutida, focando-se nos melhores esquemas a serem empregados e seu sequenciamento, bem como o papel da quimioembolização no manejo destes pacientes.
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I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS. MÓDULO 1: AVALIAÇÃO PRÉ-TRATAMENTO

I CONSENSO BRASILEIRO DE TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR DE METÁSTASE HEPÁTICA COLORRETAIS. MÓDULO 1: AVALIAÇÃO PRÉ-TRATAMENTO

Effect of subcentimeter nonpositive resection margin on hepatic recurrence in patients undergoing hepatectomy for colorectal liver metastases. Evidences from 663 liver resections[r]

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Hepatectomia direita no tratamento da metástase hepática do carcinoma colorretal.

Hepatectomia direita no tratamento da metástase hepática do carcinoma colorretal.

RESUMO: Objetivos: As metástases hepáticas do carcinoma colorretal, constituem-se, atualmente, em doença potencialmente curável, através dos diversos tipos de ressecções hepáticas, entre as quais se sobressai a hepatectomia direita. Os objetivos deste trabalho são analisar a evolução pré, per e pós-operatória de pacientes submetidos a hepatectomia direita por metástases hepáticas do adenocarcinoma colorretal, seu prognóstico e a exeqüibilidade de re-ressecção nos casos de recidiva tumoral hepática. Método: Cinquenta e sete pacientes submetidos à hepatectomia direita por metástases hepáticas do carcinoma colorretal com intenção curativa, entre 1990 e 2000, no Hospital Beaujon, Clichy-França, foram analisados retrospectivamente. O período de seguimento pós-operatório foi de 33±25 meses. Resultados: Não houve mortalidade operatória. Em 29,8% dos casos houve necessidade de transfusão e o índice de complicações pós-operatórias foi de 57,9%. Metástases maiores que 5cm foram observadas em 59% dos pacientes e 78,5% apresentavam mais de uma lesão. A sobrevida de cinco anos foi de 43% e a sobrevida livre de doença no mesmo período foi de 23%.Recidiva hepática do tumor foi observada em 19,3% dos pacientes e destes, 45,5% foram submetidos à re-ressecção hepática também sem mortalidade. Conclusões: A hepatectomia direita é um procedimento seguro para o tratamento das metástases hepáticas do carcinoma colorretal confinadas no lobo direito do fígado, com baixa mortalidade e morbidez aceitável nos pacientes estudados. A sobrevida de cinco anos encontra-se dentro da média observada na literatura. As re-ressecções hepáticas mostraram-se exequíveis em cerca de metade dos casos de recidiva.
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A dualidade vida-morte na vivênciados pacientes com metástase.

A dualidade vida-morte na vivênciados pacientes com metástase.

O novo milênio traz consigo, para o Brasil, a realidade do enve- lhecimento da população e, com ele, o aumento dos números de casos de doenças crônicas, entre elas o câncer. Com o intuito de compreender como os pacientes oncológicos, em tratamento quimioterápico por ocorrência de metástase, vivenciam a possi- bilidade da morte, realizamos sete entrevistas com pacientes de uma clínica de oncologia, situada em um pequeno município do estado do Paraná. Para análise das entrevistas, utilizamos algu- mas idéias do referencial filo- sófico de Martin Heidegger. Dessa análise, a morte emergiu de vários modos: implici- tamente; como um fenômeno natural, vivido na impessoali- dade, pela morte do outro; como fenômeno que permeia a existên- cia. A condição de ser-com-o- outro permitiu que a morte se desvelasse por meio de palavras, de ações e do olhar, que ao mesmo tempo acolhe e denuncia; na relação com os profissionais de saúde, através dos modos de cui- dar quase sempre inautênticos.
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Metástase intramedular de carcinoma da tireóide: relato de caso.

Metástase intramedular de carcinoma da tireóide: relato de caso.

RESUMO - Relata-se um caso de metástase intramedular de neoplasia da glândula tireóide em uma mulher de 70 anos queixando-se há três meses de dor cervical intensa, sem déficit motor focal nem alterações de sensibilidade. Seis meses antes do início dos sintomas, a paciente foi submetida a tireoidectomia total para ressecção de adenocarcinoma tireoideano. Ressonância magnética com contraste gadolíneo mostrou lesão i n t r a m e d u l a r. Foi realizada ressecção parcial do tumor medular que revelou ao exame anatomopatológico adenocarcinoma metastático. No pós-operatório a paciente desenvolveu monoplegia crural à esquerda. PALAVRAS-CHAVE: tumor intramedular, medula espinhal, metástase, câncer da tireóide.
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Hemangioma de mama simulando metástase no PET-CT.

Hemangioma de mama simulando metástase no PET-CT.

Paciente do sexo feminino, 63 anos, apresentou, ao exame clínico, nódulo me- dindo cerca de 1,5 cm na união dos qua- drantes inferiores da mama direita, de con- tornos parcialmente definidos, com consis- tência fibroelástica e axila clinicamente negativa. De antecedentes, a paciente apre- sentava um tumor de colón já operado, e após submeter-se a quimioterapia adju- vante evoluiu com metástase pulmonar.

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Metástase cutânea como primeira manifestação de adenocarcinoma pulmonar.

Metástase cutânea como primeira manifestação de adenocarcinoma pulmonar.

Três meses antes da consulta, notou o aparecimento de um nódulo doloroso e endurecido na região epigástrica (Figura 1) sobre a cicatriz cirúrgica abdominal, com crescimento rápido. Queixava-se de anorexia (grau 3) e emagrecimento (cerca de 10 kg ou 16% do peso habitual nos 3 meses) e mostrava-se bastante incomodado com a restrição da vida social causada pelo fato de a massa ser visível sob a roupa. Negava agravamento da dispneia habitual. Ao exame físico, apresentava-se caquético, com um status de performance segundo a escala Eastern Cooperative Oncology Group igual a 1. Palpava-se uma massa endurecida e dolorosa na Figura 1 - Aspecto inicial da metástase cutânea.
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Insuficiência hepática

Insuficiência hepática

Por falta ou imperfeição na elaboração dos produ- ctos normaes da assimilação digestiva, diminue a ureo- genia e esses productos não passam além do grau de substancias extractivas, menos oxydadas e mais toxicas. A impregnação biliar dos tecidos e dos humores e a dissolução n'estes da bilirubina e dos saes ácidos bi- liares trazem novo contingente á somma de matérias nocivas, que circulam com o sangue, e quando a func- ção biligenica fica abolida, quando se estabelece a acho- lia verdadeira ou asphyxia hepática de Jaccoud, a he- moglobina das hematias, d"onde deriva o pigmento bi- liar, e as substancias gordas e albuminóides, d'onde procedem o taurocholato e o glycocholato de soda, são arrastadas pelo sangue sem experimentar o metabolis- mo, por meio do qual este liquido se depura d'ellas.
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Metástase de adenocarcinoma mamário para a hipófise: relato de caso.

Metástase de adenocarcinoma mamário para a hipófise: relato de caso.

No caso relatado, o diagnóstico definitivo somente foi obtido após a cirurgia, já que o quadro clínico de perda visual progressiva com imagem tomográfica mostrando alterações selares, s[r]

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Metástase de carcinoma de mama na hipofise: relato de um caso.

Metástase de carcinoma de mama na hipofise: relato de um caso.

Na verdade, no caso presentemente estudado, além das metastases cerebrais e hipofisárias, a paciente apresentava comprometimento de glândulas endócrinas, como a tireóide e supra-renais[r]

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