2-metil-1-butanol

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Síntese de novos homopolímeros líquido-cristalinos quirais derivados do (2S,3S)-2-cloro-3-metil-1-pentanol e S-(2)-metil-1-butanol

Síntese de novos homopolímeros líquido-cristalinos quirais derivados do (2S,3S)-2-cloro-3-metil-1-pentanol e S-(2)-metil-1-butanol

Por exemplo, L-valina, L- leucina e L-isoleucina têm s ido utilizados na síntese de ésteres líquido-cristalinos de baixa massa molecular, assim como polímeros de cadeia late[r]

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Equilibrio líquido-vapor de misturas de álcoois superiores contendo 2-propanol, 2-metil-1-propanol e 3-metil-1-butanol

Equilibrio líquido-vapor de misturas de álcoois superiores contendo 2-propanol, 2-metil-1-propanol e 3-metil-1-butanol

O ebuliômetro opera com a recirculação das fases líquida e vapor, mantidas em contato até que se atinja o estado de equilíbrio. Após a mistura líquida ser colocada no frasco de mistura (1), ela é então aquecida até entrar em ebulição na câmara (2), com a formação de vapor que arrasta gotículas de líquido. Ambas as fases (vapor + gotículas do líquido) sobem juntas através do tubo (3), denominado “Tubo de Cottrell”. Durante o percurso pelo tubo, há o contato entre o vapor e as gotículas de líquido, promovendo as trocas de energia e massa, necessárias para a caracterização do estado de equilíbrio. A mistura de líquido e vapor entra em contato com um termômetro (4), localizado no final do “Tubo de Cottrell”, que registra a temperatura de equilíbrio naquele momento, então se separa em uma corrente ascendente de vapor e descendente de líquido. O vapor continua a subir e, posteriormente, atravessa o condensador (5) e retorna ao frasco de mistura (1) na forma de vapor condensado (líquido). As gotículas de líquido retornam ao frasco de mistura (1).
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Estudo do 1-Butanol e 2-Metil-1-propanol em misturas com a gasolina e o diesel : uma análise sob a perspectiva da especificação brasileira

Estudo do 1-Butanol e 2-Metil-1-propanol em misturas com a gasolina e o diesel : uma análise sob a perspectiva da especificação brasileira

O butanol, popularmente conhecido como álcool butílico, tem sido reconhecido por pesquisadores de todo o mundo como um promissor componente para uso em misturas com combustíveis derivados do petróleo, principalmente com a gasolina, devido às suas propriedades combustíveis muito similares. Embora menos comum, a aplicação do butanol em misturas com o diesel tem sido também amplamente relatada na literatura. No presente estudo, o 1-butanol e o 2-metil-1-propanol foram testados em misturas com gasolina A e óleo diesel A S10 (10 ppm de enxofre) e S500 (500 ppm de enxofre), em proporções de até 30 % em volume. As características das misturas foram avaliadas e comparadas com padrões de qualidade definidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, o órgão que regula o setor de combustíveis no Brasil. Nas misturas com a gasolina, os resultados apontam para um aumento polinomial da massa específica e consequente redução da volatilidade, com efeitos sobre a pressão de vapor e curva de destilação, principalmente nas temperaturas especificadas de 50 % e 90 % evaporados (T50 e T90). Apesar do aumento da massa específica, leve redução no poder calorífico foi observada nas misturas pela adição do butanol. Menor efeito foi observado nos extremos da curva em T10 e PFE. Ganhos de octanagem e índice antidetonante foram observados, com notório aumento do MON nas misturas produzidas com o 2-metil-1-propanol. As misturas com diesel apresentaram respectiva redução linear e logarítmica da massa específica e viscosidade cinemática, porém sem extrapolar os limites definidos pela ANP. A variação nos gráficos de destilação e do ponto de fulgor indica um intenso aumento na volatilidade. Nas misturas com o diesel S10, houve drástica redução das temperaturas T10, porém pouco mais moderada para o T50 e T95, superando
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Cap 1 2

Cap 1 2

Para se efetuar a leitura no paquímetro, primeiro lê-se os valores inteiros (polegada ou mm) do limbo, an tes do “zero” do vernier. Depois conta-se o número de traços do vernier até aquele que coincide com um traço da escala móvel e multiplica-o pelo valor da aproximação. Entretanto, quando se usa a escala em polegadas deve-se efetuar os cálculos devidos com os valores de frações obtidos. Por exemplo: 8/16 na escala principal e 4 traços no nônio em um paquímetro com aproximação de 1/16”, lê-se 12/16” ou simplesmente 3/4”;
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2-Mendelismo[1]

2-Mendelismo[1]

 Alelo dominante: alelo cujo fenótipo se expressa mesmo quando em heterozigose.  Alelo recessivo: alelo cujo fenótipo se expressa somente em homozigose.[r]

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2-Mendelismo[1]

2-Mendelismo[1]

C RUZAMENTO ENTRE AS DIFERENTES LINHAGENS DE ERVILHAS CARÁTER ESTADO Textura da semente Lisa ou rugosa.. Cor da semente Amarela ou.[r]

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Aulas 1 2

Aulas 1 2

• CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE. Sistema Único de Saúde. Constituição Federal – Seção II, Lei Orgânica da Saúde nº 8080, Lei nº 8142, Decreto nº 99438. Publicações técnicas nº 2, 3 ed. Porto. Alegre: CONASEMS 24 p.

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2° estágio_A3-1

2° estágio_A3-1

1 PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS A NECESSITADO. OBRIGAÇÃO DE FAZER DO ESTADO. INADIMPLEMENTO. COMINAÇÃO DE MULTA DIÁRIA. ASTREINTES. PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. VALOR DESPROPORCIONAL. 1. Ação ordinária c/c pedido de tutela antecipada ajuizada em face do Estado objetivando o fornecimento do medicamento Miflasona 400 Spray e Zetron 150 mg, indicado para paciente portador de doença de Chagas e doença pulmonar obstrutiva. 2. A função das astreintes é vencer a obstinação do devedor ao cumprimento da obrigação e incide a partir da ciência do obrigado e da sua recalcitrância. 3. In casu, consoante se infere dos autos, trata-se obrigação de fazer, consubstanciada no fornecimento de medicamento ao paciente que em virtude de doença necessita de medicação especial para sobreviver, cuja imposição das astreintes objetiva assegurar o cumprimento da decisão judicial e conseqüentemente resguardar o direito à saúde. 4. "Consoante entendimento consolidado neste Tribunal, em se tratando de obrigação de fazer, é permitido ao juízo da execução, de ofício ou a requerimento da parte, a imposição de multa cominatória ao devedor, mesmo que seja contra a Fazenda Pública."(AGRGRESP 189.108/SP, Relator Ministro Gilson Dipp, DJ de 02.04.2001). 5. Precedentes jurisprudenciais do STJ: REsp 775.567/RS, Relator Min. TEORI ALBINO ZAVASCKI, DJ 17.10.2005; REsp 770.524/RS, Relatora Min.ELIANA CALMON, DJ 24.10.2005; REsp 770.951/RS, Relator Min. CASTRO MEIRA, DJ 03.10.2005; REsp 699.495/RS, Relator Min. LUIZ FUX, DJ 05.09.2005. 6. À luz do Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, valor erigido com um dos fundamentos da República, impõe-se a concessão dos medicamentos como instrumento de efetividade da regra constitucional que consagra o direito à saúde. 7. In casu, a decisão ora hostilizada pelo recorrente ratifica multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) que, além de comprometer as finanças do Estado do Rio Grande do Sul, revela-se exorbitante. 8. Recurso especial parcialmente provido. (STJ, REsp 775233 / RS ; RECURSO ESPECIAL 2005/0137890-0, Ministro LUIZ FUX, 1ª Turma, julgado em 20/06/2006, publicado em DJ 01.08.2006 p. 380).
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1 2 MatrizesDeterminantes

1 2 MatrizesDeterminantes

c. Escreva, se possível, uma linha de A como combinação linear das restantes. Discuta em função do parâmetro real  os sistemas de equações lineares:. a. Para o sistema do exercício 14.a[r]

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aulas-1-2

aulas-1-2

informação de vários tipos de ameaças para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de.. negócio[r]

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Aula 1 e 2

Aula 1 e 2

 Adição de Veículo: a incorporação de veículo, seja água ou óleo, só será fácil se este corresponder à fase externa da emulsão.... Tamanho das Gotículas: Microemulsões Emulsões 2.[r]

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Desenvolvimento de processo e avaliação técnico-econômica da produção de butanol lignocelulósico via fermentação IBE (Isopropanol-Butanol-Etanol)

Desenvolvimento de processo e avaliação técnico-econômica da produção de butanol lignocelulósico via fermentação IBE (Isopropanol-Butanol-Etanol)

Em face dessas desvantagens, a fermentação Isopropanol-Butanol-Etanol (IBE) apresenta-se como uma alternativa interessante. A mistura IBE é produzida naturalmente por algumas linhagens de Clostridium beijerinckii. Vale a pena destacar que a produção de isopropanol, em vez de acetona, permite a utilização direta da mistura IBE como biocombustível ou aditivos, o que pode resultar na exclusão do processo de separação desses produtos e, por sua vez, promover ganhos de eficiência energética. Todavia, limitações técnicas persistem, apesar da mitigação dos riscos de mercados advindos da fermentação IBE. Para sobrepujar algumas dessas limitações produtivas do processo IBE (como: baixa produtividade, baixo rendimento e efeito inibitório), a abordagem de engenharia mutagênica e metabólica têm sido usadas. No entanto, essas metodologias até o momento alcançam um sucesso limitado (BANKAR et al., 2015; GÉRANDO et al., 2016). Outras opções de tecnologia avançada são as técnicas de recuperação de produtos in situ (ISPR); contudo, elas ganharam pouco destaque para aplicação em fermentação IBE. Esses métodos ISPR baseiam- se no uso contínuo de processos de recuperação com alta seletividade para aliviar o efeito inibitório, assim como aumentar a concentração final dos produtos e melhorar a produtividade e demais índices de desempenho. Consequentemente, a etapa de separação exige um consumo menor de energia. Somado a isso, há uma redução da quantidade de vinhaça que é gerada, pois trata-se de processos que em geral operam com cargas altas de substrato (MARIANO; FILHO, 2011). Nesse contexto, GROOT e LUYBEN (1986) desenvolveram o primeiro trabalho para produção IBE utilizando adsorção como método de remoção de produtos in situ. Posteriormente, tem-se conhecimento apenas sobre o uso de pervaporação e “esgotamento” (DE VRIJE et al., 2013; MATSUMURA; TAKEHARA; KATAOKA, 1992; PYRGAKIS et al., 2016). Ainda que haja uma tímida aplicação das tecnologias ISPR para aprimorar a fermentação IBE, esses métodos (“esgotamento”, extração líquido-líquido, membrana, pervaporação, adsorção e separação a vácuo) têm sido amplamente utilizados na produção ABE (KUJAWSKA et al., 2015; OUTRAM et al., 2017). As técnicas de recuperação in situ possuem vantagens e desvantagens referentes ao aumento de escala, demanda energética, capacidade e seletividade.
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Aula 1 e 2

Aula 1 e 2

Poder Judiciário Poder Social - povo.. Fontes do Direito Fontes do direito Leis Costumes Doutrina Jurisprudência Fontes Estatais.. Fontes Não - Estatais.. LEI.[r]

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O efeito do 1-metil-4-fenil-1,2,3,6 tetrahidropiridina (MPTP) na morfologia do miocárdio de camundongo

O efeito do 1-metil-4-fenil-1,2,3,6 tetrahidropiridina (MPTP) na morfologia do miocárdio de camundongo

The findings of cardiac denervation are based on radiolabelling imaging techniques, electrophysiological studies, pharmacological dosage or immunohistochemistry in either humans or animal models (Takatsu et al. 2000, Ren et al. 2004, Amino et al. 2005, Goldstein et al. 2005, Haensch et al. 2009, Ziemssen & Reichmann 2010, Jain & Goldstein 2012), but little attention has been given to the morphological aspects of the heart, especially in studies using efficient 3-D quantitative methods in MPTP models. Assuming that sympathetic cardiac dysfunction and cardiac dysautonomia have negative consequences on cardiac muscle, this study aimed to describe a design-based stereological method for evaluating the morphoquantitative alterations ABSTRACT.- Sasahara T.H.C & Machado M.R.F. 2019. The effect of 1-methyl-4-phenyl-1,2,3,6
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EFEB aula 1 (1)....2

EFEB aula 1 (1)....2

 1891- Primeira Constituição da República Brasileira – concedeu competência ao Congresso para legislar sobre o ensino superior e estabeleceu o ensino leigo, a ser ministrado nos est[r]

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TESE_Conversão catalítica de isopropanol e 1-butanol: emprego de magnetita como catalisador em reator de fluxo contínuo de leito fixo

TESE_Conversão catalítica de isopropanol e 1-butanol: emprego de magnetita como catalisador em reator de fluxo contínuo de leito fixo

Pelas medidas de difração de raios X foi possível identificar a presença de uma única fase cristalina. As reflexões dos planos de Bragg e os parâmetros de rede refinados, a = b = c = 8,36 Å, ângulos α = β = γ = 90° se referem ao grupo de simetria cúbica Fd3m, simetría da magnetita. Os tamanhos do domínio cristalino com coerência cristalográfica foram de 31,0 nm e 29,30 nm. O valor médio do tamanho do domínio cristalino encontrado foi Fourier apresentou duas bandas, correspondentes a deformação e estiramento das ligações de 20,30 nm. A análise realizada por meio da Espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier apresentou duas bandas, correspondentes a deformação e estiramento das ligações Fe-O, em 424 cm -1 e 534 cm -1 , respectivamente, que são associadas a sítios octaédricos e tetraédricos da estrutura de espinélio invertido, corroborando com a fase cristalina identificada pela difração de raios X. As medidas de microscopia eletrônica de varredura mostraram partículas com heterogeneidade de tamanhos e morfologias irregulares.
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Activated Carbon-Loaded Polydimethylsiloxane Membranes for the Pervaporation of 1-Butanol from Aqueous Solutions

Activated Carbon-Loaded Polydimethylsiloxane Membranes for the Pervaporation of 1-Butanol from Aqueous Solutions

Amongst the activated carbon loaded membranes, the increased separation factor of 1-butanol through the 2 wt% membrane can be related to the affinity and adsorption of this less polar species, compared to water. In such membrane, the lower values for I 3 and τ 3 should favor smaller particles transport like water. This indicated that the effect of the activated carbon load in membrane affinity (thermodynamic parameter) was more important than the kinetic one. In another words, the addition of more activated carbon increased the additional mechanism for butanol permeation, indicating a facilitation way caused by such filler in the final product. 3.2.2 Temperature effect
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Características de Carcaça e da Carne de Novilhos Filhos de Vacas 1/2 Nelore 1/2 Charolês e 1/2 Charolês 1/2 Nelore Acasaladas com Touros Charolês ou Nelore.

Características de Carcaça e da Carne de Novilhos Filhos de Vacas 1/2 Nelore 1/2 Charolês e 1/2 Charolês 1/2 Nelore Acasaladas com Touros Charolês ou Nelore.

Com relação ao marmoreio da carne (Tabela 6), observa-se que os dois genótipos foram similares nessa característica (P>0,1316), sendo o marmoreio classifi- cado como "leve" nos 3/4 C 1/4 N e "leve menos" nos 3/4 N 1/4 C. Na literatura, vários são os trabalhos que demonstram que o marmoreio decresce, à medida que incrementa a participação de Charolês no genótipo (Urick et al., 1989; DeRouen et al., 1992b). No presente trabalho, observa-se que os animais com maior porcen- tagem de Charolês não foram inferiores aos 3/4 N 1/4 C. Segundo Marshall et al. (1987) e Restle et al. (1995), o bom grau de marmoreio obtido em animais cruzados é resultado do alto nível de heterose alcançado para essa característica, que pode chegar a 24% na F1. Com base nesses dados, pode-se esperar que esse nível mantenha bons valores quando forem acasalados vacas F1 com touros Charolês. Marshall et al. (1987) completa afir-
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UTILIZAÇÃO DO ADESIVO METIL-2-CIANOACRILATO E FIO DE NÁILON NA REPARAÇÃO DE FERIDAS CUTÂNEAS DE CÃES E GATOS.

UTILIZAÇÃO DO ADESIVO METIL-2-CIANOACRILATO E FIO DE NÁILON NA REPARAÇÃO DE FERIDAS CUTÂNEAS DE CÃES E GATOS.

O exame clínico foi realizado a cada três dias e constou de observação das feridas, verificando a eventual presença de reação inflamatória, deiscên- cia de sutura, afastamento das bordas da ferida, fragmentação e eliminação do adesivo metil-2- cianoacrilato. Para exame histológico, foram obtidas amostras em forma de elipse, contendo toda a exten- são da ferida, em ambos os lados, aos três, seis, nove, doze e quinze dias nas feridas craniodorsais, mediodorsais, caudodorsais, cranioventrais e caudo- ventrais, respectivamente.

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Avaliação do potencial do bagaço de laranja industrial peletizado para a produção de butanol por Clostridium beijerinckii via fermentação acetona-butanol-etanol

Avaliação do potencial do bagaço de laranja industrial peletizado para a produção de butanol por Clostridium beijerinckii via fermentação acetona-butanol-etanol

Dado que grandes concentrações de solventes podem ser tóxicas para a cepa, a engenharia genética busca através do sequenciamento identificar genes que podem estar envolvidos na solventogênese, como em C. beijerinckii 8052 uma cepa sequenciada, onde foram encontrados oito diferentes genes relacionados à fermentação solventogênica e sugere- se que a instabilidade de alguns desses genes podem estar relacionados à degeneração da estirpe. Mutantes utilizados atualmente na indústria como C. beijerinckii BA101 (patente U.S. 6358717) o qual foi desenvolvido a partir de mutagênese química, é considerada uma cepa produtora de hiperbutanol, pois tolera maiores concentrações do solvente (BLASCHEK, 2014). Cepas geneticamente modificadas já conseguem tolerar maiores concentrações de solventes, consequentemente aumentando a produtividade de butanol e diminuindo a formação de subprodutos que afetam a fermentação, incluindo a diminuição de acetona e etanol, porém a engenharia genética ainda enfrenta o desafio de desvendar a regulação genômica induzida desta cepa que apresenta características únicas (ZHENG et al., 2009; DELLOMONACO; FAVA; GONZALEZ, 2010; NANDA et al., 2017; YANG et al., 2017, 2018).
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