Micropterus salmoides

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ATTRACTANTS IN PLANT PROTEIN-BASED DIETS FOR THE CARNIVOROUS LARGEMOUTH BASS Micropterus salmoides

ATTRACTANTS IN PLANT PROTEIN-BASED DIETS FOR THE CARNIVOROUS LARGEMOUTH BASS Micropterus salmoides

RESUMO: A adição de estimulantes pode melhorar a aceitabilidade de dietas artificiais por pós-larvas e alevinos de peixes carnívoros, aumentando a ingestão de alimentos não palatáveis e a taxa de crescimento, reduzindo o tempo de alimentação e perdas alimentares. Investigou-se o uso de atrativos alimentares em dietas formuladas exclusivamente à base de proteína de origem vegetal (PV), e seus efeitos no desempenho de alevinos do carnívoro “black bass”, Micropterus salmoides, condicionados a aceitar ração seca. Novecentos juvenis (26,54 ± 1,53 g) foram estocados em 60 aquários de polietileno de 90 L (15 peixes por aquário), em delineamento experimental totalmente ao acaso (n=3), e alimentados ad libitum em duas refeições diárias (7h00 e 17h00), durante 13 dias, com uma dieta basal (100% PV) contendo seis níveis de proteína solúvel de peixe – PSP (0,5, 1,0, 1,5, 2,0, 2,5 e 3,0%); Fisharom ®
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Fish Silage in Black Bass (Micropterus Salmoides) Feed as an Alternative to Fish Meal

Fish Silage in Black Bass (Micropterus Salmoides) Feed as an Alternative to Fish Meal

The objective of this study was to use the residues of fermented sardine to elaborate the acid fish silage and its use in feed for aquaculture. Biological assay was performed by feeding largemouth bass (Micropterus salmoides) fingerlings (initial weight 22g), with extruded diets (41% crude protein; 3,600 kcal/kg digestible energy) containing 0.0, 7.5, 10.0, 12.5, or 15.0% of fish silage in partial substitution to the fish meal. The feed conversion ratio and weight gain for the treatments were: 1.26 and 15.76g; 1.11 and 17.07g; 1.19 and 17.81g; 1.18 and 19.83g; 1.47 and 14.64g, respectively. No significant differences (P<0.05) were detected among the treatments. Results indicated that it was possible to use up to 15% of acid fish silage as partial substitute for fish meal in the formulation of carnivorous fish feed.
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Avaliação do comportamento e preferência de habitat do achigâ (Micropterus salmoides, Lacépède 1802) em albufeiras de características mediterrânicas com recurso à telemetria acústica

Avaliação do comportamento e preferência de habitat do achigâ (Micropterus salmoides, Lacépède 1802) em albufeiras de características mediterrânicas com recurso à telemetria acústica

O achigã (Micropterus salmoides Lacépède, 1802) atualmente encontra-se distribuído mundialmente, no entanto, na região mediterrânica, onde é uma espécie não- indígena, encontra-se ainda pouco estudada. Este trabalho realizou-se numa albufeira alentejana, clima tipicamente mediterrânico, a albufeira das Nascentes. O principal objetivo deste trabalho foi a análise do comportamento e da preferência de habitat pelo achigã durante o período de verão. A biotelemetria acústica de posicionamento tridimensional foi a técnica utilizada neste estudo, tendo sido marcados 9 achigãs com transmissores acústicos. A eficiência de deteção do sistema instalado na albufeira, composta por 6 recetores, foi aferida através de um procedimento de teste, tendo-se verificado valores elevados para este parâmetro, na ordem dos 95,5%. Neste estudo foram utilizadas três análises estatísticas, uma em base SIG, a Kernel Density Estimation (KDE), uma PERMANOVA no programa PRIMER 6 & PERMANOVA+, e uma regressão linear no programa EXCEL, que permitiram avaliar o padrão de movimentos dos animais ao longo da albufeira, através de variáveis como home range, proporção de área utilizada e a relação entre a profundidade ocupada pelos indivíduos e a temperatura da água. Verificou-se que há uma tendência para durante o dia os achigãs apresentarem em média maiores áreas de core range (Valores médios: Dia 3ha; Noite 2,5ha) e maiores áreas de home range (Valores médios: Dia 11,8ha; Noite 10ha), embora estas diferenças não se tenham revelado estatisticamente significativas. Observou- se também uma relação significativa negativa entre a temperatura e a profundidade, ou seja, em períodos de menor temperatura da água, os peixes tendem a ocupar zonas mais fundas da albufeira. A informação obtida neste trabalho, relativamente ao comportamento dos achigãs é considerada muito relevante no contexto da gestão da espécie e destas massas de água, mais especificamente para a promoção da pesca recreativa na região mediterrânica.
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Caracterização ecológica de duas espécies de peixes exóticas predadoras no Rio Minho: perca-sol (Lepomis gibbosus) e achigã (Micropterus salmoides)

Caracterização ecológica de duas espécies de peixes exóticas predadoras no Rio Minho: perca-sol (Lepomis gibbosus) e achigã (Micropterus salmoides)

O achigã (Micropterus salmoides) (Figura 1), espécie nativa da América do Norte, é considerada uma das mais importantes espécies para a pesca desportiva, fator que favoreceu a sua distribuição em todo o mundo (Jang et al., 2006; Sanches & Rodrigues, 2011). Na Europa, foi introduzida em 1883 na Inglaterra, Escócia, Alemanha e Holanda, espalhando-se mais tarde para o resto do continente, como a Espanha, sul de França, Itália, Suíça, entre outros (Kottelat & Freyhof, 2007). Em Portugal, o achigã g anhou reconhecimento através da revista “Diana” em 1949, como um peixe a introduzir para controlo de outras espécies como os barbos e carpas (Rodrigues, 1993). Após várias tentativas de introdução, foi na lagoa das Silveirinhas que teve sucesso o desenvolvimento dos alevins. A sua proliferação pelo centro e sul do país aumentou devido à sua ótima aclimatação (Sanches & Rodrigues, 2011) , assim como a sua fama de “predador”, dividindo opiniões e gerando polémicas sobre os impactos provocados (Rodrigues, 1993).
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GROWTH AND MORTALITY OF BLACK BASS, Micropterus salmoides (PISCES, CENTRACHIDAE; LACAPÈDE, 1802) IN A RESERVOIR IN SOUTHERN BRAZIL

GROWTH AND MORTALITY OF BLACK BASS, Micropterus salmoides (PISCES, CENTRACHIDAE; LACAPÈDE, 1802) IN A RESERVOIR IN SOUTHERN BRAZIL

The species was introduced for sport-fishing purposes in many countries like Japan (Yodo & Kimura, 1996), Kenya (Aloo & Dadzie, 1995), Mozambique (Weyl & Hecht, 1999), Italy (Lorenzoni et al., 2002), Spain (Elvia & Almodóvar, 2001), and Portugal (Colares-Pereira et al., 1999). In almost all of such countries, undesirable side effects on native fauna have been reported. Micropterus salmoides introduction to Brazil was documented by Godoy (1954). The species was introduced in 1922 by Jair Lins of Belo Horizonte. After several frustrated attempts he finally succeeded in his efforts to reproduce the species in captivity. Today the black bass is widely distributed in ar- tificial systems like angling ponds, and semi-natural systems like reservoirs, from Rio de Janeiro to Rio Grande do Sul. In these systems black bass frequently form self-reproducing populations. No published scientific information about the dispersion of this species in Brazilian rivers and lakes is currently available, nor are publications on growth or other basic population parameters, which are essential for impact assessment of black bass on native fish communities.
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Retenção de proteína e energia em juvenis de "black bass" Micropterus salmoides.

Retenção de proteína e energia em juvenis de "black bass" Micropterus salmoides.

O aumento dos níveis de energia das dietas, através da inclusão de óleo nas rações, induziu aumentos significativos no acúmulo total de lipídios na carcaça quando as médias eram agrupada[r]

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