Microscopia Óptica (MO)

Top PDF Microscopia Óptica (MO):

Avaliação dos efeitos da irrigação ultrassônica passiva, por meio de microtomografia computadorizada, microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura

Avaliação dos efeitos da irrigação ultrassônica passiva, por meio de microtomografia computadorizada, microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura

O presente trabalho teve como objetivo determinar, por meio de microtomografia computadorizada (µCT), o aumento de volume interno, após realização da irrigação ultrassônica passiva (P.U.I.), em diferentes substratos (dentes humanos e bovinos); a remoção da camada de “smear” e “debris” do canal radicular, após a realização da P.U.I., com diferentes soluções irrigadoras finais, por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microscopia óptica (MO). Para a verificação do aumento de volume interno vinte dentes (dez humanos e dez bovinos) foram selecionados e padronizados em 17 mm ± 1 mm de comprimento. Os dentes humanos foram preparados até o diâmetro final # 50/05, os dentes bovinos por possuírem canais amplos não receberam preparo biomecânico. Cada dente foi fixado na base da mesa giratória do aparelho de µCT e realizou-se o primeiro exame µCT. Os espécimes foram então submetidos a P.U.I. (aparelho EMS em frequência de 32 KHz) e em seguida foi realizado o segundo exame de µCT respeitando os mesmos padrões do primeiro exame. As imagens capturadas foram comparadas antes e depois da P.U.I. Para a verificação, da remoção da camada de “smear” e “debris”, foram selecionados 46 caninos inferiores. Os dentes foram preparados até o diâmetro final # 50/05 e submetidos a P.U.I. com diferentes soluções irrigadoras finais: G3 (Soro fisiológico); G4 (NaOCl 1 %); G5 (EDTA-C 17 %); G6 (NaOCl 1 % / EDTA-C 17 %). Após a P.U.I. vinte e quatro dentes foram preparados e analisados em MEV e vinte e dois dentes foram submetidos ao processamento histológico e analisados em MO. A presença da camada de “smear” foi determinada a partir da atribuição de escores que variaram de 1 – 4. A presença de “debris” foi determinada a partir da grade de integração do software Image J. Os dados obtidos foram analisados com auxílio do software
Mostrar mais

169 Ler mais

Estudo da corrosão atmosférica do aço AISI 1020 usando a técnica de ruído eletroquímico e microscopia óptica

Estudo da corrosão atmosférica do aço AISI 1020 usando a técnica de ruído eletroquímico e microscopia óptica

ESTUDO DA CORROSÃO ATMOSFÉRICA DO AÇO AISI 1020 USANDO A TÉCNICA DE RUÍDO ELETROQUÍMICO E MICROSCOPIA ÓPTICA. O objetivo deste trabalho foi estudar a corrosão do aço AISI 1020 exposto em atmosfera contendo vapor de ácido acético (HAc). As oscilações de ruído eletroquímico (RE) e as micrografias das superfícies das amostras foram obtidas simultaneamente durante o processo de corrosão por 2000 s. Um potenciostato/galvanostato foi usado para adquirir os sinais RE e dois eletrodos idênticos de aço AISI 1020 foram utilizados como eletrodos de trabalho e outro eletrodo de aço AISI 304 como um pseudo-referência. Para as medidas eletroquímicas foi utilizada uma célula de vidro selada, saturada com vapor de HAc. A célula possui um fundo plano adaptada em um microscópio óptico (MO) a fim de obter imagens da superfície do aço, em uma taxa de 6 frames/min. As atmosferas formadas a partir de soluções de contendo 0,0%, 1,0%, 50,0% e 100% (V/V) de HAc mostraram diferentes tipos de processos corrosivos indicando diferentes mecanismos de corrosão. Para as soluções contendo 1,0%, 50,0% e 100% de HAc as amplitudes dos transientes de corrente foram 9,2 pA, 50,0 pA, 62,0 pA e 57,0 pA, respectivamente. Os resultados obtidos foram analisados através de Transformadas de Ondaletas (TO) e os resultados foram organizados em um diagrama de distribuição de energia (EDP) onde as energias são dispostas em 8 níveis de decomposição (d 1 -d 8 ). Para os experimentos realizados em atmosferas a partir de soluções contendo 1,0% de HAc a distribuição de energia está concentrada nos níveis mais altos (d 5 -d 8 ) onde o processo é caracterizado por corrosão localizada. Esse resultado foi confirmado através de imagens obtidas in situ, as quais mostraram a formação de pites. Os dados de EDP
Mostrar mais

165 Ler mais

Técnicas de caracterização microestrutural, por microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura, de aços bifásicos e multifásicos aplicados à indústria automobilística

Técnicas de caracterização microestrutural, por microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura, de aços bifásicos e multifásicos aplicados à indústria automobilística

Neste projeto foram desenvolvidas técnicas de caracterização microestrutural de aços bifásicos (dual-phase steel) e multifásicos (TRIP steel) comerciais, fornecido por indústria automobilística, aplicados atualmente como matéria-prima na produção de veículos. Neste contexto está inserido o desenvolvimento de novos aços avançados de alta resistência em consonância com o projeto ULSAB-AVC, que visa a produção de veículos seguros, viáveis economicamente e eficientes no consumo de combustível para o século 21. Foi realizada a caracterização microestrutural dos aços bifásico e multifásico, através da identificação e quantificação das fases presentes em coexistência. Neste item, serão destacadas às técnicas de caracterização microestrutural, que foram realizadas por microscopia óptica (MO) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). Uma importante contribuição foi a utilização de diferentes reagentes químicos (Beraha, técnicas de “Heat-Tinting”), além dos reagentes convencionais (Nital, solução aquosa de metabissulfito de sódio e “LePera”), já utilizados pelo Grupo de Pesquisa em Caracterização Mecânica, Microestrutural e Fractográfica de Materiais da UNESP. As microestruturas foram correlacionadas com as propriedades mecânicas do material, que foram determinadas por intermédio de ensaios de tração, objetivando a determinação da resistência à tração, do limite de escoamento e do alongamento, tendo em vista que este material tem aplicação estrutural na indústria automobilística. Como resultado foi verificada a superioridade das propriedades mecânicas dos aços bifásicos e multifásicos, se comparados aos aços carbono convencionais. Além disso, foi observado um enorme potencial na utilização industrial da técnica de Heat-Tinting, devido à sua melhor diferenciação das fases e à sua maior reprodutibilidade.
Mostrar mais

42 Ler mais

Estudos de microscopia óptica e de microscopia eletrônica de varredura em folhas de Mentha spicata e de Mentha spicata x suaveolens (Lamiaceae).

Estudos de microscopia óptica e de microscopia eletrônica de varredura em folhas de Mentha spicata e de Mentha spicata x suaveolens (Lamiaceae).

O presente trabalho tem como objetivo realizar um estudo de anatomia foliar por meio de microscopia óptica e de microscopia eletrônica de varredura em Mentha spicata L. e Mentha spicata X suaveolens, caracterizando histologicamente a lâmina foliar. Secções transversais e paradérmicas da região mediana do limbo foliar mostraram a presença de epiderme unisseriada, coberta por uma fina camada de cutícula, apresentando tricomas glandulares do tipo capitado e peltado e não glan- dulares unisseriados multicelulares, não ramificados. O mesofilo de ambas as espécies é dorsiventral, com parênquima paliçádico uniestratificado, com células alongadas e rico em inclusões citoplasmáticas. O parênquima lacunoso é formado por três a quatro camadas de células irregula- res. Os tricomas capitados presentes são classificados como do tipo I, e apresentam-se com uma célula basal, uma célula peduncular e uma grande célula apical, cujo formato varia de circular a piriforme. Os tricomas peltados consistem de uma célula basal, uma célula peduncular curta, larga e unicelular, com paredes externas cutinizadas e uma cabeça grande multicelular com 12 células secretoras, distribuídas radialmente em dois círculos concêntricos, o central com 4 células e o exter- no com 8 células, as quais acumulam o produto da secreção em uma cavidade entre a cutícula e as células secretoras; o pé do tricoma glandular está inserido em 11 células epidérmicas. Há predomi- nância de tricomas capitados em relação aos tricomas peltados em ambas as espécies de Mentha. Palavras-chave: Mentha, tricomas, anatomia foliar.
Mostrar mais

14 Ler mais

Técnica Alternativa para Montagem de Insetos em Lâminas Permanentes para Visualização em Microscopia Óptica

Técnica Alternativa para Montagem de Insetos em Lâminas Permanentes para Visualização em Microscopia Óptica

Considerando especificamente o estudo de insetos pela microscopia óptica, deve ser levado em consideração que estes possuem um exoesqueleto de quitina, normalmente firme e pigmentado, o que pode inviabilizar um exame acurado da morfologia de algumas espécies. Por outro lado, para o exame microscópico, o espécime deve ser montado sobre uma lâmina de vidro e coberto com uma lamínula, também de vidro. No caso de espécimes de grande volume, pode surgir um espaço entre lâmina e lamínula, que deve ser preenchido com alguma substância que
Mostrar mais

7 Ler mais

Reprodutibilidade do diagnóstico histopatológico de dermatoses por fotomicrografias digitais versus microscopia óptica convencional.

Reprodutibilidade do diagnóstico histopatológico de dermatoses por fotomicrografias digitais versus microscopia óptica convencional.

No Brasil, estudos sobre telepatologia ou patologia digital ainda são poucos. De modo geral, eles focalizam mais a experiência pessoal do autor ou a institucional no uso de estações de trabalho de telepatologia. Utilizam-se como critérios de avaliação dos resultados a sensibilidade, a especificidade e a acurácia diagnóstica das amostras digitais, além da observação direta, em termos porcentuais, das taxas de concordância ou discordância entre os diagnósticos intraobservador (microscopia óptica, a lâmina) e interobservador (microscopia virtual, remoto). Os resultados encontrados, habitualmente, concluem ser a telepatologia importante ferramenta diagnóstica e de ligação, em tempo real, dos serviços de cirurgia e anatomia patológica de um hospital. 9
Mostrar mais

6 Ler mais

Descrição de ovos e estádios ninfais de Triatoma carcavalloi (Hemiptera, Reduviidae) por meio de microscopia óptica.

Descrição de ovos e estádios ninfais de Triatoma carcavalloi (Hemiptera, Reduviidae) por meio de microscopia óptica.

RESUMO. Triatoma carcavalloi Jurberg, Rocha & Lent 1998, foi descrita como espécie afim de T. rubrovaria (Blanchard, 1843) e T. circummaculata (Stäl, 1859). São descritos os ovos e ninfas de T. carcavalloi por meio de microscopia óptica para fornecer novos parâmetros a serem utilizados na taxonomia dos Triatomímeos. Os ovos apresentam semelhanças com T. rubrovaria, T. circummaculata e T. infestans Klug, 1834, com ornamentações tanto na superfície como no opérculo, com células pentagonais e hexagonais, com pequenas fraturas e pontuações distribuídas de forma aleatória. As ninfas se diferenciam de todas as espécies a ela relacionadas, principalmente pela coloração e tamanho. Cada um dos cinco estádios ninfais apresenta diferenças morfológicas, no entanto, o padrão de coloração da cabeça, tórax, pernas e abdômen se mantêm, em todos os estádios.
Mostrar mais

6 Ler mais

Estudo de Fases Termotrópicas por Microscopia Óptica, Medidas de Densidade, Entálpicas e Espalhamento de Raios X

Estudo de Fases Termotrópicas por Microscopia Óptica, Medidas de Densidade, Entálpicas e Espalhamento de Raios X

Neste trabalho estudamos a influência do tamanho molecular médio sobre a natureza da transição de fase esmética A (S A )-colestérica (C) líquido-cristalina para os compostos termotrópicos de miristato de colesterila (C 14 ), nonanoato de colesterila (C 9 ) e misturas binárias de C 14 e C 9 e caproato de colesterila (C 6 ) e C 9 . Medidas de microscopia óptica foram realizadas para determinar as temperaturas de transição de fase S A − C e C -isotrópica (I ). Isto possibilitou a escolha dos intervalos de temperatura próximos às transições de fases, como referências para as outras técnicas utilizadas no trabalho. A natureza das transições de fase (descontínua, também denominada de primeira ordem, ou contínua) foi inferida através das análises de medidas de densidade e entálpicas. Os resultados evidenciaram que a transição passa de primeira ordem para contínua quando o tamanho molecular médio e a temperatura reduzida, r (definida como a razão entre as temperaturas de transição de fases S A − C e C − I ), decrescem no sistema. A ocorrência de uma transição de fase S A − C contínua foi observada para a concentração de 65% de C 9 na mistura C 6 − C 9 , para o valor de r  0, 92.
Mostrar mais

95 Ler mais

Urinálise: comparação entre microscopia óptica e citometria de fluxo.

Urinálise: comparação entre microscopia óptica e citometria de fluxo.

Introdução e objetivo: O exame de urina é um procedimento de alta demanda, trabalhoso e pouco padronizado. Este estudo teve por objetivo avaliar o desempenho de um citômetro de fluxo na realização do exame de urina de rotina. Casuística e métodos: Foram analisadas 1.140 amostras de urina através de microscopia óptica comum e de citometria de fluxo (UF-100/SYSMEX). A precisão foi estabelecida com a análise de quatro amostras de urina (20 replicações cada). O cálculo da reprodutibilidade foi realizado a partir de 30 determinações de dois controles comerciais em dias consecutivos. Resultados: As contagens de hemácias e leucócitos mostraram concordância de 91% e 93%, respectivamente. Cilindros, células e bactérias mostraram sobreposição dos valores fornecidos pelo UF-100 quando comparados com os relatados na análise microscópica. A precisão do UF-100 variou de 4% a 155%, com reprodutibilidade de 3% e 25%, dependendo do parâmetro avaliado. Conclusão: O equipamento UF-100/SYSMEX demonstra boa precisão, reprodutibilidade e concordância com a microscopia óptica. A utilização da citometria de fluxo implica numa maior agilização e padronização da rotina, bem como em uma nova maneira de reportar e interpretar o exame de urina de rotina.
Mostrar mais

6 Ler mais

Monitoramento por microscopia óptica e processamento digital de imagens do processo de conformação cerâmica por conformação com amidos comerciais

Monitoramento por microscopia óptica e processamento digital de imagens do processo de conformação cerâmica por conformação com amidos comerciais

Para a fabricação de peças cerâmicas porosas, por conformação com amido, optou-se pelo uso do dióxido de titânio, que é um sólido de coloração branca, que se apresenta em forma de pó, sendo utilizado em catálise, em membranas orgânicas e no tratamento da água. O TiO2, portanto, pode ser utilizado em diversas aplicações, inclusive quanto ao aspecto de suas propriedades de ação bacteriológica já há tempos confirmadas (MATSUNAGA, 1988). Este sólido pode se apresentar na sua estrutura cristalina, sob a forma de rutilo, anatase ou ilmenita, sendo que neste trabalho será utilizado o rutilo. De um modo geral, sua densidade média é de 4,25 g/cm 3 e limite de cisalhamento variando entre 69 e 103 MPa. Seu módulo de Young é de aproximadamente 283 GPa e a condutividade térmica de 8,8 W/m.K, a 400K (KINGERY, 1976). Outra vantagem prática da utilização do dióxido de titânio na realização deste trabalho é a facilidade de sua observação por microscopia óptica de reflexão, o que possibilita uma sensível redução nos custos operacionais, em relação ao uso de outras técnicas, como a microscopia eletrônica de varredura.
Mostrar mais

128 Ler mais

Caracterização microestrutural de um aço médio carbono e baixa liga (com estrutura bainítica/martensítica) via microscopia óptica

Caracterização microestrutural de um aço médio carbono e baixa liga (com estrutura bainítica/martensítica) via microscopia óptica

Este trabalho investiga os constituintes de um aço médio carbono e baixa liga com estrutura bainítica/martensítica, obtida através de tratamento isotérmico em baixas temperaturas, a 336 ºC e 286 ºC (próximas à temperatura de transformação martensítica), utilizando-se da microscopia óptica e de processamento metalográfico com os reagentes nital, LePera, LePera Modificado e solução aquosa à base de metabissulfito de sódio, para análise qualitativa e quantitativa das fases presentes. O ataque químico com nital foi eficiente na identificação da fase bainita, revelada com coloração marrom escuro ou preta, porém tornou difícil a distinção entre as fases martensita e austenita retida. Da mesma forma, através do ataque químico LePera foi possível a observação da fase bainita na coloração marrom escuro ou preta e o constituinte martensita-austenita retida com tonalidade clara. O reagente LePera Modificado mostrou-se mais eficiente do que o reagente LePera, principalmente para estruturas constituídas quase que totalmente pela estrutura bainítica, apresentando maior nitidez na identificação da fase bainita, revelada na coloração marrom, e do constituinte formado pelas fases martensita e austenita retida (em tonalidade clara). O ataque químico com reagente à base de metabissulfito de sódio permitiu a caracterização da austenita retida (observada em tonalidade branca). Também utilizou- se o reagente Contorno de Grão para revelar o contorno de grão da estrutura austenita, formada previamente na zona de austenitização. Uma combinação do reagente Contorno de Grão e reagente nital permitiu a visualização da nucleação e crescimento das ripas da bainita a partir dos contornos de grãos austeníticos.
Mostrar mais

162 Ler mais

Identificação de espécies de carnívoros brasileiros (mammalia: carnivora) a partir de amostras de fezes utilizando seqüências de DNA e microscopia óptica de pêlos

Identificação de espécies de carnívoros brasileiros (mammalia: carnivora) a partir de amostras de fezes utilizando seqüências de DNA e microscopia óptica de pêlos

O presente trabalho, intitulado “Identificação de espécies de carnívoros brasileiros (Mammalia: Carnivora) a partir de amostras de fezes utilizando seqüências de DNA e microscopia óptica de pêlos” foi desenvolvido como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Mestre junto ao Programa de Pós-Graduação em Zoologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

38 Ler mais

Carcinoma de células de Merkel : estudo morfométrico das fibras de colágeno do ambiente tumoral através de microscopia óptica não linear por geração de segundo harmônico

Carcinoma de células de Merkel : estudo morfométrico das fibras de colágeno do ambiente tumoral através de microscopia óptica não linear por geração de segundo harmônico

A NLOM, como o próprio nome sugere, é baseada em fenômenos ópticos não lineares, ou seja, que ocorrem como consequência da modificação das propriedades ópticas do meio mediante intensidades elevadas de luz e que variam de forma não linear com relação a intensidade do feixe luminoso incidente. Esta ferramenta utiliza lasers infravermelhos em diminutos volumes focais o que aumenta o poder de penetração tecidual e reduz o espalhamento da luz. Isto permite que este método microscópico apresente menor sinal de fundo, melhor resolução espacial, potencial para análise de espécimes espessos e menor risco de fotodano, sendo este último item bastante importante no caso de estudos in vivo. Este conjunto de características permite a avaliação de detalhes teciduais não evidentes na microscopia óptica tradicional. Além disto, geralmente não há necessidade de fixação / coloração do tecido ou adição de fluoróforo exógeno, o que traz marcante facilidade operacional. Entretanto, trata-se de método microscópico que exige equipamentos complexos de alto custo e operadores com qualificação específica (9).
Mostrar mais

65 Ler mais

Morfoanatomia do fruto de açaí em função do teor de água utilizando microscopia óptica e microtomografia de raios-X

Morfoanatomia do fruto de açaí em função do teor de água utilizando microscopia óptica e microtomografia de raios-X

Morfoanatomia do fruto de açaí em função do teor de água utilizando microscopia óptica e microtomografia de raios-X / Gisele Vieira Ribeiro. Dissertação (Mestrado) -- Universidade Fede[r]

71 Ler mais

Coleta e preparação de pêlos de mamíferos para identificação em microscopia óptica

Coleta e preparação de pêlos de mamíferos para identificação em microscopia óptica

O grampo em “C” foi mais difícil de manusear, a superfí- cie de contato com a lâmina é menor e a pressão exercida é menos homogênea, resultando em impressões melhores no local da pressão do que em outros pontos da lâmina. Com a utiliza- ção da morsa com braços retangulares que acompanham apro- ximadamente a forma e o tamanho das lâminas de microscopia óptica foi possível obter impressões cuticulares mais homogê- neas ao longo da lâmina, além de poder ser fixada à bancada de trabalho facilitando seu manuseio.

5 Ler mais

Desenvolvimento e estudo de sondas para microscopia óptica de campo próximo

Desenvolvimento e estudo de sondas para microscopia óptica de campo próximo

Esta tese de doutoramento apresenta a aplicação de técnicas de microscopia eletrônica no estudo e desenvolvimento de sondas de microscopia óptica de campo próximo (SNOM). São demonstrados dois diferentes métodos para fabricação de sondas para SNOM: o mé- todo de desbaste eletroquímico de fio de ouro, e a fabricação de pirâmides metálicas através da técnica de litografia por feixe de íons focalizado (FIB). Através de imagens de microscopia eletrônica (TEM e SEM) e análises por técnicas correlatas (XEDS e EBSD), melhoramos a eficiência do processo de fabricação das pirâmides e observamos defeitos superficiais nas pontas sólidas de ouro provocados por fronteiras de grãos que apresentam distância do ápice compatível com o necessário para a geração do efeito de ressonância de plasmon de superfície localizado (LSPR). Empregando a técnica de espectroscopia de perda de energia de elétron (EELS) em um microscópio eletrônico de transmissão em modo varredura (STEM), observamos absorções localizadas nas laterais das pontas em energias menores que 2.3 eV, cujos valores dependem da distância entre o ponto de aná- lise e o ápice da sonda. Nossos resultados proporcionam evidências experimentais de que essa absorção tem origem no efeito de interferência com plasmons-polaritons de superfície (SPP) refletidos no ápice da ponta. Com base nessas evidências, desenvolvemos uma rota reprodutível para gerar e sintonizar a LSPR em sondas de SNOM. O método é baseado na realização de um desbaste único e superficial feito por FIB, perpendicular ao eixo principal da ponta e próximo ao seu ápice. Novamente empregando a técnica de EELS, mostramos que ao alterar a distância entre o desbaste e o ápice, a ressonância pode ser sintonizada em uma faixa de energia específica. Geramos com isso uma simples expres- são empírica que indica a posição de desbaste adequada para um determinado valor de energia de transição em processos de absorção óptica. Por fim, aplicamos as pontas de ouro modificadas em experimentos de espectroscopia Raman de campo-próximo (TERS) nos quais foram observadas melhoras significativas no aumento de sinal gerado por sondas possuindo ranhuras em posição apropriada.
Mostrar mais

140 Ler mais

Visão de profundidade em microscopia óptica para detecção de anomalias em tecidos biológicos

Visão de profundidade em microscopia óptica para detecção de anomalias em tecidos biológicos

Procurando garantir que o método de desconvolução não se encontre restringido a uma PSF imprecisa, o algoritmo de desconvolução cega visa conseguir uma determinação, mais precisa, da imagem original. Este método tem, no entanto, como desafio adicional o facto da informação total fornecida para o processo de desconvolução ser menor [35]. Para colmatar esta falta de informação, o algoritmo incorpora duas propriedades importantes, o facto da PSF ser sempre positiva, e a função óptica nunca nula, para uma região bem definida do domínio das frequências espaciais [55]. Acredita-se, ainda, que a informação da PSF se encontra confinada nos dados adquiridos, pois frequentemente se identificam espalhamentos de luz provenientes de pequenos pontos da amostra, espalhamentos, estes, usados pelo algoritmo na criação da PSF estimada [23]. A desconvolução cega foi primeiro introduzida por Ayers e Dainty, fora da microscopia óptica, e introduzida na microscopia óptica por T. Holmes (1992) [23].
Mostrar mais

129 Ler mais

A utilização de experimentos relacionados à microscopia óptica na formação de professores

A utilização de experimentos relacionados à microscopia óptica na formação de professores

Por meio deste trabalho, apresenta-se o relato de uma formação realizada com professores que trabalham com o ensino de Ciências da Natureza e Matemática. A formação teve foco na utilização de experimentos relacionados à microscopia óptica. Durante seu desenvolvimento, buscou-se estabelecer relação entre estas duas áreas do conhecimento e, destas com o cotidiano, pois se considera a necessidade da realização de trabalhos interdisciplinares e contextualizados. Também se abordou sobre o experimento do cinema na caixa, sobre a construção de uma luneta e de microscópios alternativos. Além disso, destacou-se a importância de práticas inerentes ao uso do microscópio óptico e de atividades envolvendo simulações do PhET. Os depoimentos dos professores que participaram da formação revelaram a importância da realização da formação continuada a partir das necessidades formativas dos professores. Todos relataram que os estudos realizados contribuíram com sua formação pessoal.
Mostrar mais

17 Ler mais

Show all 1195 documents...