Mielite transversa

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Mielopatia por deficiência de vitamina B12 apresentando-se como mielite transversa.

Mielopatia por deficiência de vitamina B12 apresentando-se como mielite transversa.

RESUMO - As manifestações neurológicas associadas à deficiência de vitamina B12 incluem polineuropatia, mielopatia, demência e neuropatia óptica. O diagnóstico laboratorial é feito através da dosagem sérica de cianocobalamina ou homocisteína e da excreção urinária de ácido metilmalônico. No estudo anatomopatológico observa-se na microscopia a destruição da mielina e de axônios vistos na substância branca. A região mais comumente afetada é o cordão posterior cervical e/ou torácico. O acometimento da coluna lateral é raro, ocorrendo em casos graves e avançados. O tratamento consiste na reposição de vitamina B12 e a resposta depende da gravidade do quadro e do tempo transcorrido entre o inicio dos sintomas e inicio do tratamento. Relatamos o caso de um paciente que apresentou, como manifestação de deficiência de vitamina B12, mielite transversa. O estudo morfológico da medula demonstrou comprometimento dos tractos cortico-espinhais lateral e anterior, da coluna dorsal e ainda do tracto espino-talâmico.
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Mielite transversa no decurso de meningite meningogocica: registro de um caso.

Mielite transversa no decurso de meningite meningogocica: registro de um caso.

dia, movimentava os membros inferiores no plano horizontal, persistindo a arreflexia miotática, a distensão vesical, com melhoria parcial do quadro ocular, pois já se eviden-.. ciava re[r]

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Mielite transversa pós-infecciosa e espinha bifida toracica: registro de um caso.

Mielite transversa pós-infecciosa e espinha bifida toracica: registro de um caso.

etiologia viral, do tipo gripai e forneceu­lhe prescriηγo de analgιsico. Houve melhora  discreta do quadro geral mas, na vιspera da internaηγo, comeηou a apresentar dificuldade  para uri[r]

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Mielite transversa como manifestação clínica inicial de linfoma não Hodgkin disseminado e mielopatia vacuolar associada ao HIV: relato de caso.

Mielite transversa como manifestação clínica inicial de linfoma não Hodgkin disseminado e mielopatia vacuolar associada ao HIV: relato de caso.

, os deficits neurológicos associados ao linfoma não Hodgkin do SNC, resultam provavelmente de vários fatores como: (1) natureza multifocal da doença; (2) infecções associadas, como he[r]

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Neuromielite Óptica (Doença de Devic): Relato de Caso e Revisão dos Critérios Diagnósticos

Neuromielite Óptica (Doença de Devic): Relato de Caso e Revisão dos Critérios Diagnósticos

A classificação mais atualizada indica com mais precisão a distribuição espacial das lesões (nervo óptico, medula espinhal, cérebro) e utiliza a terminologia focal, multifocal e difusa, além de citar os diferentes cursos clínicos monofásico, recorrente e progressivo. É incluída a pesquisa do anticorpo IgG NMO para o apoio laboratorial ao diagnóstico da NMO e síndromes associadas (Neurite Óptica recorrente e Mielite Transversa recorrente) 2,3,4 .

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Arq. NeuroPsiquiatr.  vol.61 número2A

Arq. NeuroPsiquiatr. vol.61 número2A

RESUMO - - - - A mielite transversa aguda é processo inflamatório agudo da medula espinhal de ocorrência rara - na infância. Neste artigo, reportamos o caso de um menino de 3 anos que desenvolveu tetraparesia aguda precedida de infecção viral respiratória e pós-vacinação para Hepatite B. A imagem pela Ressonância Magnética da medula espinhal revelou anormalidade de aumento de sinal em C4-T3. Após o diagnóstico da mielite transversa aguda, o paciente foi tratado com metilprednisolona e imunoglobulina. Embora a doença tenha se apresentado de forma aguda e acompanhada de nível sensitivo, o que usualmente levaria a um prognóstico sombrio, a criança evoluiu favoravelmente,
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pt 0021 7557 jped 93 s1 0026

pt 0021 7557 jped 93 s1 0026

Resumo dos dados: O déficit motor agudo é uma causa razoavelmente comum para crianc ¸as e adolescentes procurarem o pronto-socorro. Os pacientes podem ser classificados como com deficiência motora localizada ou difusa e uma descric ¸ão precisa das características clínicas é essencial para possibilitar um diagnóstico diferenciado completo. As duas causas mais comuns de paralisia flácida aguda no pronto-socorro pediátrico são síndrome de Guillain-Barré e mielite transversa, independentemente de outras etiologias serem consideradas, como encefalomie- lite disseminada aguda, mielite infecciosa, miastenia grave, derrame, hemiplegia alternante da infância, paralisia periódica, encefalite do tronco encefálico e fraqueza muscular funcio- nal. Os algoritmos da investigac ¸ão de fraqueza aguda localizada ou difusa na configurac ¸ão de emergência também são apresentados.
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Mielopatia transversa em adulto portador de leucemia aguda linfoblástica: relato de caso.

Mielopatia transversa em adulto portador de leucemia aguda linfoblástica: relato de caso.

309 crianças leucêmicas e registraram 7 (0,4%) ca- sos de mielopatia transversa por compressão epidu- ral. O infiltrado leucêmico espinal localiza-se no es- paço epidural, parênquima medular e/ou raízes ner- vosas. Quando ocorre secção completa da medula, desenvolve-se o quadro de mielopatia transversa com perda das funções motora, sensitiva e vegetativa abaixo da lesão. A sintomatologia resultante insta- la-se de modo abrupto ou insidioso, na fase inicial da doença ou nas recidivas, as quais costumam acon- tecer nos períodos de remissão do tratamento. Por vezes, as manifestações clínicas são atípicas e po- dem dificultar o diagnóstico etiológico, levando a suposições enganosas, particularmente, durante a primeira avaliação clínica 14, 15 . Por isso, os exames
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Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos.

Resposta Hipertrófica da Associação de Hormônio Tireoidiano e de Exercício Físico no Coração de Ratos.

A associação do hormônio tireoidiano com exercício físico de elevada intensidade produziu hipertrofia cardíaca caracterizada pelo aumento do peso do coração e diâmetro transversa[r]

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Mielopatia transversa e lupus eritematoso sistemico: registro de um caso e revisão da literatura.

Mielopatia transversa e lupus eritematoso sistemico: registro de um caso e revisão da literatura.

parcialmente, à lesões medulares: a análise do caso, porém, leva-nos a crer que lesões encefálicas mais provavelmente seriam responsáveis pelo quadro clínico.. Esse ponto de vista é re[r]

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Influência da secção transversa de fios ortodônticos na fricção superficial de braquetes autoligados.

Influência da secção transversa de fios ortodônticos na fricção superficial de braquetes autoligados.

evidenciada no presente trabalho, onde o atrito gerado por fios retangulares foi superior ao ob- servado em seus análogos redondos de secção transversa inferior. Uma possível explicação poderia ser o fato dos fios retangulares conta- tarem a tampa de autofechamento em sua face de medida 0,025”, enquanto os redondos ape- nas sob a face medindo 0,020”. O maior pre- enchimento da ranhura dos braquetes conduz à distensão da tampa resiliente, permitindo-a exercer maior pressão sob os fios e, consequen- temente, aumentar a resultante de fricção dos artefatos ao tracionamento.
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Avaliação ultra-sonográfica da área de secção transversal do músculo levantador do ânus de mulheres com prolapso genital submetidas ou não ao tratamento fisioterapêutico

Avaliação ultra-sonográfica da área de secção transversal do músculo levantador do ânus de mulheres com prolapso genital submetidas ou não ao tratamento fisioterapêutico

Acredito ter compreendido suficientemente as informações que li ou que foram lidas para mim, descrevendo o estudo: “AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DA ÁREA DE SECÇÃO TRANSVERSA[r]

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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 2 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 2 portugues

Os câmbios estruturais e funcionais, que constituem o remodelamento das paredes vasculares, principalmente do segmento arterial pulmonar na hipertensão pulmonar, reduzem sensivelmente a complacência da circulação pulmonar. Este remodelamento, que caracte- riza a hipertensão arterial pulmonar (HAP) e que reduz sua capacidade de vasodilatação, leva a uma diminuição da área transversa do leito vascular pulmonar, criando as condições para a elevação dos valores pressóricos e da resistência vascular pulmonar nas condições de aumento do débito cardíaco, como nos esforços, no exercício controlado e mesmo no repouso, sendo propor- cional aos graus de remodelamento e à redução da reserva funcional da circulação pulmonar. (1,2)
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Diatomáceas perifíticas dos arroios Sampaio e Sampainho, Rio Grande do Sul, BrasilDiatomáceas perifíticas dos arroios Sampaio e Sampainho, Rio Grande do Sul, Brasil.

Diatomáceas perifíticas dos arroios Sampaio e Sampainho, Rio Grande do Sul, BrasilDiatomáceas perifíticas dos arroios Sampaio e Sampainho, Rio Grande do Sul, Brasil.

Valvas lineares com extremidades levemente ca- pitada-rostradas. Rafe linear reta com extremi- dades proximais fletidas para o lado. Área axi- al lanceolada, área central transversa. Compri- mento 39,9-43,5µm; largura 7,2-9µm; estrias transapicais, radiadas na região central e con- vergentes nas extremidades, 9-10 em 10 µ m. Material examinado: BRASIL. Rio Grande do Sul: Mato Leitão, Arroio Sampaio, estação 1, lâmina n. 4892 VI/1994 (HAS 34009); Arroio Sampainho, estação 2, VI/1994, lâmina n. 4901 (HAS 34016).

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J. bras. pneumol.  vol.35 número5

J. bras. pneumol. vol.35 número5

Os câmbios estruturais e funcionais, que constituem o remodelamento das paredes vasculares, principalmente do segmento arterial pulmonar na hipertensão pulmonar, reduzem sensivelmente a complacência da circulação pulmonar. Este remodelamento, que caracte- riza a hipertensão arterial pulmonar (HAP) e que reduz sua capacidade de vasodilatação, leva a uma diminuição da área transversa do leito vascular pulmonar, criando as condições para a elevação dos valores pressóricos e da resistência vascular pulmonar nas condições de aumento do débito cardíaco, como nos esforços, no exercício controlado e mesmo no repouso, sendo propor- cional aos graus de remodelamento e à redução da reserva funcional da circulação pulmonar. (1,2)
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Efeitos da lesão térmica corporal na mucosa e nos componentes do plexo mioentérico...

Efeitos da lesão térmica corporal na mucosa e nos componentes do plexo mioentérico...

Os estômagos de 6 ratos, sendo 3 do grupo c10 e 3 do grupo q10, foram acondicionados para fixação em tubos apropriados com solução de bouin em quantidade 2 vezes o seu tamanho por 24 horas. Após esta etapa os estômagos sujeitos a técnica de microscopia de luz seguiram à desidratação em série crescente de álcoois (70° ao absoluto), diafanização em xilol e em seguida, inclusão em parafina. O processamento histológico foi inteiramente realizado no Laboratório Multiusuário de Histologia do Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Cortes semi-seriados de 5µm de espessura realizados naregião aglandular do estômago numa área de secção transversa do órgão,foram submetidos às técnicas de coloração da Hematoxilina- eosina (BEHMER; TOLOSA; FREITAS-NETO, 1975) que é clássica básica, dicrômica e geral, uma vez que possui dois corantes: hematoxilina, que cora todos os núcleos de todas as células e eosina que cora o citoplasma de todas as células. Verhoeff (VERHOEFF F. H., 1908), técnica que cora fibras elásticas, que foram analisadas no gânglio mioentérico.Picro-sirius (MONTES; JUNQUEIRA, 1991) para a diferenciação dos tipos de fibras colágenas sob luz polarizada (Carl Zeiss Microimaging, modelo Axioshop 40, Göttingen, Alemanha). A montagem dos cortes foi realizada entre lâmina e lamínula, com Entellan (MERCK, Darmstadt, Alemanha).
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Dimensões nasofaríngeas em indivíduos sem anomalias craniofaciais: dados normati...

Dimensões nasofaríngeas em indivíduos sem anomalias craniofaciais: dados normati...

Objetivo: Determinar os valores normativos da área de secção transversa mínima nasofaríngea de indivíduos sem anomalias craniofaciais e em diferentes faixas etárias. Método: Participaram do estudo 96 indivíduos sem anomalias craniofaciais, de ambos os sexos, subdivididos em 4 grupos etários: crianças com idade entre 6 e 10 anos (G1), adolescentes de 11 a 17 anos (G2), adultos jovens entre 18 e 39 anos (G3) e adultos de meia-idade entre 40 e 59 anos (G4). Verificou-se o índice de massa corpórea (IMC), a partir das medidas de peso e altura, e a circunferência cervical (CC), por meio de fita métrica pediátrica. A área de secção transversa mínima nasofaríngea (área nasofaríngea – ANF) foi determinada por meio de rinomanometria anterior modificada (técnica fluxo-pressão), utilizando o sistema PERCI-SARS (versão 3.50 – Microtronics Corp.). A significância da diferença entre as médias dos quatro grupos etários foi verificada por meio do teste Kruskal-Wallis, para amostras não pareadas. A correlação entre ANF e IMC, e ANF e CC, em cada grupo estudado, foi verificada por meio do coeficiente de correlação de Spearman. Foram aceitos como significantes os valores de p<0,05. Resultados: Todos os indivíduos apresentaram IMC indicativo de peso normal, exceto um único adulto jovem que apresentou índice de sobrepeso. A CC média de mulheres e homens adultos (G3 e G4) apresentou-se dentro da normalidade, sugerindo ausência de risco para obesidade. Os valores médios±DP da ANF foram de 1,025±0,054cm 2 , 1,055±0,081cm 2 , 1,050±0,083cm 2 e 1,054±0,081cm 2 , respectivamente, para G1, G2,
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Microplacas de titânio em fraturas de tibiotarso em pombos domésticos.

Microplacas de titânio em fraturas de tibiotarso em pombos domésticos.

Após a incisão de pele na face medial do tibiotarso, a exposição óssea foi obtida com o afastamento dos músculos tibial cranial e porção média do gastrocnêmio. Em seguida, foi realizada a osteotomia médio-diafisária transversa com o uso de uma broca odontológica de 0,2mm acoplada a um micromotor, com irrigação contínua, utilizando solução salina isotônica estéril em temperatura ambiente. A microplaca foi fixada na face medial do fragmento distal da fratura com auxílio de clampe vascular Bulldog De Bakey curvo. Em seguida, foram realizadas perfurações ósseas com broca de 1,3mm para a inserção dos microparafusos autoatarrachantes com a utilização de uma chave de precisão com engate rápido. Logo após o fragmento distal ser fixado à placa, a fratura foi reduzida com o clampe vascular e o segmento proximal fixado com os microparafusos. O comprimento dos parafusos foi o mesmo em todos os animais e foi escolhido através da mensuração do diâmetro ósseo através de radiografia pré-operatória, de modo que todos os parafusos ficassem bicorticais. Após a redução da fratura, foi realizada a lavagem do sítio operatório com solução salina isotônica estéril e em seguida a aproximação muscular com poliglactina 910, número 4-0, em padrão contínuo simples e a dermorrafia em padrão isolado simples com o mesmo fio. Após o procedimento cirúrgico, todos os animais receberam meloxicam 0,2%
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Análise biomecânica ex vivo de dois métodos de osteossíntese de ílio em cães.

Análise biomecânica ex vivo de dois métodos de osteossíntese de ílio em cães.

Foram obtidas, no setor de Patologia do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria, 13 pelves de cães adultos, de ambos os sexos, de várias raças, pesando entre 8 e 60kg, livres de doenças infectocontagiosas. Com uma serra manual, todas as pelves foram divididas em hemipelve direita e esquerda por osteotomia por meio do púbis e ísquio, debridadas de tecidos moles e inspecionadas para assegurar que estavam livres de anormalidades fisiológicas. Em seguida, as hemipelves foram lavadas em água corrente, colocadas em sacos plásticos e congeladas em freezer convencional por um período de no máximo duas semanas. No momento da pr epar ação do teste, as h emipelves for am descongeladas em temperatura ambiente. Em todas as amostras, uma fratura ilíaca transversa foi simulada por meio da osteotomia no corpo do ílio com ajuda de uma serra manual.
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Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior.

Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior.

A fixac¸ão transversa é usada no fêmur por uma questão de técnica, para evitar as dificuldades de colocar um parafuso no fêmur e suas complicac¸ões. Esse parafuso entra pelo por- tal medial, atravessa o intercôndilo e muitas vezes tem de ser colocado em um túnel que tem uma angulac¸ão diferente do portal de entrada do implante. 24,25 A fixac¸ão transversa, assim

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