Milho verde

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Hidrorresfriamento na conservação e qualidade pós-colheita de milho verde

Hidrorresfriamento na conservação e qualidade pós-colheita de milho verde

As folhas-bandeira e os pedúnculos longos demais aumentam a taxa de respiração da espiga colhida, assim como também o faz a palha. As folhas-bandeira e os pedúnculos longos são retirados no asseio das espigas logo após a colheita, visando justamente diminuir a perda de umidade, e buscando maior “padronização” de aparência das espigas, levando em consideração as preferências da indústria, e do mercado. Embora a palha também aumente a taxa de respiração da espiga, a retirada, isoladamente, não é suficiente em mudar o nível de classificação da taxa respiratória do milho-verde que, com ou sem palha, é classificada como “extremamente alta” (superior a 100mg CO 2 /kg/h).
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Análise produtiva de genótipos de milho verde consorciados com feijão.

Análise produtiva de genótipos de milho verde consorciados com feijão.

O objetivo desse trabalho foi realizar análise produtiva de genótipos de milho-verde consorciados com feijão. O experimento foi realizado no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas, sendo utilizado o delineamento em blocos casualizados no esquema fatorial (4x2), com quatro genótipos de milho (Alagoano, Viçosense, Nordestino e Cruzeta) e dois sistemas de cultivo (monocultivo e consorciado), além de um tratamento complementar (variedade IAC Alvorada de feijão em monocultivo), com três blocos. Foram avaliadas variáveis de interesse agronômico para a produção de milho-verde e feijão verde. Os genótipos Viçosense, Nordestino e Alagoano apresentaram as maiores produtividades de espigas comerciais, com média de 12,28 t/ha, e ótimas características morfológicas de milho-verde. O consórcio de milho com feijão apresentou características comerciais de milho-verde semelhante ao monocultivo. O sistema de consórcio apresentou produção equivalente de milho-verde (18,32 t/ha) superior ao monocultivo (11,50 t/ha). Os índices de eficiência produtiva do milho e uso eficiente da terra apresentaram valores respectivos de 0,92 e 1,39, que confirmam a alta viabilidade do consórcio, além do potencial dos genótipos a serem utilizados nesse sistema.
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Produtividade de genótipos de milho doce e milho verde em função de intervalos de colheita.

Produtividade de genótipos de milho doce e milho verde em função de intervalos de colheita.

A relação entre a taxa de sacarose e amido no momento da colheita do milho doce interfere diretamente na qualidade do produto final. Estes carboidratos apresentam uma relação estreita com o estádio de maturação. Dessa forma, a correlação entre o ponto de colheita com a umidade ideal e a dinâmica de acúmulo de carboidratos no endosperma é de grande importância para a cultura. O objetivo do trabalho foi avaliar a produtividade de espigas e grãos e o rendimento de grãos de genótipos de milho doce e milho verde em função de intervalos de colheita.
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Índice de seleção para cultivares de milho com dupla aptidão: minimilho e milho verde.

Índice de seleção para cultivares de milho com dupla aptidão: minimilho e milho verde.

Na seleção simultânea de caracteres, diversos índices foram propostos ao longo dos anos, sendo a eficiência des- ses, variável, de acordo com os objetivos e o germoplasma do programa de melhoramento (Arnhold e Gonçalvjs, 2009; Vilarinho et al., 2003). Para a construção do índi- ce de seleção proposto neste trabalho foram desconsidera- dos os caracteres de mais difícil mensuração, os redundan- tes e os não adequados para a discriminação de genótipos, como por exemplo, o diâmetro de espigas de minimilho. Para a seleção dos melhores genótipos com as duas apti- dões, foram utilizados coeficientes de ponderação dos ca- racteres a partir dos escores obtidos em cada fator. Dentre estes, constatou-se que o Fator 2 proporcionou o índice mais aceitável, pois atribuiu maiores pesos aos caracteres de maior importância para produção: I 2 = 0,031 NEM + 0,013 MEM + 0,207 NEV + 0,243 MEV - 0,16 AP - 0,058 MFP, em que, NEM, MEM, NEV, MEV, AP e MFP, correspondem ao número e à massa de espigas em- palhadas de minimilho e de milho verde, altura de planta e massa de pendão fresca respectivamente.
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Conservação pós-colheita de espigas de milho verde minimamente processado sob diferentes temperaturas.

Conservação pós-colheita de espigas de milho verde minimamente processado sob diferentes temperaturas.

Objetivou-se, neste trabalho, avaliar o efeito de três temperaturas (5°C, 8°C e 11°C), na qualidade de híbridos de milho verde (Zea maiz L.) com endosperma normal, minimamente processado, durante oito dias de armazenamento, com avaliações a cada dois dias. Foram utilizadas espigas de dois híbridos, sendo um comercial da Sementes Agroceres (Ag 1051) e outro do programa de melhoramento da Embrapa Milho e Sorgo (Embrapa HT1). A temperatura de 5°C foi a que melhor preservou a qualidade das espigas dos híbridos de milho verde estudados, por proporcionar perda de massa reduzida e manutenção dos teores de sólidos solúveis, frutose e glicose. O híbrido Ag 1051 apresentou menor perda de massa, maiores valores de umidade e maior teor de frutose. O Embrapa HT1 apresentou maiores valores iniciais e finais para os teores de sólidos solúveis e maior valor para a coloração b*. O valor L*, que indica quãoclaro e escuro é produto, também diminuiu ao longo do armazenamento, indicando escurecimento das espigas ao longo do armazenamento.
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Dinâmica populacional de plantas daninhas em cultivo de milho-verde nos sistemas orgânico e tradicional.

Dinâmica populacional de plantas daninhas em cultivo de milho-verde nos sistemas orgânico e tradicional.

de milho (UFVM 100 e AG 1051). Para o estudo fitossociológico, as plantas daninhas foram avaliadas no estádio de quatro folhas completas das plantas do milho, antes da aplicação do herbicida em pós-emergência ou do primeiro corte das plantas daninhas com a ceifadora. As espécies Jaegeria hirta, Artemisia verlotorum, Bidens pilosa, Cyperus rotundus e Ipomoea grandifolia apresentaram as maiores freqüências na área. Bidens pilosa apresentou a maior importância relativa, independentemente dos sistemas de produção. As práticas culturais utilizadas no cultivo de milho-verde, sob sistema orgânico, foram eficientes no manejo das plantas daninhas quando da adoção de cobertura do solo com palha de aveia-preta.
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Aceitação sensorial de híbridos de milho doce e híbridos de milho verde em intervalos de colheita.

Aceitação sensorial de híbridos de milho doce e híbridos de milho verde em intervalos de colheita.

A aceitabilidade quanto à cor apresentou-se como o fator com menor variação entre os híbridos. Todos os híbridos apresentaram máxima aceitação também entre 26 e 28 DAF. Os híbridos de milho verde receberam notas de indiferente a gostei ligeiramente e os de milho doce a gostei moderadamente e gostei muito (Figura 3). A partir da observação dos gráficos de barras da Fi- gura 3, é possível visualizar que os híbridos SWC04 e SWC05 (ambos amarelo-claros brilhantes) apresenta- ram as maiores médias de aceitação, quanto à cor, em todos os intervalos de colheita, enquanto os híbridos SWC07 e SWC08, com colaração alaranjada, apresen- taram as menores médias, porém sem diferença esta- tística para a maioria dos híbridos de milho doce (Fi- gura 3).
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Resposta do milho verde à inoculação com Azospirillum brasilense e níveis de nitrogênio.

Resposta do milho verde à inoculação com Azospirillum brasilense e níveis de nitrogênio.

Houve efeito signifi cativo para inoculação, doses de N e para a interação inoculação x doses de N sobre as variáveis analisadas. Estes resultados indicam que houve comportamento diferenciado do milho verde para os componentes de produtividade pelo uso da inoculação e dos diferentes níveis de N, isoladamente ou em conjunto. O número e a massa das espigas apresentaram valores superiores para o tratamento com inoculação da semente, quando comparado com o tratamento sem a bactéria. Independente da adubação com N, o tratamento com inoculação apresentou valores médios de 15,2 mil ha -1 e 6,2Mg ha -1 , para o número e a massa de
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Produção de milho-verde em resposta ao efeito residual da adubação orgânica do quiabeiro em cultivo subsequente.

Produção de milho-verde em resposta ao efeito residual da adubação orgânica do quiabeiro em cultivo subsequente.

Observa-se que os nutrientes residuais da adubação com biofertilizante de suínos, utilizada no quiabeiro, não foram suficientes para fornecer N e K em quantidades adequadas às plantas de milho em cultivo sucessivo. Os teores foliares de N e K ficaram abaixo da faixa considera- da adequada, mas bem próximos dos valores mínimos ade- quados para a cultura do milho, principalmente para os teores de N. Neste caso, torna-se necessária uma complementação da adubação nitrogenada e potássica em cobertura. Silva et al. (2000a), estudando o efeito resi- dual de adubação da batata na cultura do milho-verde,
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Desempenho de cultivares de milho verde submetidas a diferentes populações de plantas em condições de irrigação

Desempenho de cultivares de milho verde submetidas a diferentes populações de plantas em condições de irrigação

RESUMO - A cultura do milho-verde é uma alternativa de grande valor econômico para pequenos e médios agricultores piauienses, principalmente em áreas irrigadas. O objetivo deste trabalho foi o de avaliar o desempenho de cinco híbridos (AG 4051, AG 1051, BM 3061, P 3232 e SWB 551) e uma variedade (Cativerde 2) de milho quando submetidos a quatro populações de plantas (30; 40; 50 e 60 mil plantas ha -1 ), para produção de espigas verdes, em Teresina -- Piauí, em Argissolo Vermelho - Amarelo, eutrófico, sob condições de irrigação. Utilizou-se o delineamento experimental em parcelas subdivididas, com seis tratamentos principais (cultivares), quatro tratamentos secundários (populações de plantas) e quatro repetições dispostas em blocos casualizados. Os resultados obtidos permitiram verificar que o incremento no número de plantas em milho possibilita o aumento na altura da planta e da primeira espiga, e redução no comprimento e no diâmetro das espigas. Com relação as características relacionadas ao desempenho produtivo, destacaram-se as cultivares AG 1051, AG 4051, BM 3061 e P 3232. Entre as quatro populações testadas, 50.000 plantas ha -1 foi a que promoveu os mais altos rendimentos para estas características. A cultivar AG 1051 demonstrou uma maior capacidade de suportar altas populações de plantas. O híbrido P 3232 apresenta, ciclo e acúmulo térmico superiores às demais cultivares, com BM 3061 constituindo-se na mais precoce.
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Consórcio de alface e milho verde sobre cobertura viva e morta em plantio direto

Consórcio de alface e milho verde sobre cobertura viva e morta em plantio direto

Nesse trabalho objetivou-se avaliar o cultivo consorciado de alface e milho verde sobre diferentes coberturas de solo em plantio direto. A pesquisa foi realizada em Cáceres-MT, entre 20 de dezem- bro de 2012 e 27 de junho de 2013. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial. Os tratamentos consistiram de sistemas de cultivo de alfa- ce [monocultivo e consórcio com milho verde) e preparos de solo (solo revolvido sem cobertura, plantio direto com cobertura morta de milheto (Pennisetum americanum) e cobertura viva com amen- doim forrageiro (Arachis pintoi)]. As parcelas foram constituídas de canteiros individuais de 1,2 m de largura por 4 m de comprimento. A implantação do milho verde foi realizada no centro dos canteiros, no espaçamento de 0,5x1,6 m, semeado 10 dias antes do transplantio do primeiro ciclo de alface. Foram avaliados dois ciclos de alface cultivados consecutivamente, transplantados no espaçamento de 30x30 cm, em quincôncio. A colheita do milho verde foi realizada aos 80 dias e da alface aos 42 dias após transplante de cada ciclo. A maior produção de alface (285,4 g/planta) foi obtida no monocultivo sobre sistema de plantio com cobertura morta de milheto. A alface cultivada sobre a cobertura viva apresentou a menor produção (123,6 g/planta). A produção do milho verde (média de 346,4 g/planta) não foi influenciada pelo consórcio e pela cobertura do solo.
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Desempenho de cultivares de milho verde irrigado em diferentes populações de plantas na semeadura

Desempenho de cultivares de milho verde irrigado em diferentes populações de plantas na semeadura

O trabalho objetivou avaliar a produtividade de híbridos de milho-verde sob irrigação cultivados em diferentes populações de plantas na semeadura. Foi conduzido na área experimental localizada no município de Arapiraca, AL, no período de novembro de 2015 a janeiro de 2016. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 5, com quatro repetições. Foram analisados dois híbridos, duplo e simples, indicados para milho verde (AG 1051 e BM 3061) e cinco espaçamentos entre plantas na semeadura (15,0; 17,5; 20,0; 22,5 e 25 cm). Foram avaliadas as características: taxa fotossintética (TF), comprimento de espigas com palha (CECP) e sem palha (CESP), peso de espigas com palhas (PECP) e sem palhas (PESP), porcentagem de espigar comerciais (%EC) e peso da palha (PP). Os híbridos duplo e simples, 1051 e BM 3061, apresentam espigas verdes com padrão comercial. A cultivar BM 3061 possui melhor desempenho para a maioria das características relacionadas ao desempenho da cultura (TF, CECP, CESP, PP, PECP, PESP, %EC). O espaçamento de 17,5 cm entre plantas na semeadura mostrou-se mais indicado para o cultivo do milho-verde irrigado.
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Cultivo de milho verde em sucessão ao arroz no Vale do Ribeira, SP: subsídios para adoção de zonas de manejo

Cultivo de milho verde em sucessão ao arroz no Vale do Ribeira, SP: subsídios para adoção de zonas de manejo

O cultivo do milho na região do Vale do Ribeira do Iguape é realizado visando à produção no inverno. Portanto o plantio é realizado entre os meses de junho e agosto, época de condições climáticas favorável para atender as necessidades hídricas da cultura, a colheita ocorre aproximadamente 90 dias após a implantação da cultura. Esta pratica de manejo permite a comercialização do milho verde no período de escassez no mercado, nos meses de setembro a outubro, favorecendo a valorização do produto, contribuindo para ampliar a renda do produtor e minimizar os riscos econômicos da empresa rural. De acordo com Pereira Filho et al. (2011), o "negócio milho verde" é bastante promissor e vem incentivando produtores de outras culturas a migrar para a sua exploração. Esses autores relatam que o aumento da demanda pelo produto no mercado também vem estimulando produtores que utilizam mão de obra familiar a incrementar a indústria caseira, contribuindo com a elevação de sua renda.
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Comportamento de cultivares de feijoeiro e de milho verde em cultivo solteiro e consorciado

Comportamento de cultivares de feijoeiro e de milho verde em cultivo solteiro e consorciado

O experimento foi desenvolvido em área experimental do Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Extremo Oeste, sediado no município de Andradina-SP, durante os anos de 2005 e 2006. O objetivo foi verificar a viabilidade do cultivo do feijoeiro associado a cultura do milho colhido verde como atividade técnica e econômica para a agricultura familiar. O delineamento experimental foi blocos ao acaso com 11 tratamentos constituídos pela combinação de três cultivares de feijoeiro de diferentes hábitos de crescimento: Colibri (Tipo I), Juriti (Tipo II) e IAC Carioca (Tipo III) e dois cultivares de milho: CATIverde 02 (variedade) e XB 7012 ( híbrido triplo), com quatro repetições. Os desdobramentos foram realizados utilizando-se contrastes de interesse que foram analisados pelo teste “F”. O consórcio influenciou o comportamento de todos os cultivares de feijoeiro e interferiu pouco no desempenho dos cultivares de milho. O cultivar Juriti apresentou o melhor desempenho em sistema solteiro e em consórcio sobressaiu-se o cultivar IAC Carioca. Para o feijoeiro o melhor consórcio foi com variedade de milho CATIverde 02, porém, para a cultura do milho, o híbrido XB 7012 foi mais adequado, por ser mais produtivo tanto em consórcio como em monocultivo. O consórcio mais eficiente no uso da terra foi da variedade CATIverde 02 com o cultivar IAC Carioca. Em termos econômicos, o cultivo do milho verde solteiro e o consorciado foram mais interessantes que o monocultivo do feijão. O consórcio do milho híbrido XB 7012 com os cultivares de feijão Juriti e com o Colibri foram os mais lucrativos para o produtor.
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Capacidade de combinação entre linhagens de milho visando à produção de milho verde.

Capacidade de combinação entre linhagens de milho visando à produção de milho verde.

No Brasil, há escassez de informações sobre a avaliação e obtenção de cultivares destinadas à produção de milho verde, bem como estudos genéticos de características envolvidas nesta produção. Deste modo, este trabalho teve por objetivo determinar o tipo de ação gênica predominante no controle das características e estimar a capacidade geral de combinação (CGC) e a capacidade específica de combinação (CEC) entre linhagens endogâmicas de milho visando à produção de milho verde. As oito linhagens e os 28 híbridos foram avaliados no ano agrícola de 2004/2005, no município de Lavras e em Ijaci, ambos localizados na Região Sul de Minas Gerais. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com duas repetições, sendo analisadas sete características de interesse agronômico e comercial para a produção de milho verde. Os resultados permitiram inferir que o componente quadrático referente à CEC foi superior, para todas as características avaliadas. Constata-se que os efeitos não aditivos foram mais importantes que os aditivos para a variação dos genótipos, o que possibilita inferir que a heterose é importante na seleção de híbridos para a produção de milho verde. Na linhagem L55 ocorreu maior concentração de alelos favoráveis para o incremento das características PEC, PEE, MASSA, COR e COMP, sendo a mais indicada para a formação de novos híbridos; nas combinações L22xL77 (HS27), L44xL88 (HS48) e L22xL44 (HS24) houve maior efeito heterótico e média alta para as características PEE, PEC e COMP, simultaneamente, sendo estes híbridos mais indicados ao mercado de milho verde in natura. Palavras-chave: Zea mays L., cruzamentos dialélicos, controle genético e consumo in natura.
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Desempenho de híbridos experimentais e comerciais de milho para produção de milho verde.

Desempenho de híbridos experimentais e comerciais de milho para produção de milho verde.

Conduziu-se este trabalho com objetivo de avaliar o desempenho de 32 híbridos experimentais e 4 híbridos comerciais para produção de milho verde em Lavras, MG. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso com duas repetições. Foram avaliadas sete características de interesse agronômico e comercial para a produção de milho verde. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, decompondo o efeito dos híbridos em híbridos comerciais, híbridos experimentais e híbridos comerciais versus híbridos experimentais. Foram feitos ainda estudos de correlação entre as diferentes características agronômicas dos híbridos. Entre os híbridos avaliados há híbridos experimentais promissores com desempenho superior a híbridos comerciais amplamente utilizados no Brasil. Considerando as características avaliadas, os híbridos AG 1051, AG 4051, GNS 03, GNS 21, GNS 23 e GNS 35 foram os mais promissores. É possível reduzir o número de características avaliadas em experimentos com milho verde, uma vez que existem associações entre as principais características avaliadas para essa finalidade. A produtividade de espigas empalhadas e despalhadas e a cor dos grãos são características imprescindíveis nessa avaliação.
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Produção de milho-verde e grãos consorciados com leguminosas em sistemas de plantio direto orgânico

Produção de milho-verde e grãos consorciados com leguminosas em sistemas de plantio direto orgânico

A busca por meios de produção mais sustentáveis é uma necessidade da agricultura. Os sistemas de plantio direto orgânico de milho atende diversos princípios conservacionistas do solo. Proporciona produções isentas de contaminantes, e é responsável por tornar a atividade agrícola menos dependente de insumos externos. Dentre os produtos, o grão e milho-verde são fundamentais para as cadeias produtivas de monogástricos e da alimentação humana contemplando ampla diversidade de pratos típicos da culinária brasileira. Buscando inovações que resulte em alternativas viáveis a produção. O presente trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos do residual de adubações em diferentes níveis de composto orgânico e dos consórcios de feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) e guandus (Cajanus cajan) com milho sobre os componentes da produção e produtividade de grãos e milho-verde em sistema de plantio direto orgânico (SPDO). O experimento foi conduzido em DBC com 6 tratamentos e 4 repetições. Os tratamentos foram: T1 – Monocultivo de milho sem adubação (Residual da adubação com composto orgânico das 27 safras anteriores); T2 – Monocultivo de milho, adubado com 20 m³ ha -1 de composto orgânico; T3 – Monocultivo de milho, adubado com 40 m³ ha -1 de composto orgânico; T4 Consórcio de milho com feijão-de-porco, adubado com 40 m³ ha -1 de composto orgânico; T5 – Consórcio de milho com guandu anão, adubado com 40 m³ ha -1 de composto orgânico e T6 – Consórcio de milho com guandu arbustivo, adubado com 40 m³ ha -1 de composto orgânico. Realizou-se ANAVA aplicando-se o teste “F” (p<0,05) e submetido ao teste “t” (p<0,05) para comparação de duas médias. A distribuição do composto orgânico foi feita sobre o sulco de semeadura conforme determinado nos tratamentos imediatamente após a semeadura. Foi cultivado em SPDO, com manejo de plantas espontâneas através de roçadas. As leguminosas foram semeadas na linha do milho no mesmo dia. Na avaliação dos componentes da produção de milho-verde, não houve diferenças significativas nas variáveis avaliadas, exceto para o índice de prolificidade. Sabe-se que a segunda espiga pode comprometer a massa, diâmetro e comprimento das espigas de milho- verde, comprometendo a aceitação pelo mercado consumidor. Todavia, embora o índice de prolificidade tenha efeito significativo aos tratamentos não foi capaz de comprometer as
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Supressão de plantas daninhas e produção de milho-verde orgânico em sistema de plantio direto.

Supressão de plantas daninhas e produção de milho-verde orgânico em sistema de plantio direto.

Para o estudo das plantas daninhas, o expe- rimento foi montado seguindo o delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema de parcelas subdivididas, sendo a parcela constituída por diferentes palhadas para cobertura de solo, e a subparcela, por duas épocas de avaliação da população de plantas daninhas. Para as características relativas à produtividade de milho-verde adotou-se a mesma área, porém a coleta dos dados ocorreu na época da colheita. Os tratamentos consta- ram da avaliação de cinco espécies de legumi- nosas com potencial para adubação verde: feijão-de-porco (Canavalia ensiformes), guandu (Cajanus cajan), mucuna-preta (Mucuna aterrinum), mucuna-anã (Mucuna deeringiana), crotalária (Crotalaria juncea) e uma testemu- nha não capinada, na qual a vegetação cres- ceu livremente em pousio. Essas leguminosas foram semeadas no espaçamento de 50 cm entre fileiras, após inoculação com o rizóbio específico. A crotalaria foi cultivada num estande de 20 plantas m -2 , e as demais legu-
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Características agronômicas e produção de fitomassa de milho verde em monocultivo e consorciado com leguminosas.

Características agronômicas e produção de fitomassa de milho verde em monocultivo e consorciado com leguminosas.

As pesquisas sobre milho verde inserido no sis- tema de plantio direto ainda são bastante restritas. De- ve-se observar o comportamento da cultura com relação à porcentagem, peso de espigas comerciais, maior com- primento e diâmetro médio das espigas, uma vez que a comercialização é feita com base nessas características. A opção por esse tipo de cultivo é uma importante deci- são, pois o mesmo possui maior valor de comercializa- ção quando comparado com o milho destinado para grãos.

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Avaliação de cultivares de milho verde em pariquera-açu.

Avaliação de cultivares de milho verde em pariquera-açu.

A maior produção em magnitude, quanto ao número de espigas comerciáveis, foi a do Cargill 742, não diferindo, es- tatisticamente, do Cargill 408 nas duas épocas, e do Cargill 511 na seg[r]

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