Ministério da Educação e Ciência

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Desafios da avaliação de desempenho no Ministério da Educação e Ciência: o caso do Instituto Politécnico de Portalegre

Desafios da avaliação de desempenho no Ministério da Educação e Ciência: o caso do Instituto Politécnico de Portalegre

• A subjectividade associada a este modelo de avaliação ou qualquer outro sistema implementado. Quando uma classificação não é bem acolhida, várias causas podem ser apontadas para evidenciar a pouca objectividade e os efeitos negativos que suscita. Por exemplo, na Escola Superior de Educação, no ano de 2008, houve apenas dois avaliadores para 34 avaliados. É natural que o avaliador não consiga observar e acompanhar o desempenho e comportamento de todos os avaliados de uma forma justa. No entanto, os avaliados avaliam a subjectividade com média alta (próxima do valor 4) e os avaliadores com média muito baixa (próxima do valor 1);
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), materializa a proposta de criação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, em resposta a Chamada Pública MEC/SETEC Nº 002/2007, tomando por base o modelo proposto pelo Decreto Nº 6.095/2007 da Presidência da República. Teve o início de sua implantação na última mudança de denominação ocorrida em 2008, por meio do artigo 5ᵒ da Lei 11.892 de dezembro de 2008 que cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, com reitoria e câmpus. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais possui seis câmpus em funcionamento: Câmpus Inconfidentes, Câmpus Machado, Câmpus Muzambinho, Câmpus Pouso Alegre, Câmpus Passos e Câmpus Poços de Caldas e ainda duas Unidades Educativas Profissionais de Três Corações e São Lourenço, sendo sua reitoria em Pouso Alegre/MG.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

Na manhã desta quinta-feira, 22 de setembro, o reitor do IFSULDEMINAS , professor Marcelo Bregagnoli, assinou contrato com a empresa Silveira Engenharia e Construções LTDA, para a implantação de usinas fotovoltaicas destinadas à geração de energia na instituição. A empresa contratada é uma das ganhadoras do processo licitatório para a escolha dos responsáveis pela execução do projeto IF Solar, cujo objetivo é implantar painéis solares fotovoltaicos para geração de energia elétrica em 82 unidades da Rede Federal de Educação, Profissional, Científica e Tecnológica.(IFsuldeminas, 2016).
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

Os pesquisadores que adotam a abordagem qualitativa opõem-se ao pressuposto que defende um modelo único de pesquisa para todas as ciências, já que as ciências so[r]

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

ARAÚJO, Renan; BATISTA, Igor Mateus. ​ Juventude e Indústria Cultural: A produção de bens culturais em massa na era da globalização. 1ª edição, Rio de Janeiro. Editora Nova Front[r]

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

Ao final de 2009, visando uma redução nos custos para manutenção do Centro Tecnológico e ao mesmo tempo garantir a ampliação da oferta de cursos, além de dar maior legitimidade à Educação Tecnológica no município e principalmente, tendo como meta a federalização definitiva desta unidade de ensino, foram iniciadas conversações com a reitoria do IFSULDEMINAS. Portanto, tinha-se a compreensão de que a nova parceria com o IFSULDEMINAS seria mais promissora, sobretudo por estar em consonância com as diretrizes pedagógicas e políticas educacionais do Ministério da Educação, dentro de um plano de expansão da Educação Tecnológica no país, através de unidades federais.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

Ao final de 2009, visando uma redução nos custos para manutenção do Centro Tecnológico e ao mesmo tempo garantir a ampliação da oferta de cursos, além de dar maior legitimidade à Educação Tecnológica no município e principalmente, tendo como meta a federalização definitiva desta unidade de ensino, foram iniciadas conversações com a reitoria do IFSULDEMINAS. Portanto, tinha-se a compreensão de que a nova parceria com o IFSULDEMINAS seria mais promissora, sobretudo por estar em consonância com as diretrizes pedagógicas e políticas educacionais do Ministério da Educação, dentro de um plano de expansão da Educação Tecnológica no país, através de unidades federais.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL

Esta pesquisa não é de satisfação, em que visamos apenas a opinião dos usuários, ao contrário, esta pesquisa foi realizada para compreender as causas da grande quantidade d[r]

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO

Art. 3º Denomina-se Professor Supervisor de Estágio o docente da escola/ instituição em que se efetivará o Estágio Curricular Supervisionado. Esse profissional da educação deverá ser graduado na mesma área ou em área afim à do aluno-estagiário e estar habilitado a atuar no mesmo campo acadêmico- científico em que o aluno estiver sendo formado.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA

O Diretor Geral do INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA – CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Portaria Nº. 269 de 13 de fevereiro de 2009 da Reitoria, faz saber que será realizada Seleção Pública destinada à formação de cadastro de reserva de Estagiários de nível Superior e Médio, a qual reger-se-á de acordo com as instruções deste Edital.

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Evocao do Holocausto

Evocao do Holocausto

Considerando que a questão do Holocausto não é um tema fácil de ensinar aos nossos alunos, pela sua complexidade, a parceria entre o Ministério da Educação e Ciência e a Fundação Aristides de Sousa Mendes é determinante para a concretização do objetivo comum de fomentar não só o desenvolvimento da curiosidade por temas e acontecimentos que implicam os Direitos Humanos, mas também permitir a reflexão sobre a Condição Humana e interiorizar princípios humanísticos que intervirão na formação da personalidade das crianças e dos jovens.
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MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

O Programa quinquenal para o período de 1995-1999, recentemente aprovado pela Assembleia da República reconhece a Educação como sendo prioritária e define-a como um instrumento central para a melhoria das condições de vida e a elevação do nível técnico e científico dos trabalhadores. Ela é o meio básico para a compreensão e

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Análise crítica da contribuição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia para a popularização do conhecimento científico

Análise crítica da contribuição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia para a popularização do conhecimento científico

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) tem sido realizada desde 2004 como uma das principais ações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para a popularização do conhecimento científico no país, combinando esforços dos âmbitos da educação formal e não formal. Esta pesquisa caracterizou a contribuição das ações da SNCT em sua edição de 2013 para a popularização do conhecimento científico dirigida ao público em geral. Os objetivos específicos foram: a) investigar princípios, diretrizes e linhas de ação das atividades de popularização do conhecimento científico adotadas atualmente no Brasil e no âmbito da União Europeia, em perspectiva comparativa; b) investigar a contextualização das ações de popularização da ciência realizadas durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Estado de São Paulo em 2013 em relação às possíveis referências aos impactos sociais e ambientais das aplicações tecnológicas e às condições sociais de produção do conhecimento científico, como relacionamento entre agentes sociais (governo, indústria, universidades e agências de fomento) e formu- lação de prioridades de pesquisa; c) propor recomendações práticas para a realização de ações de popularização do conhecimento científico na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia que contribuam para a compreensão pública de ciência e tecnologia no con- texto de suas condições sociais de produção e impactos sociais e ambientais. Os resulta- dos sugerem que há uma reduzida referência (4,9%) aos impactos sociais da ciência e tecnologia nas atividades analisadas. Os coordenadores sondados reconhecem a impor- tância de uma contextualização mais ampla em relação às condições sociais de produção da ciência e seus impactos ambientais, mas fatores como falta de planejamento e escas- sez de recursos materiais e humanos limitaram suas abordagens.
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A análise institucional como ferramenta para a atuação no campo do trabalho cooperado na economia solidária

A análise institucional como ferramenta para a atuação no campo do trabalho cooperado na economia solidária

Concomitantemente às atividades de incubação, a Incop Unesp - Assis realiza capacitações em Eco- nomia Solidária para estudantes, técnicos e pesquisadores de seu próprio quadro e para gestores públicos interessados. Para a realização de tais trabalhos, conta com recursos da Pró-Reitoria de Extensão da Unesp (PROEX) e Convênios firmados com instituições públicas, como: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP); Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) e o Ministério da Educação, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). São projetos e convênios que garantem a instalação e o funcionamento da equipe, viabilizando bolsas de extensão para graduandos e graduados de diversas áreas, assim como recursos financeiros para o desenvolvimento das atividades junto aos grupos de trabalhadores organizados, ou que pretendem se organizar, em associações e coopera- tivas. A equipe conta também com a participação de docentes e estagiários do curso de Psicologia da FCL/ Unesp – Assis.
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Avaliacoes Provinciais de Matematica: potencialidades e fragilidades

Avaliacoes Provinciais de Matematica: potencialidades e fragilidades

De acordo com os entrevistados, os resultados gerais das Avaliações Provinciais não são tornados públicos. Os mesmos duvidam se a direcção da escola é informada em suas reuniões com a Direcção Provincial da Educação e Desenvolvimento Humano. Contudo, algumas escolas realizam reuniões de balanço do aproveitamento pedagógico trimestral, não obstante, existe um mapa estatístico que os docentes devem preencher logo depois de correcção das Avaliações Provinciais para fornecer a direcção pedagógica e esta por sua vez envia para a província. Normalmente, espera-se um retorno dos resultados gerais, isto é, a posição de cada escola face aos resultados das Avaliações Provinciais
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Mestrado   Trabalho Final   FJMoro

Mestrado Trabalho Final FJMoro

Nas entrevistas aos encarregados de educação, quando lhes perguntamos se gostariam que os deus educandos voltassem a estudar e o que queriam para o futuro dos filhos, verificámos que a maioria desejariam que voltassem e estudassem para terem uma vida melhor do que a deles. Contudo sentimos que não conseguem transmitir-lhes isso, talvez, por força do seu exemplo, das suas histórias de vida, transmitir estes valores aos seus educandos, em muitos deles é como se eles não tivessem poder sobre os filhos (as) no que diz respeito à educação. Conseguimos sentir em alguns uma grande sensação de impotência, um baixar de braços de quem se resigna e já desistiu.
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Rev. Bras. Enferm.  vol.35 número1

Rev. Bras. Enferm. vol.35 número1

No que se refere aos fármacos, imu­ nObiológicos e plantas medicinais, as pesquisas deverão contribuir para ace­ lerar a autonomia do País em relação à produção de insumos capazes de produ­ zir in'ternamente os fármacos e imuno­ biológicos a partir da utilização da ex­ ploração da flora medicinal brasileira. Neste sentido, o Ministério da Saúde, através da FIOCRUZ e da CEME, de­ senvolverá dois programs especiais : o PRÓ-FARMACO e o PRÓ-IMUNO, cujas prioridades para pesquisa incidem so­ bre as seguintes linhas : Imunobiológi­ cos e reagentes; Fármacos e matérias­ primas farmacêuticas ; Plantas medici­ nais.
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Sociedade da Informação no Brasil e em Portugal: um panorama dos livros verdes :: Brapci ::

Sociedade da Informação no Brasil e em Portugal: um panorama dos livros verdes :: Brapci ::

A universalização dos serviços de informação e comunicação é uma condição fundamental para o sucesso desta nova sociedade. Entende-se que, para haver uma universalização de fato, é preciso criar condições para a inclusão de populações de baixo poder aquisitivo nas redes digitais, proporcionando-lhes habilitações básicas para o uso de computadores e da Internet. A partir daí, o cidadão pode melhorar seu nível de conhecimento para tirar proveito do conteúdo que circula na rede. Um exemplo disso é o Projeto de Inclusão Digital Rede Floresta Topawa – Ka’a (http://www.mec.gov.br/ASPAR/ asp/noticias/noticiasId.asp?Id=373), que concentra esforços dos ministérios da Educação, Minas e Energia (Eletronorte), Saúde, Cultura e Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Apesar da denominação, o projeto vai além da inclusão digital, pois levará energia elétrica para 30 mil escolas da Amazônia, o que possibilitará a integração de três programas do MEC (TV Escola, Proinfo e Proformação). Além disso, prevê a instalação de 20 telecentros (pilotos) em municípios da Amazônia com baixo IDH. Em outras fases, serão beneficiadas as comunidades indígenas, as cooperativas do Movimento dos Sem-Terra (MST) e 761 municípios da região Amazônica.
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POR QUE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO TEM ALCANÇADO MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA? UMA ANÁLISE DE ARTIGOS PUBLICADOS EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO BRASIL DE 2005 A 2010.

POR QUE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO TEM ALCANÇADO MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA? UMA ANÁLISE DE ARTIGOS PUBLICADOS EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO BRASIL DE 2005 A 2010.

Diferentemente do Levantamento realizado em 1997 pelo Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Educação, antecedendo a I Conferência Nacional de Educação Ambiental, cujas abordagens predominantes dos trabalhos de Educação Ambiental corresponderam a problemas ambientais (72,8%), com destaque a problemática relacionada aos resíduos sólidos, denominada na época de lixo (32,6%), à poluição (14%) e ao desmatamento (11,7%) (BRASIL, 1997), predominou entre os trabalhos investigados a perspectiva teórica de Educação Ambiental que ressalta a concepção transformadora: para Sustentabilidade (26,79%), para gestão ambiental (13,89%) e para cidadania (6,25%), vislumbrando mudanças de paradigma em Educação Ambiental e apontando a mesma enquanto instrumento de transformação, confirmando dessa forma, a concepção de Educação Ambiental predominante entre os trabalhos analisados: transformadora (57,15%) e crítica (39,10%).
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Educação ambiental como política pública.

Educação ambiental como política pública.

diálogo com os sujeitos e as instituições de cada região. A proposta dos Municípios Educadores Sustentáveis (MES) também visa ao estabelecimen- to de contratos entre municípios, dos municípi- os com seus habitantes, com as instituições regio- nais e com os conselhos, para garantir um pro- cesso educador e gestor da sustentabilidade municipal. Todo o esforço do governo entre 2003 e 2006 reside na concepção dos contratos e na articulação técnica e política para criá-los. Com o tempo, uma função de subsidiariedade da ação do Estado se tornará mais clara e essas ações serão definidas em diálogo com verdadei- ros observatórios da educação ambiental, com- postos pelas diversas instituições enredadas na execução de processos públicos de educação ambiental. Em princípio, cremos que tais ações subsidiárias serão bastante diversas, tais como apoio a encontros interinstitucionais, linhas de financiamento via Fundo Nacional do Meio Am- biente, bancos de dados de experiências (SIBEA), publicações de interesse transversal às diversas iniciativas públicas, certificação pública etc.
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