Ministério público - Fiscalização

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A atuação da Polícia Militar da Bahia na Fiscalização e Punição das Torcidas Organizadas em conformidade com Termo de Ajustamento de Conduta tomado pelo Ministério Público

A atuação da Polícia Militar da Bahia na Fiscalização e Punição das Torcidas Organizadas em conformidade com Termo de Ajustamento de Conduta tomado pelo Ministério Público

Há um consenso inequívoco de que o brasileiro é fanático por futebol. E, ao longo do tempo, essa paixão foi se desenvolvendo a ponto de grupos torcedores levar esse lazer a níveis burocraticamente mais organizados. Entretanto, com falta de regulamentação oficial, estes grupos patrocinaram episódios fatídicos, em casos violentos que demandaram da inciativa estatal a necessidade de normatização do comportamento destas torcidas, proporcionando a construção de ambientes mais seguros para a comunidade consumidora dos eventos desportivos de futebol. A criação da lei protetiva aos direitos do torcedor trouxe maiores garantias, além de indicar mecanismos de controle e responsabilização dos atos atentatórios à segurança. Considera-se, desse modo, a utilização de levantamento bibliográfico de caráter qualitativo, que se propõe a analisar os referenciais teóricos-conceituais, mediante uma avaliação doutrinária e legal sobre os principais conceitos abordados. Estas pesquisas se debruçaram a investigar a natureza jurídica das Torcidas Organizadas, o envolvimento dos realizadores dos eventos com a segurança do torcedor, a participação da Polícia Militar e do Ministério Público da Bahia (MPBA) no contexto das praças desportivas, além da aplicabilidade do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) enquanto instrumento para a proteção dos interesses difusos evolvidos dentro destes eventos. O trabalho se propõe avaliar a efetividade dos pontos pactuados em TAC, que possibilitam a atuação da Polícia Militar na fiscalização e punição das Torcidas Organizadas que não estejam adequadas às exigências da Lei. E, concluindo pelo perfeito alinhamento entre o compromisso celebrado junto ao MPBA e as atribuições legais destinadas à PM no contexto brasileiro, possibilitando maior controle e efetividade dos meios empregados dentro das estratégias de segurança de eventos esportivos.
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Exploração irregular de recursos hídricos subterrâneos no município de Pombal: o papel do Ministério Público na criação de um mecanismo eficaz de fiscalização.

Exploração irregular de recursos hídricos subterrâneos no município de Pombal: o papel do Ministério Público na criação de um mecanismo eficaz de fiscalização.

Neste diapasão, o Ministério Público, cumprindo a missão constitucional, pode debelar a omissão das demais instituições na fiscalização das infrações ao meio ambiente. Viu-se que o Órgão Ministerial, em sede de inquérito civil público, tem a prerrogativa de requisitar informações aos órgãos públicos e entidades privadas para coletar indicadores, expedir recomendações aos interessados, alertando-os para a necessidade de obedecer ao ordenamento jurídico, sob pena de interdição da atividade poluidora, e ajustar a conduta daqueles que tenham, efetivamente, descumprido a lei, fixando condições para a reparação de eventual dano ambiental.
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Fiscalização de tributos ambientais pelo Ministério  Público de Pernambuco: uma visão crítica do modelo  adotado

Fiscalização de tributos ambientais pelo Ministério Público de Pernambuco: uma visão crítica do modelo adotado

Na esfera cível, o papel do Ministério Público é igualmente relevante, e suas atribuições vêm crescendo: a) pode ser órgão agente, quando propõe ações civis públicas (declaração de inconstitucionalidade, ação de nulidade de ato jurídico e m fraude à lei, ação de defesa de direitos difusos e coletivos, como na área ambiental ou de consumidores, ação de defesa do patrimônio público e social); b) pode ser órgão interveniente, seja porque, diante da qualidade de uma parte, deva zelar pela indisponibilidade de seus interesses ou suprir alguma forma de inferioridade ( p. ex. incapaz, índio, fundações, vítima de acidente de trabalho, herança jacente, pessoa portadora de deficiência), seja ainda, porque,pela natureza da lide, existe um interesse público a zelar (p. ex., questões relacionadas a interesses difusos,coletivos ou individuais homogêneos de expressão social ou larga abrangência, questões de família, de estado, de testamento, de mandato de segurança ou ação popular, de litígios coletivos pela posse da terra rural). Pode ainda o Ministério Público exercer a administração pública de interesses privados (nas habilitações matrimoniais, na fiscalização de fundações, na aprovação de acordos extrajudiciais, na tomada de compromissos de ajustamento).
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Programa Aqui tem Farmácia Popular e o direito fundamental à saúde : uma nova proposta de fiscalização das fraudes pelo Ministério Público Federal

Programa Aqui tem Farmácia Popular e o direito fundamental à saúde : uma nova proposta de fiscalização das fraudes pelo Ministério Público Federal

A atuação de Denasus no Estado do Espírito Santo, atualmente alijada das atribuições de controle interno, mostrou-se morosa em decorrência das dificuldades estruturais e do volume da demanda, situação que foi agravante ao longo do período analisado. A compreensão equivocada do Ministério da Saúde do resultado da auditoria operacional do Tribunal de Contas da União (processo nº TC 024.043/2016-8), transferiu integralmente a responsabilidade da apuração das irregularidades no programa ao Departamento de Assistência Farmacêutica, órgão sem estrutura e capacidade operacional para proceder a fiscalização adequada. Efeito da medida são algumas centenas de estabelecimentos não apurados e tantos outros em monitoramento sem previsão da realização de qualquer trabalho nesse sentido. A falta de estrutura dos órgãos, o volume de irregularidades verificadas e a importância do programa denotam a urgência de uma mudança de postura por parte do Ministério Público Federal, que deve intervir de maneira célere e efetiva para resguardar os avanços sociais dessa importante política pública.
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Aspectos legais da internação psiquiátrica involuntária e o papel do Ministério Público na sua fiscalização

Aspectos legais da internação psiquiátrica involuntária e o papel do Ministério Público na sua fiscalização

A preservação da ordem pública cometida ao parquet, não se identifica mais com a aplicação de sanção pelo descumprimento de leis. E o gendarme noturno, mero observador dos protagonistas sociais em ação, torna-se agente ativo e protagonista central, ele próprio, das transformações impostas à sociedade pelo constituinte. Por outro lado, se a repressão ao ilícito nada mais é que a reprovação de comportamentos considerados extravagantes à ordem preestabelecida, a atuação dos membros do Ministério Público, no Estado liberal, tinha características nitidamente conservadora e repressora. Não por acaso a sociedade atribui ao promotor de justiça do passado o estigma de solene, grave e conservador – e por que não dizer carrancudo –, aquele que apenas atua na esfera penal e que, no cível, não se sabe bem a que veio. Afinal, na ideologia do liberalismo o próprio direito era concebido como instrumento de manutenção de uma ordem pública em que Estado deveria estar distante da atividade econômica. O direito atuava, portanto, somente de maneira a reprimir ilícitos – tudo que não é proibido é permitido – e o Ministério Público haveria de cumprir o papel de zelar por aquela ordem pública, historicamente determinada. Não há qualquer demérito em relação a esse tipo de atuação. O que importa assinar, no entanto, é que tal função responde a uma lógica e a uma ideologia condizentes com o sistema positivo do passado, inteiramente diversas das que hoje presidem o ordenamento jurídico (TEPEDINO, 2004, p. 337, apud CHEQUER, 2007, p. 128).
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Trabalho escravo contemporâneo: a (in)eficácia da fiscalização do Ministério Público do Trabalho e a adoção do Compliance como medida preventiva

Trabalho escravo contemporâneo: a (in)eficácia da fiscalização do Ministério Público do Trabalho e a adoção do Compliance como medida preventiva

públicas, de programas e de projetos de prevenção e de erradicação do trabalho escravo, de modo que essas ações sejam cada vez mais orientadas por resultados e baseadas em evidências. Busca-se, além disso, fomentar o aprimoramento dos sistemas de coleta de informações e a padronização (com integração) dos bancos de dados existentes, de diferentes fontes, relevantes para a causa. Com isso, os diagnósticos e o conhecimento produzidos sobre o tema serão cada vez mais precisos. O Observatório Digital do Trabalho Escravo foi desenvolvido e é mantido pelo Ministério Público do Trabalho em cooperação com a Organização Internacional do Trabalho no âmbito do fórum Smartlab de Trabalho Decente. Foram utilizados bancos de dados governamentais de várias fontes, incluindo registros administrativos, dados censitários, dados domiciliares e dados do Sistema de Indicadores Municipais de Trabalho Decente da OIT . Disponível em: https://observatorioescravo.mpt.mp.br/
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MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

As partes ficam constituídas em mora a partir do momento da constatação do descumprimento do TAC, pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego ou por qualquer outro meio idôneo. Os valores das multas porventura aplicadas em razão do descumprimento deste ajuste serão reversíveis ao Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, instituído pela Lei 7.998/90, ou, a critério do MPT, na reconstituição dos bens lesados, preservado o interesse público.

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EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUÍZA FEDERAL DA 1º VARA FEDERAL DA. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUÍZA FEDERAL DA 1º VARA FEDERAL DA. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO

Ademais, os critérios devem ser publicizados, assim como os dados das pessoas priorizadas, para que possa haver devido controle social sobre a destinação do bem público altamente escasso nos dias atuais. Somente assim poderão a sociedade civil e os órgãos de controle exercer fiscalização contínua sobre a devida aplicação das doses, coibindo-se favorecimentos indevidos e garantindo-se que a política pública de saúde seja implementada de modo transparente e eficaz.

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Investigação criminal e o Ministério Público

Investigação criminal e o Ministério Público

Concluir que o sistema constitucional atribuiu aos órgãos policiais o papel principal na investigação criminal e aos delegados de polícia a condução dos inquéritos penais não significa reputar impedido o Ministério Público de realizar diligências investigatórias quando circunstâncias particulares o exigirem. O adequado cumprimento das funções institucionais do MP impõe, em alguns casos, a necessidade de busca de elementos informativos que possibilitem a persecução judicial, como em situações de lesão ao patrimônio público; delitos envolvendo a própria polícia; corrupção em altas esferas governamentais ou omissão deliberada ou não na apuração policial. 126 Concluindo, a relatora acrescentou que uma rápida análise envolvendo os diversos organismos estatais que desempenham atividades de investigação demonstra a “absoluta inconveniência de se pretender instituir alguma reserva de investigação de delitos à polícia judiciária da União ou dos estados”, numa referência às apurações realizadas pela Receita Federal, Controladoria Geral da União (CGU), Banco Central (BACEN), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Tribunais de Contas; aos procedimentos ordinários de apuração no âmbito do INSS, Delegacias do Trabalho, e nos órgãos de fiscalização ambiental como IBAMA; e ainda às sindicâncias dos diversos órgãos da administração direta e indireta.
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Poderes Investigatórios do Ministério Público

Poderes Investigatórios do Ministério Público

Ao ministério Público cabe, tomando ciência da prática de um delito, requisitar a instauração da investigação pela polícia judiciária, controlar todo o desenvolvimento da persecução investigatória, requisitar diligências e, ao final, formar sua opinião, optando por denunciar ou não eventual pessoa apontada como autora. O que não lhe é constitucionalmente assegurado é produzir, sozinho, a investigação, denunciando a seguir quem considerar autor de infração penal, excluindo, integralmente, a polícia judiciária e, consequentemente, a fiscalização salutar do juiz. (NUCCI, 2012, p. 85). Já que o parquet não é imbuído da possibilidade de investigar em âmbito penal, pode e deve efetuar o controle externo da atividade policial, a fim de garantir a idoneidade do procedimento, com o fito de preservar a licitude do meio de prova. Não somente por ser de seu interesse processual como parte obter a prova lícita, mas por ter o Ministério Público, a qualidade de fiscal da lei. Conforme Nucci (2012, p. 81) “Presidência do inquérito policial: cabe à autoridade policial, embora as diligências realizadas possam ser acompanhadas pelo representante do Ministério Público, que detém o controle externo da polícia”.
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O MINISTÉRIO PÚBLICO E O MEIO AMBIENTE

O MINISTÉRIO PÚBLICO E O MEIO AMBIENTE

Percebe-se que o processo de democratização, a consciência e a importância do meio ambiente para a vida e a qualidade de vida contribuíram para uma nova atitude perante as demandas ambientais. Neste sentido, o papel do Ministério Público é fundamental na defesa dos direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, quer seja como fiscal da lei quer como autor das ações civis públicas ambientais em prol da defesa do meio ambiente e da sociedade. Vale lembrar a constatação de Vianna at ai (1999, p.15), no sentido de que a vocação expansiva do princípio democrático implica a crescente institucionalização do direito na vida social, invadindo espaços inacessí- veis até há pouco tempo, como certas dimensões da esfera privada.
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MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

O processo de seleção compreenderá uma única fase, composta por uma prova teórica, de caráter eliminatório e classificatório, composta por questões discursivas, envolvendo os seguintes temas: DIREITO CONSTITUCIONAL: Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Da ordem social. Das Funções Essenciais à Justiça. Do Ministério Público. Da Administração Pública. DIREITO ADMINISTRATIVO: O Direito Administrativo. Princípios da Administração Pública. Administração Pública direta e indireta. Atos administrativos simples, complexos e compostos, vinculados e discricionários. Perfeição, validade, vigência e eficácia dos atos administrativos. A autoexecutoriedade, Conceito e fundamentos. Vícios dos atos administrativos. Revogação e anulação. Poderes administrativos. Poder vinculado e poder discricionário. Poder hierárquico e poder disciplinar. Poder de polícia, conceito. Polícia judiciária e polícia administrativa. Lei n° 8.429/92 – Lei de Improbidade Administrativa. DIREITO CIVIL: Parte Geral: Das Pessoas. Dos atos ilícitos. Parte Especial: Da Tutela e Curatela. DIREITO PROCESSUAL CIVIL: Do processo de conhecimento. Dos procedimentos especiais de jurisdição voluntária. DIREITO PENAL: Parte Geral. Crimes contra a pessoa. Crimes contra o Patrimônio. Crimes contra a Dignidade Sexual. Crimes contra a Administração Pública. DIREITO PROCESSUAL PENAL: Do processo em geral. Dos processos em espécie. Dos recursos em geral. LEGISLAÇÃO ESPARSA: Lei n° 7.210/84 (Lei de Execuções Penais), Lei 7.347/85 (Lei da Ação Civil Pública), Lei n°8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), Lei n° 9.099/95 (Juizados Especiais Criminais), Lei n° 9.503/97 (Crimes de Trânsito), Lei n° 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento), Lei n° 11.340/06 (Violência Doméstica) e Lei n° 11.343/06 (Lei de Drogas)
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MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CONCURSO PARA INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CONCURSO PARA INGRESSO NA CARREIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO

que no prazo de 32 (trinta e dois) dias, no período de 09 de maio de 2008 a 09 de junho de 2008, acham-se abertas as inscrições ao Concurso Público para o provimento de 26 (vinte e seis) cargos de Promotor Substituto, observado o contido no art. 91, “caput”, da Lei Complementar Estadual nº 85, de 27 de dezembro de 1999, reservando-se 5% (cinco por cento) das vagas existentes (equivalente a duas) para as pessoas portadoras de deficiência, nos termos da Lei Federal n.º 7.853/89, regulamentada pelo Decreto n.º 3.298/99 e Lei Estadual n.º 13.456/2002, e, 10% (dez por cento) das vagas (equivalente a três) para os afro-descendentes, nos termos da Lei Estadual n.º 14.274/2003, dependendo da disponibilidade de recursos orçamentários e financeiros e, especialmente, a observância dos limites estabelecidos para despesas com pessoal pela Lei Complementar Federal nº 101/2000 (Responsabilidade Fiscal).
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Conselho Superior do Ministério Público

Conselho Superior do Ministério Público

Os Procuradores-Gerais-Adjuntos e os Procuradores da República que reúnam os requisitos legais e os decorrentes da presente deliberação, poderão concorrer aos lugares de magistrado do Ministério Público coordenador de comarca relativos às comarcas de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa Norte, Madeira, Porto, Porto Este, Setúbal, Vila Real e Viseu.

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Ministério Público. André Marinho

Ministério Público. André Marinho

III. São funções institucionais do Ministério Público, dentre outras, o exercício do controle externo da atividade policial, na forma da lei complementar respectiva, e a requisição à polícia judiciária de diligências investigatórias e de instauração de inquérito policial, indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais.

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MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

O inciso XXI do artigo 205 da Lei Complementar nº 05, de 28 de dezembro de 1990, do Município de São José do Rio Preto proíbe ao funcionário público incitar greves, isto é, estimular, instigar ou encorajar greves, condutas que sem dúvida alguma estão compreendidas no exercício do direito em questão.

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MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

Processo de seleção para estágio de graduação em Direito no Ministério Público do Estado do Paraná – MPPR.. A Promotora de Justiça, Dra4[r]

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O poder de investigação do Ministério Público.

O poder de investigação do Ministério Público.

Percebe-se que no piano hermeneutico, as barreiras interpretativas impostas pelo positivismo legalista comegam a ser superadas pelo constitucionalismo, que coloca a Constituigao Federa[r]

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Investigação criminal do Ministério Público.

Investigação criminal do Ministério Público.

Aqui tambem se faz a mesma ressalva apresentada no momento da exposicao dos motivos contrarios a investigacao ministerial sob a perspectiva dogmatica, no sentido de que sera feita, por[r]

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Organização e estrutura do Ministério Público na Itália

Organização e estrutura do Ministério Público na Itália

No momento da queda do fascismo, a Magistratura italiana apresenta- se como um corpo moldado a partir de outras burocracias públicas, com características que, em grande medida, sobrevivem ainda hoje. Os magistrados são recrutados por concurso público, normalmente em idade relativamente jovem, logo depois de haverem obtido o diploma de Direito, e, em seguida, são inseridos em um corpo estratifi cado em graus, no qual a cada grau corresponde certo número de funções. A passagem a um grau superior - e, portanto, a “funções” superiores também - acontece através de avaliações que levam em conta o tempo de serviço e o mérito, do modo como ele é defi nido pelos superiores hierárquicos. Em outras palavras, assim como em outros aparelhos do Estado, aqui também se realiza o princípio da cooptação: são os magistrados de grau mais elevado que decidem quais juízes “inferiores” são promovidos e, consequentemente, admitidos nos graus “superiores”. Nesse processo, um papel particularmente importante é desempenhado pelos magistrados da Corte de Cassação, que são não apenas aqueles que operam junto à Corte Suprema, mas também aqueles que, tendo atingido o grau correspondente, encontram-se na chefi a dos órgãos judiciários: os primeiros presidentes e os procuradores-gerais das Cortes de Apelação e os presidentes e procuradores dos tribunais mais importantes. De fato, na maioria dos casos, são os magistrados da Corte de Cassação que têm assento nas comissões que decidem sobre as promoções. A infl uência da política e, mais precisamente, do governo, manifesta-se no vértice da pirâmide judiciária, na nomeação dos magistrados de grau mais elevado, que, normalmente, o Executivo escolhe entre aqueles de grau imediatamente inferior. Desse modo, o Executivo não apenas está em condições de escolher, para essas posições, os magistrados que considera “melhores”, como também os magistrados que pretendem fazer carreira até atingir as posições mais altas sabem como devem orientar suas ações.
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