Modelo de Fluxo Subterrâneo

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Emprego de um modelo matemático de simulação do fluxo subterrâneo para definição de alternativas de explotação de um aquífero aluvial.

Emprego de um modelo matemático de simulação do fluxo subterrâneo para definição de alternativas de explotação de um aquífero aluvial.

Foram simuladas 08 (oito) situacoes distintas: o aqiiifero aluvial sem barragem subterranea apos um ano hidrologico regular, o aqiiifero aluvial com barragem subterranea apos um ano hi[r]

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MODELO CONCEITUAL DO AQUÍFERO FRATURADO DA ÁREA DA JAZIDA DE URÂNIO DE CAETITÉ, BAHIA: IMPLICACÕES PARA O FLUXO SUBTERRÂNEO

MODELO CONCEITUAL DO AQUÍFERO FRATURADO DA ÁREA DA JAZIDA DE URÂNIO DE CAETITÉ, BAHIA: IMPLICACÕES PARA O FLUXO SUBTERRÂNEO

7. Formulação de proposta para gestão do sistema aquífero - nessa etapa foram identificados os principais conflitos pelo uso da água, desde competição de diversos tipos de usos até o potencial de contaminação das águas subterrâneas com isótopos radioativos, em decorrência da atividade de mineração. Essa análise considerou critérios fundamentais a gestão dos aquíferos, tais como: os diversos cenários de conflito identificados, o domínio do clima semiárido da região sobre o regime de chuvas e o modelo conceitual proposto. A partir desses fundamentos foi desenvolvida a proposta preliminar de gestão dos recursos hídricos dessa região. Ressalta-se que essas recomendações para gerenciamento desses recursos representam uma proposição inicial, considerando-se os diversos setores públicos e privados envolvidos. Para que culmine em êxito, faz-se necessária a intervenção governamental no sentido de arbitrar as disputas de forma isonômica e transformar a proposta de gestão dos recursos hídricos num mecanismo que possa ser implantado na região;
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Simulação numérica do fluxo hídrico subterrâneo na bacia hidrográfica do Rio Pitimbu RN

Simulação numérica do fluxo hídrico subterrâneo na bacia hidrográfica do Rio Pitimbu RN

Os centros urbanos existentes na Bacia Hidrográfica do Rio Pitimbu (BHRP) utilizam significativamente os mananciais subterrâneos para o abastecimento público. Estudos referentes ao aquífero Dunas-Barreiras são relevantes para ampliar o conhecimento sobre o mesmo e auxiliar no gerenciamento dos recursos hídricos da região. Uma ferramenta imprescindível para esta gestão é a modelagem numérica de fluxo de água subterrânea. Neste trabalho, foi desenvolvido um modelo de fluxo subterrâneo para a BHRP, utilizando-se do aplicativo Visual Modflow, versão 2.7.1., que utiliza o método das diferenças finitas para a resolução da equação que governa a dinâmica do fluxo subterrâneo. Realizou-se a simulação numérica do modelo em estado estacionário para toda a região da bacia. O modelo foi elaborado segundo as características geográficas, geomorfológicas e hidrogeológicas da área de estudo, que definiram as condições de contorno e os parâmetros necessários para o cálculo numérico. Foram considerados os poços de explotação de águas subterrâneas da Bacia. Devido à indisponibilidade de dados atuais de monitoramento do aquífero não foi possível realizar a calibração do modelo. Entretanto, os resultados das simulações mostraram que o balanço hídrico global aproximou-se de zero, satisfazendo, assim, a equação tridimensional para o comportamento da carga hidráulica em regime estacionário. Variações nos dados de recarga do aquífero foram feitas a fim de verificar o impacto dessa contribuição no balanço hídrico do sistema, em destaque para o cenário em que é removida a recarga induzida por fossas e sumidouros. Segundo os resultados gerados pelo Visual Modflow, ocorreu rebaixamento significativo da carga hidráulica do aquífero, variando entre 5 a 25 metros de rebaixamento. Com os resultados obtidos, pode-se afirmar que a modelagem realizada é válida como ferramenta no gerenciamento dos recursos hídricos na BHRP, servindo de base para novos estudos.
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Modelagem do fluxo subterrâneo na bacia sedimentar costeira do baixo curso do rio Paraíba.

Modelagem do fluxo subterrâneo na bacia sedimentar costeira do baixo curso do rio Paraíba.

As condições de contorno são expressões matemáticas que especificam a variável dependente (velocidade) ou fluxo nos contornos do domínio e são usadas para incluir os efeitos do sistema hidrogeológico externo da área modelada (COSTA e CASTRO, 2007). Baseiam-se no sistema hidrogeológico real e são utilizadas para a definição das fronteiras hidráulicas (divisores de águas ou linhas de fluxos) ou físicas (como corpos superficiais de águas, rochas impermeáveis) que delimitam o domínio do modelo. Do ponto de vista matemático, as condições de contorno são classificadas em: Tipo 1 ou Condição de Dirichlet (Carga Hidráulica Especificada) - representa uma fronteira com carga hidráulica especificada, sendo constante ou em função do tempo.
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Modelagem de fluxo subterrâneo com vistas à depleção do rio como efeito do bombeamento extremo em uma área de estudo situada no oeste baiano.

Modelagem de fluxo subterrâneo com vistas à depleção do rio como efeito do bombeamento extremo em uma área de estudo situada no oeste baiano.

A Heath Hydrology Inc. oferece o pacote do software GWFLOW para Windows o qual apresenta um número de modelos analíticos para a simulação de regimes de fluxo estacionário e transiente unidimensionais e com fluxos de água subterrânea simétricos radialmente. O software é dividido em quatro grupos. O quarto grupo trata da interação poço-rio (efeitos de bombeamen- to de água subterrânea próximo a um rio) e calcula a depleção do rio devido ao bombeamento de um poço totalmente penetrante em um aqüífero freático. O rio é admitido possuir geometria retilínea. O usuário pode escolher entre duas possibilidades para simular a interação poço-rio: (1) modelo Theis-Glover, onde o rio está em contato hidráulico direto com o aqüífero; (2) mode- lo Hantush, onde o rio está em contanto hidráulico indireto (leito semi-permeável) com o aqüífe- ro. O programa calcula ambas as taxas de depleção e volumes de depleção para um período de bombeamento como também para o período de pós-bombeamento (Fig. 6.1). O programa
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Estimativa da recarga da bacia sedimentar do rio do Peixe através da modelagem matemática do fluxo subterrâneo.

Estimativa da recarga da bacia sedimentar do rio do Peixe através da modelagem matemática do fluxo subterrâneo.

Uma indicação da representatividade do modelo é dada pelo diagrama de dispersão, ou head scatter diagram , das cargas observadas e calculadas, o qual é mostrado na figura 5.5, e que pode ser visualizado no PMWIN. O diagrama de dispersão mostra que, em geral os valores de carga hidráulica observada apresentam a mesma tendência das cargas calculadas, o que implica em dizer que a calibração pode ser considerada satisfatória, embora não perfeita, caso este em que os pontos estariam sobre uma reta de 45º sem desvios, ou seja, as cargas hidráulicas calculadas seriam exatamente iguais às cargas observadas.
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Modelamento numérico do fluxo subterrâneo atual e simulações de cenários futuros da mina de Morro Agudo, Paracatu-MG

Modelamento numérico do fluxo subterrâneo atual e simulações de cenários futuros da mina de Morro Agudo, Paracatu-MG

O modelamento numérico do fluxo subterrâneo da Mina de Morro Agudo, de propriedade da Votorantim Metais Zinco (VMZ), Paracatu-MG, utilizou os dados do monitoramento hidrometeorológico para calibrar o cenário atual e realizar simulações de cenários futuros do bombeamento realizado na mina, utilizando o software Visual MODFLOW 3.1. A área de estudo localiza-se em Paracatu-MG e encontra-se na parte externa da Faixa de Dobramentos Brasília na margem oeste do Cráton do São Francisco, a mina está inserida na sequência metassedimentar do Grupo Vazante, composta por dolarenitos, brechas dolareníticas e dolomíticas pertencentes à Formação Morro do Calcário. Em Junho de 2011 foi registrado 255m³/h em surgências de água na mina subterrânea, valor próximo à capacidade máxima, 270m³/h, da Estação de Tratamento de Efluentes. Assim, se fez necessário realizar simulações do acréscimo desta vazão até o ano 2017, seguindo o plano de expansão da mina, com objetivo de subsidiar ações efetivas no tratamento de água da unidade. Foram utilizados os dados de monitoramento disponibilizados pela equipe técnica da VMZ para atualizar o modelo hidrogeológico conceitual e realizar nova calibração do modelo numérico. Após a calibração foram realizadas simulações a partir do ano 2012 até 2017. A partir dos cenários simulados foi obtido um acréscimo constante nas vazões atingindo patamares de 530m³/h. Deste valor foi subtraída a vazão bombeada pelo Projeto Água Limpa e somada a vazão aduzida para a mina, chegando ao valor final de bombeamento de 504m³/h. Esta é a vazão que será considerada no planejamento da construção da nova Estação de Tratamento de Efluentes para atender as necessidades até o ano 2017. Essa vazão pode ser reduzida com a ampliação do Projeto Água Limpa, dependendo de um esforço conjunto entre os setores de Hidrogeologia, Meio Ambiente, Geologia e Lavra. O desaguamento da mina não está interferindo na vazão dos vertedouros situados no Córrego Morro Agudo de maneira definitiva, pois a água que infiltra na mina subterrânea é bombeada para a superfície, tratada e devolvida ao Ribeirão Traíras, sem provocar prejuízo ou impactos ambientais. Por se tratar de um aquífero fissural, não se pode precisar se a lavra irá atingir uma zona aquífera fraturada de maior expressão, aumentando consideravelmente as vazões simuladas.
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ANÁLISE DO SALDO DE FLUXO SUBTERRÂNEO NA CARACTERIZAÇÃO HIDROLÓGICA DAS LAGOAS DO SISTEMA LACUSTRE BONFIM, RN - BRASIL

ANÁLISE DO SALDO DE FLUXO SUBTERRÂNEO NA CARACTERIZAÇÃO HIDROLÓGICA DAS LAGOAS DO SISTEMA LACUSTRE BONFIM, RN - BRASIL

O trabalho compreende o desenvolvimento de um balanço hídrico para avaliar as contribuições das águas subterrâneas nas lagoas do sistema lacustre Bonfim-RN. O modelo teve como base a determinação mensal do saldo de fluxo do balanço no período de janeiro a dezembro de 1999, correspondente à diferença entre as entradas e saídas de águas subterrâneas. O estudo mostrou existir uma relação deste saldo com a classificação hidroquímica das lagoas. O saldo de fluxo apontou evidências de ser um bom indicador de pequeno escoamento superficial para a lagoa do Bonfim, o qual normalmente é desconsiderado. Por outro lado, quando não se verifica escoamento superficial, como é o caso das dunas, igualmente revela ser uma técnica de análise da recarga e do efeito de retardo da infiltração eficaz. Por fim, o saldo de fluxo também mostrou ser uma ferramenta importante no controle da disponibilidade hídrica das lagoas.
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Caracterização do fluxo subterrâneo das águas na porção sudoeste da Bacia Representativa de Juatuba

Caracterização do fluxo subterrâneo das águas na porção sudoeste da Bacia Representativa de Juatuba

O desenvolvimento do modelo computacional a partir do modelo conceitual respondeu de maneira satisfatória durante a calibração dos níveis de água subterrânea. Ao analisar o módulo de saída do modelo computacional as características descritas no modelo conceitual foram confirmadas, configurando a infiltração vertical das águas de chuva no meio poroso (argissolos ou latossolos) até o lençol freático por trechos não saturados que variam entre 5 m nas cotas inferiores e 20 m nas áreas mais altas da bacia. A partir da camada saturada do pacote poroso a água infiltrada segue em fluxo subsuperficial, em direção aos talvegues. Onde o manto de regolito interage com o meio decomposto a semi-decomposto a direção dos vetores de velocidade de fluxo apontam para a recarga dos meios fraturados.
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Fluxo subterrâneo e dinâmica de aquíferos em meios porosos: utilização de modelos análogos

Fluxo subterrâneo e dinâmica de aquíferos em meios porosos: utilização de modelos análogos

O modelo é constituído por um tubo cilíndrico de secção transversal A (44,2 x 10 -3 m 2 ), possuindo numa das extremidades um sistema de admissão de água acoplado a uma tampa roscada, e na outra uma torneira também acoplada a uma tampa roscada (Fig. 1). O sistema de tampas amovíveis permite a colocação do material a ensaiar, normalmente rochas incoerentes com diferentes características granulo- métricas, das quais resultam condutividades hidráulicas ( K , m/s) diversas. O sistema de admissão e a torneira

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Potencial hídrico subterrâneo da Ribeira das Cortes

Potencial hídrico subterrâneo da Ribeira das Cortes

Relativamente ao caso específico da implantação da Barragem da Ribeira das Cortes e analisando a Figura 4.20, pode-se reparar nas 2 (das inúmeras possíveis) linhas de fluxo que irão sair desta zona específica e que se desenvolvem até possivelmente à Nascente dos Calções na Bouça, atravessando 12 linhas equipotenciais. Estas linhas de fluxo percorrem todo o maciço granítico até à zona xistosa da Bouça, onde é obrigada a subir devido à impermeabilidade do xisto, emergindo na Nascente dos Calções. Todas as outras linhas de fluxo, para cálculos comparativos de caudais com origem na zona da barragem, são desprezáveis, pois não contém a carga hidráulica proporcionada pela Barragem da Ribeira das Cortes , bem como a sua largura à superfície de 400 metros. A albufeira vai permitir significativas infiltrações no sub-solo resultando consequentemente um ligeiro aumento da quantidade de água na dita nascente dos Calções.
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SERES DO SUBTERRÂNEO: OS INVISÍVEIS DO MUNDO MODERNO

SERES DO SUBTERRÂNEO: OS INVISÍVEIS DO MUNDO MODERNO

No processo de organização, não reifica, não conduz, não maneja, “instaura o aprendizado da pronúncia do mundo, aprendizado verdadeiro, por isto, dialógico” (Freire, 2011. [r]

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Modelo de alocação de fluxo em redes para evacuação de população

Modelo de alocação de fluxo em redes para evacuação de população

O mapa viário de uma região (bairro, cidade, país, etc.) pode ser modelado como um grafo, onde os pontos de acesso aos locais que concentram pessoas são representados por vérti- ces e as vias que conectam tais pontos são representadas por arestas. Em um bairro, por exemplo, vértices podem representar pontos de acesso às quadras ou, para maior precisão na manipulação dos dados, às casas, comércios e espaços públicos. Em ambos os casos, as arestas representam vias que conectam tais pontos e a interseção entre as vias também é representada por um vértice, já que cruzamentos precisam ser bem definidos, como será visto na Seção 3.5. A Figura 6 apre- senta um exemplo de modelo do mapa de um bairro através de um grafo. Na Figura 6a tem-se o mapa do bairro e o grafo que modela o mapa é apresentado na Figura 6b. Nesse exemplo em específico foram definidos um ponto de acesso por quadra para os terrenos em cada via, esses pontos são representados por vértices, além disso, cada interseção de vias também é representada por um vértice. Por fim, uma aresta conecta os vértices presentes na mesma via.
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Melhorias no fluxo de material de uma secção de produção com o modelo TFM

Melhorias no fluxo de material de uma secção de produção com o modelo TFM

O Value Stream Mapping é uma ferramenta que permite a representação de fluxo de material e informação numa cadeia de abastecimento. Contudo, a representação de todos os processos pode tornar esta ferramenta pouco visual em situações como a indústria em que este caso de estudo se foca. Como exemplo, o produto com o código “CR11000601932” escolhido na subsecção anterior contém 92 componentes individuais. Assim, a cadeia de abastecimento torna-se demasiado complexa para ser representada num VSM. Com isto, a decisão passou por definir a cadeia de abastecimento do componente que passa por mais processos dentro da empresa. Analisando a estrutura do produto final, é possível perceber que o componente TAMPA BI-PARTIDA CAB AZOR com o código “BA50000012184” é aquele que passa por mais processos de transformação. O resultado encontra-se na Figura 24. No Anexo 2 encontra-se o significado de cada ícone presente no VSM.
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Coordenadas do subterrâneo: a edição underground em Lisboa

Coordenadas do subterrâneo: a edição underground em Lisboa

O conflito inaugural entre o mundo subterrâneo e o mundo à superfície tende a resolver-se pela alteração de um paradigma predominantemente antagónico, procurando antes focos particulares assentes na busca da autossuficiência, a nível económico e relacional e nos discursos promovidos e propagados. Esta permite que se forme uma comunidade momentânea e de participação voluntária, que é aquilo que diferencia um espaço de potencial liberdade de uma reclusão imposta por constrangimentos externos. A radicalização destes conceitos, ou a do seu uso, é notória quando noções como a marginalidade e a independência se confundem, pelo que a resistência a esta experiência de exclusão é um ponto fundamental, não se focando apenas nas limitações de quem quer produzir e editar fora dos circuitos maioritários mas alargando a sua atuação ao adquirir uma perspetiva existencial mais ampla. A superação deste antagonismo é interpretada de formas distintas, sendo que há quem a considere proveitosa e necessária, ao passo que outros se mantêm firmes na convição da urgência do radicalismo, embora nos pareça que a sua prática está alinhada com essa superação mesmo que o seu discurso não o esteja. A disseminação da internet é uma ferramenta vital para a recontextualização dos espaços físicos e concetuais aqui em análise, assim como das fronteiras entre underground e mainstream, já que a sua infilitração no imaginário coletivo e na forma como se assimila informação, tal como nas expetativas que gera quanto à rapidez da sua movimentação, é inegável. Mais do que superar essa divisão inicial, a internet permite diluir fronteiras, o que tem consequências práticas ao nível da circulação de conteúdos, próprios e influências, e da reconversão dos papéis dos intervenientes, o que leva a que se tenha de encarar o isolamento de uma forma mais complexa.
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UM MODELO CONCEITUAL DE ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO BASEADO EM FLUXO DE CONHECIMENTO

UM MODELO CONCEITUAL DE ECOSSISTEMA DE INOVAÇÃO BASEADO EM FLUXO DE CONHECIMENTO

detentoras de conhecimento útil ao ecossistema em estudo e aquelas que as conectam farão parte desta análise. As entidades que compõem o ecossistema são conectadas por relações caracterizadas por fatores que afetarão o fluxo de conhecimento entre elas, como o nível de confiança e a distância geográfica e relacional. O ambiente onde estas entidades estão imersas também faz parte do ecossistema, representado pelos seus elementos de sustentação, pelos seus mecanismos de seleção e pela sua demanda. Para a prova conceitual do modelo e o teste das hipóteses que inicialmente nortearam sua criação, um modelo computacional baseado em agentes foi criado. Flexível, o modelo instanciado permite a simulação de diversos cenários, dentre os quais foi selecionado um conjunto destinado a avaliar o comportamento dos agentes em situações estáticas e dinâmicas, com diferentes populações de agentes engajados nos papéis referentes ao conhecimento, capazes de adaptar sua motivação em aprender de acordo com suas experiências ao longo das simulações. Estes cenários foram avaliados para determinar se o conjunto de agentes, naquelas condições, formariam um ecossistema de inovação.
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Um modelo de fluxo informacional para empresas do setor de confecção

Um modelo de fluxo informacional para empresas do setor de confecção

Com base no referencial teórico, elencam-se a seguir as atividades que pautam o modelo de fluxo informacional para o planejamento de produto em empresas do setor de confecção: fazer o levantamento de dados do usuário, suas necessidades e possibilidades a serem exploradas; transformar o material coletado em requisitos do usuário; realizar reunião de planejamento; definir atividades e sequência; preparar cronograma; analisar viabilidades (produtiva, econômica e comercial); desenvolver o mix de produto (tipos de peças, grade de tamanho e quantidade de peças); pesquisar tendências, comportamento, mercado, tecnologias, cores, materiais, tema; elaborar briefing ou especificações.
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Fluxo de caixa: um modelo flexível para salões de beleza

Fluxo de caixa: um modelo flexível para salões de beleza

Não é determinado pela legislação qual o método que deverá ser publicado pelas empresas. “Entretanto, o pronunciamento do CPC estabelece que, caso a empresa opte pelo método direto deverá divulgar como informação complementar o método indireto. Consequentemente, a maioria das empresas opta pelo método indireto (PEREZ JUNIOR; BEGALLI, 2009, p. 187).” Em concordância com a ideia de serem aceitos ambos os métodos, e levando em conta que ao apresentar pelo método direto devesse ter o complemento do Lucro Líquido do período, Perez Junior aponta que segundo recomendações da FASB, as empresas devem relatar seus fluxos de caixa provenientes das atividades operacionais exibindo as principais classes de recebimentos e pagamentos operacionais – o método direto, e em adicional exibir a conciliação entre Lucro Líquido do período e o Fluxo de Caixa advindo das Atividades Operacionais – o método indireto (PEREZ JUNIOR, 2009, p. 285). Diante disso, nota-se que o modelo instituído “ainda é muito completo e atende aos mais variados tipos de negócios, desde a indústria até a prestação de serviços, independentemente do porte da empresa” (PEREZ JUNIOR, 2009, p. 285).
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Proposição e implementação de um modelo de fluxo de caixa para uma sociedade de advogados

Proposição e implementação de um modelo de fluxo de caixa para uma sociedade de advogados

O fluxo de caixa nesse sentido caracteriza-se fielmente através de sua composição financeira. Por se tratar de uma ferramenta que traz informações imediatas pode ser utilizado e atualizado diariamente, proporcionando ao gestor uma radiografia permanente das entradas e saídas de seus recursos financeiros. O fluxo de caixa é um indício tanto do passado como do futuro, o que permite ser projetado, dia a dia, a evolução do seu disponível, de modo que é possível tomar medidas apropriadas com a devida antecedência, para caracterizar a escassez ou o excesso de recursos.
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Um modelo para análise do fluxo através das fundações de barragens de concreto.

Um modelo para análise do fluxo através das fundações de barragens de concreto.

A solução analítica desenvolvida por Muskat [7] para análise do fluxo conver- gente a uma linha de poços, perfurada em material homogêneo e isotrópico e locali- zada entre dois canais de água, foi usada por Casagrande [1] para determinar as subpressões atuantes na base de uma barragem de concreto contendo uma galeria de drenagem, com drenos lisos, conforme indicado na Figura 2.

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