Modernização conservadora

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Raul Briquet e a modernização conservadora: crítica ao primeiro manual brasileiro...

Raul Briquet e a modernização conservadora: crítica ao primeiro manual brasileiro...

Esta pesquisa, de cunho teórico e bibliográfico, teve por objetivo realizar uma análise crítica do livro Psicologia Social (1935) de Raul Briquet. A Psicologia Social brasileira encontra a sua origem nas teses de doutoramento defendidas nas Faculdades de Medicina do Rio de Janeiro e da Bahia, tendo como um de seus principais pioneiros o médico Raul Carlos Briquet, que publicou o primeiro manual brasileiro sobre Psicologia Social em 1935. O método utilizado foi o materialismo histórico e dialético, a partir da análise das principais categorias e tendências presentes na estrutura e no conteúdo do livro. As mediações de sua obra residem tanto nas teorias com base no Positivismo e no Evolucionismo do século XIX - sobretudo nas idéias do Pensamento Social Brasileiro – quanto nas concepções liberais defendidas pela elite brasileira da década de 1930, expressa através de importantes documentos tais como o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova e o Manifesto da Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo (1933) que, dentre os signatários, estava Briquet. A análise crítica apresentou, primeiramente, um panorama geral da estrutura e conteúdo do livro, expondo em seguida suas principais categorias (indivíduo;sociedade; relação indivíduo- sociedade;ciência;educação;psicologia social) e tendências (cientificismo/organicismo; normatização; orientação programática para a ciência; evolucionismo/higienismo; aproximação à realidade cotidiana; crítica radical) segundo suas mediações internas e externas; para tanto, partiu das categorias de análise da dialética como mediação, contradição e totalidade. Deste modo, foi possível compreender o primeiro manual brasileiro sobre Psicologia Social sob duplo aspecto: primeiro, como um manual que respondia ao movimento de institucionalização da psicologia social como disciplina autônoma e estruturado a partir de uma bibliografia contemporânea às principais pesquisas da época; segundo, como resultado do amplo contexto histórico do entre-guerras, somado ao jogo de forças políticas que compuseram a Era Vargas a partir dos desdobramentos de sua política de conciliação de classes e da chamada “modernização conservadora”.
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Sistemas agrários na Velha Província: O processo de transição para o trabalho livre sob o signo da Modernização Conservadora (1850-1888).

Sistemas agrários na Velha Província: O processo de transição para o trabalho livre sob o signo da Modernização Conservadora (1850-1888).

Assim, o advento do trabalho livre na província fluminense foi marcado pelo signo da “via prussia- na” de transição para o capitalismo, tal como conceituou Barrington Moore Jr. (BARREIROS, 2002). A “modernização conservadora” consistiu da construção de bases para uma sociedade urbano-industrial articulada à preservação da antiga estrutura de propriedade e trabalho no campo. Isto significa que a in- dustrialização e a urbanização avançaram com base em uma economia agrícola comercial fundamenta- da em um “sistema repressivo de mão-de-obra”, onde o trabalhador era submetido ao proprietário não através do mercado, mas por meio de coerção extraeconômica. O esgotamento do escravismo não teve como resultado a eliminação do latifúndio e o predomínio econômico do farmer, tal como nos Estados Unidos, e nem a formação de relações de trabalho capitalistas, com operários rurais plenamente expro- priados. O latifúndio permaneceu, explorando mão-de-obra em regimes de trabalho não-capitalistas os mais diversos, e nas franjas do sistema formou-se uma economia agrária de posseiros integrados ou não aos mercados urbanos de gêneros alimentícios.
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A Modernização Conservadora da Agricultura Familiar e a Agroecologia

A Modernização Conservadora da Agricultura Familiar e a Agroecologia

Em suma, o processo de modernização conservadora da agricultura familiar culmina com a ampla integração da economia camponesa aos circuitos dos capitais que controlam o agronegócio. Significa que , a exemplo dos ‘fazendeiros modernos’, mas sem as mesmas ‘defesas’, os camponeses passam a assumir condição objetiva de terceirizados desses capitais que operam à montante e à jusante da base primária da agricultura. Afinal, passaram a ter a estrutura de custos, os próprios custos e os preços determinados por esses capitais.
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Um grande avanço para ficar no mesmo lugar Modernização conservadora

Um grande avanço para ficar no mesmo lugar Modernização conservadora

Os avanços tecnológicos aplicados ao agronegócio são a expressão da modernização do campo. Com eles a produtividade tem crescido, as safras tem apresentado números cada vez maiores, as receitas econômicas têm crescido. A isto tem se dado o nome de desenvolvimento. Mas tudo não passa do que podemos chamar de modernização conservadora. Todo este avanço não representou de fato qualquer mudança substancial na estrutura agrária brasileira e nas relações de produção e de trabalho no campo. Ao contrário tem significado maior concentração de terra e de renda e relações de trabalho cada vez mais precarizadas. Para (GONÇALVES, 2003) com base na analise dados da violência do Caderno de Conflitos, esta contradição resulta da “colonialidade do poder (e do saber) que comanda nossa formação social.” Segundo ele, “o melhor indicador dessa colonialidade se faz sentir na própria idéia de modernização que, sempre, aparece justificando e legitimando a re-produção das relações sociais e de poder no Brasil do que, talvez, o melhor exemplo hoje seja a expansão do agronegócio, tanto na região Centro-Oeste, como em Rondônia, ao longo da Cuiabá-Santarém, em Tocantins e no Sul do Piauí, Sul do Maranhão e Oeste da Bahia. Como os dados indicam, a violência continua subjacente estruturando as relações sociais e de poder.
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MODERNIZAÇÃO CONSERVADORA NO CERRADO GERAIS DA CHAPADA GAÚCHA – MG: UM ESTUDO DE CASO EM BURAQUINHOS THAÍS HALL OLIVEIRA

MODERNIZAÇÃO CONSERVADORA NO CERRADO GERAIS DA CHAPADA GAÚCHA – MG: UM ESTUDO DE CASO EM BURAQUINHOS THAÍS HALL OLIVEIRA

Atualmente, Buraquinhos segue apenas com a certificação emitida pela Fundação Cultural Palmares, sem que seu território tradicional tenha sido demarcado pelo órgão responsável, fato que fragiliza a comunidade devido as pressões territoriais diante da modernização conservadora local. Segundo o Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais, em 30 de junho de 2015 uma ação civil pública foi dada entrada contra o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para obrigá-lo a elaborar os Relatórios Antropológicos e os Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTDI) da comunidade quilombola Buraquinhos, além da comunidade São Félix. Para o MPF, “a mora da autarquia é injustificada e traz graves consequências às comunidades quilombolas. Sem a titulação da terra, a insegurança jurídica permeia naqueles povos tradicionais, sujeitando-os a pretensões externas de posse, alienação a non domino, usucapião e penhora”. Sem a propriedade definitiva das terras, os quilombolas ainda ficam privados do acesso às políticas públicas direcionadas a eles. A ação está em trâmite, segundo dados do processo 1207-36.2015.4.01.3818, em 01 de dezembro de 2015 consta que foi movimentada para setor jurídico da Procuradoria da República no Município de Paracatu/Unaí.
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OS EFEITOS DA MODERNIZAÇÃO CONSERVADORA NA LUTA POLÍTICA E SINDICAL DOS TRABALHADORES NO SUDOESTE GOIANO: O BONAPARTISMO, A AUTOCRACIA BURGUESA E O PARTIDO DOS TRABALHADORES (1975 – 1982) MESTRADO EM HISTÓRIA

OS EFEITOS DA MODERNIZAÇÃO CONSERVADORA NA LUTA POLÍTICA E SINDICAL DOS TRABALHADORES NO SUDOESTE GOIANO: O BONAPARTISMO, A AUTOCRACIA BURGUESA E O PARTIDO DOS TRABALHADORES (1975 – 1982) MESTRADO EM HISTÓRIA

A partir de 1983, o Sintego passou a dar uma grande sustentação ao Partido dos Trabalhadores dentro do Estado de Goiás, inicialmente não teve a participação de professores, q[r]

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POTENCIALIDADES E BARREIRAS PARA A ADOÇÃO DO PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS POR ASSENTADOS DE REFORMA AGRÁRIA NO NORTE FLUMINENSE

POTENCIALIDADES E BARREIRAS PARA A ADOÇÃO DO PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS POR ASSENTADOS DE REFORMA AGRÁRIA NO NORTE FLUMINENSE

O paulatino enfraquecimento do regime militar acabou possibilitando o retorno da mobilização de camponeses e trabalhadores rurais e seus esforços pela democratização do acesso à posse da terra. (MEDEIROS e LEITE, 1999). Segundo Medeiros e Leite (1999), a partir da retomada da sua organização política, os camponeses brasileiros passaram a lutar contra as péssimas condições de vida que foram seriamente agravadas pelo processo de modernização conservadora. Diante deste contexto as dificuldades enfrentadas pelos camponeses possibilitaram o aumento da participação política dos mesmos, e provocou a ocorrência de importantes mobilizações ao longo da década de 1980. O destaque da organização social no processo de luta pela terra no Brasil foi o surgimento, em 1985, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) que rapidamente começou a liderar ações para que houvesse a constituição de assentamentos de reforma agrária. Para Fernandes (2001), o processo de consolidação do MST se fez por meio de socialização política, principalmente nas periferias das cidades (MEDEIROS e LEITE, 1999). Para Fernandes (2001), o MST pôde, com o apoio de outros diferentes segmentos da sociedade brasileira, fortalecer a luta pela Reforma Agrária. De forma adicional, Martins (2000) aponta que, além do MST, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) também cumpriu um papel importante no esforço de recolocar a questão da reforma agrária enquanto uma reivindicação legítima e que merecia atenção do Estado Brasileiro.
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AVISO AO USUÁRIO A digitalização e submissão deste trabalho monográfico ao DUCERE: Repositório Institucional da

AVISO AO USUÁRIO A digitalização e submissão deste trabalho monográfico ao DUCERE: Repositório Institucional da

CÂNDIDO, Antônio; CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: Modernismo.. O sentimento de estranhamento sobre o processo de modernização conservadora. ocorrido [r]

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AGRONEGÓCIO E AGROTÓXICOS: IMPACTOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES AGRÍCOLAS NO NORDESTE BRASILEIRO.

AGRONEGÓCIO E AGROTÓXICOS: IMPACTOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES AGRÍCOLAS NO NORDESTE BRASILEIRO.

AUGUSTO, Lia et al. Dossiê Abrasco: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde. Rio de Janeiro: Abrasco, 2012. BEZERRA, Juscelino. Agronegócio e a nova divisão social e territorial do trabalho agro- pecuário formal no Nordeste. 2008. 260 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Uni- versidade Estadual do Ceará, Fortaleza 2008. CANUTO, Antônio. Agronegócio: a moder- nização conservadora que gera exclusão pe- la produtividade. Revista Nera, São Paulo, ano 7, n. 5, p.17-23, ago.-dez., 2004. CARNEIRO, Fernando; ALMEIDA, Vicente. Os riscos socioambientais no contexto da modernização conservadora da agricultura. Ciên- cia & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 20-24, 2007.
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Rev. adm. empres.  vol.10 número3

Rev. adm. empres. vol.10 número3

Dada a ênfase às características psicossociais como elementos causativos do desenvolvimento, o conceito de modernização se ligou estreitamente à dimensão social, isto é, modernização de [r]

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Caminho possível para o desenvolvimento do RN: a utopia do Polo Gás Sal

Caminho possível para o desenvolvimento do RN: a utopia do Polo Gás Sal

estudos e projetos do Pólo Gás Sal, onde foram empregados recursos oriundos do governo do Estado e da Confederação Nacional da Indústria –CNI. Diante desses dados, percebe-se que houve esforços dos setores públicos e privados em torno da implantação desse pólo de desenvolvimento já que grandes somas de recursos foram investidas pelo poder público federal, pelos vários governos do Estado e em menor proporção pelo setor privado, sob diversas formas. Considere-se que, mesmo com os expressivos investimentos realizados entre os anos 70 e 90 do século XX, portanto, em quase 40 anos, não se conseguiu a instalação de uma indústria especializada e moderna como se pretendia, nessa área. Torna-se evidente, assim, que a modernização econômica não é inevitável, como lembra Reinhard Bendix, porque, neste caso, mesmo com a manifesta pretensão do Estado nacional e regional, de grupos dirigentes locais e na presença de certas condições naturais favoráveis, ela não ocorreu. Tivemos, nesse caso, um verdadeiro desperdício, ou mesmo pilhagem dos recursos públicos, não se permitindo, sequer, que o Estado capitalista cumprisse uma das suas funções básicas: ajudar na reprodução do capital em uma região economicamente atrasada, com um empresariado economicamente frágil e sem conhecimentos técnicos para controlar um ramo industrial sofisticado, além de uma elite política sem representatividade no cenário político nacional. O insucesso dessa política de desenvolvimento econômico para o setor da química,
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uma análise do livro Sociedade de risco :: Brapci ::

uma análise do livro Sociedade de risco :: Brapci ::

De leitura a princípio menos instigante que a primeira parte do livro, a segunda (Individualização da desigualdade social: sobre a destradicionalização das formas de vida da sociedade industrial) trata de ampliar as dimensões da sociedade de risco. Para tanto, Beck considera as mudanças ocorridas na estrutura da sociedade, no tocante a classes sociais, formas familiares, questões de gênero, casamento, paternidade e profissão. De acordo com ele, “na virada para o século XXI, o processo de modernização desencadeado não apenas superou a suposição de uma natureza contraposta à sociedade, como também fez desmoronar o sistema intrassocial de coordenadas da sociedade industrial” 2 . Semanticamente, esta última passagem chama a
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A Modernização das Prisões

A Modernização das Prisões

Quem possa estar de acordo com esta última perspectiva de avaliação do sentido das prisões no campo da modernidade, diverge depois nas soluções que sustenta: uns procur[r]

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Modernização à Brasileira.

Modernização à Brasileira.

cidade de Caetano tem contorno mais global e ajuda a entender tanto a situação local quanto a internacional que a determina, e o faz a partir da reação a um momento central da conjuntura atual. Como se sabe, o golpe de 1964 não foi apenas um caso singular, mas a instância mais dramática de um fenômeno global, o do começo da vitória dos Estados Unidos e seus aliados na Guerra Fria, que levaria à consolidação da hegemonia ameri- cana no capitalismo de mercado, o que se chama hoje de globalização. O nexo ideológico dessa nova forma de funcionamento do velho sistema é o da “modernidade singular”, formulação, como vimos, de Jameson para dizer a volta da obsessão com o “moderno” em pleno pós-moderno, agora como a ideologia central do tempo da dominação inconteste do capita- lismo do mercado “livre” por todo o globo. Basta lembrar como é “pouco moderno” em nossos dias o estado do bem-estar social, ou a proteção à indústria nacional, ou aos direitos dos trabalhadores. Para voltar a 1964, claro que os militares ao tomar o poder no Brasil instauraram nada mais nada menos do que um processo de modernização do país, sem nenhuma pretensão de que essa modernização seria para todos.
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A CONSERVADORA E O PROFESSOR:UM DI ÁL OGO DE SIGNIFICAÇÕES

A CONSERVADORA E O PROFESSOR:UM DI ÁL OGO DE SIGNIFICAÇÕES

O segundo texto, escrito por Ana Lobato, mes- tre em educação e professora do IFPA, trata de fragmentos de história de vida de Washington Cordovil, professor da educa- ção profissional a[r]

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EDUCAÇÃO DA CRIANÇA À LUZ DA CIÊNCIA: A CONTRIBUIÇÃO DE HELVÉCIO DE ANDRADE, EM SERGIPE (1911-1935) TESE DE DOUTORADO EDUCAÇÃO: HISTÓRIA, POLÍTICA, SOCIEDADE

EDUCAÇÃO DA CRIANÇA À LUZ DA CIÊNCIA: A CONTRIBUIÇÃO DE HELVÉCIO DE ANDRADE, EM SERGIPE (1911-1935) TESE DE DOUTORADO EDUCAÇÃO: HISTÓRIA, POLÍTICA, SOCIEDADE

Neste trabalho é examinada a educação escolar da criança na obra de Helvécio Ferreira de Andrade, intelectual, médico e educador, que teve destacada participação nos debates acerca da modernização da escola em Sergipe, entre os anos de 1911 e 1935. A hipótese adotada é a de que a educação da criança, nesse Estado, foi tratada como uma questão específica e cientifica a partir dos escritos desse personagem que, inserido na cena intelectual, médica e educacional, contribuiu para colocar a educação da infância no centro das preocupações que orientaram o projeto modernizador da escola, diretamente relacionada ao tema da formação docente. Com base no entendimento de Sartre sobre “totalidade”, buscou-se compreender Helvécio de Andrade e sua obra, analisando as questões científicas destacadas pelo autor, especialmente as que se referem à Psicologia, assim como as proposições quanto à atuação do professor na escola primária. Constatou-se que a proposição do autor, para atender a expectativa de renovação da escola, diz respeito a uma pedagogia, de caráter menos rigoroso e mais atraente, voltada para a educação intelectual, moral e física da criança, bem como para o controle inteligente das vontades, sob a orientação da Psicologia sensorial e psicofísica. Quanto à formação docente, o autor defende o conhecimento teórico como condição para a atuação competente do professor e, ao mesmo tempo, enfatiza no seu programa de formação a experiência sensorial como a base do conhecimento.
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Dispositivos de regulação conservadora, currículo e trabalho docente.

Dispositivos de regulação conservadora, currículo e trabalho docente.

Os dispositivos acionados para regular/normalizar a prática pe- dagógica das professoras em início de carreira estabelecem controles cada vez mais rígidos sobre o processo de trabalho do[r]

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Tentativas de desmitologia: a revolução conservadora em Raízes do Brasil.

Tentativas de desmitologia: a revolução conservadora em Raízes do Brasil.

As nítidas semelhanças entre o início da anotação acima e o trecho do seu livro em que Sérgio afirma que o fascismo “nada mais é do que uma crítica do libe- ralismo em sua forma parlame[r]

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Conduta conservadora no carcinoma papilífero da glândula tireóide.

Conduta conservadora no carcinoma papilífero da glândula tireóide.

Método: Estudo retrospectivo de 105 prontuários de pacientes portadores de carcinoma diferenciado da glândula tireóidea operados no Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorri[r]

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