Modernização e Desenvolvimento

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Modernização e desenvolvimento rural nos municípios gaúchos

Modernização e desenvolvimento rural nos municípios gaúchos

Para Gasques et al. (2014), a produtivi- dade da agricultura cresceu significativamente no Brasil de 2000 a 2012, principalmente dos produtos exportáveis. O Rio Grande do Sul está entre os sete estados mais relevantes na produ- ção nacional de grãos e carnes e, junto com os demais estados do Sul, sua dinâmica agrícola foi beneficiada com financiamentos, condutor do processo de modernização (Priori et al., 2012). O estado caracteriza-se por possuir ampla diver- sidade regional e vasta área rural, responsável por grande parte de suas exportações – somente o complexo da soja corresponde a cerca de 20% do total (Brasil, 2016). Cabe destacar que o Rio Grande do Sul é o quinto estado mais populoso do Brasil, e o Censo Demográfico de 2010 apon- ta que 14,90% dos domicílios permanentes do Rio Grande do Sul estão na zona rural do estado (IBGE, 2016).
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A agricultura no brasil: política, modernização e desenvolvimento económico

A agricultura no brasil: política, modernização e desenvolvimento económico

Entretanto, se o Brasil im- plementasse uma política mais construtiva para a agricultura, esse amplo e relativamente bem- dotado (em termos de terra e cli- ma) setor poderia contribuir[r]

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Desenvolvimento e segregação: políticas de modernização e isolamento compulsório de famílias afetadas pela lepra no Piauí (1930-1960)

Desenvolvimento e segregação: políticas de modernização e isolamento compulsório de famílias afetadas pela lepra no Piauí (1930-1960)

Essa tese teve como objetivo analisar o isolamento compulsório dos portadores de lepra no Piauí, no contexto da modernização e desenvolvimento do país. O período definido como recorte temporal da pesquisa foi o intervalo entre as décadas de 30 e 60 do século XX, quando se deu o estabelecimento de uma política nacional de combate à lepra e a sua crise. A orientação teórico-metodológica seguida buscou fundamentos na recente produção existente no campo da História das Políticas Públicas de Saúde, a partir dos trabalhos de pesquisadores de reconhecimento nesse campo. As fontes foram as mais variadas: trabalhou-se com documentos escritos oficiais, com produções jornalísticas, documentários em mídia, fotos, prontuários dos doentes, relatos orais, etc. A análise das informações pesquisadas permitiu observar que o Piauí, durante os primeiros anos da República, não possuía uma estrutura mínima de saúde embora no imaginário do piauiense estivesse presente a idéia de que o Piauí era um Estado de excelente salubridade. As Campanhas Nacionais de Combate às Endemias revelaram um Brasil doente e um Piauí marcado por mazelas sociais. Essa realidade do Brasil central passou a ser tema de discursos das principais autoridades políticas e médicas e evidenciou as motivou a instalação de políticas de saúde por todo o território nacional. No bojo dos novos direcionamentos assumidos pelo governo federal, encontram-se as políticas de controle e combate à lepra. No Piauí o controle dessa endemia, que inicialmente esteve sob a administração de entidades filantrópicas, passou ao controle do Estado no final da década de 1930, quando foi montado o modelo tripé de combate à doença.
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Desenvolvimento econômico e modernização agrícola

Desenvolvimento econômico e modernização agrícola

Tabela 38 - Recursos repassados pelo Banco Central para o!. Banco do Brasil, no período de 1970 a 1982 ..• 105.[r]

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Desenvolvimento sustentável e produção + limpa: (des)caminhos da "modernização ecológica" em indústrias dependentes de lenha no semiárido

Desenvolvimento sustentável e produção + limpa: (des)caminhos da "modernização ecológica" em indústrias dependentes de lenha no semiárido

A metodologia de Produção mais Limpa (P+L) é um dos meios propostos para se alcançar a sustentabilidade em nível industrial, sobretudo, em empreendimentos e plantas industriais mais complexas. No Nordeste, o Centro de Produção Industrial Sustentável – CEPIS tem difundido a metodologia P+L entre empresas simples e de baixo nível tecnológico, como a indústria de cerâmica vermelha do Seridó norte-rio-grandense que usa a lenha como recurso energético. Este estudo buscou investigar o papel da tecnociência e dos técnicos na elaboração e difusão de uma lógica ambiental pautada no conceito de desenvolvimento sustentável, da P+L, e na teoria da modernização ecológica, auxiliando na identificação das forças por trás de sua difusão. Assim, tem como objetivo geral: compreender a lógica da intervenção proposta pelo projeto CEPIS, seus pressupostos e relações com a ideia de desenvolvimento sustentável, através de uma análise, fundamentada na Ecologia Política, e compreender também o papel da ciência/dos cientistas nesse processo e como ele tem se traduzido nas ações sugeridas para o semiárido norte-rio-grandense. Seus objetivos específicos são: 1) analisar a evolução das ideias ambientais, apresentando, em paralelo, os fundamentos teóricos da proposta de desenvolvimento sustentável, vinculados à metodologia de P+L, promovidas por organismos internacionais; 2) discutir o papel da ciência/dos cientistas na construção de uma ordem fundamentada na noção de desenvolvimento sustentável e como essa lógica é transferida para os técnicos do projeto CEPIS, e 3) problematizar a tradução de desenvolvimento sustentável e P+L que tem sido feita para as empresas do semiárido, discutindo, em paralelo, a função dessa tradução. Percebeu-se que a P+L é mais um projeto de modernidade e que as propostas de modificação de tecnologia, de gestão e controle do processo produtivo e de reciclagem/reuso não são, sozinhas, capazes de sustentabilizar as indústrias de cerâmica vermelha, mas de dotá-las de formas mais novas de gestão de seus processos.
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Modernização administrativa e capitalismo no Brasil :

Modernização administrativa e capitalismo no Brasil :

Com o golpe de 1964, eliminadas, pelo menos em parte, as resistências às “mudanças”, no nível da representação política, retoma-se o estudo de projetos para a Reforma Administrativa e instala-se, ainda em 1964, a Comissão Especial de Estudos da Reforma Administrativa - COMESTRA, cabendo a esta o estabelecimento dos princípios nos quais a Reforma seria realizada certamente. É neste momento que surge um Estado autoritário, quebrando o pacto nacional-populista, e emerge um novo pacto, fundamentado na aliança entre a classe burguesa e a tecnoburocracia do Estado. Modifica-se, portanto, a forma de legitimação do Estado, que passa a ser a de racionalidade burocrática. Tal mudança faz-se necessária na medida em que há uma opção clara pelo desenvolvimento acelerado, cujo grande suporte é o capital internacional, e pelo fato de que a administração do Estado deve adequar-se às novas conjunturas econômicas e políticas. Portanto, o que não foi possível realizar no governo Kubitschek e mesmo no governo Goulart, por razões já expostas, dado ao caráter autoritário do novo regime, toma-se concreto. Efetiva-se a modernização da administração do Estado, que se toma um dos instrumentos básicos do desenvolvimento dependente. A esse respeito, expressa-se Hélio Beltrão, mentor da Reforma:
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A Junta Nacional das Frutas: corporativismo, desenvolvimento industrial e modernização agrícola no Estado Novo (1936-1974)

A Junta Nacional das Frutas: corporativismo, desenvolvimento industrial e modernização agrícola no Estado Novo (1936-1974)

Mas não foi apenas nos países estrangeiros que estes eventos tinham lugar, somando-se a realização, em território português, de feiras nas quais, quer o governo, quer os produtores construíam as bases para a criação da imagem de um desenvolvimento económico-tecnológico concertado, recorrendo à exposição das diversas produções agrícolas, mas também instrumentos e maquinaria associados à lavoura. A I Feira Internacional de Lisboa, realizada entre 9 e 23 de Junho de 1960, contou com a participação da JNF em dois stands, um dedicado ao Grémio de Exportação e Comércio de Fruta e outros às várias indústrias com base em frutos e produtos hortícolas 437 . Entre 7 e 21 de Junho de 1963 decorreu, pela primeira vez, a Feira Nacional de Agricultura, produto da reformulação da Feira do Ribatejo e da colaboração de diversos serviços e organismos, desde a Secretaria de Estado da Agricultura, passando pelos organismos de coordenação económica. Este evento é digno de nota, não só pela dimensão e abrangência de sectores agrícolas exibidos pelo Ministério da Economia (olivicultura, pecuária, silvicultura, orizicultura e viticultura), mas pela importância conferida à fruticultura, horticultura e floricultura, áreas de regulação da JNF. Mas mais do que uma montra da produção nacional, esta feira comportou um sentido apologético da obra de modernização empreendida pelo Estado Novo no pós-guerra.
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Modernização agrícola e padrões de desenvolvimento urbano em Minas Gerais: uma tipologia a partir de técnicas de análise multivariada

Modernização agrícola e padrões de desenvolvimento urbano em Minas Gerais: uma tipologia a partir de técnicas de análise multivariada

Minas Gerais, região de origem histórica urbana, Estado de numerosos municípios, possui desde o século XIX um importante setor agropecuário, responsável pela geração de emprego e renda para boa parte de sua população. Porém, as transformações e processos de modernização por que passou a agropecuária no Estado aconteceram de modo concentrado e desigual, como é próprio da economia capitalista industrial, o que se refletiu em uma conformação do espaço socioeconômico e da rede urbana de Minas. O Estado convive com distintos padrões de infra-estrutura urbana e desenvolvimento socioeconômico, ensejando diferentes demandas para o planejamento local e acompanhamento das políticas sociais em nível local. O objetivo do trabalho é investigar, ao nível das microrregiões mineiras, como o processo de modernização agropecuário se articulava aos padrões de desenvolvimento urbano em Minas no final da década de 1990. Utilizando variáveis demográficas do Censo de 2000 relacionadas à renda, pobreza, educação, mercado de trabalho, um indicador de qualidade de vida (IDH), de urbanização e modernização agropecuária, foi possível identificar, através da aplicação de técnicas de análise multivariada, padrões regionais de desenvolvimento. Os resultados apontam para divisão do espaço socioeconômico de Minas em pelo menos três grupos típicos de microrregiões: regiões de agropecuária moderna com bom nível de desenvolvimento social e infra- estrutura urbana; regiões de agropecuária tradicional combinada à precariedade social e infra-estrutura urbana deficiente; regiões com participação discreta no produto agropecuário estadual combinada a um nível intermediário de infra-estrutura urbana.
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A modernização conservadora do futebol nacional

A modernização conservadora do futebol nacional

Dessa forma, entra em pauta a questão da perda do controle acionário destes grandes clubes e a perda do controle sobre o nosso maior produto cultural, o fiitebol. Os maiores acordos comerciais feitos nos últimos anos envolvendo estas equipes encontraram como parceiros bancos intemacionais. Na Bahia, o E.C. Bahia transformou-se em Bahia S/A e nos próximos 25 anos será de propriedade inglesa. O Vitória da Bahia assim como o Corinthians e Botafogo possuiam acordo de patrocínio com o Excel Econômico. Como derivativo da lógica das grandes fusões financeiras que acontecem no mundo todo, este banco foi incorporado pelo BBV, um dos maiores bancos privados da Europa. Em um primeiro momento pretende realizar propostas de cogestão. Flamengo, São Paulo e Botafogo estão mapeados por outro grande investidor, o Banco Opportunity, que já encaminhou pedido de compra destas entidades. O próprio Fluminense passará a ser administrado pelo Bozano Simonsen. Em breve, e isto não significa nenhum exercício de futurologia, a grande maioria dos clubes presentes no clube dos 13 não será de propriedade nacional e estará nas mãos de banqueiros que interagem principalmente nos campeonatos da Espanha, Italia, Inglaterra e EUA. Não é preciso ser muito esperto para saber os interesses que circulam por trás de toda esta articulação da compra dos clubes nacionais. Os bancos têm plena certeza de seus ganhos, comercializando os direitos de televisonamento, a venda de patrocínio, a comercialização destas marcas nos mais variados produtos, a renda dos espetáculos e todas as demais formas de comercialização que o clube pode proporcionar. Assim como também eles sabem que é mais lógico, inteligente e racional, ao invés de comprar este ou aquele grande jogador a cada temporada, comprar a fábrica que os produz e potencializar o seu desenvolvimento, mesmo porque, ao contrário do que profetizou o ex Ministro Pelé, a lei do passe continua em vigor, atrelando o jogador à instituição formadora em seu primeiro contrato e tendo a sua preferência em seu segundo contrato.
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Pequena produção e modernização:

Pequena produção e modernização:

"EFEITOS DA MODERNIZAÇÃO NA ESTRUTURA FAMILIAR DO PEQUENO PRODUTOR NA MR. DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO".[r]

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e modernização: uma contradição fundamental

e modernização: uma contradição fundamental

REV.. Tal definição oculta o fato básico de que a maioria das economias latino-americanas são dependentes do exterior. Tal como foi indicado na. primeira parte dêst[r]

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Modernização agrícola do Paraná

Modernização agrícola do Paraná

O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Food and Agriculture Organization of the United Nations – FAO (PERSPECTIVAS..., 2015), sobre as perspectivas agrícolas 2014– 2015, confirma tais informações quando cita que o Brasil é o segundo maior exportador agrícola mundial, com contribuição expressiva para a ba- lança comercial nacional, e que, nos últimos 20 anos, a agricultura brasileira tem crescido rapida- mente com base no aumento da produtividade. Além disso, o Brasil possui destacado desempe- nho global no aumento da produtividade total dos fatores (PFT) agrícola.
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O Projeto Redentorista de Modernização do Sertão

O Projeto Redentorista de Modernização do Sertão

Resumo: o processo de modernização em Goiás tem sido estudado privilegiando a cons- trução de Goiânia e a, conseqüente, transferência da capital do Estado. Ele ocorreu, certamente, em muitas dimensões – políticas, econômicas, sociais, cul- turais – mas esse marco não é tão válido quando se estuda o catolicismo. O mu- nicípio de Campinas é que foi chave para que a modernidade atinja o campo religioso goiano. Isso devido à presença dos padres missionários redentoristas que vieram da Alemanha e ali se instalaram desde os finais do século XIX.

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a modernização  à luz do paradigma  :: Brapci ::

a modernização à luz do paradigma :: Brapci ::

De destacar a importância atribuída à organização do trabalho rede, de encontro ao preconizado por Castells como característica desta nova sociedade na qual os processos produtivos ocorrem em rede globais e potenciadas pela evolução tecnológica das plataformas digitais. Analisando os textos dos programas Prace e Simplex foi possível obter alguma visão acerca dos conceitos que povoaram o desenho e desenvolvimento destes planos, sendo que, rapidamente, nos apercebemos que as intenções são direccionadas para a simplificação de procedimentos, informação, serviços, sistema e cidadão (figura 1).
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ALFREDO VOLPI E A MODERNIZAÇÃO PRECÁRIA

ALFREDO VOLPI E A MODERNIZAÇÃO PRECÁRIA

Em “Os carretéis” (Figura 3), a “figura” é estranhamente pressio- nada, o que se intensifica pela escolha das cores, 10 pelos movimen- tos das pinceladas que estabelecem o “fundo”. Este[r]

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Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Deste modo, se entende que a modernização agrícola tem na Revolução Verde sua maior inspiração, em que se transformam as relações de produção e trabalho no meio rural. As inovações tecnológicas tomam conta da produção, principalmente, com o processo de mecanização do campo e uso de insumos químicos e biológicos modernos, como fertilizantes e defensivos agrícolas. Esse movimento de transformação ganha espaço no Brasil a partir dos anos 60, com o surgimento de um novo padrão agrícola, especialmente, com a industrialização da agricultura e formação dos chamados complexos agroindustriais. O Estado representou um dos principais agentes desse processo, com incentivos creditícios e incorporação da pesquisa científica na agenda de política agrícola nacional com a criação da EMBRAPA na década de 70, por exemplo. Sem contar, a dualidade criada no território nacional, com a presença de regiões altamente modernas e outras atrasadas, em se tratando da modernização agrícola.
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Educação na fronteira da modernização: a política

Educação na fronteira da modernização: a política

No caso do Território Federal do Amapá, apesar de todo o esforço de Janary e de seus assessores, a difusão do discurso governamental (relativamente sofisticada) não era algo massificante. O jornal Amapá não tinha uma grande tiragem — e nem poderia ter, considerando o número altíssimo de analfabetos e de semi-analfabetos existentes. Seu público- leitor alvo era, sobretudo, o crescente, mas numericamente inexpressivo funcionalismo público territorial. A programação radiofônica tinha audiência insignificante. Isto decorria da pobreza da população e da falta de energia elétrica em muitos lugarejos. A narrativa da modernização do Amapá se difundia, antes de tudo, por meio das obras e serviços implementados pelo novo governo territorial. 87 Ainda que muitos amapaenses não tivessem a clara noção do sentido mais ambicioso do projeto janarista, podiam claramente perceber a interrupção de uma fase de ampla indiferença estatal. As mudanças realizadas eram suficientemente expressivas, ou seja, era impossível não ver várias alterações na paisagem e no cotidiano amapaense. Estas mudanças eram signos da presença efetiva do governo na vida regular dos populares.
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Políticas de modernização administrativa em Portugal

Políticas de modernização administrativa em Portugal

109 Em todas as reuniões, foi alcançado um nível elevado de concordância entre os participantes face às questões levantadas no relatório preliminar (Nível de Consenso 1). Ficou bem patente que as formas como, em cada biblioteca, se pensam as dimensões determinantes do sucesso, sustentabilidade e sobrevivência organizacional, exprimem distintos potenciais estratégicos ainda não explorados. Pensamos que tais potenciais se podem apreender através de uma análise de clusters, o que poderá servir como ponto de partida para a definição de uma melhor e mais adequada estratégia de desenvolvimento. Suportado pelas práticas já existentes de funcionamento em rede em alguns ministérios, este conceito poderá ajudar a atingir níveis e padrões de funcionamento que assegurem a qualidade necessária em serviços públicos e o nível da qualificação dos recursos humanos.
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Lavadeiras no processo de modernização de Florianópolis

Lavadeiras no processo de modernização de Florianópolis

Resumo: O presente texto aponta impactos da modernização de Florianópolis no início do século XX sobre o trabalho das lavadeiras. Nesse período, as classes mais abastadas se esforçavam para por em prática um projeto modernizador na cidade, no qual o discurso médico teve papel central para políticas sanitaristas que buscavam a higienização dos espaços e pessoas. As lavadeiras constituíram um grupo alvo para tais reformas urbanas pois eram em sua maioria mulheres pobres e trabalhadoras que não seguiam os padrões idealizados de mulheres como mães e esposas.
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Modernização do Liceu Passos Manuel

Modernização do Liceu Passos Manuel

A intervenção estrutural no âmbito do projec- to de modernização do antigo Liceu Passos Manuel foi desenvolvida em duas vertentes distintas: por um lado, houve a necessid[r]

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