Morbidade Materna

Top PDF Morbidade Materna:

Morbidade materna grave em São Luiz- Maranhão

Morbidade materna grave em São Luiz- Maranhão

A razão de mortalidade materna é um dos indicadores de saúde de uma população. Nos países desenvolvidos, onde o óbito materno é um evento cada vez mais infreqüente, há uma tendência ao estudo da morbidade materna grave como proxy da mortalidade materna. A morbidade materna grave ou near miss (“quase-perda”) faz referência à situação onde mulheres que apresentam complicações potencialmente letais durante a gravidez, parto ou puerpério sobrevivem devido ao acaso ou ao cuidado hospitalar. A este grupo, devido à maior freqüência do que o óbito materno, uma análise quantitativa em um menor tempo seria permitida, além de permitir a informação com a própria mulher acometida. Este estudo visa estimar a incidência e identificar os fatores sócio- demográficos, clínicos e de atenção à saúde associados à morbidade materna near miss em São Luís-Maranhão. Um estudo caso-controle prospectivo de base hospitalar, realizado nas duas maternidade de alto risco e nas duas UTIs de referência do município será conduzido, visando a identificação da maioria dos casos e a investigação dos fatores associados. Para análise dos fatores associados será utilizado a regressão logística múltipla. Pretende-se, desta forma, ampliar o conhecimento na área, visando contribuição no combate à morbidade materna grave e ao óbito materno.
Mostrar mais

123 Ler mais

Morbidade materna grave identificada no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde, no estado do Paraná, 2010.

Morbidade materna grave identificada no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde, no estado do Paraná, 2010.

A taxa de morbidade materna grave – near miss – foi calculada pela razão entre o número de internações indicativas de morbidade materna grave e o número de partos, multiplicada por 1.000. No denominador, foi considerado o número de partos identificados no banco de dados, segundo o diagnóstico principal constante no SIH/SUS, e não o número de nascidos vivos, uma vez que o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) não permite distinguir entre nascimentos por partos financiados pelo Sistema Único de Saúde e nascimentos não financiados pelo SUS; para este estudo, foram analisadas apenas as internações financiadas pelo SUS.
Mostrar mais

12 Ler mais

Prevalência e fatores associados à morbidade materna: inquérito populacional em Natal/RN

Prevalência e fatores associados à morbidade materna: inquérito populacional em Natal/RN

A adoção de critérios uniformizados foi, então, colocada como crucial para o monitoramento dos casos de morbidade materna e para a melhoria da qualidade do cuidado obstétrico, além de possibilitar a comparação entre regiões e entre períodos de tempo (SAY; PATTINSON; GULMEZOLU, 2004). Diante disso, a OMS elaborou um conjunto de critérios para classificação de morbidade materna grave, seguindo o raciocínio de considerar dois grandes grupos: casos de morbidade materna near miss e casos de condições potencialmente ameaçadoras da vida materna. Este segundo grupo, retrata a tentativa de fortalecimento do sistema de vigilância dos casos, pois enquanto os casos de near miss têm suas possíveis causas estudadas retrospectivamente, as mulheres identificadas com condições potencialmente ameaçadoras da vida materna podem e devem ser acompanhadas prospectivamente por terem grande probabilidade de desenvolverem os desfechos materno graves como o near miss materno ou a morte materna (SAY et al., 2009; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2011a). A Figura 3 tenta retratar o continuum entre a gravidez saudável e o desfecho mais trágico que é a morte materna.
Mostrar mais

100 Ler mais

Morbidade materna grave em uma unidade de terapia intensiva e suas repercussões maternas e perinatais

Morbidade materna grave em uma unidade de terapia intensiva e suas repercussões maternas e perinatais

Apesar de alguns avanços observados nos estudos sobre mulheres que desenvol- veram morbidade materna near miss ou aquelas que sobrevivem a complicações potencial- mente fatais durante a gravidez, parto ou puerpério, no Brasil, são muitas as dificuldades para definir este conceito. Vão desde a controvérsia entre diferentes pesquisadores sobre critérios indicadores de NMM mais adequados até à categorização do espectro de gravidade clínica que possui determinado grau de morbidade materna compatível com o conceito de NMM (SOUZA et al., 2006).
Mostrar mais

136 Ler mais

Multiple Pregnancy: Epidemiology and Association with Maternal and Perinatal Morbidity Gestação múltipla: epidemiologia e associação com morbidade materna e perinatal

Multiple Pregnancy: Epidemiology and Association with Maternal and Perinatal Morbidity Gestação múltipla: epidemiologia e associação com morbidade materna e perinatal

Monochorionic pregnancies are associated with specific conditions. The incidence of twin-to-twin transfusion syn- drome (TTTS) is 10 to 20% in monochorionic pregnancies. 17 In TTTS, a communicating unidirectional flow occurs be- tween the fetuses, through deep arteriovenous anastomoses and superficial venovenous and arterioarterial anastomoses, with repercussions for both fetuses. It is clinically manifested by a donor twin with severe growth restriction, anemia, and nascimento. Portanto, realizamos uma revisão da literatura para identificar as carac- terísticas da gestação gemelar no Brasil e no mundo. A gestação gemelar está consistentemente associada à morbidade materna grave, ao near-miss materno e à morbidade perinatal, com resultados ainda piores para o segundo gemelar, possivel- mente devido a algumas características da atenção ao nascimento, incluindo segu- rança e disponibilidade de cuidados obstétricos apropriados para a mulher com alto risco de complicações perinatais.
Mostrar mais

9 Ler mais

Morbidade materna extremamente grave a partir dos registros de internação hospitalar do Sistema Único de Saúde: algoritmo para identificação dos casos.

Morbidade materna extremamente grave a partir dos registros de internação hospitalar do Sistema Único de Saúde: algoritmo para identificação dos casos.

8620 mulheres. Na última etapa são criadas as variáveis número e tempo de internação total por usuária armazenadas na tabela temporária “tabtemp3”. Estas duas últimas tabelas são agre- gadas formando o banco de análise final (BDA). A sintaxe do Microsoft Access para identificação dos casos de MMEG no banco de dados do SIH-SUS está disponível em http://www.ufjf.br/nates/files/ 2008/09/Rotina-para-identifica%C3%A7%C3%A3o -dos-casos-de-Morbidade-Materna-Extremamente-G rave-MMEG.pdf

6 Ler mais

A depressão pós-parto em mulheres que sobreviveram à morbidade materna grave

A depressão pós-parto em mulheres que sobreviveram à morbidade materna grave

A morbidade materna grave é cada vez mais conhecida como um indicador útil de segurança e qualidade do cuidado materno, por isso o conhecimento dos seus fatores de risco e de suas consequências pode contribuir para a definição de políticas públicas e estratégias na saúde integral. Apesar do número estimado de mulheres que sofrem de complicações maternas, pouco se sabe sobre os seus efeitos na saúde mental 1,2 .

6 Ler mais

O estudo da morbidade materna e do concepto em uma maternidade pública de João Pessoa,...

O estudo da morbidade materna e do concepto em uma maternidade pública de João Pessoa,...

intercorrências no parto e diferentes portanto, da predominância verificada nas intercorrências no puérperio, para os outros hospitais comparados nesta pesquisa. Para os hospitais do MSP, a distribuição dos principais diagnósticos sugestivos de near miss foi inversa a encontrada no ICV, ou seja, um número maior de casos de hemorragia seguidos dos casos de hipertensão. Como em outras populações, estes diagnósticos são mais comumente associados à morbidade materna grave (LUZ et al.,2008). Convém ressaltar que estas são também as principais causas de morte materna no mundo e estão concentradas principalmente nos países que ainda apresentam altas taxas de mortalidade materna (AMORIM, 2008). Importa reconhecer que a análise de casos de near miss, e não apenas os sugestivos de near miss, pode avaliar com maior clareza em qual momento do período gestacional (parto ou puerpério) fornecem mais elementos responsáveis pela morbidade severa que pode "quase" levar a mulher à morte. Estes casos são aqueles em que mulheres apresentam complicações potencialmente fatais durante a gravidez, parto ou puerpério, mas sobrevivem somente devido ao acaso ou ao bom cuidado hospitalar (AMARAL, 2007).
Mostrar mais

162 Ler mais

Morbidade materna extremamente grave: uso do Sistema de Informação Hospitalar.

Morbidade materna extremamente grave: uso do Sistema de Informação Hospitalar.

função de a AIH ter sido apresentada em exercício posterior ou ter ocorrido uma internação não SUS. As limitações para o uso do SIH-SUS decorrem da própria fi nalidade para a qual o sistema foi criado: o pagamento aos prestadores de serviços de saúde. O pagamento é feito por procedimentos com preços dife- renciados, i.e., pode haver propensão para serem regis- trados preferencialmente alguns procedimentos de maior valor. Outra limitação é a falta de capacitação adequada dos profissionais que codificam na AIH o motivo da internação, os procedimentos e atos profi ssionais realizados. O preenchimento incompleto ou ausência de preenchimento do diagnóstico secundário, grau de instrução, consultas de pré-natal, gestante de risco, endereço difi culta a melhor compreensão dos casos. O método é pouco sensível para captação de óbitos maternos, uma vez que grande parte pode ocorrer no puerpério ou em serviços de urgência/emergência. Nos casos de reinternação, nem sempre o motivo da inter- nação faz referência ao período gravídico puerperal. A busca nos prontuários e entrevista com as mulheres para confi rmar os casos e compreender melhor os fatores que contribuem com a morbidade materna seriam necessárias para confi rmação dos critérios de MMEG. Os achados consistentes com a literatura mostram que o uso de associação de tabelas do SIH-SUS tem grande Tabela 4. Procedimentos ou diagnósticos considerados como critérios de morbidade materna extremamente grave em mulheres internadas pelo Sistema Único de Saúde. Juiz de Fora, MG, 2006-2007.
Mostrar mais

7 Ler mais

Morbidade materna grave em um hospital universitário de referência municipal em Campinas, Estado de São Paulo.

Morbidade materna grave em um hospital universitário de referência municipal em Campinas, Estado de São Paulo.

Os resultados mostraram que, por critérios de disfunção orgânica e manejo clínico, houve 15 casos de morbidade extremamente grave ou near miss, correspondendo a 6,8 casos por 1.000 partos. Estas situações clínicas mais gra- ves correspondem a 13% do total de casos de morbidade identificados e derivaram, em grande proporção, de he- morragia puerperal. Mas a razão de morbidade materna grave total, decorrente do somatório dos casos de extrema gravidade e outros menos severos, foi de 51,7 casos por 1.000 partos. Portanto, até 5% dos casos atendidos nesta maternidade de referência, que dá cobertura a uma popu- lação com os piores Índices de Condição de Vida (ICV) 16
Mostrar mais

6 Ler mais

DESFECHO GESTACIONAL E FATORES ASSOCIADOS ÀS SÍNDROMES HIPERTENSIVAS E HEMORRAGICAS ASSOCIADAS À MORBIDADE MATERNA GRAVE E NEAR MISS

DESFECHO GESTACIONAL E FATORES ASSOCIADOS ÀS SÍNDROMES HIPERTENSIVAS E HEMORRAGICAS ASSOCIADAS À MORBIDADE MATERNA GRAVE E NEAR MISS

No protejo multicêntrico inicial, os pesquisadores locais realizaram uma revisão diária dos prontuários médicos com o propósito de identificar mulheres que apresentavam alguma condição de severidade. Os casos encontrados tiveram seus registros hospitalares revistos para coleta de dados logo após a alta hospitalar da mulher, transferência para outra unidade de saúde ou óbito materno. As informações não disponíveis no prontuário, mas de interesse para a pesquisa foram obtidas junto à equipe assistente. Para cada caso incluído foram coletados dados sobre as características demográficas e obstétricas, ocorrência de indicadores de morbidade materna e near miss materno em qualquer momento da internação hospitalar, indicadores de desfecho neonatal e materno.
Mostrar mais

88 Ler mais

Morbidade Materna e Morbimortalidade Perinatal Associada à Infecção Ascendente na Rotura Prematura das Membranas.

Morbidade Materna e Morbimortalidade Perinatal Associada à Infecção Ascendente na Rotura Prematura das Membranas.

Pela análise dos resultados obtidos no pre- sente estudo, podemos concluir que o período de latência prolongado proporciona maior probabili- dade de infecção ascendente (corioamnionite), conseqüentemente maior chance de parto prema- turo. Portanto, a associação entre infecção ascen- dente e prematuridade proporciona lesão à mãe, ao feto e ao RN, representada pela infecção ma- terna e perinatal, elevando portanto a taxa de morbidade materna, assim como elevando tam- bém a morbidade e mortalidade perinatal. Esses fatos poderão ser minimizados por meio da reali- zação de diagnóstico precoce da RPM, do rastrea- mento compulsório da infecção materna e do bem- estar fetal, associados a uma conduta adequada para cada caso.
Mostrar mais

6 Ler mais

A prova de trabalho de parto aumenta a morbidade materna e neonatal em primíparas com uma cesárea anterior?.

A prova de trabalho de parto aumenta a morbidade materna e neonatal em primíparas com uma cesárea anterior?.

Resultados: a indicação de CE diminuiu progressivamente com o tempo, passando de 22,6% em 1986 para 5% em 1998. A morbidade materna foi semelhante e reduzida nos dois grupos (1,24 e 1,21%). Não houve diferença significativa entre os grupos quanto ao índice de Apgar e natimortalidade, mas notou-se proporção significativamente maior de RN prematuros e com peso <2.500 g e >4.000 g no grupo submetido à CE. A prevalência de CE foi significativamente maior em mulheres com idade ≥ 35 anos, história pregressa ou atual de síndrome hipertensiva, diabetes ou primeiro filho morto, bem como com alterações no volume do líquido amniótico. Conclusões: A realização da PTP aumentou progressivamente ao longo dos treze anos, sem aumento na morbidade materna e/ou neonatal. As indicações de CE obedeceram critério médico relacionado às condições clínicas maternas e/ou fetais desfavoráveis ao parto vaginal.
Mostrar mais

6 Ler mais

Itinerários terapêuticos de mulheres com morbidade materna grave Treatment itineraries of women with severe maternal morbidity Itinerarios terapéuticos de mujeres con morbilidad materna grave

Itinerários terapêuticos de mulheres com morbidade materna grave Treatment itineraries of women with severe maternal morbidity Itinerarios terapéuticos de mujeres con morbilidad materna grave

Sendo assim, o estudo da morbidade materna grave se mostra promissor na produção de conhe- cimento sobre os fatores que podem contribuir para o óbito materno e em relação à assistência obstétrica prestada. Os casos de morbidade materna grave são mais frequentes do que os óbitos. A sobrevivência das mulheres viabiliza a coleta de informações diretamente com as usuárias, por entre- vistas, superando problemas referentes à inconsistência das informações nos serviços de saúde 5,6 .

12 Ler mais

Conceitos, prevalência e características da morbidade materna grave, near miss, no Brasil: revisão sistemática

Conceitos, prevalência e características da morbidade materna grave, near miss, no Brasil: revisão sistemática

continua CPAV= condições potenciais de ameaça à vida; CPF= condições potencialmente fatais; DMG= desfecho materno grave=NMM+MM; HÁ= Hipertensão Arterial; HELLP= Hemolysis, Elevated Liver enzymes, Low Platelet; IC= intervalo de confiança; MM= morte materna; MMG= morbidade materna grave; NMM= near miss materno; NV= nascidos vivos; OMS= Organização Mundial da Saúde; OR= odds ratio; RMM= razão de mortalidade materna; RMMG= razão de morbidade materna grave; RP= Razão de prevalência; RR= Risco relativo; SUS= Sistema Único de Saúde; UTI= Unidade de terapia intensiva.
Mostrar mais

29 Ler mais

Fatores associados à gravidade da morbidade materna na caracterização do near miss.

Fatores associados à gravidade da morbidade materna na caracterização do near miss.

As mulheres com morbidade near miss apre- sentaram paridade maior (2,5±2,0) que aquelas portadoras de outras morbidades graves (1,4±1,7). A identificação de mulheres portadoras de morbidade materna near miss ocorreu em idade gestacional mais avançada (30,8±7,1 versus 27,0±5,4). Com relação aos procedimentos espe- ciais, foram realizados, ao todo, 126 procedimen- tos, sendo 44 entre as mulheres que desenvolve- ram outras morbidades maternas graves e 82 en- tre as mulheres com morbidade materna near miss (respectivamente 0,4±0,8 versus 3,7±2,3). A permanência em UTI e a utilização de procedi- mentos especiais e de concentrado de hemácias foram maiores no grupo de mulheres que foi clas- sificado como portadoras de morbidade materna near miss. Foi observado que o antecedente de aborto esteve estatisticamente associado ao de- senvolvimento da morbidade near miss (OR=3,41; IC 95%=1,08-10,79).
Mostrar mais

7 Ler mais

Revisão sistemática sobre morbidade materna near miss.

Revisão sistemática sobre morbidade materna near miss.

A busca eletrônica em base de dados resultou na identificação de 1.247 estudos, sendo que 35 possuíam títulos ou resumos que mencio- navam a apresentação de dados originais sobre a morbidade materna near miss ou foram jul- gados pertinentes ao tema em estudo. Destes, 17 estudos foram excluídos por não apresenta- rem dados suficientes para determinação da incidência de near miss e 18 foram incluídos. A Tabela 1 identifica, para cada um dos estudos excluídos, o motivo principal da exclusão. A re- visão das listas de referências dos 35 artigos analisados na íntegra levou à inclusão de mais vinte estudos, totalizando 38 incluídos (Figura 1). A grande maioria dos estudos analisados possui o desenho de corte transversal (34), en- quanto há apenas três coortes populacionais e um estudo caso-controle. Dezenove estudos fo- ram realizados em países desenvolvidos e igual número nos países em desenvolvimento. Vinte estudos adotaram definições relacionadas à complexidade do manejo; em seis estudos a de-
Mostrar mais

10 Ler mais

Sentimentos e percepções de mulheres no ciclo gravídico puerperal que sobreviveram à morbidade materna grave.

Sentimentos e percepções de mulheres no ciclo gravídico puerperal que sobreviveram à morbidade materna grave.

Objetivou-se compreender a experiência relativa à morbidade materna grave, a partir de um grupo de mulheres que vivenciou esse problema. Adotaram-se os preceitos metodológicos da pesquisa qualitativa, sendo o Discurso do Sujeito Coletivo o referencial metodológico. Foram entrevistadas 16 mulheres que vivenciaram a morbidade materna grave. Os resultados foram discutidos a partir de quatro temas: descrevendo o desejo e o planejamento para ter um filho, percebendo seu problema de saúde, sua influência na gestação e para o concepto, passando pelo choque inicial no pós-parto e experienciando a situação de risco: desejos, frustrações e superação. Espera-se que este trabalho possa contribuir para qualificar a assistência de enfermagem, especialmente para reconhecer a diversidade e amplitude de necessidades que mulheres apresentam em situações de morbidade grave, durante o ciclo gravídico puerperal.
Mostrar mais

8 Ler mais

A morbidade materna grave na qualificação da assistência: utopia ou necessidade?.

A morbidade materna grave na qualificação da assistência: utopia ou necessidade?.

No Brasil, onde 90% dos partos ocorrem em hospitais, 67,1% das mortes são devidas a causas obstétricas diretas, predominando transtornos hipertensivos, enquanto as causas obstétricas indiretas são responsáveis por um quarto do total. Como a morte materna é um evento incomum, estimado em 76/100.000, o estudo da morbidade materna grave, seguindo a tendência da literatura, pode contribuir para qualificar o cuidado obstétrico. A morbidade materna é um continuum que termina na morte, podendo-se reconhecer um grupo de extrema gravidade, conhecido como “near miss”. Embora os conceitos sejam claros, não há consenso na literatura quanto aos critérios definidores dos casos de morbidade grave ou mesmo morbidade extremamente grave ou near miss. Sua prevalência pode variar, de 0,80-8,23%, a depender dos critérios de definição utilizados e da assistência à saúde oferecida na região. A caracterização da morbidade grave e, particularmente, do near miss, permite o monitoramento do processo de atenção obstétrica e pode qualificar o tratamento das urgências e emergências maternas, interrompendo o processo que pode levar ao óbito.
Mostrar mais

6 Ler mais

Morbidade materna grave na microrregião de Barbacena/MG.

Morbidade materna grave na microrregião de Barbacena/MG.

No presente estudo, observou-se associação entre diabetes e morbidade materna, apesar do diabetes mellitus não fazer parte dos critérios adotados pela OMS. Sabe-se que essa variável implica repercussões importantes materno-fetais, haja vista que o mau controle metabólico resulta em maiores índices de infecções, hipertensão arterial, pré-eclâmpsia, pré-termo e de cesarianas em casos de macrossomia fetal. É uma doença relacionada à hipertensão arterial, que foi uma das variáveis significativas no presente estudo, já que possuem fatores de risco em comum; já o diabetes relaciona-se a danos renais potenciais causadores de elevação da pressão arterial, além de danos vasculares 31-33 .
Mostrar mais

8 Ler mais

Show all 1704 documents...