Motivações e barreiras

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Motivações e barreiras na criação de empresas: o caso das empresas de comunicação

Motivações e barreiras na criação de empresas: o caso das empresas de comunicação

O foco principal do estudo são as motivações e barreiras na criação das empresas de comunicação. Não existe nenhuma teoria, nem nenhuma definição de empresas de comunicação. Por isso, as empresas de comunicação para o estudo vão basear-se nas empresas que difundem informação como as rádios, as televisões e a imprensa escrita. Quanto a este género de empresas, não são a maior indústria portuguesa mas é de salientar que “os negócios tradicionais dos MEDIA estão a enfrentar uma variedade de desafios originados principalmente pela migração para o digital e amplificados pela recente crise económica” (Relatório Deloitte; 2010).
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Motivações e barreiras à internacionalização

Motivações e barreiras à internacionalização

Em relação às barreiras, a direção da Cooperativa Agrícola Beira Serra voltou a destacar a questão financeira como o principal obstáculo, segundo duas vertentes. A primeira relativa às feiras. Sendo importante (e mesmo imperativa) a ida a feiras internacionais na tentativa de estabelecimento de novas relações em redes de negócios, também é verdade que a participação neste tipo de eventos se torna muito dispendiosa para as organizações, segundo o diretor da Cooperativa Beira Serra. E por isso, tem que existir uma boa gestão de escolha dos eventos, a fim de se poder optar por aquelas que possam trazer mais oportunidades, contornando-se a dificuldade financeira. A segunda é relativa às taxas de importação. Não sendo uma dificuldade financeira direta para a empresa produtora, o facto de estas serem tão elevadas em alguns mercados faz com que o vinho chegue ao consumidor final com um preço muito alto, o que é claramente uma dificuldade, segundo o entrevistado. Os resultados deste estudo-caso vão ao encontro do assumido por Miesenbock (1988) quanto aos obstáculos mais comumente referidos, com finanças insuficientes e restrições dos governos estrangeiros, nomeadamente sob o ponto de vista das elevadas taxas praticadas, a aparecerem como protagonistas.
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Motivações e barreiras à compra de viaturas elétricas em Portugal

Motivações e barreiras à compra de viaturas elétricas em Portugal

Devido a esta limitação na autonomia, nasceu o conceito da ansiedade da autonomia que mais não é, que um sentimento que se sente quando o ponteiro do combustível/bateria se aproxima do zero e se começa a ter medo de ficar à beira da estrada com a bateria descarregada (Neubauer & Wood, 2014; Tate, Harpster, & Savagian, 2008). Apesar de esta barreira ser citada em numerosos estudos (Berkeley et al., 2018; B. W. Lane et al., 2018), também é verdade que a maioria das deslocações diárias são satisfeitas com a autonomia de quase todos os modelos disponíveis no mercado (B. W. Lane, Krause, Carley, & Graham, 2016). Este comportamento poderá levar um condutor a apenas efetuar trajetos inferiores à autonomia da sua viatura, tentando deixar sempre uma pequena margem para o caso de ter dificuldades em encontrar onde carregar, estes comportamentos podem ser diminuídos com a simples possibilidade de carregamento no local de trabalho (Neubauer & Wood, 2014). Surge na literatura como uma das barreiras de maior relevância (Bonges & Lusk, 2016; Rauh, Franke, & Krems, 2015; Wallis & Lane, 2013; F. P. Wang, Yu, Yang, Miao, & Ye, 2017) e de acordo com alguns estudos (Franke & Krems, 2013; Graham-Rowe et al., 2012; Lim, Mak, & Rong, 2015) esta ansiedade influencia negativamente a intenção de compra.
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Comunidades online e cocriação : estudo exploratório das motivações e barreiras à participação

Comunidades online e cocriação : estudo exploratório das motivações e barreiras à participação

Uma das limitações deste estudo é o número de respostas obtidas, em especial aquelas que se referem a membros cocriadores (apenas 91 dos 187 inquiridos é participante), pelo que os resultados têm de ser interpretados com limitações. Por outro lado, a utilização de uma amostra de conveniência e não probabilística também coloca limitações à generalização dos resultados obtidos. Acrescenta-se ainda o facto de grande parte das investigações relativas a barreiras de participação nas COM serem de natureza qualitativa, o que implicou que neste estudo se utilizassem itens retirados de estudos qualitativos anteriores, com possíveis impactos na definição dos constructos das barreiras.
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Automedicação : uma abordagem qualitativa de suas motivações

Automedicação : uma abordagem qualitativa de suas motivações

O número de grupos e de participantes, bem como a duração das entrevistas grupais, foram satisfa- tórios para os propósitos. O guia de temas mos- trou ser adequado para responder às questões de pesquisa e a atuação da moderadora e dos obser- vadores foi apropriada, visto que as reuniões transcorreram sem momentos de crise e manten- do-se a discussão focada. A participação colabo- rativa mostrou que os temas faziam parte das experiências vividas pelo grupo e que as pessoas estavam qualificadas para falar sobre o assunto. Os relatos nos três grupos mostraram homoge- neidade quanto às respostas para as principais questões de pesquisa. No início das reuniões, ve- rificaram-se grandes pausas e silêncios e manifes- tações mais rápidas e hesitantes. Nas perguntas seguintes, com relação à busca de farmácias para tratamento e às motivações que levavam a essa busca, os integrantes dos grupos mostraram-se mais participativos, com tomadas de turnos fre- quentes, e se manifestavam, com longas partici- pações, expondo suas opiniões. Os discursos mostraram-se mais veementes nos momentos em que os participantes manifestavam sua insatisfa- ção com a qualidade do atendimento no sistema de saúde. Em algumas situações, as participações foram dramáticas, sugerindo sentimentos de in- satisfação e sofrimento; em outras, o tom de voz demonstrava mágoa e revolta com relação à de- sumanização do tratamento recebido.
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As motivações do eWom entre os utilizadores do Facebook

As motivações do eWom entre os utilizadores do Facebook

Neste capítulo foram apresentadas as mudanças ocorridas no passa-a-palavra tradicional com a explosão das novas tecnologias, o surgimento de novas plataformas de comunicação on-line e o uso indiscriminado das mesmas com o avanço da internet que vem sendo largamente utilizada como um novo canal de propagação do WOM, dando origem ao eWOM. É nessa “nova” fase de comunicação on-line e interatividade entre os consumidores e entre estes com suas marcas/empresas onde as informações estão disponíveis por tempo indeterminado, maior acessibilidade, maior alcance e onde não existem barreiras geográficas que se desenvolve o contexto desta investigação. Devido à sua crescente importância do eWOM, para marcas e empresas procuram conhecer as motivações sociais e pessoais que levam os utilizadores a comentar e partilhar informações, opiniões e sugestões nas plataformas de comunicação on-line.
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Discos pedidos : as motivações da audiência

Discos pedidos : as motivações da audiência

A motivação que têm para ouvirem este programa, é exactamente, por terem necessidades, que este é capaz de satisfazer. Recordemos que Elihu Katz distingue vários tipos de necessidade, que os indivíduos pretendem ver satisfeitas, quando se expõem a um conteúdo mediático. De entre elas destacam-se a necessidade de interacção social, a necessidade de interacção pessoal, e a necessidade de escape, uma vez, que são as únicas que os indivíduos auscultados referem. Denis Mcquail criou igualmente uma lista, mas, de motivações, que correspondem às necessidades de Katz. Não podemos esquecer que as motivações dependem de vários factores. Os dados recolhidos mostram isso mesmo, as pessoas que ouvem o programa sozinhas, estejam elas no carro ou em casa, têm motivações como falar com o locutor, ouvir musica, dedicar musicas (mesmo a quem não conhecem), para terem companhia ou para se animarem. Motivações que se prendem, com a satisfação de necessidades de interacção social e pessoal, uma vez que passam o dia todo, sem terem com quem falar. Enquanto isso, os indivíduos, que fazem a escuta do programa acompanhados, geralmente pelos colegas de trabalho, referem ter motivações como, a distracção e a quebra da rotina, mostrando que as suas necessidades se prendem com o escape do quotidiano. Uma vez, que em termos sociais e pessoais estão satisfeitos. Contudo, os escape do quotidiano, também é válido para os que procuram satisfazer as suas necessidades interaccionais, pois deixar de estar sozinho, para ter a companhia da rádio, ou ligar para o programa para falar com o locutor, também é um escape da realidade, naquele momento, é como se deixassem de estar sozinhos. O mesmo se passa quando ouvem os restantes participantes a falar deles próprios, acabam por entrar na vida do outro e abstrair-se da sua, tal como alguns entrevistados referem.
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Análise sobre o comércio entre Brasil e União Européia e as barreiras não tarifárias que o afetam

Análise sobre o comércio entre Brasil e União Européia e as barreiras não tarifárias que o afetam

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) trabalha para que barreiras técnicas europeias às exportações brasileiras sejam superadas, uma vez que, além de ser o Ponto Focal do Acordo TBT6 da OMC, o INMETRO realiza outras atividades que são imprescindíveis ao desenvolvimento de industrias nacionais e ao comércio exterior: metrologia industrial e científica, estudo da conformidade e regulamentação técnica, metrologia legal e reconhecimento de organismos de certificação e de laboratórios de calibração e ensaio. Estas atividades possuem forte vínculo com o comércio internacional, principalmente de produtos manufaturados. Através da função de Ponto Focal do Acordo TBT, o instituto participa das negociações multilaterais realizadas pela OMC para evitar a utilização pelos demais países membros de barreiras técnicas que afetem empresas brasileiras. Não se pode abandonar a proteção ao consumidor e ao ambiente a fim de que o comércio internacional seja facilitado, porém as normas e regras deste comércio não devem criar obstáculos que protejam um mercado nacional em desfavorecimento dos demais mercados, ou seja, não devem existir barreiras desnecessárias no intercâmbio mundial de bens e serviços (Cruz et al, 2009).
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As significações e as motivações da paternidade adotiva

As significações e as motivações da paternidade adotiva

Entende-se que a escolha do tema as motivações da paternidade adotiva possibilita a pesquisa de temática ainda não devidamente explorada e, assim sendo, oferece mais uma colaboração referencialmente técnica para o meio acadêmico. Por fim, e não menos importante, outra situação particular que me motivou fazer essa pesquisa foi quando em um dos meus atendimentos me deparei com um casal que estava querendo ter um filho biológico. Depois, tomaram a decisão de adotar uma criança. Tive o privilégio de acompanhá-los neste processo na minha outra função de sacerdote. Com a chegada da criança no lar, percebi que algo tinha mudado na vida deste casal. Quero, aqui, lembrar que o tema sugerido pelo orientador de pesquisar a figura do pai adotivo só veio a suscitar a compreender a figura deste pai dentro do processo de adoção.
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ENOMOTIVscale: Escala de motivações dos enoturistas

ENOMOTIVscale: Escala de motivações dos enoturistas

Assim, uma escala de motivações para o Eno- turismo assume-se como um instrumento funda- mental para os gestores de destinos e organizações que pretendem obter vantagens competitivas neste mercado. Conhecendo as motivações dos enoturis- tas é possível construir estratégias de marketing, especificamente, segmentação, comunicação, dis- tribuição e de desenho de produto mais adequadas a este mercado tão exigente, mas igualmente lu- crativo. Como sugestão de futuros trabalhos de in- vestigação recomenda-se o conhecimento e a com- preensão das necessidades das empresas de enotu- rismo e a qualidade dos serviços que estas empre- sas oferecem aos turistas.
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Saúde de mulheres de dois grupos de atividade física: estudo de acompanhamento durante a COVID-19

Saúde de mulheres de dois grupos de atividade física: estudo de acompanhamento durante a COVID-19

Relacionado às barreiras citadas pelas mulheres que não realizaram os exercícios de respiração ou alonga- mento, os mais citados foram: não sabe realizar ou se sente insegura realizando e esquecimento. Destacamos que as mulheres já eram praticantes, pois participam de grupos de atividade física que trabalham com exer- cícios de relaxamento e alongamento. Estes resultados reforçam a necessidade de que a recomendação para a prática de exercícios físicos no contexto doméstico seja contextualizada e leve em consideração diversos fato- res, entre os quais, as habilidades das pessoas, os gostos individuais, as condições das residências, entre outros aspectos, conforme orientado na nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde 14 .
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Exercício e Saúde (Esta dissertação inclui as críticas ou sugestões feitas pelo júri) Orientador: Professor Doutor Vítor Pires Lopes

Exercício e Saúde (Esta dissertação inclui as críticas ou sugestões feitas pelo júri) Orientador: Professor Doutor Vítor Pires Lopes

Barreiras para AF do dia-à-dia, focadas no transporte ativo, incluíam preocupações relacionadas com a segurança por parte das crianças e dos pais, a falta de planeamento, falta de motivação, falta de tempo, a falta de suporte social, baixo suporte pelos pares e pais para caminhar ou pedalar, contratempos relacionados com o trabalho, conveniência para os pais levarem os filhos de carro, ou haver autocarro da escola o que proporciona um transporte sedentário, já que se preocupam com o assédio ou aproximações de estranhos, a politica das escolas relacionadas com o transporte de equipamento, a falta de policias de trânsito, politica de trabalho para casa, o que resulta no transporte de maior numero de livros para casa, distância de viagem, insfraestruras das estradas, trânsito, terreno montanhoso, crime e clima [80] .Outro exemplo de barreiras
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Motivações para a procura de SPA Tourism

Motivações para a procura de SPA Tourism

Resumo | O SPA Tourism é atualmente um dos maiores sectores turísticos em crescimento. O SPA Tourism é uma variante do turismo de saúde e bem-estar a que se têm associado conceitos como o bem- estar, felicidade, qualidade de vida, práticas holísticas e crenças espirituais. Não obstante, a importância e o crescente interesse sobre turismo de saúde e bem-estar, são ainda escassos os estudos focados em SPA Tourism particularmente no que diz respeito aos determinantes de procura deste tipo de turismo, das principais motivações dos seus utilizadores do perfil do turista mais assíduo, entre outros. Assim, este estudo pretende fazer uma análise conceptual do SPA Tourism, da sua evolução nos últimos 20 anos bem como das motivações subjacentes à sua procura. Especificamente, é proposta uma escala de medição das motivações – SPA TMOTV Scale – que integra oito dimensões de motivação para o consumo de SPA Tourism: (1) rejuvenescimento, (2) socialização e entusiasmo, (3) hedonismo, (4) ob- sessão com a saúde e com a beleza, (5) relaxamento, (6) escape, (7) práticas holísticas e (8) prestígio. O trabalho pretende ser um instrumento útil à gestão dos espaços de SPA Tourism no que diz respeito à comunicação, marketing e segmentação do produto turístico SPA.
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Barreiras à entrada em Portugal

Barreiras à entrada em Portugal

Após uma revisão da literatura existente sobre barreiras à entrada foi possível identificar diferentes barreiras (ver, por exemplo, Bain 1956; Porter 1980; Tirole 1988; Gilbert 1989; Blees et al. 2003). Ainda que muitas delas tenham uma relação umas com as outras, estas barreiras foram nitidamente distinguidas nos estudos anteriores. Mais, muitas das barreiras identificadas podem ser consideradas tanto estruturais como estratégicas, dependendo da influência que as empresas instaladas têm sobre essa barreira. No total foram identificadas dezasseis barreiras à entrada realçando que, à semelhança do estudo de Lutz et al. (2010), algumas barreiras foram agrupadas, uma vez que muitas vezes são usados nomes diferentes para barreiras semelhantes, como por exemplo, o “controlo sobre recursos estratégicos”, a “localização” e a “integração vertical” dizem respeito a uma barreira mais abrangente que poderá ser denominada de “garantia/controlo sob recursos produtivos” (Lutz et al. 2010). As barreiras identificadas são apresentadas na Tabela 1, juntamente com uma breve descrição de cada uma delas e alguns dos diferentes estudos que as analisam, quer na perspetiva de barreira estrutural e/ou estratégica.
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Import substitution in Brazil between 1995 and 2000.

Import substitution in Brazil between 1995 and 2000.

A política de redução das barreiras de importação foi implementada em três etapas (Kume, Piani e Souza, 2000, p.1-10), podendo-se diferenciar entre os pe- ríodos de 1988-89, 1990-93 e a partir de 1994. H ouve um certo recuo no pro- cesso de abertura da economia no período 1995-1998 após a crise do M éxico em dezembro de 1994, quando o financiamento do déficit comercial crescente (de- corrente da valorização da taxa de câmbio e da ampliação da abertura comercial no início do Plano Real) tornou-se inviável. O aspecto relevante a enfatizar é que as barreiras não-tarifárias mais importantes foram retiradas em 1990, o que fez com que praticamente durante toda a década as importações fossem afetadas principalmente pelas tarifas e pela taxa de câmbio.
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eliminando barreiras :: Brapci ::

eliminando barreiras :: Brapci ::

Além dos documentos citados anteriormente, contamos com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2007) que reconhece que a deficiência é um conceito em evolução e que resulta da interação entre pessoas com deficiência e as barreiras devidas às atitudes e ao ambiente que impedem a plena e efetiva participação dessas pessoas na sociedade em igualdade de oportunidades com as demais. Aponta também que pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.
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Motivações dos viajantes millennials globais

Motivações dos viajantes millennials globais

In an effort to understand better the similarities and differences between Millennial travellers in different parts of the world, this paper reports on a global youth travel survey that[r]

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Motivações para o Cooperativismo na Pequena Propriedade.

Motivações para o Cooperativismo na Pequena Propriedade.

O cooperativismo repre- sentou, naquele ambiente de desbravamento, o meio engendrado pela Igreja para dar aos pequenos produtores, imigrantes e descendentes de imigra[r]

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Ciclo de vida e motivações financeiras

Ciclo de vida e motivações financeiras

O presente estudo tem como objetivo descrever o processo de acumulação e desacumulação de riqueza financeira ao longo do ciclo da vida. Especial ênfase é atribuída a demanda de ativos por parte dos idosos brasileiros. O trabalho está dividido em duas partes, na primeira fazemos uma resenha da literatura sobre as motivações por trás da demanda de ativos de longo prazo das unidades familiares. Na segunda parte, buscamos a partir de uma série de pesquisas domiciliares e, particularmente, uma pesquisa qualitativa realizada pela Associação Brasileira de Crédito e Poupança (ABECIP), avaliar empiricamente a relevância dessas motivações no contexto brasileiro.
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