Mulheres de meia-idade - Brasil

Top PDF Mulheres de meia-idade - Brasil:

Relação entre o autorrelato de saúde e o desempenho físico em mulheres de meia-idade e idosas residentes na comunidade no nordeste do Brasil

Relação entre o autorrelato de saúde e o desempenho físico em mulheres de meia-idade e idosas residentes na comunidade no nordeste do Brasil

Introdução: O autorrelato de saúde (ARS) é uma das medidas de resultados mais utilizadas na epidemiologia social, pesquisas em saúde pública e prática clínica, e tem sido associado à morbidade e mortalidade em diferentes populações. As medidas de desempenho físico são amplamente determinadas por funções fisiológicas que tipicamente diminuem com a idade. Algumas evidências mostram que o ARS está associado a medidas objetivas de desempenho físico, porém, estudos que investigam a associação em populações de renda média e baixa são raros, principalmente para populações de meia-idade. Objetivo: Verificar a relação entre o ARS e as medidas de desempenho físico, através dos testes que avaliam equilíbrio e força de membros superiores e inferiores, em mulheres de meia-idade e idosas de uma localidade de baixa renda do Brasil. Métodos: Trata-se de um estudo transversal composto por 571 mulheres de meia-idade (40-59 anos) e idosas (60-80 anos) residentes nos municípios de Parnamirim e Santa Cruz, Rio Grande do Norte. As participantes que avaliaram o seu estado de saúde em “excelente”, “muito bom” ou “bom” foram alocadas no grupo “ARS bom”, e aquelas que relataram sua saúde como “mais ou menos” ou “ruim” compuseram o grupo “ARS ruim”. A avaliação do desempenho físico foi composta por 4 testes: força de preensão, equilíbrio unipodal com olhos abertos e fechados e teste de sentar-levantar. A relação entre o ARS e o desempenho físico para as mulheres de meia-idade e idosas foi avaliada por meio de regressão linear múltipla ajustada pelas covariáveis (idade, escolaridade, renda, IMC, atividade física, comorbidades, status menopausal e história reprodutiva). Resultados: Mulheres de meia-idade que reportaram um bom ARS apresentaram melhores médias de desempenho físico, como a força de preensão (β= 1.927, p<0.001), melhor tempo no equilíbrio com olhos fechados ( β= 1,339, p= 0,041) e foram mais rápidas no teste de sentar-levantar ( β= -0,770, p= 0,003) quando comparadas àquelas que reportaram sua saúde como “ruim”. Para o grupo de mulheres idosas não há associação entre as medidas de desempenho físico e o ARS. Conclusão: Esse estudo mostrou que o ARS é associado às medidas objetivas de desempenho físico em uma amostra de mulheres de meia-idade de baixa renda, sendo, portanto, uma ferramenta útil para a avaliação da saúde física dessa população, além de auxiliar na tomada de decisões para o profissional de saúde inserido nesse contexto de baixa renda.
Mostrar mais

84 Ler mais

Imagem corporal e qualidade de vida em mulheres de meia idade e idosas: um estudo transversal

Imagem corporal e qualidade de vida em mulheres de meia idade e idosas: um estudo transversal

No presente estudo, o fato de não realizar atividade física aumentou em cerca de duas vezes a chance de não estar satisfeita com sua imagem corporal. Entre aquelas insatisfeitas, o percentual que não praticava atividade física alcançou 66,9%, valor este, igual ao percentual total da amostra que não praticava atividade física. Observa-se que, cerca de 31% da população adulta mundial está fisicamente inativa 25 , e mais de 60% desses adultos não são suficientemente ativos para gerar benefícios para a saúde, de acordo com a Organização Mundial da Saúde 26 . No Brasil, segundo dados do Vigitel 27 , nas 27 capitais dos Estados brasileiros, a frequência da prática de atividade física no tempo livre foi de 37,6%, sendo maior entre homens (46,6%) do que entre mulheres (29,9%). E essa frequência tende a diminuir com o aumento da idade e do peso, já que as pessoas obesas e com mais idade tendem a ser menos ativas seja pela mobilidade comprometida e/ou inibição decorrente da insatisfação com
Mostrar mais

97 Ler mais

Atividade física e outros fatores associados à função sexual em mulheres de meia idade

Atividade física e outros fatores associados à função sexual em mulheres de meia idade

Este estudo teve por objetivo avaliar os fatores associados à disfunção sexual em mulheres de meia idade. Realizou-se um estudo descritivo transversal, que compreendeu 370 mulheres, entre 40 a 65 anos, atendidas nas Unidades Básicas de Saúde de cada distrito sanitário (Norte, Sul, Leste e Oeste) da cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Para avaliar a função sexual utilizou-se o Female Sexual Function Index (FSFI). A sintomatologia climatérica foi avaliada por meio do Menopause Rating Scale (MRS). O Índice de Blatt-Kupperman (IMBK) foi utilizado para avaliação quantitativa global da ocorrência de sintomas/queixas. A atividade física foi avaliada pelo questionário International Physical Activity Questionnaire - IPAQ (versão curta). A avaliação da qualidade de vida geral se deu pelo WHOQOL-Bref. A análise estatística foi realizada utilizando o programa estatístico MINITAB version16. Além de análises descritivas das variáveis categorizadas, utilizou-se o teste qui-quadrado de Person com o intuito de verificar possíveis associações entre as variáveis sociodemográficas, comportamentais, clínicas, níveis de atividade física, sintomatologia climatérica, qualidade de vida e a função sexual das mulheres estudadas. Desenvolveu-se a regressão logística para verificar a influência dessas variáveis sobre a disfunção sexual. Considerou-se o nível de significância de 5% para todos os testes. Os resultados mostraram que a média de idade das mulheres estudadas foi de 49,8 (±8,1) anos. Do total dessas mulheres, 67% apresentaram disfunção sexual. Observou-se que 54,5% delas se encontravam na pré-menopausa. Avaliando a influência das variáveis sobre a função sexual; faixa etária (56-65) (p<0,001), estado civil (divorciada/separada) (p < 0,001), escolaridade (baixa) (p=0,017), menopausa (p < 0,001), histerectomia (p = 0,016), nível de atividade física (sedentária) (p=0,002), sintomas do climatério (forte) (p<0,001) e qualidade de vida (baixa) (p<0,001), estiveram associados à disfunção sexual em mulheres de meia idade. Concluiu-se neste estudo que fatores sociodemográficos, clínicos, comportamentais, níveis de atividade física, sintomatologia climatérica e qualidade de vida influenciam significativamente a função sexual na mulher de meia idade.
Mostrar mais

78 Ler mais

Atividade física habitual e qualidade de vida de mulheres na meia-idade.

Atividade física habitual e qualidade de vida de mulheres na meia-idade.

disso, observou-se uma prática habitual de atividade física total de ~90 minutos por dia, ou seja, o triplo da recomendação para pessoas adultas (30 min/dia), não existindo diferenças de acordo com a fase do ciclo biológico (peri vs. pós-menopausa). A quantidade elevada de atividade física reportada por estas mulheres pode ser justificada pelo fato de o IPAQ avaliar a atividade física em diversos contextos, incluindo o profissional, o doméstico e o de transporte, e não se restringir apenas às atividades realizadas no lazer. Em países em desenvolvimento como o Brasil, as atividades relacionadas com a ocupação e os transportes (45) ,
Mostrar mais

5 Ler mais

Obesidade sarcopênica, síndrome metabólica e desempenho físico em mulheres de meia-idade: um estudo transversal

Obesidade sarcopênica, síndrome metabólica e desempenho físico em mulheres de meia-idade: um estudo transversal

As mulheres foram avaliadas quanto aos dados demográficos e socioeconômicos como idade, raça, estado civil, escolaridade e renda familiar. A idade foi avaliada em anos. A raça e estado civil foram autorrelatados pela participante como: branca, parda ou negra; e a afirmação de união estável ou não, respectivamente. A escolaridade foi coletada em anos de estudo e em seguida categorizada da seguinte forma: até o ensino fundamental (até sete anos de estudo), entre o ensino fundamental e o ensino médio (mais do que sete e menos que onze anos de estudo) e ensino médio ou mais (onze anos de estudo ou mais). A renda familiar foi coletada em valores brutos e categorizada tomando como base o salário mínimo do momento da entrevista (R$ 678,00). Assim, as mulheres foram alocadas em um dos dois grupos: menos que três salários mínimos (SM) ou três salários mínimos ou mais. A escolha do ponto de corte de três SM se deu na tentativa de separar aquelas mulheres que possuíam renda insuficiente para atender as necessidades de uma família das demais. Segundo o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos) o valor do salário mínimo na época da entrevista deveria ser pelo menos quatro vezes maior para poder atender as necessidades básicas de uma família no Brasil em relação à alimentação, moradia, higiene e transporte (BRASIL, 2014; DA CAMARA et al., 2015).
Mostrar mais

139 Ler mais

Qualidade de vida relacionada com a saúde de mulheres na meia-idade : influência da prática de atividade física.

Qualidade de vida relacionada com a saúde de mulheres na meia-idade : influência da prática de atividade física.

109 A prevalência da atividade física em mulheres de meia-idade da região Sul do estado de Santa Catarina na cidade de Florianópolis – Brasil foi descrita pela primeira vez no âmbito desta dissertação (capítulo II). No Brasil são inexistentes os estudos de prevalência da atividade física com este grupo da população, dificultando a definição de políticas para a sua promoção nos grupos populacionais ou em regiões onde esta necessidade seja mais premente. A atividade física é recomendada como um componente na prevenção do ganho de peso, na perda de peso, na prevenção e tratamento de doenças crônicas e consequentemente do risco de morte (Donnelly et al., 2009; Sieverdes et al., 2010). Níveis insuficientes de atividade física constituem um comportamento de risco para a saúde, com 12% dos casos de depressão, 18% dos casos de diabetes mellitus tipo 2 e 31% dos casos de doenças cardíacas, osteoporose e câncer de cólon a serem atribuídos diretamente à inatividade física (Garret et al., 2004). A Organização mundial da saúde estima que 2 milhões de mortes por ano possam ser atribuídas a inatividade física (WHO, 2005), fazendo da promoção da atividade física um dos principais desafios globais. Existem, todavia uma multiplicidade de determinantes da (in)atividade física como as barreiras pessoais (Reichert et al., 2009), ambientais (Sallis e Owen, 1999), e sociais (Hallal et al., 2003). Tornam-se assim necessárias novas políticas que incentivem o aumento da atividade física em todas as faixas etárias, níveis escolares, sexo e classes sociais, nomeadamente através do transporte ativo (andar a pé ou de bicicleta), de infra-estruturas e de programas nas escolas, nos locais de trabalho e nas comunidades (Heath et al., 2006; Gordon-Larsen et al., 2006).
Mostrar mais

121 Ler mais

Fatores associados às disfunções sexuais entre mulheres de meia-idade da Região Norte...

Fatores associados às disfunções sexuais entre mulheres de meia-idade da Região Norte...

Introdução - A disfunção sexual é uma queixa comum, porém, ainda pouco valorizada no âmbito da saúde pública, acometendo indistintamente homens e mulheres e com potenciais reflexos negativos na sua qualidade de vida e bem-estar. Objetivo - Avaliar a prevalência de disfunções sexuais e seus possíveis fatores associados entre mulheres de meia-idade residentes na Região Norte do Brasil. Métodos - Estudo transversal e prospectivo, envolvendo 1.415 mulheres entre 35 e 65 anos atendidas no Ambulatório de Ginecologia do Hospital das Clínicas do município de Rio Branco - Acre - Brasil. Para avaliar a sintomatologia menopausal e a sua função sexual, foram aplicados a Escala de Classificação da Menopausa e o Índice da Função Sexual Feminina. Na análise dos dados, usou-se o pacote estatístico Stata 10, aceitando-se um nível de significância de 5%. Na análise de proporções, usou-se o teste não paramétrico do Qui-Quadrado de Pearson. No estudo dos fatores associados às disfunções sexuais, recorreu-se à análise multivariada através de regressão logística múltipla. Resultados - A média etária das mulheres estudadas foi de 47,7 (+8,5) anos. A sua maioria era de baixa escolaridade (6,4+4,6) anos completos de estudo. A menarca, em média, foi aos 13,4 (+1,6) anos. A maioria referiu gestações anteriores (4,6+2,8). Cerca de 35,9% eram pós-menopáusicas, tendo a menopausa ocorrido ao redor dos 48,3 (+4,9) anos. A autopercepção de saúde foi considerada pelas entrevistadas ruim/muito ruim em 54,6%. A irritabilidade foi a queixa mais frequente (78,3%), seguida pelos problemas osteoarticulares (74,8%) e ansiedade (72,7%). A prevalência de disfunção sexual foi de 62,3%. Ajustados os possíveis fatores de confusão, mostraram- se associados a disfunção sexual: baixa escolaridade (OR:1,70; [IC 95%:1,31-2,19]; p<0,001); sedentarismo (OR:1,73; [IC 95%:1,23-2,42]; p=0,001); autopercepção de saúde ruim/muito ruim (OR:1,99; [IC 95%:1,55- 2,57]; p<0,001); estado de ânimo depressivo (OR:1,16; [IC 95%:1,05-1,27]; p=0,002); problemas sexuais (OR:2,50; [IC 95%:1,96-3,20]; p<0,001); ressecamento vaginal (OR:1,49; [IC 95%:1,33-1,66]; p<0,001) e a fase de pós-menopausa (OR:1,82; [IC 95%:1,39-2,38]; p<0,001). Conclusão - Entre a população de mulheres da Região Norte Brasileira estudada, a prevalência de disfunção sexual encontrada foi elevada e a análise dos possíveis fatores associados a sua ocorrência revelaram a influência das condições socioeconômicas, estilo de vida, além da sintomatologia e do estado menopausal, desvelando uma multidimensionalidade de aspectos biológicos e não biológicos envolvidos na sua gênese.
Mostrar mais

148 Ler mais

Comparação da aptidão física em mulheres de meia-idade e idosas com diferentes níveis de atividade física

Comparação da aptidão física em mulheres de meia-idade e idosas com diferentes níveis de atividade física

O processo de envelhecimento é instigante, curioso e científico. Existe até um dito popular no Brasil que se diz que envelhecer é uma arte! tamanha são as dificuldades enfrentadas em pessoas que ficam cada vez mais idosas. De acordo com registros históricos, uma grande parcela da população considera a terceira idade comosinônimo de pobreza no aspecto econômico, inatividade no laboral, marginalidade na vida social e cultural, enfermidade no âmbito da saúde. A partir da segunda guerra mundial, observa-se uma enorme modificação na situação existente até então (Duarte, 1999). Nos dias atuais, com o avanço da ciência e tecnologia, melhorar a qualidade devida (QV) do idoso requer determinação, tempo e muita disposição. Com isso a atenção para essa faixa etária se deve a olhares técnicos.
Mostrar mais

98 Ler mais

Bem-estar psicológico e inteligência emocional entre homens e mulheres na meia-idade e na velhice.

Bem-estar psicológico e inteligência emocional entre homens e mulheres na meia-idade e na velhice.

No Brasil, Siqueira, Barbosa e Alves (1999) construíram e validaram uma escala de inteligência emocional com 59 itens que avaliam cinco habilidades da inteligência emocional, conforme foram descritas nos modelos de Salovey e Mayer (1990) e de Goleman (1995, 1999). O conceito inclui um conjunto de cinco capacidades: autoconsciência, automotivação, autocontrole, empatia e sociabilidade. Empatia é definida pelos autores brasileiros como a facilidade em identificar os sentimentos, desejos, intenções, problemas, motivos e interesses dos outros, por intermédio da leitura e da compreensão de comportamentos não verbais de comunicação, tais como expressões faciais, tom de voz e postura corporal. Sociabilidade é a facilidade de iniciar e preservar as amizades, ser aceito pelas pessoas, valorizar as relações sociais, adaptar-se a situações novas, liderar, coordenar e orientar as ações das outras pessoas. Automotivação consiste na facilidade de elaborar planos para a própria vida, de modo a criar, acreditar, planejar, persistir e manter situações propícias para a concretização das metas futuras, com esperança e otimismo. Autocontrole é a facilidade de administrar os próprios sentimentos, impulsos, pensamentos e comportamentos e Autoconsciência relaciona- se à facilidade de lidar com os próprios sentimentos no que se refere à identificação, à nomeação, à avaliação, ao reconhecimento e à atenção a esses sentimentos. As três primeiras dizem respeito a reações do eu e a o que o indivíduo faz com seus sentimentos. São as bases psicológicas responsáveis pelo fortalecimento das estruturas internas do indivíduo. As duas últimas voltam-se para fora, em direção aos sentimentos dos outros e às interações sociais. Constituem os componentes psicossociais que asseguram a sua competência no mundo social.
Mostrar mais

8 Ler mais

Influência dos sintomas climatéricos sobre a função sexual de mulheres de meia-idade.

Influência dos sintomas climatéricos sobre a função sexual de mulheres de meia-idade.

OBJETIVO: Avaliar a inluência dos sintomas climatéricos na função sexual de mulheres de meia-idade. MÉTODOS: Estudo populacional de corte transversal, com amostra de 370 mulheres entre 40 e 65 anos, atendidas nas Unidades Básicas de Saúde da cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Aplicou-se um questionário referente às características sociodemográicas, clínicas e comportamentais das mulheres. A função sexual foi avaliada pelo Female Sexual Function Index (FSFI), enquanto os sintomas do climatério pelo Menopause Rating Scale (MRS). RESULTADOS: No grupo estudado, 67% das mulheres apresentaram risco de disfunção sexual (FSFI≤26,5). Todos os domínios do FSFI (desejo, excitação, lubriicação, orgasmo, satisfação e dor) apresentaram escores mais baixos nas mulheres com risco de disfunção sexual (p<0,001). Os domínos excitação, orgasmo e dor foram os que mais contribuíram para os baixos escores do FSFI. Os sintomas somatovegetativos, urogenitais e psicológicos do MRS apresentaram-se mais elevados nas mulheres com risco de disfunção sexual, sendo signiicativos para todas as comparações (p<0,001). A análise de regressão logística revelou que as chances de mulheres com riscos de disfunção sexual apresentarem fogachos, humor depressivo, problemas sexuais e ressecamento vaginal foram, respectivamente, 2,1 (IC95% 1,2–3,5); 2,4 (IC95% 1,5–4,1); 2,3 (IC95% 1,4–3,8) e 2,2 (IC95% 1,3–3,6) vezes maior, quando comparadas àquelas sem risco. CONCLUSÃO: Os sintomas climatéricos parecem inluenciar a função sexual de mulheres na meia-idade.
Mostrar mais

6 Ler mais

Impacto da atividade física na qualidade de vida em mulheres de meia idade: estudo de base populacional

Impacto da atividade física na qualidade de vida em mulheres de meia idade: estudo de base populacional

sintomas urogenitais (problemas sexuais, problemas urinários, secura vaginal) e sintomas psicológicos (depressão, irritabilidade, ansiedade, esgotamento). O escore total do MRS é obtido através do somatório da pontuação de cada domínio, de forma que, quanto maior for esta, mais severa a sintomatologia e pior a qualidade de vida. A intensidade geral da sintomatologia climatérica referida foi categorizada segundo a severidade dos sintomas que compõem cada domínio do MRS em: sintomatologia ausente ou ocasional (0-4 pontos), leve (5-8 pontos), moderada (9-15 pontos) ou severa (16 pontos). O Índice de Blatt-Kupperman (IMBK) permite quantificar a ocorrência de sintomas. Envolve onze sintomas ou queixas (sintomas vasomotores, insônia, parestesia, nervosismo, melancolia, vertigem, fraqueza, artralgia/mialgia, cefaléia, palpitação e zumbidos), aos quais são atribuídas diferentes pontuações segundo a sua intensidade e prevalência. Os escores totais são classificados em leves (valores até 19), moderados (entre 20 e 35) ou intensos (maior que 35). Assim, quanto maior a pontuação obtida, mais intensa a sintomatologia climatérica. O nível de atividade física foi avaliado utilizando-se o International Physical Activity Questionnaire - IPAQ (versão curta, semana usual), validada no Brasil, que avalia o nível de atividade física. O IPAQ avalia a freqüência, em dias e a duração, em minutos, das atividades realizadas com lazer, ocupacionais, locomoção e trabalho doméstico por mais de dez minutos contínuos durante uma semana normal. A pontuação foi obtida pela soma da quantidade de dias e minutos ou horas das atividades realizadas na semana anterior ao preenchimento do questionário. Para se obter a classificação dos níveis de atividade física utilizou-se três categorias (sedentária, moderadamente ativa e ativa).
Mostrar mais

79 Ler mais

Mulheres de corpo e alma: aspectos biopsicossociais da meia-idade feminina.

Mulheres de corpo e alma: aspectos biopsicossociais da meia-idade feminina.

Para Faria (1995) são “esses anos a mais, com sua variedade de opções que suscitam a necessidade de esclarecer melhor a problemática da mulher madura” (p. 5). Dessa forma, a questão da meia-idade feminina pode ser abordada como uma temática fisiológica – caracterizada pela não possibilidade de procriar – e como uma temática psicológica e social - início de grandes mudanças familiares como afastamento dos filhos, dos pais idosos, irmãos, viuvez, e culmina com a adaptação à aposentadoria, senão a própria, a do marido, além de uma aterradora dificuldade, no que se refere à sobrevivência econômica e de participação no mercado de trabalho. Segundo esta autora, compreender então o fenômeno da maturidade feminina é fundamental, pois aproximadamente 1/5 da população feminina no Brasil pode chegar a vivenciar esta etapa da vida, com suas conseqüências biológicas, psicológicas e sociais. E, conforme nosso processo histórico tem demonstrado (Del Priore, 2000b), essas mulheres estarão atuando fortemente na transformação de nossa sociedade.
Mostrar mais

12 Ler mais

MULHERES NA MEIA-IDADE: CORPOS, ENVELHECIMENTOS E FEMINILIDADES

MULHERES NA MEIA-IDADE: CORPOS, ENVELHECIMENTOS E FEMINILIDADES

Dois elementos novos surgem no campo da antropologia, também no Brasil: da inicial crença em uma descrição ‘realista’ da realidade que, na verdade, era guiada por valores do pesquisador, assume-se que a antropologia é uma interpretação, uma interpretação de outras interpretações (dos sujeitos pesquisados). É claro, isso não diminui a responsabilidade ética da pesquisa, mas tenta afirmar que tudo o que fazemos é interpretar e interpretar de acordo com um ponto de vista – uma disciplina – que tem a diferença de basear-se na interpretação dos outros. O segundo elemento mais recente na antropologia é voltar-se para a sua própria sociedade: ‘os índios’, agora, ‘somos nós’: categorias profissionais, instituições centrais como câmara dos deputados, congresso nacional, órgãos do judiciário, médicos, hospitais, tudo se torna pesquisável. Mas é claro, isso coloca um desafio imenso: afinal, se os ‘outros’ tradicionais não liam nossas pesquisas e permaneciam ‘distantes’ nas suas tribos enquanto antropólogos voltavam para a cidade, agora é diferente. Antropólogos se encontram e debatem suas pesquisas com os próprios sujeitos pesquisados, que chegam a ser, em alguns casos, até mesmo coautores da pesquisa.
Mostrar mais

119 Ler mais

Efeitos de um programa de 12 semanas de Hidroginástica na postura corporal de mulheres de meia-idade

Efeitos de um programa de 12 semanas de Hidroginástica na postura corporal de mulheres de meia-idade

A projeção vertical do centro de massa na base de sustentação (CoM) foi avaliada através de fotogrametria (Ferreira, Duarte, Maldonado, Burke, & Marques, 2010). Os indivíduos estavam descalços, e vesti- dos para permitir a visualização dos 32 pontos anatómicos. Bolas de isopor com 15 mm de circunferência foram colocados nesses pontos anatómicos com fita adesiva de dupla face. Foram tiradas fotogra- fias digitais nos planos anterior, posterior, lado esquerdo e direito (Sony, Ciber-shot, 12.1MP) com os indivíduos numa posição em pé, bípede e ortostática. No plano de captura da câmara, ao lado do in- divíduo, encontrava-se um objeto de calibração 2D (0.945 x 1.040 m). A localização do CoM foi avaliada com um software específico para a análise da postura corporal (PAS / Sapo, v. 0.68, da Univer- sidade de São Paulo, Brasil). Após a digitalização manual de todos os pontos anatómicos, nos quatro planos, tendo em consideração as propriedades antropométricas e inerciais de Zatsiorsky & Seluya- nov (1983), a localização do CoM em 2D foi calculada pelo método de segmentação como:
Mostrar mais

15 Ler mais

HIV em mulheres de meia-idade: fatores associados.

HIV em mulheres de meia-idade: fatores associados.

Nas mulheres HIV positivas, os sintomas climatéricos podem inclusive ser mais graves devido às complicações meta- bólicas relacionadas à infecção pelo HIV e ao uso das drogas antirretrovirais. Estudos conduzidos no Brasil e no exterior demonstram que os sintomas climatéricos são comuns entre mulheres com HIV, mesmo quando elas ainda não atingiram o climatério. Portanto, estas mulheres vivenciam ou irão experi- mentar concomitantemente os sintomas climatéricos e as alte- rações metabólicas relacionadas com a infecção pelo HIV e com o uso da terapia antirretroviral (TARV) que podem influenciar seu bem-estar e comportamentos psicológico e sexual. Fatores relacionados às alterações climatéricas, usualmente avaliados em mulheres soronegativas, são muitas vezes negligenciados 18 .
Mostrar mais

4 Ler mais

Efeitos de um programa de exercícios físicos sobre variáveis fisiológicas, musculares e metabólicas em mulheres da meia-idade e terceira-idade

Efeitos de um programa de exercícios físicos sobre variáveis fisiológicas, musculares e metabólicas em mulheres da meia-idade e terceira-idade

Dessa forma, o programa foi visto com grande eficácia na promoção do aumento da força muscular das mulheres com mais de 40 anos. Esse fato deve-se principalmente as sessões de musculação e de treinamento funcional que tiveram papel fundamental nessa melhoria significativa sobre a força muscular.

6 Ler mais

Efeito de um programa de 12 semanas de hidroginástica na postura corporal de mulheres de meia-idade

Efeito de um programa de 12 semanas de hidroginástica na postura corporal de mulheres de meia-idade

medir o tempo que o indivíduo foi capaz de ficar numa posição sem. qualquer desequilíbrio corporal evidente[r]

7 Ler mais

Relação entre estágio menopausal e composição corpórea em mulheres de meia idade: um estudo transversal

Relação entre estágio menopausal e composição corpórea em mulheres de meia idade: um estudo transversal

Segundo dados do IBGE, as mulheres estão alcançando idades mais avançadas e, em 2011, a expectativa de vida delas superou, em torno de sete anos, a dos homens. Há uma grande complexidade no envelhecimento, especialmente para o gênero feminino, devido às particularidades fisiológicas e sociais que permeiam este grupo. As mulheres, apesar de estarem vivendo mais, apresentam piores resultados de saúde, que começam a surgir em idade mais precoce que nos homens, por volta do período da menopausa. Este evento marcante na vida das mulheres vem sendo reconhecido como mais do que apenas o encerramento da vida reprodutiva feminina, mas um fato importante que afeta o processo de envelhecimento.
Mostrar mais

75 Ler mais

Meia-idade, individuação e organizações.

Meia-idade, individuação e organizações.

As dificuldades que aparecem, neste processo, são esperadas: os compor- tamentos advindos do Animus na mulher conflitam com as suas dimensões femini- nas e podem intensificar os dilemas que circundam a meia-idade. Assim, exacerba- se o sentimento de culpa pelo tempo subtraído da convivência familiar e as co- branças em relação ao seu papel como mães, que podem ser agravados pela escolha de uma maternidade tardia. Outras conseqüências deste processo são, também, previsíveis: se as mulheres não se “masculinizam”, estão fora do “jogo”; caso o façam, são criticadas por “tentar desempenhar um papel de homem”. As- sim, irritações de parte a parte podem emergir a qualquer momento e os resulta- dos são disfunções comportamentais, como o assédio moral e sexual, além de discriminações e outros tipos de sabotagem.
Mostrar mais

14 Ler mais

Efeitos de 08 semanas da hidroginástica sobre a força de mulheres idosas e de meia idade.

Efeitos de 08 semanas da hidroginástica sobre a força de mulheres idosas e de meia idade.

Em uma análise do estado nutricional e da força de preensão palmar, lombar e escapular em mulheres de meia idade e idosas que objetivou avaliar e comparar os níveis de força por meio de dinamometria estática e o estado nutricional em mulheres de meia idade e idosas. Não houve diferença estatística entre as variáveis antropométricas de ambos os grupos. Quanto aos níveis de força, houve apenas diferença estatística para a tração lombar (p=0,04) e tendência para a tração escapular (p=0,06) entre os grupos de meia idade e idosas. 20 Logo em nossa pesquisa obtivemos resultados não significante para as mulheres de meia idade correspondendo a média de 0,2 de P-valor de dinamometria de preensão manual esquerda e direita, obtendo P-valor significante de 0,05 na dinamometria de preensão lombar. Não tendo valor significativo a preensão do tórax com média de 0,23.
Mostrar mais

9 Ler mais

Show all 10000 documents...