Mulheres - doenças

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Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas na cidade de São Paulo, Brasil.

Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas na cidade de São Paulo, Brasil.

Objetivo: Determinar a prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas. Métodos: Estudo observacional, de corte transversal, que incluiu 50 mulheres atletas com idade média de 20±3 anos. Realizaram-se colposcopia, coleta de colpocitologia oncótica cérvico-vaginal e pesquisa para Chlamydia trachomatis, papilomavírus humano e Neisseria gonorrhoeae, pelo método do reação de cadeia de polimerase. Amostras de sangue foram obtidas para pesquisa de vírus da imunodeficiência humana, sífilis, hepatite B e C. As atletas que apresentaram doenças clínicas ou laboratorialmente identificáveis receberam tratamento e acompanhamento no serviço. Resultados: Dentre as participantes, 46% relataram desconhecimento acerca das doenças sexualmente transmissíveis. A frequência de doenças sexualmente transmissíveis nas atletas foi de 48% (24 casos). Isoladamente, o papilomavírus humano foi o agente mais frequente (44%). Considerando o tipo de genótipo do papilomavírus humano, o subtipo 16 foi o mais prevalente (53%), seguido do 6-11 (22%) e do 18 (13%). Duas atletas tiveram resultado positivo para C. trachomatis. Não foi diagnosticado nenhum caso de infecção por N. gonorrhoeae, sífilis, hepatite B, hepatite C e vírus da imunodeficiência humana. Contudo, somente 26 atletas haviam sido vacinadas para hepatite B. Conclusão: A prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres atletas foi elevada. Medidas de prevenção primária (vacinação para hepatite B e papilomavírus humano) e secundária (sorologias e colpocitologia) devem ser fornecidas a esse grupo específico de mulheres. O assunto deve ser abordado no meio desportivo.
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Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres profissionais do sexo, em um município do interior paulista, Brasil.

Prevalência de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres profissionais do sexo, em um município do interior paulista, Brasil.

Mudanças no perfil das doenças sexualmente transmissíveis têm ampliado a necessidade de seu rastreamento, especialmente onde existe concentração de pessoas ou grupos com comportamentos de risco, para que o diagnóstico e tratamento imediato se traduzam na redução dos problemas causados. Objetivou-se identificar a prevalência de doença sexualmente transmissível entre mulheres profissionais do sexo, de município de médio porte do interior paulista. Este estudo de prevalência populacional foi realizado no ano 2008 com 102 profissionais do sexo. A prevalência geral de doença sexualmente transmissível foi 71,6%. Considerados isoladamente e em associação, os maiores valores encontrados foram: HPV (67,7%) e infecção clamidiana (20,5%). A tipagem do HPV evidenciou genótipos oncogênicos. A prevalência de sífilis foi de 4,0% e de tricomoníase 3,0%. Nenhum caso de hepatite B ou gonorreia foi identificado. Conclui-se que a prevalência de doença sexualmente transmissível foi elevada, pois, aproximadamente dois terços das mulheres, apresentavam alguma doença assim classificada.
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REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: Mortalidade de Mulheres por Doenças Cardiovasculares

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: Mortalidade de Mulheres por Doenças Cardiovasculares

As doenças cardiovasculares representam as maiores causadoras de óbitos em países desenvolvidos e subdesen- volvidos. Na medida em que a mulher inicia no mercado de trabalho, tornam-se mais susceptíveis à exposição aos maus hábitos alimentares, ao fumo e ao estresse da vida moderna. Objetivo: Analisar os artigos científicos publica- dos sobre a mortalidade de mulheres em decorrência de doenças cardiovasculares, conhecer os principais fatores contribuintes para a mortalidade em mulheres devido a doenças cardiovasculares, além de relacionar as mudanças no estilo de vida às mudanças do perfil epidemiológico no Brasil. Método: Trata-se de uma revisão bibliográfica sobre a “mortalidade de mulheres por doenças cardiovasculares”. Os artigos foram obtidos através da revisão bibliográfica nas bases de dados Lilacs e Scielo. Conclusão: Identificamos a importância da enfermagem nesse contexto no âmbito da educação em saúde, além de analisarmos os fatores de risco cardiovasculares.
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Frequência de disfunção sexual em mulheres com doenças reumáticas.

Frequência de disfunção sexual em mulheres com doenças reumáticas.

Objetivo: Pesquisar a prevalência de disfunção sexual em mulheres com as seguintes doenças reumáticas: lúpus eri- tematoso sistêmico, artrite reumatoide, esclerose sistêmica, síndrome antifosfolípide e fi bromialgia acompanhados no Ambulatório de Reumatologia do Hospital Universitário de Brasília e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Métodos: Utilizou-se o índice de função sexual feminina (Female Sexual Function Index – FSFI), questionário que contém 19 itens que avaliam 6 domínios: desejo sexual, excitação sexual, lubrifi cação vaginal, orgasmo, satisfação sexual e dor. Resultados: Foram avaliadas 163 pacientes. A média de idade foi de 40,4 anos. A prevalência de disfunção sexual foi de 18,4%, porém 24,2% das pacientes não apresentaram atividade sexual nas últimas 4 semanas. Entre os subgrupos, as pacientes com fi bromialgia e esclerose sistêmica foram as com maior índice de disfunção sexual (33%). Se excluirmos as pacientes sem atividade sexual, a taxa de disfunção sobe para 24,2%. Conclusão: A prevalência de disfunção sexual encontrada neste estudo foi menor em relação à literatura. Entretanto, 24,2% das pacientes entrevistadas negaram atividade sexual nas últimas 4 semanas, o que pode ter contribuído para o baixo índice de disfunção sexual.
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Vulnerabilidade às Doenças Sexualmente Transmissíveis em mulheres que comercializam sexo em rota de prostituição e turismo sexual na Região Central do Brasil.

Vulnerabilidade às Doenças Sexualmente Transmissíveis em mulheres que comercializam sexo em rota de prostituição e turismo sexual na Região Central do Brasil.

Objetivo: investigar o conhecimento, comportamentos de risco e sinais/sintomas de doenças sexualmente transmissíveis de mulheres profissionais do sexo. Método: estudo de coorte transversal, de uma amostra probabilística de 395 mulheres, recrutadas pelo método Respondent Driven Sampling, de 2009 a 2010. Os dados foram obtidos por meio de entrevista face a face. Resultados: a maioria era de mulheres adultas jovens, com baixa escolaridade e conhecimento insuficiente sobre formas de transmissão do vírus da imunodeficiência humana. Mais de um terço das mulheres não soube informar os sinais/sintomas das doenças sexualmente transmissíveis. A prevalência de corrimento vaginal e ferida/úlcera foi de 49,0 e 8,6%, respectivamente, sendo que 41,7% dessas não procuraram tratamento. Conclusão: os resultados evidenciam a necessidade de políticas públicas de saúde voltadas para o controle e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis nessa população, especialmente, em mulheres que comercializam sexo em importante rota de prostituição e turismo sexual do Brasil Central.
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Desigualdade no acesso a medicamentos para doenças crônicas em mulheres brasileiras.

Desigualdade no acesso a medicamentos para doenças crônicas em mulheres brasileiras.

Dentre a amostra de 15.575 mulheres, 7.717 ti- veram diagnóstico de doença crônica com ne- cessidade de obtenção de medicamento e foram consideradas elegíveis para o estudo. A Tabela 1 descreve a composição da amostra e a prevalên- cia de acesso aos medicamentos em relação às variáveis geográficas, demográficas, socioeco- nômicas, organizacionais e de saúde. A amostra foi dividida proporcionalmente entre as cinco macrorregiões do país, com 71% das pesquisa- das domiciliadas na área urbana. A maioria ti- nha idades entre 20-39 anos (60,1%), era casada (68,7%) e, em relação à cor da pele, 62,6% delas não se consideram brancas, tendo informado a cor da pele como preta, parda, amarela ou indí- gena. Um terço da amostra estudou de 9-11 anos (32,7%). Em relação a convênios de saúde, 77,9% das entrevistadas não possuíam plano de saúde, e dentre aquelas com diagnóstico de doença crô- nica, 87,6% relataram ter uma ou duas doenças.
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Mortes por doenças infecciosas em mulheres: ocorrências no ciclo gravídico-puerperal.

Mortes por doenças infecciosas em mulheres: ocorrências no ciclo gravídico-puerperal.

“resultantes de doenças existentes antes da gravidez ou de doenças que se desenvolveram durante a gravidez, não devidas às causas obstétricas diretas, mas que foram agravadas pelos efeitos fisiológicos da gravidez”. Ainda que a definição seja clara, na prática, sua caracterização é difícil, particularmente nos casos das doenças infecciosas e parasitárias (DIP) e das neoplasias malignas. Como interpretar ou decidir se uma dessas doenças teve sua evolução agravada pelos efeitos fisiológicos da gravi- dez? Para o nosso meio, talvez seja mais importante a questão das DIP, dada a sua ainda alta frequência e o fato de a maioria delas ser prevenível. Em mulheres de idade fértil, isto é, dos 10 aos 49 anos, no Brasil e em países de igual desenvolvimento, a ocorrência das DIP mostra-se ainda elevada, particularmente a Aids. Assim, é muito impor- tante avaliar-se a associação gravidez/doença infecciosa, em casos de morte durante o ciclo gravídico puerperal, para tomar-se a decisão se
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Doenças sexualmente transmissíveis e o HIV/AIDS: enfermagem discutindo essas ligações perigosas para as mulheres.

Doenças sexualmente transmissíveis e o HIV/AIDS: enfermagem discutindo essas ligações perigosas para as mulheres.

Quanto à q uestão da infidelidade mascu lina nos relacionamentos heterossexuais, todas ass u m iram q u e s a b i a m e aceitava m os outros relacionamentos dos seus parceiros por considerarem como uma coisa natural para o homem. Esses relacionamentos externos dos parceiros fazia m parte do mundo púlico masculino, onde elas não transitavam e, por tanto , não se senti a m tra ída s . Elas natura l izam a i nfidelidade mascu l i n a , j u stifica ndo q ue o corpo do homem é d iferente do corpo da mulher, por isso ele reage diferente e tem necessidades d iferentes . Além deste arg u mento, mencionaram q u e a sociedade incentiva o homem a ter outras m u lheres fora do casamento . Elas afirmaram q u e : É comum os homens terem outras mulheres na rua. Antes do diag nóstico soropositivo ao H IV, essas vi nte m u l heres não relacionavam as suas doenças sexual mente transmissíveis com a infidelidade dos parceiros . Elas atri b u íram a conta m i nação das DSTs a causas desconhecidas ou problemas org â n icos fem i n i nos .
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Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres: associação com variáveis sócio-econômicas e demográficas.

Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis em mulheres: associação com variáveis sócio-econômicas e demográficas.

Tem sido considerado pouco provável que as mulheres pensem na possibilidade de con- taminar-se com DST/HIV, pois não se conside- ram promíscuas, confiam e conhecem seus par- ceiros e têm relações sexuais envolvidas em sentimentos afetivos (Guimarães, K., 1996; Heil- born & Gouveia, 1997). Goldstein (1996) obser- vou que as mulheres sem vínculo marital ainda têm poder para pedir/exigir o uso do condom pelo parceiro; entretanto, após o casamento, perdem-no, mesmo sabendo da possível infide- lidade do companheiro e que, em outros rela- cionamentos, este não se protegeria de doenças. Gogna (1998) observou que a maioria das mu- lheres considera desnecessário o uso de con- dom pelos parceiros estáveis. Associações en- tre tipo de relação e uso de condom (ou usá-lo “sempre”) são apontadas por Agha (1998), Picci- no & Mosher (1998) e Sikkema et al. (1996).
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Comparação do ultrassom transvaginal e da histeroscopia ambulatorial no diagnóstico das doenças endometriais em mulheres menopausadas.

Comparação do ultrassom transvaginal e da histeroscopia ambulatorial no diagnóstico das doenças endometriais em mulheres menopausadas.

Embora seja um exame mais preciso, ele é de difícil acesso para a população brasileira uma vez que são poucos os centros que apresentam esta tecnologia. Sabe-se que algumas destas doenças, como o câncer de endométrio, necessitam de um diagnóstico mais precoce para seu melhor prognóstico. Assim, este estudo tem como objetivo avaliar em mulheres menopau- sadas a eicácia do ultrassom transvaginal em comparação à da histeroscopia ambulatorial no diagnóstico dessas doenças para poder adiantar o tratamento dessas mulheres.

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Fatores de risco modificáveis para as doenças  em mulheres com hipertensão arterial

Fatores de risco modificáveis para as doenças em mulheres com hipertensão arterial

Os fatores de risco modificáveis estão relacionados com hábitos de vida, como o tabagismo, etilismo, sedentarismo, estresse, obesidade, hipertensão arterial, diabetes mellitus e dislipidemias. O objetivo é analisar os fatores de riscos modificáveis para as doenças cardiovasculares em mulheres hipertensas. O estudo é transversal, descritivo de base populacional e quantitativo, realizado com 88 mulheres hipertensas. Os dados foram coletados de dezembro de 2009 a maio de 2010. Dentre as variáveis comportamentais observamos que o sedentarismo e o estresse foram os mais prevalentes com 80,68% e 75% respectivamente. As variáveis mais significantes foram: Pressão arterial elevada em 73,3% e Índice de Massa Corporal com 71,59%. Quanto a dislipidemia o HDL-C foi a variável mais importante, estando abaixo do valor estimado para mulheres em 85,05%. A glicemia estava normal em 57,95%; Intolerância a glicose diminuída em 20,45% e Diabetes em 20,45 das pacientes.
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RELAÇÃO ENTRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS E QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES

RELAÇÃO ENTRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS E QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES

lheres com diabetes, porém foi observado esses resultados na presença de artrite reumatóide. No entanto, os dados do presente artigo demonstram que a qualidade de vida de mulheres que apre- sentaram doenças crônicas, como doenças osteomioarticulares, hipertensão e diabetes melitus, estava comprometida, de maneira significativa, em relação às mulheres sem as referidas doenças. A ausência de doença crônica apresentou diferença significati- va para uma maior pontuação nos domínios CF e LAF, o que significa que mulheres que apresentam doenças crônicas têm a qualidade de vida afetada, se comparadas às que não apresentam. Alguns estudos apontam que o risco relativo de uma pessoa ter comorbidade é maior se ela tiver uma baixa capacidade física
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FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES COM SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM MULHERES COM SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS

Em relação aos fatores cardiovasculares relacionados às variáveis antropométricas da população estudada, a obesidade, de acordo com o IMC, estava presente na maioria das pacientes com SOP, o que já havia sido mencionado por outros autores, como no estudo de Costa et al 25 . Porém, o IMC não é capaz de distinguir a característica de deposição ou distribuição de gordura nos indivíduos 26 . Para avaliar a gordura central, a medida da CA parece ser mais bem aceita. Entre as mulheres com SOP estudadas, mais da metade delas apresentavam aumento de gordura abdominal com CA maior ou igual a 88 centímetros, porém esta variável não se mostrou estatisticamente associada à SOP. No estudo de Sá et al 27 , os autores demonstraram que a CA aumentada estava relacionada a maiores chances de desenvolver desordens metabólicas que possam evoluir para doenças cardiovasculares.
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Qualidade de vida entre mulheres com excesso de peso e doenças crônicas não transmissíveis.

Qualidade de vida entre mulheres com excesso de peso e doenças crônicas não transmissíveis.

O estudo objetivou identificar a qualidade de vida e os fatores a ela associados entre mulheres com excesso de peso e doenças crônicas não transmissíveis. Tratou-se de estudo transversal com uma amostra de conveniência formada por 50 usuárias adultas e idosas de uma academia da cidade de Belo Horizonte(MG), Brasil. Para a avaliação da qualidade de vida, utilizou-se instrumento WHOQOL-bref. Realizou-se análise descritiva e regressão linear uni e multivariada. “Relações sociais” foi o domínio que mais contribuiu para a qualidade de vida, seguido do domínio “físico”. Associaram-se a pior qualidade de vida a presença autorreferida de gastrite/úlcera (ß=-11,890; p=0,011), uso de medicamentos (ß=-7,730, p=0,035), maior consumo per capita de açúcar (ß=-0,092; p=0,045), valores elevados de índice de massa corporal (ß=-1,218; p=0,048) e maior consumo de carboidratos (ß=-0,382; p=0,042). Concluiu-se que muitos são os fatores relacionados à qualidade de vida, que devem ser considerados nos programas de saúde. Descritores: Consumo de alimentos. Doença crônica. Obesidade. Sobrepeso. Qualidade de vida.
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Efeito do exercício físico nos fatores de risco de doenças crônicas em mulheres obesas.

Efeito do exercício físico nos fatores de risco de doenças crônicas em mulheres obesas.

Outro resultado importante do presente estudo, tam- bém relacionado ao risco de desenvolver doenças crônicas, foi a fração lipoprotéica de alta densidade (HDL-colesterol) que teve um significativo aumento após o programa. Essa melhora no HDL-colesterol é atribuída também aos efeitos do exercício físico (Hardman, 1999). Couillard et al. (2001) verificaram que o exercício físico regular (particu- larmente aeróbico) ajuda a melhorar o perfil lipoprotéico de homens com baixo HDL-colesterol, obesidade abdominal e altos níveis de triglicerídeos. Zmuda et al. (1998) compa- raram os efeitos de um programa de exercícios físicos, com duração de 12 meses, nos níveis de HDL de homens com concentrações iniciais normais e baixas. Verificaram que os indivíduos com baixo HDL inicial, tem habilidade limita- da para alterar o metabolismo dos triglicerídeos e aumen- tar os níveis de HDL quando comparados aos sujeitos com níveis normais de HDL no início do programa. Os índices I e II de Castelli apresentaram modesta redução, porém sem diferença estatisticamente significante. Tanto nos valores iniciais quanto após o programa, as mulheres estavam com risco aumentado para desenvolvimento de doenças cardiovasculares, de acordo com a classificação da Soci- edade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (Du- que, 1998). Provavelmente um tempo maior de treinamento físico poderia ter demonstrado significância nesses valores. No presente estudo, a glicemia plasmática na situação de jejum também sofreu redução significativa, situando os valores médios das mulheres abaixo do ponto de corte esta- belecido pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD, 2005; < 100mg/dL). Resultados similares foram encontrados por Silva, Lima (2002) que estudaram 33 sujeitos diabéticos que foram submetidos a 10 semanas de exercícios aeróbicos e de resistência muscular localizada. Ao final do estudo, obser-
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Doenças sexualmente transmissíveis em mulheres em idade fértil : um estudo populacional

Doenças sexualmente transmissíveis em mulheres em idade fértil : um estudo populacional

uterino (DIU), 73,4% das usuárias de método hormonal e 65% das usuárias de método natural referiram nunca ter usado o condom nos últimos 12 meses (dados não apresentados). É conhecido que as mulheres que usam algum método contraceptivo (que não o condom) são também aquelas que usam o condom com menor freqüência [145]. A percepção do condom como método contraceptivo e não como protetor é reforçada pelos motivos alegados para o não uso. Em estudo de conhecimentos, atitudes e práticas realizado com as mulheres da população rural de Pacoti, os motivos mais freqüentemente alegados de nunca ter usado o condom foram: “não precisa” (porque usa contracepção) (45%), “o parceiro não aceita” (20%), “não gosta” (12%), “só teve relações com o parceiro” (5%) e “confia no parceiro” (5%) e “não conhece” (5%) (K. Lang, manuscrito em preparação). O que chama a atenção em Pacoti é a elevada proporção de mulheres que refere como principal justificativa de não usar o condom o fato do parceiro não aceitar, que em outros estudos brasileiros aparece entre 1,8% e 9,4% [94-96]. Entretanto, a prática é bem diferente do conhecimento: 71% das mulheres mencionaram o uso do condom quando indagadas se conheciam uma maneira de evitar contrair uma DST.
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Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012.

Mortalidade por Doenças Cardiovasculares em Mulheres e Homens nas cinco Regiões do Brasil, 1980-2012.

pela população foi melhor nas regiões Sudeste e Sul. Da mesma forma, o relatório da PNS mostrou melhor desempenho das mulheres nas avaliações dos fatores de risco do que dos homens, fato esse que pode inclusive intensificar a já existente proteção natural das mulheres para o processo da aterosclerose e, consequentemente, para os eventos cardiovasculares.

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Incapacidade laboral entre trabalhadores do ramo Correios: incidência, duração e despesa previdenciária em 2008.

Incapacidade laboral entre trabalhadores do ramo Correios: incidência, duração e despesa previdenciária em 2008.

No geral, as mulheres apresentaram maiores incidências de benefícios previdenciários (B31), e os homens, de acidentários (B91). É possível que as patologias com maiores incidências entre as mulheres (doenças do sistema osteomuscular e os transtornos mentais) tenham menor rela- ção com a atividade laboral, quando compara- das com as patologias mais incidentes no sexo masculino, tais como as lesões 32 . Enquanto as lesões são agravos agudos, facilmente associadas com um momento e local, aqueles dois grupos de doenças costumam ser agravos crônicos, o que dificulta o estabelecimento do nexo técnico entre o agravo e o trabalho 32 . Além disso, num ambiente machista, pode haver uma subcaracte- Tabela 5
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Estudo das doenças cárie e periodontal em mulheres durante o período gestacional

Estudo das doenças cárie e periodontal em mulheres durante o período gestacional

Impact of Primary Oral Care in Caries and Periodontal Disease: prospective study in Brazilian Pregnant Women. N.N.COUTINHO, E.L.VILAÇA, A.N.MOREIRA, C.S.MAGALHÃES[r]

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Autopercepção de vulnerabilidade às doenças sexualmente transmissíveis e Aids em mulheres.

Autopercepção de vulnerabilidade às doenças sexualmente transmissíveis e Aids em mulheres.

Na América Latina, cerca de 1,3 milhões de pessoas estão contaminadas. Entre os adultos, 25% são mu- lheres.* De acordo com dados do Ministério da Saú- de, presume-se que no Brasil o número de portadores ultrapasse 500 mil. De 1980 até maio de 2000, mais de 190.000 casos foram registrados. Dos casos acu- mulados, 25% ocorreram em mulheres – cerca de metade delas na faixa etária dos 20 a 34 anos. Atual- mente, entre os casos novos de Aids, há dois homens para cada mulher. A participação feminina na doença tem, portanto, aumentado.**

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